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CTT estão a negociar a criação de uma sociedade para gerir património imobiliário

Em comunicado enviado à CMVM, os CTT informaram que “entraram em negociações exclusivas com uma terceira parte com vista à criação de um veículo especial para deter e gerir o portefólio de retalho e logística dos CTT”, avaliado em 134M€

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Em comunicado enviado à CMVM, os CTT informaram que “entraram em negociações exclusivas com uma terceira parte com vista à criação de um veículo especial para deter e gerir o portefólio de retalho e logística dos CTT”, avaliado em 134M€

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Os CTT – Correios de Portugal estão em negociação com um investidor com vista à criação de uma estrutura para gerir o portfólio imobiliário, de retalho e logístico, detido pela empresa. Em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários, CMVM, os CTT informaram que “entraram em negociações exclusivas com uma terceira parte com vista à criação de um veículo especial para deter e gerir o portefólio de retalho e logística dos CTT”. A empresa sublinha que o a maioria do capital da nova sociedade será detido maioritariamente pelos CTT. “A terceira parte, a quem foi concedido o período de negociação exclusiva, irá co-investir no veículo em conjunto com investidores adicionais”, refere a nota enviada.

Os activos imobiliários dos CTT são compostos por duas carteiras com características diferentes. A primeira, classificada de “portfólio de rendimento” compreende os pontos de presença CTT, em especial as lojas próprias, as quais estão situadas normalmente no centro das localidades, em todo o território nacional, e os armazéns e centros de logística / distribuição que são parte essencial da rede de logística dos CTT em Portugal”.

Este portfólio compreende cerca de 400 imóveis, distribuídos pelo país, avaliados em cerca de 110 milhões de euros e que compreendem uma área bruta locável de cerca de 240 mil m2. “Aqui se incluem ainda potenciais oportunidades de expansão, nomeadamente na rede logística, em Portugal e Espanha (oportunidades de expansão build-to- suit)”.
A segunda carteira, denominada “Portefólio de Desenvolvimento”, compreende imóveis localizados em áreas com potencial para projectos de desenvolvimento de uso misto e que podem vir a tornar-se, num futuro próximo, não essenciais para as redes de logística dos CTT.

Esta carteira é constituída por 10 imóveis, localizados em Portugal, e que têm um valor contabilístico líquido de 24 milhões de euros.

“Cada um dos imóveis do Portefólio de Desenvolvimento será considerado autonomamente, com base no calendário para vir a tornar vagos os activos, nas potenciais oportunidades de desenvolvimento que possam existir ou surgir, e nas características específicas de cada imóvel”, refere o comunicado enviado à CMVM

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Flower Tower “Camellia” inicia construção no 1º trimestre de 2023

Este é o mais recente empreendimento lançado pela Nexity, que vai contar com 134 apartamentos, distribuídos por 21 andares e varandas com vista para o mar de Leça da Palmeira

A construção da Torre “Camellia” terá início no primeiro trimestre 2023. Esta é a segunda torre do projecto Flower Towers, situado em Leça da Palmeira, com assinatura do gabinete de arquitectura ODDA, e que representa um investimento de mais de 27 milhões de euros. O valor dos apartamentos começa nos 134.650 euros até 302.820 euros, e oferece diferentes tipologias: T1 Studio e T1 Smart (T0+1), T1 Smart (T1+ 1) e T2.

Este novo empreendimento foi pensado para quem pretende viver tranquilamente e criar uma família numa vila com história, de espírito jovem e cosmopolita, que privilegia fáceis acessos à cidade e que procura um local para viver a apenas 15 minutos do centro do Porto.

A primeira fase de vendas privadas arrancou em Setembro com o lançamento de um sistema pioneiro que permite fazer a reserva de apartamentos com pagamento 100% online, e que gerou um volume de 20 reservas em apenas 48 horas e já soma mais de 40 reservas em menos de um mês.

