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    Renault Portugal e Nissan em novo edifício no Lagoas Park

    A Renault, a RCI e a Nissan transitam agora para o edifício 15 onde vão partilhar 1600 metros quadrados de espaço prime office, uma mudança que marca o regresso dos seus colaboradores ao escritório

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    O Grupo Renault Portugal e Nissan Portugal vão partilhar um novo edifício no Lagoas Park. Inicialmente situadas no edifício 4, a Renault, a RCI e a Nissan transitam agora para o edifício 15 onde vão partilhar 1600 metros quadrados de espaço prime office. Presentes no Lagoas Park desde 2005, estas marcas reforçam, assim, a parceria de longa duração com o parque empresarial e assinalam, com esta mudança, o regresso dos colaboradores ao escritório. A operação foi conduzida pela CBRE, consultora que desde 2021 foi contratada pela Henderson Park para gerir e comercializar o parque empresarial. “A Renault Portugal e a Nissan Portugal encontram-se no Lagoas Park desde 2005 e sentiram agora a necessidade de mudar de escritórios para um novo espaço que respondesse às actuais necessidades, centralizando todas as equipas. A CBRE orgulha-se de ter apoiado este processo, principalmente numa altura tão importante para estas marcas que voltam a receber as suas equipas, agora numa nova área.”, afirma André Almada, senior director advisory & transactions services offices da CBRE Portugal.

    “Após 17 anos no edifício 4 do Lagoas Park era chegado o momento para a Renault Portugal mudar de casa. Os tempos actuais e futuros exigem novas dinâmicas de trabalho em termos de flexibilidade, condições de trabalho e tecnologia. Encontrámos tudo isso no edifício 15. Temos agora condições óptimas que nos permitem abraçar os desafios da mobilidade do futuro com confiança redobrada.”, afirma Ricardo Lopes, administrador delegado da Renault Portugal. Uma opinião partilhada por Antonio Melica, diretor-geral da Nissan Portugal. “A Nissan orgulha-se de ter sido considerada um Best Work Place e um Great Place to Work em Portugal, prémios que reforçam o nosso forte compromisso com esta fantástica equipa que diariamente torna a Nissan uma marca mais forte em Portugal. Por esta equipa, estamos permanentemente a Inovar em métodos de trabalho e a implementar acções que melhorem a sua qualidade de trabalho e permitam um melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Esta mudança de instalações, aliada à alteração para uma nova organização de trabalho em que os colaboradores só vêm ao escritório 3 dias por semana, é mais uma forma de continuar a contribuir para fazer crescer as nossas Pessoas e a Marca Nissan”, sustenta.

    Recorde-se que o Lagoas Park é um dos maiores parques empresariais de Portugal. Com 114 mil metros quadrados de escritórios, 2500 metros quadrados de área comercial e 85 mil metros quadrados de espaços verdes, este parque de escritórios acolhe diversas empresas nacionais e internacionais nomeadamente Cisco, Canon, Colgate-Palmolive, Johnson & Johnson, Oracle, Pfizer, entre muitas outras dos mais diversos sectores.

    “O Grupo Renault Portugal e a Nissan Portugal são dois icónicos fabricantes de automóveis, o que só demonstra a força do tenant mix do Lagoas Park. Ambas as empresas têm uma longa associação com o Lagoas Park que remonta a 2005. O Edifício 15 proporciona um espaço de escritório ideal, inserido numa localização premium, com um ambiente tecnológico e de trabalho colaborativo que apoia estas empresas e as suas respectivas equipas. À medida que continuamos o nosso extenso programa de investimento de capital de mais de 20M€ com o intuito de enaltecer ainda mais o Lagoas Park e as suas credenciais de sustentabilidade – que incluem a remodelação e desenvolvimento das áreas interiores e exteriores, nomeadamente espaços de trabalho e colaboração – desejamos que o Grupo Renault Portugal e a Nissan Portugal usufruam da sua nova casa no Edifício 15 bem como da tecnologia, infraestruturas e espaços verdes que o Lagoas Park oferece e oferecerá por muito anos”, afirma Ronan Webster, Henderson Park, Asset Management Director.

