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    Preços das casas registam maior aumento dos últimos 30 anos

    Os preços de venda das casas em Portugal (Continental) subiram 18,7% em 2022, dando assim sequência à trajectória de forte intensificação no crescimento dos preços observada desde 2017

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    Os preços de venda das casas em Portugal (Continental) subiram 18,7% em 2022, dando assim sequência à trajectória de forte intensificação no crescimento dos preços observada desde 2017

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    Os preços de venda das casas em Portugal (Continental) subiram 18,7% em 2022, a valorização anual mais elevada dos últimos 30 anos, de acordo com o Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário. É necessário recuar a 1991 para encontrar uma taxa de variação homóloga no final do ano superior à registada neste último mês de Dezembro. Em 1991 apurou-se um aumento dos preços de 18,8%, marca que até agora tinha sido aproximada apenas pelas valorizações observadas nos dois anos anteriores à pandemia, ambas situadas no patamar dos 15,0%.

    O ano 2022 deu, assim, sequência à trajectória de forte intensificação no crescimento dos preços observada desde 2017, ano em que a valorização de 12,8% mais que duplicou a de 5,6% registada em 2016. Os anos 2018 e 2019 consolidaram a tendência, com valorizações homólogas em Dezembro de 15,4% e 15,8%, respetivamente. Este ciclo foi apenas interrompido em 2020, quando os preços de venda da habitação terminaram o ano com um crescimento mais moderado, de 4,8%, em reflexo da pandemia. O ano 2021 foi já de reativação da tendência de intensificação das subidas, registando-se uma valorização homóloga de 12,2%, num percurso ao qual 2022 veio dar continuidade.

    Ano a dois ritmos

    Sem prejuízo da forte valorização registada no final do ano, 2022 registou um comportamento dos preços a dois ritmos. Na primeira metade do ano, mais concretamente até Julho, os preços mantiveram uma trajectória de aceleração, com sucessivas subidas mensais médias de quase 2,0%. A segunda metade de 2022 foi de perda de intensidade, com um arrefecimento das variações mensais, que por duas vezes foram inferiores a 1,0%, entrando inclusive em terreno negativo (variação mensal de -0,5% em setembro). Daqui resulta que, apesar de ter atingido um valor robusto de 18,7%, a variação homóloga registada em dezembro apresenta uma contração face aos registos da segunda metade do ano, quando este indicador atingiu o pico inédito de 21,1% (em agosto), e é mesmo a mais baixa desde julho.

    As variações trimestrais dos preços também confirmam esta tendência. Ainda assim, as subidas trimestrais de preços têm sido menores a cada trimestre, passando de 5,5% no 1º trimestre de 2022, para 5,0% no 2º trimestre, 3,7% no 3º trimestre e, finalmente, 3,2% no último trimestre do ano.

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    Recuperação das vendas de casas provoca subida de preços

    Os preços das casas aumentaram 1,5%, face a Março. Um aumento que é explicado pela recuperação das transacções, que de acordo com a Confidencial Imobiliário aceleraram entre Fevereiro e Abril. Neste período terão sido transaccionadas 36.200 casas em Portugal Continental. Mais 10% face à média de 33.000 fogos vendidos por trimestre em 2023 

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    Em Abril os preços das casas aumentaram 1,5% face a Março, invertendo a tendência de estabilização observada ao longo dos últimos meses. A taxa de variação mensal é apurada através do Índice de Preços Residenciais para Portugal Continental, da Confidencial Imobiliário, o qual incide sobre os valores efectivos de transacção.

    No último ano e meio, em reflexo do abrandamento nas transacções de habitação, os preços mostraram maior resistência nas subidas, com taxas de variação mensal quase sempre inferiores a 1,0%. Ao longo deste período, esta é a uma das excepções com valorização mensal acima desse patamar, invertendo o ciclo de variações residuais especialmente visível desde o Verão do ano passado.

    Este comportamento de reactivação das subidas dos preços é já evidente na taxa de valorização homóloga do Índice de Preços Residenciais. Em Abril, esse indicador atingiu 10,6%, em recuperação face aos 9,6% de Março. Mês em que a valorização homóloga foi a menor em quase três anos, consolidando uma trajectória de perda de intensidade que levou as subidas de preços a passarem da ordem dos 19,0% para menos de 10,0% no espaço de um ano e meio.

