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    Construção

    “Os Verdes” vão questionar Governo sobre “atrasos” nas obras do Alviela

    O deputado do PEV referiu que das seis obras previstas para recuperar este sistema, “poucas estão a avançar e verificam-se atrasos inexplicáveis”

    Ricardo Batista
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    “Os Verdes” vão questionar Governo sobre “atrasos” nas obras do Alviela

    O deputado do PEV referiu que das seis obras previstas para recuperar este sistema, “poucas estão a avançar e verificam-se atrasos inexplicáveis”

    Ricardo Batista
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    O partido ecologista “Os Verdes” (PEV) anunciou terça-feira que vai questionar o Governo sobre “atrasos” nas obras de reabilitação do sistema de tratamento de águas residuais de Alcanena, adiantou o deputado José Luís Ferreira.

    No final de uma visita ao concelho de Santarém, o deputado do PEV referiu que das seis obras previstas para recuperar este sistema, anunciadas há mais de um ano pelo ministério do Ambiente, “poucas estão a avançar e verificam-se atrasos inexplicáveis”. Por isto, José Luís Ferreira garantiu que o partido vai escrever ao Governo para saber quais as razões desses eventuais atrasos e que medidas estão a ser tomadas para solucionar a situação.

    Recorde-se que em Junho de 2009, foi assinado em Alcanena um protocolo entre o ministério do Ambiente, a autarquia local e os industriais dos curtumes, para a reabilitação do sistema de tratamento das águas residuais, que envolvia a reabilitação da ETAR de Alcanena, a construção de protecção contra cheias, a recuperação da rede de colectores, a recuperação da célula de lamas no aterro, a construção de uma unidade de tratamento de raspas verdes e a recuperação do Mouchão Parque em Pernes (Santarém).

    Nesta visita, o deputado do PEV esteve também reunido com habitantes do bairro de Santa Margarida, uma zona situada junto às barreiras de Santarém que desabaram em março deste ano, e disse à Lusa que ouviu queixas dos moradores, nomeadamente, por causa da notificação enviada pela câmara municipal a pedir-lhes que abandonassem as suas habitações neste local.

    “As pessoas foram intimidadas, quase obrigadas a saírem de suas casas, sem que a câmara de Santarém lhes tenha dado qualquer alternativa”, criticou José Luís Ferreira, que pede à autarquia para não “responsabilizar os moradores pelo problema” e para “lhes dar soluções viáveis” para abandonarem o local.

    O deputado diz que já falou com o presidente da autarquia, Francisco Moita Flores (PSD), e afirma que lhe foi garantido que a situação destes moradores vai ser analisada caso a caso. “Senti um recuo por parte da câmara municipal e o presidente explicou-nos que a notificação foi mais um aviso do que uma ordem imperativa”, afirmou.

    José Luís Ferreira criticou ainda a gestão urbanística desta zona da cidade, referindo que estão a ser construídos edifícios que são “pouco favoráveis” à resolução do problema da erosão das barreiras de Santarém. “Já sugerimos também há muito tempo a plantação de espécies de árvores e plantas que possam ajudar a evitar a erosão dos solos nesta zona”, disse ainda o deputado do PEV.

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    Luís Rebelo de Andrade

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    Luís Rebelo de Andrade recebe Prémio Rafael Manzano 2023

    O prémio será entregue no âmbito do IV Congresso Internacional de Construção, Arquitectura e Urbanismo Tradicionais, no próximo dia 16 de Novembro, em Cascais, no Palácio da Cidadela, a partir das 18h30

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    No âmbito do IV Congresso Internacional de Construção, Arquitectura e Urbanismo Tradicionais, o Prémio Rafael Manzano 2023 vai ser entregue a Luís Rebelo de Andrade no próximo dia 16 de Novembro, em Cascais, numa cerimónia que decorre no Palácio da Cidadela em Cascais, a partir das 18h30.

