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Mapei adquire a Profilpas

“Com a nossa entrada no grupo Mapei, estamos convencidos de que se abrirão novas oportunidades de crescimento e desenvolvimento

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A Mapei anunciou esta terça-feira que chegou a acordo para a aquisição da Profilpas que, assim, passa a integrar o grupo da empresa , especialista na área de adesivos, impermeabilizantes e produtos químicos para a construção.

A lógica desta operação é entendida, pelos responsáveis da companhia com “a sua estratégia de crescimento e com o objetivo de expandir a sua gama de produtos e soluções para a indústria da construção em benefício dos seus cliente”. Já no entender dos responsáveis da Proflpas, A Profilpas é hoje uma empresa multinacional com mais de 160 empregados, especializada na produção e venda de perfis para revestimentos de pavimentos e parede e acessórios de assentamento.

O grupo Profilpas produz em Itália e Polónia nas suas duas fábricas de Cadoneghe e Kutno e tem filiais come rciais em França, Espanha, Portugal, Alemanha, República Checa, Rússia e Emirados
Árabes Unidos.

Marco Squinzi, administrador-delegado da Mapei, defende que a gama exclusiva de produtos, a Profilpas, que inclui perfis técnicos e de acabamento, ralos de duche, espaçadores e sistemas de nivelamento para pavimentos e paredes, a Mapei amplia a sua oferta, tornando-se ainda mais um
ponto de referência para projetistas, aplicadores e distribuidores”.

Barbara e Marco Pasquali, diretores da Profilpas, declaram que “com a nossa entrada no grupo Mapei, estamos convencidos de que se abrirão novas oportunidades de crescimento e desenvolvimento. O osso objetivo é levar a marca e as tecnologias Profilpas para o mundo”.
Veronica Squinzi, administrador-delegado da Mapei, conclui que “a aquisição da Profilpas e das suas filiais está em linha com a nossa estratégia de crescimento, também através de aquisições específicas que reforçam o nosso grupo em termos de mercados e produtos. Em particular, com a adição de duas fábricas em Itália e na Polónia e com a presença de empresas locais, estamos a aumentar a nossa capacidade de responder às necessidades do mercado e de estar cada vez mais perto dos nossos clientes”.

Graças a esta aquisição, a Mapei reforça a sua presença interrnacional e está agora presente, a nível mundial, com 100 filiais distribuídas por 57 países e 86 fábricas, para um total de mais de 11.000 empregados.

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Yard Properties reabilita casas de acolhimento da “Novo Futuro”

Com esta iniciativa a promotora pretende afirmar-se no mercado “como uma ‘marca’ forte associada a solidez e confiança, à responsabilidade Ambiental e Social e à Inovação”

A Yard Properties, empresa de promoção e investimento imobiliário do Grupo liderado por David Rabbi, vai dar início à reabilitação de uma das oito casas de acolhimento da “Novo Futuro”, sendo que o objectivo “é recuperar e requalificar, pelo menos, quatro dos oito imóveis”. Esta iniciativa vai no seguimento da intenção de se afirmarem no mercado “como uma ‘marca’ forte associada a solidez e confiança, à responsabilidade Ambiental e Social e à Inovação”, enfatiza José Pedro Borges, director executivo da empresa em Portugal.

“Não pretendemos actuar sós, mas chamar à participação nesta causa solidária outras empresas, desde logo os nossos parceiros neste projecto que estamos a promover na Avenida 5 de Outubro”, sublinha José Pedro Borges, gestor da empresa.

“O nosso objectivo é contribuir para o bom desempenho de uma instituição a que comunidade muito deve e que passou por um período muito difícil durante a pandemia. Ficaremos muito contentes e gratos se outras empresas e instituições se quiserem juntar a nós neste desígnio”, acrescenta.

A organização, fundada em Portugal em 1996 e ligada a uma Federação Internacional presente no Perú, Espanha, Colômbia e São Tomé e Príncipe, possui no nosso país oito Casas de Acolhimento (seis no distrito de Lisboa e duas no distrito do Porto), onde residem cerca de 75 crianças.

Enquanto se dedicam a causas sociais, a Yard Properties mantém a sua estratégia de desenvolvimento de empreendimentos para o segmento de luxo. O primeiro, no nº 355 da Avenida 05 de Outubro, em Lisboa, tem já a estrutura concluída e a construção, a cargo da empresa Alves Ribeiro e deverá estar concluída em Fevereiro de 2023. O imóvel disponibiliza 18 luxuosos apartamentos, com 2 e 3 quartos, bem como um apartamento duplex de cinco quartos na cobertura do edifício.

