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Imobiliário

Rendas das casas sobem 9,2% em lisboa e 6,0% no porto no último ano

Trata-se de uma forte recuperação das rendas, considerando que há um ano atrás, no 1º trimestre de 2021, as rendas em Lisboa estavam a descer 18,0% em termos homólogos, enquanto no Porto essa descida era de 8,0%

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Trata-se de uma forte recuperação das rendas, considerando que há um ano atrás, no 1º trimestre de 2021, as rendas em Lisboa estavam a descer 18,0% em termos homólogos, enquanto no Porto essa descida era de 8,0%

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No último ano, terminado no 1º trimestre de 2022, as rendas das casas aumentaram 9,2% em Lisboa e 6,0% no Porto, conforme a taxa de variação homóloga apurada pela Confidencial Imobiliário para o Índice de Rendas Residenciais. Em qualquer das cidades trata-se de uma forte recuperação das rendas, considerando que há um ano atrás, no 1º trimestre de 2021, as rendas em Lisboa estavam a descer 18,0% em termos homólogos, enquanto no Porto essa descida era de 8,0%.

Em Lisboa, a variação homóloga de 9,2% observada no 1º trimestre de 2022 é mesmo a mais expressiva desde o final de 2018, resultando da forte recuperação trimestral das rendas observada desde meados do ano passado. As rendas na capital entraram em terreno negativo ainda antes da pandemia, no final de 2019, exibindo a primeira descida trimestral em anos. Só desde meados do ano passado voltaram ao crescimento, aumentando agora há três trimestres consecutivos a um ritmo trimestral próximo de 3,0%. No 1º trimestre deste ano, a variação trimestral foi de 3,3%.

No Porto, a variação homóloga de 6,0% coloca este indicador em terreno positivo pela primeira vez no último ano e meio, refletindo igualmente o forte desempenho de curto-prazo das rendas nos últimos dois trimestres. Assim, depois de vários trimestres de descida, apuraram-se variações trimestrais de 3,5% no 4º trimestre de 2021 e de 4,8% no 1º trimestre de 2022, esta última sendo mesmo a maior subida trimestral desde meados de 2018.

No agregado nacional (Portugal Continental), as rendas contratadas na habitação exibiram um aumento de 7,2% no 1º trimestre face ao mesmo período do ano passado e de 1,3% face ao trimestre anterior.

Não obstante a forte recuperação dos últimos meses, as rendas em Lisboa e no Porto mantêm-se em níveis inferiores aos praticados no pré-Covid (1ºtrimestre de 2020). Concretamente, no 1º trimestre deste ano, em Lisboa as rendas permaneciam 10,5% abaixo do 1º trimestre de 2020, enquanto no Porto esse diferencial era de -2,5 %. No conjunto do país, pelo contrário, as rendas no 1º trimestre do ano já recuperaram para os níveis pré-Covid, dos quais estão atualmente 0,8% acima. No 1º trimestre de 2022, a renda média contratada foi de 14,3€/m2 em Lisboa e de 11,7€/m2 no Porto, fixando-se em 11,0€/m2 no país, de acordo com os dados do SIR-Arrendamento.

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Investimento de 120M€ no Terminal de Contentores Alcântara apresentado esta sexta-feira

A Yilport Ibéria, concessionária do terminal, vai apresentar o investimento de 123 milhões de euros realizado na reconversão e expansão do Terminal de Contentores de Alcântara e onde se inclui a instalação de quatro novas gruas

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O Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, marcará presença na apresentação pública do Investimento de Modernização do Terminal de Contentores de Alcântara, da gestora portuária Yilport Liscont, que se realiza no próximo dia 10 de Novembro, na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa. O projecto de investimento de cerca de 123 milhões de euros inclui quatro novas gruas que chegaram no primeiro dia de 2022.

