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Startup Tiko financia-se no mercado obrigacionista

O iBuyer espanhol Tiko, que chegou ao nosso país no final do ano passado, já está a emitir obrigações em bolsas internacionais como a Interbolsa Portugal e a MTF Viena

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Com um plano de crescimento ambicioso, o iBuyer espanhol Tiko, que chegou ao nosso país no final do ano passado, já está a emitir obrigações em bolsas internacionais como a Interbolsa Portugal e a MTF Viena. Com este movimento estratégico, a Tiko demonstra que “a inovação vai para além do desenvolvimento tecnológico e que o financiamento inicial já não é apenas equivalente a capital de risco ou empréstimos bancários”.

Nos últimos anos, o panorama das startups tem vindo a registar uma forte actividade financeira. Em 2012 menos de 59 mil milhões de dólares foram investidos globalmente, mas em 2021 este investimento alcançou os 643 mil milhões de dólares, um valor dez vezes superior. Só na Europa, ao longo de 2021 foram investidos mais de 116 mil milhões de dólares, o que traduz um aumento de 159% em comparação com os 45 mil milhões de dólares investidos no ano anterior.

Em linha com o resto do mundo, Espanha registou o melhor investimento em startups em 2021. Um dado que confirma que o ecossistema espanhol de startups está perfeitamente equilibrado e em perfeitas condições para continuar a crescer. No último ano, foram fechadas 409 operações de investimento, num total que rondou os 4,3 mil milhões de euros, de acordo com o Observatório do Ecossistema de Startups em Espanha da Fundação Bankinter.

As startups precisam de continuar a inovar, não apenas em tecnologia e processo, mas também em financiamento. É por isso que empresas como a Tiko têm visto a emissão de obrigações como uma nova forma de atrair investidores. “Há muito apetite, por parte de diferentes tipos de investidores, pelo nosso modelo de negócio; através da emissão de obrigações conseguimos adaptar-nos às necessidades de um maior número de investidores”, diz Sina Afra, CEO da Tiko, relativamente à emissão das suas obrigações nas bolsas de Portugal e Viena.

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SRS Advogados assessora Fidelidade na aquisição do Yotel no Porto

O fundo imobiliário IMOFID é detido a 49% pelo Grupo Fidelidade e conta com alguns dos maiores investidores institucionais portugueses.

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A SRS Advogados assessorou a Fidelidade Sociedade Gestora de Organismos de Investimento Coletivo – na qualidade de sociedade gestora do fundo imobiliário IMOFID – na compra de um hotel no Porto, o Yotel, operado pelo grupo UIP. A equipa da SRS Advogados foi coordenada por Neuza Pereira de Campos, sócia responsável
pelo Departamento de Imobiliário.

O fundo imobiliário IMOFID é detido a 49% pelo Grupo Fidelidade e conta com alguns dos maiores investidores institucionais portugueses.

Situado no centro antigo da cidade do Porto, o prédio do Yotel Porto engloba uma área de 7794 metros quadrados e o investimento realizado foi de cerca de 30 milhões de euros. “A SRS Advogados continua a prestar assessoria relevante a este tipo de transacções e é com satisfação que verificamos que o mercado imobiliário em Portugal se mantém activo e relevante em vários sectores, incluindo na área do Turismo, também ela muito relevante para a economia Portuguesa”, afirma Neuza Pereira de Campos, sócia da SRS.

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JLL antecipa melhor ano de sempre na ocupação de escritórios em Portugal

2022 está a revelar-se um ano ímpar para o mercado de escritórios, com a cidade de Lisboa a encerrar o 1º semestre com uma média de 1.600 m2 tomados por cada transacção, um valor nunca antes visto

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2022 está a revelar-se um ano ímpar para o mercado de escritórios, com a cidade de Lisboa a encerrar o 1º semestre com uma média de 1.600 m2 tomados por cada transacção, um valor nunca antes visto. A consultora prevê assim que, mantendo-se o ritmo na ocupação de escritórios, este será o melhor ano de sempre no sector em Portugal.