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Portugal entre os países mais atractivos do mundo para investir renováveis

Para além de Portugal, também Marrocos e Chile superam as expectativas no novo índice normalizado da última edição do Renewable Energy Country Attractiveness Index elaborado pela consultora EY

No mais recente Renewable Energy Country Attractiveness Index (RECAI), ranking semestral elaborado pela consultora EY que classifica os 40 principais mercados do mundo em função das oportunidades de investimento e de desenvolvimento no sector das energias renováveis, Portugal posiciona-se em 25.º lugar na lista dos países mais atractivos para o investimento neste sector, mas em 8.º lugar no primeiro ranking RECAI normalizado.

O RECAI utiliza várias dimensões e critérios para comparar a atractividade dos mercados de energias renováveis, mas boa parte reflecte a dimensão absoluta da oportunidade de investimento renovável. O que faz com que o índice beneficie, naturalmente, as grandes economias. Esta edição inclui uma nova visão do índice, que normaliza o produto interno bruto (PIB), mostrando assim mercados que estão a ter um desempenho acima das expectativas face à dimensão do seu PIB.

“O ranking RECAI destaca os mercados globais de energias renováveis mais atraentes com maiores fluxos de capital e capacidade. O índice normalizado destaca os mercados mais pequenos com um forte empenho nas energias renováveis – demonstrado através de políticas de apoio governamentais e de projectos bem estruturados – criando alternativas atrativas para potenciais investidores”, explica Arnaud de Giovanni, Leader de Global Renewables da EY.

Esta nova análise da EY mostra Portugal (ranking RECAI normalizado: 8 versus RECAI ranking: 25) como um bom exemplo do compromisso do governo face à importância das energias renováveis e, por exemplo, bem à frente de Espanha (ranking RECAI normalizado:14; RECAI ranking: 8).

“Embora as energias hídrica e eólica tenham sido o foco na última década, 2019 marcou o ponto de inflexão para Portugal e para a energia solar fotovoltaica. Após vários anos de subinvestimento nesta tecnologia, os leilões solares e a nova capacidade do contexto português (cerca de 2,3 GW a mais) mudaram o mercado. Portugal está actualmente no caminho certo para que, até 2030, 80% da sua geração de electricidade advenha de fontes renováveis”, justifica Pedro Subtil, Líder de Energia e Recursos da EY.

Já Marrocos (ranking RECAI normalizado:1, RECAI ranking:19) está a aproveitar as suas características topográficas para introduzir flexibilidade no respectivo sistema energético, prevendo-se que a energia eólica ultrapasse a energia solar na próxima década e que a energia hídrica com armazenamento por bombagem seja desenvolvida nas suas zonas montanhosas. O hidrogénio verde, por sua vez, é visto como um factor chave da descarbonização no Chile (ranking RECAI normalizado: 5, RECAI ranking: 17), que espera tornar-se um exportador de referência do combustível.

Índice PPA

Este RECAI salienta que, após um período de crescimento exponencial prolongado – em virtude dos elevados preços de energia e da extrema volatilidade do mercado – o volume da geração de energia eléctrica autorizado através de Contratos de Aquisição de Energia (CAE) empresariais em 2022 deverá ser inferior a 2021, embora se espere que exceda o ano de 2020. Espanha continua a ser um dos principais mercados de CAE, representando cerca de um terço da capacidade dos novos CAE na Europa em 2022 até ao presente.

A análise da EY realça ainda que a necessidade de resiliência energética nunca foi tão urgente. O aumento da geração de energias renováveis, a aceleração da diversificação energética e o aumento do armazenamento de energia são prioridades globais. Com isto vem outra proposta experimental: como acelerar a integração de maiores quantidades de energia renovável nas redes.

“Para atingir emissões net zero, a integração das energias renováveis tem de melhorar significativamente. Os recursos energéticos distribuídos têm um papel vital a desempenhar, permitindo a integração de uma série de fontes de energia verde na rede. Ademais, o investimento em redes inteligentes será fundamental para assegurar o fornecimento de energia e fazer com que o mundo atinja emissões net zero até 2050”, afirma Arnaud de Giovanni.
Este último RECAI mostra que os governos do mundo estão a acelerar os respectivos programas de energias renováveis, para ajudar na redução da sua dependência de energia importada face às contínuas tensões geopolíticas e à incerteza económica. O relatório classifica os 40 maiores mercados do mundo na atractividade dos seus investimentos em energias renováveis.

