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Jular Madeiras constrói maquete da recuperação da abóboda da Igreja de Santa Isabel

“O envolvimento da Jular Madeiras consistiu na construção de uma maqueta de grande escala, a 1:8, na qual é possível entrar e visualizar a proposta de recuperação”

Ana Rita Sevilha
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Jular Madeiras constrói maquete da recuperação da abóboda da Igreja de Santa Isabel

“O envolvimento da Jular Madeiras consistiu na construção de uma maqueta de grande escala, a 1:8, na qual é possível entrar e visualizar a proposta de recuperação”

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A Jular Madeiras, empresa especializada no segmento das madeiras e da construção sustentável, associou-se a um grupo de entidades que pretende proceder à recuperação da abóbada da Igreja de Santa Isabel, em Lisboa, anunciou a empresa.

Esta iniciativa resultou do facto de o estado de degradação do tecto ter originado a necessidade de o substituir, bem como de proceder à pintura do mesmo, explicou a Jular.

“O envolvimento da Jular Madeiras consistiu na construção de uma maqueta de grande escala, a 1:8, na qual é possível entrar e visualizar a proposta de recuperação”.

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Esta maqueta vai ser inaugurada hoje, dia 14 de Outubro, na Appleton Square – contando para isso com o apoio da Appleton Domingos Arquitectos, e integra a 2ª edição da Trienal de Arquitectura mantendo-se em exposição até 13 de Novembro.

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Eaton traça tendências energéticas para 2022

Para a Eaton, empresa que actua no sector de energia, a forma de pensar e compreender como será o futuro da energia é olhar o passado

Antes da emergência de recursos energéticos como o carvão, o petróleo e o gás o recurso a fontes de energia significava interagir directamente com as mesmas, mas com a pandemia a queda significativa da procura foi seguida de uma abrupta aceleração, para a qual o nosso fornecimento global de energia não estava preparado.

Nesse sentido, “não devemos esperar um regresso fácil à energia barata, sempre disponível, com os produtores a enfrentarem um enorme desafio tanto em termos de descarbonização da oferta como de crescimento da oferta global em linha com o sector industrial e automóvel a avançar para a electrificação”, avança Marcos Fabregas-Dittmann, Country Director da Eaton Iberia“. Para o responsável, a “economia da energia eléctrica irá mudar, ainda mais significativamente, em favor da geração distribuída renovável. O preço por Wh da geração fotovoltaica é agora mais baixo, na maioria das geografias, do que as alternativas de combustíveis fósseis, e a fotovoltaica no local, combinada com soluções de armazenamento de energia, dará às empresas a possibilidade de enfrentar com mais sucesso as flutuações do mercado energético”, sustenta.

A conjugação da energia renovável com o armazenamento no local representa, assim, uma oportunidade de receitas para as empresas, afirma a Eaton. Estas poderão vender essa energia de volta à rede, bem como utilizá-la para descarbonizar e acrescentar resiliência às suas próprias operações. Esta é também uma oportunidade para as redes de serviços públicos, que poderão recorrer a uma gama mais flexível de recursos visando a redução de emissões.

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Estas mudanças no sector energético serão possíveis pela crescente digitalização dos sistemas energéticos. Uma componente chave da transição será, por exemplo, a flexibilidade do lado da procura, reduzindo as exigências de certos consumidores industriais em momentos de menor oferta, a fim de garantir a disponibilidade de energia para sistemas críticos e pessoas vulneráveis. Para tal, será necessária uma visão e interactividade com activos “atrás do contador”, sobre os quais as redes de distribuição tradicionalmente não têm resposta.

“Este ano, e por tudo isto, a rede será mais importante do que nunca. É já um sistema altamente sofisticado de monitorização e gestão do fluxo de energia, e na nova era de “prosumers”, na qual os consumidores também estão a produzir energia, contaremos com uma rede robusta e inteligente para gerir um fluxo bidireccional”, reforça a empresa.

