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Portugal Sotheby’s Realty lança ‘atelier’ online sobre decoração de interiores

Workshop online, em parceria com o El Corte Inglés, “Decoração de Interiores: Como valorizar a sua casa” decorrerá no dia 30 de Abril

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Workshop online, em parceria com o El Corte Inglés, “Decoração de Interiores: Como valorizar a sua casa” decorrerá no dia 30 de Abril

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A marca de imobiliário residencial de luxo, Portugal Sotheby’s Realty, lançou um conjunto de workshop online relacionados com o mercado imobiliário e direccionados para os clientes. O primeiro atelier terá a decoração de interiores como tema e será feito em parceria com o El Corte Inglés.

O atelier “Decoração de interiores: Como valorizar a sua casa” decorrerá de forma online no próximo dia 30 de Abril entre as 11h e as 12h, é aberto a todos os clientes interessados nos temas de maior relevo do mercado imobiliário e pretende ajudar a transformar qualquer divisão de um imóvel num lugar único e especial.

O workshop será leccionado por Ricardo Anton, retail business manager do El Corte Inglés, licenciado em arquitectura e com 29 anos de experiência na área de gestão de projectos, obras e remodelação de interiores.

Segundo a empresa, o objectivo destes ateliers passa por “associar duas marcas de relevância a um determinado tema relacionado com o mercado imobiliário”.

Nos próximos meses, serão anunciados outros ateliers online com outros parceiros, dedicados a temas como Plantas em casa, Tendências de Arquitectura, Materiais de Construção, entre outros.

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Investimento em imobiliário de rendimento ascende a 700 M€ nos primeiros seis meses do ano

O investimento em imobiliário de rendimento alcançou os 325 milhões de euros no segundo trimestre do ano em Portugal, o que perfaz um total de 700 milhões de euros no primeiro semestre, de acordo com a consultora imobiliária CBRE

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Nos primeiros seis meses do ano, a dinâmica nos sectores logístico e de hotelaria registou uma evolução positiva, com um investimento de 230 e 180 milhões de euros respectivamente. Os escritórios mantêm a atractividade e confiança dos investidores, o que se reflectiu nos 190 milhões de euros aplicados no sector.

“Há três meses, as expectativas apontavam para um trimestre com um volume de transacções superior ao que se realizou. No entanto, a complexidade de alguns dos negócios em curso, fez com que o fecho dos mesmos derrapasse para o terceiro trimestre. Só no mês de Julho, a CBRE prevê concluir a venda de três portefólios (de escritórios, logística e residências de estudantes), os quais no seu conjunto representam 500 milhões de euros”, afirma Cristina Arouca, directora de research e data intelligence da CBRE Portugal.

Apesar da grande incerteza que paira sobre a economia global e sobre a amplitude e velocidade do aumento das taxas de juro, existe ainda uma elevada liquidez nos fundos de investimento para alocar ao mercado imobiliário, o que sustenta as projecções da CBRE de elevado investimento até o final do ano.

“O contexto de incerteza que vivemos poderá também reflectir-se numa maior percepção de risco por parte dos compradores e num desfasamento de expectativas de preço entre compradores e vendedores. Na realidade, apesar de não prevermos uma subida, no curto prazo, das taxas de rentabilidade (yields), já alterámos a nossa percepção face ao início do ano, quando esperávamos uma compressão de yield em diversos sectores”, explica. Nuno Nunes, head of capital markets da CBRE Portugal.

Só na primeira metade do ano, a ocupação em escritórios já excedeu o indicador de 162 mil metros quadrados correspondente à área colocada nos 12 meses de 2021. Paralelamente, no sector logístico, uma significativa escassez de espaços para arrendamento está a pressionar a subida das rendas em todo o país.

Por outro lado, uma acelerada retoma do turismo, em particular de lazer, está também a contribuir para uma recuperação mais rápida do que a esperada no sector de alojamento turístico. Inclusive, em algumas localizações, já se verificaram indicadores superiores aos observados em 2019, como as dormidas em alojamentos turísticos no Porto e o RevPAR (receita média por quarto disponível) no Algarve.

A CBRE mantém as previsões apontadas no início do ano e continua a prever um volume total de transacções superior a 3 mil milhões de euros em 2022, o que reposiciona o mercado de investimento em imobiliário de rendimento no patamar em que se encontrava antes da pandemia.

