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    Alma Gardens representa 80M€ de investimento

    Alma Gardens é o novo projecto residencial a nascer em Miraflores. O investimento, de 80 milhões de euros, é da Criterion e o projecto conta com a assinatura do atelier de arquitectura da Quadrante e do arquitecto João Tiago Aguiar. Estará concluído em 2025

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    Localizado entre o parque do Jamor e Monsanto, o projecto é comercializado pela Castelhana Real Estate que tem mais de 80% dos apartamentos disponíveis já reservados e vendidos. Os portugueses representam 95% dos clientes compradores.

    “Os apartamentos do Alma Gardens estão repletos de materiais naturais e luz que proporcionam um refúgio tranquilo para relaxar, com vistas sobre a cidade e o rio. Os interiores elegantes e modernos comunicam com generosas varandas através de grandes portas de correr envidraçadas, fornecendo a conexão perfeita entre o interior e o exterior dos apartamentos. A sustentabilidade é um factor chave no projecto. Cada apartamento é projectado para ser energeticamente eficiente com bombas de calor de fonte de ar para aquecimento de águas, painéis solares térmicos comuns no telhado e com infraestruturas de carregamento para viaturas eléctricas”, sublinha Darija Zivni Aziz, da Criterion Portugal.

    O Alma Gardens representa um investimento de 80 milhões de euros para a construção destes 4 edifícios residenciais que deverão estar concluídos no primeiro trimestre de 2025.

    O empreendimento residencial, que conta com a assinatura do atelier de arquitectura da Quadrante e do arquitecto João Tiago Aguiar, é constituído por 126 apartamentos distribuídos por 4 edifícios de apenas 4 andares cada, com extensos rooftops que combinam uma arquitectura verde com a envolvente, servindo cada edifício com exclusivas piscinas e áreas privativas de estar e de lazer.

    Para Patrícia Clímaco, sócia da Castelhana Real Estate, “o Alma Gardens é um investimento seguro numa zona tranquila de Miraflores, distinguindo-se pela sua exclusividade, ao oferecer aos residentes de cada edifício piscina para adultos, piscina para crianças e ginásio no rooftop, estacionamento com pré-instalação de carregamento eléctrico e arrecadações”.

    A CEO da Castelhana acrescenta que “este projecto é pensado para famílias que desejam viver perto do centro de Lisboa, rodeados de natureza e usufruir de todo o conforto e conveniência de poderem estar perto das melhores escolas, numa zona bem servida de transportes, acessos e serviços”.

    Todos os apartamentos contam com amplas varandas e janelas do chão ao tecto que envolvem todas as fachadas, com um ritmo de avanços e recuos que espelham a cadência do mar, com floreiras em todo o seu perímetro.
    O Alma Gardens abre agora o stand de vendas. Durante o próximo mês de Fevereiro, qualquer nova venda reverterá com a contribuição de 5.000 euros a favor das Aldeias SOS, mais precisamente da Aldeia SOS de Bicesse e do Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental de Oeiras.

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    Edifício Delta atinge 100% de ocupação

    A JLL foi responsável pela colocação do Clube Fashion Portugal e a CleanUp, onde ambas as marcas dividem um total de dois mil metros quadrados (m2) de espaço

    A equipa de Industrial & Logística da JLL colocou o Clube Fashion Portugal, um dos maiores outlet online e a CleanUp, uma empresa de serviços de lavandaria, num armazém no Edifício Delta, onde ambas as marcas dividem um total de dois mil metros quadrados (m2) de espaço. Uma transacção que vem reforçar a “crescente procura de activos logísticos prime” por parte de investidores e evidencia a “resiliência do sector logístico português.” 

    Localizado na zona industrial da Abrunheira, o armazém encontrava-se parcialmente devoluto em 2022, tendo, entretanto, sido alvo de obras de melhoria e renovações. 

