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Mercado de escritórios no Porto absorveu 5.818 m2 no 1º trimestre de 2022

Segundo a Predibisa, comparativamente ao período homólogo, verificou-se um crescimento de 98% no volume de área colocada, o que se traduz em mais 2.878 m² e um aumento de 25% no total de operações registadas

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Mercado de escritórios no Porto absorveu 5.818 m2 no 1º trimestre de 2022

Segundo a Predibisa, comparativamente ao período homólogo, verificou-se um crescimento de 98% no volume de área colocada, o que se traduz em mais 2.878 m² e um aumento de 25% no total de operações registadas

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Apesar destes últimos dois anos extremamente desafiantes e um actual cenário de incerteza marcado pelo contexto de conflito internacional, o mercado de escritórios do Grande Porto, no primeiro trimestre registou uma maior dinâmica comparativamente ao período homólogo, registado um crescimento tanto ao nível de área colocada, operações registadas e área média contratualizada.

“O mercado de escritórios do Porto e Grande Porto iniciou o ano de 2022 com um total de 5.818 m² contratualizados, num total de 12 operações registadas no primeiro trimestre. Comparativamente ao período homólogo, verificamos um crescimento de 98% no volume de área colocada, o que se traduz em mais 2.878 m² e um aumento de 25% no total de operações registadas (mais quatro operações face ao mesmo período de 2021), explica João Leite de Castro, director do departamento “corporate” da Predibisa.

Ao longo dos primeiros três meses do ano, a Predibisa foi responsável por mais de metade das operações registadas (7 em 12), o correspondente a 58% do total de operações apuradas, onde três das doze transacções registadas são operações com áreas brutas locáveis superiores a 500 m², o correspondente a cerca de 55% da área colocada.

“O Porto mantém a elevada tendência de procura de área de escritórios, absorvendo cerca de 2/3 da área total colocada no trimestre, num total de 3.883 m².

O Central Business District da Boavista continua a ser a zona com maior dinâmica na região, sendo responsável pela maior absorção, com mais de 54% da área total colocada na cidade (2.107 m²) e por mais de metade das operações registadas (cinco em nove).

Segue-se a zona Oriental com 998 m² e duas operações registadas, a zona “Outros Porto” com 526 m² e também duas operações e, por fim, o CBD Baixa com 252 m² e apenas uma operação.

Fora da cidade do Porto é a zona da Maia aquela que capta maior volume de área com um total de 1.935 m², sendo também responsável pela maior transação operada no trimestre com 1.562 m²”, explica João Leite de Castro.

No que diz respeito à procura e número de operações, são as empresas de “TMT’s & Utilities” que representam a maior quota de mercado, com seis das doze operações (50%). O setor destas empresas foi também responsável pela maior taxa de ocupação (61%), seguindo-se os “Serviços a Empresas” com 24%, as “Farmacêuticas e Saúde” com 8% e as empresas ligadas aos “Outros Serviços” com 7%.

“Mais de metade da área absorvida (3.122 m²) e 1/3 das operações registadas prende-se com a necessidade de expansão de área, sendo este o principal factor de motivação para a procura de novos espaços de escritórios na região ao longo do primeiro trimestre. Segue-se o motivo de mudança de instalações com 29% e quatro operações registadas e, por último, o motivo da chegada de novas insígnias à região com 17% e também quatro operações”, conclui.

De salientar, ainda, o aumento na procura por parte de novas empresas que pretendem instalar-se no Porto, prevendo- se um crescimento nos níveis de ocupação ao longo dos próximos meses, uma vez que, os novos projectos cumprem com os requisitos actuais da procura, através de espaços com implantações superiores a mil metros quadrados, que denotam uma atenção especial à temática ambiental e à certificação energética.

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Porto é a cidade escolhida para o primeiro projecto imobiliário da LasKasas

O edifício ‘Sá da Bandeira 502’, projecto por José Porto, será agora reabilitado gabinete de arquitectura Pedro Ferreira Architecture Studio, representando um investimento de 18 M€, o Grupo tem mais sete projectos imobiliários em vista

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O grupo português de mobiliário e decoração, vai avançar com a construção do seu primeiro projecto imobiliário, localizado na Rua Sá da Bandeira, no Porto, junto ao recém-inaugurado Mercado do Bolhão. Denominado Sá da Bandeira 502, o novo empreendimento conta com um investimento estimado da ordem dos 18 milhões de euros. O plano construtivo prevê a conclusão da obra no primeiro semestre de 2024 e o promotor já escolheu os seus parceiros para a comercialização deste projecto, que fica a cargo da Century 21 Portugal e da JLL.

