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NewCold adquire antigas instalações da GCT e expande para Portugal

O activo tem com cerca de 42 800 m2 de construção é composto por duas naves logísticas, área de escritório, um restaurante e um terreno com mais 40 mil m2 para futuro desenvolvimento. A entrada em Portugal ocorre num momento da expansão da actividade da NewCold, não só na Europa, mas também nos Estados Unidos da América e Austrália

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NewCold adquire antigas instalações da GCT e expande para Portugal

O activo tem com cerca de 42 800 m2 de construção é composto por duas naves logísticas, área de escritório, um restaurante e um terreno com mais 40 mil m2 para futuro desenvolvimento. A entrada em Portugal ocorre num momento da expansão da actividade da NewCold, não só na Europa, mas também nos Estados Unidos da América e Austrália

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As antigas instalações da GCT Logística, Grupo GCT, localizado em Palmela foi adquirido pelos holandeses da NewCold, empresa especializada na gestão de soluções de logística de frio.

O activo tem com cerca de 42 800 m2 de construção é composto por duas naves logísticas, área de escritório, um restaurante e um terreno com mais 40 mil m2 para futuro desenvolvimento. Sendo servido por excelentes acessibilidades, localizando-se muito próximo da autoestrada A2, encontrava-se no mercado há já alguns anos.

“Esta transacção reflecte o dinamismo do mercado logístico na Grande Lisboa e reforça a posição do grupo NewCold, empresa de referência no sector da logística de frio, em particular na margem sul, Palmela. Concluímos que as empresas continuam a optar por localizações com boas acessibilidades e exposição. A zona de Palmela, desde a criação da Autoeuropa tem tido uma forte aposta por parte de grandes investidores de outros sectores, que escolhem este ponto como um local estratégico para o seu investimento”, refere Sérgio Nunes, responsável do departamento de industrial, logística e terrenos da Cushman & Wakefield,

A especialista holandesa em logística de frio detém uma rede global de 11 plataformas, espalhados pelo globo, oferecendo perto de um milhão de posições de paletes. A entrada em Portugal ocorre num momento da expansão da actividade da NewCold, não só na Europa, mas também nos Estados Unidos da América e Austrália.

A operação de aquisição do activo industrial foi mediada pela Cushman & Wakefield que assessorou a Caixa Geral de Depósitos na venda da propriedade.

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Habita reforça estrutura organizacional

A empresa do Grupo Himo, acaba de anunciar o reforço da sua estrutura organizacional. João Pedro Vaqueiro assume a direcção geral da Habita e André Tengarrinha, board member do Grupo Himo, que agora cria e lidera a direcção de Negócio da empresa

(na imagem: João Pedro Vaqueiro e André Tengarrinha)

A Habita, empresa do Grupo Himo, acaba de anunciar o reforço da sua estrutura organizacional com a entrada em funções de João Pedro Vaqueiro como novo director geral, função anteriormente exercida por Rita Apolinário, que abraçou um novo projecto na Câmara de Lisboa, e André Tengarrinha, board member do Grupo Himo, que agora cria e lidera a direcção de Negócio, da Habita.

João Pedro Vaqueiro assume a direcção geral da Habita a convite da Administração do Grupo Himo, com o objectivo de reforçar o posicionamento da empresa enquanto player que contribui para a profissionalização do sector imobiliário, onde o talento, os serviços especializados e a relação de proximidade, marcam a diferença.

Com Licenciatura em Administração de Marketing pelo IPAM, um MBA pelo ISEG e um Programa de Direcção de Empresas pela AESE, João Pedro Vaqueiro tem um percurso profissional maioritariamente ligado à área do Marketing e Vendas. Iniciou a sua carreira na Unicre, e passou por marcas como Intermarché, The Phone House, Tintas Robbialac e Grupo Brisa.

Com formação em economia e uma experiência acumulada nas áreas comerciais, nomeadamente na Banca e no sector imobiliário, nas áreas de promoção, gestão de activos e mediação, André Tengarrinha assume a direcção de negócio, tendo como missão acelerar e fazer crescer a relevância comercial da Habita, através de uma estratégia pautada pela capacitação da força comercial, bem como de um portefólio de serviços robusto e especializado.

A reformulação organizacional incorpora a visão de uma transformação corporativa com recurso à digitalização e às novas metodologias de trabalho, capacitando a força comercial das melhores ferramentas, permitindo aos seus consultores um serviço cada vez mais assertivo, completo e diferenciado.

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“Este ano prevemos chegar aos 150 milhões de euros em volume de negócios”

A Home Tailors Real Estate fechou 2021 com um volume de vendas de 78 milhões de euros, o que se traduziu no “melhor ano de sempre” da marca. Mas, com um plano de expansão, que visa chegar às 30 lojas até 2023, a expectativa é que este montante duplique

Ao CONSTRUIR, David Carapinha, CEO e founder da Home Tailors Real Estate explica-nos de que forma a marca pretende colocar em prática o seu plano de expansão e quais as zonas prioritárias, cujo investimento é de 4,5 milhões de euros. Direccionados para o cliente do segmento médio / alto, assim como para o cliente estrangeiro, o responsável da marca sentiu que com a pandemia houve uma necessidade de se adaptarem aos mercados e à procura mais fora dos centros urbanos

A Home Tailors teve início há cerca de cinco anos e tem cinco lojas. São todas em sistema de franchising?
Neste momento temos duas agências próprias, as de Lisboa, Areeiro e Telheiras, e as restantes são em regime de franchising. Neste momento já chegamos as seis lojas. Abrimos recentemente a agência de Braga. As outras lojas que temos estão localizadas em Sesimbra, que foi a nossa porta de entrada para o distrito de Setúbal. Uma loja junto à praia que tem trabalhado muito o mercado internacional, um mercado bastante sazonal e que tem sido uma descoberta daquele que é o mercado da Margem Sul. Depois estamos em Mafra e na Ericeira.

