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    Quadrante reforça na América Latina com aquisição da brasileira Ambconsult

    A aquisição vem reforçar a actuação da empresa portuguesa de consultoria em engenharia e arquitectura nos mercados da América Latina e é mais um passo na ambição “de se tornar um player global em soluções ambientais sustentáveis”

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    A aquisição vem reforçar a actuação da empresa portuguesa de consultoria em engenharia e arquitectura nos mercados da América Latina e é mais um passo na ambição “de se tornar um player global em soluções ambientais sustentáveis”

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    A empresa de consultoria em engenharia e arquitectura, adquiriu 98% do capital da Ambconsult, empresa brasileira que se destaca pela sua actuação em engenharia de sistemas de tratamento e depósito de resíduos sólidos.

    Segundo Pedro Moniz, country manager da Quadrante, no Brasil, refere “esta aquisição marca um momento crucial na jornada da Quadrante no sentido de reforçar o seu posicionamento no mercado da América do Sul através de soluções sustentáveis para o meio ambiente”.

    Com a Ambconsult a bordo, a Quadrante encontra-se, agora, ainda mais capacitada para projectar e desenvolver infraestruturas de tratamento e processamento de resíduos sólidos, com destaque para os resíduos urbanos, de maneira cada vez mais eficiente e inovadora. A empresa agora adquirida vem complementar a actividade além-fronteiras da Quadrante, que está já presente em países como Brasil, Chile, Argélia, Gana, Angola e Moçambique. “A união das duas consultoras será mais uma forma de cimentar e projectar a engenharia portuguesa internacionalmente”, reforça Pedro Moniz.

    Segundo Abílio Castro, responsável pela unidade de negócio de Infraestruturas Hidráulicas da Quadrante, “a crescente urbanização e a necessidade de melhorar as condições de vida das populações tornam ainda mais evidente a importância da actuação da Quadrante em soluções ambientais para o tratamento de resíduos urbanos”.
    A visão estratégica do grupo português passa por reforçar a capacidade de desenvolver planeamento e projectos de infraestruturas de tratamento e/ou processamento de resíduos sólidos urbanos. “Estamos muito satisfeitos com esta nova fase da nossa caminhada e acreditamos que a união com a Ambconsult permitirá à Quadrante continuar a transformar o mundo positivamente”, reforça o responsável.

    Para Cyro Bernardes Jr, actual sócio director da Ambconsult, com mais de 40 anos de experiência no sector, “esta parceria representa uma grande mudança de paradigma para a empresa, mantendo sua marca de excelência e inovação na área de ambiental, e principalmente em projectos na área de resíduos sólidos, onde atendemos as principais empresas do ramo no Brasil. Era claro para nós a necessidade de ampliar nossa actuação, tanto no país como no exterior, mas mantendo esta tradição do trabalho Ambconsult. Esta aquisição dará impulso à Ambconsult para um crescimento tanto no mercado brasileiro como no exterior, principalmente na América Latina e África”.

    “É uma oportunidade de podermos atender aos nossos clientes actuais em muitas outras áreas da engenharia de projectos. Um início de uma nova etapa, certamente muito produtiva e compensadora.”, sublinha ainda Jorge Fein, também sócio director da Ambconsult.

    A Ambconsult será, assim, “uma plataforma de crescimento por via orgânica ou por via de outras aquisições, com o objectivo de reforçar o trajecto da empresa no sentido de se tornar um relevante player global em soluções ambientais sustentáveis”, sublinha a nota da Quadrante.

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    Avenue investe 150 M€ em novo projecto no Porto

    Com traço da OODA, este condomínio privado distingue-se pelas suas soluções inovadoras, que unem tecnologia e sustentabilidade. A comercialização está a cargo, em-exclusividade pelas consultoras JLL, Luximos Christie’s e Savills/Predibisa

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    Com um investimento de 150 milhões, o Fernão Magalhães 127 conta com aproximadamente 49 mil metros quadrados (m2) de área residencial, comercial e de escritórios, e vem contribuir para a revitalização de uma zona nobre da Invicta. Os espaços já estão a ser comercializados, em co-exclusivo pelas consultoras JLL, Luximos Christie’s e Savills/Predibisa.