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NaturaAqua Compacto é o novo termoacumulador da Vulcano

Com uma potência de 1,2kW e 2,0kW e diferentes capacidades – 30l, 50 l e 80l – o NaturaAqua é adequado para espaços reduzidos

O termoacumulador eléctrico NaturaAqua Compacto, é a nova solução da Vulcano para aquecimento de água, fiável, económica e adaptável, e adequado  a espaços reduzidos.

O NaturaAqua Compacto apresenta uma construção de elevado nível estético e potências de 1,2kW e 2,0kW. Com diferentes capacidades – 30l, 50 l e 80l – é compatível com soluções solares, funcionando também como equipamento de apoio eléctrico, oferecendo, por isso, um óptimo grau de versatilidade, qualidade e conforto.

Com soluções para todas as necessidades de utilização, permitem usufruir do maior grau de conforto, ao disponibilizar água quente sempre que necessário, de forma rápida, com pressão e temperaturas constantes, garantindo o maior grau de poupança.

Com uma barra de fixação é possível mudar o aparelho sem acessório adicional de montagem universal, “o que o torna mais fácil a sua instalação, utilização e manutenção”, na medida em que as resistências são acessíveis sem necessidade de esvaziar o termoacumulador ou retirá-lo da parede.

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CIN participa nas obras de requalificação da Ponte Luiz I

A CIN é uma das entidades envolvidas na requalificação do tabuleiro inferior da ponte Luiz I, no Porto, cujas obras arrancaram há já um ano

(foto: @André Rolo | Global Imagens)

Inaugurada em 1886, esta ponte histórica, que liga a margem norte à margem sul do rio Douro, permitindo a passagem do Porto para Vila Nova de Gaia, representa um dos mais recentes projectos de grande envergadura da CIN.
Embora a marca esteja presente em muitos projectos de reabilitação, o carácter histórico desta obra revelou-se um grande desafio. Ana Luísa Seara, responsável de marketing técnico da CIN Performance Coatings explica que “a Ponte Luiz I é composta por uma estrutura metálica mista, com muitos detalhes que exigem especiais cuidados nos trabalhos de requalificação e pintura”.

A obra, que teve início a 14 de Outubro de 2021, vai permitir requalificar o tabuleiro inferior da emblemática ponte do Douro. Para este projecto, a CIN forneceu uma solução para a protecção anticorrosiva da estrutura metálica, constituída pelo C-POX PRIMER ZN810, um primário rico em zinco, C-POX PRIMER ZN205, um revestimento epóxi multifuncional pigmentado com óxido de ferro micáceo, pigmento que pela sua forma lamelar potencia a protecção anticorrosiva, e C-THANE S258, um esmalte poliuretano alifático brilhante de excelente resistência à intempérie e à radiação ultravioleta, com performance comprovada na vizinha ponte D. Maria Pia, um projecto de 2009 onde a CIN esteve também envolvida. Por sua vez, a protecção do betão é assegurada pelo produto C-CRYL W680 MATT, um produto com Marcação CE, caracterizado pelas suas excelentes propriedades anticarbonatação.

Com um amplo portfólio nesta área, a CIN já deu cor a várias pontes de norte a sul do país. São várias as referências de obras realizadas em betão, com especial destaque para a Ponte Infante Dom Henrique, Ponte Internacional Vila Nova de Cerveira, Ponte de Mosteiró, Viaduto sobre a autoestrada A4, Ponte da Figueira da Foz e Viaduto sobre o Rio Vouga na autoestrada A1, situadas na região Norte. Por outro lado, no centro do país, distingue-se o Viaduto da Cachofarra, Viaduto Sul da Ponte da Lezíria na Autoestrada A10 e o Viaduto sobre o rio Trancão na autoestrada A1.

