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    APCMC quer acelerar a digitalização na indústria dos materiais de construção

    Parte central do projecto Speed up: Materiais de Construções a nova plataforma da APCMC já arrancou. A Datacheck vai colocar a indústria dos materiais de construção e as empresas distribuidoras a comunicar com base nos mesmos standards, acelerando a digitalização da indústria dos materiais de construção

    Manuela Sousa Guerreiro
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    APCMC quer acelerar a digitalização na indústria dos materiais de construção

    Parte central do projecto Speed up: Materiais de Construções a nova plataforma da APCMC já arrancou. A Datacheck vai colocar a indústria dos materiais de construção e as empresas distribuidoras a comunicar com base nos mesmos standards, acelerando a digitalização da indústria dos materiais de construção

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    Designado “Speed Up: Materiais de Construção 4.0” o projecto da Associação Portuguesa dos Materiais de Construção tem como principal objectivo “acelerar a transição dos materiais de construção para uma nova realidade de adopção tecnológica e digital nos processos de negócio das pequenas e médias empresas. Estas são condições essenciais ao desenvolvimento de uma abordagem integral e integrada na fileira da construção nacional. A criação de uma plataforma nacional de produtos para a construção – a datacheck – é o elemento central deste projecto. A plataforma está pronta agora é preciso a adesão da indústria como afirma José Matos, secretário-geral da Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção.

    O que é a APCMC Datacheck?
    É uma plataforma de gestão que será o garante da qualidade da informação sobre os produtos, a qual será directamente carregada e actualizada pelos fornecedores, num formato e com estrutura standard a nível europeu. A partir daí os comerciantes e distribuidores poderão, de forma simples fazer o download de toda a informação sobre os produtos, incluindo preços, imagens, fichas técnicas, etc, etc..

    Qual o ponto de situação da implementação da Datacheck?
    Este é um projecto que está a ser desenvolvido há cerca de 2 anos. Registou algum atraso devido à pandemia, mas não do ponto de vista do desenvolvimento tecnológico e deverá estar totalmente operacional até ao final do ano. É parte integrante de um projecto mais amplo o “Speed Up: Materiais de Construção 4.0”, que compreende várias componentes e acções no sentido de informação sobre processos e de capacitação das empresas de forma que estas possam tirar maior partido da digitalização nos seus processos internos, sejam eles logísticos, marketing, entre outros.

    Qual é a referência base deste projecto?
    O elemento mais importante do ponto de vista instrumental e prático é a criação de uma plataforma nacional, um percurso idêntico ao que o resto da Europa, em especial Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália ou Áustria tem vindo a fazer ao longo dos anos. Seguindo um movimento voluntário, quer das várias associações do sector dos distribuidores quer também da associação europeia de fabricantes que está neste momento em processo formal de criação de um guia europeu que permita standardizar e harmonizar todas estas plataformas nacionais. Este é um trabalho que tem sido feito nos últimos anos e neste momento está a ser criado o standard europeu destas plataformas para que haja uma interoperabilidade entre elas e para que os fabricantes e comerciantes europeus possam receber os dados nos mesmos formatos e não estar cada país a usar formatos diferentes e estruturas de dados diferentes.

    Mas há uma obrigatoriedade do ponto de vista legal ou é uma mobilização da indústria/distribuidores?
    É um processo voluntário não é obrigatória, mas que está a ser ajustado face às novas regras que estão a ser propostas nesta revisão de regulamento dos produtos de o qual prevê a criação de uma base de dados europeia sobre os produtos de construção, o que por sua vez está ligado à criação de um passaporte europeu de produtos de construção… mas todo este trabalho está a ser feito com base no que já existe na indústria. Não é algo absolutamente novo. Está-se a aproveitar algo que na Europa já é comum que são estas estruturas de dados que estão a ser comunicados dentro do sector por processos deste género e era muito importante que Portugal acertasse o passo com o resto da europa porque vêm aí as obrigações regulamentares.