Localizado em plena Baixa do Porto o edifício Sá da Bandeira é um prédio dos finais dos anos 30, originalmente projectado pelo conceituado arquitecto modernista José Porto – também autor do emblemático Edifício Emporium do Porto. A reabilitação do edifício fica a cargo do gabinete de arquitectura Pedro Ferreira Architecture Studio.
O empreendimento Sá da Bandeira 502 foi pensado para criar uma perfeita harmonia entre a vivência num prédio de início de século e as mais exigentes comodidades dos critérios actuais de conforto.

O conceito construtivo destaca-se pelo design, marcado pela elegância e sofisticação dos materiais e acabamentos. Distribuído por cinco pisos, este novo projecto residencial é constituído por sete modernos apartamentos de tipologia T1, com áreas brutas entre 62 m2 e 70 m2, todos com varandas ou pátios, todos com duas frentes, uma com vista de cidade e outra com vista de quarteirão.

O Sá da Bandeira 502 é o primeiro de oito projectos que se encontram, neste momento, em desenvolvimento pelo grupo nortenho, que emprega actualmente cerca de 500 pessoas e exporta para mais de 50 países em todo mundo.
“Este nosso primeiro projecto imobiliário destaca-se por ser o primeiro empreendimento, em Portugal, onde os acabamentos se fundem com a decoração. Colocamos toda a nossa experiência na área da decoração para criar um produto que se irá distinguir de tudo o resto que se encontra actualmente no mercado, quer em termos de design, quer de qualidade. Temos como principal objectivo criar um produto diferenciado, em que o cunho da marca Laskasas estará presente em todas as vertentes dos nossos projectos”, refere Celso Lascasas, CEO do grupo Laskasas.

O ‘Sá da Bandeira 502’ será comercializado pela JLL e pela Century 21. Patrícia Barão, head of residential da JLL, considera que “com a requalificação do Mercado do Bolhão e os vários projectos que aqui estão a nascer, esta é actualmente a zona mais apetecível do Porto para visitar, morar e investir. O Laskasas Boutique Homes coloca a valorização deste eixo um nível acima, ao desenvolver uma nova reabilitação de excelência, mas, sobretudo, fazendo-o de forma diferenciada. Não são apenas a arquitectura, materiais e acabamentos de grande qualidade, mas o facto de existir um conceito de design que elege a decoração Laskasas como um elemento transversal. É um projecto que se impõe pelo charme e inovação”, sustenta.

Por sua vez, Pedro Almeida, sócio da Century 21 Grupo Aliados III & IV, sublinha que “é uma enorme satisfação formalizar esta parceria com a marca Laskasas, que vem reforçar os nossos laços comerciais e perspectivar novos projectos”. “A sólida especialização no mercado imobiliário da Baixa do Porto, bem como o profundo conhecimento do segmento e perfil de clientes desta zona da cidade são os maiores factores competitivos que podemos aportar a esta parceria, suportados pelas sinergias operativas com a rede nacional e internacional Century 21. Este é um projecto imobiliário com características absolutamente singulares, às quais se juntam uma localização privilegiada. Dado que o Sá da Bandeira 502 ficará a escassos metros da principal rua comercial da cidade – junto ao renovado Mercado do Bolhão, a restaurantes, a espaços culturais como teatros, galerias e outros – este empreendimento permitirá aos futuros moradores, ou investidores, experienciarem uma vivência puramente cosmopolita e com o glamour da Baixa Portuense”, especifica o responsável.

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Espanhóis da Montepino entram em Portugal

A CBRE assessorou a Montepino na aquisição de um lote com mais de 400.000 metros quadrados ao Novo Banco, localizado no Carregado onde deverá arrancar ainda este ano com a construção de naves logísticas

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A CBRE assessorou a Montepino na aquisição de um lote com mais de 400.000 metros quadrados ao Novo Banco, localizado no Carregado. O Bankinter Investments e o fundo Valfondo, gestores da carteira da Montepino, dão início à sua atividade em Portugal e investem pela primeira vez fora do território espanhol.

“É com enorme orgulho que apoiamos a Montepino nesta aquisição icónica. Trata-se do maior e melhor terreno para promoção em Portugal, com escala, visibilidade e acessibilidades de excelência, considerando os factores ideais no contexto logístico. Estão reunidos todos os ingredientes para um projecto de sucesso”, comenta Nuno Nunes, head of capital markets da CBRE Portugal.

O projecto situa-se junto ao nó da Castanheira do Ribatejo, entre a A10 e a A1, que ligam Lisboa a Espanha e ao Porto, respectivamente. O terreno conta já com todas as autorizações e licenças necessárias para o arranque da construção e nesta fase os primeiros trabalhos de urbanismo estão já em curso. O promotor acredita que as obras, com vista à construção de naves logísticas, possam iniciar-se ainda durante o decorrer de 2022.

