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Arquitectura

Eduardo Souto de Moura, Sergio Fernandez, Teresa Calix, Ana Sofia Silva e Carlos Machado juntos em apresentação de livro na FAUP

“Anonimato e Banalidade, Arquitectura Popular e Arquitectura Erudita na Segunda Metade do Século XX em Portugal”, corresponde à tese de Doutoramento de Carlos Machado, apresentado esta 4ª feira, às 18h30, no Auditório Fernando Távora

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Eduardo Souto de Moura, Sergio Fernandez, Teresa Calix, Ana Sofia Silva e Carlos Machado juntos em apresentação de livro na FAUP

“Anonimato e Banalidade, Arquitectura Popular e Arquitectura Erudita na Segunda Metade do Século XX em Portugal”, corresponde à tese de Doutoramento de Carlos Machado, apresentado esta 4ª feira, às 18h30, no Auditório Fernando Távora

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Eduardo Souto de Moura, Sergio Fernandez, Teresa Calix, Ana Sofia Silva e Carlos Machado são os convidados para apresentar o novo livro ‘Anonimato e Banalidade, Arquitectura Popular e Arquitectura Erudita na Segunda Metade do Século XX em Portugal’.  Da autoria de Carlos Machado, arquitecto, professor e investigador da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), o evento terá lugar esta quarta-feira, dia 30 de Março, às 18h30, no Auditório Fernando Távora.

Editado pela FAUPpublicações, o livro corresponde, no essencial, à Tese de Doutoramento de Carlos Machado apresentada na FAUP, com o mesmo título, orientada pelos professores Carlos Martí Arís (1948-2020) e Sergio Fernandez.

Nas palavras de Carlos Martí Arís, o autor aborda “um tema complexo e essencial”, ainda que “hoje bastante desconsiderado, inclusive ignorado, a saber: o estudo daqueles elementos que fazem da arquitectura uma arte colectiva que, para lá da sua dimensão pessoal, se transmite no decorrer do tempo e se desenvolve segundo uma tradição viva e continuamente renovada”.

Através do livro, o autor aplica este conceito de tradição à arquitectura portuguesa da segunda metade do século XX e analisa como casos exemplares o Mercado Municipal de Vila da Feira (1953-59), de Fernando Távora; Conjunto Habitacional da Bouça, SAAL (1973-77), de Álvaro Siza; Pólo da Mitra – Universidade de Évora (1990-96), de Vítor Figueiredo; e Casas-pátio em Matosinhos e na Senhora da Hora (1993-98 e 1995), de Eduardo Souto de Moura.

Carlos Machado concluiu o curso de Arquitectura na Escola Superior de Belas Artes do Porto em 1987 e o Doutoramento em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto em 2006, com uma tese dedicada à Arquitectura Portuguesa Contemporânea. É docente da FAUP desde 1988. Desenvolve projectos de arquitectura como profissional liberal a partir de 1983 e foi colaborador no escritório do arquitecto Eduardo Souto de Moura em 1990/91.

Participou em congressos e ciclos de conferências sobre arquitectura e fotografia de arquitectura. Foi um dos organizadores do Ciclo de Conferências Discursos de Arquitectura realizado na ESPAP em 1990/1. Publicou artigos sobre arquitectura e ensino da arquitectura em revistas, catálogos e monografias nacionais e internacionais. Enquanto Professor Auxiliar lecciona as Unidades Curriculares “História da Arquitectura Contemporânea” (MIArq) e “Teoria da Arquitectura Contemporânea” (PDA) na FAUP, instituição na qual desenvolve actividade como investigador.

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Construção

Construção modular da Dstgroup integra Smart Studios Asprela

Além garantir os prazos de entrega da residência de estudantes, foi possível optimizar custos e reduzir os desperdícios e resíduos com esta opção. Esta foi a primeira experiência do Grupo,, mas a empresa tem plano de cinco anos para crescer nesta área

Cidália Lopes

A construtora Dst, empresa do Dstgroup, inovou e levou a cabo a adaptação do projecto da Smart Studios Asprela, no Porto, para construção modular, já com a obra em execução. Um projecto orçamentado em 8.600 milhões de euros e para o qual era necessário encontrar uma solução alternativa eficaz, face a constrangimentos de prazos, causados pelas dificuldades que o sector da construção.