    Em que fase do processo é que estamos?
    A plataforma está a funcionar. Obviamente que há ajustamentos que estamos a fazer de funcionalidade e de adaptação do funcionamento que se mostrem necessário que vão surgindo durante a sua utilização, mas neste momento já está a funcional. Temos entre 50 a 60 distribuidores registados na plataforma nacionais e 35 fabricantes registados, embora nem todos eles tenham ainda disponibilizado todos os dados. Este está a ser um processo lento porque apesar da informação existir nas empresas estas, em especial as de média e pequena dimensão, não têm recursos humanos suficientes para tratar os dados que têm em diferentes plataformas e em diferentes formatos ou em departamentos diferentes. A Datacheck tem cerca de 150 campos de informação que podem ser actualizadas permanentemente. Mas estamos a trabalhar com as empresas no sentido de as ajudar a fazer essa adaptação e acelerar esse trabalho.

    Com quantas empresas estão a trabalhar?
    Estamos a trabalhar com trinta e tal empresas nacionais e internacionais. Aliás, para estas últimas este é um processo mais fácil porque estão habituados a trabalhar desta forma nos mercados europeus e entendem a necessidade de harmonização.

    Mas do ponto de vista nacional esta já é uma indústria exportadora…
    E por isso também é importante para a indústria nacional, que esta a ter as solicitações noutros mercados e precisa de enviar os seus dados para data pools diferentes em formatos diferentes e, portanto, digamos que se fizer o processo a nível nacional fica com uma estrutura de dados europeia, o que lhe facilita o envio da informação para os seus clientes internacionais. Além disso, este trabalho de harmonização inclui a harmonização com o sistema de classificação de produtos internacional, o eTime.

    O que está interligado com recolha de informação que é pedida pela Datacheck.
    Exactamente. Tudo isso está integrado na plataforma se for indicado o sistema de classificação e a classe do produto automaticamente são indicadas as características técnicas do produto na própria plataforma. Se o fabricante não utilizar um sistema de classificação vai ter que identificar as características técnicas do produto na plataforma, o que também é possível.
    É preciso não esquecer que a jusante desta indústria, estão os projectistas, arquitectos, construtores para quem esta informação e estes dados são importantes e que podem passar a ter acesso a informação estandardizada e que pode ser usada por outras ferramentas e software designadamente o BIM. Um dos elementos que pode acompanhar a informação produto é o objecto BIM que passa a estar disponível logo no artigo.

    Quantas empresas já completaram o processo?
    Como lhe disse temos registados entre 35 a 40 empresas, mas disponíveis a ser utilizados estão cinco, as restantes estão em diferentes fases do processo e algumas estão quase em fase de arranque outras têm o seu processo interno mais atrasado. Até ao final do contamos ter em funcionamento estas 35 a 40 empresas.

    Face ao universo das empresas do sector este número representa quanto?
    Em termas de empresas não representará mais de 20% das empresas fabricantes, mas representará em termos de volume de negócios se calhar 80%.

    Para as empresas mais pequenas tem sido fácil explicar a importância e fazê-las aderir ao projecto?
    É mais complicado porque as empresas têm poucos recursos humanos e estão mais limitadas, mas a aceitação e a adesão das empresas têm sido enormes, demora é tempo a concretizar-se.

    Num mundo que já é globalizado só agora a indústria dos materiais de construção está a despertar para esta necessidade de harmonização?
    O sector da construção está atrasado. Todos nós gostávamos de estar como o sector automóvel. Isto é um trabalho de fundo que na Europa se está a fazer há 30 anos e nós estamos a começar agora. Claro que aproveitamos tudo o que a Europa já produziu e todo o seu processo de aprendizagem. Hoje é mais fácil porque temos as ferramentas, a experiência, temos as empresas internacionais a trabalhar nos mesmos moldes e temos standards europeus que antes não existiam.
    A implementação torna-se mais rápida, mas, ainda assim, é um trabalho que irá demorar meses, devemos atingir um patamar mínimo no final deste ano e depois esperamos que em dois a três anos se complete.

