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    LUMINO coloca 7 unidades de retalho no mercado

    Cushman & Wakefield foi escolhida pelo LUMINO para a comercialização de sete lojas destinadas ao retalho, sendo este um empreendimento de uso misto, constituído por habitação de gama alta, uma residência de estudantes e uma componente de comércio, desenvolvido pela TPG Real Estate e pela Round Hill Capital

    Manuela Sousa Guerreiro
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    LUMINO coloca 7 unidades de retalho no mercado

    Cushman & Wakefield foi escolhida pelo LUMINO para a comercialização de sete lojas destinadas ao retalho, sendo este um empreendimento de uso misto, constituído por habitação de gama alta, uma residência de estudantes e uma componente de comércio, desenvolvido pela TPG Real Estate e pela Round Hill Capital

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    O LUMINO é considerado um dos maiores investimentos imobiliários privados em construção no centro de Lisboa, arrancou em Fevereiro de 2020 e está situado num terreno de 20.000 m², onde funcionava a antiga cervejaria “Estrela”. O empreendimento totaliza 40.000 m² de área construída, 27.000 m² dos quais dedicados a habitação, 10.000 m² a residências de estudantes e cerca de 1.000 m² a espaços de retalho. Com vista para o icónico Campo Pequeno, e para um grande jardim interior, o LUMINO promete trazer uma nova vida a este histórico bairro.

    As sete unidades de retalho que estão a ser comercializadas pela Cushman & Wakefield, localizadas em plena zona prime, – com espaços entre 48 e 415 m² – beneficiam da proximidade ao Campo Pequeno, bem como a importantes pontos da cidade, como a Avenida da República ou o Saldanha, onde se concentram Hotéis, Escritórios e comércio local. Estas lojas vêm, assim, dar resposta à procura gerada pelo próprio LUMINO, respondendo às necessidades dos residentes dos cerca de 300 novos apartamentos e 380 quartos para estudantes.

    “O Campo Pequeno tem-se vindo a afirmar como uma localização trendy da cidade e estas lojas vêm reforçar a resposta às necessidades diárias de quem por lá habita ou trabalha. Esta é também uma oportunidade para o investimento no comércio de proximidade, sendo esta uma tendência cada vez mais relevante no panorama do retalho”, afirma Sandra Campos, partner e directora do departamento de retalho da Cushman & Wakefield.

    Desta forma, o LUMINO pretende satisfazer todas as necessidades quer sejam de âmbito laboral, social ou lazer afirmando-se como um destino de Lifestyle.

    “A comercialização destas lojas vem reforçar o posicionamento do LUMINO como um novo empreendimento âncora de uso misto no centro da cidade de Lisboa, com espaços de retalho que complementam e acrescentam valor à restante oferta, beneficiando de uma grande exposição e localização privilegiada, servida por espaços verdes, estacionamento e
    excelentes acessos, dando assim resposta às necessidades da comunidade envolvente, ao mesmo tempo que trarão certamente uma nova dinâmica ao comércio de rua numa das zonas mais emblemáticas da capital, como é o Campo Pequeno“, acrescenta João Pita, country lead da Round Hill Capital em Portugal.

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    Escritórios: Primeiro semestre soma cerca de 156 mil m2 de take up

    De acordo com o Office Flashpoint da JLL, verificou-se um crescimento homólogo de 238% da actividade no mercado de Lisboa e de 13% no do Porto, confirmando a “forte recuperação” dos indicadores de desempenho deste sector face ao ano 2023

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    Nos primeiros seis meses deste ano, foram ocupados 128.300 metros quadrados (m2) de escritórios em Lisboa e 28.400 m2 no Porto, revela o Office Flashpoint da JLL. O relatório da consultora apura, ainda, um crescimento homólogo de 238% da actividade no mercado de Lisboa e de 13% no do Porto, confirmando a “forte recuperação” dos indicadores de desempenho deste sector face ao ano 2023. 

    Sofia Tavares, head of Office Leasing da JLL, nota que “a recuperação da procura de escritórios reflecte a melhoria das condições económicas e do alívio das políticas monetárias, associados ao aumento de oferta disponível”.