“Acontecesse o que acontecesse, o empreendimento teria que estar a funcionar a tempo do início do ano escolar. Mais a mais, com a exigência de qualidade que esta cadeia se identifica – Smart Studios -, por um lado, sendo que por outro, a falta de recursos humanos que o sector da construção atravessa, estavam reunidas as condições ótimas para se propor ao dono de obra, o recurso a metodologias de construção modular”, explica ao Construir, Eurico Soares, administrador da Dst.

A opção encontrada permitiu a adaptação da construção das 221 casas de banho do edifício em monoblocos, “tendo o resultado superado todas as expectativas”, indicou Eurico Soares. Além de se “garantir o cumprimento do prazo de execução da obra”, foi ainda possível ”optimizar o custo fixo e reduzir os desperdícios e resíduos”. Como todo o trabalho foi realizado em fábrica foi, também, possível “controlar a qualidade e uniformização dos materiais, conjugando com o equilíbrio de logística de chegada dos materiais à obra”, indicou.

Em termos gerais, “a construção modular envolve a produção de componentes padronizados do edifício numa fábrica externa e, em seguida, uma montagem no local final da obra”.

Outro dado importante é o que distingue esta construção do que já se fazia em monoblocos: o facto de ser quase impossível perceber se a divisão foi feita em obra ou em fábrica, em resultado dos acabamentos de excelência.

Abordagem holística

Todo o processo de adaptação e alteração em fase de obra envolveu os diferentes intervenientes do projecto, desde arquitecto, projectistas das Especialidades, coordenador de projecto, fiscalização e, claro está, a dstgroup.

“Em termos técnicos, a adaptação do projecto base para alocação de instalações sanitárias executadas em fábrica, implicou um estudo holístico nos projectos de arquitectura e especialidade. Além da necessária montagem em obra dos elementos executadas em fábrica, foi necessário, também, coordenar a implementação de processos de fabrico em série em ambiente fabril, para que fosse possível optimizar os recursos, tanto humanos como materiais. Já na obra houve, ainda, necessidade de realizar ajustes das soluções de ligação das especialidades globais do edifício, às existentes nos elementos modulares de forma a conferir a integridade de execução em obra.

“Neste âmbito, um factor crítico de sucesso, foi recorrer à metodologia BIM, através da qual se procede à digitalização de todo o projecto, sendo o Modelo Digital a base de confiança entre todos os interlocutores, conferindo um poderoso meio de análise e simulação que sustentem as soluções que vieram a ser executadas em obra”, reforçou Eurico Soares.

Além da componente técnica, havia ainda que garantir “qualidade e conforto”, tal como numa solução tradicional. Este foi outro dos desafios, mas Eurico Soares acredita terem sido “bem-sucedidos com a solução encontrada”.

Facturação de 40 M€ em cinco anos

Embora já tivessem trabalhado anteriormente com a Smart Studios, este foi o primeiro projecto da Dstgroup em construção modular, mas irá participar também no próximo empreendimento da Smart Studios na Alta de Lisboa e, desta vez, para um conjunto de módulos combinados de instalações sanitárias e copa.

Na realidade, Eurico Soares, acredita que estes passos são o início de um projecto mais abrangente. “À semelhança do que acontece com as fábricas de automóveis, o futuro passa por termos um género de ‘Autoeuropa’ da construção, onde diferentes módulos, sejam, sanitários, cozinhas, quartos, salas, são montados e depois enviados para obra”.

Recorde-se que o dstgroup tem neste momento em desenvolvimento um projecto de construção modular em curso, com o arquitecto Norman Foster, que visa transformar o sector em Portugal. Consiste na criação de um Living Lab que irá desenvolver e promover soluções no campo da construção modular e pré‑fabricação, de modo a responder de forma eficiente às necessidades crescentes do mercado mundial. A concretização deste desafio representa uma área de construção de 4000 m2 e aproximadamente 100 unidades modulares habitáveis no campus do dstgroup, em Braga.