A Eaton prevê, por isso, que 2022 será o ano em que o mundo desperta mais profundamente para o facto de que, mais uma vez, a obtenção de poder implica a tomada de decisões. “Os consumidores estão cada vez mais a mudar para veículos eléctricos, e esta electrificação dramática irá impulsionar mais mudanças na relação com o poder. As empresas, entretanto, sentirão a pressão de tomar medidas incisivas sobre o poder como parte das suas aspirações de sustentabilidade. Estas mudanças vão demorar e colocam desafios muito complexos uma vez que significarão alterar radicalmente a estrutura técnica e económica de uma infraestrutura crítica em funcionamento. Requerem investimento, regulamentação e acima de tudo integração da flexibilidade”.

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Município de Lamego transforma antigo matadouro num polo cultural

O Município de Lamego está a transformar o antigo matadouro municipal, abandonado durante décadas e em estado de completa ruína, num moderno Centro Cívico. A reabilitação deste histórico edifício dará lugar, até ao final do ano, a um novo polo de criatividade e cultura. “O antigo matadouro de Lamego vai renascer como um local de… Continue reading Município de Lamego transforma antigo matadouro num polo cultural

O Município de Lamego está a transformar o antigo matadouro municipal, abandonado durante décadas e em estado de completa ruína, num moderno Centro Cívico. A reabilitação deste histórico edifício dará lugar, até ao final do ano, a um novo polo de criatividade e cultura.

“O antigo matadouro de Lamego vai renascer como um local de criação e ganhar novas funções. Vamos resgatar este edifício para que seja um novo espaço de encontro que funcione como uma alavanca para a dinamização estratégica da zona envolvente, nomeadamente o novo Parque Urbano que está a nascer mesmo ali ao lado”, explica Francisco Lopes, Presidente da Câmara Municipal de Lamego.

Criado em 1937, o antigo matadouro municipal serviu nos últimos tempos para depósito de diversos materiais e de veículos abandonados recolhidos na via pública. As obras de reabilitação em curso incidem no corpo central do edifício e em duas alas laterais de menor porte, para além de um logradouro. Esta intervenção tem a preocupação de articular o imóvel com a envolvente urbana e paisagística, ligando-o ao futuro Parque Urbano, a maior zona verde pública da cidade que a autarquia está a construir.

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A empreitada foi adjudicada à firma “Manuel Pereira da Cruz & Filhos”, pelo valor de 824 mil euros, mais IVA, esta obra é concretizada no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), cofinanciado em 85% pelo FEDER. Dado o interesse arquitectónico e urbanístico do imóvel, a requalificação integra o Plano de Acção de Regeneração Urbana (PARU) da cidade de Lamego.

“Durante mais de 50 anos, o Rancho Regional de Fafel conseguiu preservar e divulgar a nossa cultura popular, espalhando-a por diversas geografias. Devido ao notável trabalho realizado, desde a sua fundação, como fiel depositária dos costumes e tradições do concelho e da região, acreditamos que esta colectividade garantirá a dinamização cultural e social do novo espaço”, afirma Francisco Lopes.

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Savills inaugura novos escritórios no Porto

As novas instalações estão localizadas no Edifício Península e serão alvo de reconfiguração de forma a melhorar a sua sustentabilidade

A consultora imobiliária internacional Savills tem novos escritórios no Porto, fruto da consolidação do seu crescimento nesta cidade.

O novo espaço está localizado no edifício Península, numa das zonas mais centrais do Porto, encontra-se junto ao Mercado do Bom Sucesso, à estação do metropolitano da Casa da Música, bem como ao Shopping Cidade do Porto. . ”Esta mudança reforça a aposta da Savills no Norte do País e no Porto em particular e é reflexo do crescimento e valorização do mercado imobiliário na “cidade invicta”, bem como o resultado do trabalho que a nossa equipa tem vindo a desenvolver”, justifica Patrícia de Melo e Liz, CEO da Savills Portugal

A responsável avança que, “numa primeira fase, optámos por um lifting ligeiro ao espaço, mas brevemente redefiniremos o conceito para os standards do novo escritório de Lisboa”.