O evento tem como objectivo revelar o investimento privado de reconversão e expansão que foi feito no Terminal de Contentores de Alcântara, e no qual se inclui a instalação de quatro novas gruas, fabricadas pela empresa japonesa Mitsui, que chegaram a Lisboa, vindas do porto japonês de Oita, no dia 1 de Janeiro de 2022. O investimento engloba seis E-RTG (eléctricos e com operação remota), ECO – Reach Stackers, repavimentação de todo o pátio de contentores e novos edifícios: um para operações/manutenção e outro para inspecções de alfândega e PIF.

Este investimento permitiu introduzir melhorias significativas não só a nível ambiental, como no incremento de segurança das operações quer para os próprios trabalhadores, como para todos aqueles que diariamente prestam a sua actividade no terminal. Em específico, as novas gruas, totalmente eléctricas, vêm possibilitar a movimentação de mercadorias com menores impactos, nomeadamente a diminuição das emissões de CO2 durante as operações.
Estima-se que esta modernização permita aumentar a capacidade de recepção de navios de maior dimensão, reduzir os custos de transporte na cadeia logística, com ganhos nas exportações nacionais e assim atrair mais carga para serem movimentadas em Portugal.

“Este investimento terá um retorno muito revelante para a economia nacional e o hinterland do Porto de Lisboa. Vai permitir diminuir significativamente a emissão de CO2 e contribuir para a sustentabilidade ambiental da operação portuária. De igual forma, a operação remota e semi-automática de equipamentos vai melhorar as condições de trabalho e segurança dos nossos trabalhadores. Finalmente é nossa convicção que o investimento na modernização desta infraestrutura portuaria vai atrair novos serviços e escalas directas transatlânticas para o Porto de Lisboa, que vão por si só alavancar a vocação exportadora da economia nacional”, explica Nuno David Silva, director geral regional da Yilport Ibéria.

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Fotografia: Ivo Tavares Studio

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Apresentação do projecto Turismo & Arquitectura I Plataforma Tours

A Casa da Arquitectura – Centro Português de Arquitectura, em Matosinhos, vai receber no próximo dia 11 de Novembro a apresentação do Projecto Turismo & Arquitectura I Plataforma Tours

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A Casa da Arquitectura – Centro Português de Arquitectura, em Matosinhos, vai receber no próximo dia 11 de Novembro a apresentação do Projecto Turismo & Arquitectura I Plataforma Tours.

A Plataforma Tours é uma componente do Programa “Turismo & Arquitectura” que resulta
de uma parceria entre a Casa da Arquitectura e o Turismo de Portugal.

O director-executivo da Casa da Arquitectura, Nuno Sampaio, e o Presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, farão a apresentação do projecto. O encerramento da sessão será feita pela Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

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Caminhos para cumprir o PRR na Habitação

Conferência Internacional em Lisboa debate soluções para a execução dos fundos de recuperação disponibilizados pela União Europeia

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A Câmara Municipal de Lisboa, a Housing Europe, a Gebalis e a Associação Portuguesa de Habitação Municipal organizam nos dias 10 e 11 de Novembro a Conferência Internacional “Social Housing and the Recovery Plans – pathways to solutions”, que decorrerá no Fórum Lisboa.

Na conferência serão apresentados os Planos de Recuperação e Resiliência de diversos países no âmbito da habitação pública, nas suas várias vertentes, desde a construção de novas habitações, à melhoria da eficiência energética dos edifícios ou a inclusão habitacional. Estarão presentes representantes das instituições europeias que apresentarão o enquadramento deste fundo financeiro e a sua conjugação com outros fundos disponibilizados pela União Europeia.
Num momento em que cresce a indefinição e a incerteza sobre a capacidade dos países cumprirem os planos aprovados – face às múltiplas adversidades a nível europeu e mundial que têm surgido –, e estando em discussão a necessidade e a possibilidade de alterar ou adaptar os planos para que sejam exequíveis, a conferência Social Housing ganha especial relevância.

