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    Arquitectura

    Archi Summit 2022: Revitalização do Palácio Ford e todo o quarteirão

    Este será um marco na cidade do Porto, na medida em que esta área de mais de 50 mil metros quadrados em pleno coração da cidade esteve abandonado e sem qualquer utilidade

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    Edifícios sustentáveis e novos arruamentos num processo de urbanização de todo o quarteirão, enquadrada num plano urbanístico e de desenvolvimento da cidade, é a premissa para o concurso de ideias que o Archi Summit 2022 lança este ano, para a revitalização do espaço devoluto onde foi o Palácio Ford e de todo o quarteirão.

    A sessão de apresentação irá ocorrer no primeiro dia do evento e será levada a cabo pelo arquitecto João Paulo Rapagão, com a presença da Ordem dos Arquitectos e pelo promotor, a IME, onde serão revelados mais detalhes do concurso.

    Este será um marco na cidade do Porto, na medida em que esta área de mais de 50 mil metros quadrados em pleno coração da cidade esteve abandonado e sem qualquer utilidade. Prevê-se um processo de urbanização de todo o quarteirão, com novos arruamentos e organização daquele quarteirão.

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    Margarida Quintã (esquerda) e Teresa Novais (direita)

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    9ª ediçao do Open House Porto celebra Abril

    Com o tema “50 Anos a Construir a Liberdade” e curadoria das arquitectas Teresa Novais e Margarida Quintã, a iniciativa tem lugar nos dias 6 e 7 de Julho

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    A 9ª edição do Open House Porto (OHP) 2024 celebra os 50 anos do 25 de Abril de 1974, com o tema “50 Anos a Construir a Liberdade” e curadoria das arquitectas Teresa Novais e Margarida Quintã.

    A iniciativa, organizada pela Casa da Arquitectura (CA) que integra, mais uma vez, os municípios da Maia, Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia, tem data marcada para os dias 6 e 7 de Julho.

    “Num ano em que se comemoram os 50 anos da democracia, a CA desafiou as curadoras a pensar em espaços modelo neste processo de construção da democratização. A dupla curatorial, que pela primeira vez está entregue a duas mulheres, de gerações e percursos diferentes, respondeu de forma exemplar a este desafio de mostrar como os princípios de Abril foram concretizados. A arquitetura foi um instrumento de concretização dos princípios da Democracia”, explica Nuno Sampaio, director executivo da CA.

    Margarida Quintã e Teresa Novais explicam assim o conceito que orienta o OHP deste ano: “Se na revolução de 25 de abril de 1974 o povo português reivindicava “a paz, o pão, habitação, saúde e educação” [em alusão à canção de intervenção ‘Liberdade’ de Sérgio Godinho], em 2024 queremos, por um lado, conhecer o que fomos capazes de alcançar, e por outro, identificar o que desejamos para o futuro”.

    As propostas recaem, assim, em visitas a espaços de iniciativa pública, municipal, ou cooperativa, construídos nas últimas cinco décadas, que retratam as transformações operadas nos municípios da Maia, Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia. “O que queremos perguntar é: de que é que nós, portugueses, precisamos hoje para “termos liberdade a sério?”, acrescentam.

    O roteiro é acompanhado pelos Programas Caleidoscópio e Plus que propõem um conjunto de actividades abertas e destinadas a todos os públicos. Todas as visitas e actividades são de participação gratuita

    Até 21 de Abril decorrem as candidaturas para o voluntariado da OHP.

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    Um dos três vencedores do Prémio ArchDaily Brasil 2024 é português

    O edifício Factory Lisbon, com assinatura de Julian Breinersdorfer Architekten, José Baganha e Ângela Maurice, foi o terceiro classificado no Prémio ArchDaily Brasil Obra do Ano 2024

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    Este ano, o primeiro lugar foi atribuído ao Hospital Veterinário Escola da Unileão em Juazeiro do Norte, projecto com assinatura do gabinete Lins Arquitectos Associados. O segundo lugar foi para Angeli.Leão com o projecto para o Marco dos Corais, em Maceió. Em terceiro lugar ficou a Factory Lisbon, localizada em Lisboa, projecto desenvolvido por Julian Breinersdorfer Architekten, José Baganha e Ângela Maurice.

    “A Factory Lisbon resulta da reutilização adaptativa de uma fábrica de bolachas e massas, de 1973 do exército português. O edifício tombado pelo património histórico fica na frente do porto de Lisboa, inserido no complexo histórico de abastecimento do exército, que está a ser transformado num distrito de inovação, o Hub Criativo de Beato”.