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    Grupo Hipoges fecha 2023 com mais de 1.3 MM€ de vendas em activos imobiliários

    Em linha com a tendência de crescimento do sector imobiliário, em 2023 o servicer registou um recorde de vendas a nível global. Portugal também verificou um aumento do valor de vendas, do número de activos sob gestão e de contratos assinados

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    A Hipoges, servicer de referência em Asset Management no Sul da Europa, acaba de revelar que encerrou 2023 com resultados “muito positivos” e que representam “um grande crescimento”. A nível global, o Grupo somou mais de 1.3 mil milhões de euros em vendas de imóveis, “consolidando assim a sua posição de liderança neste sector”.

    Também a nível nacional, o servicer conseguiu aumentar o volume de activos imobiliários em 3,5% comparativamente com 2022, tendo, ainda, registado um crescimento na ordem dos 30% de contratos assinados, quando comparado com o ano anterior.

    Em termos de tipologias vendidas, continua a destacar-se o sector residencial, representando mais de 80% das operações do departamento de Real Estate do grupo.

    Já o sector comercial apresentou, de forma geral no mercado nacional, um decréscimo em comparação com o ano anterior. Ao nível das operações do Grupo, verificou-se uma grande diferença entre o volume de transacções de ambas as tipologias, com o comercial a representar apenas 12% do total de activos imobiliários vendidos.

    Em termos de território, a Hipoges aponta Braga como a zona do País que mais se destacou ao nível do crescimento de vendas, com um aumento de 65% em comparação com 2022. Seguem-se Coimbra e Castelo Branco, com crescimentos de 35% e 38%, respectivamente.

    “Estes valores são resultado de uma tendência que se vem a estabelecer nos últimos tempos e que reflecte um maior interesse pelas periferias, com as grandes cidades do Centro e interior do País a ganharem mais peso ao nível das operações imobiliárias, que oferecem preços mais atractivos”, indicou Nuno Antunes, global chief Real Estate Officer.

    Recorde-se que, recentemente, o Grupo anunciou a venda de uma herdade na região de Estremoz e reforçou o seu compromisso em acompanhar esta tendência do mercado nacional e continuar a apostar neste tipo de activos em localizações estratégicas de Portugal.

    Ainda assim, em 2023, Lisboa continuou a ser a região onde o servicer registou um maior número de vendas, representando mais de 35% do total de operações. Neste pódio encontramos também Setúbal (16%) e o Porto (10%), cidades onde o Grupo continua a ter uma presença muito forte.

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    Pestana Hotel Group expande presença nos EUA com novo hotel em Orlando

    A unidade Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista, com 127 suites espaçosas e mais de 40 metros quadrados, reflecte a estratégia do Grupo na expansão internacional

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    O maior grupo hoteleiro multinacional de origem portuguesa reforça a sua aposta nos EUA, mercado onde está presente há mais de uma década e onde conta já com três hotéis: dois em Nova Iorque e um em Miami. Orlando, na Flórida, é a localização do quarto hotel do Pestana Hotel Group, nos Estados Unidos. Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista será assim a 109ª unidade da cadeira hoteleira do grupo.

    A expansão para Orlando vem assim complementar a actual oferta do Pestana Hotel Group em Miami, onde inaugurou a sua primeira unidade hoteleira nos EUA, em 2013. Em 2020, o grupo inaugurou o Pestana Park Avenue, localizado no coração de Manhattan, nas proximidades do Empire State Building e, no ano seguinte, em 2021, o Grupo alcançou um marco significativo com a abertura do Pestana CR7 Times Square, que se tornou o hotel número 100 da cadeia hoteleira do Pestana Hotel Group.

    José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group destaca que “o mercado norte-americano continua a ser um pilar estratégico para o Pestana Hotel Group e esta nova aquisição é um reflexo vivo da nossa estratégia asset right, que se concentra em manter a propriedade dos activos nos mercados com maior potencial reconhecido”.

    A cerca de 15 minutos dos principais parques temáticos da Walt Disney World, da Universal Studios e do Sea World, bem como do importante Centros de Convenções de Orlando, um dos maiores dos EUA, mas também muito próximo dos melhores outlets, com inúmeras lojas e restaurantes, o novo Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista oferece 127 suites espaçosas com mais de 40 metros quadrados (m2).

    Vocacionado para viagens em família, mas também, para negócios, dado a sua conclusão próxima do centro de convenções. Encontra-se, também, a poucos minutos da autoestrada Interstate 4, que liga Orlando a diversas cidades e regiões da Flórida.