Infraestruturas de renome, como a Ponte 25 de Abril (Lisboa), Ponte de São João (Porto), D. Maria Pia (Porto), Ponte Ferroviária de Caminha (Viana do Castelo), Ponte D. Luís (Santarém) ou mesmo a Ponte Eiffel (Viana do Castelo), foram também algumas das infraestruturas, nas quais a CIN esteve presente com os seus produtos

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CIM Alto Minho assina carta de intenções com delegação indiana

No âmbito desta visita, foi assinada uma carta de intenções tendo em vista a promoção de uma cooperação concreta sobre desenvolvimento urbano sustentável e economia circular, com destaque para os (bio)resíduos

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A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) recebeu esta segunda-feira, dia 14 de Novembro, nas suas instalações de Ponte de Lima, uma delegação indiana da cidade de Jamshedpur, que se encontra de visita ao território para conhecer iniciativas inovadoras e boas práticas relacionadas com o desenvolvimento urbano sustentável e a economia circular, com foco na gestão de resíduos sólidos.

Esta visita faz parte do programa Internacional de Cooperação Urbana e Regional (IURC), vinculado à União Europeia, que promove encontros entre cidades e regiões de todo o mundo para partilhar soluções para problemas comuns e desenvolver acções voltadas para as principais agendas internacionais.

No âmbito desta visita, foi assinada uma carta de intenções tendo em vista a promoção de uma cooperação concreta sobre desenvolvimento urbano sustentável e economia circular, com destaque para os (bio)resíduos, não descurando outras áreas de trabalho como a transição ecológica; a renovação urbana e coesão social; e ecossistemas/ sectores estratégicos inovadores, sustentáveis e neutros em carbono.

O desenvolvimento de um plano de acção será o corolário deste processo de cooperação, que se vai estender até Dezembro de 2023, englobando ainda outras iniciativas, nomeadamente a realização de visitas de intercâmbio e a participação nas actividades do IURC.

No decorrer desta semana, a delegação de Jamshedpur terá a oportunidade de conhecer o trabalho de um conjunto de entidades e empresas do Alto Minho com responsabilidades, entre outras, nas áreas da gestão dos resíduos sólidos urbanos, tratamento de água potável e águas residuais ou na coesão social e económica de territórios transfronteiriços. O programa inclui ainda a passagem por alguns locais de visitação turística como a fortaleza de Valença, a Porta do Lindoso e o centro histórico de Ponte da Barca.

Refira-se que Jamshedpur foi a primeira cidade industrial estrategicamente projectada na Índia moderna, fundada em 1919, por Jamsetji Tata, criador do Grupo Tata.

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Grupo BÖWE investe 7,87 M€ no desenvolvimento de Robots Móveis Autónomos

O investimento na MOV.AI, uma startup que tem apostado em revolucionar o desenvolvimento de AMR’s, reflecte “a visão estratégica da BÖWE sobre a robótica no futuro da automação”

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O Grupo BÖWE, um dos principais fornecedores de tecnologia integrada de automação com sede na Alemanha e presente em Portugal há mais de 40 anos, anunciou um investimento de cerca de 8,2 milhões de dólares (7,87 milhões de euros) na MOV.AI, uma startup que tem apostado em revolucionar o desenvolvimento de Robots Móveis Autónomos (AMR’s).

O investimento, liderado pelo Grupo BÖWE, inclui os investidores já existentes da MOV. AI – State of Mind Ventures, NFX e Viola Ventures e “reflecte a visão estratégica da BÖWE sobre a robótica no futuro da automação e é um voto de confiança na abordagem inovadora da MOV.AI ao software de robots”.

Com um papel “cada vez mais importante na cadeia de abastecimento, especificamente na intralogística”, a ABI Research estima que a nível global, os robots móveis nos armazéns vão crescer cerca de 40% entre 2021 e 2030, podendo atingir mais de 500 mil envios globais. 

“Estamos muito optimistas na capacidade da MOV.AI para modernizar o mercado da robótica, um mercado que é um pilar fundamental na automação industrial moderna e está preparado para o hiper crescimento”, afirma Joachim Koschier, managing director do Grupo BÖWE.

A MOV.AI Robotics Engine Platform altera a forma como os AMR’s são construídos, separando o software do hardware e oferecendo aos fabricantes de AMR e integradores de automação as ferramentas de qualidade empresarial de que necessitam para uma automatização avançada, permitindo a implementação dos AMR’s em menos tempo, ao mesmo tempo, que garante um funcionamento seguro com a operação ininterrupta em ambientes de negócios e operacionais em constante mudança.