    Fotos de Francisco Nogueira

    O edifício tem 200 metros de comprimento por apenas 11 de largura. “Este volume estreito normalmente exigiria a introdução de vários núcleos de betão para a circulação de emergência. Para evitar tal intervenção disruptiva, toda a circulação foi adicionada externamente. Na forma de passarelas de aço leve e escadas de um único lance, ela percorre as fachadas e contorna os silos históricos e um poço de elevador no centro do edifício. Aqui, as escadas são suspensas do tecto para minimizar seu impacto estrutural. O novo poço do elevador é revestido com espelhos, de modo a se misturar com as cores e características históricas”.

    O Prémio Obra do Ano do ArchDaily Brasil, um prémio de arquitectura lusófona, resulta da votação dos leitores do site, que seleccionam os 15 finalistas e, posteriormente, os três vencedores.

     

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    Exposição ‘Lisboa Imagina a Nova Bauhaus Europeia’ mostra 177 propostas

    Os trabalhos apresentados resultaram dos 12 concursos lançados pela Câmara de Lisboa e pela Lisboa Ocidental SRU, entre 2022 e 2023, com o apoio da OA, para projectos de habitação, equipamentos e espaço público

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    A Câmara Municipal de Lisboa e a Lisboa Ocidental SRU inauguram, esta sexta-feira, dia 5 de Abril, a exposição ‘Lisboa imagina a Nova Bauhaus Europeia’, uma mostra que se enquadra nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril e que ficará patente na Sala do Risco durante todo o mês de Abril de 2024 e irá depois circular em itinerância por outros locais da cidade.

    À luz da iniciativa Nova Bauhaus Europeia, que apela a uma onda de renovação no edificado, foram lançados pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Lisboa Ocidental SRU, entre 2022 e 2023, 12 concursos públicos de concepção para projectos de habitação, equipamentos e espaço público, com o apoio da Ordem dos Arquitectos.

    São expostas 177 propostas no âmbito dos referidos concursos, com destaque para as três primeiras classificadas de cada um. Os trabalhos espelham o esforço de imaginação realizado pelos concorrentes do que poderá ser a onda de renovação do edificado e da cidade no cumprimento do Pacto Ecológico Europeu, num movimento onde cultura e ciência são indissociáveis e onde tecnologia e arte estão ao serviço das pessoas.

    Ao criar pontes entre diferentes disciplinas e abrindo-se à participação alargada, a Nova Bauhaus Europeia inspira um movimento que pretende facilitar e orientar a transformação das sociedades em três valores inseparáveis: a sustentabilidade, a estética e a inclusão.

    Estarão presentes na cerimónia Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Filipa Roseta, vereadora da Habitação e Obras Municipais, Gonçalo Santos Costa, presidente do Conselho de Administração da Lisboa Ocidental SRU e Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitectos.

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    CIUL acolhe novo ‘Encontro UniverCidades’

    A 11 de Abril serão apresentados estudos e propostas para o desenvolvimento de Lisboa e a dia 12 estão previstas visitas guiadas por dois bairros SAAL em Lisboa – Quinta do Alto (projecto de Manuel Magalhães) e – Bairro das Fonsecas e Calçada (projecto de Raul Hestnes Ferreira)

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    Nos dias 11 e 12 de Abril o CIUL acolhe uma nova edição do Encontro UniverCidades: Ideias para Lisboa. No primeiro dia serão apresentados estudos e propostas para o desenvolvimento de Lisboa, tendo em conta os desafios e as preocupações que se colocam hoje na gestão das cidades.

    Já o segundo dia da iniciativa está reservado as visitas guiadas por dois bairros SAAL em Lisboa – Quinta do Alto (projecto de Manuel Magalhães) e – Bairro das Fonsecas e Calçada (projecto de Raul Hestnes Ferreira) – acompanhada por Ricardo Santos, arquitecto, doutorado pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto em 2014 é, também, membro integrado do Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo, CEAU-FAUP, desde 2012.

    O SAAL (Serviço de Apoio Ambulatório Local) foi um programa de intervenção local, implementado pelo Governo em Agosto de 1974 (estando em vigor até 1976), que pretendeu minimizar a crise na habitação, criando condições para que as comunidades pudessem construir os seus próprios bairros.

    Com uma periodicidade anual, os ‘Encontros UniverCidades’ dar a conhecer, de forma dialogante, trabalhos académicos de referência sobre Lisboa, desenvolvidos por alunos e investigadores, tendo por base áreas estratégicas definidas pela CML, em colaboração com as faculdades e institutos parceiros.