    “Estrategicamente” localizado junto à saída da IC19, com “excelentes” acessos, o espaço encontra-se numa das zonas industriais e de retalho mais bem consolidadas da região, com empresas de grande dimensão e de renome ali sediadas, e está estrategicamente localizado junto à saída da IC19, com excelentes acessos.

    “A verdade é que continuamos a verificar uma oferta de produto muito limitada, principalmente em zonas perto do centro, e que não consegue acompanhar a elevada procura por este tipo de activos. A poucos minutos de Lisboa, esta localização foi um dos factores essenciais na escolha deste armazém pelos inquilinos, bem como o espaço disponível para armazenamento de stock.”, explica Mariana Rosa, head of Markets Advisory na JLL.

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    Solyd avança com novas unidades em Loures

    A promotora lança mais 30 novos apartamentos, com tipologias T1 a T4, a partir dos 260.000€, no empreendimento ÉLOU. O projecto da Solyd, em Loures, representa um investimento de 75 milhões de euros

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    A Solyd Property Developers inicia a comercialização de 30 novos apartamentos no projecto Élou, com tipologias T1 a T4, localizado em Santo António dos Cavaleiros no concelho de Loures. Estas novas unidades juntam-se aos 106 apartamentos, que foram lançados no ano passado e que já estão 83% vendidos.

    O Élourepresenta um investimento estimado de 75 milhões de euros e é o mais recente projecto urbano da Solyd às portas de Lisboa, composto por um total de 266 apartamentos, distribuídos por 17 edifícios, num condomínio fechado.

    Os 30 apartamentos, agora disponibilizados para comercialização, oferecem tipologias T1 a T4, com áreas de construção privativa totais (incluindo áreas exteriores) entre os 85 e os 209 m2, e com varandas e terraços até 119m2. O preço destes apartamentos inicia-se nos 260.000€ (T1).

    O Élou pretende revolucionar a oferta existente no concelho de Loures, a poucos minutos da capital, beneficiando de bons acessos rodoviários, transportes públicos (incluindo proximidade à nova linha violeta de metro), escolas, ginásios, serviços de saúde e comércio.

    Desenvolvido e desenhado pela equipa de arquitectura e projecto da promotora, liderada pela arquitecta Cristina Rocheta, o novo condomínio fechado conta com apartamentos dotados de áreas amplas, excelentes acabamentos, generosas janelas e varandas. O empreendimento inclui ainda um amplo jardim privativo com cerca de 4 000 m2, piscina exterior, ginásio, kids club, sala multiusos, átrios decorados e estacionamentos privativos.

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    Arrendamento de luxo a nível global abranda, mas cidades portuguesas são excepções 

    De acordo com o mais recente relatório da Knight Frank, parceira da portuguesa Quintela e Penalva desde 2021, o mercado das rendas no sector do imobiliário de luxo está a começar a abrandar, com a taxa anual a ficar nos 5,2% considerando os últimos 12 meses, situação inversa ao registado nas cidades portuguesas do Porto e Lisboa e na município de Cascais

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    O valor referido é inferior aos 8,1% registados no segundo trimestre e representa o nível mais baixo observado desde o terceiro trimestre de 2021, embora as rendas ainda estejam a subir acima da tendência da taxa de longo prazo registada no período pré-pandémico.

    O Prime Global Rental Index, agora divulgado, abrange 10 cidades (Sydney, Auckland, Londres, Singapura, Genebra, Toronto, Mónaco, Tóquio, Hong Kong e Nova Iorque), as quais registam um aumento anual médio de 5,2% até Dezembro de 2023. Esta é também a primeira queda trimestral observada desde o primeiro trimestre de 2021. Numa perspectiva trimestral, o crescimento médio das rendas, a nível mundial, diminuiu -0,6%, proporcionando algum alívio aos inquilinos.