São localizações muito distintas. Quando fala que têm como objectivo chegar às 30 lojas quais as principais cidades onde pretende instalar-se?
O objectivo é que a Home Tailors chegue de Norte a Sul do País e ilhas inclusive. Nesta primeira fase iremos reforçar a zona da grande Lisboa, com mais agências em Lisboa e na Margem Sul e no próximo ano contamos chegar à região Norte, depois de Braga chegar ao Porto, ao Centro e também no próximo ano chegar ao Algarve.

Até 2023?
Exactamente. O nosso plano de expansão, que já está em curso, que tem já várias unidades em análises, será para que este ano cheguemos às 15 agências e no próximo surjam novas 15 agências Home Tailors pelo País.
Dependendo da zona onde a loja se encontra, o objectivo será que cada loja se especialize num determinado mercado ou público específico?
Na verdade, há sempre uma adequação ao cliente tipo da região. O nosso target é cliente do segmento médio / alto. Ainda assim, a estratégia de comunicação em cada região é que irá ser adaptada ao tipo de cliente. Nós trabalhamos muito o cliente internacional, que representa quase metade do nosso volume de vendas, mas também trabalhamos bastante as famílias portuguesas e a classe média, daí que para nós seja importante o papel das construtoras, como das agências imobiliárias dar a conhecer Portugal no sentido de que o País não se limita apenas a Lisboa, Porto e Algarve. Nós conseguimos estar no Centro do País em muito pouco tempo e ajudar a descobrir outras regiões para estes clientes internacionais. Por outro lado, com a pandemia tivemos o outro fenómeno das famílias a querem afastarem-se dos centros urbanos. Embora estes continuem a ser o ponto de maior interesse e onde existe o maior volume de vendas, mas a procura para fora dos grandes centros urbanos também aumentou bastante, o que nos faz também adequar o nosso plano de expansão para estar próximo desses novos pontos de interesse.

É possível fazer o paralelismo do que era o mercado antes da pandemia e o que é agora? Houve uma diferença tanto em termos de mercado, como de produto disponível é isso?
O mercado adaptou-se. Nunca deixamos de trabalhar na pandemia, na verdade 2020 foi o nosso melhor ano, no qual tivemos um crescimento de 200%. Superou as expectativas muito por essa necessidade de adaptação que as famílias tiveram e que os investidores também acabaram por fazer. A ideia de que as pessoas iriam fugir todas para o campo acabou por não acontecer, mas acredito que pela primeira vez as pessoas viveram verdadeiramente as suas casas e isso fê-las perceber as necessidades que tinham de mais um quarto, uma sala maior, uma varanda ou terraço maior e por isso mesmo dentro dos centros urbanos houve esse fluxo de mudança. E após o Verão de 2020, quando todos nós percebemos que isto do Covid não ia ser algo que iria passar tão rápido como todos pensámos. Em 2021 essa diferença de procura foi muito marcante. Este fluxo de procura para casas com características diferentes levou com que os investidores tenham que fazer procuras diferentes, quem procura para reabilitar para colocar no mercado de venda ou arrendamento tem que dar resposta a esta procura. Ainda não podemos dizer que a maior procura é fora dos centros urbanos, não é verdade. Os investidores estrangeiros principalmente continuam focados nos pontos como Lisboa, Porto e algumas zonas do Algarve, mas umas das razões prende-se com a facilidade de infraestruturas, nomeadamente no que toca por exemplo aos transportes e rede viária, ou até saúde e cultura. Se estas estruturas de apoio não existirem não depois um grande investimento nessas regiões.

Mas os estrangeiros continuam a procurar mais as grandes cidades ou notam-se uma mudança neste paradigma com a pandemia e uma maior procura pelo interior do País?
Na verdade, depende do tipo de estrangeiro. Se for investidor ainda continua muito a apostar nos centros urbanos, mas surge cada vez mais o comprador estrangeiro que pensa ter o seu refúgio em Portugal e ai já começa claramente a procurar zonas como o Alentejo ou o Ribatejo, zonas até mais a Norte, próximas da fronteira com Espanha. Portanto, se for por uma questão se segurança do investimento ainda se olha para os centros urbanos de maior dimensão, quando pensamos na procura de um espaço para a reforma e para a qualidade de vida, uma segunda habitação, aí sim, o investidor estrangeiro que pensa um dia vir morar para Portugal já não está tão preocupado em estar no centro da cidade, pelo contrário.

Qual o investimento previsto para o plano de expansão da Home Tailors?
Se falarmos no plano de expansão completo estamos a falar num investimento na ordem de 4 milhões de euros, e grande parte passará pelo reforço da nossa comunicação e estruturas necessárias para que a rede se expanda. Ainda é uma rede bastante jovem, com cinco anos e a nossa estratégia de comunicação está em curso. Vamos chegar brevemente à televisão. E por outro lado, também pela formação das equipas, para que estas estejam preparadas numa maior escala de Norte a Sul do País.

Qual a perspectiva de crescimento para este ano?
2021 fechou com um volume de vendas de 78 milhões de euros e com crescimento de 21% face a 2020 e este ano vamos superar esse valor. Foi uma surpresa termos crescido tanto em 2020 e em 2021 voltar a crescer. No 1º trimestre deste ano já atingimos quase os resultados que tivemos no ano passado todo e se o mercado se mantiver como está, tudo indica que vamos duplicar esse valor este ano.
Primeiro porque teremos mais unidades em funcionamento, e por isso é uma consequência, porque a marca está a expandir-se e, portanto, o volume de clientes também aumenta e porque, este ano, se espera que seja um ano de retoma do investimento internacional, que não tendo parado, ainda assim, abrandou no seu ritmo e nas decisões e que agora começam a normalizar-se.
Obviamente, que a guerra na Ucrânia está a tornar os processos mais lentos, mas é um efeito normal perante uma situação destas, pelo menos ao nível das decisões por parte do cliente estrangeiro que está a observar com atenção o que se está a passar na Europa.