“Temos indicação de que já existem potenciais inquilinos que demonstram interesse no projecto. Isto comprova que a construção no sector industrial e logístico em Portugal continua a ser uma aposta segura. O sector atravessa um período de enorme dinamismo, não só pela escassez de oferta de qualidade atualmente verificada no mercado, mas também pelo formato e exigência que a nova cadeia de abastecimento tem vindo a assumir, também impulsionada pelo fast delivery e pelo aumento das compras online”, acrescenta ainda Nuno Nunes.

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Câmara de Braga tem um orçamento de 165M€ para 2023

O Município de Braga vai gerir, no próximo ano, um orçamento na ordem dos 165 milhões de euros, que representa um aumento de cerca de 33 milhões de euros, relativamente ao ano anterior

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Os documentos fundamentais à gestão autárquica são apreciados esta Sexta-feira, dia 28 de Outubro, em reunião do Executivo Municipal. O orçamento para 2023, no valor de 165 milhões de euros, apresenta um aumento de cerca de 33 milhões de euros, relativamente a 2022. Um acréscimo que se deve, sobretudo, “à descentralização administrativa nas áreas da Saúde, Educação e Acção Social que irão receber mais 19 milhões de euros, assim como à comparticipação de Fundos Comunitários e do Plano de Recuperação e Resiliência, responsáveis por mais 10 milhões de euros adicionais”, explica o executivo camarário

“Comprometido com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2023 foram elaborados no cumprimento dos princípios orçamentais e contemplam os projectos, obras e iniciativas estratégicas e prioritárias para a concretização do projecto autárquico, tendo em conta o enquadramento macroeconómico nacional e internacional, a proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2023, as consequências da pandemia, da crise energética, da inflação e da guerra na Ucrânia”, sublinha nota da autarquia.

Neste sentido, o Orçamento do Município de Braga para 2023 é de 164.990.000 euros, as Grandes Opções do Plano ascendem a 111,9 milhões de euros, que compreende o Plano Plurianual de Investimentos (PPI) no montante de 47,1 milhões de euros, e as Actividades Mais Relevantes, no valor de 64,8 milhões de euros.

“A proposta de orçamento assume um conjunto de medidas que visam dar resposta aos desafios da sustentabilidade ambiental e materializam iniciativas de apoio social articuladas aos recursos disponíveis para ajudar as famílias a enfrentar crises de origem diversa”, refere Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga.
Estes instrumentos de gestão, “concretizam um conjunto de projectos e acções fundamentais para a prossecução do desenvolvimento do Concelho, de forma a afirmar Braga como Capital de Cultura, mas também a inovar e reforçar respostas sociais e educativas, a liderar nas políticas de sustentabilidade, a promover uma comunidade activa e saudável e a melhorar a rede de acessibilidades rodoviárias e a qualificar o espaço público”, considera Ricardo Rio.

Os projectos prioritários

Na agenda para 2023 consta projectos como o Festival Internacional Literário que está a ser desenhado para substituir a Feira do Livro, o lançamento da Musealização da Insula das Carvalheiras, bem como a conclusão da intervenção do Convento de São Francisco de Real. No próximo ano a câmara conta terminar a primeira parte da requalificação da escola Francisco Sanches e a sua transformação num Centro Cultural. Será ainda lançado o concurso para a construção do Media Arts Center, no antigo Cinema São Geraldo.

Ao nível dos apoios sociais o município pretende desenvolver em 2023 o programa municipal de Combate à Pobreza Energética. Dessa forma, o valor do RADA – programa de apoio de renda apoiada para famílias mais desfavorecidas irá duplicar em relação ao início do mandato (+ 200 mil euros em 2023, passando a totalizar 1,2 milhões de euros).
Ao nível do parque escolar, será reforçada a requalificação do parque escolar, para a qual está reservada uma verba de 7 milhões de euros. Com o executivo a prometer também “um maior investimento em parques infantis, no sentido de criar novas valências e substituir algumas antigas. Irá também ser terminada uma intervenção com vista à Regularização do Rio Torto/Variante Cávado, uma aspiração antiga desta parte do concelho, bem como a Requalificação das Margens da Ribeira de Castro, cerca de 1 milhão de euros.
No próximo ano irá avançar o programa faseado para a implementação da neutralidade energética nos edifícios municipais (incluindo escolas).

