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Eaton introduz “Building as a Grid” para potenciar a transição energética

A abordagem ” Buildings as a Grid” baseia-se no conceito conhecido como acoplamento sectorial, Num edifício comercial, por exemplo, esta abordagem exigiria a combinação de um sistema de armazenamento de energia com a produção no local e serviços de carregamento de veículos eléctricos

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A abordagem ” Buildings as a Grid” baseia-se no conceito conhecido como acoplamento sectorial, Num edifício comercial, por exemplo, esta abordagem exigiria a combinação de um sistema de armazenamento de energia com a produção no local e serviços de carregamento de veículos eléctricos

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Numa altura em que as tensões geopolíticas estão a ter um grande impacto nos mercados energéticos em todo o mundo, muitos países estão a mudar dos combustíveis fósseis para fontes de energia menos intensivas em carbono, em conformidade com o Acordo de Paris.

De acordo com o relatório da McKinsey, Climate risk and the opportunity for Real Estate, o imobiliário gera aproximadamente 39% das emissões totais do mundo. Destes, 11% são produzidos durante o fabrico dos materiais utilizados, enquanto os restantes são emitidos pelos próprios edifícios e pela geração da energia que estes necessitam.

A Eaton, especialista em gestão de energia, apresenta a sua abordagem “Buildings as a Grid” que, na sua essência, permite que os edifícios comerciais actuem como hubs de energia, ao satisfazer as suas próprias necessidades energéticas ao mesmo tempo que apoiam as das cidades nas mesmas redes, avançando para a descentralização da indústria energética.

“Nos próximos anos veremos uma tendência para a descentralização energética, o que significará um maior envolvimento dos utilizadores na produção e gestão da energia. A grande diferença em relação ao passado é que será energia com baixo teor de carbono, na sua maioria proveniente de fontes renováveis. Por ser um recurso volátil, a sua gestão torna-se essencial e tanto o utilizador como a rede necessitarão de flexibilidade. Neste contexto, os veículos eléctricos desempenharão um papel fundamental na gestão energética dos edifícios, uma vez que, além de consumirem energia, as suas baterias poderão armazená-la e devolvê-la à rede”, explica José Antonio Afonso, chefe do segmento Commercial Building da Eaton Iberia.

A abordagem ” Buildings as a Grid” baseia-se no conceito conhecido como acoplamento sectorial, que procura uma utilização mais eficiente da energia, especialmente das energias renováveis, através do acoplamento do consumo com a produção. Num edifício comercial, esta abordagem exigiria a combinação de um sistema de armazenamento de energia com a produção no local e serviços de carregamento de veículos eléctricos.

“Com esta abordagem estaríamos a caminhar para a descarbonização de uma forma significativa, uma vez que se consome menos energia da rede e se utiliza mais energia de carbono zero da geração no local, o que também significa uma maior resiliência à escassez de energia e às flutuações de preços”, esclarece José Antonio Afonso.

Este caminho, definido por “Buildings as a Grid”, permite transformar um edifício num centro energético seguindo os requisitos do novo paradigma energético, gerir melhor a infraestrutura elétrica existente e prepará-la para as necessidades energéticas futuras.  Em suma, uma abordagem concebida para desenvolver sistemas energéticos flexíveis, acelerar a descarbonização, reduzir os custos energéticos e criar novas fontes de receitas.

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Corticeira Amorim: vendas crescem em todas as Unidades de Negócio

Apesar de alguns sinais de abrandamento no segundo trimestre, Corticeira Amorim regista crescimento em todas as Unidades de Negócio, não obstante o impacto das pressões inflacionistas, particularmente na energia, matérias-primas e transporte

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As vendas da Corticeira Amorim atingiram 546 milhões de euros no primeiro semestre de 2022, um crescimento de 25,9% face ao período homólogo do ano anterior. A consolidação, desde 1 de Janeiro, da actividade das empresas do Grupo SACI (SACI) contribuiu significativamente para as vendas consolidadas da Corticeira Amorim – excluindo este efeito, o crescimento das vendas teria sido de 12,7%.

