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    Edifício Marina Terrace nasce em frente ao mar de Vila do Conde

    Arranca em Janeiro de 2023 a construção do Marina Terrace. Localizado em Vila do Conde o novo empreendimento compreende um total de 34 apartamentos e quatro espaços comerciais. A promoção e construção do empreendimento, que representou um investimento de 25M€, estão a cargo do Grupo Adopthouse

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    Arranca em Janeiro de 2023 a construção do Marina Terrace. Localizado em Vila do Conde o novo empreendimento compreende um total de 34 apartamentos e quatro espaços comerciais. A promoção e construção do empreendimento, que representou um investimento de 25M€, estão a cargo do Grupo Adopthouse

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    Localizado na Avenida do Infante Dom Henrique, também conhecida como Marginal Atlântica, tão emblemática em Vila do Conde, o condomínio Marina Terrace beneficia de uma localização privilegiada e vai reabilitar e transformar um quarteirão devoluto na zona das Caxinas, frente ao mar de Vila do Conde, entre a marina da Póvoa de Varzim e a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes. A promoção e construção do empreendimento, que representou um investimento de 25 milhões de euros, estão a cargo do Grupo Adopthouse, de Vila Nova de Famalicão.

    De acordo com o projecto, da autoria do gabinete HMVN Arquitectos, o empreendimento caracteriza-se pela sua arquitectura contemporânea, com especial destaque para os amplos terraços com uma vista panorâmica desafogada sobre o mar.

    “Os materiais de acabamentos nobres e os equipamentos de elevada qualidade permitirão uma experiência de conforto e modernidade de excelência”, destaca Pedro Fernandes, director comercial da agência imobiliária Medium, responsável exclusiva pela comercialização e vendas.

    Com um total de cinco pisos, incluindo o rés-do-chão, o empreendimento Marina Terrace terá 34 apartamentos premium de tipologias T2, T3 e T4, com áreas entre os 96,60 metros quadrados e os 342,10 metros quadrados e quatro espaços comerciais com áreas entre os 160 metros quadrados e os 400 metros quadrados. No quarto andar, que será o piso mais alto, com o Oceano Atlântico no horizonte, o edifício terá quatro “penthouses”, com áreas interiores e exteriores generosas e acabamentos diferenciadores, nomeadamente o jacuzzi.

    Segundo adiantou o mesmo responsável, “a agência Medium já vendeu em planta 35% por cento dos apartamentos”, que deverão começar a ser habitados no final de 2024.

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    Escritórios: Cinco maiores ocupações em Lisboa representaram 55% do volume da absorção total

    Segundo relatório da Savills Portugal, o primeiro semestre do ano ano registou uma absorção de cerca 127 mil m2, o que triplicou os mais de 37mil m2 do período homólogo de 2023

    A área de Lisboa registou no primeiro semestre deste ano um volume de absorção de cerca 127 mil metros quadrados (m2) de escritórios. Um número, que segundo a Savills Portugal, “mais que triplica os 37.917 m2 do período homólogo de 2023 e que está 40% acima da média de take-up dos primeiros semestres dos últimos cinco anos”.

    No total, neste período foram concluídas 82 operações, número que representa um acréscimo de 15% face ao mesmo período de 2023. As cinco maiores ocupações representaram 55% do volume de absorção total do semestre. Foram registadas 18 operações acima dos 1.500 m2, que representam 22% do número de negócios fechados neste primeiro semestre de 2024.

    Nestes números conta-se a colocação da Caixa Geral de Depósitos no edifício WellBe com 26.709 m2 e a Universidade Europeia no Oriente Green Campus com 15.835 m2.

    Os espaços flexíveis continuam afirma-se como uma tendência cuja procura tem aumentado de forma muito gradual e com uma progressão contínua. Nestes primeiros seis meses do ano, os espaços flexíveis representaram 7% do volume de absorção total.

    Nos primeiros seis meses de 2024 foram concluídos quatro projetos que vieram adicionar ao stock perto de 45 mil m2 de novos espaços de escritórios, entre eles o Edifício EDP 2 com 11.400 m2 localizado na Zona Histórica & Beira-Rio, e o EXEO no Parque das Nações com 21.474 m2, 100% ocupado pelo BNP Paribas.