Em 2023, a Autarquia Bracarense irá prosseguir com a infra-estruturação do Concelho, com o término da requalificação do Pavilhão das Goladas, a requalificação da Piscina da Ponte ou com o início da construção do Pavilhão da Ginástica. Em 2023 será também realizado o projecto para a requalificação do Estádio 1º de Maio, e continuará a ser implementado o plano faseado de requalificação e certificação dos Parques Infantis.
Ao nível das intervenções estratégicas para o Concelho, destacam-se a requalificação do Túnel da Avenida, juntamente com a Avenida da Liberdade. O Município vai continuar a criar condições para uma mobilidade mais suave, com o lançamento de novas intervenções do “Eu Já Passo Aqui” e da criação de novas ciclovias, bem como dotar as ruas de melhores condições para os peões e pessoas com dificuldades motoras.

Não havendo nenhum imprevisto legal e ou administrativo, em 2023 a Câmara considera haver condições para avançar com a requalificação da antiga Fábrica da Confiança para uma Residência Universitária.

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Flower Tower “Camellia” inicia construção no 1º trimestre de 2023

Este é o mais recente empreendimento lançado pela Nexity, que vai contar com 134 apartamentos, distribuídos por 21 andares e varandas com vista para o mar de Leça da Palmeira

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A construção da Torre “Camellia” terá início no primeiro trimestre 2023. Esta é a segunda torre do projecto Flower Towers, situado em Leça da Palmeira, com assinatura do gabinete de arquitectura ODDA, e que representa um investimento de mais de 27 milhões de euros. O valor dos apartamentos começa nos 134.650 euros até 302.820 euros, e oferece diferentes tipologias: T1 Studio e T1 Smart (T0+1), T1 Smart (T1+ 1) e T2.

Este novo empreendimento foi pensado para quem pretende viver tranquilamente e criar uma família numa vila com história, de espírito jovem e cosmopolita, que privilegia fáceis acessos à cidade e que procura um local para viver a apenas 15 minutos do centro do Porto.

A primeira fase de vendas privadas arrancou em Setembro com o lançamento de um sistema pioneiro que permite fazer a reserva de apartamentos com pagamento 100% online, e que gerou um volume de 20 reservas em apenas 48 horas e já soma mais de 40 reservas em menos de um mês.

“Trouxemos inovação pois somos o primeiro promotor imobiliário em Portugal a ter um site onde se podem fazer reservas 100% online. Tivemos 20 reservas em dois dias e 32 reservas em duas semanas. A possibilidade de acesso 24 horas por dia e de qualquer dispositivo permite aos clientes facilidade e comodidade. No site podem conhecer e ter acesso a todas as informações sobre o projecto, às plantas e detalhes dos apartamentos, fazer a sua escolha com privacidade e tempo e assegurar a reserva do seu apartamento no momento mediante o pagamento online. Estes motivos fazem da experiência 100% digital um facilitador do processo de escolha e reserva”, conta Carolina da Costa Cabral, directora de marketing da Nexity Portugal.

Com a conclusão da construção da primeira torre das Flower Towers, prevista para 1º trimestre de 2023, e o arranque da torre “Camellia”, a Nexity, soma já três projectos em comercialização e cinco em desenvolvimento no território nacional, num investimento total de 337 milhões de euros.

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20% dos espaços de escritórios europeus podem tonar-se flexíveis nos próximos 10 anos

Lisboa é um dos mercados europeus em destaque, ocupando o 3º lugar da tabela de mercados mais activos em termos de procura de flex offices sublinha estudo realizado pela consultora Savills, juntamente com a Workthere

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Estudo realizado pela consultora Savills, juntamente com a Workthere, prevê que 20% do stock de escritórios na Europa se torne flexível durante os próximos 10 anos. Contudo, esta previsão irá variar significativamente em função da localização e da cultura de trabalho, à medida que a definição de “espaços flexíveis” também evolui.

A procura de espaços de escritórios flexíveis na Europa atingiu 193.000 m2 durante o primeiro semestre de 2022, em linha com os níveis registados nos anos completos de 2020 e 2021, de acordo com as últimas análises de Savills. Amesterdão, Paris CBD e Lisboa têm sido os mercados mais activos ao longo dos últimos 18 meses.

“Entre 2021 e a primeira metade de 2022, os espaços flexíveis foram responsáveis por aproximadamente 8% do volume de absorção no mercado de Lisboa. A capital portuguesa continua a ser um destino que tem sentido uma crescente procura por espaços flexíveis, essencialmente derivado por empresas internacionais que pretendem estabelecer-se no mercado de Lisboa em timings muito reduzidos, procurando espaços plug & play, mas também pela atracção dos nómadas digitais”, explica Frederico Leitão de Sousa, head of corporate solutions Savills Portugal.

A procura de escritórios considerados flexíveis representou 5% da ocupação global em todas as cidades europeias durante o primeiro semestre de 2022, contra 3% durante a pandemia, e mantém-se numa trajectória de recuperação gradual até aos 8-9% observados antes deste período pandémico.