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    Greenvolt e Finançor celebram parceria no solar fotovoltaico

    Este projecto de “grandes dimensões” prevê a instalação de painéis solares fotovoltaicos em nove espaços distintos, desde hotéis a supermercados, mas também em fábricas do Grupo, o que permitirá acelerar o plano de descarbonização e sustentabilidade da empresa açoriana

    O Grupo Greenvolt, através da Greenvolt Next Portugal, prossegue o seu crescimento na Região Autónoma dos Açores, desta vez em parceria com o Grupo Finançor, para a instalação de um total de 3880 painéis solares através de um contrato de compra e venda de energia de longo prazo (Power Purchase Agreement ou PPA), num modelo de partilha de risco e benefícios.

    Este projecto de “grandes dimensões”, que prevê a instalação de painéis solares fotovoltaicos em nove espaços distintos, desde hotéis a supermercados, mas também em fábricas do Grupo, permitirá acelerar o plano de descarbonização e sustentabilidade da empresa açoriana.

    Numa capacidade instalada de 2,1MW, permitindo gerar 2,6 GWh de energia limpa anualmente, serão abrangidas diversas instalações do Grupo Finançor, desde as unidades hoteleiras, como o Azoris Royal Garden, o Azoris Angra Garden e o Azoris Faial Garden, as lojas Sol-Mar, Pingo Doce e Recheio, assim como as várias unidades fábris que detém na região, como a fábrica de rações, a moagem ou a fábrica de bolachas Mulata.

    “Esta parceria, que se materializa na implementação de soluções de geração de energia fotovoltaica, é representativa das oportunidades que as empresas portuguesas têm numa gestão proactiva das suas necessidades energéticas, optando por modelos eficientes e de partilha de risco. Estamos muito satisfeitos por contribuirmos para um incremento da competitividade do Grupo Finançor, ao mesmo tempo que aceleramos a descarbonização das suas actividades”, adiantou João Manso Neto, CEO da Greenvolt.

    Já o Grupo Finançor vê nesta parceria a oportunidade de “acelerar o seu plano de descarbonização e sustentabilidade”, cuja ambição é “reduzir expressivamente a nossa pegada ecológica nos vários sectores de actividade em que estamos presentes, sendo que esta parceria com a Greenvolt, num modelo de partilha de risco e benefícios, permite-nos avançar de forma mais rápida e estruturada nestes grandes projectos, ainda sujeitos a uma grande burocracia e apertados requisitos técnicos nos Açores que dificultam a sua implementação”, conclui Romão Braz, presidente executivo do Grupo Finançor.

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    Lisboa recebe 61ª Capital do Móvel

    Arranca hoje a 61ª edição da “Capital do Móvel, uma iniciativa da Associação Empresarial de Paços de Ferreira (AEPF). O certame, que começou por se realizar no Porto, decorre este ano em Lisboa e junta 30 marcas nacionais

    Pedro Reis, ministro da Economia, vai marcar presença na sessão de abertura da 61ª Capital do Móvel, que se realiza esta quarta-feira, 12 de junho, no Pavilhão Carlos Lopes. A abertura da feira conta ainda com a presença de Humberto Brito, presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, e Rita Pacheco, presidente da Associação Empresarial de Paços de Ferreira. O certame de mobiliário e decoração do país decorre até dia 16 de Junho e junta 30 grandes marcas para ditar todas as tendências do sector.

    Nos 40 anos da marca Capital do Móvel, o já emblemático certame vai contar com expositores de tamanho reforçado para melhorar a experiência do visitante.

    Este ano, o sector ultrapassou a recorde de 2 mil milhões de euros em vendas internacionais, e prepara-se para lançar a campanha “Portuguese Capital of Furniture”, que pretende levar o epicentro do mobiliário nacional além-fronteiras.