    O IV Congresso Internacional de Construção, Arquitectura e Urbanismo Tradicionais prevê, ainda, um conjunto de conferências com a participação de diversos arquitectos portugueses. A começar, no dia 16, estão previstas três conferências em Porto Brandão, na Rua Bento de Jesus Caraça, 43 e, no dia 17, o Congresso prossegue com mais conferências na sede nacional da Ordem dos Arquitectos, em Lisboa, entre as 9h30 e as 13 horas. A conferência de Luís Rebelo de Andrade, “Lugar e Identidade” encerra os trabalhos.

    O Prémio distingue o percurso profissional do arquitecto, no seu contributo para a continuidade da tradição arquitectónica, tanto em obras de reabilitação do património arquitectónico e urbano como em obras novas, que sendo baseadas nas tradições locais, sejam capazes de integrar-se harmoniosamente nos respetivos conjuntos.

    O Prémio é convocado pela Fundação Culturas Construtivas Tradicionais, com o apoio da International Network for Traditional Building, Architecture and Urbanism (INTBAU), Kalam, Fundação Serra Henriques e Real Academia de Bellas Artes de San Fernando e conta com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República de Portugal.

    Atribuído pela primeira vez em Outubro de 2012, em Espanha, o Prémio Rafael Manzano de Nova Arquitetura Tradicional foi, em 2017, ampliado a Portugal com o apoio da Ordem dos Arquitectos. Entre os arquitectos portugueses, foram anteriormente distinguidos, em 2017, José Baganha, e em 2019, António Maria Braga e Alberto Castro Nunes.

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    IKEA chega ao centro de Lisboa

    Primeiro Estúdio de Planificação e Encomenda em Lisboa e fora de um centro comercial, conta com 156 m2 e é parte de um investimento anual de 1,5 M€ neste tipo de formato

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    A IKEA inaugurou o seu primeiro Estúdio de Planificação e Encomenda em Lisboa e com a particularidade de ser fora de um centro comercial. Em plena Avenida da República, o novo espaço conta com 156 metros quadrados (m2) de área útil e é parte de um investimento anual de 1,5 milhões de euros neste tipo de formato.

    “Os Estúdios de Planificação são actualmente a principal ferramenta de expansão da IKEA em Portugal e acreditamos muito neste formato. Traz proximidade, conveniência e personalização de atendimento. Sabemos que viver em espaços pequenos é um desafio crescente para a maioria das pessoas, especialmente nos centros urbanos. Paralelamente, a necessidade de soluções acessíveis, funcionais e de qualidade é também crescente, o que torna a oferta IKEA e o nosso conhecimento sobre a vida em casa ainda mais relevantes”, explica Erin Jie Shi, directora comercial da IKEA Portugal.

    Depois das aberturas em Almada, Cascais, Coimbra, Lagos, Leiria, Seixal, Setúbal, Sintra e Vila Nova de Gaia, a inauguração de um Estúdio de Planificação e Encomenda em Lisboa vem reforçar o compromisso da IKEA em se tornar mais próxima e mais conveniente a um número cada vez maior de pessoas.

    Com foco especial em cozinhas e roupeiros, o cliente tem a possibilidade de planificar a sua casa e encomendar todos os produtos da gama IKEA. Este processo é depois complementado pelos serviços de Click and Collect, transporte, entrega e/ou montagens pelos quais os clientes podem optar, conforme as suas preferências e necessidades.

    Esta abertura é acompanhada por um investimento na estratégia de acessibilidade de serviços da marca de origens suecas, que passa a disponibilizar o serviço de recolha móvel na freguesia das Avenidas Novas.

    Neste momento, a IKEA tem um total de 10 Estúdios de Planificação e Encomenda em Portugal, estando previsto, até ao final do ano, a abertura do primeiro espaço na Madeira.

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    Remax Collection comercializa ‘Casas da Bela Vista’

    Este empreendimento, inserido no projecto Reserva do Alecrim, é composto por 18 ‘tiny houses’. A sua conclusão está prevista para o primeiro trimestre de 2025

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    As Casas da Bela Vista é o novo empreendimento premium com comercialização da Remax Collection. Este eco resort, localizado entre Melides e Santigo do Cacém, no distrito de Setúbal, está inserido na Reserva do Alecrim.