“A recuperação do segmento de espaços de escritórios flexíveis tem sido mais visível devido ao aumento dos níveis de ocupação. De acordo com o nosso mais recente relatório, Flexmark, as taxas de ocupação voltaram aos níveis pré-pandémicos, registando um valor superior a 80% nos escritórios privados e mais de 65% em espaços partilhados”, refere Ed Bouterse, head of Workthere Europe.

Em tempos de incerteza esta tendência aumenta. “Olhando para o futuro”, sublinha Mike Barnes, associate director, Savills European Research, “se os níveis de contratação por parte dos empregadores diminuírem e as taxas de desemprego aumentarem, isto pode reduzir o espaço de escritório necessário. No entanto, a incerteza económica irá impulsionar a procura de modelos de arrendamento mais flexíveis, assim como uma mudança em termos da qualidade de amenities sendo que, uma gama cada vez maior de modelos de trabalho, irá apoiar uma maior procura por espaço designado como flexível”. O mesmo especialista continua, “a par do aumento do custo e também do prazo de fit-out dos espaços, prevemos que a ocupação de escritórios flexíveis representará 5% da ocupação de escritórios europeus em 2023, 6% em 2024, e será responsável por 20% do stock de escritórios a longo prazo”.

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Novos arrendamentos em Lisboa e Porto pagam mais 10% nas rendas

As rendas dos contratos de arrendamento residencial celebrados no 3º trimestre deste ano aumentaram 10% quer em Lisboa quer no Porto face às rendas praticadas nos contratos fechados no trimestre anterior. “Nunca antes em qualquer destas cidades se verificou um aumento trimestral de tal magnitude”

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Os dados são apurados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do Índice de Rendas Residenciais, ferramenta que acompanha a evolução das rendas de habitação tendo por base os novos contratos realizados.

“Nunca antes em qualquer destas cidades se verificou um aumento trimestral de tal magnitude. O timing deste aumento na actual conjuntura e o facto de se verificar em simultâneo nos dois mercados, sugere uma tomada de posição dos proprietários em relação ao limite de actualização das rendas para o próximo ano. Este aumento trimestral inédito de 10% poderá ser uma forma de cobrir a inflação por via dos novos contratos, antecipando as perdas que possam decorrer da impossibilidade de o fazer nos contratos vigentes devido ao tectos impostos à actualização das rendas”, comenta Ricardo Guimarães, director da Confidencial.

Depois de quase dois anos a cair, as rendas dos novos contratos em Lisboa estão a subir desde meados de 2021, com variações trimestrais superiores a 2,5%, que agora galopam para os 10%. Esta trajectória tem tido um forte impacto na intensificação da variação homóloga das rendas, de tal forma que este indicador passou de terreno negativo (-6,0%) no 3º trimestre de 2021 para 23% no 3º trimestre deste ano.

No Porto, a trajectória é semelhante, exibindo apenas um pequeno desfasamento temporal. A recuperação das rendas de habitação iniciou-se no final do ano passado, sucedendo a um ano de quebras. Desde então, as variações trimestrais foram sempre superiores a 3,5%, atingindo este máximo assinalável de 10% e igualmente culminando na aceleração expressiva das variações homólogas. No final de 2021, as rendas no Porto registavam uma descida homóloga de 2%, em forte contraste com o aumento homólogo de 24% observado no 3º trimestre deste ano.

De acordo com o SIR-Arrendamento que acompanha as rendas praticadas em cada momento em ambos os mercados, os novos arrendamentos concretizados em Lisboa no 3º trimestre atingiram uma média de 16,8€/m2 e no Porto os 12,6€/m2. Em qualquer caso são níveis inéditos.

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Trienal: As Talks arrancam esta quarta-feira

As Talks, Talks, Talks, as conferências da Trienal, reúne diferentes vozes com um contributo fundamental para os temas de Terra, com figuras que vão da arquitectura à agricultura, antropologia ou ao activismo social. Acontece de 26 a 28 de Outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian

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Porquê? Como? Para quem? São estas as questões orientadoras de três dias de apresentações e debates que enriquecem as temáticas desenvolvidas nas exposições centrais de Terra.

O arranque deste ciclo de conferências dá-se esta quarta-feira, dia 26 de Outubro, pelas 18 horas, com um trio de vozes com saberes disciplinares complementares para responder à questão: “Porquê construir uma visão transversal dos problemas que enfrentamos?”

Através de um diálogo irreverente e reivindicativo traça-se o diagnóstico e propõem-se modos de acção colectiva. Para este painel são chamados à acção Arjun Appadurai, antropólogo e professor, Alexander D’Hooghe, urbanista e investigador e Keller Easterling, arquitecta e escritora (que vem em substituição de Vandana Shiva que não poderá comparecer). A moderação está a cargo de Marta Sequeira, arquitecta e investigadora.

