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    Cushman & Wakefield assume gestão do portefólio MEAG em Portugal

    O portfólio representa 48 mil m2 de activos de escritórios, com três edifícios no Arquiparque, dois edificios na Quinta da Fonte e outros dois na Avenida da Liberdade

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    A gestão dos sete activos que integram o Portefólio MEAG em Portugal estão agora a ser geridos pela Cushman & Wakefield, anunciou a consultora.

    Localizados em pontos de relevo da Área Metropolitana de Lisboa, nomeadamente com três edifícios no Arquiparque, dois edificios na Quinta da Fonte e outros dois na Avenida da Liberdade, o portfólio representa 48 mil m2 de activos de escritórios.

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    Com sucursais na Europa, na Ásia e na América do Norte, a MEAG, gestora de activos do Grupo Munich Re, oferece o seu vasto know-how a investidores institucionais e a clientes privados exteriores ao grupo empresarial. Actualmente, a MEAG gere activos no valor de cerca de 307 mil milhões de euros, dos quais 55 mil milhões de euros para investidores externos ao Grupo.

    Para Bruno Silva, head of Asset Services da Cushman & Wakefield em Portugal “A confiança depositada pela MEAG na C&W é para nós um motivo de orgulho. É o reconhecimento da competência evidenciada na gestão dos mais emblemáticos edifícios de escritórios, mas apenas o ponto de partida. Entender as motivações das empresas ocupantes, as dinâmicas sociais dos seus colaboradores e o reposicionamento ESG para tornar os edifícios mais sustentáveis são elementos diferenciadores e determinantes para o sucesso do portfolio. É ótimo quando um cliente está alinhado com esta visão e um fator de motivação extra para a nossa equipa de gestão”.

    A equipa de gestão de imóveis da Cushman & Wakefield conta agora com mais de 550 mil m2 sob gestão, entre edifícios de escritórios e espaços comerciais e de logística.

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    Miguel Moraes-Palmeiro

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    CBRE lança plataforma LATAM-Ibéria para impulsionar o investimento nas regiões alvo

    A plataforma é composta por uma equipa multidisciplinar distribuída por duas regiões, América do Sul e Ibéria, e liderada pelo português Miguel Moraes-Palmeiro. A consultora pretende acompanhar investidores e empresas nas suas operações transfronteiriças

    A CBRE acaba de lançar a plataforma de LATAM-Ibéria para impulsionar o fluxo de capitais transfronteiriços e acompanhar investidores e empresas na expansão da sua actividade na Península Ibérica e América Latina, assessorando-os em todas as decisões imobiliárias.

    Neste âmbito, a consultora criou uma equipa de trabalho multidisciplinar composta por dez elementos com ampla experiência nas áreas de Capital Markets Ocupação e Hospitality. A plataforma tem como objectivo ser um parceiro estratégico para investidores e empresas portuguesas e espanholas que ambicionem expandir a sua actividade para o Brasil e outros países da América Latina. Além disso, irá apoiá-las em todas as soluções imobiliárias necessárias para que o seu negócio prospere, tais como a procura de localizações, assessoria no arrendamento, gestão do portfólio imobiliário ou arquitectura e project management dos imóveis.

    “A oportunidade de contar com uma plataforma cross border, que actua de forma integrada e coordenada entre os países nos quais já somos líderes de mercado é uma vantagem competitiva e um serviço único que pretendemos alavancar em todas as nossas linhas de negócio. Estou convencido de que a plataforma, composta por uma equipa muito sénior e com presença nos diferentes mercados estratégicos trará grandes oportunidades de negócio aos nossos clientes e posicionará ainda melhor a CBRE nestes países”, comenta Adolfo Ramírez-Escudero, presidente da CBRE Espanha e LATAM.