    “Se no final do ano 2023 as previsões foram algo tímidas e cautelosas, os resultados alcançados no final deste semestre, demonstram que o mercado de escritórios de Lisboa goza de uma procura muita activa, não deixando margem para dúvidas que a tendência é de crescimento. Mas para tal, é também fulcral que a aposta em novos projectos de qualidade se mantenha para conseguirmos dar resposta eficaz e em tempo útil a uma procura com standards de exigência elevados”, afirma Frederico Leitão de Sousa, head of Offices da Savills Portugal.

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    Keller Williams ultrapassa os 30M€ de facturação nos primeiros seis meses do ano

    Um volume que significa um aumento de 17% relativamente ao mesmo período do ano passado e que estabelece um “novo recorde” da empresa

    Em linha com o primeiro trimestre do ano, período em que continuou a expandir a quota de mercado, a Keller Williams Portugal continua a crescer, tendo terminado o primeiro semestre de 2024 com mais de 30 milhões de euros de facturação. Um volume que significa um aumento de 17% relativamente ao mesmo período do ano passado e que estabelece um “novo recorde” da empresa.

    O primeiro semestre de 2024 registou, ainda, uma subida no número de transacções: mais 15% que no período homólogo de 2023, 80% das quais ligadas a processos de compra e venda.

    Destacaram-se, ainda, o aumento do volume transaccionado pela Keller Williams Portugal, mais 27% e o negóciormediação de crédito, que cresceu 72%.

    Para Marco Tairu da intem, CEO da Keller Williams Portugal, estes resultados são fruto do “esforço colectivo” e da “capacidade de antecipação” da equipa.

    “Analisámos cenários, delineamos estratégias, entregámos mais de 60 iniciativas de formação e unimo-nos em torno de um dos nossos maiores objectivos: continuar a fazer crescer o negócio dos nossos consultores. Os números falam por si e proporcionaram-nos o melhor semestre de sempre. Ultrapassámos, orgulhosamente, os 30 milhões de euros de facturação e crescemos 17% relativamente a 2023”, afirmou.

    Os resultados finais do primeiro semestre beneficiaram, ainda, todos os associados que integram o programa de distribuição de rendimentos da Keller Williams – Growth Share – grupo a quem a empresa entregou, em apenas seis meses, mais de meio milhão de euros.

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    Cuatrecasas assessora Xior na aquisição de residência de estudantes por 58M€

    A operação envolveu a aquisição da residência no Campo Pequeno, em Lisboa, aos grupos TPG e Round Hill Capital

    A Cuatrecasas assessorou juridicamente a Xior Student Housing na aquisição de uma residência de estudantes no Campo Pequeno, em Lisboa, aos grupos TPG e Round Hill Capital, por cerca de 58 milhões de euros.

    A equipa multidisciplinar da Cuatrecasas envolvida na assessoria foi coordenada pela advogada Sara Quaresma, da área de Imobiliário e Urbanismo, e incluiu, nomeadamente, Gonçalo Nogueira e David Pratas Brito, advogados da mesma área, e Ana Helena Farinha e Tiago Martins de Oliveira, da área de Fiscal. Fizeram, ainda, parte da equipa advogados das áreas de Societário e M&A, Financeiro, Propriedade Intelectual e Protecção de Dados.

    A Xior Student Housing é uma empresa com sede na Bélgica e cotada em bolsa, especializada na aquisição e operação de residências estudantis em várias cidades europeias.

    A residência agora adquirida foi inaugurada em setembro de 2022, dispõe de 380 quartos distribuídos por cinco andares, tendo um total de cerca de 17 mil metros quadrados de área bruta de construção.

    O mercado das residências de estudantes tem vindo a crescer ao longo dos anos em Portugal, sendo Lisboa uma das cidades mais atractivas. De acordo com a Xior, 38% dos estudantes do ensino superior no país (cerca de 116 mil), no ano lectivo de 2022/23, estavam em instituições da capital.

    Anteriormente, a Cuatrecasas esteve também presente na assessoria à Xior na venda de duas residências de estudantes: o Odalys Campus Porto Granjo Centro, no Porto, e o Odalys Campus Lamas, em Lisboa.