Em termos acumulados, a primeira metade do ano encerra com nota muito positiva tanto em Lisboa como no Porto. Na capital, o take-up deste período ascende já a 168.000 m2, superando as absorções anuais quer de 2020 quer de 2021 e estando a mais de 85% da actividade anual de 2019. Nestes seis meses, o mercado de Lisboa contabilizou 104 operações com uma área média de 1.615 m2, sendo o Parque das Nações a zona mais procurada (30% da absorção), embora seguida de perto pela Nova Zona de Escritórios (24% do take-up). Em termos de procura, foram as empresas de “Serviços Financeiros” as líderes, com 47% do take-up.

No Porto, a actividade semestral ascende a 30.000 m2, num total de 35 operações com uma área média de 865 m2. Neste caso, tal actividade apresenta um forte crescimento face aos níveis do 1º semestre de qualquer um dos últimos 3 anos. Em particular comparativamente com o mesmo período de 2021, o crescimento foi de mais de 100%. O Central Business District (CBD) – Baixa atraiu o maior volume de ocupação (38%), sendo as empresas de “TMT’s & Utilities” as mais dinâmicas a ocupar escritórios no Porto nestes seis meses (50%).

Sofia Tavares, Head of Office Leasing da JLL, explica que “apesar da conjuntura económica mais desafiante, as empresas estão a regressar em força aos escritórios e a procura de áreas grandes continua a ser um dos principais requisitos. No mês de Junho voltámos a ver isso, com as áreas superiores a 1.000 m2 a concentrarem um terço das operações em Lisboa e metade no Porto. Da nossa parte, temos estado especialmente activos neste tipo de colocação e em Junho actuámos na maioria dos negócios com áreas grandes, incluindo a maior do mês, que superou os 7.000 m2. Acreditamos que este tipo de procura vai continuar a dinamizar bastante o mercado e a gerar muitos pré-arrendamentos”.

De acordo com o Office Flashpoint da JLL, o mercado de escritórios continua a exibir um desempenho assinalável, totalizando 21.000 m2 de absorção em Lisboa e 6.800 m2 no Porto no mês de Junho.

Em Junho, a zona Histórica e Ribeirinha foi a mais activa em Lisboa, com 39% do take-up mensal, enquanto o segmento de procura mais dinâmico foi o de “Consultores e Advogados”, gerando 47% da ocupação. Já no Porto, destacou-se o sector de “Serviços Financeiros”, com 64% da ocupação, sendo o CBD-Baixa o destino mais procurado, com um peso também de 64%. Em Lisboa a área média transaccionada em Junho ascendeu a 1.170 m2 e no Porto a 1.130 m2.

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21,5% das transacções RE/MAX são de investimento estrangeiro

Entre Janeiro e Maio, brasileiros e norte-americanos foram quem mais investiu, representando 38% do volume total de transacções envolvendo clientes estrangeiros. O distrito de Lisboa absorveu 47,9% das transacções

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A RE/MAX tem registado um crescente interesse de clientes estrangeiros, com os primeiros cinco meses, de Janeiro a Maio, a representar 21,5% dos negócios da rede. Numa comparação com igual período de 2021, o número de transacções envolvendo clientes estrangeiros aumentou cerca de 57%, com os clientes brasileiros a serem os mais intervenientes, assegurando 30,6% das transacções. Destaque também para um acentuado incremento na procura por parte de norte-americanos, a segunda nacionalidade mais importante envolvendo clientes internacionais, com 7,4% das transacções, ultrapassando as nacionalidades inglesa, francesa e angolana.

Ainda que o cliente nacional continue a ser o principal investidor em imobiliário no território nacional, nos primeiros cinco meses deste ano o número de transacções envolvendo clientes estrangeiros aumentou cerca de 57% quando comparado com os meses de Janeiro a Maio 2021, superando a barreira das sete mil transacções (7.141), mais do que o crescimento registado envolvendo clientes nacionais (3,5%). Neste sentido, os clientes estrangeiros representam uma fatia de 21,5% das transacções da rede, um peso similar ao registado em anos pré-pandemia.

