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B. Prime coloca Rehau na Torre Zen

A B. Prime relembra ainda que o edifício é comercializado por si em regime de exclusividade

Ana Rita Sevilha
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A consultora imobiliária B. Prime colocou a Rehau, empresa que actua em sistemas baseados em polímeros nas áreas da construção, do automóvel e da indústria, na Torre Zen – propriedade da Standard Life Investments.

A Torre Zen que se situa na Avenida D. João II “prima pela qualidade superior de construção e acabamentos”, sublinha a consultora, revelando que a mesma contempla cerca de 21.000 m² de área bruta de construção distribuídos por 5 caves e 13 pisos de escritórios “com total flexibilidade nos seus espaços interiores”.

A B. Prime relembra ainda que o edifício é comercializado por si em regime de exclusividade e ganhou o Prémio dos Óscares do Imobiliário na categoria de Melhor Edifício de Escritórios, em 2003.O edifício tem ainda uma vista panorâmica sobre o rio e o Parque das Nações e usufrui de “uma vasta rede de serviços e transportes públicos”.

Jorge Bota, Managing Partner da B. Prime considera: “A Torre Zen continua a ser um ícone incontornável do Parque das Nações não só pela sua arquitectura como pela sua centralidade. Com cerca de 1.700m2 disponíveis este edifício de escritórios constitui uma excelente oportunidade para as empresas que queiram localizar-se na zona mais central do Parque das Nações.”

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T4 têm maior aumento de renda

As casas de tipologia T4 tiveram o maior aumento de renda em Agosto (+23,3%), em relação ao mesmo mês de 2021, seguidas pelos T1, que aumentam +16,8%

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Os dados são do estudo da Imovirtual, com base nos dados disponíveis na plataforma.
No geral, em Agosto, arrendar um T0 custava 731€; alugar um T1 custava 926€, alugar um T2 custava 1.090€, alugar um T3 custava 1.452€ e alugar um T4 custava 2.612€. As restantes tipologias também revelam aumento da renda média em Agosto, face ao ano passado, com encarecimento de +9,9% nos T0, +9,7% nos T2 e +5,3% nos T3.

Relativamente ao preço médio de venda, os T2 registam maior aumento em Agosto, face ao período homólogo do ano passado (+8,3%), subindo de 253.384€ para 274.356€. Seguem-se os T1, com um aumento de +7,2%, de 227.244€ para 243.511€. As restantes tipologias também registam aumentos de +6,6% no caso dos T3 (371.301€), +5,7% no caso dos T4 (601.779€) e +5,2% no caso dos T0 (217.087€).

No geral, a nível de procura, os T2 são a tipologia mais desejada, seguindo-se os T3, os T1 e os T4.

“Tanto no arrendamento como na venda, verificamos aumentos substanciais de preço para os T1, a tipologia que registou maior aumento de procura este ano. O aumento de preços do imobiliário, no geral, pode estar a levar pessoas individuais ou casais a procurarem casas mais pequenas como alternativa. Desta forma, existindo mais procura com o mesmo nível de oferta, observados o encarecimento geral dos T1”, analisa Ricardo Feferbaum, director geral do Imovirtual.

Apesar do aumento face ao ano passado, o preço de venda regista uma estabilização geral em todas as tipologias em Agosto, comparativamente com o mês anterior, não ultrapassando 1% em nenhuma tipologia. No caso do arrendamento, pelo contrário, Agosto também revela aumentos face a Julho, de 7,3% nos T1, 3,1% nos T2, 2,7% nos T3 e 6,3% nos T4. Apenas os T0 revelam um decréscimo de -6,7% na renda média, neste período.

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IHRU lança concursos para 456 novas habitações em Lisboa

Quinta da Baldaya, Quinta das Conchinhas e Rua do Beato são os locais escolhidos para receber as novas habitações que são promovidas ao abrigo do Programa de Arrendamento Acessível (PAA)

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tagsIHRU

Dando continuidade à estratégia estabelecida para dar resposta às famílias que não têm capacidade de aceder a uma habitação no mercado livre, o IHRU lançou mais três concursos de concepção, de âmbito internacional, para a selecção das equipas projectistas para o desenvolvimento dos projectos dos empreendimentos Quinta da Baldaya, Quinta das Conchinhas e Rua do Beato, todos em Lisboa. No seu conjunto, estas operações representam um total de 456 habitações.