Internamente, a Home Tailors tem criado uma Academia para facultarem essa formação. Como é que se processa essa formação e o que é que a distingue?
Desde o primeiro dia da empresa apostámos sempre na formação, uma formação variada e de qualidade. Há dois anos surgiu a nossa Academia. Aliás, pouco tempo antes da pandemia surgir construímos um espaço com todas as condições e infraestruturas necessárias e quatro meses fomos para casa e tivemos que nos adaptar e em 10 dias a nossa Academia passou toda para o formato online. Nós temos formação interna e trabalhamos com muito outsourcing. este ano foi o ano em que atingimos o maior número de horas de formação – 600 horas – com uma clara aposta na área de vendas e de atendimento ao cliente, mas há depois muita formação na área legal, na imagem, no marketing, nas redes sociais, até no home staging e na área da motivação. É importante também referir que é muito trabalhado também o conceito de luxo e a forma como é vendido o imóvel.

Para quem queira abrir uma loja da Home Tailors como é que se processa e que tipo de apoio é que a marca dá?
No que diz respeito ao franchising, abrimos candidaturas em determinadas zonas e quando existe um processo de candidatura, com um business plan, com um apoio na área financeira, o candidato propõe-nos um ou dois espaços e depois existe todo o acompanhamento desde o plano de negócios até à montagem da unidade e o lançamento dessa unidade. Após a unidade estar em funcionamento, existe um acompanhamento permanente do Master e um estágio em lojas que já se encontram em funcionamento. Todos os funcionários passam por estágio pela nossa loja escola e onde, ao mesmo tempo, é iniciada a formação das equipas comerciais, com uma componente online e, numa fase inicial, também presencial.

Uma vez que trabalham muito com o cliente estrangeiro, a recente alteração do programa Golden Visa tem vos direccionado para outras zonas do País ou para outro tipo de produtos?
Existe mais procura do que oferta. muitas vezes essa é a dificuldade. E por isso é que é importante que exista realmente um estímulo para que os construtores e os promotores se instalem nestas regiões e que desenvolvam essas infraestruturas. Mas mais uma vez quem tem procurado imóveis no âmbito deste programa em regiões diferentes dos centros urbanos é na perspectiva de vir morar para Portugal, o que terá sido também a ideia do programa em si quando foi criado, para gerar riqueza e não apenas como um canal de entrada para a Europa. Acredito que este programa suscita realmente o interesse pelas regiões mais interiores para quem quer residir em Portugal, mas falta informação ainda. É certo que é uma mudança ainda muito recente e como tal não há ainda muita informação. Até porque o investidor estrangeiro não vê grande diferença quando lhe dizem que só pode investir fora dos centros urbanos e que essas áreas ficam apenas a 1h30, porque para o estrangeiro isso não é muito longe, por exemplo, para um brasileiro ou para um americano, o que falta efectivamente são infraestruturas, como os transportes, cuidados de saúde e de apoio que ajudem a fixar as pessoas.

Apesar da importância do mercado estrangeiro para a Home Tailors, o cliente nacional continua a ter um peso considerável. Sentem que o constante aumento do preço médio da habitação tem-se reflectido no vosso negócio?
A verdade é que com o aumento do preço da habitação nova, também o preço dos usados se torna mais competitivo e tende a acompanhar esta tendência. Ainda assim continua a existir uma procura muito superior à oferta e aqui é o mercado a auto regular-se e por isso os preços acabam por se balizar por cima. No caso da construção nova, a escassez de mão de obra qualificada, a falta de materiais ou os prazos de entregas muito prolongados têm sido um problema. Já em 2019, havia situações em que a construção usada atingia valores da construção nova. O comprador acabava por optar pela casa nova, com cinco anos de garantia. Actualmente, o preço aumentou porque a margem que os construtores tinham foi engolida para suprir o aumento dos custos dos materiais.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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ERA disponibiliza nova ferramenta de inteligência artificial em Portugal

A tecnologia Lead.ERA é uma ferramenta pioneira em Portugal que “promete mostrar os imóveis certos às pessoas certas com a máxima rapidez e eficácia, com o objectivo de acelerar o processo de compra e venda de casa”

A imobiliária ERA tem uma nova ferramenta de marketing digital que promete mostrar os imóveis certos às pessoas certas com a máxima rapidez e eficácia, com o objectivo de acelerar o processo de compra e venda de casa. Trata-se da tecnologia Lead.ERA e é uma ferramenta pioneira em Portugal, disponível apenas nas agências da Rede ERA.

A Tecnologia Lead.ERA permite, de forma totalmente automatizada e com recurso a inteligência artificial, criar campanhas para divulgar imóveis nas redes sociais (Facebook e Instagram) e nos websites mais consultados em Portugal através da Google Display Network, mas também criar uma landing page exclusiva para registar pedidos de informação de potenciais compradores. Cada campanha da nova ferramenta Lead.ERA tem um alcance potencial de pelo menos 20 mil pessoas qualificadas em vários canais, graças a uma segmentação altamente eficaz e em constante optimização através de machine learning.

“A tecnologia Lead.ERA será absolutamente fulcral para aumentar ainda mais a proposta de valor da ERA para os seus clientes garantindo um alcance rápido e massivo que concretizará vendas mais rapidamente e ao melhor preço. Por outro lado, enquanto rede nacional, esta presença digital terá igualmente um efeito incontornável na notoriedade da nossa marca, sobretudo por garantir uma comunicação coerente graficamente alinhada nas mais de 200 Agências ERA em todo o país. Acima de tudo, com a tecnologia Lead.ERA contribuímos ativamente para a profissionalização do setor através do desenvolvimento de uma solução tecnicamente avançada, mas de fácil gestão”,

De acordo com Mariana Coimbra, directora de Marketing da ERA Portugal, “os resultados do projecto-piloto superaram, em muito as expectativas”.

“Durante três meses, com a participação de 21 agências, distribuídas de Norte a Sul do País e inseridas em realidades distintas, conseguimos mais de 10 milhões de visualizações nos anúncios potenciados por esta tecnologia, uma média de 40 mil visualizações por imóvel e atingimos cerca de cinco milhões de pessoas com estes anúncios. Em termos muito práticos, 40% destes imóveis foram vendidos ou reservados, alguns em poucos dias”, acrescenta Mariana Coimbra.

