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Mercadona abre no Santarém Retail Park

O Santarém Retail Park, gerido pela CBRE Portugal e situado a escassos minutos do centro da cidade de Santarém, inaugura em Agosto uma nova imagem e amplia a sua oferta comercial

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Para além do novo supermercado da Mercadona, o primeiro da região, o retail park oferece um leque de outras ofertas, desde decoração à bricolage, electrónica, peças e acessórios de automóvel e restauração. Entre as diferentes insígnias presentes, destacam-se a Leroy Merlin, a Hôma, a Jysk, a Rádio Popular, a Centroxogo, a Feira dos Sofás, a Espaço Casa, a Giulietta (restaurante/pizzaria) e a Feuvert. De salientar que, até ao final do ano, prevê-se ainda a inauguração de mais quatro lojas, entre as quais, a Kiwoko e a Calçado Guimarães, sendo que haverão mais novidades para breve.

A Mitiska REIM, actual proprietária do Santarém Retail Park (e de mais 95 retail parks pela Europa), em conjunto com os seus parceiros e property manager, tem vindo a implementar o seu plano de iniciativas value-add e rebranding do activo, que passa essencialmente por criar um destino de conveniência para todos os consumidores e um retail park ancorado por um supermercado. O investimento no parque comercial não só se traduziu numa melhor atratividade do retail park, garantindo a preferência local pelo consumidor, como também num aumento do número de postos de trabalho e de trocas comerciais na região de Santarém.

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iCapital expande escritório de Lisboa

A expansão da presença em Portugal reflecte o rápido crescimento da pegada global da iCapital. Lisboa passará a ser o núcleo global da empresa para o desenvolvimento e operações tecnológicas

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É mais um reforço de peso no mercado de escritórios de Lisboa. A iCapital , a plataforma fintech focada no mercado mundial de investimentos alternativos para as indústrias de gestão de activos e de património, anuncia a recente expansão e abertura oficial do seu novo escritório em Lisboa, que funcionará como o núcleo global da empresa para o desenvolvimento e operações tecnológicas.

Nos últimos 24 meses, a iCapital aumentou os activos globais fora dos EUA de 8 mil milhões para 32 mil milhões de dólares, representando mais de 20% do total dos activos da plataforma da iCapital avaliados em 148 mil milhões de dólares. Lisboa faz parte da alargada presença internacional da fintech da qual fazem parte as cidades Zurique, Londres, Hong Kong, Singapura e Toronto, onde trabalham cerca de 230 dos 1.043 colaboradores totais agora baseados fora dos EUA.

A presença em Portugal é fundamental para as ambições globais da iCapital. Após a aquisição da empresa de desenvolvimento de produtos Runtime Group Ltd, sedeada em Portugal em Outubro de 2020, a iCapital expandiu significativamente a sua presença em Lisboa e emprega actualmente mais de 150 pessoas em Portugal, entre engenheiros, criadores, designers, operações, e funções centrais de apoio.

“A nossa expansão em Lisboa é de grande importância para a estratégia de crescimento global e irá melhorar ainda mais a tecnologia e as soluções da iCapital, alavancando a excelente reserva de talentos em Portugal”, refere Marco Bizzozero, head of international da iCapital. “Estamos muito satisfeitos por podermos abrir oficialmente o nosso novo escritório localizado numa das principais avenidas da cidade de Lisboa”.

O escritório de Lisboa da iCapital é liderado por Vanda de Jesus, que se juntou à empresa no início de Julho como country head de Portugal. Antes de entrar para a iCapital, Vanda de Jesus foi a directora executiva do Portugal Digital, responsável pela transformação digital do país.

“Estou orgulhosa por a iCapital estar a investir no talento local, transformando a forma como as indústrias de gestão de activos e de riqueza alavancam a tecnologia e proporcionam acesso e oportunidades de investimento no mercado privado a investidores individuais”, referiu Vanda de Jesus.

Com a recente expansão do escritório, o centro tecnológico e operacional pode acomodar até 250 pessoas na Avenida Liberdade,131. Com mais de 2.000 metros quadrados, a iCapital é o maior inquilino do edifício do século XVIII, ocupando três andares, assim como uma cafetaria no quarto andar.