    À frente desta nova plataforma está Miguel Moraes-Palmeiro, ex-director geral e membro do conselho de administração do projecto Vilamoura World. O responsável desenvolveu parte da sua carreira profissional na CBRE Brasil como director da plataforma cross border apoiando empresas portuguesas e espanholas com presença no país em todas as suas operações imobiliárias. Tendo também passado pela CBRE Espanha, onde agora regressa para liderar a equipa formada para este projecto.

    “É com alegria que abraço este desafio e contribuo para o desenvolvimento de negócio entre estas geografias, aproveitando ao máximo as sinergias destes mercados e o interesse que despertam nas empresas portuguesas e espanholas. É de destacar o potencial deste negócio, tendo em conta que o mercado espanhol é o segundo maior investidor no Brasil e no México. O sector imobiliário destaca-se pelos seus fundamentais sólidos e além dos sectores mais tradicionais como Capital Markets, Ocupação, Hotéis e Living, destaco também segmentos alternativos que serão cada vez mais atractivos como Data Centers e Agribusiness”, destaca Miguel Moraes-Palmeiro, director de Cross Border para Ibéria Brasil.

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    Sonae Tech Hub está entre os edifícios mais sustentáveis do mundo

    O Sonae Tech Hub, situado na sede do Grupo na Maia, acumula as certificações LEED e WELL nos níveis platina e integra a lista restrita de cerca de 300 edifícios no mundo com a certificação WELL na classificação mais elevada. O investimento no edifício, integrado no Sonae Campus, ascendeu a 11M€

    O Sonae Tech Hub, o mais recente edifício de escritórios do Sonae Campus, na Maia, foi distinguido com a certificação WELL, que reconheceu as suas condições distintivas na promoção da saúde e bem-estar dos ocupantes. O edifício gerido pela Sierra foi certificado com o nível Platina, o mais elevado atribuído pelo International WELL Building Institute e pelo US Green Building Council, uma das mais reconhecidas entidades mundiais de certificação de projectos imobiliários sustentáveis. Com esta distinção o Sonae Tech Hub integra a lista restrita de cerca de 300 edifícios no mundo com a certificação WELL na classificação mais elevada.

    “Estamos perante um edifício único quer pelas suas especificidades quer pelo seu pioneirismo em Portugal na obtenção das duas certificações mais prestigiadas do mundo ao nível da sustentabilidade, saúde e bem-estar. No Sonae Campus procuramos promover a saúde e bem-estar das pessoas, ao mesmo tempo que criamos espaços com impacto reduzido no meio ambiente. É um orgulho para nós receber esta certificação no nível Platina, que vem materializar a nossa ambição de proporcionar condições únicas no espaço de trabalho, fomentando a colaboração, a criatividade e o bem-estar, e que se junta à certificação LEED, obtida em 2020, que distinguiu este edifício ao nível da sustentabilidade”, refere Marco Aurélio Nunes, director, investment management na Sierra.

    Em 2020, o Sonae Tech Hub já tinha recebido a certificação LEED de nível “Platinum”, alcançando a pontuação mais elevada atribuída a um edifício em Portugal e que premiou as suas características ambientais. O Sonae Tech Hub foi, assim, considerado o edifício construído de raiz mais ecoeficiente em Portugal e um dos 100 melhores a nível mundial.

    A certificação WELL é considerada a primeira do mundo focada exclusivamente em critérios de saúde e bem-estar. Entre os requisitos avaliados estão: ar, água, iluminação, materiais e conforto térmico, nutrição, mente, mobilidade, acústica e comunidade.

    O Sonae Tech Hub, inaugurado em 2019, representou um investimento de cerca de 11 milhões de euros e é gerido pela Sierra, empresa do Grupo dedicada ao sector imobiliário. Trata-se de um espaço de inovação, que tem uma área bruta acima do solo superior a 6.900 metros quadrados, com quatro pisos de escritórios e dois de estacionamento subterrâneo. Além das zonas de trabalho individual em open space, oferece espaços de brainstorming e de colaboração, salas de reuniões, um restaurante e cafetaria Go Natural.