“Tal como aconteceu no final de 2021, em Lisboa, também no Porto a Savills considerou que era o momento indicado para potenciar o bem-estar da sua equipa, com a mudança para um edifício mais “amigo do planeta e das pessoas”, onde os espaços colaborativos e de diversão assumem um peso superior à área destinada ao local permanente de trabalho, oferecendo, adicionalmente, espaços para estacionamento de bicicletas e para o recarregamento de veículos eléctricos”, reforça ainda Filipe Santos, Associate Director da Divisão do Porto da Savills Portugal.

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Ferpinta vai investir perto 50 M€ até 2023

O investimento abrange a construção de uma nova unidade, aumento e modernização da capacidade de produção e a aposta na criação de novos produtos

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Entre 2021 e 2023 a Ferpinta pretende realizar um investimento no valor de 49,98 milhões de euros, envolvendo uma nova unidade industrial, novos produtos e o aumento da capacidade actual, avançou o ECO. De acordo com este órgão de comunicação “este investimento irá também incidir na aposta em tecnologias mais inovadoras e integrá-las nos processos de fabrico, numa abordagem integral do conceito Indústria 4.0”.

A empresa de metalomecânica vai receber um crédito fiscal de 4,99 milhões de euros e um apoio a fundo perdido do Compete 2020 de 5,99 milhões de euros. Apoios concedidos para a criação da nova unidade industrial “para a manipulação e transformação de chapa, nomeadamente ao nível do seu corte em diferentes formatos e espessuras”. Esta unidade será construída nos pavilhões industriais mandados construir pela empresa chinesa Wuhan Industries, na zona industrial de Loureiro. O “pavilhão chinês”, como é conhecido, foi comprado pela Ferpinta em Agosto do ano passado, num investimento que rondou 13,7 milhões de euros.

O investimento, que já arrancou a 18 de Outubro do ano passado, deverá está concluído no final de Junho de 2023, deverá criar 14 novos postos de trabalho e compromete-se a manter os actuais 380.

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Reabilitação das Villas da Vinha do Six Senses entregue à Tétris

A empreitada está Avaliada em 2,9 M€, e tem uma área de intervenção de cerca de 1.000 m2. dará lugar a nove quartos/suites e a duas villas independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel

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A Tétris foi escolhida para executar os trabalhos de reabilitação das Villas da Vinha, aumentando assim a oferta do hotel Six Senses Douro Valley, situado no coração do Vale do Douro, perto de Lamego. Segundo avança nota enviada às redacções, esta unidade turística confiou à empresa de construção e arquitectura da JLL a realização desta obra, avaliada em 2,9 milhões de euros. A área de intervenção será de cerca de 1.000 m2 e dará lugar a nove quartos/suites e a duas villas independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel.

“O Fundo Discovery, proprietário do hotel, e a Six Senses, que o explora, foram muito criteriosos na escolha do parceiro para executar esta obra, pois o objectivo é que os trabalhos realizados incorporem imaculadamente a sofisticação e requinte pretendidos. Fomos seleccionados pelos padrões de qualidade, acabamento e requinte que nos caracterizam em todas as áreas de intervenção, e os quais estamos a consolidar agora fortemente no segmento hoteleiro”, refere Calos Cardoso, Managing Director da Tétris, citado em comunicado.

A villa de maior dimensão tem nove quartos, além de piscina, jacuzzi exterior e sauna. Já a outra villa totaliza três quartos com sala, pátio exterior e piscina privada.

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De realçar que o hotel Six Senses Douro Valley, detido pelo Fundo Discovery e operado pela marca Six Senses, conta com 60 quartos, spa com 2.300 m2 e zonas de refeição e bar, bem como um centro de negócios. A oferta de acomodação inclui ainda diversas villas, sendo que todo o empreendimento está envolvido numa zona privada recentemente classificada como parte do portfólio dos Jardins Históricos de Portugal.

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Câmara de Lisboa prevê obras em 16 escolas num investimento de 22M€

O executivo municipal de Lisboa prevê um orçamento de 62,7 milhões de euros para a educação durante este ano, com intervenções em 16 escolas, num investimento de cerca de 22 milhões de euro

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O executivo municipal de Lisboa prevê um orçamento de 62,7 milhões de euros para a educação durante este ano, com intervenções em 16 escolas, num investimento de cerca de 22 milhões de euros.