Portugal destaca-se no conjunto dos planos de recuperação e resiliência apresentados pelos vários países europeus pelo grande investimento na construção de habitações acessíveis, sofrendo, no entanto, as consequências da escalada de preços da construção, escassez de matérias-primas e, até, pela inexistência de uma indústria de construção com dimensão para responder a estes objectivos.

Neste sentido, a conferência porá o foco sobre a necessidade de monitorização contínua dos Planos de Recuperação e Resiliência nacionais, num evento que é, além de um momento de partilha, um encontro de oportunidade.

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MNAC; Museu do Chiado; Museu Nacional de Arte Contemporâ nea do Chiado; Rie Candelários; Intervensão; Fachada do Edificio; Pires Vieira; Artista; Lisboa; © Hugo David 2021;

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Estrangeiros de 60 países adquiriram 403 M€ em habitação na ARU de Lisboa no 1º semestre de 2022

O montante investido por estrangeiros neste período fica em linha com os níveis médios semestrais dos últimos três anos, posicionados entre os 360 e os 390 milhões de euros. Não obstante, exibe uma redução de 32% face ao semestre anterior

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Nos primeiros seis meses de 2022, os estrangeiros compraram cerca de 790 imóveis residenciais na Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Lisboa num total de 403 milhões de euros de investimento. Neste período, o ticket médio de investimento dos estrangeiros foi de 509,0 mil euros e as aquisições foram concretizadas por compradores oriundos de 60 países diferentes. Os dados são apurados pela Confidencial Imobiliário e abrangem transacções de habitação concretizadas por particulares na ARU de Lisboa.

O montante investido por estrangeiros neste período fica em linha com os níveis médios semestrais dos últimos três anos, posicionados entre os 360 e os 390 milhões de euros. Não obstante, exibe uma redução de 32% face ao semestre anterior, mas este período registou um investimento recorde de 592,5 milhões de euros, reflectindo uma antecipação das aquisições devido às alterações nos critérios de elegibilidade dos vistos gold, em Janeiro seguinte.

No 1º semestre do ano, 56% do montante internacional foi investido por cinco nacionalidades. Os franceses foram os compradores mais activos, investindo 71,6 milhões de euros, o equivalente a 18% do montante internacional, seguidos dos norte-americanos, que aplicaram 48,4 milhões de euros (quota de 12%). As cinco nacionalidades mais activas incluem também os chineses, com um investimento de 38,7 milhões de euros (quota de 10%), os britânicos, cujo montante investido ascendeu a 33,2 milhões de euros, e os brasileiros, que alocaram 32,8 milhões de euros à compra de habitação. Estas duas últimas nacionalidades detêm uma quota de 8% cada no investimento estrangeiro.

Entre estas cinco nacionalidades mais activas, são os brasileiros quem mais investe por operação, apresentando um ticket médio de investimento de 763,3 mil de euros. Este valor fica cerca de 40% acima do montante médio aplicado pelos franceses, norte-americanos e britânicos, cujos tickets se situam entre os 525,0 mil de euros e os 566,0 mil de euros. Os chineses são quem investe menos, situando o seu ticket médio em 464,2 mil de euros.

Em termos de destinos de investimento, as freguesias de Santo António, Avenidas Novas, Estrela, Arroios, Misericórdia e Santa Maria Maior são as preferidas dos compradores estrangeiros, agregando, entre si, 73% do investimento internacional no semestre. Santo António, Avenidas Novas e Estrela registam quotas de 13% do montante internacional, com 50 a 53 milhões de euros de compras internacionais; Arroios e Misericórdia detêm uma quota de 12% cada, com investimentos na ordem dos €47 milhões; e Santa Maria Maior, com uma quota de 11% agregou €43 milhões de investimento.

Estrangeiros geram 33% das compras
No 1º semestre, a ARU de Lisboa atraiu €1.225 milhões de investimento em habitação num total de 3.100 imóveis adquiridos. Os estrangeiros foram, assim, responsáveis por 33% das aquisições em valor e 26% em número de operações. Os portugueses geraram 67% das compras em montante, num total de 822,3 milhões. Em número de operações a quota nacional foi de 74%, equivalente a 2.275 operações. O investimento nacional apresentou uma variação de 4% face ao semestre anterior, quando foram investidos 792 milhões de euros.

