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Cleanwatts assina contrato com Governo de São Tomé e Príncipe

A instalação está quase concluída, devendo começar a produzir ainda em Outubro, sendo que a energia produzida será injectada directamente na rede eléctrica das ilhas

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Cleanwatts assina contrato com Governo de São Tomé e Príncipe

A instalação está quase concluída, devendo começar a produzir ainda em Outubro, sendo que a energia produzida será injectada directamente na rede eléctrica das ilhas

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A Cleanwatts assinou um contrato com o Governo de São Tomé e Príncipe, através da empresa pública EMAE, para a produção e venda de energia limpa e a preço acessível. A instalação está quase concluída, devendo começar a produzir ainda em Outubro, sendo que a energia produzida será injectada directamente na rede eléctrica das ilhas. “Este projecto vai revolucionar a realidade energética do país, que se vê a braços com frequentes quebras de energia, algumas que se prolongam por dias e fazem desesperar a população”, considera a empresa.

O projecto arrancou com centrais fotovoltaicas no Aeroporto e em Príncipe (Fase 1). Combinadas, a estimativa de produção é de mais de 1700 MWh por ano.

Maior independência na produção de energia eléctrica, comprometimento com as energias limpas e com a redução da pegada ecológica de São Tomé e Príncipe, combate à pobreza energética, criação de postos de trabalho (mão de obra local para a construção, exploração e manutenção das infraestruturas) são algumas das vantagens alcançadas com este projecto.

Osvaldo Abreu, ministro das Infraestruturas e Recursos Naturais de São Tomé e Príncipe, frisou, nas suas redes sociais, que este projecto “foi um grande esforço conjunto”, aproveitando para “agradecer às instituições, empresas a individualidades portuguesas envolvidas”. O responsável do Governo mostrou-se satisfeito, pois “os painéis e demais equipamentos já se encontram no Porto de Ana Chaves, em São Tomé, após muito tempo de atrasos e incertezas devido a escassez de transporte marítimo. A Ilha do Príncipe terá a sua primeira pequena instalação fotovoltaica para testar o sistema híbrido”, conclui.

José Basílio Simões, presidente da Cleanwatts, garante que “é uma grande satisfação para nós criar este projecto em São Tomé e Príncipe, por todos os motivos, mas também por se tratar de um país com grande dependência energética, onde os cidadãos ficam, amiúde, sem energia eléctrica.

“O que nos propomos a fazer, em São Tomé e Príncipe, é justamente reduzir a dependência energética, através da produção local de energia limpa e mais acessível, e contribuindo, assim, para reduzir a pegada ecológica do país e combater a pobreza energética”, reforça José Basílio Simões, presidente da Cleanwatts, acrescentando, que “numa segunda fase poderá ser possível expandir este projecto, incluindo cada vez mais pessoas”.

A Cleanwatts conta com a parceria local da Pleno Ambiente STP para a instalação, exploração e manutenção do parque de estações solares fotovoltaicas.

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“Estamos a viver um período de fortes investimentos na ferrovia”

A afirmação de Marcos Rúbio, administrador do Grupo Sacyr em Portugal, em entrevista ao CONSTRUIR, consubstancia as previsões de crescimento da empresa este ano e do reforço da carteira de investimentos para 2023. Um crescimento sustentado pela aposta na Ferrovia a nível global

(na imagem: Marcos Rúbio, administrador do Grupo Sacyr em Portugal, e António Laranjo, presidente do conselho de administração da Infraestruturas de Portugal (IP), na cerimónia da assinatura da empreitada de electrificação do troço da Linha do Algarve, entre Faro e Vila Real de Santo António)

Depois do Uruguai, onde está a executar o Proyecto Ferrocarril Central, o Chile é o novo destino da Sacyr Neopul, a empresa ferroviária do universo Sacyr. Em entrevista ao CONSTRUIR, Marcos Rúbio, administrador do Grupo Sacyr em Portugal, fala sobre os drivers do crescimento da empresa que em Portugal está a executar, no âmbito do Ferrovia 2020, as empreitadas de Renovação das Linhas de Sines e Beira Alta e Electrificação da Linha do Algarve.

