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    Operadores do Mercado Residencial revelam confiança

    Inquérito ao mercado residencial desenvolvido pela Confidencial Imobiliário mostra que os operadores iniciaram o ano mais confiantes quanto à evolução dos preços. Contudo, os resultados ainda não reflectem o anúncio das medidas do Governo para a Habitação

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    Inquérito ao mercado residencial desenvolvido pela Confidencial Imobiliário mostra que os operadores iniciaram o ano mais confiantes quanto à evolução dos preços. Contudo, os resultados ainda não reflectem o anúncio das medidas do Governo para a Habitação

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    O Portuguese Housing Market Survey (PHMS), inquérito mensal de confiança desenvolvido pela Confidencial Imobiliário em parceria com o RICS, mostra que os operadores do mercado residencial iniciaram o ano mais confiantes quanto à evolução dos preços, sublinhando que as expectativas apontam para um crescimento ao longo deste ano.

    Os resultados de Janeiro do inquérito sinalizam ainda um desagravamento dos indicadores de procura e vendas, que, apesar de se manterem em terreno negativo, recuperaram para leituras mais favoráveis face ao final do ano passado.

    Considerando os preços da habitação, um saldo líquido de +13% dos inquiridos reporta um aumento de preços, um indicador que melhora face aos +10% de Janeiro e que comprova que mais agentes notam agora subida de preços. As expectativas em relação ao comportamento dos preços nos próximos 12 meses continuam positivas, com um saldo líquido de 21% dos inquiridos a antecipar um aumento dos preços (+20% em Dezembro) para este ano. Este é o segundo mês em que as expectativas de longo-prazo relativas aos preços melhoraram, depois de seis meses a serem revistas em baixa.

    Em relação aos indicadores de procura, o PHMS de Janeiro mostra que a consulta por parte de novos compradores continuou negativa, mas desagravou face a Dezembro. No início do ano um saldo líquido de -13% dos inquiridos citou um declínio da procura, mas em Dezembro esse indicador tinha sido de -35%. Relativamente às vendas acordadas, o saldo líquido foi de -15% em Janeiro, mostrando que a actividade se mantém moderada, mas igualmente reflectindo uma melhoria face a Dezembro, quando esse indicador atingiu os -23%. As expectativas de curto-prazo para as vendas sugerem que a actividade permanecerá em declínio marginal nos próximos três meses, com um saldo líquido de -7%.

    No que se refere à oferta, um saldo líquido de -16% dos inquiridos reportou quebra na entrada de novos fogos em venda em Janeiro, sinalizando a continuidade de redução de stocks, mas, ainda assim, numa quebra menos acentuada do que em Dezembro, quando este indicador atingiu um saldo líquido de -41%.

    Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário, explica que “para os agentes do mercado, a falta de oferta continua a ser o principal constrangimento da actividade, levando a um aumento quer dos preços quer das rendas. De facto, os principais comentários dos inquiridos em Janeiro realçam a importância de aumentar o número de fogos para venda e arrendamento de forma a reduzir a pressão da procura. Esta é uma situação especialmente óbvia nos mercados prime focados no comprador internacional e nos mercados secundários dirigidos à classe média nacional”.

    Contudo, o mesmo responsável alerta que “os resultados do inquérito de Janeiro foram apurados antes do anúncio das medidas do Governo para a habitação, o que significa que ainda não reflectem o impacto de tais políticas no sentimento de mercado”.

    Para Tarrant Parsons, Senior Economist do RICS: “A atividade no mercado português de habitação continuou moderada no início do ano, com muitos indicadores ainda em terreno negativo. Dito isto, os preços retomaram a sua trajetória de crescimento. Com o ciclo de aumento das taxas de juro ainda em curso, o mercado continuará a sentir os efeitos das políticas monetárias mais restritas nos próximos meses. Contudo, numa nota mais otimista, as notícias de macroeconomia para a Europa melhoraram, afastando-se as previsões de uma recessão”.

