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FEPICOP fala em sufoco às empresas pelos atrasos nos pagamentos e problemas de acesso a crédito

O pessimismo dos empresários acentuou-se (-15% no trimestre terminado em Julho), o número de desempregados oriundos do Sector inscritos nos centros de emprego acendia a 70,8 mil em Junho, representando 14,7% do total de desempregados

Ricardo Batista
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FEPICOP fala em sufoco às empresas pelos atrasos nos pagamentos e problemas de acesso a crédito

O pessimismo dos empresários acentuou-se (-15% no trimestre terminado em Julho), o número de desempregados oriundos do Sector inscritos nos centros de emprego acendia a 70,8 mil em Junho, representando 14,7% do total de desempregados

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KW Portugal inaugura três novos Market Centers

KW Valley Oeiras, KW Family Tejo, localizado na zona de Vila Franca de Xira, e KW City Loures, são as três novas aberturas

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KW Valley Oeiras, KW Family Tejo, localizado na zona de Vila Franca de Xira, e KW City Loures, são as três novas aberturas da Keller Williams Portugal. Com estes novos espaços a rede alcança os 30 Market Centers.

Para Eduardo Garcia e Costa, CEO da Keller Williams Portugal, a abertura destes novos Market Centers visa “reforçar a presença nacional da KW e dar continuidade à expansão a nível nacional, com foco no crescimento a longo prazo e na formação contínua das pessoas com quem trabalhamos”.

Rui Coutinho, regional director da Keller Williams Portugal, revela que, ‘é um orgulho para a equipa alcançar mais uma conquista: 30 Market Centers em Portugal. A abertura de novos Market Centers permite-nos impulsionar a KW a nível nacional e, como tal, captar a atenção de novos investidores, nas diferentes regiões.’

‘Com uma formação contínua e todas as ferramentas para o sucesso dos nossos associados, temos como objectivo incrementar a nossa rede de atuação e alavancar as oportunidades de negócio, junto de uma equipa’, avança Luis Lobão, Operating Principal do Market Center KW Valley Oeiras.

A abertura da KW Family Tejo, o novo Market Center na zona de Vila Franca de Xira, irá contribuir para “a formação de ainda mais consultores da zona de Vila Franca de Xira, mantendo a filosofia de que ‘as pessoas são o mais importante numa organização’ e colocando os consultores imobiliários no centro de todas as decisões”, adianta António Valença, operating principal do Market Center KW Family Tejo.

Neste momento, a Keller Williams conta com mais de 30 anos no sector imobiliário. Em Portugal conta com um total de 30 representações e mais de 2.400 associados, e tem como objectivo alcançar 50 Market Centers.

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Renováveis como “motor da recuperação económica” na conferência anual da APREN

Portugal Renewable Energy Summit 2021 decorre a 9 e 10 de Novembro em formato híbrido, com foco, entre outros, na nova directiva das renováveis, nos auxílios estatais, e nas metas europeias de redução de emissões

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A conferência anual da APREN – Associação de Energias Renováveis – está marcada para 9 e 10 de Novembro e será dedicada ao tema: “Renováveis, motor da recuperação económica”. O evento, de nome Portugal Renewable Energy Summit 2021 (#PRES2021), contará com a presença do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba, e do Ministro do Ambiente e Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, entre outras personalidades relevantes para o sector das Renováveis.

Esta edição de 2021 do Portugal Renewable Energy Summit decorrerá em formato híbrido a partir do Grande Auditório da Culturgest, em Lisboa. Os interessados podem escolher participar presencialmente ou assistir ao evento de forma remota, tal como aconteceu na edição de 2020.

“Este é já um evento incontornável para quem quer acompanhar com profundidade os temas do cada vez mais abrangente sector da energia renovável. Durante dois dias debateremos as grandes questões que se prendem com as renováveis, enquanto motor de recuperação económica, mas também como uma das formas de travar as alterações climáticas que estão já a provocar os eventos climáticos extremos com que nos deparamos”, sublinha o CEO da APREN, Pedro Amaral Jorge.