Segundo o grupo, apesar de alguns sinais de abrandamento no segundo trimestre, todas as Unidades de Negócio (UN) registaram um crescimento das vendas. “Esta evolução reflecte a melhoria do mix de produto, a subida de preços e o crescimento de volumes. A evolução cambial teve também um impacto positivo nas vendas – excluindo este efeito, as vendas teriam subido 24,2% (+11,0% excluindo as alterações do perímetro de consolidação)”.

O EBITDA consolidado subiu para 98 M€ nos primeiros seis meses do ano, o que compara com 77 M€ no período homólogo. Excluindo o contributo da SACI, o crescimento do EBITDA foi de 13,2%, em linha com a evolução das vendas no período. “Ainda que as pressões inflacionistas, particularmente na energia, matérias-primas e transportes, tenham continuado a penalizar os resultados, os maiores níveis de actividade e a melhoria do mix de produto foram decisivos na protecção da rentabilidade. O rácio EBITDA/Vendas subiu para 18,0% (1S2021: 17,8%)”, refere o comunicado de imprensa.

Após resultados atribuíveis aos interesses que não controlam, o resultado líquido atingiu 48 M€ no final do primeiro semestre, uma subida de 20,6% face ao mesmo período de 2021. Excluindo as alterações no perímetro de consolidação, o resultado líquido cresceu 14,1%. No final de Junho, a dívida remunerada líquida ascendia a 71 M€ (12M21: 48 M€). O primeiro pagamento relativo à aquisição da participação de 50% na SACI (25 M€), a aquisição dos restantes 50% da Cold River’s Homestead (15 M€), o acréscimo das necessidades de fundo de maneio (41 M€), o aumento do investimento em activo fixo (34 M€) e o pagamento de dividendos(27 M€) contribuíram para o crescimento da dívida remunerada líquida face ao final do ano de 2021.

Desempenho por Unidade de Negócio
As vendas da UN Rolhas totalizaram 402 M€, um crescimento de 29,0% face ao primeiro semestre de 2021 (+10,7% excluindo alterações perímetro de consolidação).

A UN Revestimentos registou vendas de 77 M€ (+21,7% face ao período homólogo). Verificou-se um crescimento bastante equilibrado entre as vendas de produtos de trade e de produtos fabricados, destacando-se entre estes, a evolução das vendas dos produtos da linha Amorim WISE e dos produtos lançados recentemente. O EBITDA ascendeu a 2 M€ e o rácio EBITDA/Vendas cifrou-se em 2,8%, penalizado pelo agravamento dos custos, nomeadamente de energia e de matérias-primas não cortiça.

As vendas da UN Aglomerados Compósitos ascenderam a 62 M€ (+7,1% face ao período homólogo), apresentando um crescimento na grande maioria dos mercados onde opera. Sendo os EUA o mercado com o maior peso nesta UN, as vendas beneficiaram da valorização do dólar – excluindo esse efeito, as vendas subiram 4,3%. Os segmentos, Aerospace, Multi-purposes Seals & Gaskets e Mobility continuam a apresentar melhor desempenho, suportando uma melhoria significativa do mix de produto. As joint-ventures Amorim Sports, Corkeen e, a mais recente, Korko, mantiveram um grande dinamismo, permanecendo um importante motor de crescimento. O EBITDA da UN Aglomerados Compósitos subiu para 10 M€ e o rácio EBITDA/Vendas para 15,8% (1S2021: 9,0%).

A UN Isolamentos reverteu a contracção das vendas verificada nos primeiros três meses do ano, terminando o semestre com um crescimento de 10,6%. Os maiores custos operacionais (nomeadamente decorrentes do aumento do preço de energia) e o aumento do preço de consumo de cortiça penalizaram os resultados operacionais. O EBITDA totalizou 1 M€ e o rácio EBITDA/Vendas cifrou-se em 13,6% (1S2021: 19,2%).

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Gree apresenta Soyal, a nova série de Monosplits domésticos

Conectividade, silêncio, conforto, poupança e fácil manutenção, graças à protecção Blue Fin, um revestimento contra a corrosão que aumenta a vida útil do equipamento, são alguns dos atributos da nova gama Soyal

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A nova série de Monosplits Soyal da Gree já se encontra disponivel. A nova gama doméstica combina “elevadas prestações, eficiência energética e um design de vanguarda”.