    “Este projecto chave na mão é uma oportunidade para viver no meio da natureza com todo o conforto, possibilitando a aquisição de segunda habitação para utilização própria num condomínio de luxo, ou para rentabilização com retorno do investimento garantido através do arrendamento turístico, para além da excelente taxa de valorização imobiliária que se verifica nesta zona cada vez mais exclusiva”, considera Beatriz Rubio, CEO da Remax Collection.

    Este empreendimento é composto por 18 casas sustentáveis de tipologia T1+1, também chamadas de ‘tiny houses’, com preços até aos 310 mil euros. A conclusão do projecto está prevista para o primeiro trimestre de 2025.

    Com uma área útil privativa de 80 metros quadrados (m2) , inseridas num lote de terreno com dimensões que variam entre os 280 m2 e os 320 m2 cada uma destas casas é constituída por um quarto de casal, mobilado com uma cama queen size e um quarto de criança com beliche, uma casa de banho, uma sala comum e cozinha, em open concept, totalmente equipada e decorada, uma varanda de madeira de 40 m2 mobilada, com acesso a um pequeno jardim e a um passadiço para o lago, incluindo ainda um lugar de estacionamento com carregamento para carros eléctricos.

    Este resort ecológico dispõe de várias amenities comuns, que todos os seus proprietários podem usufruir, desde uma piscina infinita, a uma piscina biológica, uma piscina interior aquecida, duas lagoas, dois restaurantes, um ginásio, um parque infantil e, ainda, um kids club.

    A Reserva do Alecrim é um eco resort que aposta na reciclagem e reutilização de água, na reflorestação e na promoção da economia local, tendo ganho o prémio Líderes do Turismo 2023, atribuído pelo Turismo de Portugal.

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    OLI apresenta louças sanitárias cerâmicas que reduzem o consumo de água

    A OLI acaba de adicionar sanitas e bidés à sua gama de produtos. A marca apresenta três colecções, Lake, River e Lagoon, que desafiam a geometria, com linhas rectas ou curvas, e garantem, simultaneamente uma maior eficiência hídrica

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    A produzir há mais de 40 anos sistemas de instalação sanitária, nomeadamente autoclismos, a OLI dá um passo importante para a integração de soluções no espaço de banho, ao adicionar sanitas e bidés à sua gama de produtos.

    A marca apresenta três colecções, Lake, River e Lagoon, que desafiam a geometria, com linhas retas ou curvas, e garantem uma maior eficiência hídrica. Com excelentes performances de poupança de água, a OLI dispõe agora do conjunto para o espaço de banho – sanita e autoclismo – que assegura um consumo de 4 litros de água na descarga completa e 2 litros na meia descarga do autoclismo.

    Como interface para a acção da descarga do autoclismo, está disponível uma diversidade de placas de comando, conjugando funcionalidade e estética no espaço de banho.
    Com este lançamento, a OLI consolida o seu posicionamento de marca de referência em soluções de banho eficientes e seguras, com uma ampla oferta de produtos: autoclismos interiores e exteriores, placas de comando, torneiras misturadoras e bases de duche.

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    Nova vida para antiga Refinaria de Matosinhos

    Os trabalhos de demolição da antiga Refinaria de Matosinhos arrancaram no final de Outubro e vão demorar, sensivelmente, dois anos e meio. Esta é a face mais visível de um processo que já leva dois anos

    A face mais visível do “processo de descomissionamento e desmantelamento” da antiga Refinaria de Matosinhos arrancou durante o mês de Outubro. O processo de desactivação teve início em 2021 e ao longo dos últimos 24 meses foi implementado “um vasto conjunto de operações preparatórias”, entre as quais se incluiu “a paragem, em segurança, das unidades processuais, bem como a limpeza e desgaseificação de todas as unidades processuais, equipamentos e tubagens de forma a garantir a eliminação de hidrocarbonetos e produtos”, explica a Galp no site dedicado ao projecto de demolição da refinaria através do qual poderá ser acompanhado o processo. Também essencial foi a separação física entre a refinaria a demolir e o parque logístico, que se mantém em funcionamento para assegurar o abastecimento da região norte do país. Trabalho que ficou concluído nos últimos meses.
    Segundo a informação disponibilizada, o plano de demolição incidirá, numa primeira fase, na zona sul (ver mapa), com a demolição dos tanques de armazenagem, que teve já parecer favorável da Agência Portuguesa do Ambiente.