    A nível nacional o sector conta com 4 487 empresas de fabrico de mobiliário e de colchões, dando emprego a cerca de 36 268 pessoas.

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    Otovo e Grupo Volkswagen unem-se para criar soluções de carregamento doméstico

    A parceria entre as duas marcas tem por objectivo oferecer uma solução holística que combine energia solar limpa e mobilidade eléctrica, que permitirá aos proprietários de veículos eléctricos uma poupança de até 40% nos custos de carregamento

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    A Otovo, marketplace europeu de instalação de painéis solares e baterias para o mercado residencial, acaba de estabelecer uma parceria estratégica com a Elli, marca do Grupo Volkswagen para carregamento e energia, com o objectivo de oferecer uma solução holística que combine energia solar limpa e mobilidade eléctrica. As duas juntas pretendem criam um ecossistema  de mobilidade e energia sustentáveis.

    A combinação de energia solar e mobilidade eléctrica permite que ambas as empresas desenvolvam soluções personalizadas para o crescente mercado de veículos eléctricos. A partir do Verão de 2024 os clientes Volkswagen poderão adquirir um sistema fotovoltaico juntamente com o novo Elli Charger 2 e instalá-lo recorrendo a um instalador da rede Otovo.

    O carregador e a bateria de energia solar são coordenados para que os consumidores possam carregar directamente os seus carros com o excedente fotovoltaico e garantir uma poupança de até 40% em cada carregamento.

    Um dos principais benefícios desta parceria é a redução significativa do custo total de propriedade de veículos eléctricos através da utilização de sistemas fotovoltaicos. Os proprietários de veículos eléctricos passam a produzir a energia que necessitam, tornando-os independentes das flutuações de preço da electricidade.

    “Para avançar ainda mais na mobilidade eléctrica, precisamos tornar todo o ecossistema de carregamento mais acessível e rentável para os consumidores. Portanto, a parceria com a Otovo não é apenas um sinal importante para o negócio de carregamento e energia na Europa como também para a integração inteligente da mobilidade e da transição energética em casa. Estamos muito satisfeitos com este importante passo e cooperação pioneira”, explica Giovanni Palazzo, CEO da Elli.

    “Através desta parceria com a Elli e com o Grupo Volkswagen, as nossas soluções fotovoltaicas chegarão mais facilmente a cada vez mais consumidores. A poupança associada aos nossos sistemas será imediatamente visível e irá permitir-nos aumentar o valor para o cliente final através de maiores poupanças.”, considera Manuel Pina, director-geral da Otovo em Portugal.

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    Solução solar para espaços interiores portuguesa vence Prémios Europeus de Energia Sustentável 2024

    Através da start-up Seenergy, a arquitecta portuguesa Rita Gomes está a desenvolver uma gama de mobiliário com capacidade para fazer o aproveitamento e o armazenamento da energia solar. O seu trabalho foi agora distinguido nos Prémios Europeus de Energia Sustentável 2024

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    A arquitecta portuguesa Rita Gomes é a vencedora do Prémio Europeu de Energia Sustentável 2024, na categoria de “Mulheres na Energia” (Woman in Energy), pelo trabalho desenvolvido pela sua start-up Seenergy, pioneira na utilização de soluções de energias renováveis integradas em peças de mobiliário.

    O projecto de Rita Gomes ficou em primeiro lugar numa votação pública online. A arquitecta portuguesa recebeu o galardão durante a cerimónia de entrega dos prémios da Semana Europeia da Energia Sustentável (EUSEW), que teve lugar no dia 11 de Junho, em Bruxelas.

    Com sede no Porto, o desafio da start-up de Rita Gomes é desenvolver uma gama de mobiliário, económico e ecológico, com capacidade para fazer o aproveitamento e o armazenamento da energia solar. “A nossa missão passa por criar soluções inovadoras em que possamos aplicar, à escala mundial, as vantagens desta tecnologia solar integrada no mobiliário, contribuindo assim para um futuro mais sustentável e ambientalmente mais responsável”, reforça a vencedora.