“Portugal continua a reunir excelentes condições para atrair investidores estrangeiros, muitos dos quais investem poupanças acumuladas ao longo de anos para aqui viver. Factores como a segurança, o acolhimento, o clima, a gastronomia e a qualidade de vida, conduzem a que, cada vez mais, os investidores estrangeiros vejam o nosso país como uma opção segura de investimento em imobiliário. Acreditamos que esta dinâmica se mantenha nos próximos meses, dadas as excepcionais características que Portugal apresenta”, sustenta Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX

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Casavo levanta 400 M€ para continuar a expandir a sua plataforma de compra e venda de imóveis na Europa

O capital angariado inclui uma ronda série D de 100M€. A empresa assegurou ainda 300 M€ adicionais em dívida para reforçar a compra e venda de imóveis. O investimento será utilizado para escalar o negócio e consolidar a liderança na Europa

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A Casavo, plataforma digital europeia, com presença em Portugal desde Janeiro, anunciou uma nova ronda de investimento que ascende a 400 milhões de euros. Este investimento é composto por uma ronda série D de 100 milhões de euros e uma linha de crédito de 300 milhões de euros. A série D de 100 milhões de euros representa a maior ronda levantada por uma proptech na Europa até à data, “o que demonstra a solidez do modelo de negócio e as perspectivas futuras da Casavo, apesar das difíceis circunstâncias em que se encontra o mercado de capitais”, sublinha em comunicado a plataforma. A linha adicional de dívida de 300 milhões de euros aumenta a capacidade de financiamento da Casavo para a compra de imóveis, garantindo recursos suficientes para o crescimento do seu negócio imobiliário nos próximos anos.

A ronda de investimento anunciada pela Casavo foi liderada pela Exor NV, reputado grupo de investimento europeu controlado pela família Agnelli. Entre os novos investidores destacam-se ainda grupos como Neva SGR (Grupo Intesa Sanpaolo), Endeavor Catalyst, Hambro Perks e ainda investidores privados como Sébastien de Lafond (fundador da MilleursAgents). A combinação de investidores com diferentes perfis irá proporcionar à Casavo a experiência necessária para potenciar o crescimento futuro da empresa. Por outro lado, os accionistas que participaram nas rondas anteriores, incluindo a Greenoaks, Project A Ventures, 360 Capital, P101 SGR, Picus Capital e Bonsai Partners, também participaram na ronda série D e reforçaram a sua confiança no plano de expansão da Casavo.

“Estamos muito satisfeitos por reforçar a nossa relação com a Exor, na sequência do seu investimento inicial realizado no ano passado, e por acolher todos os novos investidores juntamente com os nossos accionistas já existentes”, afirma Giorgio Tinacci, fundador e CEO da Casavo. “Esta combinação de equity e dívida é um reconhecimento do nosso crescimento sustentado e da confiança que os investidores têm na nossa visão a longo prazo. Esta ronda permitir-nos-á consolidar a nossa liderança na Europa, crescendo nos mercados onde já operamos, nomeadamente, Portugal, Espanha e Itália, e expandir para novos mercados, sendo França a nossa prioridade. Vamos continuar a apostar na nossa missão de simplificar a forma como as pessoas vendem e compram imóveis, evoluindo de um comprador de casas para uma plataforma integral líder na Europa, com soluções tanto para vendedores como para compradores”, complementa.

“A Casavo está claramente a tornar-se a proptech líder na Europa e estamos entusiasmados por acompanhar este trajecto com o seu fundador, Giorgio Tinacci, e restante equipa. Apesar das condições turbulentas do mercado, a Casavo tem atingido excelentes resultados até à data e estamos optimistas quanto ao futuro”, refere Noam Ohana, Diretor Geral da Exor Seeds.

Para além da ronda série D de 100 milhões de euros, a Casavo angariou ainda 300 milhões de euros em dívida, que incluem uma extensão de 190 milhões de euros para apoiar a actividade da empresa em novas geografias. O grupo Intesa Sanpaolo é um dos novos investidores da Casavo, juntando-se aos já existentes Goldman Sachs e D.E. Shaw & Co. Este financiamento adicional vai permitir uma redução significativa no custo do capital da Casavo e evidencia a confiança dos investidores institucionais nas bases sólidas do negócio da empresa.