    “A complexidade do procedimento é extensível também a todo o processo de licenciamento associado a uma operação desta envergadura, incluindo todo o trabalho preparatório até à emissão das licenças de demolição (que envolveu pareceres de um conjunto significativo de entidades públicas) ou concursos para escolhas de empreiteiros”, refere a Galp.
    Os trabalhos que vão desenrolar-se durante os próximos dois anos e meio e incluem um vasto conjunto de medidas “para monitorizar, controlar e mitigar possíveis constrangimentos pontuais, sejam eles relacionados com ruídos, poeiras, odores ou movimento de viaturas”. Finalizado o “descomissionamento, desmantelamento e demolição”, seguir-se-á a fase de reabilitação ambiental dos solos, propriamente dito.

    Muito embora o processo de caracterização ambiental já tinha sido iniciado a “remedição dos solos” apenas ocorrerá após a conclusão dos trabalhos de demolição. Só nessa altura será possível ter o retracto completo sobre o estado de afectação dos solos e águas subterrâneas da refinaria. Este será um processo faseado, de longa duração, que irá ocorrer por áreas de intervenção pré-definidas. O processo de remediação dos solos e águas subterrâneas dependerá do estado de afectação dos mesmos e do seu uso futuro, que não está ainda definido. “A duração destes trabalhos dependerá também das metodologias que venham a ser consideradas adequadas para cada área de intervenção, sendo que o plano de remediação é sujeito a licenciamento pela CCDR-Norte e que as soluções de remediação e a sua calendarização serão aí estabelecidas.”

    “Nova vida” em preparação
    “Mais do que o fim de uma era, encaramos este momento como um novo começo: o da reconversão da refinaria e da concretização de uma visão de futuro, alinhada com os princípios da inovação, da transição energética e da sustentabilidade”.
    Nesta nova vida há espaço para a manutenção de algumas das infraestruturas actuais num movimento de “valorização e preservação” da memória e da história do local que é visto como um “factor diferenciador e um ponto forte do projecto de urbanização”. “As instalações a manter foram definidas em conjunto com a Câmara Municipal de Matosinhos, ponderando o seu impacto e futuro potencial de utilização, mas também as implicações sobre os trabalhos de demolição e de manutenção e conservação das estruturas a preservar, bem como da remediação ambiental do local”.

    A Galp e a Câmara Municipal de Matosinhos já chegaram a acordo sobre os princípios orientadores para o projecto de reconversão na área da antiga refinaria de Matosinhos, fundamentais para o desenho de um Masterplan. Relativamente ao futuro a informação disponibilizada no site do projecto refere que “a perspectiva macro deste projecto de reconversão assenta na capacidade de atrair investimentos mobilizadores nacionais e internacionais que garantam emprego qualificado, nomeadamente através da configuração de um hub tecnológico, estruturado num polo universitário, num parque tecnológico e em centros empresariais. A reconversão deverá também garantir uma estrutura urbana plural nas suas diferentes escalas e modos de mobilidade, aplicando princípios urbanísticos das ‘Eco Smart Cities15’, em harmonia com o ecossistema ambiental e respeitando as características específicas de frente marítima.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Congresso da CMM regressa em Novembro

    A 14ª edição do Congresso promovido pela Associação Portuguesa de Construção Metálica e Mista, CMM, que está agendada para 23 e 24 de Novembro, será dedicada ao debate da “Construção Modular” e na “Manufactura Aditiva”. Espanha é o país convidado num evento que regressa ao formato presencial

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    O encontro que visa disseminar o reconhecimento técnico sobre a construção em aço, está agendado para os dias 23 e 24 de Novembro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

    Durante dois dias as empresas da fileira da construção metálica – siderurgia, metalomecânicas, construção, montagem, importadores e armazenistas, produtores de perfis e componentes de aço, consultoria e projecto, equipamentos e instituições de ensino e de investigação – vão reunir-se para debater a inovação do sector, em particular no domínio da “Construção Modular” e da “Manufactura Aditiva”, dois dos temas centrais do encontro.

