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Os projectos em carteira da Room007, emprego na Construção, os planos de Coimbra para o Mosteiro de Santa Cruz em destaque no CONSTRUIR 467

Saiba onde a cadeia Room007 planeia executar os seus próximos investimentos, numa edição onde lhe contamos em que consiste o contrato da bysteel com o CERN e o que projectou a FOCUS GROUP em Loures. Mas há muito mais para ler nesta edição do CONSTRUIR

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Mota-Engil vai construir mais três linhas de metro no México

Em consórcio com a China Railway Rolling Stock Corporation, CRRC, a Mota-Engil México assinou um contrato para a realização de um projecto ferroviário avaliado em 1,3 mil milhões de euros

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A Mota-Engil informa que a sua participada Mota-Engil México, em consórcio com a CRRC, assinou um contrato para a realização de um projecto ferroviário no montante de 1,3 mil milhões de euros.

De acordo com a informação enviada à Comissão do Mercados de Valores de Capital, o projecto “consiste na construção das linhas 4, 5 e 6 do Metro de Monterrey, com uma extensão de 36 km, apresenta uma duração prevista de 5 anos e irá contribuir para melhorar as soluções de mobilidade na cidade de Monterrey”, refere o grupo.

Com a adjudicação deste projecto, “a Mota-Engil consolida a sua posição no México como um dos maiores players no segmento ferroviário”, afirma nota do grupo

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“Uma das nossas vontades era ‘dar voz a uma diversidade e pluralidade de perspectivas’”

Cristina Veríssimo e Diogo Burnay falaram à Traço, na primeira pessoa, enquanto curadores da 6ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa, que nos traz o tema Terra, um nome que optaram por não traduzir exactamente pela força que acarreta, sendo não só o lugar em que habitamos, mas também aquele lugar que nos dá o sustento e nos fornece os recursos para vivermos

Cidália Lopes

O pretexto foi a Trienal, cuja edição de 2022 está prestes a começar. Mas a conversa, a dois, extrapolou para lá do tema escolhido e das iniciativas previstas. Se o tema escolhido pretendia reforçar preocupações ambientais e ser um passo importante para um novo paradigma na arquitectura, o impacto da covid-19 e, mais recentemente, da Guerra, vieram “ajustar agulhas” quanto ao programa. A uma só voz, que ser quer cada mais activa, fica a certeza do impacto do seu trabalho hoje e amanhã.

Quando idealizaram o tema Terra terá sido na óptica das alterações climáticas, pressuponho, mas depois deu-se uma pandemia o que terá tornado ainda mais importante esta reflexão. Houve em algum momento alguma necessidade de ajustar aquilo que tinham pensado inicialmente em termos de programa? Como é que foi este processo de quase três anos de idealização?

CV: O processo foi um crescendo. Quando se tem a vantagem de uma Trienal tem-se muito tempo para pensar e para cimentar ideias. Neste caso, quando nós começamos a Trienal, para nós curadores o tema Terra pareceu-nos ser o tema ideal. Como sabe nós temos vivido e trabalhado em muitos sítios do Globo e este pareceu-nos para nós o Tema. Claro que a vinda da pandemia reforçou muito esta nossa ideia e pensamos: “Olha afinal isto agora está a complicar-se mais e é um período em que isto se está a aprofundar” e neste sentido a ideia foi maturando. Fomos aprendendo com a pandemia, mas não foi necessariamente um mudar de agulhas, foi um ajustar de agulhas.

Aquilo que talvez fosse menos expectável foi a Guerra da Rússia contra a Ucrânia, que despertou e alertou, sobretudo na Europa, de que todos os países, mesmo os que vivem numa situação mais confortável podem ser atingidos. Para nós não nos afectou porque abrimos esta Trienal ao Mundo e demos voz a vários sítios do Globo. A actual situação é um alerta para os Europeus, mas há países que vivem com a sensação de insegurança constantemente, e, a ideia de dar voz a esses países já estava no embrião da Trienal.