À semelhança dos anteriores, estes concursos contam com a assessoria da Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos (OASRS) e com o apoio e a colaboração do Município de Lisboa.

Prosseguindo os trabalhos iniciados em 2020, o IHRU já lançou 23 concursos de concepção, a que correspondem um total de 2.478 habitações. Além do mais recente concurso lançado em Lisboa, o Programa de Arrendamento Acessível (PAA) conta já com 11 concursos de concepção para a promoção de 883 habitações em Almada, cinco concursos para 702 habitações em Setúbal, um concurso para 224 habitações na Maia, um concurso para 108 novas habitações em Aveiro, um concurso para 60 habitações em Paços de Ferreira e mais 45 habitações em Lousada.

Brevemente serão lançados, também, outros concursos de concepção, sendo que, com a conclusão de alguns dos projectos, o IHRU já começou a lançar os primeiros concursos públicos de empreitada dos respectivos empreendimentos.

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Governo quer aumentar parque habitacional público para 5%

A Secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, afirmou que o Governo pretende aumentar o parque público habitacional dos actuais 2% para 5% nos próximos anos, com o objectivo de se aproximar progressivamente da média europeia

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“Temos um objectivo que é aumentar de 2 para 5% [o parque habitacional público], um objectivo de curto prazo para depois ir reforçando. Quando comparamos com países como a Holanda», que tem um parque habitacional público entre os 20% e os 30%, «percebemos o quão atrás estamos”, afirmou a Secretária de Estado da Habitação.

“Temos que olhar para aquilo que é a média da Europa. E o nosso objectivo a médio prazo deve ser precisamente esse, de ir robustecendo o parque habitacional público dos 2% para os 5% e depois continuar a partir daí”, acrescentou Marina Gonçalves, considerando que depois da falta de prioridade que foi sendo dada à Habitação nos últimos anos, esse trabalho vai demorar décadas.

A Secretária de Estado da Habitação falava depois de ter presidido à cerimónia de homologação do acordo de colaboração entre o IHRU (Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana) e a Câmara da Moita, que prevê a construção e reabilitação de 334 fogos neste concelho.

O acordo homologado prevê um investimento global de 30 milhões de euros, no âmbito do Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, 1.º Direito, que visa apoiar a promoção de soluções habitacionais para pessoas que vivem em condições habitacionais indignas.

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Certif regista um crescimento de 15% nas auditorias realizadas

Produtos da construção lideram certificação. Marcação CE, cujos protocolos estabelecidos permitem acesso à Marcação UKCA do Reino Unido, também regista aumento

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tagsCertif

A Certif, especialista na certificação de produto e marcação CE em Portugal, registou no primeiro semestre um crescimento homólogo de 15% nas auditorias realizadas. Depois de um início de ano afectado por adiamentos devido a restrições com a pandemia, foi também possível recuperar a programação e retomar totalmente as acções presenciais no estrangeiro.

A evolução positiva das exportações de bens e a necessidade de evidenciar a certificação do produto em vários mercados, seja por exigência legal, seja por exigência dos clientes, foram factores que influenciaram de forma positiva a actividade do primeiro semestre.

Na marcação CE, foram estabelecidos acordos com organismos de certificação ingleses que permitem aos clientes da Certif o acesso à marcação UKCA. Note-se, também, que existem já 25 empresas com certificados de controlo de produção na fábrica para a norma EN 1090-1: Estruturas metálicas.

Considerando o grau de penetração da Certif nos sectores que mais procuram a certificação de produtos, não se verificou uma entrada significativa de novos clientes, sendo, contudo, de assinalar a emissão de novos certificados para clientes actuais que fazem a extensão a novas gamas de produtos, mostrando, assim, a sua fidelização.