    “Naturalmente, Lisboa, que foi um mercado mais pressionado em 2023, regista um maior índice de crescimento. De tal forma que, em seis meses já superou o volume ocupado em todo o ano anterior. No Porto, a actividade segue também em recuperação, o que anima muito as expectativas para o total do ano. De assinalar ainda a reactivação das operações de grande dimensão, com cerca de um quarto das transacções quer em Lisboa quer no Porto a envolverem áreas superiores a 1.000 m2”, acrescenta. 

    Em Lisboa, o primeiro semestre de 2024 registou 82 operações de ocupação de escritórios, das quais 22 dizem respeito a áreas superiores a mil m2. Neste período, a área média transaccionada por operação foi de 1.564 m2, evidenciando-se o Parque das Nações como a zona mais dinâmica (39% da ocupação semestral) e as empresas de Serviços Financeiros como os principais motores da procura, ao gerarem 38% do take-up.

     No Porto, contabilizam-se 42 operações de tomada de escritórios até Junho, entre as quais 10 com áreas acima dos mil m2. A área média por operação é de 676 m2 neste mercado, o qual foi dominado pelas empresas de TMT’s & Utilities (45% do take-up) e exibiu maior actividade nas zonas de Matosinhos (36% do take-up) e CBD Boavista (35%). 

    Sem prejuízo da boa performance do mercado de escritórios em termos acumulados, o mês de junho exibiu níveis de atividade moderados, com apenas 4 operações e 1.200 m2 ocupados no Porto e 10 operações no total de 9.300 mem Lisboa.

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    Remax Collection e Global Key comercializam Sal D’Ouro

    Promovido pela Taga Urbanic, o empreendimento, que inclui os edifícios Reserve e Horizon, tem previsão de conclusão para o segundo trimestre e terceiro trimestre de 2026, respectivamente

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    O empreendimento Sal D’Ouro, localizado em Vila Nova de Gaia, está a ser comercializado pela Remax Collection, em parceria com a Global Key. Promovido pela Taga Urbanic, o empreendimento, que inclui os edifícios Reserve e Horizon, tem previsão de conclusão para o segundo trimestre e terceiro trimestre de 2026, respectivamente.

    Ambos os edifícios contam com cinco pisos, compostos por 25 apartamentos e 46 apartamentos cada, de tipologias T1 a T3, com áreas que variam entre os 52 m² e os 240 m², e varandas com vista mar.

    Com conceito sala de estar e cozinha em open concept, todos os apartamentos contam com sistema de casa inteligente, com possibilidade de controlo remoto de iluminação, estores, electrodomésticos e temperatura.

    Com amenities exclusivas, o Sal D’Ouro dispõe de lobby comum com área de estar e porteiro, incluindo sistema de vídeo vigilância, acesso a espaço de fitness, e ainda, dois pisos de estacionamento com carregamento de veículos eléctricos.

    A arquitectura deste empreendimento destaca-se pela fachada envidraçada, garantido a máxima exposição solar e privacidade, e pela vista para o mar e para a foz do Rio Douro.

    Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Collection, destaca o facto de este projecto residencial ter sido pensado para proporcionar um estilo de vida “equilibrado entre a natureza e a cidade”.

    “Acreditamos que esta é uma excelente oportunidade de investimento para quem procura um estilo de vida contemporâneo, longe do ruído da cidade, mas com fácil acesso à cidade do Porto e próximo de todos os serviços essenciais”, reforça.

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    Coldwell Banker vende Chalet Mayer em Sintra

    A Coldwell Banker vendeu o Chalet Mayer, em Sintra. Projetado pelo arquiteto italiano Luigi Manini no século XIX, o histórico conjunto de edifícios vai ser transformado num boutique hotel. O negócio superou a marca de um milhão de euros

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    O Chalet Mayer foi comercializado por um valor que superou a marca do um milhão de euros, tendo sido mediado pela Coldwell Banker Luxus. A imobiliária, que também conta no seu portfolio com o Paço dos Ribafria em Sintra, mais conhecido por Casa Pombal, o historiado palacete que pertenceu ao Sebastião José de Carvalho e Mello, Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, vê mais um edifício histórico ser vendido, depois de, em Novembro de 2023, ter transacionado também uma das mais emblemáticas propriedades de Sinta, a Quinta de Santo António da Serra, obra do reputado arquitecto Vasco Regaleira.