“Trouxemos inovação pois somos o primeiro promotor imobiliário em Portugal a ter um site onde se podem fazer reservas 100% online. Tivemos 20 reservas em dois dias e 32 reservas em duas semanas. A possibilidade de acesso 24 horas por dia e de qualquer dispositivo permite aos clientes facilidade e comodidade. No site podem conhecer e ter acesso a todas as informações sobre o projecto, às plantas e detalhes dos apartamentos, fazer a sua escolha com privacidade e tempo e assegurar a reserva do seu apartamento no momento mediante o pagamento online. Estes motivos fazem da experiência 100% digital um facilitador do processo de escolha e reserva”, conta Carolina da Costa Cabral, directora de marketing da Nexity Portugal.

Com a conclusão da construção da primeira torre das Flower Towers, prevista para 1º trimestre de 2023, e o arranque da torre “Camellia”, a Nexity, soma já três projectos em comercialização e cinco em desenvolvimento no território nacional, num investimento total de 337 milhões de euros.

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Imocionate 2022: O futuro do imobiliário passa pela tecnologia

O evento, organizado pela UCI, com o apoio da APEMIP, juntou mais de 500 profissionais do sector para abordar os actuais e futuros desafios em Portugal e no mundo

O evento global da mediação imobiliária, Imocionate, juntou mais de 500 profissionais do sector para abordar os actuais e futuros desafios em Portugal e no mundo. Organizado pela UCI, com o apoio da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), o evento decorreu a 20 de Outubro no Centro de Congresso do Estoril.

“Entramos num novo ciclo económico, mais volátil, com mudanças mais rápidas e onde os períodos de adaptação às novas realidades também devem ser mais rápidos”, destacou Pedro Megre, ceo da UCI Portugal. Também Paulo Caiado, presidente da APEMIP, traçou o quadro actual, falando nas incertezas geradas pela guerra, inflação e subida de taxas de juro, a par da cada vez maior exigência dos consumidores, deixando a mensagem de que “o sucesso do sector está dependente de todos nós, que nele atuamos”.

O evento contou com a participação de vários nomes do imobiliário nacional e internacional, como Jared James, empreendedor norte-americano nas áreas de coaching, marketing e tecnologia aplicadas ao imobiliário, que deu várias recomendações para os agentes imobiliários conseguirem destacar-se num sector que é altamente competitivo. Nadim Habib, economista e professor na NOVA SBE, falou também sobre como “vencer em tempos de mudança”, afirmando que a mudança deve ser normalizada, uma vez que os indivíduos têm grande facilidade de mudar, mesmo que as organizações tenham mais resistência.

Luciane Serifovic, ceo e fundadora da Luxian International Realty, foi a primeira mulher a construir uma imobiliária de luxo virtual do mundo e partilhou a sua história com o público do Imocionate, bem como recomendações para entrar no mercado de luxo. A oradora fez, ainda, parte de outra mesa-redonda, dedicada às tendências do sector, onde falou da sua experiência de transacções imobiliárias com criptomoedas e blockchain. Durante esse painel, do qual também fez parte Diogo Dantas da Cunha, ceo da Flexty, foi abordado o impacto que a inteligência artificial e o metaverso poderão ter no futuro, incluindo no mercado português.

Na mesa-redonda “Sustentabilidade na habitação”, destacou-se a importância da classificação energética, num contexto em que apenas 12% dos portugueses sabem indicar a classe energética da sua casa, segundo dados do estudo “Casa_PT”, que a UCI Portugal realizou em parceria com o Centro de Estudos Aplicados da Universidade Católica Portuguesa. Cátia Alves, directora de sustentabilidade e responsabilidade corporativa da UCI Espanha, destacou que as instituições financeiras devem ser aceleradoras desta mudança, numa sessão em que também se abordou as comunidades energéticas, uma tendência para o futuro e que já dá os primeiros passos em Portugal.