    O Sonae Tech Hub tem, ainda, 570 m2 de painéis solares, que contribuem para uma redução de 40% nos consumos de electricidade, iluminação 100% LED de baixo consumo com regulação automática em função da luz exterior, do uso eficiente da água, com aproveitamento de águas pluviais, e um conceito que privilegia um ambiente premium, quer ao nível da qualidade do ar como do conforto térmico.

    De forma a promover a transição para a mobilidade sustentável e eléctrica, o parque do edifício tem postos de carregamento eléctrico, estando também implementadas iniciativas que visam assegurar soluções de mobilidade suave, nomeadamente pela utilização de bicicleta.

    No Sonae Campus, a sede da Sonae, situada na Maia, onde o Sonae Tech Hub está localizado, os colaboradores das empresas instaladas no local beneficiam de diversos espaços promotores do desporto, como ginásio, campos de futebol e padel, fisioterapia e pilates clínico e ainda espaços de saúde e bem-estar, como um centro de análises clínicas e serviços de enfermagem, consultas de nutrição e de medicina geral e familiar, cabeleireiro e centro de estética. Os colaboradores podem ainda usufruir daciclovia e do percurso pelo corredor verde do Rio Leça que existem junto às instalações do Grupo.

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    JLL coloca NIQ no Avila Spaces

    A NIQ, antiga Nielsen, mudou os seus escritórios para o cowork Avila Spaces, um tipo de escritório flexível localizado no Atrium Saldanha, no coração de Lisboa

    Seguindo a tendência de flexibilização do local de trabalho, a NIQ, empresa de estudos de mercado e consumer intelligence, está agora no Avila Spaces um escritório flex com capacidade total para 275 postos de trabalho. A NIQ ocupa um escritório privado com 63 postos de trabalho, incluindo uma área exclusiva de lounge, num edifício que, estando perto da sua antiga sede, consegue ter maior proximidade a transportes públicos, serviços e comércio.

    A empresa tinha como objectivo encontrar um espaço moderno, com um layout adaptado às tendências de trabalho híbrido e colaborativo, que têm prevalecido no mercado de escritórios em Portugal e recorreu à equipa de Tenant Rep, da JLL, para encontrar este espaço,

    “O Avila Spaces revelou-se a solução perfeita para a NIQ, que procurava um escritório privado, num ambiente flexível, com um serviço chave-na-mão e um fit-out personalizado. Nesta zona, existe uma ampla variedade de serviços, lojas e restaurantes, proporcionando todas as comodidades aos colaboradores”, afirma Sofia Tavares, head of office leasing na JLL.

    No actual contexto de incerteza económica, os espaços flex, como é o caso deste activo, têm sido amplamente procurados pelas empresas. A possibilidade de ter contratos flexíveis, em termos de área ocupada e duração, tem sido um factor decisivo para muitas organizações. “A redução de custos inicial e a adaptação ao trabalho híbrido são também vantagens que têm contribuído para o aumento da procura por escritórios flexíveis e espaços de coworking. Por exemplo, nos últimos dois anos, a JLL já colocou seis empresas em espaços deste tipo, totalizando quase 300 postos de trabalho”, acrescenta Sofia Tavares.

    “Elegemos o Avila Spaces por ser um espaço completamente adaptado às novas formas de trabalho, possibilitando uma dinâmica mais colaborativa para os dias de presença no escritório. A sua localização, no centro de Lisboa e com uma vasta oferta de comércios e transportes à sua volta, foi também decisiva para a nossa escolha”, salienta Ana Paula Barbosa, retailer services director da NIQ

    Este tipo de espaços, como é o caso do Avila Spaces, pretende ultrapassar a barreira entre o formato de trabalho tradicional e os formatos mais modernos, proporcionando uma experiência de coworking em que as pessoas se sentem na sua segunda casa. Para além do típico cowork, este espaço tem também disponíveis escritórios privados para empresas que, tal como a NIQ, procuram usufruir da ampla gama de serviços chave-na-mão oferecida por um operador flex sem prescindir da privacidade e conforto da sua equipa