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    Escritórios: Primeiro semestre soma cerca de 156 mil m2 de take up

    De acordo com o Office Flashpoint da JLL, verificou-se um crescimento homólogo de 238% da actividade no mercado de Lisboa e de 13% no do Porto, confirmando a “forte recuperação” dos indicadores de desempenho deste sector face ao ano 2023

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    Nos primeiros seis meses deste ano, foram ocupados 128.300 metros quadrados (m2) de escritórios em Lisboa e 28.400 m2 no Porto, revela o Office Flashpoint da JLL. O relatório da consultora apura, ainda, um crescimento homólogo de 238% da actividade no mercado de Lisboa e de 13% no do Porto, confirmando a “forte recuperação” dos indicadores de desempenho deste sector face ao ano 2023. 

    Sofia Tavares, head of Office Leasing da JLL, nota que “a recuperação da procura de escritórios reflecte a melhoria das condições económicas e do alívio das políticas monetárias, associados ao aumento de oferta disponível”.

    “Naturalmente, Lisboa, que foi um mercado mais pressionado em 2023, regista um maior índice de crescimento. De tal forma que, em seis meses já superou o volume ocupado em todo o ano anterior. No Porto, a actividade segue também em recuperação, o que anima muito as expectativas para o total do ano. De assinalar ainda a reactivação das operações de grande dimensão, com cerca de um quarto das transacções quer em Lisboa quer no Porto a envolverem áreas superiores a 1.000 m2”, acrescenta. 

    Em Lisboa, o primeiro semestre de 2024 registou 82 operações de ocupação de escritórios, das quais 22 dizem respeito a áreas superiores a mil m2. Neste período, a área média transaccionada por operação foi de 1.564 m2, evidenciando-se o Parque das Nações como a zona mais dinâmica (39% da ocupação semestral) e as empresas de Serviços Financeiros como os principais motores da procura, ao gerarem 38% do take-up.

     No Porto, contabilizam-se 42 operações de tomada de escritórios até Junho, entre as quais 10 com áreas acima dos mil m2. A área média por operação é de 676 m2 neste mercado, o qual foi dominado pelas empresas de TMT’s & Utilities (45% do take-up) e exibiu maior actividade nas zonas de Matosinhos (36% do take-up) e CBD Boavista (35%). 

    Sem prejuízo da boa performance do mercado de escritórios em termos acumulados, o mês de junho exibiu níveis de atividade moderados, com apenas 4 operações e 1.200 m2 ocupados no Porto e 10 operações no total de 9.300 mem Lisboa.

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    Remax Collection e Global Key comercializam Sal D’Ouro

    Promovido pela Taga Urbanic, o empreendimento, que inclui os edifícios Reserve e Horizon, tem previsão de conclusão para o segundo trimestre e terceiro trimestre de 2026, respectivamente

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    O empreendimento Sal D’Ouro, localizado em Vila Nova de Gaia, está a ser comercializado pela Remax Collection, em parceria com a Global Key. Promovido pela Taga Urbanic, o empreendimento, que inclui os edifícios Reserve e Horizon, tem previsão de conclusão para o segundo trimestre e terceiro trimestre de 2026, respectivamente.

    Ambos os edifícios contam com cinco pisos, compostos por 25 apartamentos e 46 apartamentos cada, de tipologias T1 a T3, com áreas que variam entre os 52 m² e os 240 m², e varandas com vista mar.

    Com conceito sala de estar e cozinha em open concept, todos os apartamentos contam com sistema de casa inteligente, com possibilidade de controlo remoto de iluminação, estores, electrodomésticos e temperatura.

    Com amenities exclusivas, o Sal D’Ouro dispõe de lobby comum com área de estar e porteiro, incluindo sistema de vídeo vigilância, acesso a espaço de fitness, e ainda, dois pisos de estacionamento com carregamento de veículos eléctricos.

    A arquitectura deste empreendimento destaca-se pela fachada envidraçada, garantido a máxima exposição solar e privacidade, e pela vista para o mar e para a foz do Rio Douro.

    Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Collection, destaca o facto de este projecto residencial ter sido pensado para proporcionar um estilo de vida “equilibrado entre a natureza e a cidade”.

    “Acreditamos que esta é uma excelente oportunidade de investimento para quem procura um estilo de vida contemporâneo, longe do ruído da cidade, mas com fácil acesso à cidade do Porto e próximo de todos os serviços essenciais”, reforça.