    O hotel dispõe de várias comodidades incluindo restaurante, bar, jardim, piscina exterior, ginásio, business center e estacionamento.

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    Rendas descem em Lisboa no 4º trimestre de 2023

    Valores dos novos contratos de arrendamento reduzem pelo segundo trimestre consecutivo, mostra o Índice de Rendas Residenciais apurado pela Confidencial Imobiliário 

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    As rendas dos contratos de arrendamento residencial celebrados em Lisboa no 4º trimestre de 2023 apresentaram uma redução de 2,2% face ao trimestre anterior, mostram os resultados do Índice de Rendas Residenciais apurado pela Confidencial Imobiliário.

    Este é o segundo trimestre consecutivo em que as rendas dos novos contratos descem na capital, consolidando a entrada em terreno negativo registada no 3º trimestre de 2023, quando se observou uma variação em cadeia de -0,5%.

    A segunda metade do ano passado veio, assim, travar o ciclo de fortes aumentos das rendas sentidos desde meados de 2022, com variações em cadeia que se posicionaram entre 5,0% e 10,0% e das quais resultou um crescimento homólogo de 29,6% no 2º trimestre de 2023. Em virtude do comportamento destes dois mais recentes trimestres, a taxa de variação homóloga registou uma significativa desaceleração, fixando-se em 8,7% no 4º trimestre, ou seja, comprimindo em quase 21 pontos percentuais face ao pico do 2º trimestre.

    “A subida vertiginosa das rendas observada a partir de meados de 2022 terá sido, sobretudo, um reflexo da reacção dos proprietários aos limites de actualização então impostos aos contratos vigentes, bem como à crescente incerteza no arrendamento, que se agravou com as medidas anunciadas no âmbito do Mais Habitação. Daí resultou uma subida de quase 30% num ano, escalada após a qual começou a haver a percepção de que o mercado teria atingido o nível máximo de rendas, com um refreamento nos valores praticados nos novos contratos, como é visível nos dois últimos trimestres do ano passado”, explica Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário.

    No Porto, a tendência é igualmente de desaceleração, embora mantendo as variações trimestrais em terreno positivo. No 4º trimestre de 2023, as rendas dos novos contratos neste mercado apresentaram um aumento trimestral de 0,9%, comparando com o incremento de 3,2% registado no 3º trimestre. Também neste mercado há uma evidente travagem das subidas vertiginosas registadas a partir de meados de 2022, comparando-se a taxa de variação homóloga inédita de 30,2% no 4º trimestre de 2022, com a de 11,7% alcançada no final de 2023.

    Sem prejuízo deste abrandamento, as rendas médias contratadas no cômputo de 2023 continuam a evidenciar o incremento acumulado do último ano e meio, atingindo os 19,0€/m2 em Lisboa e 15,1€/m2 no Porto, conforme os dados do SIR-Arrendamento.

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    Investimento será de “retoma gradual no segundo semestre”

    Depois de quebras significativas na actividade de investimento imobiliário comercial, assim como no mercado ocupacional, particularmente no sector de escritórios na Grande Lisboa, 2024 deverá registar um crescimento de 7%

    Cidália Lopes

    O mercado imobiliário antecipa, para 2024, uma “evolução distinta” ao longo do ano e “influenciada pelas expectativas de redução das taxas de juro de referência pelo BCE” na Primavera”. De acordo a consultora da Cushman & Wakefield, “o primeiro semestre continuará a ser ainda caracterizado por alguma estagnação, seguido de uma retoma gradual no segundo semestre”.

    É, por isso, expectável que depois do “abrandamento” verificado em 2023, que “todos os sectores registem aumentos homólogos durante este ano”, indica o 42ª edição do Marketbeat Primavera, realizado pela consultora.

    O estudo destaca, ainda, a importância da sustentabilidade e dos critérios de ESG, transversais a todos os segmentos, que vão continuar a ser o maior enfoque dos intervenientes no mercado, aumentando a disponibilidade para pagar um valor green premium.

    “Efectivamente, ocorreram quebras significativas na actividade de investimento imobiliário comercial, assim como no mercado ocupacional, particularmente no sector de escritórios na Grande Lisboa, onde se atingiu o valor mais baixo de absorção da última década. Ainda assim, houve sectores a demonstrar uma evolução positiva, nomeadamente retalho, que registou uma retoma moderada, e hotelaria, com aumentos transversais para valores acima dos registados em 2019 (pré-pandemia)”, afirma Eric van Leuven, director geral da consultora em Portugal.