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    Sede da Worx alcança a certificação BREEAM In Use Good

    O Palacete Duque d’Ávila, uma jóia arquitectónica datada de 1913 situada no coração das Avenidas Novas em Lisboa, alcançou recentemente a cobiçada certificação BREEAM In Use Good

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    Com uma área de 900 m2, o Palacete Duque d’Ávila abrange dois pisos acima do solo e um piso de cave. O projecto original foi concebido pelo arquitecto Luiz Bernardo de Silva Estrela, o proprietário inicial, e é um ilustre exemplo da arquitectura da época.

    Em 2005, o edifício passou por um processo de reabilitação que restaurou o seu interior e preservou a sua fachada original. Em 2017, a Worx Real Estate Consultants adquiriu o edifício e, em parceria com a Fundação Ricardo Espírito Santo, realizou uma intervenção adicional focada na sua restauração, dado que já na altura era importante para a Worx procurar alinhar a reabilitação de um edifício destes, com critérios de sustentabilidade. Podemos desta forma afirmar que o esforço realizado há cinco anos atrás ainda se reflecte no resultado obtido hoje.

    Actualmente, o Palacete Duque d’Ávila serve como a sede da Worx Real Estate Consultants, oferecendo espaços de escritório e reunião totalmente adaptados, mas mantendo simultaneamente a sua arquitectura original. O resultado são vários ambientes de trabalho excepcionais e imponentes que criam um ambiente único para os colaboradores e clientes.

    A conquista da certificação BREEAM In Use Good representa um marco importante para a Worx Real Estate Consultants, dado que está comprometida em adoptar práticas sustentáveis e reduzir sua pegada de carbono. Esta certificação reflecte a preocupação contínua da empresa em aliar a preservação do património histórico com a procura da excelência ambiental.

     

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    Solyd conclui construção do Miraflores Park

    Este é um projecto do arquitecto João Pedras, do Atelier Metro Urbe, que concebeu os apartamentos com áreas “generosas e funcionais”, janelas “amplas” que privilegiam a luz natural e “modernos” acabamentos

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    A promotora imobiliária Solyd Property Developers concluiu a construção do empreendimento Miraflores Park. Localizado em Miraflores, com vista para o Parque Florestal de Monsanto e para o rio Tejo, o empreendimento conta com 34 apartamentos, distribuídos por 10 pisos, com tipologias entre T1 e T4, na maioria dos apartamentos vendidos.

    O rooftop lounge no topo do empreendimento permite desfrutar e relaxar com uma vista panorâmica, oferecendo igualmente nos pisos inferiores uma área de recepção decorada com linhas contemporâneas e 50 lugares de estacionamento privativo.

    Este é um projecto do arquitecto João Pedras, do Atelier Metro Urbe, que concebeu os apartamentos com áreas “generosas e funcionais”, janelas “amplas” que privilegiam a luz natural e “modernos” acabamentos. O empreendimento conta, ainda, com salas amplas, cozinhas totalmente equipadas.

    A Solyd tem vindo a afirmar a sua preocupação com a sustentabilidade nos vários projectos que tem desenvolvido, com recurso a soluções que minimizam o impacto climático, e promovem a utilização de materiais amigos do ambiente e a segurança de todos.

    Neste sentido, a promotora, em parceria com a LIPOR – Associação de Municípios para a Gestão Sustentável de Resíduos do Grande Porto, vai oferecer a todos os proprietários um Wallie, um distintivo ecoponto doméstico de parede, decorativo e personalizável, que é 100% reciclável e incorpora 89% de material reciclado.

    Além do Wallie, que pretende promover a reciclagem e convidar a práticas sustentáveis, os novos proprietários vão também receber um kit com artigos de desporto como incentivo a um estilo de vida saudável. Esta oferta é um reflexo do compromisso da Solyd com a sustentabilidade e princípios ESG (Environmental, Social and Governance).