Apesar da predominância nacional no volume de investimento, os compradores estrangeiros investem, em média, mais 40% por operação que os portugueses, comparando-se tickets médios de 509,0 mil e 361,5 mil de euros, respectivamente.

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‘Clean tech’ da Mota-Engil e Overseas celebram acordo para “implementar soluções de sustentabilidade e descarbonização”

Para o efeito, cada produto imobiliário será objecto de acções conjuntas que visam eleger as melhores soluções ambientais com vista à obtenção de um certificado de referência internacional que destaque os imóveis como exemplo de excelência

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A Mota-Engil Renewing, a nova clean tech do grupo Mota-Engil que tem por missão acelerar a transição energética e a descarbonização dos centros urbanos, das empresas e da indústria, e a Overseas, o novo promotor imobiliário nacional, são agora parceiras tecnológicas na investigação, desenvolvimento e promoção de soluções e serviços ambientalmente sustentáveis a desenvolver na oferta imobiliária.

O protocolo celebrado entre as duas empresas visa descarbonizar os produtos imobiliários promovidos pela Overseas, com o objectivo de atingir a neutralidade carbónica, sempre que possível. Para o efeito, cada produto imobiliário será objecto de acções conjuntas que visam eleger as melhores soluções ambientais com vista à obtenção de um certificado de referência internacional que destaque os imóveis como exemplo de excelência ao nível de desempenho ambiental e energético.

Os objectivos passam por desenhar um roteiro de sustentabilidade que promova a redução da pegada de carbono, dos consumos energéticos e da água, entre outros. O desenvolvimento de soluções e serviços inteligentes irá actuar na disponibilização de plataforma de gestão dos vários serviços de energia, carregamento eléctrico, soluções de mobilidade, entre outros, a desenvolver nos edifícios; na concepção, instalação, O&M e exploração de soluções de carregamento eléctrico ajustadas às necessidades específicas de cada edifício e condóminos; na implementação e exploração de soluções de mobilidade para os condomínios e na produção, armazenamento e gestão inteligente de energia para autoconsumo, incluindo a análise e desenvolvimento de CER.

A Overseas, gerida por Pedro Vicente, apresentou-se recentemente ao mercado com cinco projectos imobiliários, em Lisboa e Comporta. Os imóveis a transformar pela nova promotora situam-se em Alcântara, junto ao novo complexo de escritórios ALLO, na Rua Braamcamp, em Alfama, na área da Avenida da Liberdade e na Comporta, na Herdade do Silêncio. Em conjunto, os projectos totalizam133 unidades residenciais, cinco lojas e 34 mil m2 de construção, num investimento que atinge os 130 milhões de euros.

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Câmara de Lisboa cria Laboratório Urbano para “aproximar os que vivem e fazem cidade”

0 Projecto Smartdest, conduzido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa é o primeiro desafio do LUL e está a ser implementado na freguesia da Misericórdia

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0 Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL) criou, recentemente, o Laboratório Urbano  de Lisboa (LUL). O objectivo passa por aproximar, cada vez mais, aqueles que vivem e aqueles que pensam e fazem cidade.

0 LUL é um espaço colaborativo de observação, auscultação, desenho, teste e validação de soluções para problemas urbanos, que promove a participação cidadã e a criação de uma ideia de cidade, que se quer actual, sustentável, resiliente, inclusiva e adaptada às necessidades da comunidade

Pretende, ainda, através das suas actividades experimentais, locais e de natureza participativa, criar e testar soluções urbanas inovadoras para o futuro das cidades e, ao mesmo tempo, contribuir para o aumento da literacia em Urbanismo.