Aproveitando a questão da Guerra, pergunto se têm sentido algum tipo de constrangimentos em relação a participações russas, que estão sempre muito presentes na Trienal, de arquitectos oriundos desta região?

CV: Nós temos, por acaso, um projecto de uma universidade russa, e estamos a tentar que os seus autores venham à Trienal. Uma das nossas curadoras tem felizmente dupla nacionalidade já que vive em Roterdão há muitos anos e, nesse caso, não teremos problemas. Curiosamente, estas restrições não estão apenas relacionadas com a Rússia, mas também com países africanos onde estas questões são sempre muito burocráticas e muitas vezes políticas até. Por exemplo, um dos nossos curadores está com muita dificuldade para conseguir o Visto para vir a Portugal. Portanto estas questões existem e não se prendem só com a questão da Guerra.

Voltando ao tema Terra e o facto de terem optado por não o traduzir existe aqui alguma tentativa de afirmação da nossa portugalidade?

DB: Essa é uma excelente questão e com a qual já tínhamos sido confrontados. Uma das vontades que tínhamos com esta Trienal era exactamente dar voz a uma diversidade e pluralidade de perspectivas, trazendo para Lisboa um conjunto de sensibilidades e modos de olhar para estes desafios problemáticos ligados à construção e do papel que a arquitectura pode ter em continuar a construir um Planeta que seja sustentável e onde seja possível continuar a construir.

A nossa preocupação era, talvez, mais centrada em trazer para Lisboa aquilo que Lisboa sempre teve, se quisermos alguma centralidade e que assim foi durante muitos séculos, mas que corresponde também a uma abertura para com o outro, para com essa pluraridade e diversidade de saberes e de modos de estar na vida que Lisboa sempre teve. Há imagens do século XV, XVI que mostram cenas urbanas em que se percebe que este era um lugar de grande pluralidade.

É obvio que há aqui uma herança colonial e um espaço pós-colonial que nós queremos celebrar e isso tem a ver com a nossa preocupação em trazer curadores de várias partes do Planeta, trazer temas que aproximem a arquitectura das questões de justiça social, equidades socioeconómicas, no sentido de reforçar o papel que a arquitectura pode ter perante a sociedade, perante estas comunidades, mas sobretudo dando voz a estas diferenças para que não fosse uma Trienal centrada no olhar especifico, anteriormente por vezes criticado, muito europeísta sobre problemáticas e sensibilidades que são muito diferentes.

Esta portugalidade e estes valores de generosidade, se quisermos até, gastronómicos, culturais, afectivos, penso que será muito adequado o facto desta Trienal pretender ser mais extrovertida, não reclamando uma centralidade, isso poderá ser conotado ainda restos de um pensamento ainda colonial, mas um lugar de encontro dessas diferentes sensibilidades.

Temos tanto nas exposições das universidades, como nas quatro exposições como no prémio Debut, um conjunto de entrada de concorrentes que se candidataram de todo o Mundo e ai sim nesses concursos abertos estão presentes trabalhos e conhecidos de estudantes e arquitectos portugueses sediados em Portugal e não só.

CV: Só acrescentar também, que a própria força da palavra Terra é uma palavra que tem estes significados que nós temos falado, que as línguas latinas percebem. Esta força desta palavra não se transmite noutras línguas e por isso é que quisemos manter Terra também, até pela própria forma como pronunciamos a palavra.

Antecipando um pouco a realização da edição, o que gostariam que perdurasse além da Trienal?

CV: Desde o início tentamos que esta Trienal não fosse só feita para arquitectos mas para toda a população. temos esta ambição de chegar ao Mundo. Acho que queremos sobretudo, deixar uma mensagem que nos parece importante: A preservação deste Planeta que está a gritar por ajuda. Não basta pensar que são instituições, que são eventos deste género que nos darão as respostas ao que o Planeta precisa, mas sim que cada um de nós tem um papel fundamental a desempenhar. Acho que é isso que nós queremos com esta Trienal, que as pessoas tomem consciência, que não depende dos outros, depende também de nós.