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    Ponte D. Luis I (Porto)
    Créditos : DR

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    Sierra e PGIM investem na área hoteleira

    As empresas anunciam a criação de uma joint venture na área da hotelaria e a aquisição do primeiro hotel no Porto. A gestão estará a cargo da IHSP liderada por Gonçalo Batalha

    A Sierra e a PGIM, um dos maiores gestores de imobiliário do mundo, assinaram um acordo para lançar um novo veículo de investimento sob a forma de joint venture com a experiente equipa de gestão operacional na área da hotelaria da Iberian Hospitality Solutions (IHSP), liderada por Gonçalo Batalha.

    “O mercado hoteleiro e de lazer é, desde há muito tempo, um sector fundamental para a economia ibérica. Portugal é um dos principais mercados hoteleiros do sul da Europa, atraindo uma procura internacional crescente, e com potencial significativo decorrente de melhorias na qualidade da oferta para satisfazer as exigências da procura internacional. Na actual conjuntura, os investidores procuram investimentos que acrescentem valor, que ofereçam protecção face à inflação e que gerem fluxos de caixa para obterem retornos atractivos. A nossa estratégia tem como objectivo consolidar os operadores locais e melhorar a qualidade da oferta para os hóspedes. A nossa parceria com a Sonae Sierra e a IHSP e a aquisição do primeiro hotel no Porto confirmam as nossas perspectivas positivas para a região e a estratégia implementada”, refere Nabil Mabed, head of France, Spain and Portugal na PGIM Real Estate.

    Esta joint venture marca mais um passo na estratégia de diversificação da Sierra, tanto do ponto de vista sectorial (hotelaria) como do tipo de investimento (activos de hotelaria value-add) e tem como objectivo um valor bruto de activos (GAV) de 200 milhões de euros.

    Luis Mota Duarte, chief financial officer and executive director, Investment Management na Sierra, sublinha “a oportunidade para executar uma estratégia evidente de criação de valor no segmento europeu da hotelaria, reunindo as nossas distintas capacidades de investimento e de gestão de activos. Este é o nosso primeiro veículo dedicado à hotelaria, o que comprova a nossa ambição de cobrir o espectro completo de classes de activos e sectores com competências específicas, incluindo a nossa recente aquisição no Porto”.

    A joint venture visará hotéis de dimensão considerável em destinos turísticos consolidados e irá procurar implementar estratégias para maximizar a criação de valor. A primeira aquisição é um hotel de categoria superior em pleno centro do Porto. Situado a uma curta distância das principais atracções da cidade, tem inauguração prevista para a segunda metade de 2024 e o objectivo de se tornar uma referência no mercado turístico do Porto.

    “No actual contexto de mercado, marcado por taxas de juro mais elevadas e por requisitos de investimento consideráveis para restabelecer padrões de qualidade mais elevados na hotelaria, vemos nesta nova plataforma a oportunidade de obter retornos superiores ajustados pelo risco. Acreditamos numa tendência positiva a longo prazo para o sector do turismo, uma vez que a percentagem de rendimentos alocada a experiências continua a crescer, fortemente suportada por um conjunto de factores estruturais atractivos”, disse Gonçalo Batalha da IHSP.

     

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    Monday inicia expansão internacional com primeiro espaço em Lisboa

    O novo espaço, localizado na Praça Marquês de Pombal, nº 2, terá uma superfície de 4.500 m2 (o maior da rede Monday), distribuídos por 11 andares e capacidade para quase 600 utilizadores. A sua abertura está prevista para o terceiro trimestre de 2024

    A rede espanhola de espaços de escritórios flexíveis Monday, propriedade do grupo Urbania, abre o seu primeiro coworking em Portugal, no centro de Lisboa, no âmbito do “ambicioso” plano de expansão que a empresa tem para 2024.