O primeiro dia da conferência será dedicado a assuntos europeus e no segundo dia o foco estará colocado na realidade portuguesa e ibérica. A nova directiva das renováveis (RED III), os auxílios estatais (state aids) e as metas europeias de redução de emissões (Fit for 55%) são temas incontornáveis em cima da mesa.

O segundo dia abordar temas como o licenciamento de projectos renováveis, o hidrogénio verde, as comunidades de energia, o armazenamento e a eficiência energética, sem deixar de analisar as implicações que o novo DL sobre o SEM, a publicar em breve, trará a todo este ecossistema renovável. O redesenho do mercado eólico, assim como a flexibilidade de consumo, serão igualmente objecto de análise.

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Tétris conclui renovação de villas do Onyria Quinta da Marinha

As villas, de tipologia T1 e T2,  foram totalmente remodeladas para integrar áreas mais amplas e arejadas. A Tétris também já havia sido responsável renovação dos 198 quartos da unidade hoteleira de 5 estrelas

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A Tétris, empresa do grupo JLL que presta serviços de arquitectura e construção, continua a consolidar a sua actividade no sector hoteleiro e turístico, tendo concluído recentemente as obras de renovação das 27 villas que compõem a oferta de alojamento da Onyria Quinta da Marinha, a 5 minutos da vila de Cascais.

As villas, de tipologia T1 e T2,  foram totalmente remodeladas para integrar áreas mais amplas e arejadas, tendo a obra decorrido por um período recorde de meses. Esta foi a segunda vez em que a Tétris colaborou com o Grupo Onyria, tendo também sido responsável pela obra de renovação dos 198 quartos da unidade hoteleira de 5 estrelas presente neste empreendimento de luxo.

Carlos Cardoso, managing director da Tétris Portugal, evidencia a importância desta obra, que permite à empresa reforçar a sua presença no segmento hoteleiro e turístico. “Este é um sector desafiante e complexo, onde consideramos que podemos aportar um valor acrescentado muito importante para o cliente, dada a nossa experiência e rigor em termos de cumprimento de prazo, orçamentos e qualidade de execução. Temos vindo a conquistar reconhecimento neste sector, reforçando o número de projectos em carteira e merecendo hoje o voto de confiança de vários clientes que são referências no sector em Portugal”.


Gonçalo Valente, business developer da Tétris e JLL, explica que “estamos activamente à procura de oportunidades no sector hoteleiro e turístico, para o qual podemos aportar muitas vantagens a nível de serviço. Desde logo, com recurso a processos de gestão e fornecimento pró-activos como é o caso do modelo Open Book, de que esta obra mais recente na Quinta da Marinha é um excelente exemplo. É um processo que permite importantes poupanças de custos e sobretudo de tempo, que são cruciais em qualquer sector, mas ainda mais na área hoteleira, especialmente neste tempo de pandemia”.

Sugerido, neste caso concreto, pela Tétris ao cliente, o modelo Open Book é um processo evolutivo em que se faz a consulta ao mercado de materiais e fornecedores à medida que a obra vai progredindo, sem necessidade de concurso e definindo-se uma margem de facturação à cabeça, bem como um valor fixo de estaleiro. Tal processo tem a grande vantagem de permitir optimizar o tempo de concretização das obras e a gestão do orçamento garantido ao cliente que o mesmo não é excedido. Neste caso concreto, a obra foi executada em menos dois meses do que o inicialmente previsto, por se ter abdicado de um processo tradicional de concurso. Com este processo Open Book, o cliente recebe um produto de qualidade, de acordo com os parâmetros arquitectónicos desejados, dentro do orçamento previsto, optimizando o prazo e, obtendo assim, uma rentabilização extra.

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PRR: investimentos transfronteiriços próximos dos 100%

A componente C7 do PRR que contempla os investimentos estruturais nos territórios transfronteiriços está a caminho dos 100% de contratualização

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Em Setembro foram assinados em Alcoutim e em Nisa os contratos de financiamento que vão permitir concretizar até 2025 a Ponte Internacional entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana e a Ponte Internacional sobre o Rio Sever.
Estes investimentos, financiados em Portugal pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com 18 milhões de euros, vão ser concretizados pelas Câmaras Municipais de Alcoutim e de Nisa, contando com a intermediação das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve e do Alentejo. Estes beneficiários estão em ligação com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal, autoridade de gestão e coordenação operacional do PRR.