Através de uma tecnologia de segmentação automática em constante optimização (autotargeting), a tecnologia Lead.ERA mostra as melhores imagens ao público-alvo mais qualificado para cada anúncio e para cada imóvel. Desta forma, garante-se que cada casa é vista pelo comprador certo, com o conteúdo certo e na hora certa, de forma totalmente automática. Esta ferramenta permite, ainda, que o cliente vendedor acompanhe a campanha em tempo real, através de um relatório dinâmico com os principais indicadores de performance dos vários anúncios, canais e públicos-alvo, concretizando assim a transparência e relação de confiança que fomentamos com os nossos clientes vendedores.

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Custos de construção sobem 18% e ameaçam travar novos projectos

Os custos de construção constituem hoje o principal entrave à promoção imobiliária e podem travar o lançamento de novos projectos. Já a procura continua em alta

De acordo com o mais recente inquérito aos promotores imobiliários, conduzido pela Confidencial Imobiliário e pela APPII, o Portuguese Investment Property Survey (PIPS), o mercado da promoção imobiliária começou o ano 2022 de forma muito positiva. Contudo, as expectativas dos operadores para os próximos três meses (2º trimestre 2022) são menos optimistas, influenciadas pela antecipação de uma quebra no número de vendas. Os custos de construção, que aumentaram mais de 18% no último ano, são agora apontados como o principal obstáculo à actividade de promoção, sendo que entre os inquiridos predomina a ideia de aumentar os preços de venda da habitação devido ao incremento nos custos, concluindo-se ainda que a promoção para a classe média deve ser a mais penalizada.

“É fundamental que todos compreendamos que vivemos um momento único no ecossistema da construção e do imobiliário e é preciso agir. Pela primeira vez, desde que iniciamos este survey em 2020, os custos com a construção são apontados pelos promotores e investidores como o principal obstáculo à actividade da promoção imobiliária”, afirma Hugo Santos Ferreira, Presidente da APPII, que acrescenta “a única forma de compensar esta subida é descer os custos de contexto, nomeadamente através da carga fiscal sobre os imóveis”.

Ricardo Guimarães, Diretor da Confidencial Imobiliário, comenta: “O Property Survey, realizado pela Confidencial Imobiliário e APPII, colhe o sentimento de mercado por parte dos promotores imobiliários. Os dados mostram que após uma fase de expectativa de regresso à normalidade há novos desafios que têm implicações no mercado. A inflação, desde logo nos custos de construção, passou a ser o maior obstáculo à actividade. Grande parte dos promotores teve já de rever os contratos de empreitada, subindo os custos. Em paralelo, consideram quase inevitável repercutir esse aumento nos preços finais de venda, pondo mais pressão em especial na oferta para a classe média. Este pode ser um momento de viragem num ciclo que se vinha verificando de expansão da promoção imobiliária para mercados mais baratos e orientados para esse tipo de procura”.

No que respeita a actividade nos primeiros meses do ano, o Índice de Sentimento situou-se em +43 pontos, atingindo o patamar mais elevado de toda a série do PIPS, iniciada em 2020. Para esse resultado contribuiu a evolução dos preços, cujo indicador de sentimento ficou em +57 pontos, subindo 11 pontos face ao trimestre anterior. Esta evolução compensou a perda de 5 pontos observada no indicador de sentimento quando ao número de vendas, que se situou em +30 pontos. Apesar de permanecer elevado e claramente positivo, este último indicador tem vindo a baixar desde o 3º trimestre de 2021.

Em relação às expectativas dos operadores para os próximos 3 meses (2º trimestre de 2022), antecipa-se uma quebra no número de vendas, situando o indicador de expectativas em -17 pontos. Ainda assim, as expectativas quanto aos preços mantêm-se francamente positivas, atingindo +40 pontos e alinhando com o padrão dos últimos três trimestres. Assim, no saldo entre preços e vendas, entre o fim de 2021 e o começo de 2022 o índice de expectativas passou de 32 para 12 pontos, caindo 20 pontos.

As expectativas mais contidas são visíveis na redução da percentagem de inquiridos que indicam ter novos projectos em lançamento, que neste trimestre atinge os 52%, menos 10 pontos do que no trimestre anterior. Com a pandemia, esta quota passou de 79% para 50%, voltando depois a recuperar para 69% (já no 3º trimestre de 2021). O sector mais afectado foi o da reabilitação urbana, que viu a sua quota na carteira de novos projectos cair para apenas 10%, acentuando a perda registada desde 2020.

Já a procura de terrenos ressentiu-se menos, embora também exibindo uma tendência de redução. Se no final do ano passado esse era o caso para 61% dos inquiridos, agora abrange apenas 56%. Esta procura, contudo, tem um padrão geográfico cada vez menos centrado em Lisboa, dirigindo-se cada vez mais para as periferias, fazendo com que, pela primeira vez na série deste survey, os concelhos em torno de Lisboa concentrem 50% das intenções de investimento na região metropolitana. Este é um resultado que está alinhado e contribui para a queda da quota da reabilitação, acima referida, havendo uma correlação entre o aumento da promoção fora de Lisboa e o incremento da actividade no segmento de construção nova.

Para além das expectativas mais contidas quanto à dinâmica de vendas, um outro factor a justificar a redução na carteira de novos projectos em promoção imobiliária é o aumento dos custos de construção. Pela primeira vez desde o começo do survey, os custos de construção passaram a constituir-se como o maior obstáculo à actividade da promoção imobiliária. Historicamente, o principal obstáculo tem sido a burocracia e o tempo de licenciamento. No entanto, o aumento de pressão sentida em resultado da guerra na Ucrânia pôs o foco neste factor, agravando uma tendência que já vinha de trás e que fazia deste tema a segunda fonte de tensão para a actividade de promoção. Em paralelo, o clima económico passou a constar no leque de maiores preocupações, passando da 7ª para a 3ª posição (a par do “fardo fiscal”).

Curiosamente, apesar das notas acima, a falta de procura mantém-se como a menor das preocupações dos promotores. Apesar disso, ou talvez por isso, uma das recentes tendências é a redução na actividade de vendas em planta, eventualmente em resposta à incerteza nos custos de construção.

