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    Novo escritório da Seven Principles no Porto

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    Escritórios: Lisboa e Porto mantêm tendência de forte crescimento

    Segundo a análise da Savills para Lisboa e Porto, os números registados entre Janeiro e Maio levam a acreditar que 2024 será um ano “muito positivo”

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    A mais recente análise da Savills ao mercado de escritórios de Lisboa e Porto revela que, até Maio de 2024, este segmento tem mantido uma trajectória de forte crescimento nas duas principais urbes nacionais.

    Com uma subida de mais de 300% no volume de absorção, face ao ano anterior, o mercado de escritórios de Lisboa tem registado um crescimento “impressionante”, afirma Frederico Leitão de Sousa, head of Offices da Savills Portugal.

    “Estes números registados entre Janeiro e Maio levam-nos a acreditar que 2024 será um ano muito positivo e revelam a grande capacidade da capital para atrair empresas nacionais e internacionais”, acrescenta.

    Também Graça Ribeiro da Cunha, Offices associate da Savills Portugal | Porto Division, sublinha o “crescente” número de novas empresas de sectores estratégicos que continuam a escolher a região para se instalarem, reveladores do “grande dinamismo” e “capacidade de atracção” do Porto.

    Lisboa

    De Janeiro a Maio de 2024, Lisboa registou 118.786 metros quadrados (m2) de volume de absorção, mais que triplicando os 34.739 m2 do período homólogo de 2023. No total, neste período, foram fechadas 72 operações, o que representa um aumento de 20% face ao mesmo período de 2023. A zona do Parque das Nações com 48.233 m2 e a Nova Zona de Escritórios com 28.042 m2 registaram as melhores performances, com uma representação de 64% no volume total de absorção.

    Neste período foram registadas 21 operações acima dos mil m2, num total de 100.069 m2, valores muito acima dos observados no mesmo período de 2023. Os espaços flexíveis representaram 6,8% do volume total de absorção neste período acumulado.

    O sector financeiro foi responsável por 43% das operações fechadas, enquanto que o das TMT´s & Utilities correspondeu a 18%.

    A renda prime manteve-se estável nos 28€/m²/mês, posicionando novamente Lisboa como uma das cidades europeias com valor de renda prime mais competitivo, concorrendo com mercados como Atenas, Praga e Varsóvia.

    Porto

    No Porto, o mercado de escritórios registou no período acumulado de Janeiro a Maio de 2024 um volume total de absorção de 21.284 m2, reflectindo um aumento de 36% em relação ao mesmo período de 2023.

    Foram concluídas 38 operações neste período temporal, o que representa um aumento de 46% em relação ao ano anterior.

    A Zona de Matosinhos, com um peso de 38% no volume de absorção total, detém o maior volume de absorção acumulado neste período com um total de 10.327 m2. Seguido pela zona CBD Boavista com um volume de absorção total de 9.141 m2, num total de 19 operações e uma área média ocupada de 481 m2.

    Neste período o mercado de escritórios do Porto continuou a receber um número crescente de novas empresas (mais 61% face ao anterior), prova da sua atractividade crescente, em particular para o sector das TMT´s que contabilizou 52% do volume de absorção no período em análise. A renda prime manteve-se estável nos 19€/m²/mês.

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    Membros formalizam ‘Fundação da Construção’

    14 empresas do sector e três Ordens profissionais – Engenheiros, Arquitectos e Economistas – integram a iniciativa que é formalizada a 25 de Julho, no Técnico Innovation Center

    Os membros fundadores da ‘Fundação da Construção’ vão formalizar a constituição desta iniciativa no dia 25 de Julho, numa iniciativa que terá lugar no Técnico Innovation Centre, em Lisboa e que contará com a presença de Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação.

    A criação da ‘Fundação da Construção’ representa um momento “histórico” para o sector da construção em Portugal, considerando que é a primeira vez que as principais ordens profissionais e as maiores empresas do sector se unem numa iniciativa desta natureza.

    A iniciativa reúne as Ordem dos Engenheiros, Ordem dos Arquitectos e a Ordem dos Economistas, que, juntamente com 15 empresas do sector, ambicionam ser um “motor de mudança”, agregando a experiência e o conhecimento dos seus membros para responder aos desafios do presente e do futuro.