    A Seenergy utiliza células solares sensibilizadas por corantes que imitam o processo de fotossíntese nas plantas, convertendo a luz em electricidade. Ao contrário dos painéis solares comuns, as células solares podem ser utilizadas em ambientes fechados, dado que não precisam de luz solar directa. Uma vez recolhida, a energia é armazenada numa bateria que é integrada nas peças de mobiliário, podendo depois ser utilizada para carregar dispositivos ou acender luzes através de uma entrada USB.

    Rita Gomes é uma das três finalistas dos Prémios Europeus de Energia Sustentável 2024, na categoria de Mulheres na Energia. O prémio distingue mulheres que lideram projectos e actividades inovadoras que, quando replicadas, podem ajudar a promover a transição para a utilização de fontes de energias mais sustentáveis na Europa. É dada especial atenção ao contributo feminino nesta iniciativa, por forma a impulsionar a integração, em termos de género, e apoiar a igualdade de oportunidades no sector da energia.

    As outras finalistas são Françoise Réfabert da França, e ainda Karolina Attspodina da Alemanha. Françoise desenvolveu uma visão inovadora na área do financiamento acessível para renovações ao nível da energia doméstica. Karolina tem a missão de trazer a energia solar para as varandas dos espaços habitacionais, através de kits de bricolage.

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    Octant Évora

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    Octant Évora junta-se à rede de viagens de luxo Serandipians

    Juntando-se agora ao Octant Furnas, esta parceria reconhece a dedicação da Octant Hotels em manter “padrões de hospitalidade” e “solidificar ainda mais a sua posição” como um destino de “primeira linha”

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    O Octant Évora, localizado Jo coração do Alentejo, integra desde o dia 3 de junho a associação Serandipians, uma comunidade de agências de viagens de luxo, hotéis, resorts e experiências de viagem. Criada pela Traveller Made em 2013, a associação reúne uma comunidade de indivíduos que partilham uma paixão por viagens e um compromisso com a excelência.

    Juntando-se agora ao Octant Furnas, esta parceria reconhece a dedicação da Octant Hotels em manter “padrões de hospitalidade” e “solidificar ainda mais a sua posição” como um destino de “primeira linha” em Portugal.

    “Ser seleccionado para este prestigiado programa reconhece o compromisso do Octant Évora com o serviço, a qualidade e a apresentação do melhor das viagens em Portugal aos nossos clientes internacionais. Queremos continuar a proporcionar experiências de viagem de luxo cuidadosamente seleccionadas aos nossos hóspedes, ” menciona Gonçalo Mexia Alves, head of Sales da DHM.

    A Serandipians oferece viagens “únicas e exclusivas” à medida dos viajantes que procuram experiências diferentes e originais, o que se “alinha com o espírito da Octant Hotels, na oferta de um serviço personalizado e excelência em hospitalidade”, indica esta associação, que desde o seu lançamento já conta com mais de 520 agências em 74 países.

    Recorde-se que os Octant Hotels integram já a Internova Travel Group’s Curated Hotels & Resorts, Internova Travel Group’s SELECT Hotels & Resorts, Chase Travel’s Luxury Hotel & Resort Collection, e American Express’ Fine Hotels & Resorts.

    Estas parcerias proporcionam à Octant Hotels acesso a uma rede global de marcas de hotelaria de luxo com ideias semelhantes, promovendo oportunidades de colaboração, partilha de conhecimentos e inovação, que melhoram a experiência do hóspede, e oferecem aos viajantes mais exigentes comodidades personalizadas, acesso privilegiado e serviço elevado, onde estão incluídos os Octant Hotels nas regiões do Alentejo, Algarve e Açores.