Custos de construção subiram 18,3% num ano
Na actual edição do PIPS, os promotores imobiliários inquiridos revelaram ainda que os custos de construção aumentaram em 18,3% no 1º trimestre de 2022 por comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Face ao 1º trimestre de 2020, tido como o último “pré-covid”, o aumento de custos é de 28,9%.
Tal significa que ritmo de aumento dos custos de construção duplicou no último ano, passando de uma subida de 9% em 2021 para 18% em 2022.

Para os promotores imobiliários inquiridos, com 61% das respostas, presentemente o aumento dos custos decorre do encarecimento dos materiais de construção. Destes operadores, 71% teve já de proceder à revisão dos custos das empreitadas contratadas, subindo esses valores em 13,9%. Consequentemente, para dar resposta ao aumento nos custos, 93% dos promotores dão como provável ou muito provável a necessidade de subir o preço de venda das casas em promoção. Quanto aos projectos em carteira, 65% ponderam a possibilidade adiar o seu lançamento, considerando essa possibilidade como provável ou muito provável.

A maioria dos players de mercado (68%) considera que a pressão nos custos de construção afecta ambos os mercados de reabilitação urbana e de construção nova. Mas, mesmo assim, a construção nova parece ser mais afectada, sendo sinalizada por 22% dos promotores, contra apenas 10% para a reabilitação.

Este resultado parece estar alinhado com o facto de 90% dos promotores não terem dúvidas que o segmento mais afectado será o da promoção para as classes médias (tipicamente localizado em zonas menos centrais e em resultado de obras de construção nova), que será mais penalizado face à oferta para o segmento alto e de luxo (tipicamente mais localizada nos centros e em resultado de obras de reabilitação).

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Direito Registal debate-se no Porto

O Congresso Internacional IPRA-CINDER realiza-se no Centro de Congressos da Alfândega onde será debatido o papel do registo predial face à globalização e ao desenvolvimento sustentável

O Centro de Congressos da Alfândega recebe, de 16 a 18 de Maio, o XXII Congresso Internacional de Direito Registal IPRA-CINDER, no Porto, onde será debatido o Direito Registal, com o foco nos assuntos mais relevantes do registo imobiliário mundial. Destaque para a função do conservador dos registos no cumprimento da legalidade, o valor jurídico da informação registal, tanto no âmbito da justiça preventiva ao serviço da segurança do comércio jurídico, como na vertente judicial como meio de prova privilegiado, a protecção dos direitos dos titulares e de terceiros, a confiança nas transacções imobiliárias e a transicção para modelos de funcionamento e organização de base tecnológica, a par com novas potencialidades das bases de dados registais, sobretudo na perspectiva ambiental ou na de combate ao branqueamento de capitais.

O programa é composto por duas sessões plenárias, cujos painéis são preenchidos por oradores convidados, duas mesas redondas, com convidados representantes de instituições registais e de organizações profissionais relevantes para a actividade registal e ainda 14 sessões paralelas. São esperados 500 participantes de diversas áreas do Direito, oriundos de mais de 40 países. A iniciativa conta com o Alto Patrocínio da Presidência da República.

No dia 16 de Maio, a sessão solene de abertura do Congresso contará com uma intervenção de vídeo gravada de Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República e será presidida por Catarina Sarmento e Castro, ministra da Justiça, acompanhada de representantes das entidades organizadoras, nomeadamente, Alfonso Candau, secretário-geral do Centro Internacional de Direito Registal (IPRA-CINDER), Filomena Rosa, presidente do Instituto dos Registos e do Notariado, (IRN) e Margarida Martins, presidente da Associação dos Conservadores dos Registos (ASCR).

Na conferência inaugural é convidado o Nicolás Noguerloes, professor em duas universidades de Barcelona, registrador e anterior secretário-geral do IPRA-CINDER, que abrirá o Congresso com uma reflexão sobre “Porque falham os sistemas registais?”.

Por sua vez, no último dia, 18 de Maio, a sessão plenária final contará com a moderação de Gabriel Sima, representante da Direcção Geral de Justiça e Consumidores, da Comissão Europeia. O encerramento estará a cargo de Pedro Tavares, secretário de Estado da Justiça.

Sessões paralelas

Simultaneamente decorrerão sessões paralelas, cujos temas desenvolver-se-ão nas diversas dimensões e abordagens do Direito Registal, contando, desta forma, com a participação de académicos de todas as Faculdades de Direito de Portugal e de universidades estrangeiras, de conservadores dos registos/registradores, de advogados e de notários, de cerca de 40 países.

Os trabalhos das sessões estão agrupados em temas como a protecção dos direitos dos titulares e de terceiros, os movimentos migratórios, as famílias globais e suas consequências nas relações pessoais, familiares, sucessórias, contratuais e empresariais, bem como o conhecimento de direito internacional privado e do direito comparado por parte dos profissionais dos registos, a articulação entre o registo civil e o registo predial e as questões da privacidade e da protecção de dados pessoais versus publicidade registal, a interconexão entre sistemas registais, a nível europeu e internacional, o uso das novas tecnologias no desenvolvimento de plataformas de informação registal e a desmaterialização dos procedimentos registais e da disponibilização de informação, a relação entre o cadastro e o registo predial, as novas tecnologias ao serviço da identificação geográfica do prédio e o papel dos sistemas registais no desenvolvimento sustentável, na prevenção e eliminação de injustiças territoriais, no combate às alterações climáticas e na recuperação dos recursos naturais, no desenvolvimento de politicas públicas e de políticas habitacionais, e ainda na implementação do BUPI e do número de identificação único do prédio (projeto em curso em Portugal).