    Este novo condomínio privado, promovido pela Avenue, distingue-se pela implementação de soluções inovadoras, que unem tecnologia e sustentabilidade.

    “É um projecto” mixed use”, com principal foco na habitação, que vai não apenas requalificar uma importante área urbana, mas também reforçar o investimento da Avenue no Porto. É um empreendimento que reflecte o nosso compromisso com a cidade e com o bem-estar da comunidade local”, afirma Aniceto Viegas, CEO da AVENUE.

    O projecto residencial conta com 334 apartamentos, com tipologias T0 a T3+1, distribuídos por quatro edifícios autónomos entre si e com entradas independentes.

    Os apartamentos, com áreas entre os 35m2 e os 144m2, foram concebidos pela OODA. Cada espaço privilegia a elegância, o conforto e a maximização das tipologias, tornando-as verdadeiramente funcionais. Nos pisos superiores, as varandas e os terraços do Fernão Magalhães 127, têm uma vista desafogada 360º: mar, rio, serra e cidade.

    Os acabamentos, materiais e equipamentos são de qualidade superior, com destaque para marcas nacionais e para a eficiência ambiental, energética e ambiental.

    Está prevista a instalação de painéis fotovoltaicos para a produção de energia eléctrica e todos os apartamentos têm estacionamento privativo coberto, com pré-instalação para carregamento de veículos elétricos e parqueamento de bicicletas.

    Além de estar dotado de soluções técnicas que facilitam o dia a dia dos seus residentes, desde os acessos às instalações, à gestão dos equipamentos dentro de casa, o empreendimento está preparado para responder de forma activa aos desafios no âmbito da sustentabilidade ao integrar a certificação AQUA+ para todas as fracções, certificação energética A e a certificação Wired Score para uma conectividade digital mais rápida.

    O Fernão Magalhães 127 dispõe, ainda, zonas de co-working; espaços verdes com jardins e hortas urbanas, ginásio, pista de corrida, campo de Padel, sala de jogos e uma sala de condomínio e eventos.

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    Diminuíram as transacções de alojamentos no 1.º Trimestre de 2024

    Na sua mais recente “Análise de Conjuntura do Sector da Construção”, a AICCOPN, salienta os números mais recentes do sector. Apesar de observada uma diminuição das Transacções de Alojamentos no 1.º Trimestre de 2024, o Índice de Preços da Habitação continuou a subir, face ao período homólogo. A área licenciada pelas autarquias registou uma ligeira contracção e as obras públicas dispararam

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    No 1º trimestre de 2024, de acordo com a informação divulgada pelo INE, foi transaccionado um total de 33.077 alojamentos, num montante global de 6.731 milhões de euros, valores que traduzem um decréscimo de 4,1% em número e de 1,8% em valor, face ao trimestre homólogo do ano passado. Face ao último trimestre de 2023, verificaram-se, de forma semelhante, decréscimos nas transacções de alojamentos, de 3,1% em número e de 6,2% em valor. Neste período e, apesar da diminuição nas transacções de alojamentos, o Índice de Preços da Habitação registou um crescimento de 7%, em termos homólogos, e de 0,6%, face ao 4º trimestre de 2023.

    Relativamente à área licenciada pelas autarquias, nos primeiros quatro meses deste ano, observa-se uma significativa redução, em termos homólogos, de 11,6%, nos edifícios habitacionais e de 24,5% nos edifícios não residenciais. No que concerne ao número de fogos licenciados em construções novas, verifica-se, até Abril, um decréscimo de 15,3%, para 9.704 alojamentos.

    Quanto ao montante do novo crédito à habitação concedido pelas instituições financeiras, excluindo renegociações, até ao mês de Abril, totalizou 4.971 milhões de euros, valor que corresponde a um aumento de 33,6%, em termos homólogos. Ao nível do stock de crédito de empresas do sector da construção, detido pelas instituições financeiras, no mês de Abril, registou-se uma contracção de 2%, face ao mesmo mês de 2023, para 6.283 milhões de euros.