A sustentabilidade fez renascer a importância da aposta na Ferrovia. Podemos fazer esta leitura?

Sim, podemos claramente fazer essa leitura. A Ferrovia está a ganhar cada vez mais importância nacional e internacionalmente.

Enquanto especialistas neste tipo de infraestruturas, como avaliam o contexto actual a nível internacional?
Existe um claro reconhecimento da importância e sustentabilidade das infraestruturas ferroviárias por todo o mundo em detrimento de projectos rodoviários. Estamos a viver um período de fortes investimentos nesta área, seja através da construção de novas linhas, electrificação de infraestruturas existentes ou requalificação e renovação de linhas que, pela sua avançada idade ou limitações de utilização, necessitam de intervenção e investimento.

Esta é uma área que tem avançado muito em termos tecnológicos. Quais os principais desafios e questões actuais que obrigam a uma atenção e investimentos redobrados?
Ao nosso nível, claramente as questões ambientais e de segurança. Cada vez mais, são feitas exigências relativas à qualificação e formação dos nossos recursos humanos.
Também existem limitações em diversos mercados com a utilização de equipamentos a combustão, o que exige das empresas a realização de fortes investimentos em novos equipamentos eléctricos ou com baterias.

Neste momento estão presentes em que mercados e de que forma?
Para além de Portugal, estamos presentes, através de sucursais e filiais da empresa, em Espanha, Irlanda, Reino Unido, Brasil, Chile e Uruguai.

2023 será um ano de expansão da actividade

O Uruguai foi o último país do plano de expansão da empresa. Que mercados vêem com maior potencial e o que têm pensado no que à estratégia de expansão da empresa diz respeito?
Depois do Uruguai já iniciámos actividade também no Chile, com um contrato para o Metro de Santiago. Estamos bastante atentos aos mercados escandinavos.


Actualmente quais as principais obras em curso?
Temos actualmente em carteira uma diversidade grande de contratos que vão desde a construção e renovação de infraestruturas à manutenção de linhas existentes. Temos contratos de projectos de alta velocidade, metros de superfície, metros subterrâneos, linhas convencionais, em diversos regimes de contratação, como PPP, contratos públicos e prestações de serviços.
Como principais contratos temos a Renovação das Linhas de Sines e Beira Alta, Electrificação da Linha do Algarve, Metro superfície de Edimburgo, Metro Santiago.

A perto de mês e meio do fim de 2022, que balanço faz do fecho do ano e perspectivas para 2023?
Este ano esperamos crescer a nossa actividade cerca de 20%. As perspectivas para 2023 são bastante optimistas. Em Portugal será um ano de plena construção dos projectos do plano 2020 e do início dos que estão incluídos no novo pacote de investimento 2030.
Internacionalmente também esperamos uma forte consolidação da empresa em Espanha, com bastantes investimentos previstos para a área ferroviária, no Chile e também na Irlanda.

Como é que os constrangimentos, como sejam a falta de matérias-primas, o aumento dos seus preços e a falta de mão de obra condicionaram a vossa actividade e influenciaram os vossos resultados?
O impacto é enorme. Estamos a gerir o tema com os diferentes clientes face a uma realidade indubitável para todos.

A actividade da Sacyr Neopul decorre de forma paralela ao grupo onde se insere? De que forma é potenciada esta ligação?
Decorre em total sinergia com o grupo, com a utilização das estruturas e recursos existentes em cada país onde a presença da Sacyr é já uma realidade, ou potenciando em conjunto novos mercados estratégicos para o grupo.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Investimento de 1,4 M€ na renovação da Ponte da Sermenha

Foram concluídos os trabalhos de renovação e protecção anticorrosiva da Ponte da Sermenha, na Linha do Douro, um empreitada avaliada em 1,4 M€

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A empreitada, com um investimento associado de 1,4 milhões de euros, foi desenvolvida pela empresa Montaco e teve por objectivo a renovação da ponte metálica, centenária, mediante remoção integral do anterior revestimento anticorrosivo com aplicação de nova pintura e substituição de peças.

No âmbito da intervenção foram ainda substituídas as travessas e efectuada a adaptação da estrutura da obra de arte com a instalação de guarda-corpos no passadiço central, reforçando as condições de segurança existentes.