A edição de 2022 do Imocionate contou, ainda, com pitch talks de agentes imobiliários, que partilharam dicas para melhores resultados, bem como intervenções de Massimo Forte, real estate influencer, consultor e formador; e do Chef Henrique Sá Pessoa, que apresentou o “ingrediente secreto” do seu percurso de sucesso, entre outros.

O Imocionate foi organizado pela UCI com o apoio da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP).

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20% dos espaços de escritórios europeus podem tonar-se flexíveis nos próximos 10 anos

Lisboa é um dos mercados europeus em destaque, ocupando o 3º lugar da tabela de mercados mais activos em termos de procura de flex offices sublinha estudo realizado pela consultora Savills, juntamente com a Workthere

Estudo realizado pela consultora Savills, juntamente com a Workthere, prevê que 20% do stock de escritórios na Europa se torne flexível durante os próximos 10 anos. Contudo, esta previsão irá variar significativamente em função da localização e da cultura de trabalho, à medida que a definição de “espaços flexíveis” também evolui.

A procura de espaços de escritórios flexíveis na Europa atingiu 193.000 m2 durante o primeiro semestre de 2022, em linha com os níveis registados nos anos completos de 2020 e 2021, de acordo com as últimas análises de Savills. Amesterdão, Paris CBD e Lisboa têm sido os mercados mais activos ao longo dos últimos 18 meses.

“Entre 2021 e a primeira metade de 2022, os espaços flexíveis foram responsáveis por aproximadamente 8% do volume de absorção no mercado de Lisboa. A capital portuguesa continua a ser um destino que tem sentido uma crescente procura por espaços flexíveis, essencialmente derivado por empresas internacionais que pretendem estabelecer-se no mercado de Lisboa em timings muito reduzidos, procurando espaços plug & play, mas também pela atracção dos nómadas digitais”, explica Frederico Leitão de Sousa, head of corporate solutions Savills Portugal.

A procura de escritórios considerados flexíveis representou 5% da ocupação global em todas as cidades europeias durante o primeiro semestre de 2022, contra 3% durante a pandemia, e mantém-se numa trajectória de recuperação gradual até aos 8-9% observados antes deste período pandémico.

“A recuperação do segmento de espaços de escritórios flexíveis tem sido mais visível devido ao aumento dos níveis de ocupação. De acordo com o nosso mais recente relatório, Flexmark, as taxas de ocupação voltaram aos níveis pré-pandémicos, registando um valor superior a 80% nos escritórios privados e mais de 65% em espaços partilhados”, refere Ed Bouterse, head of Workthere Europe.

Em tempos de incerteza esta tendência aumenta. “Olhando para o futuro”, sublinha Mike Barnes, associate director, Savills European Research, “se os níveis de contratação por parte dos empregadores diminuírem e as taxas de desemprego aumentarem, isto pode reduzir o espaço de escritório necessário. No entanto, a incerteza económica irá impulsionar a procura de modelos de arrendamento mais flexíveis, assim como uma mudança em termos da qualidade de amenities sendo que, uma gama cada vez maior de modelos de trabalho, irá apoiar uma maior procura por espaço designado como flexível”. O mesmo especialista continua, “a par do aumento do custo e também do prazo de fit-out dos espaços, prevemos que a ocupação de escritórios flexíveis representará 5% da ocupação de escritórios europeus em 2023, 6% em 2024, e será responsável por 20% do stock de escritórios a longo prazo”.

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Novos arrendamentos em Lisboa e Porto pagam mais 10% nas rendas

As rendas dos contratos de arrendamento residencial celebrados no 3º trimestre deste ano aumentaram 10% quer em Lisboa quer no Porto face às rendas praticadas nos contratos fechados no trimestre anterior. “Nunca antes em qualquer destas cidades se verificou um aumento trimestral de tal magnitude”

Os dados são apurados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do Índice de Rendas Residenciais, ferramenta que acompanha a evolução das rendas de habitação tendo por base os novos contratos realizados.