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Edifícios sustentáveis: Rumo a 2050

“Rumo a 2050: O Papel dos Edifícios na Sustentabilidade do Planeta”, promovida pela Associação Portuguesa de Facility Management (APFM). Um encontro que se centrou na forma como as Organizações gerem os seus espaços tem o seu impacto no bem-estar, na produtividade, na sustentabilidade e no risco

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A Savills marcou presença na conferência “Rumo a 2050: O papel dos edifícios na sustentabilidade do planeta”, promovida pela Associação Portuguesa de Facility Management (APFM). Um encontro que se centrou na forma como as Organizações gerem os seus espaços tem o seu impacto no bem-estar, na produtividade, na sustentabilidade e no risco. Nuno Fideles, BREEAM AP & Sustainability Consultant da Savills Portugal abordou a temática “Qual a tendência da oferta de edifícios sustentáveis em Portugal (Lisboa+Porto)”.

Actualmente, as empresas enfrentam desafios na gestão de riscos e compliance, com possíveis impactos negativos em termos económicos, sociais e reputacionais. A adaptação de estratégias, princípios e políticas de ESG vão exercer um peso muito significativo e importante nos edifícios. “A Savills através de uma equipa a multidisciplinar altamente especializada em serviços de consultoria acompanha todos os clientes na investigação e desenho de soluções de melhoria dos seus edifícios”, frisou o Sustainability Consultant da Savills Portugal.

Os edifícios passaram a ser claramente a ser o nosso habitat. “Nós passamos 90% do nosso tempo em edifícios (…), portanto, cabe-nos olhar não só em termos de eficiência energética os edifícios e melhoraria do se impacto na descarbonização, mas também reflectirmos sobre as experiências que estamos ou não a proporcionar aos habitantes dos edifícios”, explicou Nuno Fideles.

A descarbonização e a questão energética, são dois temas urgentes que estão em cima da mesa e que já estão nas agendas das empresas. Até 2050 existe uma meta que tem que ser cumprida. Que ferramentas temos no mercado que nos podem ajudar a ir ao encontro do cumprimento das metas estabelecidas? questionou, esclarecendo que “existem sistemas tecnológicos que avaliam o estado dos edifícios e os preparam na fase de construção nova ou reabilitação, permitindo medir parâmetros estabelecidos para a obtenção de certificados reconhecidos, tornando-.se assim possível balizar os edifícios num benchmarking internacional”.

A equipa de Arquitectura e Sustentabilidade da Savills Portugal está em franco e forte crescimento, traduzido numa sólida aposta em acções de formação e contratações, de modo a reforçar a sua capacidade de oferecer aos clientes todas as respostas necessárias na área da Sustentabilidade & ESG a nível nacional e internacional.

A Savills Portugal tem vindo a desenvolver um percurso na sustentabilidade, tendo reforçado a sua equipa com dois arquitectos acreditados em BREEAM AP e WELL AP. No ano de 2021, tornou-se igualmente membro da BCSD Portugal – Empresas para a Sustentabilidade. A garantia de sustentabilidade e eficiência energética assumem-se como principais objectivos nos projectos Savills, com o mais recente projecto MB4 OFFICE a integrar soluções de sustentabilidade e monotorização com base em critérios BREEAM e WELL.

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Estudo: Portugal é o segundo país mais atractivo para nearshoring na indústria

Segundo o estudo da Savills, “a pandemia, as tensões geopolíticas e a crescente importância da sustentabilidade para os consumidores estão a mudar a forma como a sociedade pensa sobre a globalização e as cadeias de abastecimento”

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Portugal pode vir a afirmar-se como uma das principais alternativas para a deslocalização de indústrias. Segundo o «Impacts», o estudo da Savills que analisa as grandes tendências no imobiliário à escala global, Portugal é o segundo país mais atractivo para instalar indústrias numa lógica de nearshoring, apenas atrás da República Checa e à frente de economias como Áustria, Taiwan, Reino Unido, Japão, Canadá, Finlândia, Polónia ou Suécia.

Segundo o estudo da Savills, “a pandemia, as tensões geopolíticas e a crescente importância da sustentabilidade para os consumidores estão a mudar a forma como a sociedade pensa sobre a globalização e as cadeias de abastecimento que foram previamente organizadas para minimizar custos”.