Ainda no âmbito do investimento transfronteiriço previsto no Plano de Recuperação e Resiliência já está assinado o contrato entre a Recuperar Portugal e a Infraestruturas de Portugal (IP) para a construção da ligação entre Vinhais e Bragança.

O último investimento da C7, em fase de conclusão do processo de contratualização, destina-se a concretizar a ligação entre Bragança e Puebla de Sanabria (ES) e terá como beneficiário intermediário a CCDR/Norte.


Os investimentos transfronteiriços no PRR têm uma dotação de 65 milhões de euros. A sua execução pretende trazer uma melhoria às ligações rodoviárias destes territórios, assegurar maior proximidade a corredores de grande capacidade, bem como menores custos de contexto para quem vive e trabalha nestas regiões. Ao mesmo tempo, impulsiona a dinâmica socioeconómica na zona de fronteira entre Portugal e Espanha e facilita a partilha de serviços ou infraestruturas já existentes.

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4,1M€ para dragagens dos portos do Norte

O Tribunal de Contas deu luz verde à execução do contrato plurianual de dragagens dos portos do Norte, avaliadas em 4,1 milhões de euros

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Arrancam esta semana os trabalhos da empreitada de dragagens nos portos do Norte, avaliadas em 4,1 milhões de euros, depois do visto do Tribunal de Contas e consignação dos trabalhos do contrato.

Os primeiros trabalhos dizem respeito à realização dos levantamentos de actualização dos dados de batimetria em Póvoa de Varzim, depois Vila do Conde e, finalmente, em Esposende, no sentido de se conhecer o exacto ponto de situação dos sedimentos nestes portos.

Com base nos resultados consolidados dos levantamentos, arrancarão as dragagens com duas dragas, uma nos portos de Póvoa de Varzim e Vila do Conde e uma segunda em Esposende.


Assim, será colocado em execução o primeiro contrato plurianual de dragagens da DGRM, aplicável aos portos do Norte, num valor total de 4,1 milhões de euros e para um horizonte temporal de 2021-2023. A dotação orçamental é totalmente proveniente do Orçamento de Estado.

No porto de Vila Praia de Âncora ainda decorrem as dragagens com base na parceria entre a DGRM e a Polis Norte, pelo que o novo contrato plurianual só em 2022 contemplará trabalhos para este porto.

A modalidade de contratação plurianual apresenta vantagens significativas de gestão e para a segurança da navegação nos portos em causa, uma vez que permite uma maior dotação orçamental, uma maior quantidade de sedimentos a dragar, melhor planeamento plurianual dos trabalhos e mais previsibilidade nas operações e actividades.

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Preços das habitações aumentam 6,6% no 2º trimestre

Entre Abril e Junho venderam-se 52 855 habitações que contabilizaram 8,6MM€, a área metropolitana de Lisboa concentrou 33% do total de transacções, não muito longe do Norte com 28,1%

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No 2º trimestre de 2021, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) cresceu 6,6%, em termos homólogos, 1,4 pontos percentuais (p.p.) acima do observado no trimestre anterior. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística neste período, os preços das habitações novas aumentaram a um ritmo superior ao das habitações existentes, 6,9% e 6,5%, respectivamente. Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 2,2% (1,6% no 1º trimestre de 2021). Por categoria, o aumento dos preços foi mais intenso nas habitações novas (3,5%) que nas habitações existentes (1,8%).

Segundo os dados do INE “entre Abril e Junho de 2021 transaccionaram-se 52 855 habitações, mais 58,3% face a idêntico período do ano anterior”. O aumento pode ser expressivo mas “deve-se em parte a um efeito de base dado que a comparação homóloga incide nos meses de Abril a Junho de 2020, período caracterizado por restrições significativas sobre a actividade económica em consequência das medidas de contenção da pandemia COVID-19 que implicaram o número (e valor) mais baixo de transacções desde o 3º trimestre de 2016”, explica o INE.