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    Casa da Arquitectura inaugura “Cidade, Casa e Corpo – Os Mapas e a Linguagem”

    Uma exposição que cruza os desenhos que interpretam a cidade, de Ana Aragão, e as histórias inéditas que os mapas contam sobre o espaço urbano, saídos da pena de Gonçalo M. Tavares. A mostra estará aberta até 29 de Setembro de 2024

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    A “Cidade, Casa e Corpo – Os Mapas e a Linguagem” inaugura a 25 de Maio na Galeria da Casa da Arquitectura. Uma exposição que cruza os roteiros de leitura entre os desenhos que interpretam a cidade, da autoria do Atelier Ana Aragão, e as histórias inéditas que os mapas contam sobre o espaço urbano, saídos da pena de Gonçalo M. Tavares. A mostra estará aberta até 29 de Setembro de 2024.

    Do desenho do mapa vêm as mesmas linhas que desenham a cidade, a casa e depois o corpo. O traço que escreve é também o mesmo. Tudo o que é abstrato pode chegar – via desenho, pintura e linguagem – ao mundo do concreto.
    É este o percurso, é esta a viagem do traço proposta por dois criadores, Ana Aragão, no desenho e na pintura, Gonçalo M. Tavares na escrita.

    Dos textos de Gonçalo M. Tavares partirão ideias mentais que rapidamente ficarão concretas e visuais pela arte de Ana Aragão. Em dois sentidos – da escrita à arte e da arte à escrita – se fará, então, esta investigação que terminará numa exposição “Cidade, Casa e Corpo – os mapas e a linguagem”.

    Tudo partirá de uma investigação e de um estudo inicial que vai procurar recolher algumas das inúmeras formas de fazer mapas e de os aplicar, na medida em que um mapa que não é apenas cartografia do metro quadrado e do vasto mundo, mas também cartografia das dores e dos contentamentos, dos percalços e dos momentos quase sublimes.

    A mostra abre com uma conversa denominada “Casa, Cidade, Texto” que vai decorrer no dia 25 de Maio, a partir das 17h00, no Espaço Álvaro Siza, com a participação de Ana Aragão, Gonçalo M. Tavares, Pedro Mexia, Camilo Rebelo e com moderação de Mariana Sendas.

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    Casa da Arquitectura
    (créditos: Romullo Baratto Fontenelle)

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    Casa da Arquitectura abre concurso para bolsas de doutoramento

    A decorrer até 3 de Junho 2024, as candidaturas destinam-se às áreas de Arquitectura, Urbanismo, Território, com especial relação aos acervos, espólios e colecções da Casa da Arquitectura

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    A Casa da Arquitectura abriu concurso para a atribuição de 10 bolsas de investigação para doutoramento, financiadas pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), ao abrigo do protocolo de Cooperação para Financiamento do Plano Plurianual de Bolsas de Investigação para estudantes de doutoramento celebrado entre as duas entidades.

    A decorrer até 3 de Junho 2024, as candidaturas destinam-se às áreas de Arquitetura, Urbanismo, Território, com especial relação aos acervos, espólios e colecções da Casa da   Arquitectura e conteúdos relacionados com a teoria, história e prática da arquitectura, tecnologia construtiva, sustentabilidade e economia energética ao abrigo do Regulamento de Bolsas de Investigação da FCT (RBI) e do Estatuto do Bolseiro de Investigação (EBI).

    A Casa da Arquitectura é também entidade de acolhimento dos bolseiros, sendo que actividade se enquadra no compromisso de “promover e fomentar a investigação em torno da arquitectura e dos acervos à sua guarda, abrindo assim a possibilidade de produção de novo conhecimento científico a cidadãos portugueses e estrangeiros”.

    O Arquivo da Casa da Arquitectura conta, actualmente, com 14 acervos/espólios e três coleções de arquitetura com mais de 240 autores e doadores envolvidos, cerca de 3700 projetos e, aproximadamente, 135 mil documentos analógicos e 180 mil documentos digitais.

    No que toca a acervos individuais de autores nacionais com relevância internacional, o Arquivo da Casa tem ao seu cuidado os de Eduardo Souto de Moura, Pedro Ramalho, João Luís Carrilho da Graça, Manuel Correia Fernandes e Teresa Fonseca, entre outros, a que soma, numa esfera internacional, os espólios dos brasileiros Lucio Costa e Paulo Mendes da Rocha.

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    Fundão recebe o New European Bauhaus Festival

    O festival decorre nos dias 9 e 10 de Abril, com o tema The Future is now: Redesigning Priorities e que junta convidados das mais diversas áreas multidisciplinares, como o mundo académico, o tecido empresarial, tecnológico e inovador e jovens arquitectos

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    Nos dias 9 e 10 de Abril, a cidade do Fundão recebe o New European Bauhaus Festival, uma iniciativa satélite do The Festival of the New European Bauhaus, que decorrerá entre 9 e 13 de Abril, em Bruxelas, com transmissão online para todo o mundo. O evento terá lugar na Sala Multisusos da Incubadora do Fundão.