A obra obrigou a um planeamento de modo a minimizar os impactos na circulação, quer ferroviária quer rodoviária, uma vez que sob a ponte passa a EN108, tendo ainda assim sido possível antecipar o seu términus em cerca de um mês face ao prazo de execução.

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Investimento de 1,4 M€ na renovação da Ponte da Sermenha, na Linha do Douro

A empreitada visou a remoção integral do anterior revestimento anticorrosivo com aplicação de nova pintura e substituição de peça e reforço das condições de segurança existentes

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Foram concluídos os trabalhos de renovação e protecção anticorrosiva da Ponte da Sermenha ao km 96,183 da Linha do Douro, no concelho de Mesão Frio.

A empreitada, com um investimento associado de 1,4 milhões de euros, foi desenvolvida pela empresa Montago – Tratamentos Anticorrosivos e Construção Civil, e teve por objectivo a renovação da ponte metálica, centenária, mediante remoção integral do anterior revestimento anticorrosivo com aplicação de nova pintura e substituição de peças.

No âmbito da intervenção foram ainda substituídas as travessas e efectuada a adaptação da estrutura da obra de arte com a instalação de guarda-corpos no passadiço central, reforçando as condições de segurança existentes.

A obra obrigou a um rigoroso planeamento de modo a minimizar os impactos na circulação, quer ferroviária quer rodoviária, uma vez que sob a ponte passa a EN108, tendo ainda assim sido possível antecipar o seu términus em cerca de um mês face ao prazo de execução.

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Quadrante fiscaliza construção do Parque Solar de Morgavel

O Parque Solar, em Sines, com mais de 91 mil painéis solares, será ligado à central termoelétrica através de uma linha existente de 60kV. Para a construção serão usados módulos bifaciais de alto desempenho, o que permite a absorção de radiação solar de ambos os lados

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A Quadrante foi escolhida para a gestão da construção e fiscalização do Parque Solar da RWE 44MWac de Morgavel, em Sines. Em comunicado, a empresa explica que os serviços incluem, também, controlo de planeamento e custos, controlo de qualidade, coordenação de segurança e controlo ambiental.

O Parque Solar do Morgavel, com mais de 91 mil painéis solares, irá localizar-se numa área de 100 hectares na Herdade do Morgavel, e será ligado à central termoelétrica de Sines através de uma linha existente de 60kV, com capacidade para abastecer o equivalente a aproximadamente 42 mil casas em Portugal.

Naquele que “tem todas as condições para se tornar num parque solar de excelência”, André Coelho, responsável pela Unidade de Negócio de Gestão da Construção e Fiscalização da Quadrante, acrescenta que “esta obra vai permitir  reforçar a acção da empresa na área da Gestão da Construção e Fiscalização no âmbito das Energias Renováveis e cumprir os objectivos que traçou ao nível da sustentabilidade”.

Para a construção do Parque Solar serão usados módulos bifaciais de alto desempenho, uma solução que permite a absorção de radiação solar de ambos os lados dos módulos.

Foi também preparado um plano para a continuidade ecológica, integrando um conjunto de medidas de minimização do impacto ambiental articuladas com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. Entre as medidas destaca-se a criação de passagens para fauna, corredores ecológicos e a implementação de uma cortina visual arbórea que tornará a central invisível a partir da estrada N-120-1.

Com construção da Omexom, uma marca do Grupo VINCI, a obra conta, ainda, com a CME, que é responsável pelas linhas de transmissão, posto de seccionamento e edifício de controlo.

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Ordem dos Engenheiros “congratula-se” com introdução de medidas especiais no CCP

A transparência dos custos, a qualificação profissional dos intervenientes e distinção entre as partes de concepção e de construção são algumas das alterações introduzidas com o Decreto-Lei nº 78/2022

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A recente publicação do decreto-lei nº 78/2022, onde se inclui um conjunto de medidas especiais de contratação pública, foi recebida pela Ordem dos Engenheiros (OE) com “satisfação” que se “congratula” pela incorporação das suas sugestões.