    Situado na situada numa zona Área de Reabilitação Urbana (ARU) e classificado como edifício de conservação, o chalet será objecto de obras de reabilitação destinados a preservar a identidade e integridade do edifício. Construído em 1897, o edifício é um exemplo da arquitectura da época e testemunho da opulência da alta aristocracia da época.

    Projectado pelo arquitecto, pintor e cenógrafo italiano Luigi Manini, famoso pelo seu trabalho em edifícios icónicos como o Teatro S. Carlos, o Teatro D. Maria II e a Quinta da Regaleira e o Palácio de Buçaco.

    Adquirido em 1927 por José Mayer, que deu o nome ao Chalet e herdado por seus filhos, Augusto e Ivo Mayer. O Chalet Mayer foi o palco na qual estes irmãos viveram um impacto significativo na cultura e música portuguesa, especialmente no jazz. Como sócios fundadores do Hot Club de Portugal, registaram momentos históricos de visitas e concertos de grandes nomes do jazz em Portugal, como Sidney Bechet, Count Basie e Louis Armstrong.

    “Estamos extremamente orgulhosos de poder trabalhar em edifícios históricos como o Chalet Mayer. Estas Casas com História são de grande importância para uma marca como a Coldwell Banker, que procura preservar e fazer crescer seus 118 anos de história”, afirma a propósito da venda Frederico Abecassis CEO da Coldwell Banker Portugal. “Como a imobiliária mais antiga do mundo, temos um compromisso acrescido de honrar a herança e a integridade dos imóveis que representamos, assim como de garantir que estes pedaços da nossa cultura são preservados e reconhecidos”, conclui Frederico Abecassis.

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    Santos House é a próxima abertura da Ando Living em Portugal

    A reabilitação de um edifício com quase 400 anos de história no bairro lisboeta de Santos vem acrescentar 33 novas unidades de alojamento à marca de hospitalidade. Os portugueses estão entre os principais compradores dos apartamentos.

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    Ao mesmo tempo que continua a sua expansão pela Europa, com o novo edifício de apartamentos turísticos em Madrid a abrir já este ano, a marca Ando Living reforça a sua presença em Portugal, país onde foi fundada há cerca de seis anos.

    A marca de hospitalidade lifestyle que alia apartamentos turísticos com serviços a um conjunto de comodidades nos clubhouses vai inaugurar, no primeiro trimestre de 2025, o Ando Living Santos House, em Lisboa, um edifício histórico cuja reabilitação irá trazer 33 novos apartamentos de um a três quartos, elevando para mais de 150 o número total de unidades em operação.

    Actualmente a operar em Lisboa, Porto, Istambul e, brevemente em Madrid, a Ando Living tem 700 unidades de alojamento sob gestão ou em desenvolvimento, com destaque para a capital portuguesa, mas também Istambul e as localidades alentejanas de Melides e Vila Viçosa.

    O Ando Living Santos House, com 3.750 m² de área total de construção distribuída por cinco pisos, resulta da transformação de um edifício secular com uma história que remonta a 1648, quando o rei D. João IV ordenou a construção de um convento para abrigar os frades capuchinhos, recém-chegados da Bretanha, França. Passados quase 100 anos, ficou reduzido a cinzas num violento incêndio e, em 1851, foi erguido no local um novo edifício, sob a orientação de José António da Luz Robim, com as características típicas da época: grandes janelas, varandas de ferro forjado e uma impressionante fachada revestida a azulejos. Hoje o imóvel está classificado como património de interesse municipal.