    Com cerca de 30 sessões técnicas previstas para os dois dias, a sessão de abertura do congresso contará com a presença da secretária de Estado da Habitação, Maria Fernanda Rodrigues. A responsável estará presente na sessão de abertura bem como na sessão dedicada à “Construção Modular”. Aquele que é hoje um dos maiores desafios transformador do sector da construção, no seu todo, conta ainda com a participação RSHP, da Bysteel e da ARUP, empresas na linha da frente do desenvolvimento em torno da construção modular e do aço.

    A manhã do primeiro dia do encontro encerrará com a sessão dedicada à “Economia e Legislação”, que será presidida pelo secretário de Estado da Economia, Pedro Cilínio, e conta com as intervenções do IPQ, da Martifer e da ASAE.

    A sessão dedicada ao debate da “Manufactura Aditiva” terá a contribuição da investigadora e arquitecta Stefana Paracho, fundadora do Laboratório de Computação Criativa e de Luís Simão da Silva, presidente da CMM.

    O congresso contará, entre outros, com a presença de José Miguel Castro, membro efectivo co Comité técnico 13, sobre Projecto Sísmico da Convenção Europeia para a Construção em Aço, que irá falar sobre “As estruturas mistas aço-betão no contexto da nova geração dos Eurocódigos”, do especialista László Dunai, cujas principais áreas de investigação abrangem estruturas de aço e estruturas mistas aço-betão, sistemas estruturais de paredes finas, estabilidade e fadiga de pontes. Também já confirmada está a presença de Jean-François Demonceau (resistência e estabilidade de estruturas de aço e estruturas mistas), e de Markus Knobloch (especialista em estabilidade e durabilidade estrutural e desempenho de risco estrutural).

    Espanha é país convidado do 14º Congresso da CMM, um mercado cada vez mais importante para a fileira portuguesa, proporcionado pela proximidade geográfica e pela dimensão e oportunidades.

    A importância dos recursos humanos
    Este ano o Congresso de Construção Metálica e Mista irá realizar uma feira de emprego em parceria com instituições de ensino e as empresas do sector. O objectivo é o de disponibilizar um espaço dedicado aos estudantes, criando oportunidades para estes estabelecerem o primeiro contacto profissional.
    Esta primeira edição da feira de empresa irá contar com a presença de 17 empresas do sector da construção e engenharia: Bysteel, Constálica, Construsoft, DNC Técnica, EISP Qualidade, Ergicon, Fametal, Galvaza, JP Engenharia, Leica, Martifer, Metalogalva, O Feliz, Pecol, Rawlplug, Slefty e Tecofix.

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    ISEL apresenta residência de estudantes “carbono zero”

    Financiada no âmbito do Programa Alojamento Estudantil a Custos Acessíveis, a nova residência conta com uma verba de cerca de 7 500 milhões de euros

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    O Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL) acaba de anunciar o arranque da “Residência ISEL Carbono Zero”, um projecto que se destina à construção de uma residência para alojamento de estudantes, docentes e investigadores. Financiada no âmbito do Programa Alojamento Estudantil a Custos Acessíveis, com uma verba de cerca de 7 500 milhões de euros, esta residência integrará um conjunto de novas infraestruturas.