    Em 2023, a actividade de investimento imobiliário comercial registou uma “quebra homóloga expressiva” de 44%, com um volume de 1.690 milhões de euros, “em linha com outros mercados europeus” e caracterizado por uma “maior prevalência de transacções de menor dimensão, com o valor médio a reduzir para os 18 milhões de euros”.

    Dada a menor disponibilidade do capital estrangeiro, os investidores domésticos aumentaram a sua quota de mercado para 33% do volume total investido. A maioria do capital foi alocado aos sectores de hotelaria e retalho, que agregaram 38% do volume total investido cada.

    As estimativas actuais reflectem a expectativa de retoma gradual generalizada do investimento em imobiliário comercial na segunda metade de 2024, com o volume associado às transacções actualmente em diversas fases de negociação, e com conclusão prevista para este ano, na ordem dos 1, 8 mil milhões de euros, o que reflectirá um crescimento homólogo de 7%.

    O sector de escritórios deverá ser aquele que irá registar uma maior recuperação, agregando 47% do volume total, seguido da hotelaria com 27%.

    A este valor, a Cushman & Wakefield, antecipa, ainda, um valor acrescido de 1,1 mil milhões em transações, actualmente suspensas, mas com possibilidade de conclusão até ao final de ano, assim como as usuais operações off-market.

    Desta forma, apesar de as yields de referência de mercado poderem ainda sofrer alguma correção em alta durante o início do ano, no final de 2024 deve registar-se uma estabilidade homóloga, possivelmente com redução de yields, e consequente aumento de valor.

    Antecipa-se, ainda, uma retoma progressiva do protagonismo dos grandes investidores internacionais, assim como algum alívio no acesso à dívida bancária e refinanciamento.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

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    Keller Williams Portugal fecha 2023 com aumento da quota de mercado

    Em ano de quebra global no sector, a empresa de formação, coaching e tecnologia manteve a facturação alcançada em 2022 , 56 milhões de euros, e registou um aumento de 20% no número de angariações. Dezembro de 2023 foi o melhor mês de sempre para a KW Portugal 

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    Prestes a assinalar a primeira década em território nacional, a Keller Williams Portugal fechou o ano de 2023 com uma facturação de 56 milhões de euros, valor que iguala 2022, o melhor ano de sempre da KW no nosso país. 2023 foi também de crescimento no negócio dos seus consultores, com um aumento do número de angariações em 20%.

    “Num ano em que o mercado decresceu, a Keller Williams Portugal manteve a faturação e aumentou as angariações em 20%” começa por explicar Marco Tairum, CEO da Keller Williams Portugal. “Um desempenho de que muito nos orgulhamos e que só é possível graças ao nosso modelo de negócio e a uma minuciosa preparação junto dos nossos consultores. Um modelo que assenta nas pessoas e no seu valor, que prospera em tempos de crise e que aposta na antecipação – estamos a preparar este cenário há mais de dois anos através da formação, do aperfeiçoamento tecnológico e da permanente monitorização do sector”, continua.

    Dos 30 Market Centers KW dispersos pelo país, cinco fecharam o ano com uma facturação superior a três milhões de euros e 10 ultrapassaram a marca dos dois milhões. Para tal terá contribuído o aumento do número médio de consultores por market center, actualmente nos 88, e o crescimento em número de associados em territórios como Faro e Aveiro, ou a Região Autónoma da Madeira, onde é líder de mercado, quer em número de associados, quer em facturação.

    Os resultados do programa de distribuição de rendimentos Growth Share voltaram a ser uma mais-valia para todos os que contribuíram para o crescimento da rede. Terminado o ano fiscal de 2023, foram distribuídos mais de um milhão de euros pelos associados Keller Williams Portugal. Implementado em 2014, o programa Growth Share já distribuiu 5.2 milhões de euros no nosso país, dois dos quais nos últimos dois anos.

    Marco Tairum reforça ainda que “este será, uma vez mais, um ano desafiante para o sector e por isso mantemos o compromisso de entregar cada vez mais valor aos nossos consultores, criando condições para que reforcem e consolidem os seus negócios. A experiência em outros territórios, nomeadamente nos Estados Unidos, ensina-nos que momentos de mudança são uma oportunidade de crescimento e de ganho de quota de mercado. Estes nossos resultados são a prova de que é possível!”