    É uma das promotoras imobiliárias líderes em Portugal, resultante da parceria entre a Estoril Capital Partners e o European Principal Group da Oaktree Capital Management.

    A SOLYD foca-se principalmente em projetos residenciais distintivos (segmentos médios a alto), localizados em zonas históricas e urbanas de qualidade, nas principais cidades portuguesas, nomeadamente na área Metropolitana de Lisboa.

    Desde meados de 2015, a Solyd tem vindo a desenvolver mais de 50 edifícios/lotes localizados nos concelhos de Lisboa, Cascais, Oeiras e Loures, num investimento total de mais de 1.050 milhões de euros.

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    Gonçalo Duarte Silva, COO da área de Hotelaria em Portugal

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    Arrow Global Portugal com novo COO de Hotelaria

    O gestor terá a missão de coordenar as operações de hotelaria da AGPT em Portugal, juntando-se a Francisco Moser, ceo de Hospitality, e a Nuno Sepúlveda, ceo de Desporto & Lazer

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    O crescente investimento no sector hoteleiro em Portugal levou a Arrow Global Portugal (AGPT), gestora europeia de activos integrados verticalmente, a contratar Gonçalo Duarte Silva, que é, desde o início de Setembro, o novo chief operations officer (coo) da área de Hotelaria em Portugal. O gestor terá a missão de coordenar as operações de hotelaria da AGPT, juntando-se a Francisco Moser, ceo de Hospitality, e a Nuno Sepúlveda, ceo de Desporto & Lazer.

    Com mais de 30 anos de experiência na indústria hoteleira, Gonçalo Duarte Silva tem vastos conhecimentos na gestão e operação de hotéis, um pouco por todo o mundo. Desde 2018 que era director-geral do Hotel Shangri-la Kuala Lumpur (5*), na Malásia, tendo exercido, anteriormente, o cargo de director de Projectos Especiais no Island Shangri-la, em Hong Kong. Foi, também, director de Área para a Starwood Hoteis & Resort na Polónia, com um conjunto de seis hotéis das marcas Sheraton, Westin & Luxury Collection. Em Espanha, liderou o Le Meridien Barcelona, o The Westin & Sheraton Real de Faula Golf Resort & Spa, na Costa Blanca e exerceu o cargo de director de Hotel do Westin Palace Madrid. Teve também uma experiência de director regional na Starwood Hotels & Resorts em Espanha e Portugal para a área de Six Sigma, entre outros projectos de relevo. Iniciou a sua carreira profissional em Portugal, no Penina Golf & Resort Hotel (5*).

    Uma escolha que recai na sua “vasta experiência internacional” e, que segundo Francisco Moser, será uma “enorme mais valia” para a AGPT. Já João Bugalho, ceo da AGPR indica que esta contratação vem no seguimento da estratégia da Arrow Global Group (AGG) em reforçar a sua experiência no negócio de Hospitality em Portugal.

    “Ǫueremos continuar a crescer neste sector e a contribuir para a sua melhoria e reputação”, afirmou.

    A AGG, através dos fundos que gere, concluiu recentemente a aquisição dos principais activos do Grupo Dom Pedro, nomeadamente, três hotéis em Vilamoura – Dom Pedro Portobelo, Dom Pedro Marina e Dom Pedro Vilamoura, juntamente com cinco campos de golfe emblemáticos de Vilamoura – Old Course, Pinhal, Laguna, Millenium e Victoria. O negócio englobou ainda o Dom Pedro Lagos e dois hotéis na Madeira: o Dom Pedro Machico e o Dom Pedro Garajau.

    A AGG é, também, accionista maioritário do grupo hoteleiro Details Hotels & Resorts, com oito unidades hoteleiras sob gestão nas zonas de Albufeira e Carvoeiro, e os fundos geridos pela AGG controlam a sociedade Vilamoura World, que integra a Lusotur e a Marina de Vilamoura.