DB: Além do que se pode denominar como o campo específico da arquitectura, queremos trazer para Lisboa, que está um pouco na periferia da Europa, trabalhos e modos de olhar sobre estas problemáticas espalhados pelo Mundo. Que a nossa disposição para aprender com os outros, com aquilo que, não necessariamente nos identificamos, que nos é diferente, que deixe de ser indiferente, que seja um problema de todos e que passe também a ser um problema transformado em oportunidade e esta disponibilidade de percebermos que o Planeta é diverso.

Isto inscreve-se, também, na ideia de que temos de pensar na nossa actividade em enquanto arquitectos numa perspectiva de economia circular, segundo a ideia de que o ciclo da vida das coisas, dos materiais, das comunidades, mas também com os círculos que são diferentes e o modo como eles se interceptam.

Outra questão que verifica na arquitectura, é de que agora todos os edifícios deviam ser construídos em madeira, porque é um material natural, que as ignições de CO2 são muito menores, etc. Isto numa economia do Norte, onde há uma determinada abundância deste material e em que a mão de-obra tem um determinado contexto socioeconómico, fará sentido. Já num outro contexto isto pode ser considerado um disparate. Este é também outro aspecto que gostaríamos que ficasse desta Trienal.

Perante estas novas dinâmicas com que a arquitectura se confronta, quais serão os principais desafios que os jovens arquitectos têm pela frente?
CV: Sendo nós professores universitários lidamos com estas novas gerações há muitos anos, e é curioso porque sentem um certo olhar atento e de preocupação, sem dúvida. Da nossa parte estamos atentos a isso de tal maneira que nesta edição da Trienal quisemos dar voz a esta gerações e inclusive pusemos-os em parceria com as outras exposições, não fizemos uma exposição à parte porque consideramos que têm uma voz. Não significa com isto que as escolas também não tenham de estar atentas em termos de programas que estão a implementar ao nível da arquitectura, mas eu penso que os jovens são assertivos no sentido da preocupação com o Planeta, isso não tenho dúvida. As suas preocupações vão estar espelhadas, sem dúvida, naquilo que irão produzir.

DB: Estas novas gerações têm acesso a uma informação completamente diferente e por isso a grande preocupação é encontrar lugares de trabalho e modos de trabalhar e que, de algum modo, se cosam, se identifiquem com os seus valores, com aquilo que acham que é importante para a comunidade, para a sociedade, para o Planeta.

Nós temos conversas com vários estudantes que nos dizem: “Está bem, mas hoje estamos a construir isto e isto para quem e qual a sua longevidade”. O que percebemos é que esta geração, por ter um acesso a muita informação, tem um olhar mais crítico, mais predisposto a cruzar diferentes conhecimentos e isso poderá ser um certo desafio. Na nossa geração fomos das poucas pessoas em que não era normal, não era comum, pessoas saírem de Portugal para irem trabalhar e explorar outros lugares. A nossa geração e as gerações mais novas estão muito mais centradas nas oportunidades que a Europa trouxe com a adesão à comunidade europeia. As equidades, justiças sociais e económicas, transparência, informação, estão muito mais presentes nas novas gerações.

Neste sentido, e aproveitando o facto de estarem a decorrer dois concursos – para jovens arquitectos e para quem ainda está na universidade – é possível verificar que as propostas vão muito ao encontra dessa circularidade, sustentabilidade, dessa preocupação com o Planeta? É isso que retiram destas propostas?
Sem dúvida. E também aqui elogiar o papel que as escolas têm. Ainda não é generalizado, mas pensamos que a esse nível já vêm muitas escolas a programar o seu currículo no sentido da atenção a estes assuntos. Nós tivemos propostas de todo o Mundo, o que nos permite ter uma visão do que é que as diferentes escolas podem fazer.