    O relatório da Knight Frank considera que, à semelhança do que acontece na maioria dos mercados de arrendamento residencial, o segmento de luxo não está imune ao desfasamento crónico entre a oferta e a procura que se tem vindo a observar desde há mais de três anos. No entanto, embora a procura se mantenha forte, a capacidade de os inquilinos continuarem a acompanhar o aumento das rendas está condicionado por uma questão de acessibilidade financeira. Este facto, juntamente com uma ligeira melhoria na oferta do arrendamento, está a limitar o ritmo de crescimento das rendas.

    Olhando em detalhe para as cidades abrangidas pelo Prime Global Rental Index, Nova-Iorque, cujas rendas de luxo caíram todos os meses nos últimos trimestres, surge em último lugar no top 10, com os seguintes valores: -0,3%, a nível anual, e -2,5%, considerando o crescimento trimestral. Ainda assim, existem indícios, ainda fracos, de que a disponibilidade financeira dos arrendatários esteja a melhorar.

    Já o crescimento anual das rendas no centro de Londres, cidade que ocupa o terceiro lugar, é de 7,9%, o valor mais baixo em dois anos, indicando uma tendência de arrefecimento à medida que a procura e a oferta se reequilibram. E embora o mercado de arrendamento de Sydney tenha suavizado ligeiramente, o crescimento anual é de 18,1% e o trimestral de 4%, estando por isso no topo da lista.

    “Nos últimos três anos, os principais mercados mundiais de arrendamento de luxo registaram um dos booms mais fortes de que há registo, combinando uma tempestade perfeita, de uma baixa oferta reforçada pela reduzida conclusão de novas construções e uma renovada e forte procura, apoiada por mercados de trabalho saudáveis”, diz Liam Bailey, global head of research da Knight Frank. Apesar do actual abrandamento das rendas, o investigador argumenta que os mercados de arrendamento deverão normalizar durante os restantes meses de 2024.

    Arrendamento continua a crescer no Porto, Cascais e Lisboa
    Já em Portugal, segundo dados da Quintela e Penalva, o mercado de arrendamento continuou a valorizar ao longo de 2023. Nos últimos 12 meses (dez22 a dez23), o maior crescimento registado foi no Porto (15,9%), seguido de Cascais (12,5%) e de Lisboa (12,3%). E se na capital os preços das rendas aumentaram sobretudo nos apartamentos, em Cascais foram as moradias que mais valorizaram, com um aumento de 19%.
    Para Francisco Quintela, sócio fundador da Quintela e Penalva, “o aumento registado reflecte a tendência global da falta de oferta face à procura, por um lado, mas também o crescente interesse dos investidores de buy-to-rent em projectos que estão a ser lançados no mercado’

    O Alex Koch de Gooreynd, responsável pelos mercados suíço, austríaco e português na Knight Frank sublinha que “o interesse global pelo Porto tem continuado a aumentar, não só devido à qualidade de vida oferecida, mas também pelos investidores, atraídos pelos preços atractivos dos novos projectos que geram elevados rendimentos de arrendamento”.

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    Jardins D’Avenida ‘nascem” junto ao Parque da Cidade da Póvoa de Varzim

    Promovido pelo Grupo Vendeiro, estando a assinatura do projecto de arquitectura a cargo do Atelierdacosta. A mediação está a cargo da Medium, com escritórios na Póvoa de Varzim

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    Está em fase de arranque a construção de 38 novos apartamentos do empreendimento Jardins D’Avenida, na Póvoa de Varzim, que correspondem ao terceiro de quatro blocos previstos na zona Norte da cidade, na União de Freguesias da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai. Promovido pelo Grupo Vendeiro, estando a assinatura do projecto de arquitectura a cargo do Atelierdacosta. A mediação está a cargo da Medium, com escritórios na Póvoa de Varzim.