O número de transacções entre o 1º e o 2º trimestre de 2021 aumentou 20,8% (-12% no trimestre anterior). O crescimento foi extensível a ambas as categorias de habitações tendo se registado taxas de variação de 22% e 14,1% nas habitações existentes e novas, respectivamente

Por meses, o aumento do número de transacções fixou-se em 75,1%, em Abril, reduzindo-se para pouco mais de 50% nos dois meses seguintes. Em valor, no trimestre de referência, as habitações transaccionadas contabilizaram aproximadamente 8,6 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 66,5% em termos homólogos. Do valor transaccionado 7 mil milhões de euros corresponderam a transacções de habitações existentes, um aumento de 70% face ao mesmo período de 2020, e 1,6 mil milhões de euros foram relativos a transacções de habitações novas, o que representa um aumento homólogo e 53%.

Abril foi o mês com o crescimento mais expressivo, com uma taxa de variação homóloga de 72,4%, seguindo-se Junho e Maio com variações de 64,3% e 63,9%, respectivamente.

A área metropolitana de Lisboa concentrou 33% do total das transacções, menos 2,1 pp face ao período homólogo, tendo sido transaccionadas 17 454 habitações, que representaram 45,9% do valor total, a percentagem mais elevada do último ano, ainda assim, inferior em 0,8 p.p. à apurada para o 2º trimestre de 2020.

No Norte registaram-se 14830 transacções, correspondendo a 28,1% do total. O Centro com 10763 transacções foi a região com maior crescimento de peso relativo, de 1,3pp, perfazendo 20,4% do total. De acordo com o INE, seguem-se, “com registos muito próximos”, o Algarve e o Alentejo com 4020 (7,6%) e 3834 (7,3%) transacções registadas no período em análise, respectivamente.

O valor das habitações transaccionadas no Norte ascendeu a aproximadamente 2 mil milhões de euros, enquanto no Centro atingiu os 1,1 mil milhões de euros. O Algarve, com um valor total de 902 milhões de euros foi a região onde se observou o maior incremento da quota regional, 1,6 p.p., para um total de 10,5%. No Alentejo, as habitações transaccionadas totalizaram 386 milhões de euros, representando 4,5% do total (+0,4 p.p. em termos homólogos).
Relativamente às regiões autónomas, as transacções de alojamento cresceram 2,1% na Madeira, com 1131 unidades transaccionadas, que contabilizaram 183 milhões de euros, e desceram 0,1 pp nos Açores, onde se transaccionaram 823 habitações (89 milhões de euros). entre Abril e Junho deste ano.

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Colt pretende atingir a descarbonização das suas operações até 2030

A estratégia ambiental da Colt centrar-se-á na redução interna das emissões de carbono em todas as suas operações e serviços

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O Grupo Colt, que inclui a Colt Technology Services e a Colt Data Centre Services (DCS), pretende alcançar, em todas as suas operações, a neutralidade carbónica até 2030. O anúncio da Colt, feito esta quarta-feira, dia 22 de Setembro, insere-se na sua jornada para acelerar a transição para a descarbonização da economia através do desenvolvimento das novas tecnologias.

Neste âmbito, a empresa irá reduzir em 46% as emissões Scope 1 e Scope 2 até 2030 e trabalhar em estreita parceria com os seus fornecedores para reduzir significativamente as emissões Scope 3 em toda a sua cadeia de abastecimento, tendo em vista contribuir para a limitação do aquecimento global a um nível muito inferior a 2°C até 2030. Esta mudança insere-se na estratégia de sustentabilidade do Grupo, que é essencial não só para o seu ADN como também para a estratégia dos seus negócios no future, revela a empresa.

“Como empresa, compreendemos a urgência de tomarmos medidas para impulsionar mudanças positivas na indústria tecnológica e assim assumir a plena responsabilidade pelas nossas emissões poluentes. Congratulo-me por a Colt se comprometer hoje a alcançar estes objectivos em conformidade com as metas científicas estabelecidas para a redução das emissões,” afirma Keri Gilder, CEO da Colt Technology Services.