    Esta nova subida de preços reflecte uma recuperação das transacções, que no período acumulado de Fevereiro e Abril terão voltado a acelerar. De acordo com as projecções da Confidencial Imobiliário a partir dos dados reportados ao Sistema de Informação Residencial, SIR, neste período terão sido transaccionadas 36.200 casas em Portugal Continental. Isso traduz um aumento da ordem de 10% face à média de 33.000 fogos vendidos por trimestre em 2023 e confirma a tendência de recuperação das vendas já sinalizada no 1º trimestre deste ano, conforme as estimativas do SIR.

    “No contexto do desagravamento das condições de acesso ao crédito e de regresso progressivo da fatia da procura que foi mais penalizada pelo aumento dos juros, a perspectiva é de recuperação da dinâmica da procura e consequente estímulo da valorização do mercado”, comenta Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário. “Esta é uma realidade que começa a dar maior confiança aos operadores do mercado, que estão agora mais optimistas quanto à possível evolução das vendas e ao impacto na subida de preços, conforme mostram os últimos inquéritos de confiança Portuguese Housing Market Survey”.

    Nos últimos três meses, entre Fevereiro e Abril, as casas em Portugal Continental foram vendidas por uma média de 2.412€/m2, posicionando-se em 3.386€/m2 no segmento de habitação nova e 2.298€/m2 na usada.

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    Pujolinvest lança novo projecto com investimento de 22M€ (c/ galeria de imagens)

    O Alfama 83, que está a ser alvo de um “minucioso” processo de reabilitação, num projecto da EntrePlanos e engenharia da A2P, deverá estar concluído no primeiro trimestre de 2025

    Na sua totalidade para uso de hab

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    O Alfama 83, localizado no bairro lisboeta que lhe dá o nome, iniciou a sua comercialização. Promovido pela Pujolinvest, o edifício está a ser alvo de um “minucioso” processo de reabilitação, num investimento de 22 milhões de euros. A obra deverá estar concluída no primeiro trimestre de 2025.

    Na sua totalidade para uso de habitação, o edifício tem 3.100 metros quadrados (m2) de área bruta de construção, é constituído por 13 apartamentos em cinco pisos, com tipologias de T1 a T4 e dois Duplex.

    Para além dos apartamentos, os residentes dispõem de espaços comuns de lazer e trabalho, como ginásio equipado, sauna, parqueamento de bicicletas, sala de reuniões e espaço de co-working.

    No último piso, os residentes têm, ainda, acesso livre a um espaço designado de “vista navios”, com vista panorâmica sobre o Rio Tejo.

    Com projecto de arquitectura do gabinete EntrePlanos e a engenharia a cargo da A2P, o Alfama 83 situa-se na confluência da Rua de São João da Praça e do Largo do Marquês do Lavradio, a dois minutos a pé da Doca da Marinha.

    Com o objectivo de “homenagear” as tradições e cultura lisboetas, a Pujolinvest retirou e classificou mais de 16 mil azulejos do século XVIII para os reinstalar posteriormente nos apartamentos e áreas comuns. Também a estrutura gaioleira pombalina do edifício, tectos em arco e abóbadas de tijolo burro foram preservadas.

    Com uma aposta clara na “reabilitação de edifícios históricos” na cidade de Lisboa, o Alfama 83 segue essa estratégia que, segundo Carlos Patrício, administrador da Pujolinvest, se iniciou com o Áurea 72, com a recuperação de dois edifícios no quarteirão Rua do Ouro, Rua da Conceição e Rua dos Sapateiros, passando pelo premiado edifício de Art Nouveau – Duke Residences Saldanha. “Em todas estas obras aliamos a paixão pela preservação e reposição do património histórico da cidade com a qualidade dos materiais e das tecnologias aplicadas”, reforça.

    Projectos estes que se inserem no plano de investimentos na ordem dos 120 milhões de euros para o período entre 2021 e 2026.

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    Associados da ASMIP beneficiam do portal Habitar Portugal de forma gratuita

    A iniciativa, que se destina a “aumentar o tráfego do portal imobiliário”, vai permitir, também, “mudar o paradigma” na promoção dos imóveis no mercado nacional

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    Os mediadores associados da ASMIP já podem, de forma gratuita, colocar anúncios no portal Habitar Portugal. A novidade foi anunciada no Salão Imobiliário de Portugal (SIL 2024), que se realizou na primeira semana de Maio, em Lisboa.