Em comunicado, a OE refere que o novo diploma inclui “a larga maioria das sugestões apresentadas em Agosto Passado”, nomeadamente no que se refere “a medidas especiais de contratação pública e à simplificação de procedimentos administrativos”.

O ponto relacionado com os custos do trabalho, tão importante na execução de qualquer contrato a celebrar, é uma das reivindicações em destaque, nomeadamente através de “medidas que promovem a prevenção e interdição de práticas conducentes a situações de dumping salarial”.

A Ordem dos Engenheiros reitera, ainda, que não obstante a concordância em relação ao referido documento, onde está prevista a transparência dos custos e a qualificação profissional dos intervenientes, seja salvaguardada a “clara distinção entre as partes de concepção e de construção, conforme previsto neste diploma”, já anteriormente reivindicada pela Ordem.

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MAP Engenharia com duas novas obras em execução

O edifício logístico da Bluespace, em Carnaxide, e o primeiro de dois edifícios do empreendimento Jardins Altear, em Lisboa, estão a ser executados pela companhia liderada por José Rui Meneses e Castro. Além do ‘prestígio’, as intervenções fazem parte da estratégia de diversificação

Ricardo Batista

A MAP Engenharia já iniciou a construção do edifício logístico da Bluespace, localizado em Carnaxide. A empreitada consiste na construção de um edifício logístico, vocacionado para a exploração e arrendamento de espaços de armazenamento temporário, do operador internacional de self storage Bluespace, que conta já com mais de 60 centros em 3 países. Este será o 4º centro deste operador localizado na área de Lisboa e faz parte da sua estratégia de expansão internacional. O Bluespace de Carnaxide é uma obra com uma área de construção de 8.200 m2, constituído por 1 piso enterrado e 4 pisos elevados. Está implantado num terreno onde vão ser realizados arranjos exteriores que vão contemplar espaços verdes, vias de acesso e estacionamento.

Estratégia consolidada 

Segundo José Rui Meneses e Castro, Co-Founder e Managing Partner da MAP Engenharia “a MAP Engenharia consolida a sua estratégia de diversificação e actuação em todas os sectores do mercado imobiliário. Desta vez, foi-nos atribuída a responsabilidade de construir um projecto estratégico para a expansão da insígnia internacional Bluespace, reforçando a nossa carteira no sector da Logística, uma área actualmente muito dinâmica.”

Altear avança

A intervenção em Carnaxide surge numa altura em que a empresa liderada por José Rui Meneses e Castro anuncia igualmente ser responsável pela execução dos Jardins Altear I, um projecto residencial promovido pela da SOLYD Property Developers. Trata-se do primeiro de dois edifícios do empreendimento. Desenvolvido para a contribuição de um mundo mais sustentável e para proporcionar o máximo conforto e qualidade de vida aos seus residentes, este empreendimento encontra-se localizado em plena cidade na Alta de Lisboa, entre o Parque Oeste e o Parque da Quinta das Conchas, numa zona que reúne uma variedade de espaços verdes, bons acessos, transportes, e proximidade a serviços, comércio e lazer.

O edifício é composto por 58 modernos apartamentos de tipologia T2 a T4, com áreas entre os 78 m2 e 183 m2, que se encontram distribuídos por 12 andares, 4 espaços comerciais (lojas), 123 lugares de estacionamento privativo (que contemplam pré-instalações para veículos elétricos, lugares para pessoas de mobilidade reduzida e bicicletas), um ginásio equipado, uma sala multiusos e um lobby decorado. O empreendimento alia a funcionalidade e a elegância, a uma magnífica luz natural e áreas generosas, trabalhadas com materiais de elevada qualidade, criteriosamente selecionados. No primeiro dia de comercialização, o Jardins Altear I alcançou uma taxa de reservas de 30%. Este projecto tem ainda disponibilidades para tipologias T3 e T4. Brevemente será também lançado ao mercado o Jardins Altear II II, que irá oferecer tipologias T1, T3 e T4. Segundo José Rui Meneses e Castro, para a MAP “é um enorme orgulho em participar na construção deste projecto que promove a sustentabilidade e a preocupação ambiental, e que vai proporcionar uma excelente qualidade de vida a todos os seus residentes. A MAP contribuirá com o seu selo de qualidade na construção deste relevante projecto habitacional, que cria uma nova centralidade na cidade de Lisboa.” De acordo com a administração da SOLYD Property Developers, “o jardins Altear I vem trazer mais uma oferta distintiva à Alta de Lisboa. Enquadrado no projecto ALTEAR, este novo edifício proporciona todas as exigências associadas aos projectos residenciais contemporâneos e oferece um estilo de vida que se foca no equilíbrio e no respeito pelo ambiente”.