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Portugal Sotheby’s Realty cresceu 40% em facturação desde Janeiro

Marca de imobiliário residencial de luxo regista um crescimento de 40% da facturação face a igual período de 2021. Desde o início do ano foram realizadas 477 transacções, mais de 32%, em comparação com o período homólogo

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A Portugal Sotheby’s Realty, revela que registou um crescimento da facturação de 40% entre Janeiro e Outubro de 2022, face a igual período de 2021. No mesmo período foram realizadas 477 translações o que representa um aumento de 32%, face ao mesmo período do ano transacto O preço médio das translações foi superior a 1 milhão de euros.

Já no que diz respeito às nacionalidades dos seus clientes, a Portugal Sotheby’s Realty revela que vendeu imóveis de luxo a 29 nacionalidades diferentes nos primeiros dez meses do ano. Portugal, Estados Unidos, Reino Unido, e Alemanha surgem como as quatro principais nacionalidades dos clientes que mais compraram imóveis de luxo.

Neste contexto, a Portugal Sotheby’s Realty salienta ainda a crescente e forte procura por parte de clientes norte-americanos que não só não constavam no top das nacionalidades há cinco anos como estão inclusive no primeiro lugar dos clientes que mais compraram imóveis de luxo na região de Lisboa.

“Os primeiros dez meses de 2022 foram marcados pelo acentuado crescimento e forte dinamismo da nossa marca, quer a nível nacional quer a nível internacional, como demonstra a evolução sustentada da nossa facturação e o reforço da nossa presença através de novos escritórios, de novos profissionais e de novos departamentos”, afirma Miguel Poisson. O CEO da Portugal Sotheby’s Realty salienta que “os números alcançados são bastante significativos e comprovam a qualidade dos nossos recursos humanos, a robustez do mercado de luxo (mesmo em contexto de inflação elevada e aumento das taxas de juro) e a apetência pelo nosso país que continua a oferecer uma proposta de valor única para quem quer investir ou viver em Portugal”, sustenta.

Com o objectivo de consolidar a sua presença no mercado nacional, a Portugal Sotheby’s Realty criou um departamento de Empreendimentos, com uma forte aposta nas componentes de tecnologia e de marketing e uma maior proximidade com os promotores, propondo-lhes não só oportunidades de compra, em terrenos, edifícios por reabilitar, entre outros, com informação crucial de mercado para integrar nos projectos de arquitectura (partilhando tendências de mercado, as amenities mais valorizadas, etc.) e colocando obviamente toda a força de vendas em prol do projecto.

Através desta divisão, a marca de imobiliário residencial de luxo comercializou com sucesso vários empreendimentos residenciais de luxo. Exemplo disso foi o empreendimento Maison Eduardo Coelho, situado em Lisboa e que foi vendido em tempo recorde; o empreendimento Sun Cliffs Resort, situado em Lagos e que já está mais de 30% vendido; e, mais recentemente, o empreendimento Greens Vilamoura, situado em Vilamoura, com apartamentos focados na sustentabilidade, lançado há um mês e já com 40% das unidades vendidas em 30 dias.

A suportar o forte crescimento da Portugal Sotheby’s Realty estão vários factores externos, como a forte procura internacional ou a aposta dos investidores no mercado imobiliário como sector de refúgio em detrimento de outras alternativas de investimento, mas sobretudo diversos factores internos, como o maior investimento em marketing, a forte aposta em tecnologia e ainda o novo modelo de comissionamento com a remuneração mais completa e atrativa do segmento da mediação imobiliária de luxo em Portugal.

Este modelo, que integra várias vertentes de desenvolvimento pessoal e profissional, inclui formações diferenciadoras (redes sociais, marketing digital e ainda formações executivas de alto nível em gestão para os melhores Private Brokers), e permite o acesso a uma rede de clientes nacionais e internacionais e a um vasto portfólio de imóveis de luxo, permitindo aumentar a divulgação internacional e captação de clientes internacionais através das filiais da marca presentes em mais de 80 países.

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Quinta do Cedro e Paulo Duque entram em fase de comercialização

Os dois projectos da Vogue Homes, encontram-se localizados na frente ribeirinha da zona de Dafundo-Algés e têm assinatura de Luís Rebelo de Andrade

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Dois dos projectos da Vogue Homes, Quinta do Cedro e Paulo Duque, localizados na frente ribeirinha da zona de Dafundo-Algés, estão já em fase de arranque das obras e dão início à comercialização.

