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Análise: Primeiros seis meses do ano serão de ‘wait & see’

Segundo a Cushman & Wakefield, as previsões iniciais apontam para um investimento imobiliário na ordem dos 2 MM€ em 2023, contudo, tendo em conta o clima de incerteza, “é espectável que os primeiros seis meses sejam de ‘wait & see’ por parte dos investidores”

Cidália Lopes
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Análise: Primeiros seis meses do ano serão de ‘wait & see’

Segundo a Cushman & Wakefield, as previsões iniciais apontam para um investimento imobiliário na ordem dos 2 MM€ em 2023, contudo, tendo em conta o clima de incerteza, “é espectável que os primeiros seis meses sejam de ‘wait & see’ por parte dos investidores”

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Depois de um ano “surpreendentemente” positivo para o mercado português, o sector está “mais cauteloso” no que respeita a 2023. Segundo Eric van Leuven, director geral da Cushman & Wakefield, “Portugal não ficará imune ao clima de apreensão que reina no Norte da Europa, onde aliás são tomadas muitas das decisões relativamente a investimento no nosso País”.

A subida das taxas de juro e a maior dificuldade de financiamento, resultantes do clima de incerteza que se vive, poderão fazer adiar decisões de investimento até haver maior clareza.

“É por isso espectável que os primeiros seis meses de 2023 sejam de ‘wait & see’ por parte dos investidores”, reforça Eric van Leuven, que falava no âmbito da apresentação dos resultados do mercado imobiliário nacional em 2022 e as suas perspectivas para 2023.

Ainda assim, “Portugal continua firmemente no radar dos investidores apresentando fundamentais positivos o que faz com que esteja muito bem posicionado para a retoma”. Prova disso são as perspectivas de futuros negócios, que não se concretizaram em 2022 e que por isso deverão ficar concluídos nos primeiros meses deste ano. As previsões iniciais apontam para um investimento na ordem dos dois mil milhões de euros, indica a consultora.

No que respeita à ocupação do imobiliário, a procura mantém-se activa, nomeadamente de escritórios e armazéns, num contexto de reduzida oferta nova, deixando antever a manutenção ou até subida de valores de renda em certos sectores e localizações.

Já no que diz respeito ao ano transacto, o investimento imobiliário aponta para um crescimento na ordem dos 39%, situando-se perto dos três mil milhões de euros em transacções, onde se destacou o sector da hotelaria com a aquisição pela DK do Portfólio Crow à ECS Capital por um valor entre os 600 e os 650 milhões de euros e que representou 30% do volume transaccionado.

Seguiu-se o sector dos escritórios, responsável por cerca de 27% do total investido, coim destaque para a aquisição pela Sonae Sierra e Bankinter do edifício Atrium Saldanha, ao Grupo Fibeira, por 205 milhões de euros, a aquisição pelo Grupo Castel à Explorer de um portfolio de três edifícios de escritórios localizados em Lisboa por um valor entre os 110 e 120 milhões de euroa e a aquisição pela Merlin Properties da antiga sede do Novo Banco, na Avenida da Liberdade, por 112 milhões de euros.

Na terceira posição encontra-se o mercado de Industrial e Logística com 605 milhões de euros, multiplicando por oito o valor investido, tanto em 2020, como em 2021. Destacaram-se as aquisições pela Blackstone do portfólio Connect ao Novo Banco, e de um portfólio de 15 imóveis logísticos à M7 Real Estate.

Por seu lado, os sectores alternativos afirmam-se cada vez mais junto dos investidores institucionais, tendo sido responsáveis por 12% do total investido, essencialmente representados pela transacção de um portfólio de residências de estudantes da Smart Studios, vendido à Round Hill Capital.

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Cushman&Wakefield assessora venda de unidade industrial na Marinha Grande

A unidade industrial é servida por excelentes acessibilidades, localizando-se muito próximo da autoestrada A8 e A17, e é composta por duas naves com cave, onde constam dois armazéns, sendo que em uma delas também existem espaços destinados à fabricação e serviços administrativos

A Cushman & Wakefield, consultora líder global em serviços imobiliários, anuncia que assessorou a Caixa Geral de Depósitos na venda de uma unidade industrial, com cerca de 10.000 m2 de construção, na Marinha Grande. O imóvel foi comprado pela Inipol, empresa portuguesa especializada em investimentos imobiliários e construção civil.