“Também igualmente importante, aquela que é uma intervenção que tem vindo por várias vicissitudes a ser adiada, é a retirada de amianto de algumas escolas de Lisboa, neste caso de 13 escolas da nossa cidade e que tem um valor orçado de três milhões de euros”, afirmou o vereador da Educação, Diogo Moura (CDS-PP), no âmbito de uma audição sobre o orçamento municipal para 2022, realizada na segunda-feira, por videoconferência, com os deputados da Assembleia Municipal de Lisboa.

O autarca começou por dizer que a proposta de orçamento municipal para este ano, em termos de dotação, estima 62,7 milhões de euros para educação, o que representa um acréscimo de cerca de 16% face aos 54 milhões de euros previstos para 2021.

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Entre as principais despesas estão a alimentação escolar, com 10 milhões de euros; os transportes escolares, com cerca de um milhão de euros; as componentes de apoio à família (CAF) e as actividades de animação e apoio à família (AAAF), com três milhões de euros; as actividades de enriquecimento curricular (AEC), com 2,5 milhões de euros; e no material de desgaste, com 1,3 milhões de euros, indicou o vereador da Educação.

Entre os objectivos da proposta orçamental nesta área, segundo o autarca com o pelouro da Educação, estão “a diminuição das desigualdades, combater o insucesso escolar e garantir que todos os jovens da cidade concluem o secundário”, assim como formar e desenvolver alunos através da cultura, do desporto e da ciência, e melhorar as condições de estudo nas escolas, mas também fora delas, nomeadamente com as salas de estudo.

Este é o primeiro orçamento municipal do mandato 2021-2025, sob a presidência do social-democrata Carlos Moedas, em que a proposta apresentada prevê uma despesa de 1,16 mil milhões de euros.

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8,3 M€ para cientistas em Portugal

Concurso ERC Starting Grants aprovou cinco candidaturas de cientistas que irão desenvolver os seus projectos em Portugal. Portugal atingiu um novo máximo ao nível de propostas submetidas, aumentando cerca de 56% face ao número de propostas submetidas em 2020

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O Conselho Europeu de Investigação (ERC, na sigla em inglês) atribuiu 397 bolsas no valor de 619 milhões de euros a cientistas em início de carreira (ERC Starting Grants). Neste concurso foram seleccionadas para financiamento as candidaturas de cinco cientistas que irão desenvolver os seus projectos em Portugal, em diversas áreas do conhecimento, num volume de financiamento total de cerca de 8,3 milhões de euros.

Os resultados anunciados são provisórios, existindo ainda vários candidatos em lista de reserva, aguardando-se uma decisão final para breve. Por agora, já 22 Estados-Membros da União Europeia e Países Associados viram candidaturas nacionais serem aprovadas no âmbito deste concurso de financiamento do programa Horizonte Europa.

Os projectos dos cinco cientistas que irão desenvolver a suas investigações em instituições de I&D portuguesas abordam temas/áreas muito diversos entre si: Manuel Souto, Universidade de Aveiro, química e materiais; Sérgio Rosa Domingos, Universidade de Coimbra, química-física e máquinas moleculares; Susana Soares, LAQV/REQUIMTE, Universidade do Porto, biotecnologia alimentar; Yonatan Gez, ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, socio antropologia do desenvolvimento com foco na África Oriental: e Vera Aldeias, Universidade do Algarve, estudo do passado humano e arqueologia. Os concursos do ERC Starting Grant tiveram início em 2007, tendo Portugal já ultrapassado a meia centena de bolsas atribuídas.

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Este foi o primeiro concurso ERC Starting Grants lançado no âmbito do Horizonte Europa para o período de 2021-2027. Esta bolsa para cientistas em início de carreira financia projectos de investigação de 5 anos de duração e com um valor médio de financiamento de 1,5 milhões de euros, para que estes jovens cientistas possam constituir as suas equipas de investigação e desenvolver as suas melhores ideias, em todas as áreas do conhecimento. Neste concurso, que abriu em 2021, foram submetidas mais de 4.000 propostas, o que representou um aumento de 24% face ao concurso de 2020. Neste domínio, Portugal atingiu um novo máximo ao nível de propostas submetidas (2,8% do total vs. 2,5% em 2014), aumentando cerca de 56% face ao número de propostas submetidas no concurso de 2020. De realçar que 51% das propostas de Portugal são lideradas por mulheres (versus 40% de todas as candidaturas submetidas).