    A renovação deste edifício preserva o seu carácter original, realçando a fachada de azulejos e os tectos ornamentados com 3,5 metros de altura, ao mesmo tempo que incorpora as melhores técnicas de construção antissísmica, conforto térmico e acústico e eficiência energética.

    Os interiores estão a ser criados com os padrões de qualidade e design da marca Ando Living, proporcionando a residentes e hóspedes a sofisticação e os serviços de um hotel de 5 estrelas com o conforto familiar de uma casa, num conceito de hospitalidade que procura atender aos requisitos de uma nova geração de viajantes, em trabalho ou lazer, que buscam estadias em espaços autênticos no coração da comunidade local.

    Com mais de metade das unidades já vendidas ou reservadas e preços entre os 561 mil euros e os 1,4 milhões de euros para as ainda disponíveis, os apartamentos do edifício em Santos estão a atrair muitos compradores portugueses para um modelo de negócio que lhes permite gerar rendimento ao operar o seu imóvel no mercado turístico com a equipa de gestão da Ando Living.

    “Além de ser um edifício tipicamente lisboeta que é testemunha de séculos de história e transformação na cidade, o que está a chamar os investidores portugueses, e também de outras nacionalidades, é a possibilidade de investirem num dos bairros mais dinâmicos e vibrantes da capital e continuarem a operar num mercado turístico que é dos mais atractivos do mundo mas onde existem actualmente fortes restrições no arrendamento de curta duração”, sublinha Manuela Luz, manager de vendas Portugal do Grupo Ando Living.

    “Todos os edifícios da Ando Living têm uma licença turística que permite aos proprietários operar o seu apartamento no mercado das estadias de curta, média e longa duração, com retornos que podem chegar aos 7%, ao mesmo tempo que podem usufruir dele o tempo que desejarem, de acordo com o modelo de gestão que escolherem”, acrescenta a responsável.

    Marca regista forte crescimento

    Nos próximos cinco anos, a Ando Living pretende abrir novos alojamentos noutros mercados europeus, incluindo Reino Unido, França, Itália, Grécia e Alemanha, tendo por objectivo operar 3000 unidades até 2028 e assumir a liderança no segmento dos serviced apartments na Europa.

    Um incremento em linha com a forte expansão estimada para este segmento, com projecções que apontam para um aumento de 65% nos próximos cinco anos, passando dos actuais 30 mil milhões de dólares em 2024 para os 49 mil milhões de dólares previstos para 2029.

    Com um modelo de hospitalidade diversificado, a Ando Living oferece duas opções de alojamento distintas: Clubhouses e Houses. Os Clubhouses são o coração da Ando Living e funcionam como o coração da comunidade. Aliam apartamentos premium com serviços nas melhores localizações a um conjunto de comodidades, entre as quais restaurantes, bares, ginásios, piscinas e serviços de apoio personalizados. Grande parte destes espaços – nomeadamente restaurante, bar-lounge e concept store – são acessíveis ao público, conectando residentes e hóspedes à comunidade local e convidando-os a imergir na vida de bairro e nas experiências mais autênticas que cada cidade tem para oferecer. O primeiro Clubhouse a abrir em Portugal e na Europa, será o Ando Living Liberdade Clubhouse, na segunda metade de 2025.

    As Houses são edifícios de apartamentos com serviços localizados em zonas centrais, concebidos e geridos pela Ando Living. Os hóspedes têm acesso gratuito às comodidades dos clubhouses, a uma curta distância a pé.

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    RE/MAX Portugal transacciona 6.700 moradias nos primeiros 5 meses do ano

    De Janeiro a Maio, a rede RE/MAX registou cerca de 6.700 transacções imobiliárias de moradias, uma média mensal de 1.335 negócios concretizados. Neste período, foram realizadas transacções de moradias em 285 concelhos. O Cliente nacional representou 80,6% dos negócios de compra/venda e arrendamento

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    Até Maio, a RE/MAX Portugal foi responsável por cerca de 6.700 transacções imobiliárias de moradias, 610 de arrendamento e 6.090 de compra/venda. Segundo dados da rede imobiliária, foram fechados negócios deste tipo de imóvel em 285 concelhos, cerca de 92,5% do número total de concelhos em Portugal (308). Os portugueses são quem mais adquire ou arrenda moradias, tendo sido responsáveis por 80,6% das transacções entre Janeiro e Maio, com os concelhos de Sintra, Cascais e Guimarães a serem os mais relevantes. Já no investimento estrangeiro, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses os que mais privilegiam este tipo de imóvel.