    Ainda este ano, deverão inaugurar mais dois espaços em Espanha, para alcançar uma carteira de 13 centros que, traduzidos em superfície, significariam um total de cerca de 35 mil metros quadrados (m2).

    ”Cidades como Madrid, Barcelona ou Málaga, onde já estamos presentes, ou outras localidades, são algumas das opções que estamos a considerar”, explica Xavi Bassons, CEO da empresa.

    “Com uma presença sólida no mercado, activos nas melhores localizações das capitais espanholas, a integração de Lisboa e uma equipa de cerca de 50 profissionais dedicada e empenhada que funciona como o motor da nossa empresa, prevemos um aumento de receitas de 25% em 2024, face aos 12 milhões de euros do exercício anterior”, assegura Bassons.

    O novo espaço, localizado na Praça Marquês de Pombal, nº 2, terá uma superfície de 4.500 m2 (o maior da rede Monday), distribuídos por 11 andares e capacidade para quase 600 utilizadores. A actual remodelação integral do edifício, que é propriedade da empresa Zurich, está a cargo da empresa de construção Lock, do gabinete de arquitectura e design Vivim Studio. A sua abertura está prevista para o terceiro trimestre de 2024.

    Tal como todos os centros Monday, o novo espaço destina-se tanto a profissionais independentes como a grandes equipas. As instalações caraterizam-se pelo “alto nível de conforto e tecnologia” que proporcionam, com salas de reunião “espaçosas e bem iluminadas”, terraço, cantina, booth office, área de jogos de mesas e parque de estacionamento, além de um ginásio.

    Os utilizadores podem beneficiar, ainda, de aconselhamento empresarial para procedimentos administrativos em matéria de contabilidade, gestão, consultoria e marketing.

    Além disso, qualquer membro tem acesso gratuito a qualquer um dos outros 10 centros da rede Monday em Espanha e Andorra (cinco em Barcelona, três em Madrid, uma em Málaga e uma em Andorra).

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    Thomas & Piron com novo investimento de 300M€ em Loures

    Com assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados, de Miguel Saraiva, o início da construção e comercialização, que decorrerá em quatro fases, está previsto para 2025 e o seu término para 2034

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    A promotora belga, Thomas & Piron vai lançar o novo empreendimento Clarissas, numa zona de “elevado potencial urbanístico” de Loures, onde foi construído no séc. XVI o antigo Convento de Nossa Senhora dos Mártires e da Conceição dos Milagres e a atual Igreja Matriz de Sacavém e que, mais tarde, foi ocupado por instalações militares, conhecidas como Quartel de Sacavém.

    O projecto prevê ainda a reabilitação da Praça da República, no centro de Sacavém, a construção de uma rede de infraestruturas, e ainda a criação de espaços verdes na envolvente do empreendimento.

    Com um investimento total superior a 300 milhões de euros, o início da construção e comercialização, que decorrerá em quatro fases, está previsto para 2025 e o seu término para 2034.

    Com assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados, de Miguel Saraiva, e com um conceito de habitação inovador e sustentável incorporado no seu design, todos os apartamentos foram pensados para serem eficientes energeticamente e “amigos” do ambiente, contemplando ainda a criação de 30 mil m2 de áreas verdes.

    O projecto imobiliário Clarissas vai incluir a construção de uma nova urbanização, que contempla uma área residencial com 10 lotes, 37 edifícios, num total de cerca de 760 apartamentos, de tipologias T1 a T5, incluindo penthouses e duplex, com cerca de 83.400 m2 e com valores a partir dos 195 mil euros.

    Todos os apartamentos vão contar com amplas varandas ou terraços, estacionamento privativo e, em alguns dos edifícios terão acesso a piscinas e jardins privativos.

    Serão ainda criados cerca de 9 mil m2 de zonas comerciais e de serviços, 30 mil m2 de zonas verdes, equipamentos sociais e de lazer destinadas a seniores e crianças, uma rede de infraestruturas com a construção de acessos pedonais e rodoviários, e ainda um total de lugares de estacionamento que poderá ascender a 2.400, sendo 1.800 privados e 700 públicos, incluindo um parque de estacionamento subterrâneo com capacidade para 180 lugares.