Com a aposta do grupo na construção modular, é expectável que, dentro de cinco anos, a facturação desta área de negócio já represente cerca de 40 milhões de euros, revelou, ainda, Eurico Soares.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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MAP Engenharia com duas novas obras em execução

O edifício logístico da Bluespace, em Carnaxide, e o primeiro de dois edifícios do empreendimento Jardins Altear, em Lisboa, estão a ser executados pela companhia liderada por José Rui Meneses e Castro. Além do ‘prestígio’, as intervenções fazem parte da estratégia de diversificação

Ricardo Batista

A MAP Engenharia já iniciou a construção do edifício logístico da Bluespace, localizado em Carnaxide. A empreitada consiste na construção de um edifício logístico, vocacionado para a exploração e arrendamento de espaços de armazenamento temporário, do operador internacional de self storage Bluespace, que conta já com mais de 60 centros em 3 países. Este será o 4º centro deste operador localizado na área de Lisboa e faz parte da sua estratégia de expansão internacional. O Bluespace de Carnaxide é uma obra com uma área de construção de 8.200 m2, constituído por 1 piso enterrado e 4 pisos elevados. Está implantado num terreno onde vão ser realizados arranjos exteriores que vão contemplar espaços verdes, vias de acesso e estacionamento.

Estratégia consolidada 

Segundo José Rui Meneses e Castro, Co-Founder e Managing Partner da MAP Engenharia “a MAP Engenharia consolida a sua estratégia de diversificação e actuação em todas os sectores do mercado imobiliário. Desta vez, foi-nos atribuída a responsabilidade de construir um projecto estratégico para a expansão da insígnia internacional Bluespace, reforçando a nossa carteira no sector da Logística, uma área actualmente muito dinâmica.”

Altear avança

A intervenção em Carnaxide surge numa altura em que a empresa liderada por José Rui Meneses e Castro anuncia igualmente ser responsável pela execução dos Jardins Altear I, um projecto residencial promovido pela da SOLYD Property Developers. Trata-se do primeiro de dois edifícios do empreendimento. Desenvolvido para a contribuição de um mundo mais sustentável e para proporcionar o máximo conforto e qualidade de vida aos seus residentes, este empreendimento encontra-se localizado em plena cidade na Alta de Lisboa, entre o Parque Oeste e o Parque da Quinta das Conchas, numa zona que reúne uma variedade de espaços verdes, bons acessos, transportes, e proximidade a serviços, comércio e lazer.

O edifício é composto por 58 modernos apartamentos de tipologia T2 a T4, com áreas entre os 78 m2 e 183 m2, que se encontram distribuídos por 12 andares, 4 espaços comerciais (lojas), 123 lugares de estacionamento privativo (que contemplam pré-instalações para veículos elétricos, lugares para pessoas de mobilidade reduzida e bicicletas), um ginásio equipado, uma sala multiusos e um lobby decorado. O empreendimento alia a funcionalidade e a elegância, a uma magnífica luz natural e áreas generosas, trabalhadas com materiais de elevada qualidade, criteriosamente selecionados. No primeiro dia de comercialização, o Jardins Altear I alcançou uma taxa de reservas de 30%. Este projecto tem ainda disponibilidades para tipologias T3 e T4. Brevemente será também lançado ao mercado o Jardins Altear II II, que irá oferecer tipologias T1, T3 e T4. Segundo José Rui Meneses e Castro, para a MAP “é um enorme orgulho em participar na construção deste projecto que promove a sustentabilidade e a preocupação ambiental, e que vai proporcionar uma excelente qualidade de vida a todos os seus residentes. A MAP contribuirá com o seu selo de qualidade na construção deste relevante projecto habitacional, que cria uma nova centralidade na cidade de Lisboa.” De acordo com a administração da SOLYD Property Developers, “o jardins Altear I vem trazer mais uma oferta distintiva à Alta de Lisboa. Enquadrado no projecto ALTEAR, este novo edifício proporciona todas as exigências associadas aos projectos residenciais contemporâneos e oferece um estilo de vida que se foca no equilíbrio e no respeito pelo ambiente”.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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Portugal Sotheby’s Realty cresceu 40% em facturação desde Janeiro