    A Ordem dos Arquitectos e os seus parceiros propõe um Programa de uma representatividade interdisciplinar, com participantes de áreas disciplinares distintas, como Masslab e Carrilho da Graça, entre tantos outros oradores convidados.

    The Future is now: Redesigning Priorities é o tema central do programa que, através da realização de quatro mesas, junta convidados das mais diversas áreas multidisciplinares, como o mundo académico, o tecido empresarial, tecnológico e inovador, não descurando as perspetivas mais jovens, seja na visão ainda académica e estudantil, ou a partir da prática de jovens arquitectos.

    Esta iniciativa é uma parceria entre a Ordem dos Arquitectos, a Câmara Municipal do Fundão e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e a Secção Regional Centro da Ordem dos Arquitectos.  A participação é livre, contudo sujeita a inscrição.

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    Encontro de Urbanismo do CIUL regressa com ‘Há Vida no Meu Bairro’

    O programa “Há Vida no meu Bairro” pretende avaliar e planear a oferta das funções de proximidade à escala do Bairro e intervir no espaço público, com o objectivo de promover uma cidade mais humana, uma cidade mais próxima

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    Promovido anualmente, desde 2013, o ciclo de conferências sobre urbanismo regressa este ano com uma reflexão sobre Lisboa. Tendo como mote “Há Vida no Meu Bairro”, o ciclo irá abordar, ao longo de seis sessões, um conjunto de temas, com um painel de técnicos e especialistas convidados a apresentar experiências e perspectivas sobre as temáticas lançadas, abrindo-se espaço ao debate e à troca de ideias.

    O programa “Há Vida no meu Bairro” pretende avaliar e planear a oferta das funções de proximidade à escala do Bairro e intervir no espaço público, com o objectivo de promover uma cidade mais humana, uma cidade mais próxima.

    A estratégia enquadra-se no conceito de ‘Cidade dos 15 minutos’, uma forma de organizar os centros urbanos que permite que todos os serviços e necessidades básicas dos moradores – escolas, espaços verdes, comércio local, lazer, desporto, saúde – estejam à distância de uma deslocação de 15 minutos, a pé ou de bicicleta.

    Propõe-se, desta forma, melhorar o conforto e a qualidade de vida de quem habita a cidade, reforçando as dinâmicas de proximidade, criando espaços de encontro, reduzindo desigualdades no acesso a serviços e na utilização do espaço público e, simultaneamente, promovendo um maior envolvimento e participação das pessoas na construção da cidade.

    A primeira sessão, com o tema ‘Lisboa, Há Vida no Meu Bairro’, que dá nome às iniciativas, tem lugar já no próximo dia 9 de Abril, pelas 18h, no Auditório do Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL). Neste encontro participam Paulo Pardelha (Câmara Municipal de Lisboa/Departamento de Planeamento Urbano), como moderador, e Joana Almeida (Vereadora do Urbanismo, dos Sistemas de Informação e Cidade Inteligente, e da Transparência e Prevenção da Corrupção), Alfonso Vergara (Fundação Metropoli – Espanha) e João Ferrão (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa) como oradores.

    As restantes sessões têm lugar a 18 de Abril (Como implementar a Cidade de 15 minutos?), a 2 de Maio (Que mobilidade queremos no bairro?), a 16 de Maio (Cuidar do espaço público e dos espaços verdes do bairro), a 6 de Junho (A importância do comércio e dos equipamentos de bairro) e a 27 de Junho (O que é uma cidade saudável? E um bairro saudável?).

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    Ski Dome
    Tokyo Japan 1998

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    ‘Alpi’ de Armin Linke introduz os grandes temas da Trienal 2025

    O documentário combina uma série de tecnologias contemporâneas de processamento de imagem para esbater a fronteira entre ficção e realidade, lança o repto para a primeira apresentação em Portugal de How Heavy is a City? (Quão pesada é uma cidade?), a investigação conduzida desde finais de 2022 pela dupla britânica Territorial Agency para a 7ª edição da Trienal de Lisboa

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    O documentário ‘Alpi’, de Armin Linke, fotógrafo e cineasta, que combina uma série de tecnologias contemporâneas de processamento de imagem para esbater a fronteira entre ficção e realidade, lança o repto para a primeira apresentação em Portugal de How Heavy is a City? (Quão pesada é uma cidade?), a investigação conduzida desde finais de 2022 pela dupla britânica Territorial Agency para a 7ª edição da Trienal de Lisboa.