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    Separação de activos entre Vanguard Properties e Amorim Luxury concluída

    O consentimento da CGD e do CaixaBI constituía um passo necessário para a conclusão da operação dos activos na Comporta e que ocorreu no passado dia 21 de Julho. A operação foi assessorada pela Uría Menéndez-Proença de Carvalho

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    A sociedade Uría Menéndez – Proença de Carvalho assessorou a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Caixa Banco de Investimento (CaixaBI) na concessão do consentimento, enquanto entidades financiadoras, à separação de activos entre a Vanguard Properties e a Amorim Luxury nas áreas de desenvolvimento turístico da Comporta. A operação definiu, ainda, alterações ao pacote contratual do financiamento concedido à Vanguard Properties, as quais resultaram necessárias em resultado da referida separação de activos.

    As alterações ao financiamento envolveram, entre outros, a libertação de garantias existentes cujo cancelamento era necessário para efectivar a separação de activos, bem como a constituição de novas garantias. O consentimento da CGD e do CaixaBI constituía um passo necessário para a conclusão da operação entre a Vanguard Properties e a Amorim Luxury, que ocorreu no passado dia 21 de Julho.

    A equipa de advogados da Uría Menéndez – Proença de Carvalho que interveio nesta operação foi composta por Miguel Rodrigues Leal (counsel, bancário e financeiro), José António Reymão Nogueira (associado principal, bancário e financeiro), Maria Goreti Rebêlo (associada coordenadora, imobiliário e urbanismo) e Inês Freitas de Almeida (associada júnior, M&A). Já a Vanguard Properties foi assessorada pela VdA.

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    © André Henriques
    IG @ahphoto_gigs

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    Tecnológica suíça investe 4M€ em novo escritório no Porto

    Com mais de 1000 m2, o design e a arquitetura do escritório da Zühlke, reflectem a crescente cultura de flexibilidade e inclusão do talento tecnológico

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    Portugal foi o país escolhido pela empresa suíça para fundar o seu terceiro Centro Global de Engenharia, depois da Bulgária e da Sérvia, a partir do qual desenvolve soluções de Software para clientes internacionais.

    Com um investimento de quatro milhões de euros, o novo escritório, no Porto, tem como objectivo criar um espaço à medida do modelo de trabalho híbrido que promove, da melhor circulação de colaboradores com deficiência e do equilíbrio da cultura portuguesa com o ADN internacional do grupo.

    Com mais de 1000 m2, o design e a arquitetura do escritório da Zühlke, reflectem a crescente cultura de flexibilidade e inclusão do talento tecnológico, no qual se apresenta um painel de azulejos criado por uma pintora da família do famoso artista português Amadeu de Souza-Cardoso, cabines para reuniões acessíveis a colaboradores com mobilidade reduzida, zonas de lazer e espaços híbridos.

    A abertura do novo espaço contou com a presença de Mariana Figueiredo Salvaterra, directora geral da Zühlke, em Portugal, e directora de Software Excellence, assim como Ana Correia, directora de Employer Branding dos Centros de Engenharia da Zühlke.

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    Agosto regista forte recuperação em Lisboa com 18.700 m2 de escritórios ocupados

    Mês contribui com 30% para actividade no acumulado do ano na capital. Mercado do Porto regista desempenho mensal residual, mas mantém ocupação anual acima de 2022, revela a consultora JLL no seu mais recente Office Flashpoint

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    O mês de Agosto apresentou uma forte recuperação da ocupação de escritórios em Lisboa, revela a JLL no seu mais recente Office Flashpoint. Neste mês, as empresas tomaram 18.700 m2 de escritórios na região, o melhor registo mensal de todo o ano 2023 e o qual contribui com cerca de 30% para a área ocupada no acumulado anual. O mercado de escritórios de Lisboa regista um take-up agregado de 62.500 m2 entre Janeiro e Agosto.