O evento é uma organização conjunta da Associação Sindical dos Conservadores dos Registos e o Instituto dos Registos e do Notariado, com o Centro Internacional de Direito Registal (IPRA-CINDER) e que contará com especialistas portugueses, mas também de países como Espanha, Brasil, Holanda, Itália, Reino Unido, Alemanha, Perú, Angola, África do Sul e América Latina. Pela primeira vez haverá uma participação muito relevante de conservadores dos registos e de directores gerais de serviços de registos dos Países Africanos de Língua Portuguesa, tais como Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

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Prémios SIL do Imobiliário 2022

Distinguiram a Região Autónoma da Madeira, com Prémio Excelência, Pedro Seabra foi Prémio Personalidade e mais de uma dezena de projectos nas categorias de Construção Sustentável e Eficiência Energética, Melhor Empreendimento Imobiliário
e Reabilitação Urbana

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Este ano as candidaturas aos Prémios ultrapassaram a meia centena de candidatos nas diversas categorias a concurso, demonstrando a dinâmica actual do sector. A Fundação AIP e o Conselho Estratégico do SIL, atribuíram ainda o Prémio Excelência e distinguiram uma personalidade que se destacou nos últimos anos no sector imobiliário.

O Prémio Excelência que visa distinguir a excelência do trabalho realizado por um organismo ou entidade pública que se tenha destacado pelo conjunto de medidas implementadas e pelos resultados obtidos em sede de políticas públicas na área do urbanismo, da habitação e do turismo, foi atribuído à Região Autónoma da Madeira.

“A Madeira tem apostada na captação de investimento estrangeiro para a Região, criando dinâmicas que têm contribuído para a notoriedade e reconhecimento internacional do Destino. O Arquipélago da Madeira é, também, nacional e internacionalmente reconhecido como um local de excelência para turismo e lazer. O prémio foi entregue por Jorge Rocha de Matos, Presidente da Fundação AIP, a Miguel Albuquerque, Presidente do Governo Regional da Madeira que considerou que o Prémio reconhece “todo o trabalho feito pelo Governo Regional ao longo dos últimos anos” no parque urbano da Região, mas também os resultados obtidos na “atracção de investimento”, “nos novos prédios criados” e no “mercado de luxo que tem sido atingido”.

O Prémio Personalidade distinguiu Pedro Seabra, “um agente da profissionalização do sector imobiliário que foi determinante para o estruturar do sector como o conhecemos hoje. Foi ainda decisivo para a captação de investidores de referência para o sector imobiliário português e contribuiu decisivamente para o desenvolvimento de projectos imobiliários marcantes nas últimas décadas”, justifica a organização.

O SIL organiza anualmente os Prémios SIL do Imobiliário, os quais são reconhecidos e valorizados pelos profissionais do sector, sendo uma referência para o sector imobiliário nacional. O objectivo é distinguir e galardoar personalidades, empresas, soluções, entidades e projectos que se destacaram pela sua competência, qualidade e visão sobre o futuro, em 2021 e 2022.

Podiam candidatar-se todos os projectos, empresas, entidades, soluções, empreendimentos ou fases autónomas de empreendimentos, situados em território português, e cuja construção tivesse sido concluída e/ou considerada como tal, no essencial da obra, pelos candidatos em 2021 e 2022.

Vencedores Prémios SIL do Imobiliário 2022
Prémio Excelência, Região Autónoma da Madeira
Prémio Personalidade, Pedro Seabra
Const. Sustentável,  VALRIO I, Solyd
Melhor Empreendimento Imobiliário – Comércio Serviços e Logística, LUMNIA, AVENUE
Melhor Empreendimento Imobiliário – Habitação, MAISON EDUARDO COELHO
Melhor Empreendimento Imobiliário – Turismo, HOTEL NEXT
Reabilitação – Habitação, IVENS ARTE
Reabilitação – Turismo, THE IVENS EXPLORER HOTEL
Reabilitação – Espaços Públicos, CASTELO DE LEIRIA
Reabilitação – Escritórios, MONUMENTAL
Reabilitação – Comércio e Serviços, Eastbanc Portugal
Menção Honrosa, Grupo Libertas
Menção Honrosa, Habitat Invest

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NEYA Porto Hotel inaugura e recebe certificação “LEED GOLD”

Atribuída pelo U.S. Green Building Council, a certificação LEED tem como objectivo avaliar e creditar a construção ecofriendly

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Após um período de soft opening devido à pandemia de Covid, o NEYA Porto Hotel foi oficialmente inaugurado, tendo assinalado, em simultâneo, a certificação LEED Gold (Leadership in Energy and Environmental Design), o certificado internacional que avalia a sustentabilidade dos edifícios, desde o design à manutenção, passando pela construção e operação.

Com um investimento de 18 milhões de euros, cofinanciado em cerca de seis milhões pelo COMPETE – Portugal 2020, o projecto foi desenvolvido pelos gabinetes da PK Arquitetos, Lda e Colodd, tendo por objectivo transformar parte das ruínas do antigo Convento Madre Deus de Monchique no NEYA Porto Hotel, cujo processo de construção contou com a assessoria ambiental da empresa ‘Edifícios Saudáveis’ para gestão de todo o processo até à certificação LEED.

“Ser o primeiro hotel em Portugal com Certificação LEED é um grande orgulho, que nos permite desenvolver a actividade hoteleira de um modo mais responsável, com um melhor desempenho ambiental, e contribuir para um turismo sustentável, colocando o nosso país na vanguarda nesta matéria”, afirma Pedro Teixeira, director de Sustentabilidade da NEYA Hotels.

Atribuída pelo U.S. Green Building Council, a certificação LEED tem como objectivo avaliar e creditar a construção ecofriendly, através de um sistema universal de parâmetros que atestam o desempenho ambiental e energético dos edifícios.

O NEYA Porto Hotel caracteriza-se pela sustentabilidade ambiental, económica e social, empenhado na qualidade e excelência dos serviços, que resulta da recuperação do relevante património histórico pré-existente. O projecto foi desenvolvido com recursos à recuperação de parte dos imóveis que pertenciam ao antigo Convento de Monchique, localizado na Rua de Monchique, na zona ribeirinha do Porto, e abrangido pela zona classificada pela UNESCO como Centro Histórico e Património Mundial da Humanidade.

O NEYA Porto é a segunda unidade hoteleira do grupo NEYA Hotels e representa a mais recente materialização da estratégia de crescimento da marca no mercado nacional.