A unidade industrial é servida por excelentes acessibilidades, localizando-se muito próximo da autoestrada A8 e A17, e é composta por duas naves com cave, onde constam dois armazéns, sendo que em uma delas também existem espaços destinados à fabricação e serviços administrativos.

O novo proprietário irá iniciar um processo de reabilitação no imóvel, uma vez que este está desocupada há, aproximadamente, 10 anos – altura em que a anterior ocupante, Grandupla, abandonou o espaço devido a insolvência.

Para Bruno Neves, consultor do departamento de Industrial, Logística e Terrenos da Cushman & Wakefield Portugal, “esta transação demonstra o forte dinamismo que se sente no setor industrial e logístico em Portugal. Fruto da escassa construção de ativos que cumpram os requisitos da maioria das empresas, temos vindo a verificar um aumento na compra de imóveis para reabilitação, tornando-se assim, mais rápido o início da operação no espaço, quando comparado com um processo de licenciamento standard. O distrito de Leiria, é um dos que, dado à sua localização geográfica e face aos acessos existentes, tem conseguido atrair e reter empresas dos mais diversos setores, consolidando cada vez mais a região e posicionando-se assim como um dos principais eixos nacionais para a logística e indústria. A indústria em Portugal está viva e recomenda-se!”

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Inipol adquire unidade industrial na Marinha Grande

A operação de venda foi assessorada pela Cushman & Wakefield, que representou o vendedor, a Caixa Geral de Depósitos, na transacção. A unidade foi comprada para reabilitação e voltará em breve ao mercado. Esta transacção demonstra o forte dinamismo que se sente no sector industrial e logístico em Portugal

A unidade industrial, com cerca de 10.000 m2 de construção, está localizada na Marinha Grande e foi comprada pela Inipol, empresa portuguesa especializada em investimentos imobiliários e construção civil.

A unidade industrial é servida por excelentes acessibilidades, localizando-se muito próximo da autoestrada A8 e A17, e é composta por duas naves com cave, onde constam dois armazéns, sendo que em uma delas também existem espaços destinados à fabricação e serviços administrativos. O novo proprietário irá iniciar um processo de reabilitação no imóvel, uma vez que este está desocupada há, aproximadamente, 10 anos, com a insolvência do anterior a Grandupla.

Para Bruno Neves, consultor do departamento de Industrial, Logística e Terrenos da Cushman & Wakefield Portugal, “esta transacção demonstra o forte dinamismo que se sente no sector industrial e logístico em Portugal. Fruto da escassa construção de activos que cumpram os requisitos da maioria das empresas, temos vindo a verificar um aumento na compra de imóveis para reabilitação, tornando-se assim, mais rápido o início da operação no espaço, quando comparado com um processo de licenciamento standard. O distrito de Leiria, é um dos que, dado à sua localização geográfica e face aos acessos existentes, tem conseguido atrair e reter empresas dos mais diversos sectores, consolidando cada vez mais a região e posicionando-se assim como um dos principais eixos nacionais para a logística e indústria. A indústria em Portugal está viva e recomenda-se!”

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CBRE assessora transacção do maior portefólio de supermercados em Portugal

O portefólio é composto por 49 activos distribuídos pelo País, sendo que 44 são operados pela Jerónimo Martins, sob a marca Pingo Doce e contabiliza cerca de 70 mil metros quadrados de Área Bruta Locável

A LNC Capital Partners adquiriu à Trei Real Estate, do Tengelmann Group’s aquele que é considerado até ao momento o maior portefólio de supermercados alguma vez transaccionado em Portugal. Por parte do vendedor, a operação foi assessorada pela CBRE e pela Morais Leitão no âmbito jurídico.

Nesta transacção, a LCN Capital Partners foi assessorada pela Cushman & Wakefield, PLMJ, KPMG e ainda pela Engexpor. Esta operação vem consolidar a posição da LCN, um investidor que tipicamente procura operações de sale-leaseback e built-to-suit na Europa e América do Norte, como um dos mais proeminentes proprietários de supermercados na Europa.