    No mercado das obras públicas, nos primeiros cinco meses de 2024, observou-se um crescimento nos principais indicadores. O volume total de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos observou um expressivo aumento de 95,7%, em termos homólogos acumulados, e o total dos contratos de empreitadas de obras públicas, celebrados neste período, e objecto de reporte no Portal Base até ao passado dia 15 de Junho, registou um acréscimo de 20,3%, em termos de variação homóloga temporalmente comparável.

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    Angolana Power2Build quer entrar na Europa via Portugal

    A primeira casa em impressão 3D foi construída em Angola, em 2022, recorrendo a materiais locais e cimento convencional. O objectivo da angolana Power2Build é avançar com a expansão internacional em 2025, com a Europa em mente, Portugal é o primeiro ponto de paragem 

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    A Power2Build, empresa angolana responsável pela criação da primeira casa construída com uma impressora 3D da COBOD em África, utilizando exclusivamente materiais locais e cimento convencional, pretende expandir o negócio para Portugal, em 2025, para implementar o centro de operações que vai apoiar a sua expansão para a Europa.

    A start-up fundada em 2020 está actualmente a trabalhar em Angola e conta com 37 colaboradores a tempo inteiro. Um número que deverá duplicar ainda este ano para dar resposta à estratégia da empresa de expansão nacional e internacional. “A Power2Build nasceu com o objectivo de ajudar a reduzir significativamente o défice habitacional em África, através de uma tecnologia de construção que seja mais acessível e com menor impacto ambiental. Este ano, o foco é a consolidação do crescimento em território angolano, mas prevemos avançar com a expansão internacional, em 2025, começando pelos países da região Sadc e Europa. Portugal será a porta de entrada para Power2Build”, sublinha Ricardo Almeida, CEO da Power2Build.

    A Power2Build prevê 2 milhões de euros de volume de negócios, este ano, mas para 2025, através da expansão para novos mercados, a estimativa é atingir um volume de negócios perto dos 16 milhões de euros. Este ano, o foco da Power2Build será a consolidação do crescimento em território angolano, mas prevê ainda, como parte da estratégia de crescimento, entrar nos mercados da Namíbia e República Democrática do Congo, onde já está em fase final de negociação.Na semana passada, a empresa anunciou um investimento de 1,3 milhões de euros na maior impressora 3D do mundo para o sector imobiliário em África.

    Tecnologia 3D Concrete Printing

    Em 2022, a Power2Build construiu a primeira casa em impressão 3D do país, em apenas 48 horas, com recurso a uma impressora 3D de grande dimensão. Neste momento, a Power2Build está a concluir o primeiro condomínio familiar 3D em África, casas de renda média, que ultrapassa os 1.000 m2, nesta primeira fase, e irá atingir os 2.000 m2 na segunda fase.

    A empresa angolana Power2Build conta com os parceiros tecnológicos COBOD e CEMEX, responsáveis pelo desenvolvimento de uma solução que permite ao betão convencional ser impresso de forma mais eficiente, com maior qualidade e a um custo mais reduzido, a Dfab. À margem desta parceria, a Power2Build recorre apenas a parceiros locais para as restantes fases de construção da habitação.

    “Na Power2Build trabalhamos com a diversidade de materiais disponíveis no nosso país e com empresas e recursos locais, exatamente para podermos contribuir para a empregabilidade e desenvolvimento empresarial. É importante que estes sejam projetos da comunidade, para a comunidade”, conclui Ricardo Almeida.