O empreendimento Quinta do Cedro é dedicado ao uso habitacional e composto por 22 unidades, em linha com “os altos padrões de qualidade”. É constituído por cinco fracções de tipologia T1 e tipologia T2, seis fracções de tipologia T3, sendo duas delas penthouses, e quatro fracções de tipologia T4 e duas T4 duplex.

No Quinta do Cedro a inspiração do projecto, desenvolvido pelo gabinete de arquitetura Luís Rebelo de Andrade, recaiu sobre o jogo de luz natural recortado pela originalidade das fachadas, nos acabamentos irrepreensíveis, na qualidade e nos detalhes. Todo este empreendimento foi desenhado de forma a proporcionar uma vida saudável em família, que começa e se estende ao equilíbrio dos diferentes espaços de cada habitação.

Os pisos superiores estão exclusivamente dedicados às tipologias habitacionais e acessos a terraços privativos exteriores, com duas piscinas na cobertura, em cada penthouse disponível. Já o piso térreo dispõe das áreas dedicadas aos átrios principais de entrada no edifício e de uma área dedicada a jardins privados, igualmente com uma piscina comum.

Do outro lado dos Jardins do Cedro, encontra-se o projecto Paulo Duque, “um empreendimento habitacional mais intimista” e que se apresenta como “uma opção segura e responsável para quem escolhe morar perto do centro de Lisboa e ao mesmo tempo estar junto da natureza”. Localizado junto à linha de praia entre Oeiras e Cascais, este empreendimento habitacional é composto por seis unidades de tipologias T3 Duplex e T2, com características distintas como áreas amplas luminosas e acabamentos de elevada qualidade com espaços exteriores integrados.

A cor verde destaca-se neste espaço de carácter contemporâneo pelos materiais e técnicas utilizadas, a cor predominante do projecto e toda a carga positiva que tem associada. O jardim vertical situado na penthouse é disso um bom exemplo, pensado em detalhe pela equipa de arquitectos do gabinete Luís Rebelo de Andrade.

Para este projecto foi, igualmente, pensado um novo sistema de fachada que permite trazer uma maior ligação aos Jardins do Cedro. Com isto, conseguiu-se concretizar uma frente mais dinâmica que permite uma melhor entrada de luz nas divisões. A escolha recaiu para um cerâmico vidrado tridimensional de forma hexagonal, cujo tom verde-garrafa cria um jogo de luz e reflexo, que muda ao longo do dia, conforme a exposição solar.

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‘Base’ da CBRE cresce em Lisboa

“Este novo escritório foi totalmente pensado para as nossas pessoas, uma vez que foram parte integrante das decisões e por ser o local onde se reúnem por excelência. Queremos dar a melhor experiência possível à nossa equipa no seu dia-a-dia mas, também, aos clientes que nos visitam regularmente”, refere Francisco Horta e Costa, Managing Director da CBRE Portugal

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A consultora CBRE anunciou o arranque do processo de expansão do seu escritório em Lisboa, ao qual designou ‘The Base’. O nome surge pelo facto de este escritório ser a base da operação da empresa em Portugal.

Localizado no piso 5 do edifício Amoreiras Square (onde a consultora já estava anteriormente localizada), este escritório de 660 metros quadrados reúne diferentes características que fomentam a inovação, cocriação, criatividade e colaboração entre as equipas.

Tendo já inaugurado o 5º piso (numa primeira fase da expansão), a CBRE Portugal irá agora avançar com uma nova obra no 8º piso do mesmo edifício, que estará pronta em março de 2023, ampliando até essa data o espaço total de escritório para cerca de 1.300 metros quadrados e distribuindo, assim, a equipa pelos dois pisos, num modelo de total flexibilidade e hot desk. A arquitetura e gestão de projeto foi totalmente desenvolvida internamente, pela equipa de Project Management e Design da CBRE, enquanto a execução da obra ficou a cargo da Vector Mais.

“Este novo escritório foi totalmente pensado para as nossas pessoas, uma vez que foram parte integrante das decisões e por ser o local onde se reúnem por excelência. Queremos dar a melhor experiência possível à nossa equipa no seu dia-a-dia mas, também, aos clientes que nos visitam regularmente. Estarmos juntos faz parte da nossa cultura corporativa mas é certo que para fomentar este encontro é necessário que as pessoas se sintam bem no espaço que lhes oferecemos e, acima de tudo, que encontrem as condições ideais para desempenhar a sua função”, sublinha Francisco Horta e Costa, Managing Director da CBRE Portugal.