“Este investimento consolida a nossa posição como o maior proprietário não-operador de supermercados em Portugal, e um dos maiores a nível ibérico. Estamos verdadeiramente satisfeitos por juntar o Pingo Doce à nossa lista de arrendatários e parceiros no nosso portefólio europeu, uma vez que se trata de um dos retalhistas de maior destaque a nível nacional. Com uma vasta experiência em parcerias com empresas/arrendatários de renome, presentes em vários sectores e industrias, e que ocupam imóveis críticos para a sua operação, a LCN continua interessada em consolidar e crescer o seu portefólio na Europa e em Portugal”, Carlos Vieira Neto, vice-presidente da LCN Capital Partners.

O portefólio é composto por 49 activos distribuídos pelo País, sendo que 44 são operados pela Jerónimo Martins, sob a marca Pingo Doce e contabiliza cerca de 70 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL).

“A CBRE orgulha-se de adicionar esta operação icónica ao seu track record, sobretudo por se tratar da maior transacção de supermercados já registada no nosso País. Será certamente um marco no ano 2023 e passa uma mensagem muito positiva sobre a resiliência do mercado imobiliário português e a sua capacidade de atrair investimento estrangeiro”, comenta Nuno Nunes, senior director de Capital Markets da CBRE Portugal.

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Home Tailors Real Estate comercializa empreendimento Vale do Pereiro

Promovido pela Capvest e com projecto do gabinete de arquitectura suíço, NOMOS, o empreendimento residencial resulta da reabilitação de um antigo edifício de escritórios

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Promovido pela Capvest, o empreendimento Vale do Pereiro encontra-se a ser comercializado pelo departamento de Development and Corporate da Home Tailors Real Estate. “Um privilégio” considera David Carapinha, ceo & founder da Home Tailors Real Estate, dado tratar-se de “um projecto único e de excepção”.

Situado perto da avenida da Liberdade, o Vale do Pereiro resultada da remodelação de um antigo edifício de escritórios em “treze apartamentos luxuosos e modernos”, desde T1, T2 com jardins e duas penthouses com terraços na cobertura. O projecto foi concebido pelo gabinete de arquitectura suíço, NOMOS.

O edifício apresenta uma fachada “com design único e diferenciador e um ambiente requintado no interior”, com acabamentos como pavimentos em terrazzo, painéis folheados em sucupira ou lioz nas casas de banho e bancadas de cozinha.

“Quisemos marcar verdadeiramente a diferença com este edifício, o desenho da fachada é completamente distinto do que já existe em Lisboa e confere-lhe um carácter único. No interior cada detalhe foi também pensado ao pormenor para conferir a cada um dos apartamentos um ambiente extremamente elegante e de grande conforto”, afirma Magid Khoury, ceo da Capvest.

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Kronos Real Estate Group anuncia expansão do seu portefólio em Portugal

A Kronos Homes vai agora desenvolver 10 resorts e 4 projectos residenciais, a sua maioria no Algarve. A nova aquisição, entre as quais se destaca o emblemático Vale do Lobo Golf & Beach Resort, representa um potencial de mais de 1.000 milhões de euros em vendas imobiliárias

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A nova e significativa aquisição posiciona a Kronos Real Estate no grupo dos principais gestores de resorts e promotores imobiliários em Portugal. A mudança permitirá à marca Kronos Homes gerir e operar uma carteira de 14 projectos. São 7 os novos empreendimentos como complemento da carteira existente, que inclui, entre outros, quatro projectos imobiliários/ residenciais. Os novos activos do portfólio incluem cerca de 750 propriedades já edificadas, 425 unidades a serem desenvolvidas em mais de 102.000 metros quadrados de área. O negócio representa um potencial de mais de 1.000 milhões de euros em vendas de propriedades, localizadas maioritariamente na região do Algarve.

No início deste ano, um consórcio liderado por fundos de investimento aconselhados pela Davidson Kempner Capital Management LP, incluindo os parceiros operacionais Kronos RE (para o desenvolvimento imobiliário) e Highgate (para a hotelaria), completou a aquisição da principal gestora de investimentos portuguesa ECS Capital. Incluídos na carteira estão hotéis, campos de golfe, terrenos para desenvolvimento e uma vasta gama de propriedades turísticas/ residenciais.