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    Atribuição dos Prémios António Almeida Henriques em 2023

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    Prémios Portugal Smart Cities com candidaturas até 13 de Setembro

    O Prémio António Almeida Henriques foi instituído em 2023 pela Fundação AIP e tem a concurso sete categorias: Neutralidade Carbónica, Mobilidade, Espaço Público, Turismo Inteligente, Saúde e Bem-Estar, Transformação Digital e Reabilitação urbana sustentável e inteligente

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    Pelo segundo ano consecutivo, o Portugal Smart Cities Summit vai atribuir o Prémio António Almeida Henriques, instituído em 2023 pela Fundação AIP. As candidaturas poderão ser feitas  na página oficial do evento até dia 13 de Setembro. A cerimónia de entrega dos prémios irá decorrer a 8 de Outubro, na FIL do Parque das Nações, em Lisboa.

    A apreciação das candidaturas e projectos apresentados será feita por um júri, presidido por Miguel de Castro Neto, director da NOVA Information Management School (NOVA IMS), da Universidade Nova de Lisboa, e que compreende igualmente outras entidades e personalidades de reconhecido mérito na temática das Smart Cities.

    Após uma forte adesão do mercado à edição anterior dos Prémios, na qual se registaram mais de 50 candidaturas, é com “grande expectativa” que Elisabete Martins, gestora do PSCS 2024, olha para mais esta iniciativa.

    “Os Prémios Portugal Smart Cities – António Almeida Henriques, visam distinguir projectos inovadores, sustentáveis, eficientes e soluções de inteligência urbana. Desta forma estamos a contribuir para a concretização de práticas efectivas que tornam as nossas cidades cada vez mais inteligentes e sustentáveis”, afirma.

    As candidaturas podem ser apresentadas por comunidades intermunicipais, municípios e as juntas de freguesia, orientados para a implementação com sucesso de projectos sustentáveis, eficientes e pela criação de soluções de inteligência urbana.

    Estão a concurso sete categorias, nomeadamente Neutralidade Carbónica, Mobilidade, Espaço Público, Turismo Inteligente, Saúde e Bem-Estar, Transformação Digital e Reabilitação urbana sustentável e inteligente.

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    II Encontro Nacional do Sector da Pedra Natural reúne principais players

    A segunda edição StonebyPORTUGAL SUMMIT acontece a 12 de Julho. Promovido pela ASSIMAGRA, o encontro irá debater os principais desafios da indústria da Pedra Natural

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    No próximo dia 12 de Julho de 2024, o Convento de São Francisco, em Santarém, será palco do II Encontro Nacional do Sector da Pedra Natural, StonebyPORTUGAL SUMMIT, promovido pela Associação Portuguesa da Indústria dos Recursos Minerais, ASSIMAGRA.

    Este evento, apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e integrado na Agenda Verde Sustainable da StonebyPORTUGAL, pretende reunir os principais stakeholders do sector para debater os principais desafios da indústria da Pedra Natural em Portugal.

    O evento contará com a presença do ministro da Economia, Pedro Reis, com a secretária de Estado de Energia, Maria João Pereira, entre outras entidades, empresas e instituições académicas. Este fórum permitirá definir estratégias para enfrentar as novas dinâmicas que se colocam hoje às empresas que actuam nos mercados externos, e debater oportunidades, consolidando Portugal como o sétimo maior exportador mundial de Pedra Natural.

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    Câmara de Arcos de Valdevez vai investir 2M€ em habitação social

    “Estes projetos desempenham um papel crucial na atribuição de habitação a preços acessíveis para famílias com baixos recursos financeiros e/ou em situação social mais vulnerável”, sustenta a autarquia

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    A Câmara de Arcos de Valdevez adjudicou a construção de oito fogos de habitação social em Guilhadeses por 1.094,596,97 euros e abriu concurso público para construir mais oito casas em Souto, pelo preço base de 1.200.149,06, foi esta quinta-feira divulgado. Em comunicado enviado às redações, a autarquia do distrito de Viana do Castelo adiantou que “a construção destes 16 fogos de habitação social, de tipologia T1 e T2, em Souto e Guilhadeses demonstra o compromisso do município em fornecer casas acessíveis para os cidadãos que mais precisam”.

    A empreitada das oito habitações a construir na União das Freguesias de Guilhadeses e Santar tem um prazo de execução de 450 dias.