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    Savills/ Predibisa assegura colocação de 70% das fracções do Edifício Natura

    Em virtude do sucesso da comercialização do Natura, está já em comercialização outro empreendimento do loteamento, o edifício Factory, composto por tipologias mais pequenas

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    O Edifício Natura,  localizado nos terrenos da antiga fábrica Efanor, em Matosinhos, já se encontra vendido em 70%, o que confirma, assim, o “sucesso” deste projecto, comercializado pela Savills/Predibisa.

    Ana Jordão, residential business development director do Porto Division da Savills Portugal, destaca a “excelência” dos apartamentos, desde logo assegurada pela qualidade e selecção dos materiais utilizados, cujos “extensos” painéis de vidro, “generosas” varandas e jardins privativos, permitem a “ligação à envolvente natural”.

    Em virtude do sucesso da comercialização do Natura, está já em comercialização outro empreendimento do loteamento, o edifício Factory, composto por tipologias mais pequenas de forma a dar resposta à procura por parte de investidores e jovens que pretendem adquirir a primeira casa. Paralelamente, estão também já em desenvolvimento três projectos para outros lotes disponíveis.

    “Atendendo ao parque verde privado com aproximadamente três hectares existente no terreno do Natura, cada espaço interior reflecte e vive do exterior, através de edifícios transparentes, onde o reflexo do espaço natural e da luz interior assumem um elemento fulcral, valorizando igualmente o conceito de Home Living projectado em espaços desfragmentados para potenciar a vivência familiar”, destaca, também, o arquitecto Nuno Poiarez, cofundador da Visioarq.

    O projecto disponibiliza tipologias de habitação, desde o T1 ao T4, com maior oferta nas tipologias T2 e T3 para as famílias de maior ou menor dimensão, entre árvores, espelhos de água e cerca de 30 mil metros quadrados de percursos pedonais.

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    Francisco Horta e Costa, Director Geral da CBRE Portugal

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    CBRE reforça a área de Agribusiness

    A CBRE Portugal acumulou nos últimos dois anos um total de 100.000ha de activos agrícolas avaliados e cerca de 10.000ha, do mesmo sector, em que teve um papel activo assessorando a transacção

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    A consultora começa 2024 com uma aposta reforçada na área de Agribusiness a nível ibérico e com especial enfoque no mercado português, reforçando a equipa, que chega agora às 6 pessoas dedicadas, com três novos elementos.

    “A área de Agribusiness da CBRE tem vindo a crescer desde o seu lançamento em 2021 e o facto do director para o sul da Europa ser português demonstra a relevância da nossa geografia. Cada vez mais o sector agrícola se profissionaliza e moderniza, pelo que termos uma equipa altamente especializada é fundamental para assessorar os nossos clientes na avaliação, consultoria e transacção de qualquer tipo de propriedade agrícola”, refere Francisco Horta e Costa, managing director da CBRE Portugal,

    A CBRE contratou recentemente Sara Santos e Francisco Dias Alves, para a área de avaliações agrícolas, ambos licenciados pelo Instituto Superior de Agronomia. Enquanto o Francisco, que passou também pela Universidade de Córdoba, assumirá a posição de junior consultant, a Sara desempenhará a função de senior consultant, dada à sua experiência comprovada na área, com mais de 25 anos no sector e uma pós-graduação em avaliação imobiliária no ISG.

    Também José Pedro Pereira reforça a equipa de Agribusiness da CBRE. O José Pedro é o novo associate director de Agribusiness e irá reportar a Manuel Valadas de Albuquerque. É licenciado em engenharia florestal e dos recursos naturais pelo Instituto Superior de Agronomia e encontra-se a concluir o mestrado em gestão aplicada no Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa. Iniciou o seu percurso profissional no SOVENA GROUP, onde foi responsável pelo projecto agrícola & sourcing de oleaginosas em Portugal e na Argentina, funções que desempenhou até abraçar o desafio da CBRE.