    Quando concluído, o empreendimento Jardins D’Avenida terá quatro edifícios. Os blocos A e B estão em finalização, tendo sido iniciada a comercialização do bloco C, que contará com 38 apartamentos, distribuídos em oito pisos, com as tipologias T2, T3 e T4. As obras de construção do Bloco C do empreendimento Jardins D’Avenida deverão estar concluídas no final de 2025.

    Com áreas brutas entre 86,2 metros quadrados (m2) e 172,1 m2, os imóveis estão à venda em planta por valores a partir dos 243 mil euros.

    Equipados com soluções tecnológicas como bomba de calor e piso radiante, os apartamentos do empreendimento Jardins D’Avenida garantem um ambiente confortável durante todo o ano. “Além disso, contam com painéis fotovoltaicos para uma abordagem energética mais sustentável”, explica Rúben Costa, director comercial da Medium.

    Cada unidade dispõe de garagens fechadas, para maior segurança dos veículos dos moradores. As cozinhas e as casas de banho têm como acabamentos soluções premium de tonalidades claras e padrões distintos, criando um ambiente luminoso e requintado. “Este empreendimento é um convite para desfrutar de um estilo de vida contemporâneo, combinando conforto, tecnologia e conveniência num dos locais mais desejados da Póvoa de Varzim”, considera Rúben Costa.

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    Rui Torgal, director-geral ERA Portugal

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    Preço médio de venda de imóveis na Madeira sobe +9% 

    De acordo com a ERA Portugal, com base num estudo feito com base nos dados relativos à operação da sua rede imobiliária na Região durante o ano de 2023, o preço médio de venda dos imóveis na região rondou os 200 mil euros

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    Com base na operação da rede no Arquipélago, o preço médio de venda dos imóveis na região rondou os 200 mil euros. Este valor representa um aumento de aproximadamente +9% em relação aos 183 mil euros registados no ano anterior.

    De acordo com a ERA Portugal, com base num estudo feito com base nos dados relativos à operação da sua rede imobiliária na Região durante o ano de 2023. Os números evidenciam uma tendência generalizada de subida do preço médio de venda face a 2022, numa proporção que está bem acima da média nacional.

    Para Rui Torgal, CEO da ERA Portugal, a explicação para esta tendência é simples: “O mercado imobiliário da Madeira enfrenta o mesmo problema estrutural que o do continente: oferta demasiado limitada para tanta procura. Nesta região o problema adensa-se porque, como sabemos, é muito procurada por estrangeiros com elevado poder de investimento que apreciam a qualidade de vida, clima e segurança que se vive na região”.

    O aumento dos preços verificou-se tanto nos apartamentos, como nas moradias, com um crescimento na ordem dos 29% e de 5%, respectivamente. No entanto, os apartamentos acabam por se destacar ao passarem de aproximadamente 170 mil euros para 219 mil euros em média, com particular relevância nos concelhos do Funchal, Ponta do Sol e Santa Cruz.

    Em sentido contrário, os terrenos passaram de um valor médio de 112 mil euros em 2022 para 83 mil euros em 2023 (-26%).

    Neste indicador, é importante referir, ainda, que os preços de todas as tipologias, desde T0 a T4, aumentaram de 2022 para 2023. No entanto, são os apartamentos T2 (+20%), T0 (+25%) e T1 (+23%) que registam maior subida de preços. Na ponta oposta encontram-se os apartamentos T4 cuja subida foi apenas de 1%.

    Relativamente ao perfil dos compradores, o ‘TOP4’ das nacionalidades dos clientes que mais compraram na Madeira em 2022 era composto por portuguesa, britânica, alemã e norte-americana. Em 2023 mantêm-se todas, alterando-se a ordem no ranking entre Alemanha e Reino Unido, à exceção dos Estados Unidos que são ultrapassados pela Bélgica.