    Em casa está o “correcto dimensionamento das suas infraestruturas e do edificado, acautelando o desenvolvimento económico sustentável e a defesa do interesse e a autonomia nacionais”.

    Além disso, pretende-se que uma “um envolvimento mais activo” da sociedade civil na reflexão e na resolução dos problemas nacionais relativos à área da construção e que, até aqui, tem estado restrita à esfera político-partidária.

    Além das Ordens, os membros fundadores  são os A400 | Projetistas e Consultores de Engenharia, Alves Ribeiro Construção. Betar Consultores, Casais – Engenharia e Construção, Coba – Consultores de Engenharia e Ambiente, Conduril – Engenharia, Gabriel Couto – Construções Gabriel A.S. Couto, Grupo Visabeira, HCI – Construções, JLCM – J.L. Câncio Martins – Projectos de Estruturas, Mota-Engil Engenharia e Construção, NRV – Consultores de Engenharia, Teixeira Duarte – Engenharia e Construções e Ventura + Partners.

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    Câmara de Leiria adjudica construção da nova central de mobilidade por 2,3M€

    A decisão de construção deste equipamento ocorre na sequência do processo de venda das actuais instalações do terminal rodoviário na Avenida Heróis de Angola, situação que obrigou o Município a avançar com uma nova solução para garantir a continuidade da prestação deste serviço de enorme importância para a população.

    O executivo municipal de Leiria aprovou a adjudicação da obra de construção do TIL – Terminal Intermodal de Leiria, a central de mobilidade que irá nascer junto ao Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, para substituir a atual estação rodoviária, localizada no centro da cidade.

    A empreitada tem um investimento estimado em 2,3 milhões de euros e deverá ser executada num prazo previsto de 270 dias, ou seja, cerca de nove meses, e é intenção do Município que os trabalhos possam começar já no próximo mês de outubro, após o visto do Tribunal de Contas.

    Para além do transporte coletivo de passageiros das redes interurbanas e expressos, a nova infraestrutura receberá uma praça de táxis, uma estação da biclis e ligação ao serviço Mobilis e ao Percurso Polis, permitindo a intermodalidade de meios de transporte, numa zona de fácil acesso a diversos serviços e equipamentos.

    O TIL terá espaço para 15 autocarros, um edifício para serviços administrativos e sala de espera para passageiros, uma praça coberta, uma zona de descanso exterior e uma bilheteira, num total de 2.918 metros quadrados de área de construção, que serão complementados com iluminação no pavimento e nos números das docas.

    No centro da área de intervenção estará o edifício, que, com dois pisos, terá uma sala de espera com vista para todos os cais e com uma capacidade para 100 pessoas, um lounge para 20 utilizadores e uma área de encomendas, e, no primeiro andar, os serviços administrativos que terão uma sala de reuniões, quatro gabinetes, uma copa, instalações sanitárias, espaços de apoio e uma reação ao público para atendimento de apoio ao cliente.

    Toda a zona de circulação pedonal estará coberta por três estruturas alturas diferentes, numa referência conceptual à silhueta da copa dos pinheiros, às células humanas (enquanto elemento de conexão) e aos diagramas dos transportes públicos, reduzindo também o impacto de ocupação do solo.

    No capítulo da sustentabilidade, destaca-se a instalação de painéis fotovoltaicos numa das coberturas, com o objetivo de produzir energia suficiente para alimentar a iluminação exterior e interior, assim como a ventilação e a rede elétrica, reduzindo drasticamente a pegada ecológica do TIL.

    O projeto prevê ainda a recolha das águas pluviais para reservatórios, podendo depois ser utilizada para manutenção dos espaços verdes, limpeza ou nas instalações sanitárias.

    Enquadrada no desenvolvimento de uma política de mobilidade sustentável, com reforço da aposta nos transportes públicos, o Município estima que a empreitada possa começar no próximo mês de outubro, sendo objetivo que a nova central possa entrar em funcionamento um ano depois.

    Recorde-se que a decisão de construção deste equipamento ocorre na sequência do processo de venda das actuais instalações do terminal rodoviário na Avenida Heróis de Angola, situação que obrigou o Município a avançar com uma nova solução para garantir a continuidade da prestação deste serviço de enorme importância para a população.

    Por outro lado, pretende-se criar uma central que, ao contrário do acontece atualmente, ofereça boas condições de estadia de passageiros e de circulação de autocarros.