    Com as recentes contratações e crescimento da equipa dedicada a Agribusiness, a CBRE possui uma multiplicidade de valências, garantindo assim o apoio completo e integrado a proprietários, investidores e operadores do sector agro-alimentar.

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    Transacções na Madeira e Açores crescem 10% nos primeiros dois meses do ano

    De acordo com os dados divulgados pela Remax Portugal, a “segurança, a qualidade de vida, os benefícios fiscais atractivos e uma infraestrutura de serviços desenvolvida” são as razões apontadas para o investimento nas Ilhas

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    Nos primeiros dois meses do ano, a Remax realizou nas Ilhas um total de 242 transacções, 151 concretizadas na região autónoma dos Açores e 91 na da Madeira, correspondendo a um aumento de cerca de 10% face a igual período de 2023.

    O volume de preços negociado foi superior a 23 milhões de euros, 13,4 milhões de euros nos Açores e 9,6 milhões de euros na Madeira, o que corresponde a um incremento na ordem dos 18%, sobretudo na Madeira, que cresceu 28%.

    “Segurança para quem visita, qualidade de vida, passando pelos benefícios fiscais atractivos e uma infraestrutura de serviços desenvolvida, são as razões apontadas pelos compradores para investirem nas ilhas”, indica Manuel Alvarez, presidente da Remax Portugal, que antecipa “boas notícias” para ambas as regiões e um novo “crescimento no sector para este ano”.

    Entre os clientes estrangeiros, são os norte-americanos quem mais investe nas duas Regiões Autónomas, depois dos portugueses, que, à semelhança do que acontece no Continente, são os principais investidores nas Ilhas.

    Nos dados Remax é possível verificar que qualquer que seja a região autónoma, os clientes nacionais intervêm na maioria das transacções. No entanto, os estrangeiros têm maior peso na Madeira, que tem um mercado relativamente mais internacionalizado do que os Açores.

    Quanto ao tipo de imóveis, entre janeiro e fevereiro, no conjunto das duas regiões, as moradias representaram metade das transações (50%) da rede RE/MAX e os apartamentos uma fatia de 25%. Já os terrenos assumem especial importância no mercado representando 15% do total.

    75% das transacções em ambos os arquipélagos, no referido período, diz respeito ao segmento habitacional. Apesar da quebra na venda de apartamentos, que rondou os 5%, este decréscimo foi colmatado por um acréscimo nas vendas de moradias e lojas.

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    Santa Villa nasce em Santa Cruz

    Localizado na zona do Oeste, o projecto compreende mais de uma dezena de moradias em banda, com piscina privativa e vista mar. “Num momento de falta de oferta nas principais cidades, a diversificação das localizações é crucial”, explica Patrícia Barão, Head of Residential na JLL, consultora que tem a cargo a comercialização do projecto residencial

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    A JLL está a comercializar em exclusivo o projecto residencial Santa Villa. Este foi criado com o objectivo de desenvolver esta zona do Oeste do País, Santa Cruz, oferecendo novas oportunidades de habitação e investimento.

    Localizado na pitoresca zona de Santa Cruz, na Avenida do Atlântico, o Santa Villa surge como uma resposta às crescentes necessidades do mercado imobiliário, oferecendo uma oportunidade única de desenvolvimento numa área em constante evolução.

    Pensado para famílias que procuram a sua primeira ou segunda habitação, assim como para possíveis investidores, o Santa Villa promete proporcionar uma experiência de vida excepcional, a apenas uma hora de Lisboa. Este projecto distingue-se pela sua arquitectura moderna e pelas suas 11 moradias em banda de tipologia V4, com áreas brutas privativas que variam entre 213 e 239 m2. Cada moradia oferece uma deslumbrante vista para o mar, jardim, piscina privativa e garagem.