    Após a exibição do filme, a curadoria da Trienal 2025 junta-se a Armin Linke para uma conversa que vai revelar as três principais linhas da investigação que moldam o programa do fórum internacional (2 de Outubro a 8 de Dezembro de 2025).

    Tendo como ponto de partida o “complexo conjunto de transformações contemporâneas da cidade e do seu contexto”, revelando uma nova figura emergente com uma magnitude planetária, a Trienal 2025 explora formas emergentes de cooperação e mutualidade, estabelecendo uma nova unidade para avaliar a arquitectura e reformular o seu papel enquanto motor de debate.

    “A Terra está a transformar-se: intensificações climáticas, novos modos de coabitação, esperanças, tecnologias e sistemas. No entanto, esta figura que está a emergir é uma figura sobrecarregada com as complexas convulsões da contemporaneidade: extinções, inércia, guerra e acumulação de poder. Como conceber projectos, imaginar novas cidades, construir em conjunto modelos diferentes? Estas são interrogações que multiplicam a pergunta que abre a Trienal de Lisboa como plataforma de investigação: Quão pesada é uma cidade?, refere a Territorial Agency.

    No quadro do programa New Temporality, apoiada pela União Europeia, este momento público antecede as sessões preparatórias com o conselho consultivo da próxima Trienal, onde se vai confrontar a dimensão planetária dos espaços humanos contemporâneos, e traçar os fluxos de informação, materiais e energéticos para idealizar caminhos para uma transformação da tecnosfera que seja de alta energia e elevada reciclagem.

    Esta investigação conta com a participação de Jan Zalasiewicz, geólogo, paleontólogo e estratígrafo membro do Anthropocene Working Group, de Francesca Bria (New European Bauhaus), John Tresch (The Warburg Institute), Lucia Pietroiusti (Serpentine London) e Matthias Hauser (Media Solutions Center).

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    Grupo Navarra apresenta Sistema Minimalista N25500

    O Sistema Minimalista N25500 apresenta excelentes resultados de eficiência térmica e acústica, posicionando-se como produto preferencial em projetos de arquitetura em que as considerações estéticas e de luminosidade se assumem como como elementos fundamentais

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    É um sistema de caixilharia de correr, com vista em alçado de apenas 21 mm ao centro, permite, através da utilização de vidro estrutural, a execução de vãos de grande dimensão.

    O Sistema apresentou muito bons resultados nos ensaios, ao nível da permeabilidade ao ar, na estanquidade à água e resistência ao vento. É um Sistema com vista de apenas de 21 mm, o que permite elevados níveis de luminosidade.

    Em resposta às tendências da arquitetura contemporânea, o sistema permite a realização de vãos com enchimentos até 38 mm, onde a vista de 54 mm nas ombreiras, soleiras e padieiras se incorpora na construção, resultando em elevados níveis de luminosidade, sem descurar a funcionalidade. A integração da caixilharia nos sistemas construtivos enfatiza a relação entre o interior e o exterior, possibilitando uma vista ilimitada, inclusivamente no ângulo de abertura total do vão em remates de canto.

    O sistema minimalista N25 500 irá oferecer um sistema de piso integrado, ocultando toda a parte inferior do caixilho, criando uma harmonia entre o caixilho e a arquitetura.

    Com apenas 12mm de vista de trilho, o acabamento é possível remover para facilitar a limpeza e manutenção. Oferece um sistema de drenagem das águas pluviais.

    representação do sistema minimalista N25500

     

    Para os fabricantes de janelas, este sistema destaca-se pela simplicidade na montagem

     

     

    Soluções ecológicas para uma construção e arquitetura mais sustentáveis

    O caráter de sustentabilidade dos produtos Navarra® é potenciado pelo facto do alumínio ser um produto 100% reciclável, por sucessivas vezes, reduzindo os consumos energéticos da obtenção da matéria-prima em 95% – e da necessidade praticamente inexistente de manutenção.

    Existe um esforço contínuo na procura de soluções que promovam o desenvolvimento sustentável do Grupo, refletindo-se na responsabilidade ambiental e social.

    O cumprimento com rigor de procedimentos e a utilização das mais avançadas tecnologias no processo de extrusão e tratamento de superfície de perfis de alumínio, garantem certificações e licenças de utilização de marcas internacionais na área da qualidade, ambiente e de processos produtivos.

    Conheça todas as soluções de alumínio para arquitetura https://navarraaluminio.pt/arquitetura/produtos

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