“A forma de trabalhar mudou e a CBRE quer liderar essa mudança de paradigma. Desenhámos um espaço totalmente state of the art, confortável e flexível, no qual as pessoas podem trabalhar mas, sobretudo, estar juntas. No mesmo escritório reunimos uma enorme variedade de espaços com diferentes funcionalidades e vivências, tudo pensado ao pormenor para elevar a nossa cultura e o espírito de equipa que nos caracteriza”, afirma Nelson Paciência, responsável de arquitetura na CBRE Portugal.

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“Acabar com vistos gold é uma decisão incongruente”, defende APEMIP

Na opinião dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal “pensar, apressada e emotivamente, que erradicar o Programa é a solução para acabar com a corrupção ou a especulação imobiliária, é puro devaneio”

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“Pensar em acabar com um programa que em dez anos atraiu para o país cerca de 7.000 milhões de euros e foi catalisador determinante da reabilitação urbana e imobiliária empreendida nos centros históricos de Lisboa e Porto parece-nos uma decisão incongruente”, afirma a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) no comunicado enviado às redacções.

Na opinião dos representantes das empresas de mediação imobiliária “a avaliação que o Governo está a realizar de uma década do Programa “ARI” e que tem permitido o acesso temporário (dez anos) a um visto de residência, na sequência da aquisição de um imóvel de valor igual ou superior a 500.000 euros, justifica-se e, decerto, haverá mudanças e melhoramentos a realizar”. “Mas pensar, apressada e emotivamente, que erradicar o Programa é a solução para acabar com a corrupção ou a especulação imobiliária, é puro devaneio”, defendem.

A APEMIP vai mais longe e sublinha que “afirmar, como verdade incontestável, que o Programa é responsável pela alta generalizada dos preços das casas e, por isso, causador das carências generalizadas de habitação no nosso país, peca por desonestidade intelectual e alheamento da realidade”.

Ironizando a associação reconhece que “é um facto que os estrangeiros que adquirem imóveis que se encontram em localizações caras e com valores acima de meio milhão de euros vêm aumentar a pressão da procura nesse nicho de mercado. Só que não se entende quais são “as consequências sociais” desse facto, excepto para os Portugueses que pretendem adquirir imóveis de 600, 700, … ou um milhão de euros!”.

Relembrando que ao longo dos últimos 10 anos os imóveis transaccionados ao abrigo do programa dos vistos gold representaram apenas 0,6% das transacções realizadas nesse período em Portugal, “o programa determina um conjunto muito claro de regras que têm por objectivo assegurar a legitimidade da proveniência dos capitais utilizados na aquisição. Neste sistema de controlo estão o Banco de Portugal, o SEF, os Bancos Portugueses, os advogados, os notários, as imobiliárias e os promotores, sendo necessário e fundamental que todos cumpram o seu papel. Se não o fazem, ou o fazem imperfeitamente, a culpa poderá não estar no Programa mas naquilo que é uma velha ‘pecha’ portuguesa: fiscalização, vistoria, monotorização, regulação de cumprimento…”, argumentam os profissionais do sector.

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LUMINO coloca 7 unidades de retalho no mercado

Cushman & Wakefield foi escolhida pelo LUMINO para a comercialização de sete lojas destinadas ao retalho, sendo este um empreendimento de uso misto, constituído por habitação de gama alta, uma residência de estudantes e uma componente de comércio, desenvolvido pela TPG Real Estate e pela Round Hill Capital

O LUMINO é considerado um dos maiores investimentos imobiliários privados em construção no centro de Lisboa, arrancou em Fevereiro de 2020 e está situado num terreno de 20.000 m², onde funcionava a antiga cervejaria “Estrela”. O empreendimento totaliza 40.000 m² de área construída, 27.000 m² dos quais dedicados a habitação, 10.000 m² a residências de estudantes e cerca de 1.000 m² a espaços de retalho. Com vista para o icónico Campo Pequeno, e para um grande jardim interior, o LUMINO promete trazer uma nova vida a este histórico bairro.