“Nunca antes em qualquer destas cidades se verificou um aumento trimestral de tal magnitude. O timing deste aumento na actual conjuntura e o facto de se verificar em simultâneo nos dois mercados, sugere uma tomada de posição dos proprietários em relação ao limite de actualização das rendas para o próximo ano. Este aumento trimestral inédito de 10% poderá ser uma forma de cobrir a inflação por via dos novos contratos, antecipando as perdas que possam decorrer da impossibilidade de o fazer nos contratos vigentes devido ao tectos impostos à actualização das rendas”, comenta Ricardo Guimarães, director da Confidencial.

Depois de quase dois anos a cair, as rendas dos novos contratos em Lisboa estão a subir desde meados de 2021, com variações trimestrais superiores a 2,5%, que agora galopam para os 10%. Esta trajectória tem tido um forte impacto na intensificação da variação homóloga das rendas, de tal forma que este indicador passou de terreno negativo (-6,0%) no 3º trimestre de 2021 para 23% no 3º trimestre deste ano.

No Porto, a trajectória é semelhante, exibindo apenas um pequeno desfasamento temporal. A recuperação das rendas de habitação iniciou-se no final do ano passado, sucedendo a um ano de quebras. Desde então, as variações trimestrais foram sempre superiores a 3,5%, atingindo este máximo assinalável de 10% e igualmente culminando na aceleração expressiva das variações homólogas. No final de 2021, as rendas no Porto registavam uma descida homóloga de 2%, em forte contraste com o aumento homólogo de 24% observado no 3º trimestre deste ano.

De acordo com o SIR-Arrendamento que acompanha as rendas praticadas em cada momento em ambos os mercados, os novos arrendamentos concretizados em Lisboa no 3º trimestre atingiram uma média de 16,8€/m2 e no Porto os 12,6€/m2. Em qualquer caso são níveis inéditos.

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Cushman & Wakefield assume gestão do edifício Lumnia

A consultora assumiu recentemente, a gestão do edifício Lumnia, o primeiro dos três edifícios que integram o projecto EXEO Office Campus em Lisboa, a ficar concluído

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Promovido pela Avenue, o projecto EXEO Office Campus inclui 3 edifícios de escritórios, totalizando 70.000m2, e compreende além de jardins, vários espaços comerciais. Os três edifícios, Aura, Lumnia e Echo, aliam modernidade, eficiência, tecnologia e sustentabilidade, introduzindo um novo conceito de trabalho e bem-estar na cidade.

O edifício Lumnia, é o primeiro edifício a ser concluído, as obras terminaram em Dezembro de 2021, sendo também o de maior dimensão. O projecto conta com cerca de 30.000 m2 de escritórios e 830 m2 dedicados a comércio. A área de escritórios está dividida por oito pisos, incluindo sete terraços e 300 lugares de estacionamento privativo em cave.

A nível de arrendamento, o edifício tem atraído grandes players internacionais sendo que a comercialização do edifício, entregue em co-exclusivo à C&W e à CBRE, tem sido bastante positiva.

“O edifício Lumnia é um excelente representante de uma nova geração de edifícios de escritórios, combinando tecnologia e sustentabilidade com pisos de grande dimensão e elevada eficiência. A atribuição do mandato à Cushman & Wakefield é para nós um motivo de orgulho e o reconhecimento da capacidade de gestão da nossa equipa, evidenciada ao longo dos anos, nos melhores edifícios de escritórios da cidade de Lisboa”, afirma Francisco Loureiro, Partner da Cushman & Wakefield.

Por sua vez, Aniceto Viegas, CEO da Avenue, refere que “a experiência na área e o histórico de boa parceria com a Cushman & Wakefield foram pontos valorizados na sua escolha para a gestão do Lumnia. Estamos confiantes na sua capacidade de desenvolver um excelente trabalho e assim acrescentar valor a um activo que tanto representa para a Avenue”, sustenta.