Sobre o autorRicardo Batista

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Dte inicia componente técnica do ICON Aparts no Porto

A empreitada, no montante de 900 mil euros, corresponde à segunda e terceira fases do projecto técnico do edifício ICON Aparts, promovido pela CivilRia

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A dte, empresa do grupo dst, integra a empreitada do edifício ICON Aparts, no Porto, correspondente à segunda e terceira fases do projecto técnico.

No montante de cerca de 900 mil euros, o projecto assenta, essencialmente, em instalações eléctricas e infraestruturas de telecomunicações.

O edifício, com 11.645 m2 e 168 habitações, para ‘apartment service’, e que se insere no projecto ICON, prevê revitalizar a zona empresarial do Porto, num investimento global que ascende a 60 milhões de euros.

Promovido pela CivilRia, o ICON Aparts faz parte de um conjunto de três edifícios – dois com escritórios e um com apartamentos turísticos para arrendar-, com uma área total de 24 mil m2, rodeado por uma área de jardim e um lago com cerca de 8.000 m2.

Neste empreendimento, a dte garantiu, mais uma vez, a alta capacidade de reengenharia e de mobilização de trabalhadores em tempo útil.

Recorde-se que a dte já havia concluído a primeira fase do projecto técnico – o ICON Office I, a nova sede no Porto da AGEAS – numa obra que ascendeu a 550 mil euros, estando agora prevista a terceira e última fase do projecto – o ICON Offices II, que tem arranque previsto para 2023 e cujo valor de obra ascende a 880 mil euros.

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Ordem responde a ciberataques com criação do cargo de especialista em Cibersegurança

Para esse efeito, a Ordem dos Engenheiros organiza na próxima quinta-feira, dia 10 de Novembro, às 11 horas, a sessão pública de apresentação da Especialização em Cibersegurança. O evento terá lugar na sede da Ordem, em Lisboa, em parceria com a Secretaria-geral do Ministério da Economia

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A Ordem dos Engenheiros organiza na próxima quinta-feira, dia 10 de Novembro, às 11 horas, a sessão pública de apresentação da Especialização em Cibersegurança. O evento terá lugar na sede da Ordem, em Lisboa, em parceria com a Secretaria-geral do Ministério da Economia.

Durante a sessão, serão apresentadas as propostas legais e administrativas, que partiram do Grupo de Trabalho instituído por Fernando de Almeida Santos, bastonário, necessárias à criação do cargo de Especialista em Cibersegurança, a saber, a criação da especialização no seio da Ordem, a definição da formação necessária, definição e certificação de competências, e actos de engenharia exigíveis. Esta iniciativa aproveitará, ainda, para apresentar o actual cenário da área em Portugal.

Na sessão pública, além do Bastonário da Ordem dos Engenheiros, vão participar os peritos que fazem parte do grupo de trabalho criado para elaborar as propostas em causa, nomeadamente, João Rolo, secretário- geral do Ministério da Economia, Paulo Viegas Nunes, vogal do Conselho Nacional do Colégio de Engenharia Eletroctécnica e presidente do SIRESP, Nélson Escravana, director da Unidade de Cibersegurança da Inov e Gamito Pereira, vogal do Conselho Directivo da Região Sul e fundador do grupo Joyn (especialista em Cibersegurança).

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GesConsult expande-se para o Norte do País

Aproveitando a remodelação do Auchan na cidade da Maia como projecto de lançamento, a empresa volta-se para Norte e acompanhar a tendência de descentralização

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A GesConsult, empresa de gestão e fiscalização de obras, expande a sua actividade para o Norte do País, aproveitando a remodelação do Auchan na cidade da Maia como projecto de lançamento.