    Os dados agora apresentados referentes aos primeiros cinco meses de 2024 mostram que, por concelho, no ranking de transacções de moradias, aparece em 4º lugar o concelho de Braga (129 transacções). Seguem-se Torres Vedras, com 126 transacções; Évora (118); Coimbra (106); Vila Nova de Famalicão (95); Vila Nova de Gaia (93) e Figueira da Foz (92).

    Quanto às transacções, os dados da RE/MAX evidenciam um pequeno decréscimo na procura de moradias por parte de clientes internacionais, concretamente as três principais nacionalidades internacionais. Desta forma, de 1 de Janeiro e 31 de Maio, os clientes de origem brasileira representaram 5,6% dos negócios realizados, os norte-americanos 2% e os ingleses 1,5%. Na quarta e quinta posição do ranking, com cerca de 1% cada, posicionaram-se os clientes de origem francesa e alemã. Nestes primeiros cinco meses de 2024, a rede negociou com 60 nacionalidades diferentes, um pouco mais do que as 52 intervenientes nos negócios dos últimos três meses de 2023.

    Relativamente às tipologias, os T3 mantêm-se como os mais procurados, registando neste período 38,4%. Seguiram-se as moradias de tipologia T2 (25,8%) e os T4 (18,4%), quer em negócios de arrendamento, quer em negócios relativos a compra/venda de moradias, porém, na modalidade arrendamento as moradias T1 ganham importância, por terem naturalmente preços mais acessíveis, representando 13% desse mercado.

    Segundo Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal, “Normalmente as famílias preferem as moradias por um conjunto de razões. Desde logo, este tipo de imóvel tende a oferecer mais espaço em comparação com apartamentos, o que é especialmente importante para uma família grande ou que necessita de uma maior área de armazenamento. Por outro lado, as moradias oferecem maior privacidade do que os apartamentos, além de que possibilitam ter um quintal ou um jardim. Certo é que as famílias que optem por moradias têm mais liberdade para personalizar ou renovar a casa de acordo com as próprias preferências”.

     

     

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    Pestana Hotel Group com novo investimento em Porto Covo

    Em menos de 24 meses, grupo hoteleiro, através da sua marca de imobiliário turístico Pestana Residences, concluiu a venda dos 174 apartamentos do Pestana Porto Covo Village, cuja finalização está prevista para 2025. Já em fase final de licenciamento está um novo empreendimento constituído por 246 apartamentos

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    Após concluir as vendas do primeiro empreendimento em Porto Covo, o Pestana Porto Covo Village, a marca Pestana Residences, a área de referência do grupo para o segmento imobiliário e residencial, responsável por empreendimentos em Tróia e na Comporta, vê agora uma nova oportunidade ao expandir a sua oferta na vila alentejana, com o Pestana Porto Covo Beach Residences.

    Este futuro empreendimento estará localizado na frente-mar e será constituído por 246 apartamentos, com piscinas privativas, inseridos num condomínio privado, que contará com uma área comum de jardins e espaços de lazer. À semelhança dos projectos anteriores, caberá ao Pestana Hotel Group a gestão do condomínio, a prestação de serviços e a operação turística, que, por sua vez, oferece a possibilidade de rentabilidade sobre o imóvel.

    “Existem três razões fundamentais para o sucesso dos nossos projectos. A primeira é a localização estratégica de cada empreendimento. A segunda é a credibilidade e a confiança que o grupo oferece aos investidores-clientes, que têm acompanhado as fases de lançamento de cada projecto, resultando historicamente num ritmo acelerado nas vendas. Por fim, a comercialização em planta, com preços apelativos, tem permitido aos compradores obter mais-valias ou uma valorização significativa”, assinala José Roquette, Chief Development Officer (CDO) do Pestana Hotel Group.