    “Actualmente, há uma tendência crescente de pessoas que procuram alternativas à cidade. Quer seja porque preferem morar mais longe da capital ou porque gostam de ter um lugar onde fazer uma escapadinha de fim de semana. Santa Cruz é um dos locais ideais para isso, a uma curta distância da cidade, mas com uma interessante e crescente dinâmica residencial. Num momento de falta de oferta nas principais cidades, a diversificação das localizações é crucial”, explica Patrícia Barão, Head of Residential na JLL.

    A região está próxima do mar e conta com praias propícias à prática de várias modalidades aquáticas, como é o caso do surf, kitesurf e windsurf, entre outros.

    “O Santa Villa representa não apenas um investimento sólido para as famílias que procuram uma casa de qualidade, mas também uma oportunidade única para investidores que procuram diversificar o seu portfólio com um projecto diferenciado”, conclui a responsável.

    A empreitada do Santa Villa já se encontra em curso, estando a sua conclusão prevista para o 3º trimestre de 2025.

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    Grupo Arliz investe 10,5M€ em condomínio na Foz do Douro

    Localizada na Travessa dos Passos, a escassos minutos do Parque da Cidade do Porto, a construção está já num estado avançado, sendo previsível que esteja concluída ainda este ano

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    O Casal de Passos – Condomínio Foz do Douro é o próximo empreendimento de luxo a integrar a oferta habitacional da zona nobre do Porto. Resultante de um investimento do Grupo Arliz no valor de cerca de 10,5 milhões de euros, o imóvel terá um bloco habitacional de 10 apartamentos com tipologias T2, T3 e T4 e duas moradias T5 com piscina e logradouro privado. A informação foi avançada pelo próprio Grupo Arliz, que está já a avançar com a comercialização das fracções.

    De acordo com Helena Fernandes, responsável pela equipa de vendas do Grupo Arliz, o empreendimento tem captado a atenção dos locais, mas também de investidores nacionais e internacionais, tendo já as suas fracções quase todas vendidas. “Neste momento, restam apenas algumas fracções no edifício principal. Para aqueles que procurem as comodidades de um condomínio privado e a independência de uma casa individual, temos as duas moradias T5 disponíveis. É a oportunidade ideal para quem valoriza um imóvel exclusivo, numa zona de excelência, próxima da praia e de espaços verdes, mas também de comércio e serviços”, comenta.

    Localizada na Travessa dos Passos, a escassos minutos do Parque da Cidade, a construção está já num estado avançado, sendo previsível que esteja concluída ainda este ano. Os futuros moradores poderão beneficiar de acabamentos premium, numa residência energeticamente eficiente, onde tudo foi pensado ao pormenor.

    O edifício, com assinatura do arquitecto José Carlos Cruz, apresenta varandas alongadas que dialogam com o jardim das traseiras, a partir de onde é possível contemplar uma paisagem edílica sobre a envolvente. A exposição solar é outra das mais valias de que os futuros moradores irão beneficiar.

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    Round Hill Capital vende negócio de residências de estudantes na Europa

    A Canada Pension Plan Investment Board (CPP Investments) estabelece a sua presença na Europa com dois grandes negócios que envolvem mais de 34 activos, onde se inclui a joint venture estabelecida em 2021 com a Round Hill Capital

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    A Round Hill Capital anunciou a venda da sua participação na Nido Living à Canada Pension Plan Investment Board (CPP Investments). Sem revelar os valores envolvidos na transacção, de acordo com a promotora, o negócio compreendeu, também, a venda da sua participação na joint venture criada em 2021 pelas duas empresas para o segmento das residências de estudantes e onde se contam mais de cinco mil camas em 15 activos europeus.

    Tendo adquirido a Nido Living em 2012, a Round Hill Capital transformou “com sucesso” o negócio num dos principais fornecedores europeus de alojamento para estudantes que começou com três activos no Reino Unido e chegou às 18 mil camas sob gestão da empresa em toda a Europa.