A equipa de gestão de imóveis da Cushman & Wakefield conta agora com mais de 500,000m2 sob gestão, entre edifícios de escritórios e espaços comerciais e de logística.

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Antas Green conta já com 50% das unidades vendidas

Lançado oficialmente, pela Norfin e Whitestar, esta quinta-feira, dia 27 de Outubro. o empreendimento está na fase de acabamentos, tendo a sua conclusão prevista para Setembro de 2023

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A Whitestar e a Norfin, ambas empresas do Grupo Arrow Global, são copromotoras do empreendimento Antas Green que é, oficialmente, lançado esta quinta-feira, dia 27 de Outubro. Com um investimento de mais de 40 milhões de euros, o empreendimento conta já com 50% das unidades vendidas das 182 unidades disponíveis. Em fase de acabamentos, a conclusão do projecto está prevista para Setembro de 2023.

“Este é um projecto que reflecte a diversidade do negócio da Whitestar, uma vez que no terreno, outrora um NPL, vai nascer um novo condomínio, a pensar no bem-estar e qualidade de vida das famílias”, explica Marco Freire, ceo da Whitestar.

 

Antas Green

O Antas Green ocupa um terreno de 4.180 m2, com 182 fracções de habitação e tipologias de T0 a T4 duplex, cerca de 16.300 m2 de área bruta privativa e quatro fracções comerciais. As áreas variam entre os 45m2 e 200m2, com preços entre €77.000 e 712.000.

O edifício terá uma certificação ambiental LíderA, sendo que os apartamentos têm certificado de classificação hídrica “Aqua+”. A construção recorre essencialmente a materiais locais e certificados por forma a diminuir a emissão de CO2. O edifício está ainda dotado de infraestruturas para futura instalação de mobilidade eléctrica.

“Estamos muito satisfeitos por termos arrancado recentemente com a fase de acabamentos, com todo o empreendimento a ganhar forma à medida que o tempo passa e com os prazos a serem cumpridos, o que nos deixa muito confiantes relativamente à conclusão no final do verão do próximo ano, conforme previsto”, considera Francisco Sottomayor, ceo da Norfin e head of Real Estate da Arrow Global em Portugal.

Entre os principais destaques na fase de acabamentos, estão o jardim paisagístico privativo com mais de 1.500 m2, parque infantil e equipamentos outdoor, e área polivalente interior dotada de copa totalmente equipada e balneários. A tudo isto juntam-se as varandas e terraços privativos com vista jardim, arrecadações individuais, sala de condomínio com espaço de co-working e parque de estacionamento com mais de 300 lugares.

Além da proximidade ao Estádio do Dragão, o Antas Green está muito próximo de supermercados, comércio tradicional, centros comerciais (Alameda Shop e Spot, um dos maiores da cidade), clínicas médicas, caixas multibanco, assim como a uma ampla rede de transportes.

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Reservas crescem 200% no alojamento local para a Homing Group

O alojamento local gerido pela Homing Group registou, este Verão, um dos maiores crescimentos de procura de sempre em Lisboa, Porto e Algarve. O portfólio da empresa atingiu as 400 propriedades e não irá ficar por aqui, já que o grupo quer expandir o número de unidades sob gestão

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O alojamento local gerido pela Homing Group registou, este Verão, um dos maiores crescimentos de procura, de sempre, sendo Junho o mês mais expressivo com aumentos traduzidos em 218.02% em Lisboa, 1239.63% no Porto e 408% no Algarve, face a Junho de 2021. Entre Janeiro e Setembro, a empresa portuguesa de gestão de alojamento local registou 15.000 reservas em Portugal, ficando três vezes acima do valor de 2021.