    Já para Nélia Neves, franquiada da ERA Funchal Sé, existem quatro motivos que justificam este fenómeno: “Forte procura do mercado estrangeiro e pouca oferta. Mesmo com o mercado residente a perder poder de compra devido à subida das taxas de juro, a procura estrangeira colmatou em grande parte essa diferença; muitos estrangeiros a estabelecerem-se definitivamente na Madeira (lazer, reforma ou trabalho remoto); estrangeiros que compram imóveis para rentabilizar / arrendar; e, por fim, a subida de preços tem também origem na grande quantidade de investidores na Madeira, que dispõem de muito capital para investir e revender”.

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    Emanuelle Investments promove empreendimento de 28M€ em Rio Tinto

    Com piscina, parque infantil, campo de padel, um espaço lounge comum e uma área de co-working, o ‘Oásis Emanuelle’ está direccionado para jovens casais e famílias à procura da sua primeira habitação. A sua construção deverá estar concluída em 2026

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    É em Gondomar, mais concretamente na Avenida da Conduta, em Rio Tinto, que está a nascer um condomínio privado com piscina, parque infantil, campo de padel, um espaço lounge comum e uma área de co-working. Chama-se ‘Oásis Emanuelle’ e, como o nome indica, promete ser um “verdadeiro oásis” para jovens casais e famílias à procura da sua primeira habitação. Promovido pela Emanuelle Investments, o investimento ronda os 28 milhões de euros.

    “O Oasis Emanuelle é um condomínio privado concebido para aqueles que apreciam as coisas boas da vida – desde vistas desafogadas a interiores requintados e uma enorme área verde privada. Quisemos criar o projecto perfeito para famílias e casais jovens, que desse a sensação de viver um estilo de vida luxuoso, mas que, ao mesmo tempo, tivesse uma excelente relação de qualidade-preço”, explica Tamir Benaim, business development and director of Sales da Emanuelle Investments.

    “Como parte desta visão, Rio Tinto pareceu-nos a escolha certa: para além do acesso ao Porto ser fantástico, tem tudo o que precisa à volta do projeto, como transportes públicos – metro e autocarros -, supermercados, cafés, ginásios, escolas, restaurantes e muito mais”, conclui.

    O Oásis Emanuelle conta com 104 apartamentos, distribuídos por sete pisos, de tipologias T1, T2, T3 e T4, com áreas entre os 53 e 165 metros quadrados (m2). Todas as unidades disponibilizam áreas exteriores, como varandas ou terraços, uma arrecadação e, pelo menos, um lugar de estacionamento.

    O projecto já está em comercialização e as vendas estão a “superar todas as expectativas” da promotora, que vendeu 60% das fracções em quatro dias. As tipologias já não se encontram disponíveis, mas os preços das tipologias T2 começam nos 232 mil euros. A construção deverá estar concluída dentro de dois anos.

    Em Portugal desde 2017, a Emanuelle Investments é uma empresa promotora imobiliária especializada em encontrar investimentos imobiliários exclusivos no Porto que aposta na oferta de uma solução habitacional para casais e famílias de classe média-alta.

    Com o objectivo de “reforçar o plano de expansão a Norte do país”, a empresa tem, também, em construção outros dois projectos da empresa em Leça da Palmeira, o Astro e o Astro Sul. São ao todo mais de 130 apartamentos que deverão estar concluídos até ao final deste ano. Também em Águas Santas, na Maia, encontra-se a desenvolver o projecto Lumina, com 45 apartamentos. Para já, não faz parte dos planos da marca a expansão a território nacional.

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    Home Tailors comercializa ‘Ocean View’

    segundo David Carapinha, CEO & founder da Home Tailors Real Estate, o empreendimento turístico Ocean View, situado na Praia da Areia Branca, na Lourinhã, é “uma oportunidade de investimento”, com “uma rentabilidade muito interessante”

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    A empresa especializada em angariação e mediação imobiliária, Home Tailors Real Estate encontra-se a comercializar o empreendimento turístico Ocean View, situado na Praia da Areia Branca, na Lourinhã.