Disponível em três potências – 2.700W em frio e 3.600W em calor, 3.530W em frio e 4.200W em calor e 5.300W em frio e 5.600W em calor – a série Soyal conta com “a última tecnologia orientada para o conforto do utilizador e oferece uma excelente eficiência energética com um design inovador e artístico”. Com apenas 280 mm de altura, permite, ainda, que possa ser ajustado a todo tipo de espaços. A série, oferece ainda um ampla utilização garantindo o seu funcionamento em condições climáticas extremas, de -15 a +52 °C em frio e de -25 a +24 °C em calor.

Com uma turbina de 120 mm, o Soyal alcança um nível sonoro ultra-baixo de 18 dB, facilitando uma temperatura agradável num ambiente silencioso. Conta também com controle via Wifi. Assim, os utilizadores podem configurar a função Smart Swing, ou modo Pausa, o nível sonoro do equipamento ou estabelecer as preferências, entre outras funcionalidades, através da Internet e um dispositivo móvel descarregando a App Gree+. A nova série de Monosplits da Gree é compatível com os principais assistentes de voz do mercado, Google Home e Alexa.

O Soyal também maximiza o conforto dos ocupantes graças a funções como a Difusão de Ar 3D, que optimiza a saída do ar da unidade interior através do swing vertical e horizontal; I Feel, para um controle de temperatura mais preciso através da sonda integrada no comando; Turbo Cooling, que consegue um maior caudal de ar para atingir mais rápido a temperatura seleccionada, ou Pré-aquecimento, que evita que o ar saia frio antes de ter alcançado a temperatura desejada aquecendo previamente o permutador de calor. O Soyal conta ainda com o modo Automático, modo Silencioso personalizável e um ventilador multivelocidade que permite ajustar diferentes níveis de velocidade conforme as necessidades do utilizador.

De classe energética A+++ em calor e A++ em frio, com um SEER de 9,4 e SCOP de 6,3, a série de Monosplits domésticos Soyal oferece uma eficiência excelente graças ao gás refrigerante ecológico R32; à tecnologia Inverter DC e ao seu design robusto, que assegura um rendimento eficiente em longos períodos de funcionamento. As unidades do Soyal ajustam a frequência e a potência do ventilador de forma automática e entram em modo Poupança de Energia uma vez alcançado o nível de conforto adequado.

A série Soyal da Gree também conta com um sensor infravermelho de presença, o que facilita ainda mais a poupança permitindo desligar automaticamente o equipamento quando não está ninguém no espaço, ao mesmo tempo que otimiza o conforto tornando possível a configuração do direcionamento de ar e modo ligar ou desligar.

A série de Monosplits Soyal é, também, muito mais fácil de manter graças à protecção Blue Fin, um revestimento contra a corrosão que aumenta a vida útil do equipamento em ambientes salinos; o descongelar inteligente, que também, reduz em 75% a perda de potência de calor; a função Auto Clean, que ativa um caudal de ar cruzado depois de desligar o equipamento para eliminar a condensação, mantendo-o limpo e em ótimas condições, ou o modo Fora de Casa, que impede que a temperatura ambiente baixe dos 8°C para proteger o edifício e as canalizações existentes no local com ausências prolongadas.

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Schneider Electric lança SpaceLogic Insight-Sensor

A empresa apresenta o SpaceLogi Insight-Sensor, o sensor de sala que disponibiliza informação em tempo real sobre a ocupação, iluminação, ruído, temperatura e humidade, para criar ambientes personalizados que equilibram o conforto e a eficiência energética

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O SpaceLogic Insight-Sensor é um sensor de tecto moderno, com um design cuidado, que obtém informação em tempo real sobre a contagem de pessoas, o ruído e as condições ambientais de uma divisão. Transforma as salas em espaços dinâmicos, saudáveis e produtivos, optimizando a qualidade do ar interior e a ventilação.

Ao contrário de outras soluções, o Insight-Sensor não utiliza câmaras nem microfones, preservando a privacidade dos ocupantes, e recorre a uma tecnologia de contagem de pessoas em tempo real. Isto permite activar a ventilação de acordo com a necessidade, com base na densidade dos ocupantes, economizando energia e custos. Assim, antes que as condições das salas se tornem desconfortáveis, os sistemas AVAC respondem de forma dinâmica às alterações na ocupação, optimizando as condições das salas de forma mais rápida e precisa.