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    Em cima: Pedro Pinto (Imobiliário), Tânia Ferreira Osório (Urbanismo),
    Em baixo: Catarina Ruivo Rosa (Imobiliário) e Mário Silva Costa (Fiscal)

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    PBBR presta assessoria à RE Capital na aquisição de um terreno no Cabanas Golf

    A pbbr prestou assessoria jurídica à RE Capital na aquisição de um dos terrenos incluídos na carteira Eleanor do Novobanco

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    Inserido no empreendimento Cabanas Golf, localizado junto ao TagusPark, em Oeiras, o terreno conta com uma área bruta para construção de 82 mil metros quadrados, tendo já um projecto aprovado, onde se prevê que sejam construídos apartamentos turísticos, espaços comerciais, e ainda, um campo de golfe.

    A assessoria prestada pela pbbr contou com a intervenção de Pedro Pinto (Imobiliário), Tânia Ferreira Osório (Urbanismo), Mário Silva Costa (Fiscal) e Catarina Ruivo Rosa (Imobiliário).

    A RE Capital é uma empresa pan-europeia de investimento, desenvolvimento e gestão de activos imobiliários, com presença em Londres, Lisboa, Luxemburgo e Genebra.

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    Habitação: Preços aceleraram no 3ª trimestre de 2023

    Os dados constam no último relatório do INE que confirmam a subida do preço mediano das habitações em Portugal para 1 641€/m2. Valor que representa mais 10% que no período homólogo e cerca de + 9% face ao trimestre anterior

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    “O preço mediano da habitação aumentou, face ao período homólogo, em 22 das 26 sub-regiões NUTS III, destacando-se o crescimento na região autónoma da Madeira: +43,0% “, refere o INE no seu boletim “Estatísticas de Preços da Habitação ao nível local”.

    A aceleração dos preços da habitação abrangeu 13 dos 24 municípios mais populosos, com destaque para Barcelos (+9,1 p.p.) e Guimarães (+8,9 p.p.). “As cinco sub-regiões com preços medianos da habitação mais elevados – Grande Lisboa, Algarve, Região Autónoma da Madeira, Península de Setúbal e Área Metropolitana do Porto – apresentaram também os valores mais elevados em ambas as categorias de domicílio fiscal do comprador (território nacional e estrangeiro)”. O município do Porto registou um acréscimo de +5,8 p.p. e o de Lisboa um decréscimo de -5,6 p.p. Os municípios de Lisboa (4 167 €/m2), Cascais (4 045 €/m2), Oeiras (3 216 €/m2) e Porto (3 104 €/m2) apresentaram os preços da habitação mais elevados.

    Os estrangeiros são os que despendem mais com a compra da habitação. No 3º trimestre de 2023, o valor mediano de alojamentos familiares transaccionados em Portugal envolvendo compradores com domicílio fiscal no estrangeiro foi 2 279 €/m2 (+4,5% relativamente ao trimestre homólogo), enquanto que no caso das transacções efectuadas por compradores com domicílio fiscal em território nacional este valor foi 1 602 €/m. “Nas sub-regiões Grande Lisboa e Área Metropolitana do Porto, o preço mediano (€/m2) das transacções efectuadas por compradores com domicílio fiscal no estrangeiro superou, respectivamente em +83,4% e +56,8%, o preço das transacções por compradores com domicílio fiscal em território nacional”, pode ler-se no documento.

    Por outro lado, o INE refere ainda que no 3º trimestre de 2023, ocorreu uma desaceleração dos preços da habitação em 11 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes (17 no 2º trimestre de 2023).

     

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    Savills responsável pela comercialização exclusiva das lojas do edifício The One

    A Savills foi a consultora instruída para a comercialização exclusiva das lojas do edifício The One, um projecto da Kronos Homes

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    Situados no centro de Lisboa, na Avenida João XXI, estes espaços comerciais apresentam áreas entre os 59 e os 123 m2, podendo ser combinados entre si, e inserem-se num edifício residencial de elevada qualidade, da autoria de arquitecto Eduardo Souto de Moura. As quatro lojas estão praticamente concluídas e dispõem de sistema de exaustão e de rede gás, o que as torna ideais para espaços destinados a restauração.