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    MAP Engenharia assina 4 contratos no valor de 70M€ 

    A empresa de construção portuguesa, anuncia a adjudicação de quatro novas obras em diferentes áreas do imobiliário em Cascais, Lisboa, Setúbal e Évora. Com estes novos contratos a carteira actual da construtora ascende a 160M€

    Em Abril de 2024, a MAP Engenharia já afirmava que 2024 seria um ano de duplicação de facturação, prevendo um volume de negócios de 80 milhões de euros. As perspectivas de crescimento para os próximos anos vão-se confirmando com a recente assinatura de quatro novos contratos de construção que somam cerca de 70 milhões de euros e que vêm dar respostas diferentes ao mercado imobiliário. A empresa de construção portuguesa faz crescer assim a sua carteira actual para 160 milhões de euros.

    José Rui Meneses e Castro, Co-Founder & Managing Director da MAP

    Em Cascais iniciaram o empreendimento Plátanos na Quinta da Marinha composto por 13 moradias no total e uma área de construção bruta de 5.313 m2. Em Lisboa, a construção da escola internacional Redbridge Campus Ajuda, localizada nos terrenos do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, na qual se pretende executar obras de adaptação dos edifícios existentes, convertendo-os em salas de aula, salas de actividades, salas de professores, instalações sanitárias, entre outras soluções escolares.

    Já em Setúbal o mega projeto residencial Vivva Setúbal que totaliza cerca de 30.000m2 de área total de construção, será composto por 237 apartamentos com tipologias que seguirão do T1 a T4, onde todos contam com estacionamento privativo e acesso exclusivo aos jardins, ginásio e à piscina do condomínio. Foi iniciada agora a 1ª fase de construção.

    Já no Alentejo, o antigo Convento do Carmo em Évora, será convertido num charmoso empreendimento hoteleiro, que se designará Carmo Convent Hotel e que virá a ser mais uma resposta distinta da oferta turística em Portugal.

    José Rui Meneses e Castro, co-founder & managing director da MAP afirma que “a conquista destas novas obras provam a versatilidade que a nossa empresa tem no sector da construção. Não se trata só de cumprir objectivos financeiros, mas de sentir a missão de um contributo efectivo à sociedade e que a confiança dos nossos clientes são o retorno efectivo do nosso trabalho. E esta não será a última notícia da MAP este ano, muito mais está para vir.”

     

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    Consórcio 5G.RURAL leva 5G a 70 mil pessoas em zonas remotas do Alentejo

    O projecto 5G.RURAL – 5G for rural smart communities of tomorrow, nasce de um consórcio liderado pela dstelecom e tem a ambição de garantir, até 2026, a implementação de uma panóplia de casos de uso assentes em 5G em zonas remotas do Alentejo, em áreas como a saúde, educação, energia, agricultura, turismo, arte e cultura, dando cobertura 5G a mais de 70 mil pessoas nesta região

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    A iniciativa foi aprovada no âmbito do mecanismo CEF (Connecting Europe Facility), no pilar Digital (CEF Digital), no âmbito da medida “5G for Smart Communities”, tendo sido seleccionada a par de nove outras propostas em território europeu. O projecto 5G.Rural está orçamentado em 5,3 milhões de euros, contando com um cofinanciamento de 75% por parte da Comissão Europeia, e reúne, além da dstelecom, líder do consórcio, a NOS, a Innovation Point e a IrRadiare.

    “A rede 5G não só melhorará a conectividade, como também irá promover o acesso a um conjunto de aplicações inovadoras, desde acção social e apoio ao envelhecimento activo, até educação com realidade aumentada e virtual, eficiência energética, agricultura, arte, cultura e turismo”, garante Ricardo Salgado, CEO da dstelecom.

    Os trabalhos de construção e operacionalização da rede vão durar três anos, com um foco na promoção de comunidades inteligentes e desenvolvimento de zonas com menor densidade populacional através da utilização da tecnologia 5G.

    Com o “5G.RURAL”, o consórcio pretende implementar uma solução escalável que integre as antenas e restantes componentes necessários de uma forma sustentável e integrada na paisagem, quer urbana como rural, já existente.
    “Estas soluções são concebidas para possibilitar a interacção com as comunidades. Além disso, queremos, no futuro, expandir os serviços disponíveis nesta infraestrutura, como quiosques digitais, carregadores eléctricos e outros recursos adicionais que promovam a ligação com as populações”, esclarece.