    A iniciativa, que se destina a “aumentar o tráfego do portal imobiliário”, alargando este serviço a todas as empresas de mediação, vai permitir, também, “mudar o paradigma” na promoção dos imóveis no mercado nacional.

    Destinado exclusivamente a anúncios imobiliários colocados por mediadores profissionais, legalmente licenciados pelo IMPIC – Instituto dos Mercados Públicos do Imobiliário e da Construção – na génese da criação do Habitar Portugal está a vontade da ASMIP de criar ferramentas de valor, que respondam às necessidades do sector da mediação na promoção e divulgação das suas carteiras de imóveis para venda e arrendamento, permitindo aos consumidores obter acesso a informação credível, prestada apenas por profissionais habilitados e com conhecimento absoluto do negócio e das transacções imobiliárias.

    Francisco Bacelar, vice-presidente da ASMIP, destaca: “O anúncio da gratuitidade, por um período determinado, levou ao aumento da procura do serviço por parte dos associados, mas também ao aumento do número de sócios”.

    Com esta postura a ASMIP assegura sempre a gestão e a propriedade do portal, permitindo “independência da classe” sobre os portais puramente comerciais, fornecendo ao mercado um portal fidedigno onde só entram anunciantes credíveis e devidamente licenciados, ou seja, mais garantia para o consumidor final.

    A plataforma Habitar Portugal permite pesquisa imóveis tanto para compra, como para arrendamento, e pela sua localização. Nos resultados da pesquisa o portal dá prioridade à lista dos resultados com apoio de geolocalização com representação em mapa, trazendo mais informação ao utilizador e melhor suporte à pesquisa. Permite delimitar área geográfica, informa sobre pontos de interesse e permite a distribuição dos imóveis no mapa com representação de preços.

    O utilizador do Habitar Portugal pode guardar pesquisas, criar alertas de redução de preços e explorar uma área privada com dezenas de funcionalidades pensadas para ajudar na pesquisa e selecção de casas. A área privada permite, ainda, configurar o perfil do utilizador, aceder e guardar pesquisas, criar colecções, receber notificações do sistema e ainda convidar os seus familiares e amigos a participar e interagir.

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    Gaia Hills

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    Comercialização do ‘Gaia Hills’ avança ainda em Maio

    A morosidade do licenciamento e a conjuntura internacional levou-nos a ter de fazer ajustes ao valor de venda por m2. Vamos, contudo, colocar no mercado 251 apartamentos para a classe média, que é o principal core business da Thomas & Piron”, afirma David Carreira, da Thomas & Piron

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    O empreendimento Gaia Hills, em Vila Nova de Gaia, vai começar a sua comercialização ainda no mês de Maio, com o início da construção apontada para o último trimestre do ano. Uma confirmação avançada esta quinta-feira, dia 23 de Maio, na ocasião da apresentação oficial do projecto, que decorreu no World of Wines, em Vila Nova de Gaia e que contou com a presença de António Miguel Castro, presidente da Gaiaurb, de Pedro Silveira, presidente do Grupo SIL, e ainda de arquitecto Paulo de Sousa, em representação do gabinete de arquitetura da Saraiva + Associados, responsável pelo projecto.

    Promovido pelos promotores Thomas & Piron e pela Promiris, o ‘Gaia Hills’ é um projecto direccionado para famílias e para o segmento médio / médio-alto que vai contemplar a construção de oito edifícios com 4 e 5 pisos, divididos em quatro lotes, num total de 251 apartamentos de tipologias de T1 a T5.

    “A morosidade dos processos de licenciamento levou a que só agora estivéssemos em condições de iniciar a construção do Gaia Hills, passados que estão seis anos da sua aquisição. Este facto a par da conjuntura internacional que bem conhecemos, levou-nos a ter de fazer ajustes ao valor de venda por metro quadrado (m2). Vamos, contudo, colocar no mercado 251 apartamentos para a classe média, que é o principal core business da Thomas & Piron”, afirma David Carreira, da Thomas & Piron.

    As dimensões dos apartamentos variam entre 62 m2 (T1) e 278 m2 (T5) e o preço médio de venda será de 4.800 €/ m2. Todas as fracções beneficiarão de áreas de terraço amplas com uma vista deslumbrante para o rio Douro, para a cidade do Porto ou para o Parque Urbano de Lazer a Sul.