Para além disso, o Insight-Sensor ajuda a que não se desperdice energia quando as salas estão desocupadas, e recolhe informação essencial para criar edifícios mais sustentáveis e sem emissões de carbono, para que os sistemas AVAC se utilizem apenas onde e quando é necessário.

“O SpaceLogic Insight-Sensor aporta valor aos proprietários, aos gestores e aos fornecedores dos edifícios. Promove a eficiência ao optimizar a utilização da energia, cria ambientes centrados nas pessoas que são confortáveis, produtivos e saudáveis, e ajuda a alcançar os objectivos de sustentabilidade dos edifícios e de bem-estar dos ocupantes. Para além de tudo isto, contribui ainda para a resiliência dos edifícios, com uma arquitectura preparada para o futuro que pode ser facilmente reconfigurada à medida que a utilização dos espaços muda,” afirmou Oscar Fernandez, digital buildings sales & marketing manager da Schneider Electric Iberia.

Devido às suas múltiplas características os sensores SpaceLogic Insight-Sensor ajudam a criar edifícios mais sustentáveis, flexíveis e preparados para o futuro, aumentando a satisfação dos ocupantes, reduzindo os custos de energia e melhorando a eficiência operacional. Também reforçam o valor dos edifícios, ao ajudá-los a atingir os níveis de energia e de bem-estar necessários para receberem as certificações LEED e BREEAM, entre outras.
Estes dispositivos fazem parte do EcoStruxure Connected Room Solutions, uma solução flexível e modular de espaços conectados, que moderniza a infraestrutura do edifício com uma rede estrutural IP. Integra os sistemas do edifício, como iluminação, estores, climatização e, agora, também a qualidade ambiental e do ar interior, simplificando a reconfiguração do espaço com base em dados reais.

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Hotel boutique no Reino Unido incorpora soluções Vicaima

The Heyford Hotel incorpora soluções Portaro nos seus corredores e quartos e Naturdor Stained para os revestimentos

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Foi recentemente inaugurado em Oxfordshire, no sudeste do Reino Unido, o The Heyford Hotel, um hotel boutique com 18 quartos. Desenhado para promover “um saudável equilíbrio entre a zona rural em que se encontra inserido e o lazer e diversão do seu interior”, o projecto incorpora diversos produtos da Vicaima nos seus corredores e quartos.

O “requinte” dita a tónica dos quartos do The Heyford Hotel, que proporciona aos visitantes uma “experiência relaxante e diferenciadora”, numa pitoresca localização a cerca de 30 minutos da cidade de Oxford. Situado no coração de uma antiga base aérea militar e com um nítido vínculo à herança histórica americana, o hotel inclui uma pista de bowling e um bar temático.

Esta já não foi a primeira vez que a Dorchester Living, responsável por este projecto, recorreu aos produtos da Vicaima e, desta vez, foram as soluções Portaro as escolhidas para as portas de entrada dos quartos e dos corredores. Constituídas por porta, aro e acessórios numa peça única, estas “reflectem a harmonia entre a decoração contemporânea e o respeito pelo património histórico que caracteriza todo o espaço”.

No que concerne ao revestimento, o The Heyford Hotel encontrou na gama Naturdor Stained o match ideal. A escolha recaiu sobre o revestimento em folha natural de freixo figurada, com um tom Marina Grey. O resultado final espelha “a envolvente híbrida do espaço, em perfeita sinergia com a Natureza e as extensas áreas verdes em que encontra inserido”.

À vasta oferta de soluções e possibilidades de personalização, a Vicaima soma a preocupação com a sustentabilidade, ao disponibilizar todos os seus produtos com certificação FSC® (Forest Stewardship Council®).