Os investidores nos mercados financeiros procuram cada vez mais empresas com bons critérios de Sustentabilidade, o que está a pressionar os fabricantes para melhorar seu desempenho ESG e forçá-los a reconsiderar as cadeias de abastecimento. Uma das consequências é aumentar a produção para locais mais próximos dos locais de consumo, o nearshoring, em detrimento do modelo seguido nos últimos anos de produção offshoring, onde os custos de mão de obra são mais baixos mas onde os critérios ESG são ainda muito baixos.

A Covid-19 demonstrou que uma cadeia de abastecimento complexa e dispersa pode ser interrompida, enquanto a invasão russa da Ucrânia pode, nas palavras do FMI, “alterar fundamentalmente a ordem económica e geopolítica” a longo prazo.

A reconexão com as cadeias de abastecimento nacionais e regionais parece agora mais importante do que nunca. Segundo Pedro Figueiras, Associate Director de Industrial e Logística da Savills, “Portugal tem feito um caminho muito relevante nas diferentes vertentes ESG, o que a par com outros parâmetros levam a sermos neste momento uma das melhores alternativas para deslocalizar investimentos na indústria”.

“O segmento de logística já estava a assistir a um forte crescimento de investimento. Também na área da indústria há um interesse cada vez maior, tendência que esperamos que se mantenha, o que serão excelentes notícias para o nosso país”, reforça.

Pressão política e sustentabilidade

A política é outro factor que está a moldar as decisões de localização das empresas, especialmente as que estão afectas ao sector de tecnologia. As políticas comerciais da China têm sido alvo de grandes pressões políticas sendo que, na revisão de Outubro de 2021 da política comercial da China pela OMC, os países membros levantaram mais de 2.500 objecções às práticas comerciais desleais no país, aumentando 16% em relação à revisão de 2018. Os governos estão cada vez mais dispostos a utilizar a política industrial para incentivar a produção nacional.

Por outro lado, os consumidores e as empresas, nas economias desenvolvidas estão mais focados em questões ambientais, sociais e de ESG. A deslocalização prejudicou o ambiente: em grande parte, transferiu a produção para economias com padrões ambientais mais fracos, menor eficiência energética e maior consumo de combustíveis fósseis.

Os fabricantes estão sob pressão para melhorar o seu desempenho no âmbito da ESG, o que os obrigará a reconsiderar cadeias de abastecimento globalizadas. Uma pesquisa da PWC realizada em setembro de 2021 descobriu que cerca de 80% dos investidores consideravam as políticas ESG importantes na tomada de decisão de investimento e 50% estavam dispostos a mudar de empresa caso esta não tomasse medidas suficientes neste sentido.

A alteração para um modelo de nearshoring levaria a uma alteração significativa no que respeita aos mercados mais atraentes. As aproximações favorecem economias estáveis, enquanto que os países de baixa renda com políticas de protecção ambiental e de RH pobres, perdem terreno.

No entanto, uma reorganização das cadeias de abastecimento globais para se reconectarem com o consumidor e aumentar a resiliência terá um custo. Simulações da OCDE sugerem que o PIB global cairia 5% num cenário localizado, onde os mercados estariam menos conectados através de cadeias de abastecimento globais. Uma estratégia de nearshoring aumentará a despesa contínua, devido ao custo mais elevado do trabalho em mercados desenvolvidos e da manutenção do inventário nesses mesmos mercados.

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CBRE reforça área de apoio à Promoção Imobiliária

Miguel Alvim, arquitecto de formação, está inserido na equipa de Capital Markets desde 2015 e assume agora a função Head of Development Properties

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A CBRE reforçou a área de Development Properties, que passa a ser liderada por Miguel Alvim. Este departamento está inserido na área de Capital Markets transacionando imóveis que se destinam a promoção ou reabilitação imobiliária.

Miguel Alvim é formado em Arquitectura e em Gestão e integra a equipa de Capital Markets da CBRE desde 2015, onde tem participado em algumas das maiores transações em Portugal, nomeadamente Portfolio Vasco da Gama (escritórios e residencial para reabilitação), Portfolio Connect (logística) ou Portfolio Invictus (escritórios e residencial para reabilitação, no Porto. Iniciou o seu percurso no atelier na RRJ Arquitectos, tendo fundado posteriormente a Alvim Arquitectos, o que lhe permite aportar um know-how diferenciador numa primeira fase de qualquer produto imobiliário.