    “Trata-se de um crescimento assinalável face ao que tem sido a dinâmica do ano, considerando que até Julho tivemos uma ocupação média mensal na ordem dos 6.500 m2. O mercado vem dando sinais de uma recuperação sólida, mas relativamente lenta, e este mês abre expectativas de que esta trajetória possa acelerar, retomando-se as operações de maior dimensão”, explica Sofia Tavares, head of office leasing da JLL

    O mês registou 17 operações de ocupação de escritórios em Lisboa, das quais seis com mais de 1.000 m2, elevando a área média transaccionada para os 1.098 m2. No acumulado do ano, a área média mantém-se abaixo desse patamar, atingindo os 632 m2. A maior operação do mês somou 4.130 m2 tomados pelos escritórios do Hospital da Luz nas Torres de Lisboa, destacando-se ainda a ocupação de 2.427 m2 pelos CTT no Green Park. As duas operações foram concretizadas na zona 3 (Novas Zonas de Escritórios), eixo que se evidenciou no mês em análise, com 57% do take-up. Em termos de procura, o sector de TMT’s & Utilities foi o mais activo em Agosto, com 28% da actividade.

    Apesar do bom resultado registada em Agosto, a actividade anual continua 70% abaixo do período homólogo, comparando-se os 62.500 m2 tomados nos primeiros oito meses deste ano com os 207.300 m2 registados no mesmo acumulado de 2022. Nestes oito meses de 2023, a zona 3 foi também a mais dinâmica (27% do take-up) e o sector de TMT’s & Utilities liderou igualmente a procura (31% da absorção).

    No Porto, o mercado de escritórios segue acima da actividade do ano passado no acumulado de 2023, mas exibiu um desempenho residual em Agosto. Neste mês, foram tomados 2.500 m2 de escritórios neste mercado, numa quebra de 78% face ao mês anterior e traduzindo a concretização de apenas cinco operações, das quais uma com mais de 1.000 m2. Trata-se do arrendamento de 1.597 m2 pela Planet Payment no edifício Trinity, uma operação mediada pela JLL. Em reflexo desta transacção, a zona mais dinâmica do mês foi o CBD Baixa (63%) e o sector de procura as TMTs & Utilities (68%).

    No acumulado anual, o mercado soma 39.400 m2, mais 18% do que os 33.400 m2 ocupados em igual período de 2022. Nestes oito meses, foram as empresas de TMTs & Utilities (27%)e as de Outros Serviços (28%) que deram o maior impulso à ocupação de escritórios, destacando-se a zona do CBD Boavista, com 37% da take-up anual.

    A JLL consolida-se como uma importante força para o estímulo deste mercado, actuando em operações que somam 30% da área ocupado no ano em Lisboa e 26% no Porto

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    Conferência debate Inteligência Artificial no imobiliário

    A iniciativa, organizada pela CCA Law Firm, em parceria com a RICS – Royal Institution of Chartered Surveyors, decorre no dia 28 de Setembro

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    Para discutir os mais recentes desenvolvimentos em Inteligência Artificial (IA), em que se inclui o potencial da IA generativa e do ChatGPT, a CCA Law Firm organiza, em parceria com a com a RICS – Royal Institution of Chartered Surveyors, uma conferência, no próximo dia 28 de Setembro.

    Qual o impacto da IA no imobiliário e na construção? Quais os constrangimentos legais? Como é que as novas tecnologias podem influenciar as empresas e os cidadãos? Para responder a estas e outras questões, a sessão conta com a participação de Tomás Assis Teixeira, partner de Imobiliário da CCA, e com Kunal Gupta, ceo, empreendedor, investidor e autor sobre o IA no imobiliário e construção. A moderação ficará a cargo de José Covas, presidente da RICS Portugal.

    O evento decorre nos escritórios da CCA Law Firm, no Edifício Diogo Cão, Doca de Alcântara Norte em Lisboa. Os trabalhos têm início às 10 horas, sendo, em simultâneo, presencial e online.

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