As sete unidades de retalho que estão a ser comercializadas pela Cushman & Wakefield, localizadas em plena zona prime, – com espaços entre 48 e 415 m² – beneficiam da proximidade ao Campo Pequeno, bem como a importantes pontos da cidade, como a Avenida da República ou o Saldanha, onde se concentram Hotéis, Escritórios e comércio local. Estas lojas vêm, assim, dar resposta à procura gerada pelo próprio LUMINO, respondendo às necessidades dos residentes dos cerca de 300 novos apartamentos e 380 quartos para estudantes.

“O Campo Pequeno tem-se vindo a afirmar como uma localização trendy da cidade e estas lojas vêm reforçar a resposta às necessidades diárias de quem por lá habita ou trabalha. Esta é também uma oportunidade para o investimento no comércio de proximidade, sendo esta uma tendência cada vez mais relevante no panorama do retalho”, afirma Sandra Campos, partner e directora do departamento de retalho da Cushman & Wakefield.

Desta forma, o LUMINO pretende satisfazer todas as necessidades quer sejam de âmbito laboral, social ou lazer afirmando-se como um destino de Lifestyle.

“A comercialização destas lojas vem reforçar o posicionamento do LUMINO como um novo empreendimento âncora de uso misto no centro da cidade de Lisboa, com espaços de retalho que complementam e acrescentam valor à restante oferta, beneficiando de uma grande exposição e localização privilegiada, servida por espaços verdes, estacionamento e
excelentes acessos, dando assim resposta às necessidades da comunidade envolvente, ao mesmo tempo que trarão certamente uma nova dinâmica ao comércio de rua numa das zonas mais emblemáticas da capital, como é o Campo Pequeno“, acrescenta João Pita, country lead da Round Hill Capital em Portugal.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Bondstone reforça equipa com nova directora de marketing e vendas

Inês Cabral, a mais recente contratação da Bondstone, Private Equity especializada em desenvolvimento e gestão de projectos imobiliários em Portugal

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A nova directora de marketing e vendas da Bondstone tem a seu cargo toda a estratégia de posicionamento de marca na atracção de investidores como de desenvolvimento dos projectos imobiliários em carteira.

Licenciada em economia pelo ISEG com mestrado em marketing management pelo INDEG, conta com 11 anos de experiência no sector imobiliário, tendo já passado pelos sectores dos centro comerciais, aeroportos e escritórios, sempre na área do marketing e desenvolvimento de negócio.

“Estou muito entusiasmada por abraçar este novo desafio com a Bondstone . Ambiciono não só atrair a atenção de investidores que acreditam no potencial que Portugal tem no mercado do real estate como de dar a conhecer todos os projectos que estamos a desenvolver, projectos esses que não só contribuem para o desenvolvimento das nossas cidades como de maximizar o bem estar de quem escolhe viver em Portugal”, afirma.

Paulo Loureiro, CEO da Bondstone acrescenta “é com muito agrado que a Inês se junta à equipa da Bondstone, nesta função que tem um papel crítico e fundamental neste novo ciclo do mercado português de mobilização de capital que a nossa empresa intenciona investir no mercado Português nos próximos anos.”

A Bondstone, private equity especializada no desenvolvimento e gestão de projectos imobiliários em Portugal, em diversos segmentos integra na sua estrutura a Louvre Properties que desenvolveu durante os últimos anos diversos projectos residenciais de referência em Lisboa. 

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MNAC; Museu do Chiado; Museu Nacional de Arte Contemporâ nea do Chiado; Rie Candelários; Intervensão; Fachada do Edificio; Pires Vieira; Artista; Lisboa; © Hugo David 2021;

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Estrangeiros de 60 países adquiriram 403 M€ em habitação na ARU de Lisboa no 1º semestre de 2022

O montante investido por estrangeiros neste período fica em linha com os níveis médios semestrais dos últimos três anos, posicionados entre os 360 e os 390 milhões de euros. Não obstante, exibe uma redução de 32% face ao semestre anterior

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Nos primeiros seis meses de 2022, os estrangeiros compraram cerca de 790 imóveis residenciais na Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Lisboa num total de 403 milhões de euros de investimento. Neste período, o ticket médio de investimento dos estrangeiros foi de 509,0 mil euros e as aquisições foram concretizadas por compradores oriundos de 60 países diferentes. Os dados são apurados pela Confidencial Imobiliário e abrangem transacções de habitação concretizadas por particulares na ARU de Lisboa.