De forma a alcançar os seus objectivos mais abrangentes, o Grupo Colt estabeleceu metas intercalares, nomeadamente que 75% de utilização de energia seja proveniente de fontes renováveis em todas as suas instalações à volta do mundo até 2023, que 93% das emissões da cadeia de abastecimento estejam alinhadas com o objectivo de 1.5C SBT até 2025, que, até 2025, 38% da componente de veículos eléctricos na frota e 75% até 2030 e que o Gás seja 100% proveniente de energias renováveis até 2030.

A estratégia ambiental da Colt centrar-se-á na redução interna das emissões de carbono em todas as suas operações e serviços. Isto significa medir e divulgar o impacto ambiental do Grupo e reduzir as emissões de carbono em conformidade com o que os dados científicos dizem ser necessário. Quaisquer emissões de carbono que a Colt não consiga reduzir por si mesma, serão objecto de operações de eliminação altamente fiáveis que serão financiadas pelo Grupo.

“O nosso negócio tem um impacto substancial no planeta, e tenho o prazer de anunciar que estamos a iniciar a nossa jornada para alcançarmos o objectivo das zero emissões de carbono em todas as nossas operações da Colt DCS até 2030”, refere Niclas Sanfridsson, CEO da Colt Data Centre Services. “Isto é apenas o início do nosso processo, a nossa estratégia de sustentabilidade continuará a garantir que somos um parceiro chave de eleição para os maiores clientes de data centres de hiperescala a nível mundial. Tendo respondido aos maiores desafios que a nossa indústria enfrentou nos últimos 20 anos, estou plenamente confiante de que possuímos os recursos necessários para tomarmos as medidas ambiciosas a que nos propomos na próxima década de modo a podermos cumprir as metas do Acordo de Paris e os Objetivos Globais.

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Mudança de paradigma nos Escritórios em Lisboa

Em Agosto, o mercado de escritórios de Lisboa absorveu uma área de 5.606 m2, de acordo com Savills. Este valor representa uma descida do volume de absorção de 58% e de 50%, face ao período homologo de 2020 e 2019

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Em Agosto, o mercado de escritórios de Lisboa absorveu uma área total de 5.606 m2, de acordo com a mais recente análise da Savills. Segundo a consultora imobiliária internacional, este valor representa uma descida do volume de absorção de 58% e de 50%, face aos meses de Agosto de 2020 e 2019, respectivamente.

Olhando para o total acumulado dos 8 primeiros meses de 2021, o mercado registou uma ocupação de aproximadamente 74.500 m2, o que reflecte uma quebra de 24% e de 45% face aos períodos homólogos de 2020 e 2019, respectivamente.
Entre Janeiro e Agosto de 2021, foram fechadas 75 operações em Lisboa, com a zona CBD a liderar a tabela com 22 negócios realizados. Isto reflecte um aumento de 19% face ao mesmo período de 2020, o que evidencia uma subida da procura e do fecho de negócios direccionados para áreas menores.

“Se olharmos para os primeiros 8 meses do ano conseguimos perceber que o mercado ocupacional adoptou uma postura mais conservadora em 2021 face ao ano 2020, quando fomos atingidos pela pandemia”, explica Ana Redondo, associate director do departamento de office agency da Savills Portugal.

“Mas é importante notar que este “arrefecimento” não se deve a uma queda no mercado como aquela a que assistimos nos anos da crise do sub-prime, mas sim a uma paragem para balanço necessária e totalmente expectável, que está a conduzir muitas empresas a uma análise de reposicionamento estratégico dos seus planos de negócio, mas também de reorganização dos seus modelos de trabalho e espaços de escritórios”, acrescenta a mesma responsável.

Esse padrão de procura é visível na comparação do número de operações realizadas por intervalos de área. O intervalo compreendido entre os 301 m2 e 800 m2 observou o maior número de negócios realizados em Agosto, 25 comparativamente aos 15 registados no mesmo período de 2020, exercendo também um peso de 71% no volume total de área absorvida em Lisboa em Agosto.