Em Portugal, a Kronos Homes já é reconhecida pelo desenvolvimento e gestão dos resort, Palmares Ocean Living & Golf e Amendoeira Golf Resort, e pelo desenvolvimento dos projectos residenciais Distrikt, The One e Zen, em Lisboa.
Agora, a Kronos Homes será também responsável pelo reposicionamento e pelas operações comerciais imobiliárias de uma série de resorts no Algarve, incluindo a gestão e desenvolvimento imobiliário do emblemático Vale do Lobo Golf & Beach Resort. Com uma vasta gama de comodidades e serviços, os planos de desenvolvimento futuro incluem um hotel de cinco estrelas com 135 quartos e vários apartamentos e moradias de luxo.
Deste portfólio, agora a desenvolver pela Kronos Homes, estão ainda os importantes empreendimentos como o Salema Beach Village, Cascade Wellness Resort, Monte Santo Resort, Conrad Algarve, Salgados Palm Village e Salgados Dunas Suites.

“Este investimento reflecte os objectivos que estabelecemos para a nossa marca em Portugal. Foi uma excelente oportunidade para alargar a nossa presença num mercado que consideramos muito relevante para a actividade da Kronos. Sabemos que, com a nossa experiência no mercado, liderada pela nossa visão e empenho numa arquitectura de excelência, juntamente com os nossos parceiros e as equipas locais em cada um dos projectos, seremos capazes de desenvolver, investir e fazer crescer com sucesso este importante portfólio”, sublinha Saïd Hejal, Sócio Fundador e CEO, Kronos Real Estate Group.

A expansão marca um passo significativo como parte da estratégia a longo prazo da Kronos Homes. O promotor começou a operar no sector residencial espanhol em 2015. Desde então, tem aumentado a sua carteira de empresas e o investimento atribuído ao forte desenvolvimento dos projectos que lidera. Chegou a Portugal no final de 2017 e tem agora mais de 40 projectos em curso em ambos os mercados.

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Remax Collection promove conferência sobre o futuro do mercado imobiliário

“Investir em Portugal: O Futuro Mora Aqui”, é a segunda conferência de um ciclo de debates sobre o sector, que tem por objectivo analisar o futuro do mercado imobiliário de luxo em Portugal

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A Remax Collection, especializada nos empreendimentos de luxo, organiza, no dia 15 de Fevereiro, a II Conferência “Investir em Portugal: O Futuro Mora Aqui”, o segundo de um ciclo de debates sobre o sector, que tem por objectivo analisar o futuro do mercado imobiliário em Portugal. O evento em formato presencial, no Hotel Holiday Inn, em Gaia, contará com alguns dos principais responsáveis do sector para explicar as dinâmicas deste importante e actual tema.

O que esperar em 2023 do mercado imobiliário nacional, os principais desafios futuros que o sector enfrenta, as razões da atractividade do País no que respeita ao investimento internacional em imobiliário de luxo, entre outros, são alguns do temas que serão tratados no evento.

Na mesa-redonda participarão Beatriz Rubio, ceo da Remax Collection, José Cardoso Botelho, ceo Vanguard Properties, Paulo Caiado, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) e Ricardo Guimarães, director do Confidencial Imobiliário.

Segundo Beatriz Rubio, “Portugal está, mais do que nunca, no radar de muitos investidores além-fronteiras, que veem no nosso país excelentes oportunidades, quer de construção nova, quer de reabilitação, quer de reconversão”. Neste sentido, “o mercado imobiliário de luxo tem dado provas de grande dinamismo, que se explica por uma maior resistência a dificuldades de origem económica e financeira, como as derivadas das subidas da inflação e das taxas de juro, assim como do contexto actual de alguma incerteza”.

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Imperial Brands muda-se para o Edifício Ramazzoti

A operação foi assessorada pela CBRE, tendo actuado em nome do proprietário do espaço, a Marathon MCAP Global Finance, gestora de fundos com sede em Londres

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A empresa especialista nos segmentos de charutos, cigarrilhas, cigarros electrónicos e tabaco de enrolar, Imperial Brands está a agora no Edifício Ramazzotti, em Carnaxide. A operação foi assessorada pela CBRE, tendo actuado em nome do proprietário do espaço, a Marathon MCAP Global Finance, gestora de fundos com sede em Londres.