“Como reimaginar os instrumentos da arquitectura em prol da economia circular?” é o tema do segundo dia de Talks, dia 27 de Outubro. Esta sessão traz a debate investigações que se debruçam sobre contextos urbanos complexos. A comparação entre os lados opostos do actual sistema de extracção e exploração de recursos é o catalisador para uma nova geração de modelos alternativos. Marcam presença Marc Angélil, investigador e professor, Charlotte Malterre-Barthes, arquitecta e investigadora e Rahul Mehrotra, urbanista e professor. A moderação é do autor e curador, Pedro Gadanho.

O terceiro dia é dedicado às comunidades, através de três práticas que procuram recuperar o equilíbrio em ecossistemas sociais diversos, do Brasil aos Países Baixos e à Índia. Através da pergunta “Para quem são mais urgentes soluções arquitectónicas?” e de exemplo recentes procura-se encontrar pistas para uma verdadeira mudança à escala global. Para o debate do dia 28 estarão presentes Anupama Kundoo, arquitecta e professora, Erik Stenberg, arquitecto e professor e Ernst Götsch, agricultor e investigador, e Marc Leiber, agrónomo e consultor. Inês Dantas, arquitecta e investigadora, faz a moderação.

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“Queremos fazer da Decorhotel um evento nacional de relevância”

Depois de uma edição forte em 2021, a organização da feira espera “superar as expectativas” com a 5ª edição da DecorHotel. Um evento que irá “primar pela diferença e qualidade das empresas expositoras” e que espera vir a receber “mais de 15 mil visitantes profissionais”

Cidália Lopes

Ao CONSTRUIR, José Frazão, administrador da Exposalão, falou sobre a evolução do sector, as dificuldades, mas também a facilidade de adaptação e resiliência. Além das marcas e os empresários que trabalham neste sector, a Decorhotel procura que, também, os arquitectos estejam cada vez mais presentes, pela forma empenhada como têm contribuído para a “requalificação e renovação dos espaços, garantindo intemporalidade e adaptação às novas tendências”

Depois do interregno provocado pela Covid e a edição do ano passado ainda com constrangimentos, que feira podemos esperar este ano? E que novidades?
Acreditamos que este é um evento que está em constante evolução e resulta de um esforço muito grande por parte dos arquitectos, que têm ao longo dos últimos anos trabalhado de forma muito empenhada nos novos projectos, oferecendo-lhes novo valor, e também na requalificação e renovação dos espaços, garantindo intemporalidade e adaptação às novas tendências. Estes são os profissionais que queremos que estejam presentes na Decorhotel.
Privilegiamos as oportunidades de negócio e acreditamos que essa é a principal matriz da Decorhotel. Todos os aspectos que visam melhorar o evento são tidos em conta. Ouvimos aquilo que são as expectativas das empresas expositoras e dos profissionais e tentamos responder-lhes da melhor forma possível.
Estamos a preparar a nova edição da Decorhotel há vários meses e percebemos desde o início, que este ano tínhamos de elevar a fasquia e chegar mais longe. A última edição em Lisboa foi um verdadeiro sucesso e mantemos a confiança de que vamos superar as expectativas acumuladas. Os expositores elogiaram, os profissionais também. Estamos certos de que temos as empresas mais prestigiadas do sector connosco e aquelas que despertam particular interesse aos visitantes, que participam em fóruns desta dimensão.

Superar a marca dos 15 mil visitantes
Qual o número de expositores esperado e que área irá ocupar esta 5ª edição?

Contamos com grande adesão do sector e isso deixa-nos muito confiantes em relação aquilo que será o evento. Este ano, a Decorhotel conta cerca de 300 empresas expositoras e mais de 500 marcas. Esperamos superar a marca dos 15 mil visitantes profissionais e o preenchimento prévio das acreditações para os profissionais do sector dão-nos já garantia de que teremos uma forte de participação da hotelaria e do turismo.
Se falarmos no evento de uma forma mais abrangente, incluindo as feiras Expoalimenta e Expocarne, falamos de um espaço com cerca de 16 mil m2, 500 empresas e quase 1000 marcas. Dois espaços a funcionar durante todo o dia para receber todos os profissionais que fazem parte da indústria e querem ficar a par das novas propostas do mercado e aprender para melhorar os seus negócios.