No acumulado do ano, a zona 5 (Parque das Nações) com 21.302 m2, a zona 7 (Outras zonas) com 15.634 m2 e a zona 2 (CBD) com 11.322 m2 são as zonas do mercado de escritórios de Lisboa que figuram no top 3 dos volumes mais elevados de absorção. Os resultados observados nestas zonas do mercado lisboeta representam crescimentos de 6% e 12% para a zona 5 e zona 7, respectivamente, face a igual período do ano 2020. Deverá, no entanto, destacar-se as transformações observadas na zona 7, que tem vindo a ser palco de um aumento gradual da procura por áreas maiores. Entre 2018 e Agosto de 2021, esta zona de mercado já registou 15 operações com áreas acima dos 1.000 m2, num total acumulado de mais de 50.000 m2.

Entre as empresas que escolheram 2021 para mudarem de instalações ou expandirem a sua área, destacam-se à data a Critical TechWorks, com a operação de pré-arrendamento de cerca de 10.000 m2 no Edifício K Tower no Parque das Nações, a BI4ALL, com ocupação do Edifício Cidade BI4ALL num total de 7.000 m2 na Zona 7, a WhiteStar, também numa operação de pré-arrendamento de 4.111 m2 no Edifício Almirante Gago Coutinho 30 na zona 7, entre outras operações protagonizadas em larga percentagem pelos sectores financeiros e TMT´s.

O sector das TMT´s tem sido o mais resiliente, tendo já ultrapassado em 11% o volume total de absorção verificado nos primeiros 8 meses de 2020. Se a crise pandémica colocou à prova a sobrevivência de muitos sectores de actividade, no caso da área de Novas Tecnologias, a crise pandémica trouxe novas oportunidades de expansão de negócio, com repercussão directa nos seus modelos de ocupação de escritórios.

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Fundo Ambiental já canalizou 5M€ para edifícios mais sustentáveis

3247 candidaturas ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis já receberam financiamento, num total de 5M€. 24 000 aguardam ainda resposta

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3247 candidaturas ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis já receberam financiamento do Fundo Ambiental, que corresponde à entrega de apoios no montante superior a cinco milhões de euros.
Com uma dotação total de 30 milhões de euros, o programa recebeu até ao momento 26779 candidaturas, das quais apenas 3486 foram validadas e aceites.

O programa agora em vigor insere-se no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência e visa melhorar a eficiência energética e hídrica dos edifícios, contribuindo também para a recuperação económica pós-pandemia. As candidaturas são validadas por uma equipa que, além do Fundo Ambiental, integra o Laboratório de Energia e Geologia, a ADENE – Agência para a Energia e a Universidade Nova de Lisboa.

O aviso do Fundo Ambiental financia medidas que promovam a reabilitação, a descarbonização, a eficiência energética, a eficiência hídrica e a economia circular contribuindo para a melhoria do desempenho energético e ambiental dos edifícios. Em concreto, pretende-se que as medidas a apoiar possam conduzir, em média, a pelo menos 30% de redução do consumo de energia primária nos edifícios intervencionados.


O incentivo total máximo do programa é de 7500 euros (edifício unifamiliar) ou de 15 mil euros (multifamiliar e em propriedade total) e apoia a aquisição e instalação de janelas eficientes, isolamentos de base natural, sistemas de aquecimento e arrefecimento com base em energias renováveis, painéis fotovoltaicos e, ainda, intervenções que visem a eficiência hídrica.

A 1.ª fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis revestiu-se de uma enorme procura que conduziu ao esgotamento da totalidade da verba afecta ao Programa antes do final de 2020 e ao seu reforço estimado em cerca de 5 M€, totalizando 9,5 M€. Com esta iniciativa foi possível alavancar cerca de 21 milhões de euros de investimento que contribuíram para promover a dinamização económica do emprego, através do lançamento de pequenas obras, de execução célere e disseminadas pelo território, que pudessem absorver algum do impacto da crise económica provocada pela pandemia causada pela doença COVID-19, entre outras iniciativas.

Face ao sucesso do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, as candidaturas apresentadas ao abrigo desta 2ª fase, que venham a ser aprovadas e que não tenham cabimento no orçamento, transitarão para programas similares posteriores.

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