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Manvia e a Vibeiras vão passar a trabalhar sob a marca Mota-Engil ATIV

As duas empresas vão passar a integrar as actividades da nova marca do universo Mota-Engil, uma estratégia que “visa amplificar as capacidades” de cada empresa e a “promoção de sinergias”

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A nova marca do universo Mota-Engil vai integrar as actividades da Manvia, empresa que actua na gestão da manutenção e prestação de serviços técnicos especializados, nomeadamente em edifícios, na indústria e nas infraestruturas de água, entre outros, e ainda da Vibeiras, especializada no projecto, gestão, construção e manutenção de espaços exteriores, com relevo para parques e jardins, infraestruturas, floresta e relvados desportivos.

“Com esta nova marca vamos alavancar o reconhecido conhecimento e experiência de mais de trinta anos de actividade destas empresas. A nossa proposta de valor acrescentado assenta na amplificação das capacidades de cada empresa na promoção de sinergias no nosso portefólio de serviços, mais alargado e direccionado para os actuais desafios dos nossos clientes”, justifica Augusto Junqueiro, CEO da Mota-Engil ATIV, em carta enviada aos parceiros e clientes da Manvia e Vibeiras.

“Trabalhando em conjunto, e sob uma única marca, disponibilizamos ainda melhores soluções para a gestão e manutenção dos ativos, nas diferentes etapas do seu ciclo de vida. Com um investimento permanente em inovação e tecnologia, teremos com a Mota-Engil ATIV uma capacidade renovada de promover a optimização do desempenho operacional dos activos, assim como da sua eficiência energética, hídrica e carbónica”, sublinha o mesmo responsável.

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Revigrés distinguida como empresa “Inovadora 2022”

A empresa de revestimentos e pavimentos cerâmicos obteve, pelo segundo ano consecutivo, o estatuto INOVADORA COTEC, atribuído pela COTEC Portugal – Associação para a Inovação

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A empresa viu reconhecida “a sua capacidade para aliar solidez financeira ao investimento tecnológico e à convicção de que a Inovação é essencial para aumentar o potencial competitivo e resultados económicos”.
“Esta distinção é mais uma razão para prosseguirmos o nosso compromisso com a criação de processos de produção disruptivos e de soluções diferenciadoras, antecipando as exigências do sector e expectativas dos nossos parceiros.”, sublinha Victor Ribeiro, CEO da Revigrés.

A aposta da Revigrés na inovação resulta em soluções que contribuem significativamente para a promoção da sustentabilidade na construção. A empresa disponibiliza as referências de várias colecções do seu portfólio em Objectos BIM, utilizados pelos projectistas e arquitectos em modelos 3D interactivos com vista a uma projecção, conclusão e manutenção de edifícios mais rápida, económica e sustentável.

A empresa de revestimentos e pavimentos cerâmicos apresenta Declarações Ambientais de Produto (tipo III) que atestam o impacto dos seus produtos e processos na saúde humana, ecossistemas e consumo de recursos materiais e enérgicos. Desta forma, garante o cumprimento dos requisitos de diversos sistemas de certificação ambiental dos edifícios, entre os quais os sistemas BREEAM e LEED, contribuindo para sustentabilidade da construção e consequente valorização económica dos edifícios.

Para além disso, a empresa “desenvolve ainda produtos de design exclusivo e personalizado, adaptados às especificidades de cada projecto e às necessidades dos seus parceiros, ao mesmo tempo que investe na criação de ferramentas digitais que apoiam os consumidores e lhes permitem uma decisão de compra informada”, inúmera a Revigrés.

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Empresa de Famalicão com selo ambiental internacional para 39 produtos

A Cimenteira do Louro (ACL) obteve a certificação internacional Greenguard e Greenguard Gold para um total de 39 tipos de revestimentos de parede e pavimentos para espaços interiores e exteriores

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A Cimenteira do Louro (ACL) obteve a certificação internacional Greenguard e Greenguard Gold para um total de 39 tipos de revestimentos de parede e pavimentos para espaços interiores e exteriores.

“A certificação Greenguard garante que os nossos produtos em betão utilizados na arquitectura de interiores são de baixa emissão de substâncias químicas e contribui para ambientes internos mais saudáveis”, explica Dinis Silva, CEO da ACL. Segundo Dinis Silva, a certificação dos produtos da Cimenteira do Louro com os selos Greenguard e Greenguard Gold significa “o forte compromisso da empresa com os mercados mais exigentes do mundo e a saúde humana” e “mais um passo da Cimenteira do Louro na inovação e na sustentabilidade”, afirma.