Apesar da sua ‘tenra idade’ a Decor Hotel tem já o seu espaço firmado no sector, não só como uma das feiras mais importantes, mas também como uma “incubadora de tendências”. Neste sentido, e pelo perfil de expositores que a feira vai ter, quais as principais tendências que podemos antecipar?
Temos um evento que serve as necessidades do sector e ainda acrescenta valor. Acreditamos que a Decorhotel prima pela diferença e qualidade das empresas expositoras. Actualmente, o sector tem mais desafios para responder e por isso há uma necessidade de encontrar novas soluções e propostas para cada cliente. As empresas que vão estar na Decorhotel estão preparadas para responder a todos os desafios que lhes forem lançados. Isto traduz a facilidade de adaptação e resposta por parte das empresas.
Em Portugal são produzidos produtos de grande qualidade, desenhados pelos nossos arquitectos e decoradores, que concedem qualidade e design, e os nossos eventos têm ajudado a prová-lo. As características da produção portuguesa são reconhecidas em todo o Mundo pela sua excelência. Temos profissionais qualificados de muita competência na linha da frente das cadeias de produção e por isso conseguimos garantir que aquilo que é feito em termos de design no nosso País é de elevada qualidade em qualquer parte do Mundo.

Depois de ter sido um dos sectores mais afectados com a pandemia, o turismo recuperou os números de 2019. Na vossa opinião e apesar dos custos dos materiais e de energia é expectável que o sector cresça? De que forma é que questões como a energia e a sustentabilidade poderão impactar o sector?
O sector já está a sentir inevitavelmente estes desafios dos tempos actuais e na verdade somam-se aqueles que têm marcado os últimos dois/três anos. O que podemos concluir é que embora haja dificuldades, há uma enorme resiliência e vontade da indústria hoteleira e dos profissionais que nela trabalham com grande empenho em melhorar o serviço. Não há dúvidas que Portugal sabe receber. Fazemo-lo de forma única e para quem chega pela primeira vez ao País e é surpreendido com um serviço de elevada qualidade e que supera quaisquer expectativas anteriores.
Enquanto empresário hoteleiro, acredito que essa filosofia vai manter-se no presente e no futuro, embora as actuais dificuldades sejam uma realidade. O espírito é positivo e o ambiente de trabalho quer-se igual. Se trabalharmos todos com o mesmo objectivo, conseguiremos com certeza superar todas as dificuldades que apareçam.

No que diz respeito à Decorhotel podemos contar com uma próxima edição em 2023 e em Lisboa? O sistema rotativo Porto – Lisboa irá manter-se?
A Decorhotel regressa a Lisboa em Outubro de 2023. A última edição na capital correu muito bem e ficámos de imediato com a certeza de que era importante voltar para atingir novos resultados. Agora, estamos focados e empenhados na organização na edição de 2022, que acreditamos que será um grande sucesso. Estamos ao lado das empresas e os seus empresários, que também contribuem para esta dinâmica. Queremos fazer da Decorhotel um evento nacional de relevância por isso a sua localização pode acompanhar as necessidades do mercado, dos expositores e dos próprios profissionais que visitam a feira.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Imobiliário

Entre o interesse dos investidores e os condicionalismos do mercado, 2023 será um ano desafiante

No mercado apenas desde 2019, a Hawk Real Estate Collective ultrapassou a prova de fogo provocada pela pandemia com distinção. Hoje, está presente nas regiões da grande Lisboa, reforçou a sua posição no eixo Alcácer do Sal, Grândola, Comporta e Melides e fixou-se no Algarve

No seguimento do crescimento registado nos primeiros anos de actividade, no final de 2022 deverá atingir um volume de negócios superior a 30 milhões de euros. Um dos seus últimos negócios, a entrada do hostel espanhol Room007 na capital, com a aquisição de um dos edifícios mais icónicos da Noite lisboeta, deu-lhe destaque na imprensa.

“Tinha acabado de chegar de Angola e comecei a olhar para o mercado imobiliário, em especial da grande Lisboa e percebi que havia potencial e interesse para vender grandes activos e imóveis destinados à promoção imobiliária, mas havia um gap na informação que chegava aos investidores. Para vender um terreno para construção de um empreendimento não basta tirar simplesmente fotografias e falar da vista, mas é preciso fazer analise urbanísticas, falar do potencial construtivo… basicamente ‘calçar os sapatos dos investidores’ e fazer algumas contas para perceber se esse investimento vale a pena, ou não”, conta Miguel Freitas, CEO da Hawk em conversa com o CONSTRUIR.

O primeiro negócio da consultora foi um terreno no Guincho e daí a juntar uma equipa experiente no sector imobiliário, composta por arquitectos, engenheiros e designers, foi um passo, sempre com foco em grandes activos para promoção.

A ligação pessoal a Alcácer do Sal, Grândola, Comporta e Melides potenciou o desenvolvimento da actividade, neste que é uma das “zonas mais dinâmicas do país a nível de transacções”, refere Miguel Freitas.