O montante investido por estrangeiros neste período fica em linha com os níveis médios semestrais dos últimos três anos, posicionados entre os 360 e os 390 milhões de euros. Não obstante, exibe uma redução de 32% face ao semestre anterior, mas este período registou um investimento recorde de 592,5 milhões de euros, reflectindo uma antecipação das aquisições devido às alterações nos critérios de elegibilidade dos vistos gold, em Janeiro seguinte.

No 1º semestre do ano, 56% do montante internacional foi investido por cinco nacionalidades. Os franceses foram os compradores mais activos, investindo 71,6 milhões de euros, o equivalente a 18% do montante internacional, seguidos dos norte-americanos, que aplicaram 48,4 milhões de euros (quota de 12%). As cinco nacionalidades mais activas incluem também os chineses, com um investimento de 38,7 milhões de euros (quota de 10%), os britânicos, cujo montante investido ascendeu a 33,2 milhões de euros, e os brasileiros, que alocaram 32,8 milhões de euros à compra de habitação. Estas duas últimas nacionalidades detêm uma quota de 8% cada no investimento estrangeiro.

Entre estas cinco nacionalidades mais activas, são os brasileiros quem mais investe por operação, apresentando um ticket médio de investimento de 763,3 mil de euros. Este valor fica cerca de 40% acima do montante médio aplicado pelos franceses, norte-americanos e britânicos, cujos tickets se situam entre os 525,0 mil de euros e os 566,0 mil de euros. Os chineses são quem investe menos, situando o seu ticket médio em 464,2 mil de euros.

Em termos de destinos de investimento, as freguesias de Santo António, Avenidas Novas, Estrela, Arroios, Misericórdia e Santa Maria Maior são as preferidas dos compradores estrangeiros, agregando, entre si, 73% do investimento internacional no semestre. Santo António, Avenidas Novas e Estrela registam quotas de 13% do montante internacional, com 50 a 53 milhões de euros de compras internacionais; Arroios e Misericórdia detêm uma quota de 12% cada, com investimentos na ordem dos €47 milhões; e Santa Maria Maior, com uma quota de 11% agregou €43 milhões de investimento.

Estrangeiros geram 33% das compras
No 1º semestre, a ARU de Lisboa atraiu €1.225 milhões de investimento em habitação num total de 3.100 imóveis adquiridos. Os estrangeiros foram, assim, responsáveis por 33% das aquisições em valor e 26% em número de operações. Os portugueses geraram 67% das compras em montante, num total de 822,3 milhões. Em número de operações a quota nacional foi de 74%, equivalente a 2.275 operações. O investimento nacional apresentou uma variação de 4% face ao semestre anterior, quando foram investidos 792 milhões de euros.

Apesar da predominância nacional no volume de investimento, os compradores estrangeiros investem, em média, mais 40% por operação que os portugueses, comparando-se tickets médios de 509,0 mil e 361,5 mil de euros, respectivamente.

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‘Clean tech’ da Mota-Engil e Overseas celebram acordo para “implementar soluções de sustentabilidade e descarbonização”

Para o efeito, cada produto imobiliário será objecto de acções conjuntas que visam eleger as melhores soluções ambientais com vista à obtenção de um certificado de referência internacional que destaque os imóveis como exemplo de excelência

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A Mota-Engil Renewing, a nova clean tech do grupo Mota-Engil que tem por missão acelerar a transição energética e a descarbonização dos centros urbanos, das empresas e da indústria, e a Overseas, o novo promotor imobiliário nacional, são agora parceiras tecnológicas na investigação, desenvolvimento e promoção de soluções e serviços ambientalmente sustentáveis a desenvolver na oferta imobiliária.

O protocolo celebrado entre as duas empresas visa descarbonizar os produtos imobiliários promovidos pela Overseas, com o objectivo de atingir a neutralidade carbónica, sempre que possível. Para o efeito, cada produto imobiliário será objecto de acções conjuntas que visam eleger as melhores soluções ambientais com vista à obtenção de um certificado de referência internacional que destaque os imóveis como exemplo de excelência ao nível de desempenho ambiental e energético.

Os objectivos passam por desenhar um roteiro de sustentabilidade que promova a redução da pegada de carbono, dos consumos energéticos e da água, entre outros. O desenvolvimento de soluções e serviços inteligentes irá actuar na disponibilização de plataforma de gestão dos vários serviços de energia, carregamento eléctrico, soluções de mobilidade, entre outros, a desenvolver nos edifícios; na concepção, instalação, O&M e exploração de soluções de carregamento eléctrico ajustadas às necessidades específicas de cada edifício e condóminos; na implementação e exploração de soluções de mobilidade para os condomínios e na produção, armazenamento e gestão inteligente de energia para autoconsumo, incluindo a análise e desenvolvimento de CER.