Marca de imobiliário residencial de luxo regista um crescimento de 40% da facturação face a igual período de 2021. Desde o início do ano foram realizadas 477 transacções, mais de 32%, em comparação com o período homólogo

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A Portugal Sotheby’s Realty, revela que registou um crescimento da facturação de 40% entre Janeiro e Outubro de 2022, face a igual período de 2021. No mesmo período foram realizadas 477 translações o que representa um aumento de 32%, face ao mesmo período do ano transacto O preço médio das translações foi superior a 1 milhão de euros.

Já no que diz respeito às nacionalidades dos seus clientes, a Portugal Sotheby’s Realty revela que vendeu imóveis de luxo a 29 nacionalidades diferentes nos primeiros dez meses do ano. Portugal, Estados Unidos, Reino Unido, e Alemanha surgem como as quatro principais nacionalidades dos clientes que mais compraram imóveis de luxo.

Neste contexto, a Portugal Sotheby’s Realty salienta ainda a crescente e forte procura por parte de clientes norte-americanos que não só não constavam no top das nacionalidades há cinco anos como estão inclusive no primeiro lugar dos clientes que mais compraram imóveis de luxo na região de Lisboa.

“Os primeiros dez meses de 2022 foram marcados pelo acentuado crescimento e forte dinamismo da nossa marca, quer a nível nacional quer a nível internacional, como demonstra a evolução sustentada da nossa facturação e o reforço da nossa presença através de novos escritórios, de novos profissionais e de novos departamentos”, afirma Miguel Poisson. O CEO da Portugal Sotheby’s Realty salienta que “os números alcançados são bastante significativos e comprovam a qualidade dos nossos recursos humanos, a robustez do mercado de luxo (mesmo em contexto de inflação elevada e aumento das taxas de juro) e a apetência pelo nosso país que continua a oferecer uma proposta de valor única para quem quer investir ou viver em Portugal”, sustenta.

Com o objectivo de consolidar a sua presença no mercado nacional, a Portugal Sotheby’s Realty criou um departamento de Empreendimentos, com uma forte aposta nas componentes de tecnologia e de marketing e uma maior proximidade com os promotores, propondo-lhes não só oportunidades de compra, em terrenos, edifícios por reabilitar, entre outros, com informação crucial de mercado para integrar nos projectos de arquitectura (partilhando tendências de mercado, as amenities mais valorizadas, etc.) e colocando obviamente toda a força de vendas em prol do projecto.

Através desta divisão, a marca de imobiliário residencial de luxo comercializou com sucesso vários empreendimentos residenciais de luxo. Exemplo disso foi o empreendimento Maison Eduardo Coelho, situado em Lisboa e que foi vendido em tempo recorde; o empreendimento Sun Cliffs Resort, situado em Lagos e que já está mais de 30% vendido; e, mais recentemente, o empreendimento Greens Vilamoura, situado em Vilamoura, com apartamentos focados na sustentabilidade, lançado há um mês e já com 40% das unidades vendidas em 30 dias.

A suportar o forte crescimento da Portugal Sotheby’s Realty estão vários factores externos, como a forte procura internacional ou a aposta dos investidores no mercado imobiliário como sector de refúgio em detrimento de outras alternativas de investimento, mas sobretudo diversos factores internos, como o maior investimento em marketing, a forte aposta em tecnologia e ainda o novo modelo de comissionamento com a remuneração mais completa e atrativa do segmento da mediação imobiliária de luxo em Portugal.