Segundo dados do ERC, em média, cada projecto do ERC gera emprego para mais de 5 pessoas, desde investigadores a gestores de ciência, estudantes de doutoramento ou técnicos e representa um reconhecimento internacional da investigação realizada e um marco importante na independência científica destes cientistas em início de carreira.
A Fundação para a Ciência e a Tecnologia, que integra a rede PERIN (Portugal in Europe Research and Innovation Network) e coordena a promoção das actividades do ERC, continuará empenhada em elevar os níveis de participação nacional nos concursos do ERC, em todas as suas diferentes tipologias, por forma a aumentar a taxa de sucesso nacional neste importante instrumento do Horizonte Europa.

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Publicado aviso para apoiar projectos de descarbonização da indústria

Foi publicado o aviso para o Apoio à Descarbonização da Indústria, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).O concurso insere-se num conjunto de medidas que visa contribuir para o objectivo da neutralidade carbónica

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Foi publicado o aviso para o Apoio à Descarbonização da Indústria, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).O concurso insere-se num conjunto de medidas que visa contribuir para o objectivo da neutralidade carbónica, promovendo a transição energética por via da eficiência energética, do apoio às energias renováveis, com enfoque na adopção de processos e tecnologias de baixo carbono na indústria, na adopção de medidas de eficiência energética na indústria e na incorporação de energia de fonte renovável e armazenamento de energia.
As candidaturas estão abertas até 29 de Abril e correspondem a um apoio global de 705 milhões de euros,
São beneficiários finais deste concurso as empresas de qualquer dimensão ou forma jurídica, do sector da indústria, bem como as entidades gestoras de parques industriais. Podem ainda candidatar-se entidades individualmente ou em consórcios (conjunto de entidades, como referido acima, associações empresariais e centros tecnológicos com as condições acima mencionadas).
Os projectos a apoiar devem ser desenvolvidos no território nacional, devendo as entidades integrantes dos consórcios ter um estabelecimento legalmente constituído em qualquer uma das regiões NUTS II (Norte, Centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira).
O investimento associado a esta componente contribui, em 100%, para a meta climática do PRR, pelo que os projectos têm de estar enquadrados, pelo menos, num dos seguintes domínios de intervenção: Eficiência energética e projectos de demonstração nas PME ou grandes empresas e medidas de apoio que cumprem os critérios de eficiência energética; Processos de investigação e de inovação, transferência de tecnologias e cooperação entre empresas, incidindo na economia hipocarbónica, na resiliência e na adaptação às alterações climáticas; Energia renovável: solar; Outras energias renováveis (incluindo a energia geotérmica); Sistemas energéticos inteligentes (incluindo as redes inteligentes e sistemas de TIC) e respectivo armazenamento.
Os apoios traduzem-se em subsídios não reembolsáveis e a despesa elegível com a instalação de sistemas de produção de energia eléctrica a partir de fonte solar para autoconsumo está limitada a 30% do montante de investimento total elegível da operação, não considerando o próprio montante de investimento na produção de energia eléctrica a partir de fonte solar.
O valor de apoio por cada projecto pode ser limitado, tendo em conta que a meta de desembolso da componente 11 do PRR (Descarbonização da Indústria) obriga ao apoio mínimo de 300 projectos de descarbonização, independentemente da dotação orçamental a concurso.
Os projectos apoiados devem ter início no prazo de seis meses após a sua aprovação e possuir uma duração máxima de 24 meses a partir da mesma data.
As despesas podem ser apresentadas até Dezembro de 2025.