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    (da esquerada para a direita): Sofia Ferreira de Almeida, head of Property, Asset & Services, Carlos David, head of Development and Promotion e Margarida Madeira, head of Resources Funding Investment

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    Nhood apresenta nova estrutura organizacional

    Esta reformulação estratégica visa não só “melhorar a colaboração entre estas principais áreas de negócio, mas também assegurar a uniformização das operações a nível global”

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    A Nhood acaba de anunciar ao mercado a sua nova estrutura organizacional, “alinhada com a sua evolução” enquanto empresa de serviços e comprometida com a “melhoria contínua” da eficiência operacional e capacidade de resposta. A nova estrutura organizacional está centrada nas três principais áreas de negócio da empresa – Property, Asset & Services, Development and Promotion e Resources Funding Investment.

    Neste sentido, Sofia Ferreira de Almeida passa a liderar o departamento de Property, Asset & Services (PAS), com o foco de cgarantir a máxima eficiência operacional e económica dos ativos. Com a sua experiência em Capital Markets e Asset Management, Sofia vai liderar esforços para “impulsionar o crescimento e desenvolver uma visão estratégica alinhada com os objectivos globais da empresa”.

    Já Carlos David, director de Development and Promotion (DEV) desde a criação da Nhood, assume esta nova área como head na qual vai liderar projectos de desenvolvimento e regeneração de portfólios de activos. A unidade de DEV está em estreita colaboração com PAS e RFI para assegurar que todos os projectos adotem práticas sustentáveis e criem valor social, ambiental e económico.

    Também já em funções na Nhood, Margarida Madeira, transita da direcção de People & Culture para liderar a área de Resources Funding Investment (RFI).Além de ser agora responsável por estabelecer e gerir sistemas financeiros que suportem a gestão de recursos em projectos imobiliários, vai, ainda, continuar a liderar as áreas de Recursos Humanos e Sistemas de Informação.

    Por outro lado, Sevérine Boutel, CEO da Nhood em Portugal nos últimos quatro anos, deixa a estrutura local para abraçar um novo desafio.

    Esta reformulação estratégica visa não só “melhorar a colaboração entre estas principais áreas de negócio, mas também assegurar a uniformização das operações a nível global”, com base num modelo organizacional que pressupõe “agilidade processual” e está desenhado para “assegurar uma transição eficaz e adaptável às dinâmicas de mercado”.

    Seguindo as tendências de mercado, a nova organização permite, ainda, à Nhood reforçar a sua missão de gerar impacto positivo através da sua actividade, construir bairros e cidades melhores e contribuir para um planeta e um futuro mais sustentáveis.

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    Sapa apresenta nova colecção de puxadores Petra

    “Esta colecção, que nos permite uma uniformização da oferta de acessórios da marca, foi projectada para transmitir força, estabilidade e resistência ao mesmo tempo que permite uma aplicabilidade muito grande e adapta-se a qualquer projeto”, destaca Carlos Paulos, Area Sales manager da Sapa

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    A Sapa, marca do Grupo Hydro, dá mais um passo na sua estratégia comercial e incorpora no seu portefólio de produtos a nova colecção de puxadores Petra que apresenta um design “moderno, sofisticado e ergonómico” que se adaptam a uma grande variedade de estilos e necessidades.

    Segundo a empresa, os novos puxadores foram projectados para resistir ao teste do tempo e oferecem muito mais do que funcionalidade, representam “sofisticação e solidez”.

    “A incorporação destes novos puxadores no nosso portefólio de produtos permite-nos uma uniformização da oferta de acessórios da marca que agora passa a estar ainda mais completo. Esta colecção foi projectada para transmitir força, estabilidade e resistência ao mesmo tempo que permite uma aplicabilidade muito grande e adapta-se a qualquer projeto”, destaca Carlos Paulos, Area Sales manager da Sapa.

    Com o objectivo de uniformizar a sua oferta de acessórios, este novo lançamento de puxadores vai permitir à Sapa manter uma “coerência” entre os sistemas de batente, de correr e de porta e reforçar o reconhecimento da marca.