0 Projecto Smartdest – “Cities as mobility hubs: Tackling social exclusion through ‘smart’ citizen engagement”, conduzido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa é o primeiro desafio do LUL e está a ser implementado na freguesia da Misericórdia. Após uma primeira fase de estudo qualitativo aprofundado o LUL levou a cabo um conjunto de acçöes com vista à auscultação, debate e co-construção de soluções para os problemas identificados.

Entretanto, o programa prevê alargar a sua participação a outras áreas da cidade de Lisboa e encontra-se em fase de candidatura a novos projectos.

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Arquitectura

Trienal apresenta nova ronda de ‘Projectos Independentes’

A partir deste Sábado, dia 5 de Novembro, o novo ciclo arranca com a inauguração de três exposições no Palácio Sinel de Cordes, assim como mais dois espaços expositivos nas Carpintarias de São Lázaro e Galerias Municipais – Galeria Avenida da Índia

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A Trienal de Lisboa apresenta, a partir deste Sábado, dia 5 de Novembro, um novo ciclo de ‘Projectos Independentes’ que arranca com a inauguração de três exposições no Palácio Sinel de Cordes. 

The Clothed Home, exposição da artista Alicja Bielawska com curadoria de Aleksandra Kedziorek, organizada pelo Adam Mickiewicz Institute, explora as formas como os têxteis têm sido utilizados para reflectir o ritmo das mudanças sazonais nos interiores domésticos. A exposição foi recentemente apresentada no MAO, em Liubliana. 

Cidades (Des)Feitas por Infra-estruturas de Transporte Segregadas, da autoria de Filipe Temtem (Organização Elemental Chair, PUC Chile), apresenta um protótipo de um viaduto que funciona como infraestrutura retroactiva, no contexto de uma cidade chilena (des)feita por ferrovias e autoestradas. O projecto inclui ainda uma conferência a 25 de Novembro.

E, por fim, Terra-Collar Work, com curadoria de Gregg Tendai, Juaniko Moreno e Nastia Volynova é uma instalação criada a partir de um workshop realizado no Palácio dias antes da inauguração que aborda a urgência de reimaginar a concepção do trabalho no contexto das alterações climáticas.

Além destas três exposições, o Palácio Sinel de Cordes vai ainda acolher, esta sexta-feira, dia 4, e 25 de Novembro, o primeiro dia das duas últimas sessões do workshop Terra como Casa (que se estende à Casa da Cerca nos dias 5, 6, 26 e 27 de Novembro) e, a 22 e 23 de Novembro, o workshop Tracing Data Exhaust in Conflict Zones, que explora a relação dos seres humanos com a sua pegada digital, seguindo o rasto de metadados que expandem e condicionam as relações humanas.

O programa deste novo ciclo marca também presença em mais dois espaços de Lisboa. De 17 de Novembro a 30 de Dezembro vai estar patente a exposição River Somes nas Carpintarias de São Lázaro. Criada por um colectivo de autorias e colaborações, o projecto propõe a regeneração e renaturalização fluvial para interligar as diversas comunidades que habitam a cidade de Cluj-Napoca, na Roménia.

Nas Galerias Municipais – Galeria Avenida da Índia, será possível visitar, de 17 de Novembro a 26 de Março de 2023, a exposição Disquietude: Arquitectura e Energia em Portugal. Com curadoria de Lars Fischer e Kim Förster, esta aborda o emaranhado entre arquitectura e energia no século XXI, utilizando Portugal como exemplo e tendo em conta as transformações actuais

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Broadway Malyan reforça actividade de Escritórios no Reino Unido

A Broadway Malyan fortaleceu o seu negócio no segmento de escritórios com a aquisição da WILL+ Partners e da afiliada de arquitectura DC3. A fusão terá impacto, numa primeira análise, na actividade desenvolvida no Reino Unido mas o objectivo é reforçar o trabalho global do grupo

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(Ian Apsley, group managing director da Broadway Malyan)

A multinacional de arquitectura, urbanismo e design Broadway Malyan fortaleceu o seu negócio no segmento de escritórios com a aquisição da WILL+ Partners e da afiliada de arquitectura DC3, empresa britânica especializada em design de escritórios e espaços de trabalho, para expandir a sua actividade nesta área de negócio.