Este modelo, que integra várias vertentes de desenvolvimento pessoal e profissional, inclui formações diferenciadoras (redes sociais, marketing digital e ainda formações executivas de alto nível em gestão para os melhores Private Brokers), e permite o acesso a uma rede de clientes nacionais e internacionais e a um vasto portfólio de imóveis de luxo, permitindo aumentar a divulgação internacional e captação de clientes internacionais através das filiais da marca presentes em mais de 80 países.

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Quinta do Cedro e Paulo Duque entram em fase de comercialização

Os dois projectos da Vogue Homes, encontram-se localizados na frente ribeirinha da zona de Dafundo-Algés e têm assinatura de Luís Rebelo de Andrade

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Dois dos projectos da Vogue Homes, Quinta do Cedro e Paulo Duque, localizados na frente ribeirinha da zona de Dafundo-Algés, estão já em fase de arranque das obras e dão início à comercialização.

O empreendimento Quinta do Cedro é dedicado ao uso habitacional e composto por 22 unidades, em linha com “os altos padrões de qualidade”. É constituído por cinco fracções de tipologia T1 e tipologia T2, seis fracções de tipologia T3, sendo duas delas penthouses, e quatro fracções de tipologia T4 e duas T4 duplex.

No Quinta do Cedro a inspiração do projecto, desenvolvido pelo gabinete de arquitetura Luís Rebelo de Andrade, recaiu sobre o jogo de luz natural recortado pela originalidade das fachadas, nos acabamentos irrepreensíveis, na qualidade e nos detalhes. Todo este empreendimento foi desenhado de forma a proporcionar uma vida saudável em família, que começa e se estende ao equilíbrio dos diferentes espaços de cada habitação.

Os pisos superiores estão exclusivamente dedicados às tipologias habitacionais e acessos a terraços privativos exteriores, com duas piscinas na cobertura, em cada penthouse disponível. Já o piso térreo dispõe das áreas dedicadas aos átrios principais de entrada no edifício e de uma área dedicada a jardins privados, igualmente com uma piscina comum.

Do outro lado dos Jardins do Cedro, encontra-se o projecto Paulo Duque, “um empreendimento habitacional mais intimista” e que se apresenta como “uma opção segura e responsável para quem escolhe morar perto do centro de Lisboa e ao mesmo tempo estar junto da natureza”. Localizado junto à linha de praia entre Oeiras e Cascais, este empreendimento habitacional é composto por seis unidades de tipologias T3 Duplex e T2, com características distintas como áreas amplas luminosas e acabamentos de elevada qualidade com espaços exteriores integrados.

A cor verde destaca-se neste espaço de carácter contemporâneo pelos materiais e técnicas utilizadas, a cor predominante do projecto e toda a carga positiva que tem associada. O jardim vertical situado na penthouse é disso um bom exemplo, pensado em detalhe pela equipa de arquitectos do gabinete Luís Rebelo de Andrade.

Para este projecto foi, igualmente, pensado um novo sistema de fachada que permite trazer uma maior ligação aos Jardins do Cedro. Com isto, conseguiu-se concretizar uma frente mais dinâmica que permite uma melhor entrada de luz nas divisões. A escolha recaiu para um cerâmico vidrado tridimensional de forma hexagonal, cujo tom verde-garrafa cria um jogo de luz e reflexo, que muda ao longo do dia, conforme a exposição solar.

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Daikin Europe investe 50 M€ em expansão de fábrica na República Checa

A expansão implicou a construção de um edifício fabril adicional e de novas linhas de produção, permitindo à nova unidade industrial aumentar a sua produção em cinco vezes até 2025

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A fábrica Daikin Device Czech Republic, localizada em Brno, na República Checa, expandiu a sua capacidade de produção de bombas de calor, com o objectivo de expandir a capacidade de produção para toda a Europa.

Com um investimento de 50 milhões de euros, a expansão implicou a construção de um edifício fabril adicional e de novas linhas de produção, permitindo à nova unidade industrial uma capacidade de produção que irá permitir aumentar cinco vezes até 2025.

Desta forma, a empresa responde ao aumento crescente da procura de soluções sustentáveis de aquecimento, ao mesmo tempo que contribui para a tão necessária transição energética.