“A formação e a experiência do Miguel Alvim são uma mais-valia para a nossa área de Development Properties do ponto de vista do aconselhamento na tomada de decisão a proprietários e investidores. Poder utilizar estas competências in house permite-nos um elevado grau de diferenciação no serviço que prestamos ao cliente. Aliada a esta valência, o Miguel tem mais de sete anos de contacto intenso com investidores nacionais e internacionais o que lhe permite rapidamente identificar potenciais compradores para os mais diversos produtos”, explica Nuno Nunes, head of Capital Markets da CBRE.

“É com grande orgulho que assumo a liderança da área de Development Properties na CBRE. Esta área não só é a cara da CBRE no início do ciclo imobiliário como é a génese de qualquer negócio neste sector, no qual procuramos realizar o potencial máximo de cada activo. O meu objectivo passa por maximizar resultados para os nossos clientes, sejam eles particulares, family offices ou institucionais, tanto nos processos de venda ou aquisição, mas também, e em simultâneo, promover cidades sustentáveis, eficientes e acessíveis, orientadas para as pessoas”, afirma Miguel Alvim, Head of Development Properties.

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Maio sustenta recuperação do alojamento local: ocupação de 73% em Lisboa e 56% no Porto

O mês de Maio deu continuidade à recuperação do Alojamento Local (AL) observada na Páscoa, atingindo-se uma taxa de ocupação média de 73% em Lisboa e de 56% no Porto

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Lisboa mantém, assim, a ocupação em níveis máximos, os quais tinham sido atingidos quer no mês anterior quer em Maio de 2019. No caso do Porto, a ocupação média de Maio supera a registada em Abril (54%), mas fica ainda abaixo da observada em Maio de 2019 (66%). Os dados são divulgados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do SIR-Alojamento Local.

Em termos de RevPAR, Lisboa fixou em Maio um novo máximo para este indicador, que atingiu os €71, mais €2 do que no mês anterior e mais €13 do que em Maio de 2019. No Porto, o RevPAR médio em Maio foi de €47, €3 acima quer do mês anterior quer do mesmo mês de 2019, ambos com um RevPAR de €44.

No que respeita o volume de negócios, em Lisboa registaram-se 54.400 noites de AL vendidas em Maio, num volume de negócios de €5,75 milhões. No Porto, no mês em análise foram vendidas 33.750 noites com um volume de facturação de €3,0 milhões. Em qualquer dos mercados, estes níveis ficam pouco abaixo dos observados em Abril, mas permanecem bastante distantes do padrão de Maio de 2019. Há dois anos, o AL em Lisboa vendia em torno das 115.000 noites, facturando €9,4 milhões, enquanto o Porto vendia 70.000 noites para um volume de negócios de €4,8 milhões.
Em termos de diária média, Lisboa atingiu os 105€ e o Porto os 89€ em Maio. Em ambos os casos trata-se do valor mais elevado da série SIR-Alojamento Local, a qual remonta ao início de 2019, superando em mais de €20 as diárias médias praticadas há dois anos.

No que se refere à oferta, Lisboa contabilizava em Maio um total de 2.400 fogos T0/T1 activos no AL e o Porto outros 1.950 fogos. Nas duas cidades, o volume de fogos activos neste tipo de alojamento decresceu face ao mês anterior. Em Lisboa esse decréscimo é de 250 fogos e no Porto é de 430 fogos. Comparativamente a igual mês de 2019, a compressão da oferta é ainda mais expressiva, com Lisboa a contabilizar menos 2.650 fogos em actividade actualmente e o Porto menos 1.470.

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B. Prime coloca Garland no centro do País

Desta forma, a empresa de soluções globais integradas de logística e transporte, soma mais 16 mil m2 de área ao stock de armazéns onde opera

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A B. Prime acompanhou a Garland, uma empresa de soluções globais integradas de logística e transporte, na procura de um novo armazém que acolhesse o seu plano de expansão no centro de Portugal.