    O consórcio está já a trabalhar no desenvolvimento de várias soluções para implementação da rede 5G em neutral host.  “Depois de nos consolidamos no mercado enquanto multioperador da rede fibra em zonas com maior carência ao nível digital, nunca escondemos a nossa ambição de replicar o modelo de negócio neutro e de partilha no 5G e acelerar a sua implementação nas zonas rurais”, conclui Ricardo Salgado.

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    Monografia dos Granitos e Xistos, pedreira de xisto da Solicel, 3 Novembro de 2021, em Foz Côa. PAULO CUNHA / SLIDESHOW

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    BROOT une artistas, arquitectos e designers à indústria da Pedra Natural

    A ASSIMAGRA, lidera o projecto BROOT, o qual une diferentes sectores em torna da indústria da pedra natural nacional. A primeira colecção – “Dialogues” -, é composta por 25 peças únicas e irá marcar presença nas principais feiras internacionais de design e arquitectura, a começar em Setembro com a INDEX Saudi Arabia

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    BROOT, Dialogues from Within, o mais recente projecto liderado pela Associação Portuguesa da Indústria dos Recursos Minerais, ASSIMAGRA, funciona como um laboratório de inovação e criatividade que fomenta novas parcerias dentro de áreas que partilham a forte herança da pedra natural, principal matéria que brota da terra para se tornar obra.

    Promovido e coordenado pela Associação Portuguesa da Indústria dos Recursos Minerais, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) no âmbito da Agenda Verde Sustainable StoneByPortugal, BROOT tem o propósito de promover o diálogo e a inovação entre diferentes sectores, reforçando a internacionalização da indústria nacional.

    O objectivo do projecto é o de reforçar as dinâmicas de inovação e internacionalização das PME associadas à indústria da pedra natural, através de actividades tão diferenciadoras como a concepção e produção de uma colecção com peças de design originais.

    A colecção vai marcar presença nas principais feiras internacionais de design e arquitectura. A começar em Setembro com a INDEX Saudi Arabia, mas também na Maison et Objet (Janeiro 2025), a Milan Design Week (Abril 2025), a NYCxDesign (Maio 2025) e a Expo Osaka (Abril a Outubro 2025).

    Com curadoria de Gisella Tortoriello, a primeira coleção intitula-se “Dialogues” e surge do diálogo entre designers, artistas e arquitectos. Composta por 25 peças únicas e originais, coloca a pedra natural a dialogar com diferentes materiais sustentáveis, originários de várias regiões do país.

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    22ª edição da FIMAP com crescimento de 40%

    A FIMAP pretende impulsionar os sectores da indústria da madeira, silvicultura, exploração florestal e biomassa a nível nacional e internacional. A sua 22ª edição tem lugar de 24 a 26 de Outubro, na Exponor, e irá apresentar novas tecnologias, soluções e materiais inovadores que promovam práticas responsáveis

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    A Exponor vai receber, entre os dias 24 e 26 de Outubro, a 22ª edição da Feira Internacional de Máquinas, Acessórios e Serviços para a Indústria da Madeira, Silvicultura, Exploração Florestal e Biomassa, FIMAP. O evento pretende atrair empresas e profissionais de diversos países

    Em 2024, a feira passará a incluir os sectores de silvicultura e exploração florestal, destacando máquinas, equipamentos de apoio à produção e serviços para o sector florestal, além das indústrias transformadoras de madeira e resíduos florestais. Foi ainda reforçado o sector da Biomassa, ressaltando a sua importância como fonte de energia renovável. Esta actualização já impulsionou o aumento de área da Feira, 40% superior à da edição anterior.

    “A FIMAP não é apenas uma feira, é um catalisador de mudanças e inovações na indústria da madeira e sectores correlacionados. Estamos comprometidos em apresentar as últimas tecnologias e soluções, mas também em impulsionar práticas que respeitem e preservem o meio ambiente”, explica Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor.

    Pretende-se que o evento traga uma visão actualizada do mercado, como também proporcione oportunidades de networking e de negócios a todos os participantes. A empresa Lignotec estará entre os expositores, oferecendo a sua expertise de 25 anos. Para a empresa, a FIMAP é um cenário onde sempre se desenvolveram negócios, devido à sua importância no calendário nacional. “A FIMAP é muito importante para o sector e consegue chegar a um forte número de clientes, agregada ao seu reconhecimento de bem fazer”, afirma Vitorino Pacheco, CEO da Lignotec.