    Com uma área total de construção a rondar os 30.500 metros quadrados (m2) será, numa primeira fase, construída uma área residencial de 16.200 m2, 640 m2 de área comercial e 9.100 m2 de parques de estacionamento subterrâneo, áreas técnicas e arrecadações, dos quais 1.600 m2 serão dedicados a um parque de estacionamento de uso público.

    Na segunda fase, será construída uma área total de construção residencial de 15 mil m2 e de 6.600 m2 subterrâneos para parques de estacionamento, áreas técnicas e arrecadações.

    O início da construção da primeira fase está previsto para o quarto trimestre de 2024 e a sua conclusão para o final de 2026. O início da construção da segunda fase está planeado para 2027, com previsão de início de comercialização cerca de três meses antes, e a sua conclusão em 2029.

    Situado em plena zona ribeirinha, entre um parque de aproximadamente três hectares e o rio Douro, está ainda prevista a construção de uma praça central denominada de Ágora. A Sul, as áreas verdes serão transformadas num parque natural, que será posteriormente cedido ao município para utilização pública.

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    Remax Portugal: Mês de Abril foi o que registou maior número de transacções

    Entre Janeiro e Abril, a rede mediadora alcançou um total de volume de preços na ordem dos 1,99 MM€, relativos às 21.422 transacções, com o mês de Abril a registar um incremento de 21% em volume de preços e 20% no número de transacções face ao período homólogo

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    Nos primeiros quatro meses do ano, a Remax Portugal fechou com um volume de preços de cerca de 1,99 mil milhões de euros, relativos a 21 422 transacções. Destes valores, 4942, ou seja, 23.1%, corresponderam ao arrendamento e 16480, na ordem dos 76,9%, relativos a compra e venda de imóveis.

    Estes resultados permitiram à empresa fechar este período com um aumento do volume de preços, na ordem dos 9,5%, e no número total de transacções (5,5%) quando comparado com igual período homólogo. Destaca-se, ainda, o mês de Abril como o “mais dinâmico”, com um aumento de 20% no número de transacções e 21% em volume de preços.

    Neste período, assistiu-se a um reforço da participação dos clientes nacionais, com a Remax a transaccionar mais 9% do total de imóveis face ao ano anterior. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros reforçaram a sua posição de liderança entre aqueles que mais negoceiam em imobiliário. Destaque, ainda, para os clientes norte-americanos, já bem próximos de serem a segunda nacionalidade estrangeira. Nos primeiros quatro meses do ano, o número de transações imobiliárias com esta nacionalidade cresceu 3%.

    Numa análise por distrito e apenas considerando aqueles que registaram mais de 200 transacções, o distrito de Lisboa representou mais de um terço das transacções (35,1%) nos primeiros quatro meses do ano, o que demonstra bem o enorme peso que representa na rede.

    Coimbra e Braga foram outros dos distritos que registaram crescimentos acima dos 20%, concretamente 27,4% e 24%, respectivamente. Já Viseu cresceu 15,2% no número de transacções face a igual período de 2023 e o Porto foi o distrito que consolidou a segunda posição nacional com quase 2.900 transacções.

    Face ao período homólogo, registou-se um decréscimo do peso dos apartamentos nas transações da rede, colmatado pelo aumento verificado nas moradias, pelo que os imóveis habitacionais continuaram a representar cerca de 80% das transacções. Já os terrenos, tradicionalmente a terceiro tipo de imóvel mais movimentado, manteve o seu peso praticamente inalterado.

    “A julgar pelas tendências que vão sendo mais claras, esperamos que o ano de 2024 seja sinónimo de um reforço da posição de liderança no mercado por parte da nossa rede, com um crescimento na ordem dos dois dígitos, quer em facturação, quer em transacções”, afirma Manuel Alvarez, presidente da Remax Portugal.

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    Vanguard avança com Terraços do Monte

    Nove anos depois de ter dado entrada com o projecto para licenciamento, finalmente, a Vanguard Properties recebeu luz verde para avançar com a construção dos Terraços do Monte, num investimento de 40M€. O projecto, localizado na Graça, foi lançado esta semana e a empreitada de fundações e contenções, a cargo da Casais, arranca na próxima semana. O projecto deverá estar concluído em 24 meses

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    A Vanguard Properties lança o seu novo projecto habitacional em Lisboa: os Terraços do Monte. localizado no icónico bairro da Graça, em Lisboa. Este empreendimento, que representa um investimento superior a 40 milhões de euros, promete tornar-se um dos edifícios mais exclusivos e emblemáticos da cidade.