A fusão, por integração, vai ter impacto, sobretudo, no mercado do Reino Unido, mas constitui uma oportunidade de criar sinergias com outros estúdios da multinacional de arquitectura, como o português, onde esta área de negócio tem vindo a crescer de forma assinalável.

Assinalando 25 anos de actividade no mercado nacional, a Broadway Malyan desenvolveu um percurso sólido na área de escritórios, abrangendo quer projectos de arquitectura quer de design de interiores. O portefólio em Portugal inclui, entre muitos outros projetos, dois dos edifícios a nascer no inovador campus de escritórios EXEO, no Parque das Nações, e o multipremiado Porto Office Park, na Porto. Na área de interiores e fit out, a Broadway Malyan concluiu recentemente as novas sedes do grupo AGEAS em Lisboa e Porto, cujo design reflete as últimas tendências a nível dos novos modelos de trabalho, inovação e sustentabilidade.

“O principal objectivo desta fusão com a WILL+Partners é a expandir a oferta de serviços da Broadway Malyan na área de escritórios. Estamos a trabalhar em vários projectos de interiores corporativos de alto padrão em toda a Europa, Índia e Sudeste Asiático, e a oferta combinada das nossas empresas vai ajudar a consolidar a oferta da Broadway Malyan no Reino Unido”, justifica Ian Apsley, group managing director da Broadway Malyan. “A experiência, o conhecimento e o talento que a equipa traz é um motivo de grande satisfação para nós. Estamos desejosos de trabalhar quer com os nossos clientes existentes quer com novos clientes em projetos de todas as áreas de imobiliário corporativo e científico”, reforça.

“Temos relações muito sólidas e fortes com várias empresas de renome em todo o mundo com as quais trabalhamos no reposicionamento dos seus escritórios e design de interiores. Nos últimos anos, temos trabalhado mais esta área nos mercados fora do Reino Unido. Juntar a WILL+Partners à nossa equipa vai ajudar-nos a alterar esta situação. Esta é uma ocasião excelente para fortalecermos a nossa capacidade nesta área, pois, globalmente, as empresas estão a rever os seus requisitos para os espaços de trabalho, devido aos novos padrões de trabalho que a pandemia veio consolidar”, adianta Stuart Rough, chairman da Broadway Malyan e o qual está sedeado em Lisboa

No âmbito desta fusão, as duas empresas adquiridas vão juntar-se à equipa da Broadway Malyan sedeada em Waterloo, Londres. A equipa de 12 pessoas da WILL+Partners vai liderar a divisão de design de escritórios da Broadway Malyan no Reino Unido. Os diretores da DC3, John Drew e Therese Bak, vão juntar-se à Broadway Malyan. Enquanto William Poole-Wilson, fundador e director geral da WILL+Partners, vai integrar o conselho de administração da Broadway Malyan.

Com esta operação, a Broadway Malyan irá alargar e diversificar os sectores e os clientes que serve a partir do estúdio de Londres.

“Esta operação leva a WILL+Partners dez anos para o futuro. Além disso, será muito divertido. Sempre admirei o trabalho da Broadway Malyan e agora esta fusão vai permitir-nos ter um papel-chave nesse trabalho, e crescer no Reino Unido, Irlanda e, posteriormente, no resto da Europa. Há claras sinergias em termos dos clientes empresariais que podem ser capitalizadas, especialmente nesta área de serviços profissionais”, sustenta Poole-Wilson-

A WILL+Partners, especializada no design de escritórios inovadores, abrangendo sectores como a banca, seguros, corporativo e terceiro sector, vai continuar a operar sob a sua marca.

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Tiko com crescimento acentuado nas transacções de 2022

Segundo a proptech, o volume de transacções registou um aumento de 400%, representando cerca de 30% do total realizado nas cidades onde se encontra a actuar

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Num ano marcado pelo abrandamento da pandemia e aumento da procura de serviços no sector imobiliário, a Tiko cresceu 400% em volume de transações em 2022.