    A edição que se avizinha procura destacar as soluções para um planeta mais sustentável, mas também incentivar os participantes a adoptarem práticas inovadoras. A Lignotec, por exemplo, está comprometida em liderar esse movimento ao apresentar os seus novos sistemas de construção de casas em madeira, que reduzem significativamente a pegada de carbono, promovendo a sustentabilidade e a economia circular. Com uma previsão de 30% de crescimento face à última edição, a FIMAP promete ser um ponto crucial para o setor, reunindo um leque diversificado de intervenientes que apresentem as últimas inovações em prol do planeta.

    Além da exposição, a feira contará com workshops e palestras, que garantem a troca de conhecimento entre profissionais do ramo. Apresentar as últimas tendências e aliá-las aos negócios será um dos objectivos, por isso o certame vai concentrar-se nos temas que dominam a agenda. Segundo Vitorino Pacheco, a falta de mão de obra especializada e o aparecimento de novos produtos para colmatar a falta de matéria-prima, nomeadamente, a madeira, são os temas que têm vindo a moldar o sector. Estes e outros assuntos serão debatidos no programa, que será divulgado em breve.

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    Sun Cliffs Resort, em Lagos

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    Sotheby’s International Realty antecipa mercado imobiliário de luxo “mais vibrante” com descida das taxas de juro

    Seguindo a tendência internacional, também em Portiugal “poderemos assistir a uma recuperação na procura por imóveis, tanto por parte das famílias como por parte dos investidores, ambos sensíveis aos ciclos de política monetária”, refere Miguel Poisson, CEO em Portugal da consultora

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    No Luxury Report Intercalar, o primeiro da Sotheby’s International Realty, a consultora imobiliária antevê uma segunda metade de 2024 mais vibrante no segmento de luxo perante o início da descida das taxas a nível global.

    “Quando divulgámos o Luxury Outlook 2024 em Janeiro, havia uma expectativa de que haveria várias reduções das taxas de juros nos EUA em 2024, com base em indicações dadas pela Reserva Federal dos EUA (Fed). A descida dos juros poderia desbloquear o stock de imóveis, porque taxas mais baixas tornariam os pagamentos mensais das hipotecas mais acessíveis, permitindo o regresso ao mercado de potenciais compradores”, lembra Bradley Nelson, chief marketing officer da Sotheby’s International Realty.

    No momento em que é revelado o Luxury Report Intercalar, pensado para oferecer perspectivas mais dinâmicas sobre a evolução do mercado imobiliário de luxo, as taxas ainda não desceram nos EUA, “mas isso não quer dizer que o mercado imobiliário de luxo estagnou”, acrescenta. A expectativa é de que a Fed possa começar a descer os juros até ao final do ano, acompanhando um movimento que já se regista noutras geografias como é o caso da Zona Euro onde o Banco Central Europeu anunciou em Junho um primeiro corte.

    Os juros elevados impactaram nas transacções, reduzindo o número de operações e, consequentemente, os valores dos imóveis, em geral. Na Europa, assistiu-se a um ligeiro alívio nos preços, de 0,3% na Zona Euro e de 1,1% na União Europeia em 2023, variações que englobam as quebras de 7,1% na Alemanha, fruto do abrandamento económico, mas também subidas em economias que continuaram a apresentar ritmos de crescimento mais elevados, casos da Bulgária (10,1%), Croácia (9,5%), Lituânia (8,3%), Polónia (13%), e Portugal (7,78%).

    Com a descida de juros no horizonte, “poderemos assistir a uma recuperação na procura por imóveis, tanto por parte das famílias como por parte dos investidores, ambos sensíveis aos ciclos de política monetária”, refere Miguel Poisson. “Esta recuperação do lado da procura registar-se-á num contexto que é ainda de reduzida oferta, o que tenderá a traduzir-se em preços mais elevados no imobiliário residencial como um todo”, acrescenta o CEO da Portugal Sotheby’s International Realty. “O segmento de luxo tenderá a destacar-se, antecipando-se por isso um mercado mais vibrante nos próximos meses”, conclui.