Responsável por projectos de marcas de referência na área do retalho, hotelaria e residencial, a GesConsult procura acompanhar a tendência de descentralização e abrir caminho para a construção em locais como Braga, Guimarães, Viseu, Vila do Conde, Espinho e Famalicão. Até ao final do primeiro semestre de 2023, a empresa pretende alcançar um volume de negócios entre os 200 mil euros e os 300 mil euros, o que se traduzirá numa carteira de obras capaz de alavancar o crescimento contínuo da equipa.

“Esta expansão é um passo estratégico que está a ser preparado há algum tempo. Acreditamos que existe muito potencial de negócio a Norte e queremos acompanhar a descentralização a que se assiste nesta fase. No fundo, queremos estar em todo o País e este é mais um passo importante nesse sentido”, afirma Nuno Garcia, director-geral da GesConsult.

Em termos de estratégia, o responsável adianta que a GesConsult vai ”numa primeira fase, investir no imobiliário comercial, por se tratar de uma área de negócio em crescimento e na qual já temos um primeiro projecto em fase de execução.”

Fundada em 2014, a GesConsult é especialista no sector da construção e disponibiliza serviços de gestão e fiscalização de obra, acompanhando todas as fases das empreitadas. Através de uma equipa experiente, a empresa coordena as áreas de qualidade e segurança, gestão de prazos e custos, além do serviço de due diligence, a análise técnica de riscos em oportunidades de investimento.

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dstelecom lança cabo submarino inteligente em Tróia

E se além de autoestradas de dados, os cabos submarinos tivessem capacidade de monitorização? A questão esteve na base do projecto do K2D – Knowledge and Data from the Deep to the Space, desenvolvido pela dstelecom, em colaboração com a Marinha Portuguesa e com o INESC-TEC. O primeiro protótipo foi lançado na Zona Livre Tecnológica Portuguesa Infante D. Henrique, em Tróia

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Com um sistema único no mundo, este cabo submarino inteligente vai permitir monitorizar os dados vitais da terra e validar a arquitectura do sistema, composto por um repetidor de sinal e nós de monitorização que permitem a instalação de um número alargado de sensores.

Neste protótipo foram instalados quatro sensores, para captar imagens e recolher dados de temperatura, pressão e acústica marítima, possibilitando a localização de cetáceos como baleias e golfinhos.

A aquisição de dados potenciados pelo sistema irá permitir criar modelos de análise baseados em geoinformática e inteligência artificial, de forma a ampliar o alcance da monitorização e do espectro do conhecimento até ao interior dos oceanos.
A dstelecom iniciou este projecto tendo em vista a criação do smartcable como um produto diferenciador e de valor acrescentado, que ainda não existe a nível mundial. “A nossa estratégia passa por aumentar o valor acrescentado dos cabos submarinos, convertendo-os não só em autoestradas de dados, mas também acrescentar a capacidade de monitorização, associando uma camada de sensorização a estes elementos que estão alojados no fundo do oceano. Isto vai permitir-nos apresentar uma solução única a este mercado e que esperamos uma disseminação global”, afirma Sérgio Fernandes, CTO da dstelecom.

A estrutura já foi instalada no início de Setembro e ficou submersa durante várias semanas para validar o conceito. “Já estamos a trabalhar num novo protótipo, com mais sensores, que poderá ser instalado a maiores profundidades, de forma a testar a resistência a condições mais adversas de profundidade e pressões elevadas. Adicionalmente, nesta segunda fase, o espectro de monitorização será alargado de forma a permitir a recolha de dados adicionais, nomeadamente da actividade sísmica”, conclui o mesmo responsável.

O projecto liderado pela dstelecom, em co-promoção com a Universidade do Minho e o INESC-TEC e em parceria com o CINTAL, o AIRCentre e a Universidade dos Açores, conta com um investimento de cerca de 1.4 milhões de euros e está a ser desenvolvido com o objectivo de monitorizar as condições físicas e biológicas das profundezas dos oceanos, dados que os actuais sistemas de previsão meteorológica – satélites, aviões e estações terrestres – não conseguem recolher. O projecto K2D, desenvolvido em parceria com o MIT – Massachusetts Institute of Technology, deverá estar concluído em Junho de 2023.

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