“Sempre nos esforçámos por desenvolver e produzir os nossos produtos perto dos mercados que servimos”, diz Patrick Crombez, director geral da Daikin Europe Heating & Renewables. Por isso, acrescenta, “actualmente, as nossas bombas de calor hidrónicas (ar/água) residenciais vendidas na Europa são 100% concebidas e fabricadas na Europa, o que nos torna o maior fabricante de bombas de calor hidrónicas (ar/água) do continente”.

Este investimento segue-se aos já anunciados para as fábricas na Bélgica e Alemanha, bem como Polónia, cuja inauguração está prevista para 2024.

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Preço dos materiais cerâmicos sobe 80%, face a 2021

Os custos de construção de habitação nova aumentaram em Setembro 13,4% em termos homólogos, um aumento influenciado pelo preço dos materiais que registaram uma variação de 18,6% face a igual período do ano passado

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Os números foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira no seu Índice de Custos de Construção de Habitação Nova (ICCHN), e são referentes ao mês de Setembro. Para este mês o INE “estima que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 13,4% em termos homólogos, mais 0,9 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior”. Ambas as componentes do índice, o preço dos materiais e o custo da mão de obra, influenciam este crescimento, em especial a primeira que registou uma variação de 18,6%, acelerando 2,1 p.p. face ao mês anterior e o custo da mão de obra aumentou 6,1% (6,8% em Agosto).

Segundo o INE, entre os materiais que mais influenciaram esta variação estão os produtos cerâmicos, com crescimentos homólogos dos preços de cerca de 80%. Já o gasóleo, o cimento, os aglomerados e ladrilhos de cortiça, as madeiras e derivados de madeira e as obras de carpintaria, os tubos de PVC e o consumo de produtos energéticos apresentaram crescimentos homólogos superiores a 20%.

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Dte inicia componente técnica do ICON Aparts no Porto

A empreitada, no montante de 900 mil euros, corresponde à segunda e terceira fases do projecto técnico do edifício ICON Aparts, promovido pela CivilRia

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A dte, empresa do grupo dst, integra a empreitada do edifício ICON Aparts, no Porto, correspondente à segunda e terceira fases do projecto técnico.

No montante de cerca de 900 mil euros, o projecto assenta, essencialmente, em instalações eléctricas e infraestruturas de telecomunicações.

O edifício, com 11.645 m2 e 168 habitações, para ‘apartment service’, e que se insere no projecto ICON, prevê revitalizar a zona empresarial do Porto, num investimento global que ascende a 60 milhões de euros.

Promovido pela CivilRia, o ICON Aparts faz parte de um conjunto de três edifícios – dois com escritórios e um com apartamentos turísticos para arrendar-, com uma área total de 24 mil m2, rodeado por uma área de jardim e um lago com cerca de 8.000 m2.

Neste empreendimento, a dte garantiu, mais uma vez, a alta capacidade de reengenharia e de mobilização de trabalhadores em tempo útil.

Recorde-se que a dte já havia concluído a primeira fase do projecto técnico – o ICON Office I, a nova sede no Porto da AGEAS – numa obra que ascendeu a 550 mil euros, estando agora prevista a terceira e última fase do projecto – o ICON Offices II, que tem arranque previsto para 2023 e cujo valor de obra ascende a 880 mil euros.

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Sacyr Neopul conquista projecto na Alta Velocidade da Galiza no valor de 49,4M€

A Sacyr Neopul, empresa portuguesa do grupo Sacyr, é líder do consórcio que acaba de conquistar a adjudicação da pré-manutenção e manutenção das infraestruturas, vias e dispositivos de via das Linhas de Alta Velocidade da Galiza e Eixo Atlântico, projecto com um valor de 49,4 milhões de euros

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A empreitada, adjudicada pela ADIF e com um prazo de execução de 48 meses (mais 12 meses de extensão), consiste na realização de todas as actividades relacionadas com estes subsistemas, que visam garantir a segurança do tráfego, fiabilidade e conforto dos passageiros.