    O J.P. Morgan Private Bank aconselhou, ainda em Abril, os seus clientes a investirem no imobiliário de luxo. “Agora é um bom momento para comprar uma casa de luxo”, escreveu o banco de investimento, antecipando a mudança de paradigma. Uma perspectiva corroborada por muitos dos mais de 26 mil especialistas da Sotheby’s International Realty, espalhados por 1.100 escritórios em 83 países e territórios. Em Portugal, a Portugal Sotheby’s International Realty tem 10 escritórios.

    “O momento [para comprar uma casa de luxo] é agora se estiver a olhar para o longo prazo”, diz Sam Jenkins, vice-presidente de Vendas na Jameson Sotheby’s International Realty, em Chicago, Illinois, nos EUA. “Na próxima Primavera poderá ser novamente um frenesim, com múltiplas ofertas e muitos compradores à espera”, acrescenta no Luxury Report Intercalar.

    Esta perspectiva é válida para imóveis em cidades como Nova Iorque, Londres ou Paris, metrópoles que atraem compradores de todo o mundo, mas é também cada vez mais para outras cidades de menor dimensão que assistiram a uma forte procura durante a pandemia de Covid-19.

    “As preferências dos compradores evoluíram, e continuamos a assistir à procura por casas com espaço ao ar livre, ginásios e espaços próprios para escritórios. A flexibilidade oferecida pelo trabalho remoto e híbrido permitiu que os compradores encontrassem um melhor equilíbrio entre trabalho e estilo de vida”, nota o presidente e CEO da Sotheby’s International Realty, Philip A. White Jr..

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    Centros Comerciais Alegro recebem projectos de autoconsumo em parceria com a Helexia

    Os projectos contemplam não só a instalação de painéis solares, que visam reduzir significativamente as facturas de energia dos centros comerciais, mas também a disponibilização de postos de carregamento eléctrico no Alegro Setúbal que permitem a carga de seis veículos em simultâneo

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    A Helexia, empresa internacional do sector da energia renovável, e a Nhood, plataforma de soluções e serviços imobiliários, uniram-se para implementar dois projectos de autoconsumo solar. Implementados nos Centros Comerciais Alegro Castelo Branco e Alegro Setúbal, activos sob gestão da Nhood, os projectos totalizam um investimento de 800 mil euros por parte da Helexia.

    Os projectos contemplam não só a instalação de painéis solares, que visam reduzir significativamente as facturas de energia dos centros comerciais e diminuir a dependência da rede eléctrica convencional, mas também a disponibilização de postos de carregamento eléctrico no Alegro Setúbal que permitem a carga de seis veículos em simultâneo.

    No Alegro Castelo Branco, a instalação de 912 painéis solares com 492 kWp terá capacidade para produzir anualmente 750 MWh de energia limpa, evitando a emissão de 352 toneladas de CO2 por ano. Isto vai representar uma poupança no consumo de energia eléctrica para o centro comercial de 40%.

    Já no Alegro Setúbal, serão instalados 1214 painéis solares, com 558 kWp, que vão produzir, anualmente, 798 MWh de energia limpa e evitar a emissão de 359 toneladas de CO2 por ano, o que equivale a uma redução de energia eléctrica de 29%.

    “Estamos entusiasmados por contribuir para um futuro mais sustentável através da implementação destes projectos de autoconsumo solar e mobilidade eléctrica em parceria com a Nhood. Acreditamos que a transição para uma energia verde é a solução para mitigar as emissões de CO2 e promover uma sociedade mais consciente do seu impacto no planeta”, afirma João Guerra, director de Marketing e Comunicação da Helexia Portugal.

    “Estamos comprometidos em promover iniciativas sustentáveis e relevantes para as comunidades e estes projetos vêm reforçar esse mesmo compromisso. A instalação de painéis solares e carregadores para veículos eléctricos vai, não só, permitir-nos melhorar o desempenho energético e optimizar os custos operacionais, como também reforçar o nosso posicionamento no mercado enquanto empresa do sector imobiliário que se preocupa em gerar valor e contribuir para um planeta e um futuro melhor”, afirmou, também, João Jesus, director de Sustentabilidade e Operações da Nhood.

    Com a transição para uma fonte de energia mais limpa e sustentável, espera-se uma redução substancial das emissões de gases com efeito de estufa, reforçando o compromisso estabelecido pela Nhood para alcançar a neutralidade carbónica até 2040.