A Overseas, gerida por Pedro Vicente, apresentou-se recentemente ao mercado com cinco projectos imobiliários, em Lisboa e Comporta. Os imóveis a transformar pela nova promotora situam-se em Alcântara, junto ao novo complexo de escritórios ALLO, na Rua Braamcamp, em Alfama, na área da Avenida da Liberdade e na Comporta, na Herdade do Silêncio. Em conjunto, os projectos totalizam133 unidades residenciais, cinco lojas e 34 mil m2 de construção, num investimento que atinge os 130 milhões de euros.

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Sierra tem dois projectos finalistas nos MAPIC Awards

O Mercado Bom Sucesso, no Porto, é finalista na categoria de Melhor Novo Conceito de Food & Beverage. O CityLife Shopping District, em Milão, um projecto de uso misto, finalista na categoria de Centro Comercial com melhor desempenho

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A Sonae Sierra é finalista em duas categorias nos prestigiantes MAPIC Awards, que distinguem os melhores retalhistas e os melhores projectos imobiliários de retalho na Europa: o Mercado Bom Sucesso, no Porto, é finalista na categoria de Melhor Novo Conceito de Food & Beverage; o CityLife Shopping District, em Milão, um projecto de uso misto finalista na categoria de Centro Comercial com melhor desempenho.

“Estas distinções são mais uma demonstração de que a Sierra está na vanguarda do conhecimento no sector imobiliário e é o parceiro ideal para desenvolver conceitos inovadores, que criam novas centralidades e transformam os bairros e as cidades em destinos de preferência. Estamos muito orgulhosos pelo reconhecimento, e ainda mais motivados para criar, desenvolver e gerir espaços para as cidades do futuro, contribuindo para uma qualidade de vida sustentável para pessoas e comunidades”, afirma Cristina Santos, directora executiva da área de Property Management da Sierra

O edifício histórico do Mercado Bom Sucesso foi renovado, e é gerido pela Sierra, reforçando a sua identidade e criando uma oferta diversificada e de maior qualidade, respeitando as características arquitectónicas deste espaço icónico da cidade do Porto. Os visitantes têm agora ao seu dispor um espaço que convida a despertar os cinco sentidos, composto por 26 quiosques, 40 lojas e restaurantes (interiores e exteriores), com uma ampla variedade gastronómica tradicional, ambientes únicos para beber, experiências culturais e um palco polivalente. O Mercado Bom Sucesso é um projecto finalista dos MAPIC Awards na categoria Melhor Novo Conceito de Food & Beverage graças à nova vida e sofisticação conferida a um mercado histórico tão conhecido da cidade do Porto. Com esta renovação, e novas acções na gestão e aluguer de espaços, o mercado mantém a herança histórica que fez dele um ponto central na cidade, como também um espaço de convívio ideal para receber novos conceitos gastronómicos, respondendo às novas formas de vida na cidade, e cumprindo os mais exigentes critérios de sustentabilidade.

O CityLife Shopping District, um projecto de uso misto, é já reconhecido como um marco e um destino emblemático em Milão, devido à sua localização central e à sua arquitectura diferenciadora. Rodeado pelo segundo maior parque desta cidade italiana, com acesso directo à estação de metro, faz parte de uma zona multifuncional com três torres de escritórios e edifícios residenciais de luxo, e está integrado num dos mais importantes projectos de reabilitação urbana da Europa. O Centro dispõe de três áreas comerciais: o complexo comercial de dois andares, a grande praça central e o passeio ao ar livre, todos ligados por um caminho pedestre, reúnem mais de uma centena de instalações comerciais que oferecem uma experiência única e completa aos visitantes. A performance e resiliência que o centro tem demonstrado ao longo dos últimos anos confere o compromisso da equipa de gestão em garantir uma oferta com formatos diferenciadores, modernos e bem ajustados à envolvência, garantindo assim o compromisso na excelência da gestão de activos para terceiros.

Os vencedores do MAPIC Awards serão conhecidos a 30 de Novembro, numa cerimónia que terá lugar em Cannes, França.

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