No que respeita aos contratos de manutenção, acresce a manutenção da linha AVE Madrid Norte, o contrato de manutenção da via convencional Sul e a manutenção da catenária convencional Noroeste.

“A vasta experiência da Sacyr Neopul em distintos mercados permitiram a esta empresa portuguesa acumular uma experiência e capacidade únicas no sector ferroviário, incluindo na Alta Velocidade, fazendo com que a mesma seja hoje em dia a especialista do Grupo Sacyr para trabalhos neste sector em todo o mundo”, comenta Marcos Rubio, director do Grupo Sacyr Somague Portugal.

Na Irlanda a Sacyr Neopul ganhou um ICE Award na categoria de serviços especializados, graças às práticas inovadoras na renovação do sistema de electrificação de tracção eléctrica (catenária) no Dublin Area Rapid Train (DART) na capital irlandesa.

A Sacyr Neopul tem actualmente em curso obras ferroviárias em vários mercados distintos como Portugal, Espanha, Reino Unido, Irlanda, Brasil e Uruguai.

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Ferpinta espera facturar 350 M€ em 2022

No ano do seu 50º aniversário, a empresa, fabricante de tubos de aço, espera alcançar “um dos seus melhores anos” em termos de facturação

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A Ferpinta, criada pelo Comendador Fernando Pinho Teixeira, que celebra este ano o seu 50º aniversário, apresentou o balanço de facturação, que regista  um dos seus melhores anos.

Depois de 2021 ter sido o melhor ano de toda a história da empresa em termos de facturação, 2022 está a ser “um ano também muito positivo”. Até ao final do ano a empresa, especialista no fabrico de tubos de aço, prevê atingir os 350 milhões de euros de facturação, sendo que o resultado líquido deste mesmo período é de 45 milhões de euros.

Ainda que, tal como muitas outras empresas, tenham sentido repercussões da Guerra na Ucrânia, como o aumento dos preços dos materiais e da energia e a incerteza, a Ferpinta acabou por ver reflectidos apenas impactos indirectos.

Ainda neste ano, a empresa fez um investimento de mais de 1 milhão de euros, a par do investimento de 50 milhões de euros em curso para a construção da nova fábrica na Zona Industrial de Loureiro, em Oliveira de Azeméis.

O 50º aniversário da Ferpinta foi ainda assinalado pelo patrocínio ao Futsal de Azeméis e pela reunião de stakeholders, com o objectivo de apresentar as novidades da empresa, de partilhar a sua visão do futuro e de apresentar soluções inovadoras que vêm acrescentar valor e capacidade de produção e de oferta comercial aos seus clientes.

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A sublime integração com a Natureza [c/galeria de imagens]

Vencedor do concurso de arquitectura Concreta Under 40, o projecto do atelier Inês Brandão Arquitectura representa um elogio à natureza envolvente do montado alentejano e à sua arquitectura tradicional

O projecto da autoria do atelier da arquitecta Inês Brandão tem como pano de fundo a paisagem alentejana, inserido numa propriedade com 70 hectares, onde os carvalhos, as azinheiras, os sobreiros e as giestas povoam os diversos montes e criam uma paisagem idílica. Um projecto que privilegia o contacto com a natureza e que buscou na arquitectura tradicional alentejana um segundo foco de inspiração.

“Os clientes não sabiam ao certo o que é que queriam, para além de que queriam uma casa onde se usufruíssem ao máximo desta qualidade de vida de campo. Esse foi o nosso ponto de partida: privilegiar e, simultaneamente, explorar ao máximo a natureza envolvente”, conta Inês Brandão. Uma tarefa facilitada, ou não, pelo facto deste terreno estar isento de construções pré-existentes o que permitiu a escolha do lugar certo para este projecto, no alto de uma colina, com vista privilegiada para a lagoa e colinas circundantes.

A sua forma, em cruz, surge da adaptação da construção ao local e às suas preexistências naturais, contornando as árvores à sua volta, sem cortar nenhuma. A arquitecta recorre à imagem de uma bailarina para justificar a escolha da forma da construção, moldada, em torno das árvores. Desta forma, “permitiu-se que cada um dos seus quatros braços fosse inteiramente rodeado pela paisagem envolvente que penetra no interior de cada espaço, criando a ilusão de uma construção de escala mais reduzida”, descreve.