O novo escritório da Imperial Brands, com uma área de 580 metros quadrados (m2), encontra-se no segundo piso do Edifício Ramazzotti. Com um total de 14 mil m2, este edifício integra escritórios, retalho e armazéns, além de estar localizado perto do centro de Lisboa e das principais vias de distribuição rodoviárias, como a autoestrada A5.

“O novo escritório é estratégico para o negócio da Imperial Brands. Além de um espaço à medida e com excelentes acessos, principalmente ao centro de Lisboa, é a solução ideal para fixar os colaboradores da Imperial Brands e desenvolver novos modelos de trabalho e de relação com stakeholders”, destaca André Almada, senior director Offices Advisory & Transaction da CBRE Portugal.

“Os modelos de trabalho instituídos pelas empresa, bem como os locais de trabalho são factores decisivos para as novas gerações. O nosso propósito com o novo escritório é encontrar um espaço que promova o networking, as boas práticas de sustentabilidade, mas que seja, também, orientado para proporcionar “employee experience” a todos os colaboradores, de forma a que se sintam mais motivados num espaço mais colaborativo com várias zonas de trabalho e de lazer, focados sempre no bem-estar das nossas pessoas”, destaca Miguel Simões, market manager de Portugal & Andorra da Imperial Brands.

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ERA reforça presença no país com abertura de três novas lojas

Duas novas lojas na AML, em Rio de Mouro e no Montijo, e uma no Minho, em Viana do Castelo reforçam o plano de expansão da rede imobiliária

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No âmbito do seu plano de expansão, no qual pretende chegar até às 120 lojas até 2025, a ERA Portugal acaba de abrir este mês três lojas: duas na Área Metropolitana de Lisboa, ERA Rio de Mouro e ERA Montijo Rio, e uma no Minho, em Viana do Castelo, a ERA Viana Sul. “Estas lojas têm como objectivo responder à dinâmica do mercado nas respectivas regiões e aos desafios que o sector imobiliário apresenta em todo o território nacional”, assegura a marca.

Na Área Metropolitana de Lisboa, apesar da sua actual vasta cobertura (60 agências), a ERA continua a detectar novas oportunidades em diferentes concelhos devido à procura crescente de casas nas regiões próximas da capital.

No Montijo, em particular, a procura tem-se mantido constante e a construção de obra nova continua a ser forte. A proximidade a Lisboa, assim como a centralidade e facilidade de acessos, têm sido alguns dos factores para o crescimento da procura na região e justificam a abertura de uma segunda agência ERA. A maioria dos clientes são portugueses, mas têm surgido outras nacionalidades, sobretudo brasileiros e angolanos, a investirem na zona.

Em Rio de Mouro, a nova loja ERA pretende responder à oportunidade de mediação imobiliária da região que soma muitas transacções e onde a maioria dos clientes é de nacionalidade portuguesa. A procura crescente de clientes compradores nos últimos anos é justificada pelos valores praticados na zona, mais acessíveis a grande parte das famílias portuguesas, e pelo facto do arrendamento ter assumido valores substancialmente elevados, imprimindo uma necessidade maior de compra de casa.

Em Viana do Castelo, a abertura de uma segunda loja ERA surge com o intuito de trabalhar a proximidade e a captação de mais oportunidades num distrito de enorme potencial. A nova agência, situada na margem sul do rio Lima, está focada em dar resposta à procura dos clientes portugueses, que na sua maioria pretendem adquirir uma casa para habitação própria permanente, mas também dos clientes de países francófonos e, mais recentemente, americanos. A procura de moradias com espaços exteriores tem sido uma realidade em crescimento nesta região.

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Cushman & Wakefield vende sede da Bayer em Carnaxide

A venda ocorre após a mudança dos escritórios da farmacêutica alemã para o World Trade Center. O edifício de 5.600m2 foi vendido a um family office nacional

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A Cushman & Wakefield anuncia a venda da antiga sede da alemã Bayer, em Carnaxide, a um family office nacional.
A venda do imóvel surge após a farmacêutica ter anunciado, o ano passado, que ia realocar os seus colaboradores num novo escritório no World Trade Center, numa operação apoiada também pela consultora.