    “Esta transacção é uma prova do valor que construímos neste negócio premiado ao longo dos últimos 12 anos e representa uma conclusão bem-sucedida deste investimento. Como gestora de investimentos, a Round Hill Capital continua a ver um valor significativo nos sectores estudantil e outros sectores residenciais, que continuam a ser parte integrante da nossa estratégia de investimento no futuro”, afirmou Michael Bickford, CEO e fundador da Round Hill Capital.

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    3º Conselho de Cidadãos de Lisboa observada pelo London School of Economics

    3.ª edição realiza-se nos dias 6 e 13 de Abril com foco na habitação, o acesso à saúde, a imigração, os jovens e os idosos, e as pessoas em situação de sem-abrigo

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    Nos dias 6 e 13 de Abril decorre em Lisboa mais uma edição do Conselho de Cidadãos, o projecto que convida os lisboetas a contribuir para melhorar a capital com as suas ideias e propostas.

    Esta 3.ª edição será acompanhada por investigadores da London School of Economics (LSE), que vai estudar o modelo desenhado pelo executivo de Carlos Moedas, que já foi distinguido pela OCDE como uma boa prática internacional.

    À LSE, juntam-se também investigadores do Instituto de Políticas y Bienes Públicos, uma das principais instituições académicas em Espanha, e do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. A equipa de investigação vai avaliar o contributo do projecto para a qualidade da democracia local e da participação cívica.

    O Conselho de Cidadãos reúne 50 munícipes seleccionados por sorteio de forma a espelhar a sociedade lisboeta em termos de idade, género, freguesia de residência, nível de escolaridade e situação profissional.

    “É muito raro podermos ter uma diversidade tão grande de pessoas na mesma sala a colaborar entre si para melhorar a cidade. É sempre uma experiência única e muito necessária nos tempos que correm. Precisamos de criar novos espaços de diálogo e entreajuda, e não de fricção e tensão permanentes como muitos tentam provocar”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carlos Moedas.

    O modelo do Conselho de Cidadãos prevê que os 50 munícipes que participam nos dois dias de debate possam eleger dez embaixadores, que vão continuar a trabalhar com a Autarquia para ajudar a implementar as propostas dos cidadãos. Esta é uma forma de assegurar que existe um verdadeiro impacto na cidade, algo que não acontece noutros modelos de assembleias de cidadãos.

    Das duas edições anteriores foram seleccionadas oito propostas que a CML se comprometeu a implementar, das quais metade já se encontra concluída, duas estão em estado avançado, e duas em fase inicial devido à complexidade técnica que implicam.

    “É um balanço muito positivo, que mostra que o projecto está a ter impacto, que as pessoas têm boas ideias e que vale a pena participar”, reforça o presidente da CML.

    A Câmara Municipal de Lisboa optou mais uma vez por contratar entidades externas para realizar a selecção dos participantes e para moderar e orientar os debates, garantindo assim a transparência e imparcialidade do processo.

    A iniciativa representa também uma oportunidade de encontro entre os serviços municipais e os cidadãos, já que são convidados representantes e técnicos de diferentes áreas para responder a perguntas e desafios lançados pelos participantes que procuram compreender melhor o funcionamento da Autarquia.

    “O modelo que escolhemos para o Conselho de Cidadãos é único no mundo. Não se trata apenas de ouvir as pessoas, mas sim de trabalhar com elas para resolver os problemas da cidade. É uma forma diferente de fazer política, em que damos mais valor à experiência e opinião de cada cidadão, longe da política partidária e tradicional”, sublinha Carlos Moedas.

    A 3.ª edição do projecto tem como tema “Como construir uma Lisboa que cuida?” e vai colocar em discussão desafios fundamentais para a cidade como a habitação, o acesso à saúde, a imigração, os jovens e os idosos, e as pessoas em situação de sem-abrigo.

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