    Segundo a autarquia, “está ainda prevista a construção de mais 10 fogos de habitação social em Parada”.

    O investimento hoje anunciado “integra a Estratégia Local de Habitação de Arcos de Valdevez e que vem responder aos pedidos de habitação social que o município tem recebido”.

    “Estes projetos desempenham um papel crucial na atribuição de habitação a preços acessíveis para famílias com baixos recursos financeiros e/ou em situação social mais vulnerável”, sustenta a autarquia.

    Além da construção de habitação social, a autarquia diz estar a desenvolver “outras medidas que refletem o esforço municipal na criação de condições para disponibilizar mais habitação a preços acessíveis” aos munícipes.

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    Procura de alojamento residencial alternativo na Europa vai disparar até 2040

    Mudanças demográficas e o crescimento das cidades também estão a impulsionar a procura no setor residencial. Espera-se que as populações das grandes cidades cresçam entre 5 e 15% até 2040, continuando a ser um claro motor de procura no sector residencial na próxima década

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    O sector residencial europeu está a posicionar-se para um crescimento “substancial” até 2040. De acordo com o relatório Unpacking Europe’s Living Revolution (Desvendando a revolução residencial na Europa) da Cushman & Wakefield, a procura de diferentes tipos de alojamento residencial está a aumentar, em linha com alterações demográficas mais vastas e agentes específicos de mudança, incluindo a inacessibilidade dos preços de habitação tradicional, o crescimento das cidades, o envelhecimento da população e um nível mais elevado de habilitações.

    “Este estudo vem mostrar como Portugal se destaca como um dos países europeus com maior desequilíbrio no sector residencial, uma realidade que se acentua com as significativas mudanças demográficas em curso. A crescente chegada de imigrantes, o progressivo envelhecimento da população e o incremento da população estudantil são dinâmicas que intensificam a procura por habitações ajustadas a requisitos específicos, quer sejam económicos, de localização ou de serviços complementares”, comenta Ana Gomes, partner e head of New Business & Alternatives do departamento de Investimento da Cushman & Wakefield em Portugal.

    O aumento da procura por alojamento privado para arrendamento é sustentado por um declínio na acessibilidade dos preços da habitação em toda a Europa. A acessibilidade residencial tradicional diminuiu quase 30% no Reino Unido na última década e até 50% noutros países europeus, incluindo Portugal e Irlanda. A procura gerada por esta situação, apelidada de “geração do arrendamento”, combinada com a falta de oferta no mercado de arrendamento, contribuiu para um forte aumento dos preços das rendas em praticamente todos os países europeus. A Polónia lidera com um aumento de 29% nos últimos três anos, seguida de Portugal (15,2%), República Checa (12,9%) e Espanha (9,7%).

    Mudanças demográficas e o crescimento das cidades também estão a impulsionar a procura no setor residencial. Espera-se que as populações das grandes cidades cresçam entre 5 e 15% até 2040, continuando a ser um claro motor de procura no sector residencial na próxima década.

    Entretanto, estima-se que o número de pessoas com mais de 65 anos aumente entre 20 e 40%, impulsionando a crescente procura de alojamento para seniores com prestação de cuidados de saúde. Ao mesmo tempo, a Europa registou um aumento dos níveis de ensino superior, de 25% para 32% na última década, o que teve um impacto no extremo oposto do espectro etário. A necessidade de alojamento estudantil construído de propósito (PBSA) cresceu em conjunto com este aumento, bem como a migração de estudantes de países asiáticos e africanos para estudar na Europa.

    “O futuro deste sector encontra-se num ponto crítico. Sem a implementação de estratégias inovadoras e corajosas, o País poderá ser confrontado com uma crise habitacional de dimensões consideráveis. Porém, mediante as decisões correctas, Portugal possui a capacidade (e o interesse de promotores e investidores) de reverter este desafio ao potenciar a oferta de habitação acessível e de elevada qualidade para a totalidade dos seus habitantes”, conclui Ana Gomes.