De registar os novos certificados no âmbito do CB-Scheme que se destinam à exportação de produtos eléctricos. Registou-se, também, a entrada de novos clientes estrangeiros fabricantes de produtos de construção.

No que diz respeito à certificação de serviços, houve lugar à emissão de cerca de 80 novos certificados para empresas que trabalham com gases fluorados, elevando para mais de 1.400 certificados emitidos, correspondendo a mais de 80 % do mercado. No esquema FER – Fim dos Estatuto de Resíduo estão válidos 15 certificados.

A marcação CE continua a manter a liderança para produtos da construção, dispondo de uma vasta oferta que possibilita às empresas portuguesas o acesso à marcação CE e que, de outra forma, teriam de recorrer a organismos estrangeiros.

O conflito entre a Comissão Europeia e o CEN tem impedido a publicação de novas normas harmonizadas, pelo que os 40 certificados emitidos cobrem extensões de produtos e novos clientes estrangeiros.

Existem já 25 empresas com certificados de controlo de produção na fábrica para a norma EN 1090-1: Estruturas metálicas.

De salientar os Acordos estabelecidos pela CERTIF com organismos de certificação ingleses que permitem aos nossos clientes o acesso à marcação UKCA.

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Acolad adquire instalações em Carnaxide

A propriedade será destinada aos novos escritórios da Acolad (antiga Amplexor) em Portugal reforçando o investimento do grupo na região. A Cushman & Wakefield assessorou o vendedor, a M7 Real Estate, na operação

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A Cushman & Wakefield aconselhou o investidor pan-europeu e gestor de activos especializado em propriedades para diversos arrendatários na venda de um imóvel de escritórios em Carnaxide, Portugal, em nome do Portuguese Industrial Fund da M7, “PIF”.

A propriedade será destinada aos novos escritórios da Acolad (antiga Amplexor) em Portugal reforçando o investimento do grupo na região, que é considerada o centro tecnológico de mais rápido crescimento na Europa.
Situada nas proximidades de Lisboa, a propriedade compreende cerca de 1.800 m2, com três pisos acima do solo, e está bem posicionada, com ligação directa à autoestrada A5. “Esta propriedade, devido à sua localização e dimensão, deu a resposta que a Acolad procurava para instalar os seus escritórios, e a possibilidade de aquisição tornou a operação mais atractiva”, explica Carlos Oliveira, head of Office agency na Cushman & Wakefield Portugal.

“Após a aquisição deste edifício de escritórios perto de Lisboa, demos início ao processo de reposicionamento do imóvel, envolvendo todas as entidades locais responsáveis. Durante este processo, foi possível aprovar um projecto para a renovação total do edifício, aumentando com sucesso o valor do activo num período relativamente curto. É com grande satisfação que concluímos a venda deste imóvel à Acolad, antecipando o nosso business plan original, confirmando a contínua resiliência do mercado de escritórios português”, refere Leonardo Peres, managing director da M7 Real Estate.

Presente em mais de 25 países, a Acolad destaca-se como líder europeu e top 10 mundial no sector de serviços linguísticos e soluções de conteúdo. Esta operação confirma o plano de expansão do grupo para reforçar a sua presença no país.

“O novo escritório reforça o empenho da Acolad nas operações em Portugal, onde já temos equipas altamente qualificadas em áreas chave, tais como TI, Finanças, Marketing, Qualidade e Operações. Para um negócio global como o nosso, Portugal reúne as condições ideais em termos de acessibilidade, internacionalização e um ambiente orientado para a tecnologia”, justifica Olivier Marcheteau, CEO da Acolad.

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9 em cada 10 consumidores associam as alterações climáticas ao aumento das facturas de energia

Segundo um estudo global conduzido pela Schneider Electric 86% dos inquiridos acreditam que as alterações climáticas vão levar a um aumento das facturas de energia caso as temperaturas globais aumentem mais de 1.5 °C

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A Schneider Electric revelou que 86% consumidores a nível global acreditam que as alterações climáticas vão levar ao aumento das facturas de energia, e que os indivíduos deveriam desempenhar um papel mais activo nas alterações climáticas.