‘Vistos gold’ incutem dinamismo
Os investidores, em especial os que são atraídos pelas vantagens dos Vistos Gold são um dos motores desse dinamismo. “Alcácer e Grândola assim como Évora e Óbidos são geografias que os investidores priorizam e é uma área que continua a registar em forte crescimento. Começamos a desenvolver bastante negócio nessa zona e conseguimos posicionar a Hawk de uma forma bastante interessante”, refere o CEO e fundador da consultora imobiliária.

Compreender o que motiva este investidor foi, em última análise um dos segredos desse posicionamento, o qual anda a par e passo com o potencial turístico que a região oferece. E a tendência irá manter-se. “Um investidor, e em especial, aquele que vem através dos Vistos Gold, compra uma casa e espera um retorno. Não se vendem apartamentos para Vistos Gold em Chaves, por exemplo, porque depois as pessoas compram, mas percebem que não há qualquer tipo de rentabilidade. Mas naquela zona costeira umT0 ou um T1 facilmente oferece um bom retorno e é isso que estes investidores procuram. Pela minha experiência, é raro o comprador que quer, simplesmente, obter o certificado de residência e que não espere uma rentabilidade”, sustenta Miguel Freitas.

Na carteira de activos da consultora imobiliária estão edifícios devolutos, localizados em zonas históricas em Grândola e Alcácer, e que estão na mira de promotores imobiliários. Para além de portugueses, é cada vez maior o leque de nacionalidades que surge entre os seus compradores. “Temos muitos espanhóis, mas começam a surgir também norte-americanos, franceses, etc… Um crescimento do investimento estrangeiro que está associado ao novo paradigma mundial e há guerra que está a afectar a Europa. Também existe um crescimento do número de investidores brasileiros, em virtude da instabilidade que o país está a viver neste ano de eleições”, inúmera Miguel Freitas.

O objectivo próximo da consultora imobiliária é, para além de aumentar o volume de negócios em Lisboa, continuar o trabalho desenvolvido nos concelhos de Grândola e Alcácer do Sal, potenciando a enorme dinâmica gerada pela Comporta e Melides e as suas consequentes oportunidades, e crescer no Algarve.

2023 desafiante
Não obstante, o próximo ano será desafiante. “É verdade que Portugal, e em especial o sector imobiliário, tem beneficiado desta instabilidade mundial, sendo um país de refúgio. A procura continua em alta, há investidores que estão ávidos por investir, mas a oferta não é abundante e isto começa a ser um problema porque os preços depois também não baixam e os custos de construção também estão mais altos. O que começamos a assistir é que apesar do entusiasmo e do interesse do mercado, temos alguns players a refrear o seu investimento porque todos estes aumentos vão reflectir-se no preço final”, considera Miguel Freitas.

Seguindo as tendências, outra das apostas da Hawk Real Estate Collective, será no blockchain e na negociação de activos em criptomoedas. “Ainda é um nicho de mercado, mas com tendência para crescer e queremos estar presentes. Temos que estar preparados. Vamos ver como esse mercado lida com a instabilidade que se passa no mundo real, com a inflação, com as altas taxas de juro e com as alterações geopolíticas, por outro lado existem benefícios para investimentos em cripto moedas e investidores com esse perfil”, resume.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

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Arquitectos portugueses distinguidos nos WATA 2022

O atelier Multiprojectus e o arquitecto Paulo Martins foram distinguidos nas categorias “Working” e ”Restoring Residential’, respectivamente. Os WATA são organizados pela Technal

CONSTRUIR

A segunda edição dos World Architecture Award (WATA) 2022 decorreu no passado dia 4 de Outubro, em Paris, e das nove categorias existentes, o projecto “Edifício Industrial”, projectado em Santo Tirso pela Multiprojectus, arrecadou o primeiro prémio na categoria  “Working”, enquanto que, o projecto “Casa Beira Mar”, em Aveiro, com assinatura de Paulo Martins, foi distinguido com a menção honrosa na categoria ”Restoring Residential’’.

Os WATA são um concurso bienal dedicado a arquitectos que premeia os melhores projectos recentes em termos de qualidade arquitectónica em que são utilizados produtos de caixilharia Technal.

Neste edição dos WATA foram distinguidos 17 projectos internacionais, seleccionados por um júri internacional composto por sete elementos, de renome mundial, nomeadamente, Brian Kleiver (SOM – Skidmore, Owings & Merrill, Dubai), Lucía Ferrater (OAB, Barcelona), Vasco Leónidas (NLA Arquitetos, Lisboa), Sylvie Bruyninckx, (VIVA ARCHITECTURE, Belgica), Moheb Marcos (ECG, Egipto), Afsar Mirza, (GENSLER, Reino Unido) e Patrick MITON (SOHO ATLAS IN FINE, França).

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