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    Coldwell Banker vende Chalet Mayer em Sintra

    A Coldwell Banker vendeu o Chalet Mayer, em Sintra. Projetado pelo arquiteto italiano Luigi Manini no século XIX, o histórico conjunto de edifícios vai ser transformado num boutique hotel. O negócio superou a marca de um milhão de euros

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    O Chalet Mayer foi comercializado por um valor que superou a marca do um milhão de euros, tendo sido mediado pela Coldwell Banker Luxus. A imobiliária, que também conta no seu portfolio com o Paço dos Ribafria em Sintra, mais conhecido por Casa Pombal, o historiado palacete que pertenceu ao Sebastião José de Carvalho e Mello, Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, vê mais um edifício histórico ser vendido, depois de, em Novembro de 2023, ter transacionado também uma das mais emblemáticas propriedades de Sinta, a Quinta de Santo António da Serra, obra do reputado arquitecto Vasco Regaleira.

    Situado na situada numa zona Área de Reabilitação Urbana (ARU) e classificado como edifício de conservação, o chalet será objecto de obras de reabilitação destinados a preservar a identidade e integridade do edifício. Construído em 1897, o edifício é um exemplo da arquitectura da época e testemunho da opulência da alta aristocracia da época.

    Projectado pelo arquitecto, pintor e cenógrafo italiano Luigi Manini, famoso pelo seu trabalho em edifícios icónicos como o Teatro S. Carlos, o Teatro D. Maria II e a Quinta da Regaleira e o Palácio de Buçaco.

    Adquirido em 1927 por José Mayer, que deu o nome ao Chalet e herdado por seus filhos, Augusto e Ivo Mayer. O Chalet Mayer foi o palco na qual estes irmãos viveram um impacto significativo na cultura e música portuguesa, especialmente no jazz. Como sócios fundadores do Hot Club de Portugal, registaram momentos históricos de visitas e concertos de grandes nomes do jazz em Portugal, como Sidney Bechet, Count Basie e Louis Armstrong.

    “Estamos extremamente orgulhosos de poder trabalhar em edifícios históricos como o Chalet Mayer. Estas Casas com História são de grande importância para uma marca como a Coldwell Banker, que procura preservar e fazer crescer seus 118 anos de história”, afirma a propósito da venda Frederico Abecassis CEO da Coldwell Banker Portugal. “Como a imobiliária mais antiga do mundo, temos um compromisso acrescido de honrar a herança e a integridade dos imóveis que representamos, assim como de garantir que estes pedaços da nossa cultura são preservados e reconhecidos”, conclui Frederico Abecassis.

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    Santos House é a próxima abertura da Ando Living em Portugal

    A reabilitação de um edifício com quase 400 anos de história no bairro lisboeta de Santos vem acrescentar 33 novas unidades de alojamento à marca de hospitalidade. Os portugueses estão entre os principais compradores dos apartamentos.

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    Ao mesmo tempo que continua a sua expansão pela Europa, com o novo edifício de apartamentos turísticos em Madrid a abrir já este ano, a marca Ando Living reforça a sua presença em Portugal, país onde foi fundada há cerca de seis anos.

    A marca de hospitalidade lifestyle que alia apartamentos turísticos com serviços a um conjunto de comodidades nos clubhouses vai inaugurar, no primeiro trimestre de 2025, o Ando Living Santos House, em Lisboa, um edifício histórico cuja reabilitação irá trazer 33 novos apartamentos de um a três quartos, elevando para mais de 150 o número total de unidades em operação.

    Actualmente a operar em Lisboa, Porto, Istambul e, brevemente em Madrid, a Ando Living tem 700 unidades de alojamento sob gestão ou em desenvolvimento, com destaque para a capital portuguesa, mas também Istambul e as localidades alentejanas de Melides e Vila Viçosa.

    O Ando Living Santos House, com 3.750 m² de área total de construção distribuída por cinco pisos, resulta da transformação de um edifício secular com uma história que remonta a 1648, quando o rei D. João IV ordenou a construção de um convento para abrigar os frades capuchinhos, recém-chegados da Bretanha, França. Passados quase 100 anos, ficou reduzido a cinzas num violento incêndio e, em 1851, foi erguido no local um novo edifício, sob a orientação de José António da Luz Robim, com as características típicas da época: grandes janelas, varandas de ferro forjado e uma impressionante fachada revestida a azulejos. Hoje o imóvel está classificado como património de interesse municipal.