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    Native Townhouses

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    Belas Clube de Campo faz balanço “muito positivo” da comercialização do Native

    Das 80 unidades lançadas no último ano, 60% dos apartamentos correspondentes ao Native Soul e Native Orion foram já comercializados, assim como metade das unidades do Native Townhouses

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    O Native, o novo projecto imobiliário no Belas Clube de Campo, completa um ano desde o seu lançamento e tem registado resultados que “atestam o sucesso” do projecto, com as vendas do primeiro semestre de 2024 a duplicarem face ao período homólogo.

    No espaço de um ano foram lançadas 80 novas unidades relativas aos três edifícios do empreendimento. Destas foram já comercializados 60% dos apartamentos correspondentes ao Native Soul e Native Orion.

    Já as Native Townhouses também mostraram um grande dinamismo, com 50% das unidades comercializadas em apenas um mês e meio.

    O Native prevê um investimento na ordem dos 100 milhões de euros, um projecto voltado para o publico nacional, que representa já mais de 50% das nacionalidades.

    “Um ano após o lançamento do Native, o balanço é muito positivo. Este é um projecto único com uma forte aposta pela arquitcetura, trazendo grandes nomes para o projecto como o arquitecto Miguel Saraiva e o arquitecto Eduardo Capinha Lopes. O objectivo é desenvolver uma oferta diferenciadora, de grande qualidade, destinada essencialmente a famílias nacionais, e que integre todos os serviços essenciais, numa localização privilegiada a apenas 15 minutos do centro de Lisboa” refere Joana Rodrigues Farinha, directora Geral Belas Clube de Campo/Native.

    O Native Orion, com assinatura do arquitecto Capinha Lopes, representa um investimento de 14 milhões de euros, estando a obra a cargo da Casais. Já as Native Soul e Native Townhouses conta com a assinatura do atelier de Miguel Saraiva.

    Além destas unidades, estão ainda em pipeline um total de mais 150 novas casas, incluindo um Hub com piscina, espaço de co-working, co-kitchen, kids club, ginásio, entre outros.

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    WellBe (Parque das Nações)

    Imobiliário

    Mercado de escritórios em “franca” recuperação

    Com um aumento “assinalável” no take-up, tanto em Lisboa como no Porto,  esta evolução foi influenciada pela conclusão de grandes transacções, com os três principais negócios a representarem metade do volume total de Lisboa e um terço no Porto

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    De acordo com os dados do primeiro semestre de 2024, divulgado pela consultora Cushman & Wakefield (C&W), os escritórios apresentam uma “franca” recuperação do sector, quando comparado com o período homólogo do ano passado.

    Com um aumento “assinalável” no take-up, tanto em Lisboa como no Porto,  esta evolução foi influenciada pela conclusão de grandes transacções, com os três principais negócios a representarem metade do volume total de Lisboa e um terço no Porto, demonstrando que a dinâmica do mercado está dependente da disponibilidade de áreas significativas em edifícios de qualidade.

    Este indicador, que analisa o volume de área tomada num determinado período é, no primeiro semestre do ano, de 122.600 metros quadrados (m2) para Lisboa, ultrapassando o volume total de todo o ano de 2023 (112.500 (m2) em 9%. Já na cidade do Porto, foram transaccionados 28.400 m2, um aumento homólogo de 13%.

    Segundo Pedro Salema Garção, partner e head of Offices da Cushman & Wakefield Portugal, a “procura por grandes áreas de escritórios permanece activa”, havendo a convicção de que “a introdução de novos edifícios de alta qualidade será fundamental para dinamizar o mercado”.

    Quanto a projecções, e face ao robusto pipeline de negócios em curso, a consultora estima um volume de ocupação a rondar os 200 mil m2 até ao final do ano em Lisboa, enquanto no Porto se prevê aproximadamente 65 mil m2, estimando-se que a renda prime registe uma ligeira subida no Porto, para os €20/m²/mês, estabilizando em Lisboa, nos €28/m²/mês.

    Em relação à actividade da Cushman & Wakefield, a consultora esteve envolvida nas maiores transações dos mercados de Lisboa e Porto do primeiro semestre, nomeadamente a compra (para ocupação própria) pela Caixa Geral de Depósitos do edifício WellBe na capital e o arrendamento da totalidade do Matosinhos Office Center por uma entidade que se mantém confidencial, na cidade Invicta.

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