Os 400 m2 de casa estão, assim, repartidos, comungando com a natureza sem a ela se sobrepor, enquanto a alusão à arquitectura típica alentejana ganha relevo. “A nível formal uma das imagens de referência que tínhamos era a típica casa branca, com grandes chaminés, mas de dimensão mais pequena. Esta forma em cruz permite-nos uma ilusão quanto à real dimensão do projecto”, conta Inês Brandão.

Quase que escondida pela natureza, chega-se à Casa por um caminho que serpenteia o terreno desde a entrada da propriedade, situada a um nível mais baixo, “permitindo a quem aqui chega absorver a envolvente da região, não revelando de imediato toda a paisagem e a casa”, o que reforça a imagem de um refúgio/oásis.

O refúgio
O hall de entrada é o ponto de intersecção dos dois eixos que definem a organização espacial da casa, e a partir do qual se acede aos restantes espaços. “No volume adjacente à entrada, encontramos o espaço de refeições e a sala de estar, que se abre generosamente para a extensa vista sobre o montado de sobro. No final deste braço está o escritório, um espaço mais intimista separado do resto por um alpendre, e com uma relação mais “serena” com a paisagem.

No volume perpendicular ao anterior, a cozinha surge, a um nível inferior, com uma relação mais próxima com a piscina, que dela se avista, conferindo a este espaço um carácter lúdico e convivial. Uma vez que consideramos que a casa e a paisagem se fundem num único elemento, foi fundamental pensar o desenho paisagístico de forma coerente, escolhendo plantas adaptadas ao clima, com pouca manutenção e resistentes à seca, com o objectivo de criar ambientes de cada área (..)”, descreve.
Por fim, no lado oposto da cozinha, desenvolve-se, a um nível superior, o volume dos quartos, acessível através de uma escada, que se prolonga até ao corredor que dá acesso aos quartos e que é pontuado por um conjunto de aberturas que permitem a iluminação natural do espaço, mas que mantêm a privacidade desta área. Cada quarto tem uma relação independente com a paisagem, usufruindo de uma vista mais controlada, dada a topografia que os acolhe. Lavanda e outras pequenas espécies formam a fronteira junto aos alpendres dos quartos, reforçando a tranquilidade inerente a estes espaços.

Ao longo de toda a Casa foram criados alpendres, antecâmeras que funcionam como espaços de transição entre interior e exterior e que delimitam os diferentes espaços. “Esses espaços podem ser ocultados por persianas de aço corten perfuradas, uma reinterpretação do “muxarabi” – elemento da arquitectura vernacular árabe, que controla passivamente a temperatura dentro da casa, pois permite a ventilação constante desses espaços”.
Da varanda ao interior, as vigas de madeira e a materialidade do piso reforçam a continuidade espacial. O betão afagado foi o material escolhido para o pavimento de toda a casa, pela sua simplicidade e robustez. Em toda a casa, o armazenamento foi embutido nas paredes e escondido através de portas com núcleo de palha. Este sistema permite que os espaços interiores dos armários sejam permanentemente ventilados.

Ficha Técnica

Nome do Projecto: Casa no Crato
Ano de conclusão do projecto: 2021
Área bruta construída: 394m2
Localização do projecto: Crato, Alentejo, Portugal
Programa: Habitação Unifamiliar
Arquiteto Líder: Inês Brandão
Equipa de projecto: Ana Filipa Santos, Olivier Bousquet
Escritório de Engenharia: Equação PTV
Paisagismo: Inês Brandão Arquitectura
Empreiteiro Geral: Jorge Félix dos Santos
Director de Obra: Rui Chorinca
Serralharia: Proençafer – Indústria De Serralharia
Carpintaria: Carpintaria Alagoense
Equipa de jardinagem: Tiago Dias e João Mário Dias

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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