As reservas em alojamento local no distrito do Porto foram as que mais cresceram face ao período homólogo de 2021 com taxas de 340.69% em Julho, 216.92% em Agosto e 185.06 % em Setembro, seguido do Algarve que registou um aumento de 298% em Julho, 264.85% em Agosto e 243.73% em Setembro.

Também em Lisboa, o cenário foi de expansão com os valores a atingirem 182.06% de crescimento em Julho, 81.8 % em Agosto e 91.33% em Setembro.

A acompanhar todos estes aumentos, o portfólio da empresa atingiu as 400 propriedades, duplicando desde o último ano o número de casas que são geridas pelo grupo.

“A crise da Covid-19 (e mais recentemente a guerra,) provocou uma queda brutal nas vendas do Alojamento Local, no entanto, passados mais de dois anos desde o início da pandemia, já existem condições para afirmar que o alojamento local em Portugal está a viver um período de grande procura. E é por isso que também continuamos a apostar na expansão do nosso portfólio de propriedades e na melhoria contínua do nosso serviço”, afirma João Bolou Vieira, CEO de Grupo Homing.

A empresa garante aos seus clientes a optimização dos seus rendimentos ao máximo através de softwares especializados e a presença em mais de 20 plataformas mundiais.

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Entre o interesse dos investidores e os condicionalismos do mercado, 2023 será um ano desafiante

No mercado apenas desde 2019, a Hawk Real Estate Collective ultrapassou a prova de fogo provocada pela pandemia com distinção. Hoje, está presente nas regiões da grande Lisboa, reforçou a sua posição no eixo Alcácer do Sal, Grândola, Comporta e Melides e fixou-se no Algarve

No seguimento do crescimento registado nos primeiros anos de actividade, no final de 2022 deverá atingir um volume de negócios superior a 30 milhões de euros. Um dos seus últimos negócios, a entrada do hostel espanhol Room007 na capital, com a aquisição de um dos edifícios mais icónicos da Noite lisboeta, deu-lhe destaque na imprensa.
“Tinha acabado de chegar de Angola e comecei a olhar para o mercado imobiliário, em especial da grande Lisboa e percebi que havia potencial e interesse para vender grandes activos e imóveis destinados à promoção imobiliária, mas havia um gap na informação que chegava aos investidores. Para vender um terreno para construção de um empreendimento não basta tirar simplesmente fotografias e falar da vista, mas é preciso fazer analise urbanísticas, falar do potencial construtivo… basicamente ‘calçar os sapatos dos investidores’ e fazer algumas contas para perceber se esse investimento vale a pena, ou não”, conta Miguel Freitas, CEO da Hawk em conversa com o CONSTRUIR.
O primeiro negócio da consultora foi um terreno no Guincho e daí a juntar uma equipa experiente no sector imobiliário, composta por arquitectos, engenheiros e designers, foi um passo, sempre com foco em grandes activos para promoção.

A ligação pessoal a Alcácer do Sal, Grândola, Comporta e Melides potenciou o desenvolvimento da actividade, neste que é uma das “zonas mais dinâmicas do país a nível de transacções”, refere Miguel Freitas.