Segundo a proptech, do total de transacções nas cidades onde está presente, 30% foram realizadas pela Tiko. De facto, Lisboa foi a cidade com o maior número de transacções no mercado português, sendo responsável por aproximadamente 56% das transacções da empresa. 

“Em Portugal excedemos os nossos objectivos iniciais e isso ajudou-nos a alcançar, em 2021, receitas totais com uma margem bruta de +15%, um valor record. Motivos mais do que suficientes para fazer crescer a nossa equipa”, refere Ana Villanueva, ceo iberia da Tiko.

Tendo recebido pedidos de avaliação de propriedades com origem noutras cidades de Portugal, a Tiko prevê avançar para novas localizações em breve. Actualmente, a Tiko tem escritório em Lisboa, Setúbal e Porto e uma equipa de 10 pessoas em Portugal.

A tecnologia desempenha um papel fundamental dentro da empresa: A Tiko tem o seu próprio algoritmo que valoriza cada propriedade sem a ver. Ana explica que “TikoAnalytics é um algoritmo de inteligência artificial que recolhe quatro milhões de peças de dados de mercado todos os dias a partir de propriedades e cruza-as com dados de transação. Este cruzamento de dados permite à Tiko calcular o preço do imóvel sem o visitar, com menos parcialidade no processo de avaliação e assegurando a melhor aproximação ao valor real do mercado, para além de prever as tendências futuras do próprio mercado.

Num mercado onde existe um desequilíbrio entre a oferta e a procura, Ana Villanueva mostra-se confiante quando ao futuro do sector, ainda que seja urgente rever a carga fiscal, bem como os desafios no licenciamento de novos projectos, nomeadamente a burocracia associada ao processo.

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A New Chapter – Belfast campus. (Photo: Nigel McDowell/Ulster University)

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Sacyr Somague conclui projecto na Irlanda do Norte

A Sacyr Somague acaba de concluir e entregar o projecto de concepção e construção do novo Campus da Universidade de Ulster Greater Belfast na Irlanda do Norte, um edifício com 75.000 m2

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Já disponível para o ano académico agora iniciado, o novo edifício inclui cinco átrios e foram precisos mais de 22.000 metros quadrados de vidro para conferir-lhe uma grande luminosidade e permitir a vista para as colinas da cidade. Um dos espaços mais exclusivos do Campus é o jardim situado na cobertura do novo edifício, que dispõe de árvores plantadas em linha com o plano de reflorestamento urbano da cidade de Belfast.

As instalações do Campus incluem mais de 300 espaços de aprendizagem, uma aula magna com 350 lugares e uma sala de conferências com 250 lugares, 18 elevadores, uma biblioteca de dois andares e salas de estudo privadas com capacidade para 500 alunos, um laboratório biométrico e nove espaços de restauração, incluindo uma cafeteria localizada na cobertura do edifício.

Inspirado nas colinas de Belfast, este edifício de última geração é uma construção moderna que combina a inspiração vitoriana da arquitectura local, com materiais modernos e duráveis, resultando num edifício sustentável para mais de 15.000 alunos e funcionários da universidade. O projecto, assinado pelo atelier Feilden Clegg Bradley Studios Building foi finalista dos World Architecture Awards 2019.

Como parte do compromisso com a comunidade local, a Sacyr Somague Irlanda desenvolveu várias iniciativas para apoiar os desempregados de longa duração e criar oportunidades de estágio para estudantes. Durante a execução do projecto, foram proporcionados o equivalente a mais de 100 anos de actividades de formação e estágio.

Este projecto contou ainda com a participação directa de várias empresas portuguesas que aproveitaram a oportunidade de expandir a sua actividade para a Irlanda do Norte, o que em alguns casos significou a sua primeira experiência de internacionalização. O volume de negócios entregue a empresas lusas ultrapassou os 45 milhões de euros.

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