    A renovação deste edifício preserva o seu carácter original, realçando a fachada de azulejos e os tectos ornamentados com 3,5 metros de altura, ao mesmo tempo que incorpora as melhores técnicas de construção antissísmica, conforto térmico e acústico e eficiência energética.

    Os interiores estão a ser criados com os padrões de qualidade e design da marca Ando Living, proporcionando a residentes e hóspedes a sofisticação e os serviços de um hotel de 5 estrelas com o conforto familiar de uma casa, num conceito de hospitalidade que procura atender aos requisitos de uma nova geração de viajantes, em trabalho ou lazer, que buscam estadias em espaços autênticos no coração da comunidade local.

    Com mais de metade das unidades já vendidas ou reservadas e preços entre os 561 mil euros e os 1,4 milhões de euros para as ainda disponíveis, os apartamentos do edifício em Santos estão a atrair muitos compradores portugueses para um modelo de negócio que lhes permite gerar rendimento ao operar o seu imóvel no mercado turístico com a equipa de gestão da Ando Living.

    “Além de ser um edifício tipicamente lisboeta que é testemunha de séculos de história e transformação na cidade, o que está a chamar os investidores portugueses, e também de outras nacionalidades, é a possibilidade de investirem num dos bairros mais dinâmicos e vibrantes da capital e continuarem a operar num mercado turístico que é dos mais atractivos do mundo mas onde existem actualmente fortes restrições no arrendamento de curta duração”, sublinha Manuela Luz, manager de vendas Portugal do Grupo Ando Living.

    “Todos os edifícios da Ando Living têm uma licença turística que permite aos proprietários operar o seu apartamento no mercado das estadias de curta, média e longa duração, com retornos que podem chegar aos 7%, ao mesmo tempo que podem usufruir dele o tempo que desejarem, de acordo com o modelo de gestão que escolherem”, acrescenta a responsável.

    Marca regista forte crescimento

    Nos próximos cinco anos, a Ando Living pretende abrir novos alojamentos noutros mercados europeus, incluindo Reino Unido, França, Itália, Grécia e Alemanha, tendo por objectivo operar 3000 unidades até 2028 e assumir a liderança no segmento dos serviced apartments na Europa.

    Um incremento em linha com a forte expansão estimada para este segmento, com projecções que apontam para um aumento de 65% nos próximos cinco anos, passando dos actuais 30 mil milhões de dólares em 2024 para os 49 mil milhões de dólares previstos para 2029.

    Com um modelo de hospitalidade diversificado, a Ando Living oferece duas opções de alojamento distintas: Clubhouses e Houses. Os Clubhouses são o coração da Ando Living e funcionam como o coração da comunidade. Aliam apartamentos premium com serviços nas melhores localizações a um conjunto de comodidades, entre as quais restaurantes, bares, ginásios, piscinas e serviços de apoio personalizados. Grande parte destes espaços – nomeadamente restaurante, bar-lounge e concept store – são acessíveis ao público, conectando residentes e hóspedes à comunidade local e convidando-os a imergir na vida de bairro e nas experiências mais autênticas que cada cidade tem para oferecer. O primeiro Clubhouse a abrir em Portugal e na Europa, será o Ando Living Liberdade Clubhouse, na segunda metade de 2025.

    As Houses são edifícios de apartamentos com serviços localizados em zonas centrais, concebidos e geridos pela Ando Living. Os hóspedes têm acesso gratuito às comodidades dos clubhouses, a uma curta distância a pé.

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    RE/MAX Portugal transacciona 6.700 moradias nos primeiros 5 meses do ano

    De Janeiro a Maio, a rede RE/MAX registou cerca de 6.700 transacções imobiliárias de moradias, uma média mensal de 1.335 negócios concretizados. Neste período, foram realizadas transacções de moradias em 285 concelhos. O Cliente nacional representou 80,6% dos negócios de compra/venda e arrendamento

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    Até Maio, a RE/MAX Portugal foi responsável por cerca de 6.700 transacções imobiliárias de moradias, 610 de arrendamento e 6.090 de compra/venda. Segundo dados da rede imobiliária, foram fechados negócios deste tipo de imóvel em 285 concelhos, cerca de 92,5% do número total de concelhos em Portugal (308). Os portugueses são quem mais adquire ou arrenda moradias, tendo sido responsáveis por 80,6% das transacções entre Janeiro e Maio, com os concelhos de Sintra, Cascais e Guimarães a serem os mais relevantes. Já no investimento estrangeiro, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses os que mais privilegiam este tipo de imóvel.