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Eurofred nomeia Ferran Baldirà para cargo de CEO

Ferran Baldirà assume o desafio de “reforçar a liderança da companhia nos mercados de ar condicionado, bem como promover soluções industriais e de energias renováveis”

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O Grupo Eurofred nomeou Ferran Baldirà, engenheiro industrial pela UPC e MBA Executivo pela ESADE, com mais de vinte anos de experiência profissional nos campos comercial e de gestão geral em empresas líderes do sector como a Mitsubishi Electric e o Groupe Atlantic, como CEO do Grupo.

Ferran assume o desafio de reforçar a liderança do Grupo nos mercados domésticos e comerciais de ar condicionado, reforçando as soluções industriais e as energias renováveis, e consolidando sinergias entre as 15 empresas do Grupo na Europa e na América Latina.

Especialista nos sectores do ar condicionado, qualidade do ar e Horeca, distribuindo exclusivamente marcas como Fujitsu, Daitsu e General, a Eurofred tem-se caracterizado por “um modelo de negócio de proximidade com os clientes e um serviço abrangente”.

A empresa está a passar por um processo de transformação e mudança cultural, nomeadamente na “digitalização e na venda de novos serviços de valor acrescentado, que complementam o seu firme compromisso com o ambiente e a sustentabilidade, guiada por critérios ESG (ambiental, social e de boa governança) e estabelecendo objectivos de desenvolvimento sustentável (ODS)”.

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LIDL investe 17 M€ na modernização de mais quatro lojas

Macedo de Cavaleiros, Ermesinde, Almada e Cascais são as lojas que foram alvo de modernização, no âmbito da estratégia de sustentabilidade da marca

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No âmbito da estratégia de modernização da sua rede de lojas em Portugal, o Lidl inaugura esta sexta-feira, dia 11 de Novembro quatro lojas: Macedo de Cavaleiros, Ermesinde, Almada e Cascais.

Integradas no “actual e inovador” conceito de loja, que tem vindo a ser implementado de Norte a Sul do país, as novas lojas visam “proporcionar à população uma melhor experiência de compra, mais conveniente, bem como o acesso a serviços inovadores e produtos de máxima qualidade ao melhor preço”.

Estas remodelações, avaliadas em cerca de 17 milhões de euros, reforçam igualmente a economia local através da criação de quase 30 novos postos de trabalho.

Com localizações de excelência, as novas lojas apresentam áreas de vendas entre os 1200m2 e os 1440m2, com corredores mais largos e fachadas inteiramente em vidro, que conferem uma maior luminosidade.

No âmbito da estratégia de sustentabilidade do Lidl, as lojas privilegiam o uso de iluminação LED, e a loja de Ermesinde está equipada com pré-instalação para painéis solares. Todas as lojas disponibilizam ainda um posto de carregamento rápido, que permite o carregamento de 80% da bateria de viaturas eléctricas em apenas 30 minutos. A loja de Almada inclui, ainda, estacionamento para bicicletas.

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Veka apresenta as suas últimas inovações na feira Veteco

A marca irá estar presente com um espaço de 237m2, sob o lema ‘We Create Better Living Spaces’, em Madrid, de 15 a 18 de Novembro

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A Veka vai marcar presença na próxima edição da Veteco, a feira do sector das janelas que vai acontecer entre os 15 e 18 de Novembro, em Madrid. Com um um espaço de 237m2 e sob o lema ‘We Create Better Living Spaces’, serão apresentadas as diferentes soluções recriando uma casa.

Algumas das suas mais recentes inovações, inclui-se um novo conceito de janela deslizante Vekaslide Hi-5, Vision XXL by VEKA, ou o compromisso para atender às exigências do mercado em termos de economia de energia e eficiência com soluções de alto desempenho como Softline 76 Passiv ou Softline 82 Passiv 1.0, ambas certificadas pelo Passivhaus Institute. Além disso, vão também dar a conhecer as suas soluções para a ‘casa inteligente’ Texino, que permitem a construção adaptada a necessidades específicas.

Vekaslide Hi-5

Projectado para novos produtos de construção e renovação, proporciona um deslizamento suave e sem esforço, além da sua possibilidade de ventilação graças ao bloqueio intermediário das suas folhas, garantindo a segurança da casa.

Do ponto de vista técnico, o Vekaslide Hi-5 supera as características usuais no mercado para este tipo de sistema, com classificação AEV 4/9A/C1. Tem um desempenho térmico UW ≤ 1,3 W/m2K com vidro duplo Ug ≤ 1,1 W/m2K e atenuação acústica até 38dB, permitindo vidros até 36mm.