    Com assinatura dos arquitectos Nuno Mateus e José Mateus da ARX Portugal Arquitectos e o interior design a cargo de Gracinha Viterbo, a mesma equipa responsável pelo premiado Castilho 203, Terraços do Monte oferece uma das vistas mais deslumbrantes de Lisboa, a partir da encosta da Senhora do Monte.

    O design do projecto é caracterizado por linhas simples e depuradas, materiais excelsos e intemporais e uma atenção minuciosa aos detalhes. Destaque para a utilização de cores suaves, da pedra e azulejo numa reinterpretação da tradição lisboeta, bem como para a qualidade e a durabilidade dos materiais, como as rochas ornamentais e as madeiras nobres maciças. Os fornecedores são nacionais e muitos dos elementos que compõem estes apartamentos foram desenhados de propósito para este projecto.

    Terraços do Monte conta com 15 apartamentos distribuídos por cinco pisos, com tipologias que variam entre T2, T3 e T5, incluindo duas penthouses com terraços privativos e áreas espaçosas. O empreendimento oferece também 55 lugares de estacionamento e um conjunto de amenities de excelência, como piscina interior e exterior, ginásio, banho turco, sauna, jardim e serviço de concierge.

    “Este projecto será um marco na paisagem de Lisboa devido à sua localização privilegiada, linhas arquitectónicas, serviço e qualidade dos materiais. Terraços do Monte vai proporcionar aos seus residentes uma qualidade de espaços e um conjunto de serviços únicos e de excelência. Trata-se, de facto, de um projecto inovador e inigualável em Portugal que marcará a diferença”, sublinha José Cardoso Botelho, CEO Vanguard Properties.

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    Match Real Estate com foco no residencial prime em Cascais, Lisboa e Comporta

    Em apenas 10 meses agência boutique transaccionou um volume de negócios de quase 20M€. De olhos postos na inovação digital, a Match Real Estate prevê dobrar facturação já em 2024

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    Criada pelos sócios Miguel Freitas e Manuel Perestrelo, a Match é uma agência boutique, focada no segmento residencial prime nas zonas de Cascais, Lisboa e Comporta que nasceu em Março de 2023 “movida pela vontade de oferecer um serviço diferenciado na área da mediação imobiliária, assente numa rede forte de parcerias em mercados estratégicos, na inovação digital e na capacidade de antecipação de tendências de mercado”.

    No final de 2023, a Match tinha já transaccionado um volume de negócios na ordem dos 19M€ tendo sido responsável, em 2023, pela mediação de diversos imóveis em empreendimentos como Marinha Prime (Cascais), Alcântara Lofts (Lisboa), Pestana Comporta (Comporta), um projecto hoteleiro no Príncipe Real, em Lisboa, e diversas moradias particulares desde Cascais até Melides. Para 2024, a Match prevê duplicar os números de 2023 e apostar noutros mercados como Oeiras, Costa da Caparica e Algarve onde o segmento residencial prime está a florescer.

    “A Match, como o próprio nome indica, conecta pessoas, vendedores e compradores, ligando-os de uma forma eficiente, profissional e rápida. Somos altamente focados em estratégia e temos um modelo de negócio muito oleado, assente em parcerias sólidas com brokers internacionais que nos permitem alcançar os nossos objectivos, e dos clientes, de forma eficiente”, refere Miguel Freitas.

    “Os resultados de 2023 superaram todas as nossas expectativas. Acreditamos que a nossa abordagem ao mercado com uma estratégia diferenciadora, a aposta e uso que fazemos das novas tecnologias para estarmos sempre um passo à frente das tendências e o cuidado que temos com o serviço e com a contratação da nossa equipa foram determinantes para o sucesso da empresa em tão pouco tempo”, acrescenta Manuel Perestrelo.