    Os dados agora apresentados referentes aos primeiros cinco meses de 2024 mostram que, por concelho, no ranking de transacções de moradias, aparece em 4º lugar o concelho de Braga (129 transacções). Seguem-se Torres Vedras, com 126 transacções; Évora (118); Coimbra (106); Vila Nova de Famalicão (95); Vila Nova de Gaia (93) e Figueira da Foz (92).

    Quanto às transacções, os dados da RE/MAX evidenciam um pequeno decréscimo na procura de moradias por parte de clientes internacionais, concretamente as três principais nacionalidades internacionais. Desta forma, de 1 de Janeiro e 31 de Maio, os clientes de origem brasileira representaram 5,6% dos negócios realizados, os norte-americanos 2% e os ingleses 1,5%. Na quarta e quinta posição do ranking, com cerca de 1% cada, posicionaram-se os clientes de origem francesa e alemã. Nestes primeiros cinco meses de 2024, a rede negociou com 60 nacionalidades diferentes, um pouco mais do que as 52 intervenientes nos negócios dos últimos três meses de 2023.

    Relativamente às tipologias, os T3 mantêm-se como os mais procurados, registando neste período 38,4%. Seguiram-se as moradias de tipologia T2 (25,8%) e os T4 (18,4%), quer em negócios de arrendamento, quer em negócios relativos a compra/venda de moradias, porém, na modalidade arrendamento as moradias T1 ganham importância, por terem naturalmente preços mais acessíveis, representando 13% desse mercado.

    Segundo Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal, “Normalmente as famílias preferem as moradias por um conjunto de razões. Desde logo, este tipo de imóvel tende a oferecer mais espaço em comparação com apartamentos, o que é especialmente importante para uma família grande ou que necessita de uma maior área de armazenamento. Por outro lado, as moradias oferecem maior privacidade do que os apartamentos, além de que possibilitam ter um quintal ou um jardim. Certo é que as famílias que optem por moradias têm mais liberdade para personalizar ou renovar a casa de acordo com as próprias preferências”.

     

     

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    Pestana Hotel Group com novo investimento em Porto Covo

    Em menos de 24 meses, grupo hoteleiro, através da sua marca de imobiliário turístico Pestana Residences, concluiu a venda dos 174 apartamentos do Pestana Porto Covo Village, cuja finalização está prevista para 2025. Já em fase final de licenciamento está um novo empreendimento constituído por 246 apartamentos

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    Após concluir as vendas do primeiro empreendimento em Porto Covo, o Pestana Porto Covo Village, a marca Pestana Residences, a área de referência do grupo para o segmento imobiliário e residencial, responsável por empreendimentos em Tróia e na Comporta, vê agora uma nova oportunidade ao expandir a sua oferta na vila alentejana, com o Pestana Porto Covo Beach Residences.

    Este futuro empreendimento estará localizado na frente-mar e será constituído por 246 apartamentos, com piscinas privativas, inseridos num condomínio privado, que contará com uma área comum de jardins e espaços de lazer. À semelhança dos projectos anteriores, caberá ao Pestana Hotel Group a gestão do condomínio, a prestação de serviços e a operação turística, que, por sua vez, oferece a possibilidade de rentabilidade sobre o imóvel.

    “Existem três razões fundamentais para o sucesso dos nossos projectos. A primeira é a localização estratégica de cada empreendimento. A segunda é a credibilidade e a confiança que o grupo oferece aos investidores-clientes, que têm acompanhado as fases de lançamento de cada projecto, resultando historicamente num ritmo acelerado nas vendas. Por fim, a comercialização em planta, com preços apelativos, tem permitido aos compradores obter mais-valias ou uma valorização significativa”, assinala José Roquette, Chief Development Officer (CDO) do Pestana Hotel Group.

    O projecto do futuro Pestana Porto Covo Beach Residences está a ser desenvolvido pelo Atelier Gonçalo Salazar de Sousa Arquitectos, e as obras de construção serão asseguradas pela Carvoeiro Construções, empresa detida pelo grupo.