Softline 76 PASSIV

Certificado pelo Instituto Passive House para a climatologia da Península Ibérica, classificado como clima quente-temperado, o Softline 76 Passiv apresenta um excelente comportamento térmico (Uf: 1,1W/m2K e Uw: até 0,75W/m2K), para o qual também contribui a junta central, na medida em que oferece uma barreira perimetral adicional, que melhora o isolamento térmico e/ou acústico e oferece o correcto isolamento da câmara de ferragens, o que pode prevenir possíveis corrosões em ambientes salinos.

O sistema permite envidraçamento de até 48 mm, o que facilita o encaixe de vidros com melhores composições, tornando-o muito adequado para gabinetes com necessidades térmicas e acústicas especiais.

O sistema encontra-se disponível em mais de 50 tonalidades e acabamentos e em quatro cores de base.

Vision XXL by Veka

As janelas fabricadas sob este conceito permitem que seu tamanho seja aumentado até 20% a mais do que uma janela convencional. Além disso promovem o ganho de luz, aumentando-o em 4%, e aumentam a carga de vidro e, portanto, o isolamento acústico.

Da mesma forma, este novo conceito de janela cumpre os requisitos das normas europeias de acessibilidade, respeitando a passagem PMR (para Pessoas com Mobilidade Reduzida).

A casa conectada Texino

Trata-se de uma gama de produtos que permite conceber uma casa adaptada às necessidades de cada utilizador. Manter uma temperatura interna confortável com humidade adequada, abrir e fechar janelas ou persianas automaticamente para controlar a qualidade do ar, ou, simular a presença em casa, podem ser facilmente automatizados.

WinDo Flow

A solução de tecnologia sem fio NFC (Near Feel Communication), WinDo Flow, permite, através da incorporação de um chip dentro da janela, conectar a uma app para download em qualquer telefone, permite que o fabricante inclua diferentes informações sobre o produto, sistema, rastreabilidade e até conselhos de uso para o usuário da janela, seja ele particular ou arquitecto, com a ampla gama de perfis Veka.

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Grupo Gresmanc reforça compromisso com meio ambiente com certificação ISO 14001

A obtenção da certificação de acordo com esta norma permite à empresa demonstrar o seu compromisso com a preservação do meio ambiente, a consciência ambiental e a melhoria dos processos do ponto de vista da sustentabilidade

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O Grupo Gresmanc anunciou a obtenção da certificação ISO 14001 com vista a reforçar o compromisso da empresa com o meio ambiente.  Um reconhecimento que se junta às certificações ISO 9001, a Gestão da Qualidade e outros reconhecimentos de natureza ambiental, como a Declaração Ambiental de Produto (DAP) já alcançados.

A norma internacional UNE-EN ISO 14001:2015 estabelece uma série de requisitos que uma empresa deve ter para certificar o seu sistema de gestão ambiental. A obtenção da certificação de acordo com esta norma ajuda o Grupo Gresmanc a demonstrar o seu compromisso com a preservação do meio ambiente, a consciência ambiental e a melhoria dos processos do ponto de vista da sustentabilidade.

Para isso, foram estabelecidas ferramentas e sistemas focados nos processos produtivos, levando em consideração os efeitos ou externalidades que derivam do meio ambiente para reduzir os riscos ambientais.

Esta certificação supõe uma série de vantagens relacionadas com diferentes acções que permitem, nomeadamente, avaliar e controlar aspectos ambientais nos processos operacionais, certificar o cumprimento dos requisitos exigidos pela legislação ambiental, utilizar produtos que não agridam o meio ambiente durante todo o seu ciclo de vida, bem como o reaproveitamento ou tratamento adequado de sobras de materiais, considerar as propostas de fornecedores, funcionários da empresa e partes interessadas para reduzir o impacto ambiental, desenvolver todas as actividades no âmbito da protecção ambiental, em que se promova a conservação do ambiente nas áreas onde as actividades são desenvolvidas, o consumo racional dos recursos naturais, a gestão eficiente dos resíduos e a prevenção da poluição. Por fim, permite, ainda, à empresa posicionar-se em mercados onde há uma crescente consciência ambiental, devido à exigência que a sociedade exerce sobre as empresas para que sejam respeitosas com o meio ambiente.

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