    O projecto do futuro Pestana Porto Covo Beach Residences está a ser desenvolvido pelo Atelier Gonçalo Salazar de Sousa Arquitectos, e as obras de construção serão asseguradas pela Carvoeiro Construções, empresa detida pelo grupo.

    “Após a concretização dos projectos do grupo em Tróia, na Comporta e nos Brejos da Carregueira, ficou evidente que havia ainda espaço de expansão na costa alentejana, mas que nos levou um pouco mais a sul, até Porto Covo, um destino com uma autenticidade única. A ligação da vila ao mar e sua a proximidade a Lisboa que se acentuará em breve com a conclusão da autoestrada até Sines, são ainda factores essenciais para o sucesso dos nossos projectos”, acrescenta José Roquette.

    Este será o quinto projecto imobiliário desenvolvido na costa alentejana pelo grupo fundado há mais de 50 anos por Dionísio Pestana.

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    Actividade de Abril, Maio e Junho acentua resultados da ERA Portugal

    A ERA Portugal acaba de divulgar os resultados da operação referentes ao 2º trimestre de 2024. Os principais indicadores evidenciam um crescimento muito significativo do negócio, ainda assim a rede imobiliária alerta para os sinais evidentes de falta de oferta

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    A facturação referente aos meses de Abril, Maio e Junho deste ano ronda os 25 milhões de euros, o que representa o melhor trimestre de sempre da ERA em Portugal a nível deste indicador. Maio foi mesmo o melhor mês nos 26 anos de história da ERA em Portugal, tendo a rede registado uma facturação de aproximadamente 9 milhões de euros. Junho não ficou aquém, com 8,6 milhões de euros facturados. Um resultado que contraria a habitual quebra de negócio verificada no início do Verão.
    Assim, no primeiro semestre de 2024 a ERA facturou cerca de 46 milhões de euros (+9% face ao último semestre do ano passado e +10% em relação ao período homólogo). “No início do ano, ao perspectivar o que seria 2024, antecipei um crescimento a dois dígitos. Talvez por virmos de um contexto menos favorável, muitos acharam pouco realista ou, pelo menos, demasiado ambicioso da minha parte, mas, como se constata por estes números, as previsões estavam correctas. Apesar de ainda estarmos apenas no final do 1º semestre, os recordes atingidos deixam antever um crescimento significativo para este ano”, considera Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

    A tendência a nível de negócios reportados é estável face, por exemplo, a 2022, sendo que a diferença para o resultado deste ano deve-se, sobretudo, a um aumento relevante do ticket médio. Neste 2º trimestre, o preço médio rondou os 185 mil euros (+8,2% vs. trimestre anterior e +7,7% vs período homólogo).

    Os negócios reportados na rede ERA atingiram os 5736 no 1º semestre (+ 5,2% vs. o período homólogo). Em particular no 2º trimestre, o total de negócios reportados foi 2983 (+8,4% em relação aos primeiros três meses do ano e +7,5% face ao mesmo período em 2023).

    No que respeita ao valor dos negócios reportados, o total do 2º trimestre rondou os 485 milhões de euros (+17,8% vs. período homólogo).

    O mercado regista uma queda nas angariações e no número de clientes vendedores, o que agrava a pouca oferta disponível em Portugal. O número de angariações do primeiro semestre subiu +15% face ao período anterior, mas decresceu -9% face ao período homólogo. O 2º trimestre foi particularmente desafiante do lado da oferta, com uma descida de -3% na comparação com o trimestre anterior e -4% face ao período homólogo. Quase todos os meses ficaram abaixo do período homólogo, com excepção de Abril de 2024.