    Criada há apenas um ano, a Match pretende ocupar um lugar de destaque no mercado fazendo uso da tecnologia e da inovação digital, com recurso à Inteligência Artificial, para conectar compradores e vendedores de todo o mundo de forma mais certeira e eficiente. Esta estratégia, aliada ao seu portfolio de imóveis exclusivos, à sua rede de parcerias internacionais nos principais mercados compradores em Portugal (desde o Brasil aos EUA passando pelo norte da Europa) e à sua equipa jovem e multidisciplinar está a determinar a estratégia da empresa num mercado tão concorrencial.

    Sedeada em Lisboa, a Match é composta por uma equipa de 12 consultores distribuídos pelas diferentes geografias e ainda por uma equipa de suporte inteiramente dedicada aos mesmos que presta apoio directo em matérias de Marketing, Legal, Training, entre outras.

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    Luís Simões reforça presença na Península Ibérica

    O operador logístico tem quatro novos Centros de Operações Logísticas, distribuídos entre Portugal e Espanha, que totalizam 37.000m2 de área,  permitem gerir 42.000 paletes e criaram mais de 70 novos postos de trabalho

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    A Luís Simões, expandiu a sua rede logística com quatro novos Centros de Operações Logísticas (COL): três em Portugal (Algoz, Azambuja e Albergaria) e um em Espanha (Barcelona).

    No total, as novas instalações perfazem uma área construída de mais de 37.000m2 e permitem a gestão de mais de 42.000 paletes. Também impulsionaram a empregabilidade no sector da logística, criando mais de 70 postos de trabalho em áreas diferentes. Desta forma, a Luís Simões consegue proporcionar maior eficiência e flexibilidade aos clientes que procuram soluções logísticas de alto rendimento.

    Em Portugal, a Luís Simões expandiu a sua actividade na Azambuja, Vila Nova da Rainha, com uma nova plataforma de 20.000m2 e capacidade de armazenagem de 24.600 paletes. As instalações contam com a mais recentes tecnologia, bem como com 22 plataformas que permitem cargas e descarga simultâneas, e já permitiram a gestão de cerca de 500.000 paletes e a movimentação de cerca de 17.000 veículos desde a sua abertura a 1 de março de 2023.

    A empresa abriu também um novo armazém em Albergaria, no centro do país. Com uma superfície de 8.497m2 e espaços para recepção, armazenamento, picking, embalamento e envios, este COL permite a gestão de 8.287 paletes e conta com 11.520 locais para caixas.

    Mais a sul, a plataforma de Algoz tem 4.060m2 de área útil e capacidade para movimentar 4.000 paletes. Para além de proporcionar ao operador logístico um melhor posicionamento geográfico no sul de Portugal, contribuiu para o aumento do espaço de armazenagem, incluindo produtos que requerem temperatura controlada.

    Já em Espanha, o novo COL de Barcelona dedica-se a operações no sector das bebidas. Tem capacidade para armazenar até 5.000 paletes e conta com 3.700m2 dedicados à entrada de material, controlo de stocks, preparação de encomendas, realização de inventários, co-packing e distribuição e gestão de produtos em regime fiscal. A sua localização estratégica no Parc Logístic de la Zona Franca favorece a proximidade ao crescimento de negócios das empresas do sector.

    “Em 2023, estabelecemos o objectivo de continuar a aumentar o nosso volume de negócios e, para isso, era fundamental continuarmos a expandir a nossa rede operacional com novos centros logísticos. Fizemo-lo, e os resultados superaram todas as nossas expectativas. Disfrutamos agora de melhores condições para conseguirmos dar resposta às necessidades dos nossos clientes, oferecendo a excelência e o nível de serviço que requerem,” explicou Luís Freitas, director Geral de Logística da Luís Simões.

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    Vila Galé Isla Canela pretende “contrariar sazonalidade” e atrair novos mercados

    Para diversificar, o Vila Galé pretende tirar partido dos seus variados espaços para famílias, eventos e conferências, mas também tirar partido dos campos de golfe existentes na zona para reforçar este mercado em Isla Canela

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    É na Costa de la Luz, em Huelva, que o Grupo Vila Galé acaba de inaugurar o seu primeiro hotel em Espanha, numa cerimónia que contou com mais de 400 convidados. Com acesso directo à praia, o Vila Galé Isla Canela instalou-se num edifício com arquitectura e decoração de influência árabe, que conta com 300 quartos com varanda, duas piscinas, dois restaurantes, três bares, um Satsanga Spa & Wellness com piscina interior, Clube Nep para crianças, salas de eventos e lojas.