Desde a sua fundação em 2017, a Casavo tem-se guiado por um objectivo claro: facilitar a vida a quem quer vender ou comprar casa. A empresa começou como uma plataforma digital de compra de casas, um modelo de negócio conhecido na indústria como “Instant Buyer”, tornando-se o ponto de referência online para a maioria dos vendedores ao oferecer uma proposta rápida e sem complicações – em contraste com o processo de venda tradicional e lento. A plataforma realiza avaliações de imóveis de forma instantânea e gratuita, apresenta ofertas em 48 horas e compra as casas directamente aos vendedores em apenas alguns dias. Depois de adquirir as casas, renova-as e encontra os clientes finais. Por outro lado, os compradores têm acesso a um inventário exclusivo de casas prontas a habitar, com garantia e serviço pós-venda.

A Casavo é uma solução completa para vendedores e compradores de casas, utilizando tecnologia patenteada em cada etapa do processo de transacção. Além disso, também permite conectar agentes imobiliários, bancos e empresas de renovação, acrescentando valor ao ecossistema em que se insere e oferecendo serviços inovadores aos seus clientes. Actualmente, a plataforma opera em Espanha, Itália e Portugal e já executou mais de mil milhões de euros em transacções.

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O mercado de escritórios ultrapassa os níveis de procura de 2021 e dá destaque à sustentabilidade

Numa análise sobre o mercado de escritórios nestes primeiros seis meses de 2022 a Worx Real Estate Consultants destaca a resiliência e o dinamismo do mesmo. Factores cruciais para ultrapassar os desafios do contexto actual

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A Worx Real Estate Consultants apresenta como um dos sinais o volume de absorção de 168.300 m2 de espaços de escritórios na Grande Lisboa no 1º semestre do ano, distribuído por 105 operações. Estes níveis de procura efectivada mais que quadruplicaram face ao período homólogo e já ultrapassam os valores registados no final do ano 2021, de 161.600 m2.

Estes números são influenciados por algumas grandes operações, em parte de ocupação própria e outras contratualizadas mas mas cujas ocupações apenas se realizarão no futuro, como no caso de novas sedes e edifícios que ainda não foram concluídos.

A ocupação de quase 28.000 m2 da Fidelidade na sua futura sede em Entrecampos e a compra do BNP Paribas de dois edifícios em construção no Parque das Nações com mais de 38.000 m2 protagonizaram as maiores operações do ano até agora. Assim, o Parque das Nações (zona 5) e a Zona Emergente (zona 3) foram as zonas que concentraram a maior parte da procura, 30% e 24% respectivamente.

Os principais projectos em pipeline, inclusivamente os especulativos, continuam a avançar com grande urgência para dar resposta a uma procura forte e crescente, sobretudo nas localizações mais centrais da cidade.

Procura robusta, mesmo no contexto actual de relativa incerteza

Paralelamente, existem alguns factores no contexto nacional e internacional que despertam atenção na influência que poderão ter na tomada de decisão dos players do mercado imobiliário. Com impacto mais imediato, temos o aumento dos custos de construção e a incerteza da disponibilidade e prazos de entrega dos materiais. Do lado dos proprietários, é necessária uma especial precaução no planeamento e orçamento dos contratos de empreitada, que tenha em conta esta imprevisibilidade e a necessidade de eventuais ajustes. Do lado dos arrendatários, estes impactos nos projectos de fit out levam a que as decisões de mudança de instalações sejam mais ponderadas, havendo em parte uma aposta nas renegociações dos contratos de arrendamento.

Também a instabilidade do mercado das fintech nos EUA pode levar igualmente a que algumas das empresas mais expostas a estes mercados não se encontrem num momento propício para mudar as suas instalações, colocando estas decisões on hold.
Por outro lado, o aumento da taxa de inflação e da taxa de juros levantam um clima de incerteza acrescida, ainda que o imobiliário tradicionalmente represente um bom refúgio.
Ainda assim, Portugal mantém-se numa trajectória crescente com as suas excelentes características intrínsecas, em termos de segurança, bom clima e os salários baixos, a manterem a atractividade do país face aos mercados internacionais concorrentes mais do que nunca.

Sustentabilidade em destaque no sector dos escritórios

Outra tendência que tem vindo a ganhar destaque no mercado de escritórios é o tema da sustentabilidade. O sector já representa 56% das certificações LEED aprovadas e 14% das certificações BREEAM concedidas, não havendo ainda edifícios com certificação WELL.