    “Como podemos ver por estes dados, a oferta é menor a cada trimestre que passa e, tal como tenho vindo a dizer, este é um cenário alarmante para os portugueses. Por muito que as medidas apresentadas pelo novo Governo sejam, em geral, uma boa noticia para o sector, o elevado tempo de implementação das mesmas irá conduzir a uma constante redução do stock que, consequentemente, fará aumentar o preço médio dos imóveis. É cada vez mais urgente criarem-se soluções rápidas para esta crise, que acaba por ter um impacto directo e cada vez mais nefasto em toda a economia do país”, afirma Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

    Portugueses acentuam o domínio enquanto compradores

    O ranking de países de origem dos clientes compradores em Portugal manteve-se estável no 1º semestre, com Índia e Ucrânia a intrometerem-se no Top10. Contudo, 78% dos compradores da ERA no 1º semestre deste ano são portugueses. Este dado acentua o domínio dos cidadãos nacionais face ao período homólogo em 2023, no qual representavam 73% do total.

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    Preços das casas aumentam 5% no primeiro semestre

    O preço das casas em Portugal cresceu 5% no primeiro semestre de 2024, um período em que a oferta de imóveis disponíveis no mercado também aumentou, de acordo com os dados da Alfredo

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    O Doutor Finanças, especialista em finanças pessoais, em conjunto com a Alfredo, uma plataforma de Inteligência Artificial que recolhe dados do setor imobiliário, acaba de divulgar o balanço dos dados imobiliários dos primeiros seis meses deste ano.

    O preço das casas em Portugal cresceu 5% no primeiro semestre de 2024, um período em que a oferta de imóveis disponíveis no mercado também aumentou, de acordo com os dados da Alfredo.

    “Mais uma vez, o índice de preços da Alfredo, mostra-nos exatamente o que está a acontecer no mercado imobiliário em Portugal através de informações atuais e fidedignas, baseadas em transações reais. Uma ferramenta que é, sem dúvida, fundamental e uma mais-valia para quem está, neste momento, a pensar em comprar ou vender uma casa”, afirma Sérgio Cardoso, administrador com o pelouro da Academia Doutor Finanças.

    Em junho, o valor médio por metro quadrado nas principais capitais de distrito do país fixou-se nos 2.868 euros, o que compara com 2.730 euros no mês de dezembro. No que diz respeito à oferta, havia cerca de 200.097 casas disponíveis no mercado em junho, mais do que no final do ano passado (173.293 imóveis).

    Ponta Delgada apresenta a maior subida do preço das casas

    Considerando a evolução no último ano, o preço das habitações em Portugal aumentou 8,1% em junho, depois dos crescimentos homólogos de 7,1%, 8,8% e 6,5% nos três meses anteriores.

    Entre as 20 regiões analisadas, os preços subiram em 17 e diminuíram em três: Castelo Branco, Portalegre e Vila Real. Por outro lado, Ponta Delgada foi a região com o maior crescimento homólogo (20,9%), seguindo-se Aveiro (19,7%), Viana do Castelo (18,2%) e Leiria (15,4%).

    Leiria também se destacou como a região com a margem de negociação de preços mais elevada do território nacional, em junho, de 17,8%. A margem de negociação é o desconto esperado entre o preço de listagem (asking price) e o valor pelo qual a transação vai fechar.

    A seguir surgem Setúbal (15,6%), a Ilha da Madeira (15,4%) e a Guarda (14,4%), e com as margens mais baixas evidenciam-se Viseu (0,69%), Coimbra (1,91%) e Faro (2,22%).

    “Sabermos qual a taxa de desconto que está a ser praticada no mercado é relevante para quem está a pensar colocar um imóvel à venda ou para quem está à procura de casa para comprar. Estes dados oferecem maior visibilidade sobre a realidade do mercado imobiliário e expõem a diferença entre aquilo que vemos nos anúncios e aquilo que é a realidade”, refere Gonçalo Abreu, CEO e um dos cofundadores da Alfredo.

    O Índice de Preços Alfredo reúne informação de vários portais públicos de listagem e sites de agências imobiliárias com dados de transação que são posteriormente trabalhados utilizando algoritmos avançados de Inteligência Artificial, o que permite mostrar a realidade do mercado imobiliário em Portugal de uma forma ímpar. O Doutor Finanças é parceiro da Alfredo no relatório emitido com dados em tempo real.