Com mais de 100 mil m2 de área de armazém, em Portugal, a Garland disponibiliza um conjunto de serviços logísticos que permite gerir toda a cadeia de abastecimento dos seus clientes em regime de outsourcing. Em franca expansão, a Garland soma desta forma mais 16 mil m2 de área ao stock de armazéns onde opera e que se encontram em vários locais de Portugal, desde Cascais, onde tem a sua sede, até Aveiro, Vila Nova de Gaia e Maia.

“Foi com grande empenho e satisfação que uma vez mais acompanhámos, com sucesso, a Garland na identificação de um espaço de armazém logístico/crossdocking, com o intuito de poderem fazer face a um crescimento repentino nas suas operações”, segundo Luís Reis, responsável pelo departamento de logística da B. Prime.

No decorrer de 2022, a consultora regista um acréscimo de 85% de aumento de colocações, face ao mesmo período do ano passado.

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Sociedade britânica vende “Clube VII”

Um grupo de investidores portugueses, assessorado pela Antas da Cunha ECIJA adquiriu o “Clube VII. O helth club localizado em pleno Parque Eduardo VII, era detido pela sociedade britânica Pacific Investments Management Limited

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Um grupo de investidores portugueses, assessorado pela Antas da Cunha ECIJA adquiriu o “Clube VII”. O helth club localizado em pleno Parque Eduardo VII, em Lisboa, era detido pela sociedade britânica Pacific Investments Management Limited. A equipa multidisciplinar que acompanhou esta transacção foi liderada pelo sócio Henrique Moser e contou, entre outros, com a colaboração das advogadas Carolina Meireles e Mariana Carvalho.

A transacção envolveu a compra das participações sociais representativas do capital social das sociedades que integram o “Clube VII” e implicou a intervenção da sociedade de advogados no planeamento geral da transacção, na realização de uma Due Diligence Legal às sociedades que integram o Grupo “Clube VII” e na preparação, revisão e negociação de toda a documentação necessária, em particular, do contrato de compra e venda das participações sociais.

O “Clube VII” é composto por inúmeros campos de ténis e de paddle, piscina de 25m e ginásio, entre outros espaços de lazer.

A Pacific Investments Management Limited foi assessorada neste negócio pela Pinto Ribeiro Advogados. O montante da aquisição não foi divulgado.

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Área de promoção imobiliária da Mota-Engil com nova imagem

Emerge – Mota-Engil Real Estate Developers estima colocar no mercado, nos próximos cinco anos, investimentos superiores a 400 milhões de euros

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A empresa de promoção imobiliária do Grupo Mota-Engil apresenta uma imagem renovada e tem como estratégia ser “uma referência no mercado imobiliário”. A “nova” Emerge – Mota-Engil Real Estate Developers conta com uma carteira de activos próprios com áreas brutas de construção acima de 500 mil m2 e estima colocar produtos para venda em mercado, nos próximos cinco anos, de investimentos superiores a 400 milhões de euros.

Segundo a empresa, a imagem renovada visa a aposta no desenvolvimento de “um projecto global de valorização dos activos, fazendo emergir novas estratégias e paradigmas que permitem desenvolver e concretizar soluções imobiliárias inovadoras, sustentáveis, atractivas e agregadoras de valor para todos os stakeholders: colaboradores, parceiros e clientes”.

Alicerçados em décadas de experiência do Grupo Mota-Engil, a aposta da Emerge “é reinventarmo-nos e reinventar o setor imobiliário, transformando os espaços e a forma como são pensados e vividos nas suas múltiplas utilizações”, refere Vítor Pinho, CEO da Emerge.

Destaca: “Com uma equipa sólida, respeitamos a herança do passado e renovamos os nossos princípios para respondermos de forma eficiente aos novos desafios, transformando o presente em cada projeto, concebendo e concretizando soluções inovadoras, preparadas para o futuro e    reinventando os espaços e a forma como são pensados e vividos nas suas múltiplas utilizações.

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Quinta da Fonte Business Ecosystem aposta na certificação BREEAM IN-USE

O projecto de certificação visa um total de 15 edifícios do parque de escritórios e deverá estar concluído em 12 meses

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Esta ferramenta, utilizada por 80% do mercado europeu e com mais de 2.2 milhões de edifícios em processo de certificação, fornece informações que permitem aos investidores, proprietários, gestores e ocupantes, determinar e impulsionar melhorias sustentáveis no desempenho operacional dos seus activos.