E é possível, através das diferentes propostas, ter uma ideia das preocupações e também a origem das próprias propostas?
Apesar de sermos júri não tínhamos acesso à origem das propostas e quais eram as escolas, o que nos permitia concentrar apenas no projecto apresentado, mas é curioso que depois no final, quando se cruzaram as propostas com os lugares de onde vinham, demo-nos conta de há escolas que estão a trabalhar para diferentes partes do Mundo. Portanto até tematicamente, nota-se uma preocupação mais global e que as escolas procuram temas que sejam cruciais para o seu currículo, e que não são, necessariamente, problemáticas do País de origem. Aquele projecto que, inicialmente, poderíamos achar que seria de uma escola em África, não era de todo, o que torna bastante interessante. Ultimamente há também um factor muito comum nas escolas de arquitectura que é receber estudantes estrangeiros, o que põe em confronto ideias e perspectivas diferentes.

Sobre o autorCidália Lopes

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Comissão Técnica vai estudar cinco opções para o novo Aeroporto de Lisboa

Esta comissão independente deverá, até ao final de 2023, apresentar a sua avaliação ambiental estratégica e “os seus trabalhos serão acompanhados por uma comissão de acompanhamento que será presidida pelo Conselho Superior de Obras Públicas”

Ricardo Batista

O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feira, um conjunto de diplomas, nomeadamente a criação de uma comissão técnica independente para proceder à avaliação ambiental estratégica do futuro aeroporto de Lisboa. Montijo, Alcochete e Santarém serão as localizações consideradas, podendo ou não ser complementadas com o actual Aeroporto Humberto Delgado.

Solução dual em que o Humberto Delgado será o aeroporto principal e o do Montijo complementar; Solução dual em que Montijo adquire progressivamente estatuto de aeroporto principal e o Humberto Delgado o de complementar; Aeroporto no campo de tiro de Alcochete e que substituiria de forma integral o aeroporto Humberto Delgado; Humberto Delgado com estatuto de principal e Santarém o de complementar; Novo aeroporto internacional em Santarém e que substitua de forma integral o Humberto Delgado. Estas são as opções a ser analisadas pela comissão técnica independente que, segundo o comunicado, “terá um coordenador geral que será designado pelo Primeiro-Ministro sobre proposta do presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, do presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável e do presidente dos Conselho dos Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP).

Esta comissão independente deverá, até ao final de 2023, apresentar a sua avaliação ambiental estratégica e “os seus trabalhos serão acompanhados por uma comissão de acompanhamento que será presidida pelo Conselho Superior de Obras Públicas”, integrando ainda os presidentes das camaras municipais “de Alcochete, Benavente, Lisboa, Loures, Montijo e Santarém e outras que “entender acrescentar”.

Quanto às obras na Portela, o ministro salienta que “o novo aeroporto vai demorar, e nós temos urgência já hoje”. Assim, “as obras na Portela, não permitindo aumentar a capacidade, vão permitir aumentar a fluidez da operação e vai dar ganhos do ponto de vista dos atrasos“, por exemplo, sublinhou. Será preciso fazer a negociação com a ANA para as intervenções que são necessárias.

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Ricardo Batista

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Alta-velocidade: Lisboa e Porto ficarão a 1h15 de distância

A construção está dividida em três fases, estando a primeira, o troço entre Porto e Soure, prevista concluir até 2028.

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A nova linha de alta velocidade Porto-Lisboa, que pretende ligar as duas principais cidades do país em apenas uma hora e 15 minutos no serviço direto, não terá paragens e será construída em três fases.

“Esta linha estará totalmente integrada com o resto da rede ferroviária nacional. As cidades [do Porto e de Lisboa] serão servidas nas estações centrais”, disse Carlos Fernandes, do Conselho de Administração da Infraestruturas de Portugal (IP).

Numa apresentação do projecto que decorreu esta quarta-feira em Campanhã, no Porto, Carlos Fernandes avançou que a nova linha de alta velocidade terá via dupla e ligará o Porto e Lisboa numa hora e 15 minutos.