Os proprietários de edifícios de escritórios estão a apostar em força na obtenção das principais certificações de sustentabilidade desde o início dos projectos, principalmente na construção nova, mas também nos projectos de reabilitação, ainda que com uma dificuldade acrescida. Considerando o atraso que existe no mercado português face ao contexto europeu, é muito relevante que as certificações sejam agora vistas como algo imperativo e não apenas como um extra nos edifícios de escritórios, dado que há empresas multinacionais que praticamente já só olham para edifícios certificados.

O mais recente estudo da PwC e da Worx, apresentado no dia 12 de Junho no Palácio Sottomayor, revela que os proprietários valorizam mais a certificação LEED para a sua estratégia de sustentabilidade (45%), sendo também a mais reconhecida pelos arrendatários de espaços de escritórios (72%). Seguem-se as certificações BREEAM e WELL que também são consideradas relevantes (36%). Já dos poucos proprietários que ainda não consideram apostar nestas certificações (32%), todos garantem que querem tornar os seus activos mais eficientes (100%).

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Preço do metro quadrado dispara 26,3% e vendas de imóveis caem 20%

O 2º trimestre de 2022 trouxe um expressivo crescimento do preço por metro quadrado em Portugal. De acordo com a consultora Imovendo um T2 em Lisboa custa mais 10% que há um ano

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O aumento do custo do metro quadrado foi sentida especialmente no Porto, onde a subida foi mais abrupta de 26.3%, de 1.720€ para 2.172€, enquanto em Lisboa a subida foi de 8,5%, de 2.429€ para 2.635€, sublinha a consultora Imovendo.

A análise nacional aos custos do m2 no segundo trimestre aponta para que o crescimento do m2 elevou os preços dos imóveis, onde, por exemplo, na área metropolitana de Lisboa, um T2 usado está hoje 10% mais caro do que há um ano, ao passo que no grande Porto essa progressão foi de 15%.

Com efeito, o número de fogos vendidos no 2º trimestre em Portugal caiu 7%, passando de 13.476 para 12.586, quando comparado com o trimestre do ano anterior.

No que toca à venda de imóveis novos, a queda foi ainda maior, descendo de 4.834 para 3.862, registando-se assim, um recuo de 20%, face a igual período do ano anterior.

“A quebra de venda nos imóveis novos está relacionada com a desaceleração da construção nova, provocada, primeiro, pela escassez de materiais devido à pandemia e, segundo, devido à guerra na Ucrânia. O aumento significativo da inflação veio também aumentar, e muito, os custos de construção”, explica Nélio Leão, CEO da Imovendo.

No que toca à oferta no mercado, os números representam também um sector em quebra, pois no segundo trimestre de 2022, registou-se uma descida de 26% (de 63.356 para 47.171 fogos) face ao mesmo período de 2021 e 16% (de 56.472 para 47.171 fogos) quando comparado com o trimestre anterior.

Ainda na oferta, o preço dos imóveis por m2 está relativamente estável, havendo algumas variações entre Lisboa, onde se assistiu a uma quebra no preço por m2 de 4% para 5.648€, e no Porto, onde houve um aumento de 2% para 3.917€.

Em todas as outras zonas do país, sublinha a Imovendo, o preço por m2 continua a aumentar, tanto nos imóveis novos como nos usados.

“Isto pode estar relacionado com uma maior deslocalização das pessoas. Apesar do fim da pandemia, muita gente transitou definitivamente para um modelo de teletrabalho, o que permite mais liberdade no momento de escolher uma casa”, adianta o mesmo responsável.

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The Lodge Hotel ganha distinção Travellers´s Choice Awards

The Lodge Hotel, situado na outra margem do Porto, em Vila Nova de Gaia, foi distinguido com o prémio Travellers´s Choice 2022 da Tripadvisor

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Inserido no coração das seculares caves de vinho do Porto, o The Lodge Hotel, situado na outra margem do Porto, em Vila Nova de Gaia, foi distinguido com o prémio Travellers´s Choice 2022 da Tripadvisor, colocando-o assim na lista dos melhores hotéis da plataforma digital de turismo.

Criado em 2002, o prémio Travellers’ Choice baseia se em milhões de avaliações e de opiniões de viajantes de todos os cantos do mundo. Todos os anos, o Tripadvisor reconhece as empresas que demonstram um compromisso para com a excelência da hospitalidade através de um Prémio Travellers’ Choice e, este ano o The Lodge Hotel faz parte dessa lista de vencedores. Este reconhecimento prende-se também com as excelentes avaliações por parte dos utilizadores.