Num workshop promovido pela Acacia Point juntamente com a Savills, consultora que está a assessorar o projecto de certificação, e em parceria com o BRE Group, foi apresentada e explicada a Certificação BREEAM IN-USE aos vários Stakeholders intervenientes na QDF (Inquilinos, Equipas de manutenção, arquitectos; etc.), explicando o racional deste investimento, os objetivos da obtenção desta certificação nos próximos 12 meses e também que benefícios directos gera.

As políticas de ESG estão hoje no topo da agenda pelo que se torna premente perceber qual o custo operacional dos edifícios através da análise da sua performance. A ferramenta BREEAM IN-USE do BRE Group, permite uma redução média de CO2 na ordem dos 22%, sendo esta adaptável a vários tipos de espaços desde edifícios de escritórios aos industriais, passando pelo retalho, turismo e residencial.

“A nossa consciencialização sobre a sustentabilidade mudou. Sustentabilidade não é apenas sobre carbono. Por isso é importante mudar a forma como vivemos e é necessário que tais alterações sejam acessíveis a todas as pessoas”, afirma Youcef Maharzi, European Business Manager, BRE Group.

A Quinta da Fonte, celebra 30 anos em 2022, e é sede de empresas internacionais nas áreas de tecnologia, farmacêutica, engenharia e serviços financeiros. A sua ambição é a de ser reconhecida como um dos parques de escritórios mais sustentável de Lisboa e tem como objectivo proporcionar maior conforto aos seus utilizadores através de criação de áreas exteriores, espaços verdes, comodidades, infraestruturas de mobilidade eléctrica, entre outros. “Com mais de 35.000 m2 de espaços verdes, uma nova galeria comercial, parafarmácia, frutaria, centros de estética e restaurantes, temos uma renovada infraestrutura na Quinta da Fonte onde o desafio é criar uma comunidade inclusiva e sustentável”, sublinha Luís Rocha Antunes, Managing Director Acacia Point Capital Advisors- Portugal.
Por sua vez, de acordo com André Inocêncio, Head of Property Management, Acacia Point – Portugal, o objectivo passa por “reduzir, dentro de 24 meses, o consumo de água em cerca de 50%, assim como diminuir e otimizar o consumo de energia através da instalação de painéis fotovoltaicos e de green energy”.

Durante o processo de certificação serão analisados cerca de 900 parâmetros dos diversos edifícios em revisão que estarão sujeitos a reavaliações a cada 3 anos. “Os critérios do BRE Group são rigorosos e precisos e, só desta forma, será possível alcançar o nível de “Excellent” do BREEAM IN-USE em 2023”, refere Nuno Fideles, Associate Architect BREEAM AP & Sustainability Consultant da Savills Portugal.

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JLL vende Vip Inn Miramonte ao Delsk Group Portugal

Situado na vila de Colares, em Sintra, este hotel de 3 estrelas com 92 quartos “é um activo ideal para reposicionamento na região”

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A equipa de Hotel Advisory da consultora imobiliária JLL acaba de concluir uma nova operação de investimento em activos hoteleiros no nosso país, com a venda do Vip Inn Miramonte ao Delsk Group Portugal. Este hotel, com uma área de total de 4.610 m2, localiza-se numa das regiões mais interessantes de Sintra, pela proximidade às praias da região e ao Parque Natural de Sintra. A menos de dois quilómetros da Praia Grande ou da Praia das Maçãs, este activo apresenta-se como uma excelente oportunidade para reposicionamento. O valor desta operação não foi revelado.

Localizado a menos de 4 km das vinhas e da vila de Colares, trata-se de um hotel com 92 quartos, com espaço exterior e piscina, bar e restaurante, este último especializado em cozinha internacional e pratos regionais.

“Esta foi uma transacção que, pelas suas características, foi direccionada para um leque muito específico de investidores. A proximidade à cidade de Lisboa, o facto de ser localizado em Sintra e a curta distância à praia foram os fundamentais desta transação. O upside possível para o activo, foi sem dúvida o que mais foi atraindo os diferentes investidores, comentou Karina Simões, head of Hotel Advisory da JLL.

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