O edifício “stand-alone” de Carnaxide, tem 5.600m2, fica próximo de várias sedes de entidades internacionais e do centro comercial ALEGRO. Dispõe de 110 lugares de estacionamento e características técnicas de grande qualidade, como o uso de tinta à base de cortiça na fachada para garantir a maior eficiência do edifício. A par disso, algumas áreas específicas, como a recepção e a cantina, sofreram recentemente algumas remodelações, pelo que o imóvel encontra-se pronto para acolher um novo inquilino.

“Numa zona com alguma disponibilidade de escritórios de qualidade, o comprador percebeu que este imóvel reúne características muitíssimo interessantes e competitivas apesar de não ser novo, nomeadamente a localização e visibilidade, a eficiência dos pisos, o espaço verde exterior e o excelente estado de manutenção. Foi uma transacção simples e isto diz muito”, refere Carlos Oliveira, Partner da Cushman & Wakefield Portugal.

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Savills antecipa um “optimismo moderado” para o sector imobiliário em 2023

A consultora imobiliária apresentou os resultados de 2022 e as suas previsões para 2023 do mercado imobiliário. “Optimismo moderado” foi a expressão mais usada pelos analistas. A conjuntura é marcada pela incerteza mas a procura dos investidores estrangeiros pelo mercado português permanece em alta

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A palavra-chave escolhida, por unanimidade, para 2023 foi ‘optimismo moderado’. Apesar da conjuntura económica de inflação e da instabilidade política, da falta de oferta de activos e da previsão de aumento do valor das rendas do sector residencial, as perspectivas mantêm-se optimistas influenciadas pela procura de investimento estrangeiro no país, que continua forte em todos os segmentos.

“O mercado imobiliário tem grande visibilidade e é responsável por grande parte da atracção de investimento internacional no nosso país. Estamos confiantes e com um sentimento positivo para 2023”, sublinhou Patrícia Melo e Liz, CEO da Savills Portugal.

Com uma breve introdução de Paulo Silva, Head of Country da Savills Portugal, que contextualizou esta análise conjuntural do sector, a apresentação e moderação ficou a cargo da Head of Research & Communications, Alexandra Gomes, que partilhou dados dos vários mercados, desde o industrial & logística, escritórios, retalho, a residencial e investimento, contando ainda com a participação dos respectivos directores de agência, Pedro Figueiras, Frederico Leitão de Sousa, José Galvão, Miguel Lacerda e Alberto Henriques.

As questões de ESG e sustentabilidade também foram destacadas, dada a sua relevância para os investidores que procuram cada vez mais activos que cumprem os seus requisitos.

Análise do mercado de investimento
Após dois anos de pandemia, 2022 foi a confirmação da recuperação com uma nota muito positiva do mercado nacional de investimento imobiliário. No final de 2022, o volume de investimentos imobiliários comerciais atingiu 3,3 mil milhões de euros. Em contraste com um cenário de forte incerteza económica e política europeia, o mercado interno continuou a revelar-se um porto seguro e resiliente para os investidores. Após um primeiro semestre instável e a um ritmo mais lento, onde apenas 830 milhões de euros foram transacionados, durante o segundo semestre do ano o mercado acelerou, testemunhando as vendas de carteiras importantes.

Crow Portfolio (Hospitality), Connect Portfolio (Industrial & Logistics) e Move Portfolio (Student Housing) somaram mais de 1.200 milhões de euros no volume total de investimento contabilizado em 2022. No total, as vendas de várias carteiras em 2022 foram responsáveis por 50% do volume total de investimento em 2022 e demonstraram a confiança e o empenho dos investidores no mercado doméstico. Os investidores norte-americanos foram os principais atores em 2022, através da compra de activos nos segmentos Hospitality, Industrial & Logistics e Residential.

Em 2022, os sectores da Hotelaria, Escritórios e Logística destacaram-se, liderando a preferência dos investidores. A Hotelaria, através da venda da Crow Portfolio, registou uma quota de mercado de 37%, seguida de activos de escritório com 21% e logística com 13%. Os chamados segmentos tradicionais, o sector dos escritórios atingiu um total de 710 milhões de euros, um ligeiro decréscimo de 9% em relação a 2021. O ponto alto foi a venda da sede do Novo Banco na Zona Prime CBD ao promotor Merlin Properties, num total de 15.477 m2 pela soma de 112 milhões de euros. Em 2022, foram vendidos outros activos emblemáticos de escritórios, nomeadamente a antiga sede do Banco Popular e o edifício Liberdade 242, sede da Fidelidade, demonstrando o forte desejo dos investidores de ativos essenciais nas zonas prime, ou de imóveis com elevado potencial de reabilitação, correspondendo às actuais exigências da procura, tanto em termos de dimensão, como de especificações técnicas e sustentáveis, visando inquilinos de qualidade e contratos a longo prazo.