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Cushman & Wakefield vende instalação industrial junto ao porto de Setúbal

Edifício, propriedade da Etermar, conta com mais de 30 mil m2, usufrui de uma localização privilegiada em relação à futura refinaria de Lítio

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A Cushman & Wakefield assessorou a venda de uma propriedade industrial, de 31.960 m2, em Setúbal. Detida pela Etermar, a propriedade conta com uma localização atractiva, encontrando-se apenas a 5 minutos de distância da futura refinaria de lítio.

O imóvel é composto por 2.013 m2 de edifícios, utilizados como escritórios, 7.223 m2 de armazéns e edifícios indústrias em óptimo estado, possui uma área de grande dimensão para o parqueamento de viaturas, e fica apenas a 50 minutos de distância de Lisboa. Possui ainda acesso directo ao Porto de Setúbal e consequentemente ao Oceano Atlântico.

Estes factores fazem da propriedade industrial uma porta para as trocas comerciais entre o Portugal e o Mundo, bem como um ponto de ligação importante para a criação de novas oportunidades de negócio, como as que estão a surgir nas redondezas, sendo exemplo disso, a futura refinaria de lítio, cujo início do projecto está indicado para 2026.

Para Sérgio Nunes, responsável do departamento de Industrial, Logística e Terrenos da Cushman & Wakefield, “esta instalação industrial tem um potencial bastante elevado, devido à sua localização, aos projectos que têm vindo a emergir nas redondezas e o acesso directo ao oceano atlântico, pelo que estamos expetantes com esta venda e curiosos para compreender de que forma virá a ser potenciada pelos novos proprietários.”

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RAR Imobiliária mostra projectos no Salão Imobiliário de Portugal

O “Novo Parque”, em Matosinhos, e o Boavista 5205, no Porto, são os projectos em comercialização pela RAR Imobiliária presentes no Salão

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A RAR Imobiliária, empresa do Grupo RAR, volta a marcar presença na 25ª edição do Salão Imobiliário de Portugal (SIL), em Lisboa, se encontra a decorrer até dia 15 de Maio.

Neste evento, a RAR Imobiliária estará presente com dois projectos distintos. O primeiro trata-se do “Novo Parque”, em Matosinhos, lançado em 2020, que usufrui da proximidade à praia e ao Parque da Cidade, no Porto, e que se encontra em fase de construção e comercialização já com 60% do espaço comercializado. O “Novo Parque” é composto por 73 apartamentos, com tipologias T1 a T4+1, distribuídos em dois edifícios e espaço comercial no rés-do-chão, e caracteriza-se pelas suas grandes fachadas envidraçadas com varandas, permitindo um maior contacto com o exterior.

O segundo projecto é o Boavista 5205, no Porto, que iniciou a sua comercialização no final de 2021. Neste momento, quatro das oito fracções disponíveis têm contrato promessa assinado. Este empreendimento, na zona da Foz, junto à Avenida da Boavista, terá oito habitações T4 e T4+1, cada uma com dois pisos (duplex).

“É com muita satisfação que regressamos, sem quaisquer restrições, ao SIL, um evento no qual já marcamos presença há vários anos. Este é, sem dúvida, um excelente momento para networking entre investidores, empresários, técnicos, organismos públicos e público potencial comprador, e que nos permite dar a conhecer os nossos melhores projectos. Para tal, o nosso espaço pretende transmitir o nosso conceito de casa, como um lugar se sensações, bem-estar e conforto.”, sublinha Paula Fernandes, CEO da RAR Imobiliária.

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Lisboa é uma “Rising Star” no segmento residencial europeu

São vários os factores de atração de Lisboa, uma cidade que entre 2019 e 2023, segundo estimativa da Savills, tem um pipeline 268 projectos imobiliários, os quais irão colocar no mercado 8 mil fogos. Um número ainda assim insuficiente face à procura crescente

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Lisboa é, cada vez mais, um destino internacional residencial de peso. Uma cidade que se assume como um case study de sucesso e que a consultora Savills observou com “outras lentes” e que resultou no estudo “Lisbon Residential Market – A Rising Star”, apresentado, hoje, no segundo dia do Salão Imobiliário Internacional (SIL).

“Lisboa é um case study de sucesso, que se soube reinventar e manter o seu carácter e que tem ocupado uma posição cada vez mais preponderante no mercado residencial europeu”, sublinha Alexandra Portugal Gomes, head of research da Savills Portugal. De acordo com a responsável “muito mais do que analisarmos estatísticas neste estudo quisemos olhar para o Mercado Residencial de Lisboa como um todo e perceber que factores e racionais tornam Lisboa num caso de sucesso de transformação profunda e bem-sucedida. É muito interessante observar a extrema resiliência deste segmento, que chegou ao final de dois anos de pandemia, a atingir níveis recorde e com forecasts muitos animadores para 2022 que prometem dar continuidade à uma excelente performance”, afirma.

São múltiplos os factores que fazem da cidade da Lisboa um dos destinos residenciais mais apetecíveis e atrativos, competindo lado a lado com cidades de renome internacional. Desde logo a sua posição geográfica privilegiada, clima ameno, custo de vida acessível, segurança, estabilidade social, ecossistema empresarial internacional, história e cultura, destacam a cidade e contribuem para o título de cidade mais cool da Europa.

A cidade em números
A Área Metropolitana de Lisboa congrega 29% das famílias em Portugal sendo que, mais de 60% dos agregados familiares, são compostos por uma ou duas pessoas.