    O projecto é composto por 41 apartamentos de uso turístico com tipologias T0, com áreas que variam entre os 44 metros quadrados (m2) e os 119 m2 e com preços a partir dos 152 mil euros. Todos os apartamentos são comercializados totalmente mobilados, com mobiliário de design contemporâneo e com cozinha equipada, televisão LED e ar condicionado.

    A maioria dos apartamentos desfruta de vistas mar e alguns contam com jardins privados ou terraços. O empreendimento conta com estacionamento privado, piscina, ginásio, instalações especiais para guardar material de surf, entre outras.

    “É para nós um orgulho estarmos a comercializar este incrível empreendimento. Trata-se de um projecto com características únicas com uma localização incrível na Praia da Areia Branca, ideal para os amantes do surf e para quem procura o descanso e o contacto com a natureza. Os apartamentos do Ocean View são uma oportunidade de investimento que proporcionam aos seus investidores uma rentabilidade muito interessante”, segundo David Carapinha, CEO & founder da Home Tailors Real Estate.

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    Savills e Cushman & Wakefield comercializam centro logístico Panattoni Park Lisbon-City

    Com 85 mil m2, distribuídos por diversos espaços de armazém e de escritórios, o projecto visa “responder à actual necessidade logística” e significa a expansão do operador no mercado português

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    É em Santa Iria da Azóia que irá nascer o Panattoni Park Lisbon-City, um dos maiores projectos logísticos da Grande Lisboa e que se encontra em comercialização pelas consultoras Savills e Cushman & Wakefield.

    Com conclusão prevista para o final de 2025, o Panattoni Park Lisbon-City, em Loures, visa responder à actual necessidade logística que o País atravessa, oferecendo uma área de 85 mil metros quadrados (m2), distribuídos por diversos espaços de armazém e de escritórios.

    “Estamos muito satisfeitos em anunciar a nossa expansão no mercado português. Portugal oferece excelentes condições de investimento no nosso sector e crescer lado a lado com as empresas locais e internacionais que operam em Portugal. O Panattoni Park Lisbon City é a demonstração de um claro compromisso em continuar a crescer nos diferentes mercados da Península Ibérica, com um forte foco em Portugal nos últimos anos,” afirma Gustavo Cardozo, director-geral da Panattoni para Espanha e Portugal.

    Localizado numa zona que integra um dos mais importantes eixos logísticos, este activo encontra-se localizado às portas da cidade e contará com diversas unidades de armazéns para operações de cross-docking e logística com diversas opções de áreas disponíveis.

    O parque logístico terá uma área de escritórios total de cinco mil metros quadrados e 122 cais de carga e descarga, distribuídos pelos quatro edifícios, enquanto os armazéns terão um pé direito mínimo de 10,5 metros, nível de risco de incêndio 2, sprinklers e uma sobrecarga de laje de 6T/m2. Este complexo logístico terá, também, uma área total de estacionamento destinada a mais de 300 veículos e furgões, carregadores para veículos eléctricos e parque para bicicletas em cada um dos quatro armazéns.

    Em linha com a estratégia de sustentabilidade da Panattoni “Go Earthwise with Panattoni”, o projecto terá, ainda, o certificado de construção sustentável BREEAM “Excellent”, que garante o cumprimento dos mais elevados padrões de sustentabilidade.

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    Ano arranca “estável” relativamente a preços de venda de casas

    Em Janeiro, os preços de venda das casas em Portugal Continental registaram uma variação de 0,9% face a Dezembro de 2023, dando, assim, continuidade ao ciclo que predominou na segunda metade do ano passado, segundo os dados apurados pela Confidencial Imobiliário

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    Em Janeiro, os preços de venda das casas em Portugal Continental registaram uma variação de 0,9% face a Dezembro de 2023, dando, assim, continuidade ao ciclo de valorizações mensais suaves que predominou na segunda metade do ano passado.