A construção está dividida em três fases, estando a primeira, o troço entre Porto e Soure, prevista concluir até 2028.

Neste que é, disse o responsável, o “troço mais congestionado da Linha do Norte”, o tempo de percurso estimado será de uma hora e 59 minutos.

O segundo troço, entre Soure e Carregado, que deve estar concluído até 2030, e deverá diminuir o tempo de percurso para uma hora e 19 minutos.

A terceira fase, entre Carregado e Lisboa, “será construída mais tarde”, disse Carlos Fernandes, e permitirá atingir a duração final de uma hora e 15 minutos de toda a ligação.

Carlos Fernandes garantiu, ainda, que estão previstas “múltiplas ligações” entre a linha de alta velocidade e o resto da rede ferroviária.

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CONSTRUIR dedica “webinar” à Sustentabilidade a 29 de Setembro

O encontro decorre na próxima quinta-feira, pelas 11h, com transmissão em directo no Facebook do CONSTRUIR

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Mais do que dissertar sobre a definição de “sustentabilidade”, tema que está na ordem do dia, o CONSTRUIR vai procurar, no próximo dia 29, pelas 11h, respostas sobre tendências e estratégias em torno deste conceito.

Que radiografia pode ser traçada em termos de ‘procura e oferta’ no que respeita a práticas sustentáveis? De que modo pode ser potenciado o retorno do investimento? Que papel cabe às ‘empresas de materiais’ na promoção de boas práticas? É tempo de reciclar a forma como pensamos um projecto de raíz? O dono-de-obra está ciente do potencial destas boas práticas?

Bento Aires (Presidente da Ordem dos Engenheiros – Região Norte), Rita Bastos (Diretora de Marketing da Saint-Gobain Portugal – Isover, Placo® e Weber), Nuno Malheiro da Silva (Arquitecto, CEO do FOCUS GROUP) e um responsável da Schneider Electric serão os oradores convidados desta sessão.

Acompanhe o encontro em directo no Facebook do CONSTRUIR

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Rui Moreira defende dupla utilização para nova ponte no rio Douro

“Uma ponte de dupla utilização faz mais sentido, em termos de interesse público. A população não compreenderia que fossem feitas duas estruturas autónomas”, defende o presidente da autarquia portuense, em véspera de apresentação, por parte do Governo, da nova linha de Alta-Velocidade

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O presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, defende uma dupla utilização – rodoviária e ferroviária – para a nova ponte no rio Douro, projeto que o Governo deverá apresentar, na próxima quarta-feira, no Porto. “Faz mais sentido para o interesse público que a nova ponte culmine numa dupla utilização”, garante.

“Vamos ver o que nos vai ser apresentado esta quarta-feira. O primeiro-ministro e o ministro das Infraestruturas vêm cá [ao Porto]. Vamos ver se, de facto, houver a possibilidade de construir uma ponte de dupla utilização provavelmente faz mais sentido para o interesse público”, afirmou Rui Moreira, à margem da reunião do Executivo municipal.

O Jornal de Notícias revela, na sua edição de hoje, que António Costa e Pedro Nuno Santos vão apresentar na próxima quarta-feira, na estação de Campanhã, a nova linha de alta velocidade (TGV) entre o Porto e Lisboa. “A proposta da Infraestruturas de Portugal ainda não chegou à Câmara do Porto, mas, numa reunião com o ministro Pedro Nuno Santos, o secretário de Estado e as câmaras do Porto e Gaia, fomos avisados de que estava a ser pensado um percurso diferente à solução inicialmente proposta para a ponte de alta velocidade”, observou Rui Moreira.

E acrescentou: “Do lado do Porto não há grande alteração porque vai manter-se o percurso por Campanhã. Uma ponte de dupla utilização faz mais sentido, em termos de interesse público. A população não compreenderia que fossem feitas duas estruturas autónomas”.