“Com o preço da energia a subir e o custo de vida mais alto do que nunca, juntamente com o número crescente de dispositivos e veículos eléctricos (VE) na estrada, a gestão da energia doméstica é agora uma das maiores áreas de preocupação para os consumidores, empreiteiros, empresas e governos a nível global. Estes números mostram que muitos querem fazer mudanças, mas sentem-se pessimistas quanto à diferença que acreditam que podem fazer. Contudo, o futuro está verdadeiramente nas nossas mãos, à medida que tornamos as casas mais sustentáveis com a ajuda de tecnologias modernas de gestão da energia doméstica,” comentou Jaap Ham, professor adjunto de Engenharia Industrial e Ciências da Inovação da University of Technology em Eindhoven.

Ainda de acordo com o inquérito, cerca de 72% dos consumidores consideram a redução da pegada de carbono uma prioridade pessoal, mais de metade (55%) dá importância a ter uma casa neutra em emissões de carbono (net zero), mas menos de um terço (31%) acredita realmente que tal seja provável.

“Neste momento, a maior barreira à mudança é a nossa mentalidade. Criámos bloqueios psicológicos que nos fazem fugir à responsabilidade de tomar medidas. Estes resultados mostram que, à medida que adoptamos soluções digitais inteligentes para combater o inimigo invisível (o consumo e gestão de energia), substituímos os combustíveis fósseis por electricidade inteligente e apostamos em energia renovável nas ‘dietas energéticas’ das nossas casas, somos capazes de ver como estamos a contribuir significativamente para a luta global por um planeta mais saudável. Mais além disso, devemos ser capazes de proteger o ambiente sem comprometer o nosso conforto.”

O estudo revela ainda que os consumidores actuais querem seguir um estilo de vida sustentável, colocando a eficiência energética das casas como a sua maior prioridade. Cerca de 40% dos inquiridos acredita que a tecnologia de ‘Smart Home’ irá ajudar a tornar a sua casa mais sustentável e mais de metade (54%) espera que a sua nova casa ou apartamento esteja equipado com dispositivos inteligentes, um aumento de 13% em relação a uma investigação anterior da empresa realizada em 2020.

Também relevante é o facto das famílias estarem dispostas a gastar em média 1.995€, nos próximos 12 meses, em eficiência energética, ao passo que os actuais proprietários de dispositivos – que provavelmente já perceberam os benefícios da tecnologia inteligente e a incorporaram nos seus estilos de vida – estão dispostos a gastar pelo menos o dobro.A par do aumento crescente do custo de vida, a gestão do consumo e a gestão dos custos de energia são os principais factores que levam os consumidores a tomar medidas e a investir em soluções inteligentes e sustentáveis.

“Na actual crise energética, os consumidores precisam de sentir que controlam a forma como a energia é produzida, armazenada e distribuída em casa – em termos de sustentabilidade e facturas energéticas. O mercado residencial está num ponto de viragem, e a boa notícia é que já existem soluções tecnológicas, como o Wiser, que ajudam os consumidores a seguir estilos de vida mais sustentáveis e os capacitam a desempenhar um papel significativo para alcançar os objectivos de neutralidade carbónica,” refere YiFu Qi, Executive Vice-President of Global Home and Distribution da Schneider Electric. “A nossa investigação mostra que existe os consumidores têm agora uma maior compreensão sobre como podem melhorar a sua gestão energética doméstica, e de que a tecnologia doméstica inteligente pode ajudá-los a ser mais eficientes. O próximo passo é implementar este conhecimento antes que seja demasiado tarde”, sublinha.

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Governo abre concursos para exploração da Estação da Lousã e de Serpins

Estas duas antigas estações ferroviárias serão objecto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos. Candidaturas decorrem até 5 de Janeiro de 2023

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No âmbito do Fundo Revive Natureza, foram hoje lançados, pela TF Turismo Fundos – SGOIC, dois novos concursos para atribuição dos direitos de exploração, sobre imóveis do Domínio Público Ferroviário, relativos às seguintes estações localizadas no concelho da Lousã, a Estação da Lousã e a Estação de Serpins. As candidaturas decorrem até 5 de Janeiro de 2023.