    Além de possibilitar o alojamento a custos reduzidos de estudantes deslocados nacionais e estrangeiros, com uma capacidade máxima de 230 camas, esta residência constitui-se como peça fundamental numa infraestrutura mais abrangente de um eco-campus em meio urbano, que contará também com um HUB de investigação e formação avançada, com laboratórios tecnológicos, salas de formação, zona de incubadora de startups e espaços empresariais, a desenvolver em Marvila.

    Estima-se que esta residência possa dar início ao seu funcionamento no ano letivo 2025/2026.

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    Terminal Intermodal de Campanhã ganha 9ª edição do Prémio Enor

    Júri destacou o projecto como uma “infraestrutura que aborda a complexidade morfológica em que se insere, apresentando-se como um primeiro passo para aproximar as partes dispersas”

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    Num concurso com mais de 300 projectos submetidos, foram destacadas sete obras portuguesas para a final, entre as quais o Terminal Intermodal de Campanhã (TIC). O projecto, da Brandão Costa Arquitectos, foi considerado a melhor arquitectura de Portugal e venceu o Grande Prémio Enor 2023.

    O júri, constituído pelos arquitetos Inês Lobo, Carlos A. Pita Abad, Francisco Vieira de Campos, Anatxu Zabalbeascoa e Carlos Quintans, viu o TIC como “um projecto de infraestrutura que aborda a complexidade morfológica em que se insere, apresentando-se como um primeiro passo para aproximar as partes dispersas”.

    Inaugurado em Julho de 2022, o Terminal Intermodal de Campanhã nasceu para melhorar a mobilidade de quem visita e de quem reside na cidade do Porto. Até ao momento, passaram pelo terminal mais de sete milhões de pessoas.

    Recorde-se que este projecto já tinha sido distinguido, em 2021, pela Associação Internacional de Críticos de Arte, como “um dos mais relevantes projectos públicos em curso no Porto”. Já este ano, o terminal conquistou os prémios “Melhor Empreendimento Imobiliário – Espaços Públicos” e “Prémio Imobiliário – Projeto de Impacto Económico, Social e Ambiental”, pelo Salão Imobiliário de Portugal e a SIC/Expresso, respectivamente.

    Esta foi a nona edição do Prémio de Arquitectura Ascensores Enor e tem na “inovação” um dos seus valores centrais. Várias décadas depois, a Enor continua a ser uma das empresas de referência no sector das acessibilidades e da mobilidade sustentável que, de forma permanente, desde 2005, segue com a aposta neste Prémio que reconhece, divulga e promove a melhor arquitectura desenvolvida na Península Ibérica.

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    “Acreditamos que a madeira faz parte das soluções construtivas do futuro”

    Contabilizam 22 projectos, entre urbanos e turísticos, uns já concluídos, outros em desenvolvimento. Entre finais de 2023 e início de 2024 esperam arrancar com quatro novos projectos em Lisboa e uma obra de infraestrutura, em fase final de licenças. Mas o próximo ano reserva, também, mais desenvolvimentos nos projectos da Comporta. Depois da conclusão das infraestruturas, o projecto avança para novas fases em termos de serviços e habitação e a entrada de branded-residences. Ao CONSTRUIR, José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties, fez a actualização da actividade do Grupo e indica algumas novidades

    Cidália Lopes

    Entre Lisboa, Oeiras, Algarve e Comporta, os projectos da Vanguard Properties somam uma área bruta de construção (ABC) de cerca de 1.024 mil m2 acima do solo, num investimento total superior a 1,2 mil milhões de euros. Chegados a este patamar, o Grupo junta a estes números um conjunto significativo de participações em diversas empresas nacionais, estratégia na qual já contabilizam um investimento de cerca de 75 milhões de euros e que visa criar “um verdadeiro cluster no sector da construção” não só para a Comporta, como para outros clientes e mercados. Não obstante o sentimento de incerteza que se gerou com as recentes medidas do Governo, estão a “avaliar o Porto” e “interessa-lhes” a Madeira. Entretanto, em fase de estudo está um “grande” projecto urbano de acordo com novos métodos construtivos.

     

    Terras da Comporta

    Chegados aos 22 projectos, que estratégia antecipam para 2024? 