    O evento de apresentação desta nova linha de acessórios da marca realizou-se no Bacalhôa Buddha Eden para cerca de uma centena de clientes Sapa de todo o País.

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    Passivhaus: Primeira certificação para fracções isoladas comerciais é portuguesa

    Reabilitado há seis anos de acordo com os princípios Passive House, o nZEBoffice+, sede da Passivhaus Portugal, localizado em Ílhavo, obteve, agora, a certificação EnerPHit, num processo piloto conduzido pelo Passivhaus Institut

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    É português o primeiro certificado Passivhaus para fracções isoladas comerciais no mundo. Reabilitado há seis anos de acordo com os princípios Passive House, o nZEBoffice+, sede da Passivhaus Portugal, localizado em Ílhavo, obteve, agora, a certificação EnerPHit, a certificação Passive House para a reabilitação, num processo piloto conduzido pelo Passivhaus Institut.

    Há data da sua reabilitação, não foi possível obter o certificado pela impossibilidade de certificar fracções se estas estivessem enquadradas em edifícios não reabilitados, isto de acordo com os princípios do padrão Passive House.

    Entretanto, as novas directrizes abrem a porta a esta nova tipologia de certificação, e a simplificação e redução de custos de muitos processos, acelerarão o crescimento do número de Passive House certificadas.

    “Esta certificação foi possível depois das novas directrizes publicadas no início do ano pelo Passivhaus Institut, que prevêem a certificação de fracções isoladas (reabilitadas) em edifícios que não são Passive House. Esta diretriz vem na linha de outras, tomadas, entretanto, que visam simplificar o processo de certificação Passive House”, afirmou João Marcelino, presidente da Passivhaus Portugal.

    Para a Passivhaus Portugal, esta certificação é a “confirmação de algo que já era a sua realidade e a prova da longevidade de uma Passive House”.

    “O que sempre dizemos é que a Passive House não só garante conforto, saúde e um ótimo desempenho energético, como garante a longevidade do investimento feito em obra. Para atingir o padrão tudo tem de ser bem executado. Isso fez com que uma reabilitação feita há seis anos atinja hoje o padrão com o mesmo nível de desempenho que atingiria se pudéssemos ter feito a certificação logo na altura. E por isso é tão certificar os projectos Passive House é a garantia, para todas as partes, de um trabalho bem feito”, acrescentou João Marcelino.

    As novas diretrizes, que abrem a porta a esta nova tipologia de certificação, e a simplificação e redução de custos de muitos processos, acelerarão o crescimento do número de Passive House certificadas.

    Qualquer pessoa pode, a qualquer momento, acompanhar os principais indicadores de desempenho do nZEBoffice+, sendo que para isso basta consultar a plataforma de monitorização em tempo real desenvolvida pela Homegrid, colocar nos dados de entrada “Passivhaus”, e acompanhar os gastos energéticos, nível de temperatura e humidade dentro do nZEBoffice+, e até ter uma comparação com os dados do escritório vizinho que não é Passive House.

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    Grupo Heritage B anuncia acordo de venda do grupo Teka à Midea

    A transacção “permitirá à Teka melhorar e fortalecer a sua competitividade, enquanto salvaguarda o legado de uma marca com mais de 100 anos de história”. O negócio carece ainda de aprovação das entidades reguladoras, devendo o processo estar concluído nos próximos meses

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    O Grupo Heritage B anuncia o acordo para a venda do Grupo Teka ao Grupo Midea, após a conclusão de um “competitivo processo de venda”. A transacção “permitirá à Teka melhorar e fortalecer a sua competitividade, enquanto salvaguarda o legado de uma marca com mais de 100 anos de história”. O negócio está sujeito às aprovações exigidas pelas entidades reguladoras. A conclusão da negociação é esperada nos próximos meses.