Estas duas antigas estações ferroviárias serão objecto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos, ficando sujeitas a várias regras de utilização e de gestão em rede, como o uso da marca Revive Natureza, o consumo de produtos locais, a sustentabilidade ambiental e a valorização do território.

Com estes dois novos concursos, a Turismo Fundos chega a um total de 60 concursos já lançados, dos quais 40 são respeitantes, essencialmente, a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e 20 relativos a estações de caminho de ferro desactivadas.

Para Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, do Comércio e Serviços, a integração destas duas estações no acordo celebrado entre a IP Património e a Turismo Fundos, “é um bom exemplo, não só da excelente interação entre estas entidades e os municípios, como também da importante função que o Revive Natureza desempenha na dinamização da economia e do nosso património, proporcionando a sua requalificação num contexto de actividades económicas relacionadas com o turismo”.

E adianta que “até ao final do ano, serão lançados novos concursos relativos a outras estações ferroviárias”.

Além disso, foram, ainda, identificadas pelo Município da Lousã e a Turismo Fundos um conjunto de casas, que em tempos estiveram ao serviço da intervenção florestal do Estado, e que reúnem as condições e características necessárias para uma possível integração no Fundo Revive Natureza.

Assim, a sessão contou também com a assinatura de um Protocolo entre o Fundo Revive Natureza e a Direção-Geral do Tesouro e Finanças, com vista à integração das de cinco outras Casas Florestais, localizadas na Serra da Lousã, nomeadamente, Casa de Guarda de Hortas, Casa de Guarda do Porto Espinho, Casa de Guarda do Estoirão, Casa de Guarda do Braçal e Casa de Guarda da Mata do Sobral.

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Setúbal: Nova unidade hoteleira conta com investimento de 8,5 M€

Projecto de arquitectura para a construção foi aprovado em Julho. As obras deverão arrancar em Novembro e a abertura do hotel está prevista para o Verão de 2024

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O projecto de arquitectura para a construção de uma nova unidade hoteleira na Estrada das Machadas foi aprovado em Julho pela Câmara Municipal de Setúbal (CMS). De acordo com o Jornal de Negócios, o investimento de oito milhões de euros, por parte do Grupo Mais, agora o novo proprietário do terreno, vai permitir ali construir um edifício de seis pisos com 120 quartos. Obras arrancam em Novembro e a abertura do hotel está prevista para o Verão de 2024, acrescenta o Negócios.

Segundo a informação anteriormente disponibilizada pela CMS, a nova unidade hoteleira vai ser edificada nos números 2, 4 e 6 da Estrada das Machadas, local onde actualmente existe um imóvel devoluto que vai ser demolido no âmbito do projecto.

O hotel, com uma área bruta de construção de 3.591,30 metros quadrados (m2), terá uma oferta de 120 quartos distribuídos por seis pisos, uma cave para estacionamento e um piso com valências técnicas.

“Do ponto de vista urbanístico, a proposta apresentada não suscita reservas, respeitando o previsto no PDM em vigor para o local e demais legislação aplicável, pelo que nada obsta quanto à aprovação do projecto de arquitetura”, sublinha a deliberação camarária, em comunicado, à data da aprovação do projecto.

Tendo em conta que se trata de um edifício com uma área total de construção superior a 1500 m2, face ao disposto no Regulamento de Edificação e Urbanização do Município de Setúbal o promotor do projecto deve ceder gratuitamente à autarquia cerca de 1800 m2 destinados a equipamentos e  mais 718 m2 para espaços verdes de utilização colectiva.

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Metal Awards distingue empresas da metalurgia e da eletromecânica

A iniciativa da Associação Nacional das Empresas Metalúrgicas e Eletromecânicas (ANEME) prevê distinções nas categorias de Economia Circular, Ambiente e Digitalização. O prazo para apresentação das candidaturas termina no dia 15 de Setembro

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Está aberto o período de candidaturas ao galardão Metal Awards, uma iniciativa da Associação Nacional das Empresas Metalúrgicas e Eletromecânicas (ANEME) nas categorias de Economia Circular, Ambiente e Digitalização. O prazo para apresentação das candidaturas termina às 24h do próximo dia 15 de Setembro.
 