    Os dados são apurados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do Índice de Preços Residenciais, o qual acompanha a evolução dos preços de transacção de habitação no território continental.

    Em termos homólogos, os preços apresentam um crescimento de 12,1% de Janeiro, mantendo os níveis de valorização neste horizonte temporal estáveis em torno dos 12,0%.

    Relembre-se que em Dezembro de 2023, a taxa de variação homóloga foi de 11,8%, coroando um ano marcado pelo abrandamento no ritmo de subida dos preços da habitação. Em resultado desse arrefecimento, a valorização homóloga registada no último mês de 2023 ficou 6,9 pontos percentuais abaixo da observada no final de 2022 (18,7%).

    De acordo com os dados do SIR-Sistema de Informação Residencial, as casas foram transaccionadas em Portugal Continental por um preço médio de 2.396€/m2 em Janeiro de 2024, considerando um período acumulado de três meses. Os fogos novos atingiram um valor médio de 3.656€/m2 nas transacções realizadas nesse período, enquanto nos fogos usados o valor foi de 2.243€/m2.

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    Escritórios: O regresso das grandes operações a Lisboa

    Mais de 70% do take-up mensal na capital está concentrado em três transacções com mais de 1.000 m2, apura a JLL no Office Flashpoint de Janeiro. Apesar do take-up apresentar um volume pouco robusto face aos registos mensais nos anos mais fortes do mercado, é indicador de uma retoma importante da actividade

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    A consultora imobiliária JLL acaba de divulgar os resultados do seu boletim mensal dedicado ao desempenho do mercado de escritórios, concluindo que Janeiro foi um mês de recuperação da ocupação em Lisboa, com reactivação das operações de grandes áreas. No primeiro mês do ano, foram ocupados 6.800 m2 de escritórios na capital, dos quais 72% estão concentrados em três negócios que envolvem a tomada de áreas superiores a 1.000 m2. No total, estas operações somam 4.800 m2, a maior das quais ascende a cerca de 2.400 m2, outra a 1.400 m2 e uma outra a 1.000 m2. De realçar ainda que o volume total mensal apresenta um crescimento da ordem dos 73% face ao mês homólogo.

    “Pese embora o take-up de Janeiro apresentar um volume pouco robusto face aos registos mensais nos anos mais fortes do mercado, é indicador de uma retoma importante da actividade. Obviamente tem de ser visto à luz de um mês de arranque de ano, naturalmente menos forte, mas abre perspectivas positivas para 2024 não só pelo crescimento de 70% face ao ano passado, mas também pelo regresso das operações a envolver grandes áreas”, começa por comentar Sofia Tavares, Head of Office Leasing da JLL.

    A mesma responsável acrescenta ainda que “a melhoria das expectativas relativas à inflação e às taxas de juro faz-nos acreditar que a procura que adiou as suas decisões devido à incerteza macroeconómica, voltará ao mercado mais activamente. Além disso, começam a surgir também mais espaços adequados aos novos requisitos das empresas em termos de adaptação aos modelos de trabalho, sustentabilidade e modernidade. Isso vai também reactivar procura que não estava a encontrar resposta para as suas necessidades”.

    No mês de Janeiro, foram concretizadas 12 operações em Lisboa, sendo o total da área tomada para ocupação imediata. O Prime CBD foi a zona mais dinâmica, com uma quota de 45% do take-up, enquanto as empresas de TMT’s & Utilities foram as mais dinâmicas, gerando 44% da ocupação.

    No Porto, Janeiro foi um mês brando, com 1.300 m2 de ocupação no total de quatro transacções. Este volume está 59% abaixo de Janeiro de 2023 e foi maioritariamente (70%) colocado na zona do CBD Boavista. Também no Porto foram as empresas de TMT’s & Utilities que se mostraram mais dinâmicas, com 70% do take-up mensal. Nota destaque para o facto de a totalidade das operações ter sido para ocupação imediata.

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