No que diz respeito ao parque habitacional, registou-se um ligeiro aumento de 1,7% nos últimos 10 anos, sendo que na Área Metropolitana de Lisboa, esse aumento situou-se abaixo do crescimento da população residente, colocando a oferta sob pressão. No último ano a pressão com os novos perfis de compradores internacionais que trouxeram um nono estilo de vida à cidade, uma nova forma de viver que já se traduz nos novos projectos que estão a nascer no parque habitacional de Lisboa. Entre 2019 e 2023 a Savills estima que o pipeline de novos projectos (incluindo aqui a construção nova e a reabilitação) ascenda a 268 projectos imobiliários, os quais irão colocar no mercado 8 mil fogos. Cerca de metade deste número, 4 mil, estão já à data de hoje escoado. Os projectos de reabilitação “localizados no coração de Lisboa” contribui para uma parte significativa destes números, tal como os projectos no anel exterior da cidade onde os projectos têm áreas mais generosas e preços mais competitivos. Entre os 268 projectos, 124, correspondente a 2300 fogos, são dirigidos ao segmento de luxo. Onde as freguesias da Estrela e de Santo António são as preferidas para a localização destes projectos.

Mercado em Lisboa e zonas periféricas
Em 2021, o preço médio de venda por metro quadrado em Lisboa era de 3,973€, o valor mais alto dos últimos cinco anos, o que representa um aumento de 4% em relação a 2020 e de 6% em relação a 2019. O número de vendas acompanhou também o aumento dos preços médios de venda, com mais de 11.000 habitações vendidas, o que teve em consideração um crescimento de 17% em relação a 2020 e uma diminuição muito residual de 1% em comparação com 2019.

De acordo com o estudo da Savills, Lisboa superou os preços médios do segmento Prime de cidades como Madrid e Barcelona, e é esperado que este segmento siga a tendência de crescimento mundial (4,3%), mas a um ritmo mais moderado (1,9%), em comparação com anos anteriores. No final de 2021, Lisboa tinha disponíveis perto de 6.000 novas casas, o que representa 35% da oferta disponível na capital. Em comparação com o ano 2020, este número diminuiu cerca de 25%.

No que respeita à média de preço por metro quadrado, a zona do Chiado é a que apresenta o intervalo de valores mais elevado – entre os 8.000€ e os 12.000€. De seguida, está o Príncipe Real cujo preço por metro quadrado se inicia nos 8.000€ e pode ir até aos 11.000€ e, em terceiro lugar, encontra-se a Avenida da Liberdade cujo valor máximo pode chegar aos 10.000€.
Os municípios de Cascais e Oeiras têm ganho preponderância, complementando o mercado da região de Lisboa, uma vez que apresentam soluções de habitação de qualidade para quem procura estar perto de Lisboa e, ao mesmo tempo, viver com qualidade de vida e desfrutar de espaços verdes e fácil acesso à linha costeira.

O que mudou desde a pandemia?
Com a pandemia, a procura de habitação permaneceu elevada, mas com motivações diferentes. Os confinamentos e a obrigação de trabalhar remotamente, levou as famílias a reavaliar as suas necessidades quanto à habitação. Foi rapidamente percetível que a maioria dos imóveis não estava preparado para a realidade do trabalho à distância, não existindo uma divisão clara entre a esfera familiar e o espaço de trabalho. Casas maiores, espaço exterior e áreas convertíveis em espaços de trabalho, tornaram-se os requisitos prioritários na procura de um novo lar.

Para além disto, a pandemia trouxe também uma nova consciência quanto à eficiência e ao nível de sustentabilidade dos edifícios. Esta já não é uma escolha de cada proprietário, mas sim uma obrigação da sociedade para prolongar a vida de edifícios, aumentar a sua resiliência e melhorar os seus níveis de conforto com benefícios para a saúde.

Golden Visa: quais os impactos das alterações do sistema?
Entre outubro de 2012 e março de 2022, foram concedidas 10.515 autorizações de residência (ARI), com um investimento total de 5.604 milhões de euros. Em janeiro de 2022, o regime de atribuição de residência sofreu alterações sendo que, as novas regras redirecionaram o investimento para outras zonas do país, com menor densidade populacional.

Tendo em conta que o volume total de vendas residenciais em Portugal no período em análise foi de sensivelmente 156.000 milhões de euros, observamos que o peso do Golden Visa é bastante residual, na ordem de 3.5%. Desta forma, com as alterações que entraram em vigor este ano, espera-se um impacto reduzido nos mercados de Lisboa e Porto.

Leasing e Built-to-rent
Segundo os dados do Eurostat divulgados em 2020, apenas 26% da população portuguesa vive em casas alugadas. A cultura do proprietário está muito enraizada em Portugal, apoiada por um conjunto de factores como taxas de juro historicamente baixas e spreads competitivos que fazem com que a compra seja a opção mais vantajosa. A este racional, junta-se também uma oferta para arrendamento que não se revela competitiva, nem em número, nem em qualidade. Contudo, esta realidade está agora sob ameaça.

O aumento gradual da procura no mercado de arrendamento é uma resposta ao aumento exponencial dos preços de venda, assim como a alterações nos perfis demográficos.
Nos últimos dois anos, cerca de 110.000 novos contratos de arrendamento foram assinados na Área Metropolitana de Lisboa, o que representa mais de 30% do total nacional. No final de 2021, o valor médio dos novos contratos de arrendamento situava-se nos 11,18 euros/m2, revelando um decréscimo em relação ao valor médio observado em 2020, situado nos 11,69 euros/m2 e um decréscimo em relação a 2019 com um valor de 11,83 euros/m2.

De acordo com a plataforma SIR, o número de habitações para arrendamento registou um aumento de mais de 40% entre 2019 e 2020, com a entrada de cerca de 1.900 habitações. Subjacente a este aumento está a crise vivida no setor do turismo, que levou cerca de 15% dos proprietários de alojamentos locais a migrar as suas propriedades para o mercado de arrendamento tradicional.

Já o modelo Built-to-Rent, uma realidade consolidada em muitos mercados europeus, começa agora a captar o interesse de promotores e investidores internacionais em Portugal. Os fundamentos económicos e demográficos jogam a favor do desenvolvimento deste produto. Para além dos elevados custos de aquisição de propriedades, verifica-se uma mudança de paradigma provocada pelas novas gerações que promovem e defendem novos valores, como a mobilidade, a flexibilidade, o sentido de partilha e a comunidade. Actualmente, a aposta neste segmento ainda se concentra nos investidores e promotores internacionais que já estão presentes no mercado imobiliário e que pretendem diversificar os seus produtos.

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