Integrado no ‘Projeto Valor Metal 2 Inovação e Sustentabilidade’, a iniciativa visa “divulgar e disseminar boas práticas e oportunidades” através do “reconhecimento de entidades que se constituam como exempos”. Podem concorrer empresas de sector mas igualmente de outras actividades (tecnológicas, por exemplo) cujos projectos tenham impacto no segmento metalúrgico e eletromecânico.
 
Na área da Economia Circular, e no respeito pelo princípio de “fechar o ciclo de vida”, pretende-se “a redução do consumo de matérias-primas, projectando novos conceitos de rentabilidade assente na oportunidade de extrair mais valor aos produtos”.
 
Quanto ao Ambiente, sublinha-se o conceito de ecoeficiência o qual, integrando duas componentes – a ambiental e a económica – “possa garantir, simultaneamente, o desenvolvimento e o crescimento económico das empresas sem comprometer os recursos para as gerações futuras”.
 
Finalmente, no que respeita à Digitalização, que a ANEME considera constituir ainda “um grande desafio”, deseja-se “reduzir custos e melhorar a flexibilidade, a produtividade, a qualidade e a velocidade do processo de produção” através da implementação de tecnologia digitais.
 
Transversal à implantação das práticas referidas está a realização de “uma análise prospetiva, alargada e aprofundada que consubstancie a Estratégia para a Sustentabilidade do setor Metalúrgico e Electromecânico no horizonte 2021-2030”.
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Marco Tairum é o novo Regional Director da Keller Williams em Portugal

Keller Williams anuncia Marco Tairum como o novo Regional Director (CEO) da empresa, assumindo a liderança da Keller Williams em Portugal

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Para Marco Tairum “ser Regional Director da Keller Williams em Portugal é um desafio que abraço com muita felicidade, mas acima de tudo com enorme sentido de responsabilidade. O sucesso que alcançámos até agora está intrinsecamente ligado ao compromisso que todos têm na KW em Portugal com a nossa missão de construir carreiras que valem a pena ter, negócios que valem a pena deter e vidas que valem a pena viver. Isto significa atrair, mas sobretudo desenvolver todos aqueles que depositaram em nós a confiança de os ajudar a alcançar os seus objectivos pessoais e profissionais”, afirma.

Eduardo Garcia e Costa e Nuno Ascensão, Regional Owners Keller Williams Portugal referem que “desde 2018 que o Marco tem tido um papel preponderante na evolução da empresa. E, nos tempos desafiantes que vivemos fê-lo sempre com confiança, determinação e empatia. Há 4 anos, o Marco iniciou o seu percurso na KW, como Responsável de Expansão. Mais tarde assumiu a função de Responsável de Operações. Em todos os desafios destacou-se pela capacidade de entender não só aquilo que directamente afectava a sua função como também como podia contribuir para o crescimento da empresa. Apaixonado pela KW, estudante da empresa, acreditamos que não haveria melhores mãos para nos levar à liderança”.

Sobre o futuro da Keller Williams em Portugal Marco Tairum partilha que “estamos convictos de que cresceremos na medida em que ajudarmos todos os nossos associados a crescer. Sabemos que no contexto actual de instabilidade e incerteza, a qualidade da nossa formação, assente em modelos e sistemas que já deram provas de sucesso nos mais diversos ciclos de mercado, será uma peça fundamental para o nosso sucesso e queremos assim expandir o seu alcance ao maior número de pessoas possível”.

Formado em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Católica de Lisboa e mestre em Marketing, Marco Tairum, conta com uma experiência de 14 anos, tendo assumido responsabilidades em diversas áreas da gestão empresarial, nomeadamente operações, estratégia e expansão, em empresas como a Pricewaterhousecoopers, Sonae MC e na Keller Williams desde 2018.

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