Mas o grande destaque pertence ao sector industrial & logístico. Após vários anos de estagnação total tanto no mercado de investimento como no mercado ocupacional, em 2022 este sector foi responsável por um investimento recorde de 567 milhões de euros no total através da venda de carteiras. Dos 15 negócios fechados ao longo do ano, 5 eram portfólios. O ano de 2022 foi também um ano de resultados positivos para segmentos alternativos, que ascendeu a mais de 300 milhões de euros. A venda da Portfolio Move to Round Hill Capital por 200 milhões é a prova de que os segmentos alternativos se tornaram uma peça fundamental no mercado imobiliário português. À medida que este tipo de activos começa a progredir em Portugal e a consolidar a sua posição, atrairá cada vez mais capital internacional de players que queiram alargar a sua carteira a outros mercados geográficos.

O capital transfronteiriço permanece dominante no investimento imobiliário no mercado português, com nacionalidades a alargarem-se ano após ano. Em 2022, para além da operação de Hospitalidade do Crow Portfolio, 38% do investimento internacional foi direccionado para os ativos de escritório e industriais & logísticos.

Em 2022, os investidores norte-americanos foram responsáveis por investir mais de mil milhões de euros. No entanto, este resultado deve-se inteiramente à transacção da Crow Portfolio adquirida pelo americano Davidson Kempner. Se retirarmos esta operação extraordinária da equação, os investidores dos mercados europeus lideram a tabela. Espanha foi responsável por 18% do volume de investimento com a aquisição de ativos no valor aproximado de 600 milhões de euros, seguida pelos investidores franceses, com um valor de investimento ligeiramente superior a 350 milhões de euros.

Os investidores nacionais representam uma quota de mercado de 15%, correspondente ao encerramento de 48 transações e um volume total de investimento de mais de 450 milhões de euros relacionado com a aquisição de activos de escritório e hotelaria, com um investimento médio de 10 milhões de euros. O pool nacional de investidores em 2022 foi liderado por Fundos de Gestão Imobiliária, Bancos, Promotores e também incluiu investidores privados.

As tendências para 2023

Para 2023, o cenário delineado pela actual situação económica deverá continuar durante todo o ano, com o aumento das taxas de juro a fim de equilibrar as taxas de inflação e os elevados custos de construção. Com a Euribor a aumentar as taxas e os spreads de risco de crédito mais elevados, as decisões de investimento a serem tomadas com mais cautela, com uma estratégia mais pronunciada de ‘esperar para ver’. O aumento dos custos de financiamento, afetando os valores de retorno esperados dos investidores, determinará se há espaço para a reprincing dos preços.

Será um ano de maior cautela e pensamento estratégico, altamente influenciado pela evolução da inflação e das taxas de juro. Uma maior diversificação das carteiras pode ser a estratégia adotada pelos investidores que desejem equilibrar o seu grau de exposição, tais como o investimento em segmentos residenciais e alternativos, nomeadamente os de senior living, health care e student housing, uma vez que existe uma falta de oferta existente no mercado. Os activos de escritórios vão sempre permanecer no topo das preferências dos investidores.

As classes de activos que evoluem em torno das tendências demográficas, beneficiarão também de alterações nos perfis geracionais e nos fundamentos do mercado que permanecem relevantes durante um longo período. Por outro lado, temos um mercado ocupacional que bate recordes históricos nos sectores de escritórios e logística, que são apoiados por uma procura que não mostra sinais de enfraquecimento e vai contra as previsões de declínio do mercado ocupacional.

Além disso, uma das principais tendências em 2023 será uma maior preocupação com as questões do ESG e da descarbonização. Portugal tem um parque imobiliário que necessita urgentemente de renovação a fim de se alinhar com os objectivos ambientais estabelecidos para 2030.

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