    Perspectivamos manter a nossa actual estratégia, de promover produtos únicos e serviços de excepção. Em Lisboa, esperamos, iniciar quatro projectos de construção entre finais de 2023 e 2024 que estão, neste momento, na fase final do processo de emissão de licença de construção e uma obra de infraestrutura para posterior construção, da qual também aguardamos licença. Infelizmente, aguardamos há demasiado tempo.

    Vamos agora entrar num processo de reflexão sobre se continuaremos a investir em Portugal. Várias recentes decisões, parecem demonstrar que Portugal está a caminhar para o lado errado, e por isso, surgem dúvidas se queremos estar cá”

    Estarão novos investimentos a surgir brevemente? E em que localizações? 

    Além dos que já referi e que estão em desenvolvimento não detectamos, por ora, novas oportunidades em Lisboa, mas continuamos à procura. Entretanto iremos avançar com um projecto em Oeiras. Trata-se de um terreno de 30 hectares onde vamos ter um projecto com uma arquitectura e construção sustentável.

    Qual o montante de investimento previsto para o próximo ano? 

    Para 2024 contabilizamos um investimento na ordem dos 150 milhões de euros, só em obra. Este montante inclui não só os projectos que esperamos dar início em 2024, mas também em Lisboa, mas também em Oeiras e na Comporta, onde continuamos a desenvolver os nossos três projectos: Muda Reserve, Dunas e Torre.

    A região Norte não vos suscita interesse ou esta é uma localização a ponderar? E as ilhas, nomeadamente a Ilha da Madeira, actualmente muito procurada por estrangeiros também? 

    Estamos a avaliar o Porto e interessa-nos a Madeira. No entanto, vamos agora entrar num processo de reflexão sobre se continuaremos a investir em Portugal. Várias recentes decisões, parecem demonstrar que Portugal está a caminhar para o lado errado, e por isso, surgem dúvidas se queremos estar cá.

    Entre o conjunto de investimentos têm o Riverbank Tejo, aquele cujo segmento mais se aproxima da classe média. Como tem estado a correr esta experiência, tendo em conta o elevado tempo de espera para o seu licenciamento? Pretendem continuar a investir neste segmento? 

    O processo tem sido muito moroso, cerca de quatro anos para licenciar uma infraestrutura. Com as alterações de mercado, nomeadamente, os custos de construção e o aumento das taxas de juro, a que se soma o custo financeiro inerente ao tempo de licenciamento, neste momento, é impossível ali realizar um projecto para a classe média visto que o custo total expectável ultrapassa o valor da venda.

    No entanto, ainda não desistimos de realizar um projecto para a classe média-alta, se conseguirmos encontrar soluções técnicas e de qualidade, equilibradas.

    White Shell

    Embora o residencial seja o vosso core business, que investimentos noutras áreas poderão ter interesse? 

    Eventualmente o turismo e hotelaria. Já temos um primeiro projecto a funcionar no Algarve, o White Shell e na Comporta temos vários loteamentos para desenvolver hotéis e branded-residences. Este é um segmento com grande expansão a nível internacional e ainda pouco conhecidos em Portugal, pelo que consideramos que têm elevado potencial no nosso mercado.

    O futuro da madeira

    Na Comporta, temos vários loteamentos para desenvolver hotéis e branded-residences. Este é um segmento com grande expansão a nível internacional e ainda pouco conhecidos em Portugal, pelo que consideramos que têm elevado potencial no nosso mercado”

    Sobre os projectos Terras da Comporta em que fase se encontram tanto o Torre, como o Dunas? E o que nos pode dizer em relação à comercialização?

    No Dunas terminámos as obras de infraestruturas, inauguramos o Dunas Golf Course no passado dia 5 de Outubro, e vamos agora avançar com as zonas comerciais, administração e vendas, espaço para crianças e os primeiros lotes residenciais. Estamos a negociar a entrada das marcas hoteleiras e de branded-residences.