    O Grupo Teka é especialista em design e produção de electrodomésticos de cozinha e lava-louças. Com presença em mais de 120 países, entre eles Portugal, uma equipa de quase 3.000 profissionais e 10 fábricas na Europa, Ásia e América, a Teka produz mais de 3 milhões de produtos por ano.

    Esta transação permitirá à Teka continuar o seu crescimento e consolidação, de modo a alcançar uma maior competitividade global. O acordo inclui as três marcas do Grupo: a Teka, marca líder em soluções integrais para cozinha, que celebra este ano o seu centenário; a Küppersbusch, sofisticada marca de eletrodomésticos fundada em 1875 em Ruhr, uma região alemã; e a Intra, marca escandinava de design intemporal, especialista em soluções para casa.

    Fundada em 1968, a Midea é um grupo tecnológico cotado em bolsa e que conta com mais de 190.000 colaboradores em todo o mundo. Com sede em Foshan, na província chinesa de Guangdong, o grupo asiático encerrou 2023 com uma facturação de 48.000 milhões de euros. As actividades comerciais da Midea incluem eletrodomésticos, equipamentos de ar condicionado, serviços, e componentes para a indústria, robótica e automação.

    O grupo Midea impulsionará as capacidades do Grupo Teka em diferentes áreas estratégicas e operacionais, fortalecendo a sua competitividade num mercado complexo e dinâmico em constante crescimento.”Estamos muito satisfeitos com o acordo alcançado. Ter a oportunidade de fazer parte da Midea assegurará um futuro promissor para a empresa e as suas marcas. Permitirá ao Grupo melhorar a sua capacidade de inovação e produção, assim como aproveitar sinergias geográficas para uma maior expansão internacional. Um dos aspetos mais importantes é o propósito do grupo Midea, “Humanazing Technology”, que está alinhado com as convicções da Teka de centrar o desenvolvimento da tecnologia nas necessidades do cliente, com o máximo respeito pelo meio ambiente.”, explicou Mauro Correia, CEO do Grupo Teka.

    O Grupo Teka encerrou o ano de 2023 com uma facturação bruta de cerca de 600 milhões de euros, e um EBITDA ajustado de 7%. É um resultado particularmente positivo, numa época de ajustes de mercado após a Covid19, e dos impactos imprevistos nas cadeias de fornecimento.

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    Discovery Hotel Management com novos escritórios em Lisboa

    No Piso 7 da actual sede da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu, os novos escritórios da DHM oferecem uma “localização central” e características “modernas e desenhadas” para fomentar a “colaboração e melhorar a produtividade”.

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    tagsDHM

    A Discovery Hotel Management vai mudar de instalações e estará sediada num novo espaço no Largo Jean Monnet, em Lisboa, muito perto da Avenida da Liberdade.

    Esta mudança, além de assinalar um “grande passo” em direção à inovação e ao crescimento, reforça “a presença da DHM num dos principais centros de negócios e cultura da cidade”.

    No Piso 7 da actual sede da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu, os novos escritórios da DHM oferecem uma “localização central” e características “modernas e desenhadas” para fomentar a colaboração e melhorar a produtividade.

    “As novas instalações são um passo em direcção ao futuro e reflecte os nossos valores. Queremos continuar a investir no nosso desenvolvimento e oferecer aos nossos colaboradores as melhores condições de trabalho, que incentivem a criatividade, a excelência, o espírito de equipa. A localização central, aliada às características modernas do espaço, reforça o nosso compromisso com a excelência e a inovação.”, refere Luís Mexia Alves, CEO Discovery Hotel Management.

    Esta nova sede da Discovery Hotel Management vai permitir criar mais sinergias entre os vários departamentos de Recursos Humanos, Marketing & Comunicação, Operações, Administração, Financeiro, Revenue, Comercial e Procurement, que contam actualmente com 65 colaboradores, além dos 800 colaboradores que integram os Octant Hotels, os Hotels & Resorts, os Campos de Golfe e a área de Real Estate da DHM.

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