‘Vistos gold’ incutem dinamismo
Os investidores, em especial os que são atraídos pelas vantagens dos Vistos Gold são um dos motores desse dinamismo. “Alcácer e Grândola assim como Évora e Óbidos são geografias que os investidores priorizam e é uma área que continua a registar em forte crescimento. Começamos a desenvolver bastante negócio nessa zona e conseguimos posicionar a Hawk de uma forma bastante interessante”, refere o CEO e fundador da consultora imobiliária.
Compreender o que motiva este investidor foi, em última análise um dos segredos desse posicionamento, o qual anda a par e passo com o potencial turístico que a região oferece. E a tendência irá manter-se
“Um investidor, e em especial, aquele que vem através dos Vistos Gold, compra uma casa e espera um retorno. Não se vendem apartamentos para Vistos Gold em Chaves, por exemplo, porque depois as pessoas compram, mas percebem que não há qualquer tipo de rentabilidade. Mas naquela zona costeira umT0 ou um T1 facilmente oferece um bom retorno e é isso que estes investidores procuram. Pela minha experiência, é raro o comprador que quer, simplesmente, obter o certificado de residência e que não espere uma rentabilidade”, sustenta Miguel Freitas.
Na carteira de activos da consultora imobiliária estão edifícios devolutos, localizados em zonas históricas em Grândola e Alcácer, e que estão na mira de promotores imobiliários. Para além de portugueses, é cada vez maior o leque de nacionalidades que surge entre os seus compradores. “Temos muitos espanhóis, mas começam a surgir também norte-americanos, franceses, etc… Um crescimento do investimento estrangeiro que está associado ao novo paradigma mundial e há guerra que está a afectar a Europa. Também existe um crescimento do número de investidores brasileiros, em virtude da instabilidade que o país está a viver neste ano de eleições”, inúmera Miguel Freitas.
O objectivo próximo da consultora imobiliária é, para além de aumentar o volume de negócios em Lisboa, continuar o trabalho desenvolvido nos concelhos de Grândola e Alcácer do Sal, potenciando a enorme dinâmica gerada pela Comporta e Melides e as suas consequentes oportunidades, e crescer no Algarve.

2023 desafiante
Não obstante, o próximo ano será desafiante. “É verdade que Portugal, e em especial o sector imobiliário, tem beneficiado desta instabilidade mundial, sendo um país de refúgio. A procura continua em alta, há investidores que estão ávidos por investir, mas a oferta não é abundante e isto começa a ser um problema porque os preços depois também não baixam e os custos de construção também estão mais altos. O que começamos a assistir é que apesar do entusiasmo e do interesse do mercado, temos alguns players a refrear o seu investimento porque todos estes aumentos vão reflectir-se no preço final”, considera Miguel Freitas.
Seguindo as tendências, outra das apostas da Hawk Real Estate Collective, será no blockchain e na negociação de activos em criptomoedas. “Ainda é um nicho de mercado, mas com tendência para crescer e queremos estar presentes. Temos que estar preparados. Vamos ver como esse mercado lida com a instabilidade que se passa no mundo real, com a inflação, com as altas taxas de juro e com as alterações geopolíticas, por outro lado existem benefícios para investimentos em cripto moedas e investidores com esse perfil”, resume.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Explorer e Pedro Seabra adquirem gestora de fundos imobiliáros Refundos

A aquisição desta entidade gestora de activos, investimentos e fundos imobiliários permite a reorganização do negócio da área de real estate da Explorer, que passa a ser gerida pela sociedade Refundos-Explorer

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A Explorer e Pedro Seabra adquiriram a Refundos SGOIC à Rivercrown Real Estate Management. A aquisição desta entidade gestora de activos, investimentos e fundos imobiliários permite a reorganização do negócio da área de real estate da Explorer, que passa a ser gerida pela sociedade Refundos-Explorer.

A nova sociedade passa a ser investment advisor do Explorer Real Estate Fund I, fundo criado em 2017, e co-investidor responsável pela gestão do activo da CPHP (Penha Longa Resort). Na sua nova actividade de entidade gestora de veículos de investimento colectivo encontra-se já neste momento a constitur três SICAFIs que ficarão sobre a sua gestão.

A Refundos-Explorer vai ser liderada por Pedro Seabra, responsável pela área de Real Estate, fazendo parte do conselho de administração Elizabeth Rothfield e Frederico Arruda Moreira, que transita da gestão da Refundos.

A equipa acompanha de forma contínua o mercado para identificação de novas oportunidades e conta com inúmeros casos de sucesso nas várias áreas em que tem actuado, entre os quais se podem destacar a renovação e reposicionamento de edifícios de escritórios como é exemplo a nova sede da Cuatrecasas em Lisboa.