Esta solução encontrada pelo governo levará a que o concurso de conceção e construção da ponte rodoviária D. António Francisco dos Santos possa vir a ser cancelado e, de acordo com o autarca portuense, os concorrentes venham a ser indemnizados. O prazo para a apresentação dos projetos foi prorrogado até meados de outubro.

“Começámos a pensar que o que estávamos a fazer relativamente à ponte [D. António Francisco dos Santos] – e, de facto, está bastante avançado – tem de ser analisado em função do que possa vir a ser uma decisão sobre a ponte ferroviária, porque não faz sentido as pontes cruzarem”, referiu.

Sobre o eventual investimento, caso o governo avance para uma ponte com dupla utilização, Rui Moreira foi perentório: “Porto e Gaia não vão, com certeza, construir a ponte ferroviária”.

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Mapei adquire a Profilpas

“Com a nossa entrada no grupo Mapei, estamos convencidos de que se abrirão novas oportunidades de crescimento e desenvolvimento

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A Mapei anunciou esta terça-feira que chegou a acordo para a aquisição da Profilpas que, assim, passa a integrar o grupo da empresa , especialista na área de adesivos, impermeabilizantes e produtos químicos para a construção.

A lógica desta operação é entendida, pelos responsáveis da companhia com “a sua estratégia de crescimento e com o objetivo de expandir a sua gama de produtos e soluções para a indústria da construção em benefício dos seus cliente”. Já no entender dos responsáveis da Proflpas, A Profilpas é hoje uma empresa multinacional com mais de 160 empregados, especializada na produção e venda de perfis para revestimentos de pavimentos e parede e acessórios de assentamento.

O grupo Profilpas produz em Itália e Polónia nas suas duas fábricas de Cadoneghe e Kutno e tem filiais come rciais em França, Espanha, Portugal, Alemanha, República Checa, Rússia e Emirados
Árabes Unidos.

Marco Squinzi, administrador-delegado da Mapei, defende que a gama exclusiva de produtos, a Profilpas, que inclui perfis técnicos e de acabamento, ralos de duche, espaçadores e sistemas de nivelamento para pavimentos e paredes, a Mapei amplia a sua oferta, tornando-se ainda mais um
ponto de referência para projetistas, aplicadores e distribuidores”.

Barbara e Marco Pasquali, diretores da Profilpas, declaram que “com a nossa entrada no grupo Mapei, estamos convencidos de que se abrirão novas oportunidades de crescimento e desenvolvimento. O osso objetivo é levar a marca e as tecnologias Profilpas para o mundo”.
Veronica Squinzi, administrador-delegado da Mapei, conclui que “a aquisição da Profilpas e das suas filiais está em linha com a nossa estratégia de crescimento, também através de aquisições específicas que reforçam o nosso grupo em termos de mercados e produtos. Em particular, com a adição de duas fábricas em Itália e na Polónia e com a presença de empresas locais, estamos a aumentar a nossa capacidade de responder às necessidades do mercado e de estar cada vez mais perto dos nossos clientes”.

Graças a esta aquisição, a Mapei reforça a sua presença interrnacional e está agora presente, a nível mundial, com 100 filiais distribuídas por 57 países e 86 fábricas, para um total de mais de 11.000 empregados.

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FAUP lança curso de estudos avançados em território e gestão urbanística

Com financiamento através dos fundos do programa «Next Generation EU» do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), do “Programa de Formação Multidisciplinar da U.Porto – Impulso Jovens STEAM & Impulso Adultos”, o curso permitirá a atribuição de três bolsas individuais

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Face aos desafios atuais de planeamento e gestão do território na sociedade contemporânea, a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto lança este ano letivo 2022/2023 o Curso de Estudos Avançados em Território. Com duração de um ano lectivo, o curso vai decorrer de 4 de Novembro de 2022 a 14 de Julho de 2023, às sextas-feiras, na FAUP. As candidaturas para integrar o curso decorrem até dia 3 de Outubro de 2022.