A certificação GreenGuard e GreenGuard Gold, que para o responsável da Cimenteira do Louro, constitui “mais uma vantagem competitiva nos mercados mais exigentes”, abrange um total de 39 produtos em betão produzidos em Vila Nova de Famalicão, sendo 29 revestimentos de parede e 10 pavimentos.

Fundada em 1975, na freguesia do Louro, concelho de Vila Nova de Famalicão, A Cimenteira do Louro é uma empresa destaca-se na produção e exportação de pavimentos e revestimentos em betão. Contando com 150 trabalhadores, A Cimenteira do Louro facturou 22 milhões de euros em 2021. O mercado externo é responsável pelo grosso da facturação da empresa. No âmbito do processo de internacionalização, o grupo ACL, que comercializa os seus produtos em mais de 40 países, está presente em Omã, há 15 anos, através da Oman Portuguese Cement Products (OPCP).

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Sunenergy abre sete novas delegações em várias regiões do País

A abertura de sete novas delegações faz parte do plano de expansão da rede de franchising que pretende alargar o número de 10 para 20 delegações até ao final deste ano

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A especialista em soluções de produção de energia eléctrica a apartir do sol, Sunenergy, está a expandir a sua rede de franchising e vai abrir sete novas delegações, numa primeira vaga de novas aberturas.

Mangualde, Odivelas, Barreiro, Seixal, Grândola, Madeira e Açores, são as novas localizações escolhidas para esta nova fase.

“A energia solar é um sector em forte crescimento, reflexo da maior preocupação dos portugueses com a sustentabilidade, bem como com o aumento dos custos da energia. Para dar resposta a este crescimento, estamos a expandir a nossa rede, começando agora pela abertura de sete delegações, algo que nos coloca muito perto do objectivo traçado de duplicação da nossa rede de franchising, de 10 para 20 delegações, até ao final deste ano”, afirma Raul Santos, CEO da Sunenergy. “Com esta expansão, vamos estar ainda mais próximos das pessoas e das empresas, cumprindo a nossa missão de Ligar Portugal ao Sol”.

No início do ano, a Sunenergy deu, também, início à campanha “Vem ligar Portugal ao Sol”, com o objectivo de encontrar empreendedores para se juntarem à sua rede, a maior do país no seu sector.

A abertura das novas delegações surge após a selecção de sete candidatos, que participaram recentemente numa formação que incidiu sobre diversas áreas, nomeadamente, gestão de negócio, comercial, engenharia, operacional, entre outras.

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Lighting design valoriza Casal Ribeiro 37

A solução de design de iluminação concebida pela ARTsolutions realça a traça arquitectónica dos quatro edifícios reabilitados pelo Grupo Stakecorp. Um projecto de reabilitação que contou com a assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados

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Localizado no coração de Lisboa, o projecto Casal Ribeiro 37, em Lisboa é um investimento de 30 milhões do Grupo Stakecorp. O projecto de reabilitação conta com a assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados. A recuperação preservou a identidade histórica do edifício, não só nas fachadas como no interior, evidenciando, à luz dos dias de hoje, a sua elegância original, com apontamentos geométricos e luxuosos.

Com uma área aproximada de 10 mil m2, dos quais quatro mil m2 são subterrâneos, o conjunto é desenhado em forma de V. No interior dos quatro blocos definem-se estilos e conceitos inovadores e distintos: o Action, o Selection, o Collection e o View. O empreendimento coloca no mercado 77 apartamentos, com tipologias T0 a T4, usufruindo de piscina comum, ginásio e de várias comodidades, como segurança 24 horas e serviço de “conciérge”, com preços que variam entre os 500 mil euros a 1,5 milhões de euros.

Para Eurico Almeida, CEO da Stakecorp, o objectivo do “Casal Ribeiro 37” é captar clientes que pretendam viver em permanência no condomínio. “O que queremos é que sejam casas para famílias portuguesas ou estrangeiras que queiram mesmo viver neste local”, recordando ainda que “a recuperação do Casal Ribeiro 37 preservou a identidade histórica do edifício, não só nas fachadas como no interior, evidenciando a sua elegância original”, reforça.