A comemorar um ano desde que abriu portas ao público, o The Lodge Hotel com vista privilegiada para o rio Douro, conta com 119 quartos, incluindo 5 suites e 2 signature suites. Com um design de luxo contemporâneo, o hotel destaca-se pela forte aposta na gastronomia com raiz tradicional e nos vinhos. O restaurante “Dona Maria”, cujo nome é inspirado no famoso manual de cozinha da Infanta Dona Maria, é chefiado pelo chef João Vieira e é uma autêntica viagem de sabores pela cozinha tradicional portuguesa.

A vista é sem dúvida um dos principais atributos do The Lodge, assim como a proximidade à cidade do Porto, encontrando-se a 15, 20 minutos, a pé ou de bicicleta e ainda a alguns metros das caves de vinho do Porto, em pleno cais de Gaia.

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GLOVO instala-se no nº50 da Alexandre Herculano

A tecnológica espanhola vai ocupar o piso 4 – que compreende um total de mil metros quadrados – de um edifício situado numa das zonas mais prestigiadas da cidade de Lisboa, rodeada de restaurantes, hotéis e comércio

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A tecnológica espanhola Glovo escolheu o Edifício Alexandre Herculano 50, em Lisboa, para o seu novo escritório. Esta operação acontece com o apoio da CBRE, que representou o proprietário do imóvel, o Fundo Imotur, gerido pela Interfundos – Sociedade Gestora de Organismo de Investimento Colectivo, S.A.

A empresa vai ocupar o piso 4 – que compreende um total de mil metros quadrados – de um edifício situado numa das zonas mais prestigiadas da cidade de Lisboa, rodeada de restaurantes, hotéis e comércio.

“O Edifício Alexandre Herculano é a aposta ideal para a Glovo estabelecer o seu espaço de trabalho. A localização escolhida reforça a aposta das empresas por locais centrais e com uma vasta oferta de serviços e transportes, que dêem resposta às actuais exigências dos colaboradores. É mais uma prova de que as empresas estrangeiras continuam a querer manter o seu negócio no nosso país e a estabelecerem-se em zonas-chave, que lhes permitam melhorar as suas condições de trabalho”, afirma André Almada, senior director offices advisory & transaction da CBRE Portugal.

“A equipa da Glovo em Portugal mais do que duplicou no último ano e, para tal, procurámos um espaço permanente, que reflicta por um lado os valores Glovo e, por outro, consiga acolher os nossos mais de 100 colaboradores. Estamos muito entusiasmados com esta mudança, que está prevista para o último trimestre deste ano”, acrescenta Joaquín Vazquez, general manager da Glovo em Portugal

O Edifício Alexandre Herculano 50 conta com uma área de 11 mil metros quadrados repartidos por 13 pisos. Os pisos 8, 9 e 10 têm ainda terraços com vistas para a cidade de Lisboa e para o rio Tejo.

A Glovo está em Portugal desde outubro de 2017 e foi uma das primeiras empresas de entregas a estabelecer-se no país. Presente em mais de 90 cidades a nível nacional, é a única app no mercado português que apresenta uma proposta multicategoria e conta, como parceiros, com algumas das maiores marcas a operar em Portugal, as quais incluem Worten, note!, Wells, Continente, Minipreço, Auchan, Aldi, entre muitos outros.

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Praça do Rossio tem duas novas lojas disponíveis

Integrados no Rossio 93, os espaços têm mais de 200 m2 cada e estão a ser comercializados pela JLL nesta localização emblemática da Baixa de Lisboa

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A equipa de Retail Leasing da JLL foi seleccionada para encontrar os futuros ocupantes das duas lojas que acabam de ficar disponíveis na praça do Rossio, ponto nevrálgico e emblemático da Baixa de Lisboa.

“Em Lisboa, temos assistido a uma procura crescente por parte de várias marcas em zonas prime. Estes espaços no Rossio são uma oportunidade única pois encontram-se num ponto de forte interesse turístico, num local de grande fluxo de residentes e de pessoas que trabalham em Lisboa”, sublinha Mariana Rosa, head of leasing markets advisory da JLL.