    As lojas do The One inserem-se numa zona residencial e área de escritórios, consolidadas. O empreendimento situa-se numa zona de prestígio, junto ao Campo Pequeno e em frente ao edifício da Caixa Geral de Depósitos, cujos escritórios contam com cerca de 2.000 colaboradores e que será a futura sede de alguns ministérios. O The One está ainda próximo de algumas das artérias mais importantes de Lisboa como a Praça de Londres e a Avenida de Roma que têm nas suas proximidades a escola D. Filipa de Lencastre, frequentada por cerca de 2.000 alunos.

    “A Savills está muito empenhada neste projecto da Kronos Homes. As Avenidas Novas são cada vez mais um território em Lisboa onde as marcas encontram espaços de qualidade, com tráfego e rendas adequadas aos seus modelos de negócio. Acreditamos que estes espaços serão rapidamente ocupados com marcas relevantes, e apetecíveis para investidores focados no mercado de retalho”, refere José Galvão, head of retail da Savills.

    Segundo Tomás Nogueira, director regional de Lisboa da Kronos Homes, “o The One tem sido um sucesso comercial ao nível residencial, contando com mais de 90% das unidades vendidas. Com a obra a terminar até ao final do presente trimestre, acreditamos que este é o momento ideal para o lançamento destes espaços comerciais, cujas linhas arquitectónicas únicas das fachadas e instalações especiais planificadas de raiz, as distinguirão face à oferta existente”.

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    A Operação Integrada de Entrecampos agregará mais de 200.000 m2 destinados a habitação (700 fogos para arrendamento acessível e 279 destinados ao mercado livre)

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    Nhood escolhida para colaborar no projecto de Entrecampos

    A empresa foi seleccionada para a consultoria de retalho e mediação de lojas âncora, nomeadamente através de serviços de consultoria de leasing, com foco em lojas-âncora e retalho, bem como estratégias de F&B (Food & Beverage)

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    A Nhood Portugal foi escolhida para colaborar no projecto Entrecampos, um dos mais “emblemáticos” empreendimentos imobiliários em Portugal, promovido pela Fidelidade Property Europe.

    A Nhood foi seleccionada para a consultoria de retalho e mediação de lojas âncora, nomeadamente através de serviços de consultoria de leasing, com foco em lojas-âncora e retalho, bem como estratégias de F&B (Food & Beverage). A Nhood irá ainda trabalhar no posicionamento do projecto, na estratégia de marketing e na coconstrução com o território. 

    Filomena Conceição, global head of Business Development da Nhood, explica que as equipas locais e internacionais “vão actuar em dois eixos distintos: empenhar-se em trazer para o projecto marcas portuguesas e atrair marcas estrangeiras que encontrarão em Entrecampos uma excelente oportunidade para se afirmarem no mercado nacional”.

    O Plano Integrado de Entrecampos trata-se de um projecto de grande escala, com uma área de mais de 180 mil m2, orientado pelas melhores práticas ESG, que irá transformar a experiência urbana, promovendo um estilo de vida “mais dinâmico, inovador e tecnológico”. Os planos incluem 10 edifícios para habitação, escritórios e retalho concebidos por arquitectos e gabinetes de arquitectura de renome mundial.

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    António Juzarte Rolo e Lourenço Gouveia Fernandes

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    Pares Advogados assessora Ceres Fininvest e Llopis Portugal na venda da sua operação em Portugal

    António Juzarte Rolo e Lourenço Gouveia Fernandes, sócio da área de Corporate e M&A e Associado das áreas de Fiscal e Corporate e M&A da Sociedade, respectivamente, lideraram a equipa multidisciplinar da Pares Advogados envolvida na operação

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    A Pares Advogados assessorou as sociedades Ceres Fininvest e Llopis Portugal na venda da sua operação em Portugal. As sociedades eram proprietárias de herdades, plantações de amendoais e equipamentos, e forneciam as unidades de produção de amêndoas do grupo LLOPIS, em Espanha.

    Esta operação contou ainda com o apoio de Leonor Monteiro (Associada da área de Direito Imobiliário), Maria Norton dos Reis (Associada Coordenadora da área de Fiscal), Isabel Sousa Castro (Associada da área de Direito Laboral e Segurança Social) e Ana Sofia Abreu e Teresa Catapirra (Associadas da área de Direito Imobiliário).

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