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    Aquí a Tua Remodelação quer abrir 100 franquias nos próximos cinco anos

    A rede de franchising espanhola chegou agora a Portugal com o objectivo de “aumentar a disponibilidade do parque imobiliário, através da remodelação dos imóveis existentes e do aumento da sua eficiência energética”

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    A Aquí Group, especialista no sector das remodelações, acaba de chegar a Portugal com o nome Aquí a Tua Remodelação. Com um modelo de renovação de imóveis, que pretende dar resposta à questão da qualidade de gestão das obras e restabelece a confiança neste mercado, a empresa quer “contribuir para aumentar a disponibilidade do parque imobiliário, através da remodelação dos imóveis existentes e do aumento da sua eficiência energética”.

    Em Portugal, 60% das habitações são anteriores aos anos 80, e o aumento do parque habitacional não tem acompanhado a evolução da procura. Estes dois factores conjugados representam uma oportunidade para o sector das remodelações, uma vez que estas propriedades podem ser recuperadas e reforçar o aumento da oferta de imóveis.

    É neste contexto que a empresa, que nasceu em Espanha, em 2019, com o nome Aquí tu Reforma, quer crescer rapidamente em Portugal, sob a insígnia Aquí a Tua Remodelação, e gerida pelos masters franchisers Breno Arruda e Paulo Leite, ambos com experiência na gestão de empresas e de franchisings multinacionais.

    A estratégia inicial da marca passa, para já, por escolher os primeiros empresários e investidores para formar a rede de franchisados. O objectivo é construir nos próximos anos, em Portugal, a “maior e mais rentável” rede de franquias, com o foco no modelo de Concept Store. Até ao final do ano pretende abrir cinco concept stores e mais 100 franquias nos próximos cinco anos.

    O design “inovador” das lojas poderá ser visto até ao final do ano, e caracteriza-se por devolver a confiança ao cliente, ao integrar todos os serviços necessários para a execução de uma remodelação num único local, tendo a tecnologia, a reabilitação e os materiais de alta gama como factores diferenciadores. Ao disponibilizar ferramentas tecnológicas, como as aplicações Aquí Store, para a gestão de lojas, e Aquí Pro, que engloba processos de CRM, orçamentação, gestão de obras, certificações e subempreiteiros, possibilitam aos franchisados e prestadores de serviço da Aquí gerir a totalidade dos seus serviços.

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    Torres Vedras apresenta projectos de regeneração urbana no valor de 27 M€

    O programa visa a revitalização de carácter “urbano, económico e social” da zona de Arenes, situada na área nascente da cidade, deverá estar concluído em 2030. Do total de investimento previsto, cerca de 15 M serão comparticipados por fundos europeus e nacionais

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    A zona de Arenes, em Torres Vedras, vai ser alvo de uma profunda intervenção de regeneração urbana. O programa, que visa uma revitalização de carácter “urbano, económico e social” da zona situada na área nascente da cidade, deverá estar concluído em 2030 e representa um investimento estimado de cerca de 27 milhões de euros, dos quais cerca de 15 milhões de euros serão comparticipados por fundos europeus e nacionais.

    Na apresentação, que decorreu nas antigas instalações do Instituto da Vinha e do Vinho, Laura Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, explicou que a intervenção que será levada a cabo em Arenes acontece no seguimento de outras intervenções semelhantes ocorridas em Torres Vedras, como foram os casos das executadas no centro histórico (por via do programa “Torres ao Centro”), no Choupal (por via do programa “POLIS”), e mais recentemente, na Encosta de São Vicente (por via do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano).

    A zona de Arenes, em tempos um importante polo de desenvolvimento económico da cidade e do concelho de Torres Vedras, foi profundamente afectada nas últimas décadas devido à perda da importância económica das actividades industriais que a caracterizavam.

    É de referir que em 2018 foi delimitada por iniciativa da Câmara Municipal de Torres Vedras a Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Arenes, pretendendo-se agora dar cumprimento aos objectivos consagrados no programa estratégico dessa ARU.