    No Torre, estamos a cerca de três meses da conclusão das infraestruturas e estamos na fase final da modelação do golfe, previsto abrir no primeiro trimestre de 2025. Esperamos começar as vendas residenciais em 2024.

    Também sobre o Muda Reserve, cujas primeiras casas já começaram a ser construídas, como está neste momento a sua comercialização? 

    Vamos, finalmente, concluir a infraestrutura rodoviária de acesso à aldeia. Estamos a construir as primeiras casas em madeira e a resposta do mercado tem sido muito positiva. Vamos também acelerar a construção da zona comercial, já contratámos as obras de arte do Vhils e estamos a ultimar o projecto da Capela. Muito em breve, lançaremos mais 20 a 30 unidades em venda.

    Muda Reserve – Casa da Chaminé

    Partindo da vossa experiência na Comporta no que diz respeito à mudança de paradigma da construção, para quando essa aposta em projetos mais urbanos e de maior dimensão? Este é algo que está nos vossos planos? 

    Sim. Neste âmbito, vamos apresentar, em 2025, um projecto urbano, de grande dimensão, essencialmente residencial, com alguns serviços e componente turística.

    Industrialização do sector

    Só com a industrialização do sector seremos capazes de vencer os desafios da falta de mão-de-obra, trazer mais mulheres para o sector, aumento da velocidade de execução e desenvolver projectos mais sustentáveis”

    Uma das estratégias do Grupo em relação ao investimento que estão a fazer na região da Comporta prende-se com a aquisição de diversas indústrias. Uma solução encontrada para dar uma resposta mais célere à necessária empreitada que envolve os projectos. No fundo, não são apenas promotores, mas também têm um papel importante na indústria da construção. Esta é uma estratégia para manter a longo prazo? Ou apenas durante o tempo de construção das obras? 

    Só com a industrialização do sector seremos capazes de vencer os desafios da falta de mão-de-obra, trazer mais mulheres para o sector, aumento da velocidade de execução e desenvolver projectos mais sustentáveis.

    Para nós estes investimentos visam criar um verdadeiro cluster no sector da construção, numa primeira fase, produzindo em parte para a Comporta – o nosso futuro showroom – mas visando sempre, outros clientes e mercados, nomeadamente, a exportação. Acreditamos que a madeira faz parte das soluções construtivas do futuro.

    Neste sentido, que outras empresas poderão, entretanto, integrar esta vossa estratégia de acção? E em que áreas? 

    Algumas indústrias na área da industrialização de processos, relacionados com AVAC, Ventilação, Electromecânica, Água e Esgotos, bem como determinados materiais de acabamentos.

    Qual o montante já investido nesta estratégia?

    Estamos a aproximar-nos dos 75 milhões de euros já investidos

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

    Jornalista
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    Arquitectura

    ‘Arquitectura e Metaverso’ em masterclass na Roca Lisboa Gallery

    A masterclass, dia 15 de Novembro, às 18h30, conta com o arquitecto Leonardo Marchesi. Neste evento será possível embarcar numa “viagem visionária” que explora a transição do design arquitectónico convencional para o metaverso

    CONSTRUIR

    O Roca Lisboa Gallery vai receber, a 15 de Novembro, a masterclass Arquitectura e Metaverso, com o arquitecto Leonardo Marchesi. Neste evento “transformador”, será possível embarcar numa “viagem visionária” que explora a transição do design arquitectónico convencional para o reino de vanguarda do metaverso.

    “À medida que a paisagem digital revoluciona a forma como interagimos com espaços e experiências, mergulhamos na fusão de criatividade, tecnologia e inovação, moldando o futuro da evolução arquitectónica”, indica a Roca em comunicado.

    O encontro pretende, ainda, “desbloquear o potencial ilimitado na combinação entre aquilo que conhecemos como tradicional com as possibilidades ilimitadas do metaverso, capacitando os arquitectos a projectar mundos imersivos e interconectados como nunca foi feito”

    Este é um evento presencial, de entrada livre, mas requer inscrição obrigatória uma vez que os lugares são limitados.

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