Com financiamento através dos fundos do programa «Next Generation EU» do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), do “Programa de Formação Multidisciplinar da U.Porto – Impulso Jovens STEAM & Impulso Adultos”, que permitirá a atribuição de três bolsas individuais, o novo curso, com a duração de um ano, visa proporcionar uma formação de aprofundamento e actualização nas áreas de planeamento territorial, gestão urbanística e projecto urbano, com uma forte componente prática e estreita relação com os desafios e práticas quotidianas de planeamento e gestão urbanística.

O curso dirige-se a profissionais, técnicos e investigadores de diferentes áreas disciplinares relacionadas com o planeamento e os estudos urbanos – arquitectura, arquitectura paisagista, engenharia, geografia, ciências sociais, economia, direito, entre outras formações – tendo como principal foco aqueles que têm a sua actividade associados às áreas de planeamento urbano, gestão urbanística e projecto urbano, com diferentes tipos de práticas – técnicos municipais, profissionais liberais e académicos.

O CEAT estabelece ainda uma estreita ligação com o PDA – Programa de Doutoramento em Arquitectura da FAUP, sendo que a frequência do curso garante equivalência a parte substancial da componente letiva do PDA.

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Aeroporto: PSD pede Avaliação Ambiental “imediata” para Alcochete e Montijo e não descarta alternativas

O sucessor de Rui Rio à frente dos sociais-democratas reitera a importância de um diálogo “maduro, leal e eivado exclusivamente da prossecução do interesse nacional”, rejeitando, no entanto, qualquer responsabilidade do PSD “na actual situação” em que se encontra o processo

Ricardo Batista

O presidente do PSD, Luís Montenegro, entregou esta quarta-feira ao primeiro-ministro uma carta onde consta um conjunto de medidas a adoptar de imediato e que constituem uma base fundamental para as conversações entre o Governo e o principal partido da oposição com vista a uma solução para o Novo Aeroporto de Lisboa.

No documento, o sucessor de Rui Rio à frente dos sociais-democratas reitera a importância de um diálogo “maduro, leal e eivado exclusivamente da prossecução do interesse nacional”, rejeitando, no entanto, qualquer responsabilidade do PSD “na actual situação” em que se encontra o processo.

Na missiva, além de criticar o PS pelo “impasse de sete anos”, Luís Montenegro propõe “a realização imediata de uma Avaliação Ambiental Estratégica, sobre as localizações do Montijo, Alcochete, e qualquer outra que o Governo ou a estrutura encarregue de fazer a AAE decidam fundamentada e tecnicamente incluir” ou então “a transmissão de imediato à concessionária da autorização e exigência para iniciar, desde já, as obras de requalificação do aeroporto Humberto Delgado e definição das medidas mitigadoras dos impactos das mesmas”.

Para os responsáveis do PSD, é fundamental atender ao “aproveitamento e valorização da capacidade aeroportuária instalada no país, seja a dos aeroportos que servem a região Norte e Algarve, seja o aeroporto de Cascais (na área do tráfego de aviação executiva e ligeira da região de Lisboa), questão ainda mais premente enquanto decorrerem as obras de requalificação a que o aeroporto Humberto Delgado está necessitado.

Na lista de propostas está igualmente a atribuição da condução da Avaliação Ambiental Estratégica, que deve concluir-se no prazo máximo de um ano, a personalidades de reconhecido mérito técnico, académico e científico, a indicar preferencialmente por entidades independentes ligadas à academia (nelas se incluindo os protocolos com Universidades estrangeiras, como por exemplo o MIT) e às áreas do conhecimento económico e da engenharia aeronáutica e civil; ou a autonomização, dentro ou fora da AAE, de uma análise comparativa dos custos e prazos de execução de cada uma das localizações em estudo, aí se integrando todas as infraestruturas conexas, complementares e requeridas para o bom e integral funcionamento do novo aeroporto.

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