    A intervenção prevê a concretização de 19 acções e projectos que se distribuem por cinco áreas temáticas. Referentes a Equipamentos, Competitividade e Inovação, inclui-se o Espaço Made in Torres Vedras; Smart Farm Colab; Reconversão funcional dos antigos depósitos do IVV; Requalificação dos espaços exteriores do IVV; Sedes da CVR, Viticert e AATV; e Escola Superior de Saúde.

    Quanto à Requalificação e Valorização Urbana, Ambiental e Patrimonial, as acções irão incidir na rua Cândido dos Reis, no largo da Estação e espaços envolventes, no corredor ecológico Choupal-Aqueduto, na conservação e valorização do Aqueduto de Torres Vedras e  na valorização paisagística da sua envolvente.

    A construção de uma ponte pedonal e ciclável sobre a linha do caminho de ferro, da ponte rodoviária sobre o rio Sizandro (variante de Arenes), a nova bolsa de estacionamento intermodal de apoio à estação do caminho de ferro e a requalificação de bolsa de estacionamento de apoio ao complexo desportivo municipal são alguns dos projectos incluídos na Mobilidade e Acessibilidade.

    Também no âmbito da Habitação Pública, estão previstos diferentes projectos, nomeadamente a construção de um conjunto habitacional nas antigas instalações da Solusa e a reabilitação do Bairro Jardim.

    Está ainda, prevista, a remodelação do Estádio Municipal Manuel Marques e a modernização da Linha do Oeste e requalificação do conjunto edificado da Estação.

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    Concurso: Primeira fase da Linha de Alta Velocidade com duas propostas

    Primeira fase corresponde à Concessão da Linha Ferroviária de Alta Velocidade entre Porto (Campanhã) e Oiã (Oliveira do Hospital). O procedimento tem um valor de 1.660 M€, a que se podem somar 480 M€ de fundos europeus, perfazendo assim 2.140 M€

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    O concurso público internacional para a Concessão da Linha Ferroviária de Alta Velocidade entre Porto (Campanhã) e Oiã (Aveiro) recebeu duas propostas. De acordo com a Infraestruturas de Portugal, estas integram a primeira de três fases da nova ligação Porto – Lisboa, uma vez concluído o prazo de entrega.

    O procedimento tem um valor de 1.660 milhões de euros, a que se podem somar 480 milhões de euros de fundos europeus, perfazendo assim 2.140 milhões de euros.

    O projecto da linha de alta velocidade Porto-Lisboa está dividido em três fases: troço Porto – Soure (distrito de Coimbra), Soure – Carregado (concelho de Alenquer, distrito de Lisboa) e Carregado – Lisboa. A primeira fase foi ainda subdividida em dois lotes, o primeiro dos quais correspondendo a Porto – Oiã, no distrito de Aveiro.

    As propostas foram, entretanto, carregadas na Plataforma de Compras Públicas e serão agora analisadas pelo júri do concurso, de acordo com o Programa do Procedimento, que considera o preço um facto com 70% de ponderação e 30% para a qualidade.

    O objectivo é impulsionar de forma competitiva o sector ferroviário, reconhecendo-o como um meio “essencial para a mobilidade das populações”, bem como para o “aumento da produtividade e competitividade” do tecido empresarial instalado em Portugal.

    No cumprimento do EU Green Deal e do Acordo de Paris, entre outros compromissos, Portugal prossegue com a concretização dos objectivos da Comissão Europeia de duplicar o tráfego ferroviário de passageiros, em complementaridade com a linha ferroviária convencional e numa lógica multimodal e sustentável com outras alternativas de mobilidade.

    O Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz lembra que este é o início de um caminho decisivo com vista a construir decisões políticas que impactam muito positivamente na vida dos cidadãos. “Estamos a construir futuro. Muito mais que descarbonizar, trata-se de mudar o modo de pensar relativamente ao transporte, uma decisão de verdadeira coesão territorial e social. Ir de Lisboa ao Porto em 1h15? Porquê usar um avião quando o comboio o assegura? Decisões de hoje, para uma vida inteira.”

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