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    Resort Vila Galé Collection Sunset Cumbuco abre em Novembro

    O primeiro resort da linha Collection da Vila Galé no Brasil conta com um investimento de 80 milhões de reais (cerca de 13 M€), e está situado ao lado da Lagoa do Cauípe e em frente à praia do Cumbuco

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    O primeiro resort da linha Collection da Vila Galé no Brasil já tem previsão para começar a operar: 1 de Novembro deste ano. Com um investimento de 80 milhões de reais (cerca de 13 milhões de euros), o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, está “estrategicamente” posicionado ao lado da Lagoa do Cauípe e em frente à praia do Cumbuco.

    A linha Collection é a submarca do grupo que distingue alguns dos hotéis, pensados para serem um produto exclusivo com a chancela Vila Galé. “Estas são unidades boutique com um conceito diferenciado não só pelo requinte e qualidade das instalações, mas também e, sobretudo, pelos serviços disponibilizados e pela localização”, explica o Grupo em comunidado.

    Assim como todos os empreendimentos da Vila Galé, o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco une turismo e cultura, homenageando as obras de grandes cantores e compositores brasileiros e internacionais. Os quartos já finalizados têm uma decoração inspirada em artistas como Elis Regina e Vinícius de Moraes.

    “As obras estão avançadas e, por isso, vamos abrir o hotel antes da data prevista inicialmente. Os hóspedes poderão hospedar-se no final de ano e ter uma experiência única. Este empreendimento difere dos demais pelo seu conceito e também pela sua impecável localização, onde o céu ganha vida com as pipas de kitesurf, proporcionando um espectáculo de cores incomparável”, explica Carlos Magno, director adjunto de operações do Nordeste do Brasil.

    O empreendimento contará com 116 quartos de diversas tipologias e capacidades, incluindo quartos infantis Nep Kids com beliche e escorrega, com Satsanga Spa & Wellness com piscina interior, salas de massagens e centro de fitness, além do Clube Infantil com parque aquático, parque infantil, brinquedoteca e entretenimento completo. Também terá um centro náutico para apoiar as actividades aquáticas.

    Ao nível gastronómico, o hotel conta, ainda, com três restaurantes e três bares, incluindo um restaurante de praia e outro em frente à lagoa.

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    Patrícia Barão anuncia saída da JLL

    Patrícia Barão é vice-Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) e Fundadora e Diretora da Wire Portugal (Women in Real Estate)

    Ricardo Batista

    Patrícia Barão, que desde o início do ano presidia ao comité de gestão da JLL, anunciou esta terça-feira a sua saída da consultora, naquele que é o fim a uma ligação de nove anos na companhia.

    Num texto publicado na plataforma Linkedin, Patrícia Barão assume-se orgulhosa pelas conquistas alcançadas desde 2015, altura em que entrou para a consultora, enaltecendo o feito de ter “criado de raiz a área residencial da JLL e tê-la tornado na área de negócio mais bem sucedida da empresa em Portugal”.

    “Quero expressar a minha mais profunda gratidão a todos que caminharam ao meu lado todos os dias, clientes, parceiros e amigos, pelo seu apoio incondicional e confiança. Relacionamentos profundos serão sempre o segredo do sucesso no setor imobiliário e na vida”, adianta Patrícia Barão, que termina o seu texto com uma nota para Carlos Cardoso, nomeado há cerca de uma semana como novo CEO.

    A JLL anunciou, em Janeiro, que com a saída de Pedro Lancastre a filial portuguesa passaria a ser liderada por um comité de gestão composto por Patrícia Barão, até então Head of Residential, Marta Lourenço, Head of Portfolio Solutions and Value & Risk Advisory, e Carlos Cardoso, Managing Director na Tétris Portugal.

    Patrícia Barão é vice-Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) e Fundadora e Diretora da Wire Portugal (Women in Real Estate). Coordena também o curso de Real Estate Consulting no ISEG e é docente no curso de Luxury Real Estate Sales Management na mesma Instituição.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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