Os espaços integram-se no Rossio 91-93, um edifício residencial e comercial localizado nesta praça, oficialmente designada de Praça D.Pedro IV. Estendendo-se por 227 m², uma das lojas tem a sua área distribuída em partes iguais pelos pisos 0 e 1, ao passo que na outra loja, de maior dimensão, os seus 275 m² distribuem-se por três pisos, com 119 m² no piso térreo, 98 m² no piso 1 e os restantes 58 m² no piso -1.

Disponível para ocupação imediata, estes espaços são ideais para marcas e operadores que ambicionem uma nova localização de referência e de grande visibilidade na Baixa lisboeta, um dos eixos comerciais mais movimentados e dinâmicos para o comércio de rua em Portugal. Popularmente conhecida como Rossio, esta praça é uma das zonas com maior afluência da capital portuguesa, e nela tanto se encontra comércio tradicional e marcas internacionais, como restaurantes e âncoras de lazer e cultura, com destaque para o emblemático Teatro Nacional D. Maria II. De fácil acesso, beneficia de uma boa rede de transportes públicos, com metro, comboio e autocarros, destacando-se a proximidade à icónica Estação do Rossio, além da existência de vários parques de estacionamento na envolvente.

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Solyd lança Jardins Altear

Este é o 8º lançamento do projecto residencial da Solyd na Alta de Lisboa. O novo empreendimento é constituído por 2 edifícios e arranca agora a comercialização do primeiro, o JARDINS ALTEAR I

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A promotora imobiliária SOLYD Property Developers acaba de apresentar o seu mais recente projecto residencial na Alta de Lisboa. O Jardins Altear é o oitavo lançamento do projecto residencial da Solyd na Alta de Lisboa.
A comercialização do primeiro de dois edifícios do empreendimento, o Jardins Altear I, já arrancou, oferecendo ao mercado mais 58 novos apartamentos de tipologias T2 a T4 e 4 espaços comerciais. Os modernos apartamentos contam com áreas amplas, agradáveis varandas, excelentes acabamentos e características técnicas que cumprem critérios ambientais rigorosos, reforçando a aposta na promoção de um estilo de vida equilibrado e sustentável no “novo centro” de Lisboa.

Assim como os outros empreendimentos Altear, o projecto oferece materiais de elevada qualidade, criteriosamente seleccionados, como por exemplo pavimento de alta durabilidade – resistente à água e antialérgico, ar condicionado com alta eficiência energética e roupeiros embutidos com espaço para a organização e a arrumação. As cozinhas são totalmente equipadas com electrodomésticos de topo e móveis de grande capacidade e as casas de banho incluem louças e torneiras de marcas de referência.

O empreendimento foi pensado com foco na eficiência e possui uma estrutura antissísmica de betão armado, acompanhada de um elevado conforto térmico e acústico, fruto do excelente nível de isolamento em fachadas, cobertura e áreas comuns e da caixilharia e vidros com características técnicas com os mais altos padrões de qualidade. Os sistemas de arrefecimento e aquecimento de elevado rendimento, de aquecimento de águas com apoio de painéis solares e de ventilação individualizada, contribuem igualmente para a certificação energética A de todos os apartamentos. É possível ainda usufruir de estacionamento privativo (com pré-instalação para veículos eléctricos), incluindo para pessoas de mobilidade reduzida e bicicletas.

O Jardins Altear está localizado entre o Parque Oeste e o Parque da Quinta das Conchas e oferece bons acessos e transportes, proximidade a diversos serviços, comércio e lazer, junto de infraestruturas e espaços verdes que promovem o exercício e o bem-estar.

“O Jardins Altear vem trazer mais uma oferta distintiva à Alta de Lisboa. Perfeitamente enquadrado no projecto ALTEAR, este novo edifício proporciona todas as exigências associadas aos projectos residenciais contemporâneos. Aqui, oferecemos também um estilo de vida que se foca no equilíbrio e no respeito pelo ambiente, directrizes cada vez mais solicitadas pelo mercado e pelo cliente”, refere a Administração da SOLYD Property Developers.

O preço dos apartamentos inicia-se nos 369.000 euros (T2).

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