    “Após a concretização dos projectos do grupo em Tróia, na Comporta e nos Brejos da Carregueira, ficou evidente que havia ainda espaço de expansão na costa alentejana, mas que nos levou um pouco mais a sul, até Porto Covo, um destino com uma autenticidade única. A ligação da vila ao mar e sua a proximidade a Lisboa que se acentuará em breve com a conclusão da autoestrada até Sines, são ainda factores essenciais para o sucesso dos nossos projectos”, acrescenta José Roquette.

    Este será o quinto projecto imobiliário desenvolvido na costa alentejana pelo grupo fundado há mais de 50 anos por Dionísio Pestana.

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    Actividade de Abril, Maio e Junho acentua resultados da ERA Portugal

    A ERA Portugal acaba de divulgar os resultados da operação referentes ao 2º trimestre de 2024. Os principais indicadores evidenciam um crescimento muito significativo do negócio, ainda assim a rede imobiliária alerta para os sinais evidentes de falta de oferta

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    A facturação referente aos meses de Abril, Maio e Junho deste ano ronda os 25 milhões de euros, o que representa o melhor trimestre de sempre da ERA em Portugal a nível deste indicador. Maio foi mesmo o melhor mês nos 26 anos de história da ERA em Portugal, tendo a rede registado uma facturação de aproximadamente 9 milhões de euros. Junho não ficou aquém, com 8,6 milhões de euros facturados. Um resultado que contraria a habitual quebra de negócio verificada no início do Verão.
    Assim, no primeiro semestre de 2024 a ERA facturou cerca de 46 milhões de euros (+9% face ao último semestre do ano passado e +10% em relação ao período homólogo). “No início do ano, ao perspectivar o que seria 2024, antecipei um crescimento a dois dígitos. Talvez por virmos de um contexto menos favorável, muitos acharam pouco realista ou, pelo menos, demasiado ambicioso da minha parte, mas, como se constata por estes números, as previsões estavam correctas. Apesar de ainda estarmos apenas no final do 1º semestre, os recordes atingidos deixam antever um crescimento significativo para este ano”, considera Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

    A tendência a nível de negócios reportados é estável face, por exemplo, a 2022, sendo que a diferença para o resultado deste ano deve-se, sobretudo, a um aumento relevante do ticket médio. Neste 2º trimestre, o preço médio rondou os 185 mil euros (+8,2% vs. trimestre anterior e +7,7% vs período homólogo).

    Os negócios reportados na rede ERA atingiram os 5736 no 1º semestre (+ 5,2% vs. o período homólogo). Em particular no 2º trimestre, o total de negócios reportados foi 2983 (+8,4% em relação aos primeiros três meses do ano e +7,5% face ao mesmo período em 2023).

    No que respeita ao valor dos negócios reportados, o total do 2º trimestre rondou os 485 milhões de euros (+17,8% vs. período homólogo).

    O mercado regista uma queda nas angariações e no número de clientes vendedores, o que agrava a pouca oferta disponível em Portugal. O número de angariações do primeiro semestre subiu +15% face ao período anterior, mas decresceu -9% face ao período homólogo. O 2º trimestre foi particularmente desafiante do lado da oferta, com uma descida de -3% na comparação com o trimestre anterior e -4% face ao período homólogo. Quase todos os meses ficaram abaixo do período homólogo, com excepção de Abril de 2024.

    “Como podemos ver por estes dados, a oferta é menor a cada trimestre que passa e, tal como tenho vindo a dizer, este é um cenário alarmante para os portugueses. Por muito que as medidas apresentadas pelo novo Governo sejam, em geral, uma boa noticia para o sector, o elevado tempo de implementação das mesmas irá conduzir a uma constante redução do stock que, consequentemente, fará aumentar o preço médio dos imóveis. É cada vez mais urgente criarem-se soluções rápidas para esta crise, que acaba por ter um impacto directo e cada vez mais nefasto em toda a economia do país”, afirma Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

    Portugueses acentuam o domínio enquanto compradores

    O ranking de países de origem dos clientes compradores em Portugal manteve-se estável no 1º semestre, com Índia e Ucrânia a intrometerem-se no Top10. Contudo, 78% dos compradores da ERA no 1º semestre deste ano são portugueses. Este dado acentua o domínio dos cidadãos nacionais face ao período homólogo em 2023, no qual representavam 73% do total.

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