Para Pedro Seabra “esta aquisição e este reposicionamento, dando-nos  a capacidade de gerir veículos regulados pela CMVM, dá-nos uma maior projecção e abrangência como gestores de imobiliário. A junção das duas equipas dá-nos mais força e solidez para actuar neste mercado que continua atractivo para investidores nacionais e internacionais e com enorme potencial”.

Criada em 2003 por Rodrigo Guimarães e Elizabeth Rothfield, a Explorer gere e assessora fundos com activos superiores a 1,4 mil milhões de euros, divididos em três áreas de negócio: Private Equity, Turismo e Imobiliário.

Já a Refundos foi fundada em 1993 e, em 2007, adquirida pela Sonagi SGPS (Grupo Queiroz Perreira – Semapa) e depois, em 2019, pelo Grupo Rivercrown, com Frederico Arruda como sócio. A principal actividade da Refundos foi a gestão do Maxirent Fundo De Investimento Imobiliário Fechado cotado na Euronext, Lisboa.

A Refundos foi distinguida com o MSCI European Property Investment Award pela carteira especializada com melhor desempenho no mercado português por atingir o maior retorno total (8,67%) relativamente ao benchmark do sector imobiliário anualizado ao longo de três anos até dezembro de 2021.

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Alojamento local em Lisboa e Porto recupera 2.500 apartamentos no último ano

Entre Abril e Junho, Lisboa e o Porto somavam, em conjunto, 6.500 fogos T0/T1 activos no Alojamento Local, de acordo com os dados do SIR-Alojamento Local, gerido pela Confidencial Imobiliário. Ainda assim, a oferta mantêm-se 35% abaixo do pré-covid

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Os dados incidem sobre apartamentos de tipologia T0 e T1 com registo de Alojamento Local listados nas plataformas de reserva e que exibem actividade de vendas e ocupação regulares.

Trata-se de uma oferta que recupera cerca de 2.500 fogos para a actividade do Alojamento Local face ao mesmo período do ano passado, quando o número de apartamentos T0/T1 com actividade regular nas plataformas de reserva em Lisboa e Porto rondava apenas as 4.000 unidades, repartidas equitativamente entre as duas cidades.

Apesar desta trajectória de recuperação da oferta activa no Alojamento Local, o mercado continua subdimensionado face ao período pré-Covid. No final de 2019, Lisboa e o Porto contabilizavam, em conjunto, cerca de 10.000 fogos T0/T1 com actividade regular no Alojamento Local. Do volume de fogos em actividade neste período, cerca de 6.000 situavam-se em Lisboa e 4.000 no Porto.

De acordo com Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário, “a redução da oferta activa foi um dos efeitos mais vincados da pandemia. O regresso dos alojamentos ao mercado tem sido lento, reflectindo a desconfiança dos proprietários face a uma actividade que se manteve anémica durante muito tempo. Desde o Verão passado que se nota um regresso paulatino de apartamentos ao AL e o actual nível de oferta, embora ainda distante dos padrões pré-pandemia, reflecte a maior confiança dos proprietários neste mercado, o qual alcançou no Verão indicadores de desempenho que não só deixam para trás o período do Covid, como estabelecem novos máximos”.

De acordo com os dados do SIR-Alojamento Local, apesar de ser um mercado de menor dimensão face ao pré-Covid, o Alojamento Local registou no 2º trimestre deste ano um desempenho em máximos históricos. Lisboa rompeu recordes de ocupação, rentabilidade e diárias, registando uma ocupação média de 73%, um RevPAR de 78€ e uma diária média de 108€. No Porto, as diárias médias também estão em máximos, atingindo os 91€ no 2º trimestre, ao passo que o RevPAR alcançou o anterior recorde, de 53€, e a ocupação está a aproximar-se dos níveis máximos do mercado, ao atingir 58% no 2º trimestre deste ano.

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