    Enquanto destino de Verão, Isla Canela tem uma sazonalidade muito marcada, com as unidades hoteleiras a funcionarem apenas seis meses no ano. Jorge Rebelo de Almeida, presidente do Grupo Vila Galé, avança que pretende “encontrar formas de contrariar essa sazonalidade e atrair novos públicos que não venham apenas para a praia”.

    Foi a pensar nisso que a aposta recaiu na reformulação de vários espaços adequados a eventos, conferências e actividades para crianças. Há, ainda, uma intenção de reforçar a aposta cultural e o destino de golfe em parceria com outras unidades hoteleiras já instaladas na mesma zona e as autoridades municipais.

    “Há semelhança do que se faz no Algarve que tem turistas o ano todo, também queremos fazer algo semelhante aqui. Existem dois campos de golfe relativamente perto, pelo que gostaria de promover o destino junto desse nicho. Esta é uma das ideias. Mas também fomentar parcerias com entidades culturais para que consigamos criar uma dinâmica para grupos ou eventos. E depois temos a componente de saúde e beleza também”, reforça.

    A renovação total das áreas públicas, a cargo do proprietário do imóvel, manteve as referências árabes que caracterizam o hotel, numa homenagem à Andaluzia, ainda que com caracteristicas “menos pesadas” e mais “clean”. O Grupo vai ainda investir cerca de sete milhões de euros na renovação dos quartos e da piscina exterior.

    Espanha era um “sonho antigo”, mas que nunca tinham conseguido concretizar. “Agora que o concretizámos, e que está dado o primeiro passo, o objectivo é continuar a crescer aqui”, sublinha o presidente da Vila Galé.

    Não só Espanha é um destino muito importante do turismo mundial, mas também para a Vila Galé porque nos vai permitir “reforçar a captação de turistas neste novo mercado e também levar mais turismo espanhol para Portugal”.

    Ainda sem projectos em concreto, a intenção passa chegar até Sevilha e, depois, entrar em Madrid.

    Entretanto, Ribeiro de Almeida confirmou cinco novas aberturas em Portugal (Miranda do Douro, Penacova, Golegã, Ponte de Lima e mais um em Elvas) e mais dois no Brasil, em Ouro Preto e Ceará.

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    CML: Abertas candidaturas ao programa BIPZIP 2024

    O programa BIP/ZIP concorre para melhorar a qualidade de vida urbana e promover a coesão sócio territorial dos 67 territórios BIPZIP da cidade

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    A Câmara Municipal de Lisboa abriu as candidaturas ao Programa BIP/ZIP Lisboa 2024 – Parcerias Locais, dando cumprimento ao novo Ciclo e Regras da 14.ª Edição. Com uma nova dimensão, Ecossistema BIPZIP, inicia-se um novo tipo de apoio, permitindo às associações receber apoios mediante a candidatura de projectos por um período de três a seis anos, com um apoio financeiro semelhante ao anteriormente dado na dimensão “Ignição”.

    O novo ciclo representa um investimento do Município na ordem dos 50 mil euros por ano, para dar resposta estrutural nos 67 territórios BIPZIP.

    “Os nossos bairros são mais do que habitação. Têm de ter vida, abertura e relação próxima com toda a cidade”, sublinha a vereadora da Habitação e Desenvolvimento Local, Filipa Roseta, destacando o programa BIP/ZIP de entre os programas que o Município tem em curso para melhorar a qualidade de vida urbana e promover a coesão sócio territorial.

    A intervenção nos bairros e zonas BIP/ZIP assenta em projectos participados que envolvem as populações locais, as associações de moradores, colectividades, organizações não-governamentais e movimentos de cidadãos, bem como as juntas de freguesia e a Câmara Municipal de Lisboa.

    Para se candidatar à dimensão Ecossistema, cada associação tem de estar presente no território há pelo menos 10 anos, com um projecto aprovado na qualidade de parceira ou promotora.

    As candidaturas devem ser apresentadas exclusivamente online, até às 17h00 do dia 17 de Junho de 2024, tendo de ser validadas até ao final do quinto dia útil após o fim do prazo de submissão. As entidades devem estar registadas com informação actualizada na plataforma antes de iniciarem a elaboração da candidatura online.

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