A solução adoptada para iluminação dos exteriores do projecto de investimento do grupo Stakecorp, da responsabilidade da ARTsolutions group, realça a traça arquitectónica dos quatro edifícios que compõem o empreendimento e que datam de finais do século XIX e início do século XX.

“Dado o enquadramento do Casal Ribeiro 37, a sua escala e, por conseguinte, o seu impacto no “perfil da Rua”, a desenvolvemos um conceito de iluminação que destacasse o ritmo de vãos do imponente gaveto e proporcionasse um reforço de luz ao nível dos pisos mais próximos da cota da Rua”, explica Tiago G. da Costa, CEO da ARTsolutions. De acordo com o mesmo responsável, a solução encontrada permite “reduzir significativamente custos ao mesmo tempo que se conseguiu reforçar a identidade do empreendimento”.

“Procuramos sempre a melhor conjugação dos vários tipos de iluminação, técnica / decorativa de interior e de exterior, acompanhado sempre as orientações da arquitectura e a componente financeira dos clientes. O objectivo é gerar emoções com a iluminação, melhorar o conforto no espaço e ajudar a dinâmica de vendas, da manutenção e o controlo de custos do investimento”, explica Tiago G. da Costa.

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O regresso das tendências tradicionais ao espaço de banho

Sofisticadas por definição, as banheiras clássicas são frequentemente actualizadas para se adaptarem a diferentes estilos. A Roca deixa três sugestões

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Há objectos clássicos que nunca passam de moda. As banheiras vintage, com o seu design autoportante e carismático, são um bom exemplo disso. Com linhas ergonómicas que se adaptam ao nosso corpo, as suas formas tradicionais regressam com propostas que reinventam uma peça icónica, adicionando novas funcionalidades e aumentando significativamente as suas possibilidades. Independentemente do estilo de design interior, há uma banheira autoportante ideal para todos os espaços. Esta é a peça perfeita para tornar o momento do banho numa experiência inesquecível, através de opções intemporais, ou até surpreendentemente modernas.

O triunfo do clássico
A busca pela harmonia e pela utilização de materiais nobres é fundamental para dar forma a espaços de banho clássicos e eternos. Espaços que apostam no mármore ou nas peças de louça sanitária branca, onde o tradicional lavatório de pedestal impera, torneiras bicomando com manípulos em forma de estrela ou os móveis em madeira. Propostas que olham para o passado e, onde as banheiras autoportantes encontram naturalmente o seu lugar. Com o seu muito particular sistema de descarga externo, a banheira Carmen da Roca assimila as formas antigas elevando um dos seus lados para envolver ainda mais o corpo, para permitir uma experiência extremamente reconfortante.

Ecletismo glamoroso
Uma mistura de diferentes tendências e o sucesso dos contrastes são a chave para um estilo moderno e irreverente que combina materiais, acabamentos e designs, destacando o poder da diferença. Móveis de estilo clássico ou colonial são combinados com lavatórios modernos em espaços de banho dinâmicos, onde a banheira, no seu modelo mais clássico, se torna num objeto de glamour como a peça fundamental do conjunto. Com pés inspirados em animais, o design oval e simétrico de Newcast vai além do tradicional branco para oferecer propostas nas cores cinzento, preto, bordeaux, azul-marinho ou cobre, soluções próprias de interiores inovadores, que não têm medo de celebrar a diferença.

Ambientes minimalistas
Espaços abertos e geometrias puras destacam-se nos ambientes que atraem a luz natural para oferecer uma maior sensação de espaço. Soluções como os lavatórios suspensos e as sanitas suspensas contribuem para otimizar o espaço, dando protagonismo aos objetos essenciais. A banheira autoportante, reinventada nas suas linhas mais elementares, utiliza novos materiais como o Stonex para oferecer designs rigorosos. Na versão Round ou Square, as paredes suaves da banheira Maui envolvem o corpo e mantêm a temperatura da água durante mais tempo, graças à resistência térmica que caracteriza este material feito de cargas minerais e resinas.
Com a capacidade de captar a atenção e tornar-se protagonista absoluta, a banheira vintage, em qualquer das suas formas, materiais ou acabamentos torna-se, assim, numa peça de culto que se adapta a qualquer personalidade.

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