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RE/MAX Portugal distinguida

A rede imobiliária soma várias distinções que destacam factores como confiança na marca, transparência, satisfação e qualidade de serviço

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Presente no mercado nacional há 22 anos e composta por uma rede de 12 mil profissionais, a RE/MAX Portugal foi distinguida com vários prémios. Em evidência estão prémios como “Escolha do Consumidor 2022”; “Superbrands 2021”; “A Melhor Loja de Portugal” na categoria “Imobiliárias” – edição 2021/2022” e “Marca Recomendada” com melhor Índice de Satisfação no Portal da Queixa na categoria “Mediação Imobiliária – Redes”.

Distinguida como “Escolha do Consumidor 2022”, na categoria “Imobiliárias”, a RE/MAX recebe assim a certificação que atesta o serviço da rede avaliado directamente pelos consumidores. A rede imobiliária obteve um índice de satisfação global de 81,01% e uma intenção de compra de 79,90%. Entre os consumidores envolvidos na avaliação da categoria, a RE/MAX foi eleita a “Marca número um na Escolha do Consumidor”, com uma classificação superior em critérios como a “rapidez no agendamento”, “segurança no processo de compra/venda”, “agilização das visitas”, “confiança” e “empatia” dos seus consultores. Os consumidores destacam a “facilidade do processo burocrático” e a “transparência na informação”.

A RE/MAX foi igualmente reconhecida como “Superbrand 2021”, um prémio que, anualmente, reconhece as marcas de excelência escolhidas pelos consumidores. Esta foi a décima quarta vez, em 17 edições, que a imobiliária é a preferida pelos portugueses.

Por sua vez, na categoria “Imobiliárias” a RE/MAX foi uma das vencedoras da edição 2021/2022 da iniciativa “A Melhor Loja de Portugal”, promovida pela revista Grande Consumo, em parceria com a Q&A, organizadora internacional do prémio. Esta distinção, a maior da Europa, visa premiar as marcas de retalho mais apreciadas pelo consumidor com base em seis critérios: gama de produtos, serviço, informações, facilidade de compra, preço e aparência.

A RE/MAX foi ainda distinguida pela Consumers Trust com o Prémio “Marca Recomendada”. A marca tem vindo a liderar no Portal da Queixa a categoria “Mediação Imobiliária – Redes”, o que lhe permite obter um posicionamento de referência na relação de proximidade e de

confiança com os consumidores. O Prémio “Marca Recomendada” é um reconhecimento atribuído pelos consumidores no Portal da Queixa, pela forma como mantiveram o elevado nível de performance de uma forma consistente ao longo dos últimos 12 meses.

“Vermos atribuído estes prémios à RE/MAX é sem dúvida um privilégio. Num sector competitivo e exigente como este, que nos desafia constantemente, acreditamos ser importante obtermos a apreciação de entidades independentes, que avaliam a qualidade dos nossos serviços e o consequente nível de satisfação de quem nos procura para vender, comprar ou arrendar casa.”, salienta Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX.

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Concursos públicos noruegueses para empresas portuguesas

Como membro do Espaço Económico Europeu (EEA), a Noruega implementou a directiva 2014/24/UE sobre os seus contratos públicos, harmonizando assim a sua legislação com a actual aplicável da União Europeia

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Como membro do Espaço Económico Europeu (EEA), a Noruega implementou a directiva 2014/24/UE sobre os seus contratos públicos, harmonizando assim a sua legislação com a actual aplicável da União Europeia.

Um contrato público pode ser publicado na respectiva base de dados online norueguesa Doffin, ou através da base de dados online europeia, Tenders Electronic Daily (TED).

Todos os contratos de fornecimento, obras ou contratos de serviço com um valor estimado acima do valor limite nacional de 1,3 milhões de NOK devem ser tornados públicos na base de dados norueguesa, onde apenas são emitidos em norueguês. Para todos os contratos com um valor estimado acima dos valores-limite da UE, a publicação deve ser feita no TED, onde todos os avisos de concurso são publicados em inglês. Os documentos por outro lado, na sua maioria são redigidos em norueguês.

De forma geral, todas as propostas para o sector público norueguês devem ser apresentadas em norueguês. A AICEP recomenda que as empresas encontrem um parceiro com conhecimento do mercado local e que seja fluente em norueguês para facilitar as traduções caso necessário.

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