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Arquitectura

MVRDV vão estar em Portugal para ciclo de conferências em Outubro

O ciclo “Desafios Urbanos’12” é dirigido a arquitectos, estudantes de arquitectura, engenheiros, empresas do sector da construção, prospectores imobiliários e público em geral

Ana Rita Sevilha
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MVRDV vão estar em Portugal para ciclo de conferências em Outubro

O ciclo “Desafios Urbanos’12” é dirigido a arquitectos, estudantes de arquitectura, engenheiros, empresas do sector da construção, prospectores imobiliários e público em geral

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As conferência “Desafios Urbanos’12”, organizadas pelo Espaço de Arquitectura, contam nesta edição com o prestigiado atelier internacional de arquitectura MVRDV como convidado. O ciclo de conferência terá lugar a 8 e 9 de Outubro, em Lisboa e Porto, respectivamente.

Em comunicado de imprensa o Espaço Arquitectura lembra que o atelier MVRDV “envolve-se globalmente na procura de soluções contemporâneas que respondem às questões arquitectónicas, urbanas e paisagísticas”.

Os organizadores do ciclo de conferências sublinham ainda que “estas iniciativas são uma ferramenta importante para a aquisição de novos conhecimentos, absorção de realidades distintas, ou seja, uma partilha de experiências enriquecedora”.

O ciclo “Desafios Urbanos’12” é dirigido a arquitectos, estudantes de arquitectura, engenheiros, empresas do sector da construção, prospectores imobiliários e público em geral.

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Schneider Electric lança versão minimalista dos mecanismos D-Life

A série de mecanismos D-Life aposta na simplicidade geométrica, em materiais de alta qualidade e o melhor desempenho em termos de funcionalidade. Além disso, a sua versatilidade permite inúmeras combinações de acabamentos

Para acompanhar as novas tendências, a Schneider Electric (SE), especialista na transformação digital da gestão e automação da energia, lançou uma nova versão dos seus mecanismos D-Life, que se destaca pelo design elegante, discreto e contemporâneo, em acabamento branco mate.

A série de mecanismos D-Life aposta na simplicidade geométrica, em materiais de alta qualidade e o melhor desempenho em termos de funcionalidade. Além disso, a sua versatilidade permite inúmeras combinações de acabamentos e funcionalidades para satisfazer qualquer necessidade decorativa e funcional. “O resultado é um produto que se integra facilmente em qualquer ambiente interior, tanto em projectos residenciais como em ambientes comerciais e de lazer”, refere a empresa.

Todos os mecanismos desta gama contam com o selo Green Premium, o programa de sustentabilidade de produtos da Schneider Electric que disponibiliza informação transparente sobre substâncias perigosas, impacto ambiental e instruções para o fim de vida dos produtos. O Green Premium garante o cumprimento das regulamentações mais recentes e a transparência em termos de impactos ambientais, apostando em produtos circulares e com emissões de CO2 reduzidas.

A D-Life é, ainda, compatível com as soluções de automação residencial KNX e Wiser da SE.

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Engenheiros e Economistas adoptam posição conjunta sobre Alta Velocidade

A Ordem dos Engenheiros, em articulação com a Ordem dos Economistas, organiza no próximo dia 27 de Janeiro a Conferência “Portugal e a Alta Velocidade Ferroviária”. A iniciativa visa avaliar o impacto dos investimentos na Alta Velocidade

O encontro, que decorrerá no Porto, no Auditório da Região Norte da Ordem dos Engenheiros, contará com a presença do novo Secretário de Estado das Infraestruturas, Frederico Francisco, para além do Bastonário da Ordem dos Engenheiros, Fernando de Almeida Santos, e do Bastonário da Ordem dos Economistas, António Mendonça. No final da conferência, as duas Ordens assumirão uma posição conjunta sobre o tema.

A iniciativa conjunta vai avaliar o impacto nacional da execução dos investimentos em Alta Velocidade, tal como está previsto na proposta de Plano Ferroviário Nacional (PFN). O PFN prevê a ligação por Alta Velocidade das 10 maiores cidades a nível continental – Lisboa, Porto, Leiria, Aveiro, Coimbra, Braga, Guimarães, Viseu, Évora e Faro, estando ainda previstas ligações ferroviárias de qualidade a 28 centros urbanos com tempos de percurso e frequência que permitirão concorrer com o automóvel.

Estes investimentos terão uma forte componente técnica a nível das competências em Engenharia, bem como um significativo investimento financeiro por parte da República Portuguesa, pelo que se justifica um olhar crítico sobre decisões políticas que vão influenciar a coesão territorial e o desenvolvimento económico e social do país.

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AEG apresenta nova ‘Garrafeira de Envelhecimento’ da gama Matt Black

“Todos os produtos da AEG são projectados para um melhor desempenho e com um foco cada vez maior na sustentabilidade. Na AEG Matt Black Collection conseguimos criar uma estética completamente nova e pensada com base em três pressupostos chave: responsividade, precisão e pureza”, destaca Ângela Pereira, marketing Manager da AEG em Portugal

A AEG promoveu, esta segunda-feira, uma experiência enológica com Dirk Niepoort e Carlos Raposo, no âmbito da apresentação da gama Matt Black. A Garrafeira de Envelhecimento Premium da Série 8000 foi a “estrela” numa sinergia entre a marca, o produto e os Vinhos Imperfeitos e da Niepoort.

A Garrafeira de Envelhecimento Premium é um produto diferenciador, ideal para conservar e envelhecer diferentes tipos de vinhos de forma a assegurar o cumprimento dos cinco fundamentos da conservação do vinho, como foi explicado e apresentado pelos enólogos que, juntamente com a AEG, promoveram o evento que teve lugar na LUVIN’, em Lisboa.

Ângela Pereira, marketing Manager da AEG em Portugal, diz-nos que “todos os produtos da AEG são projectados para um melhor desempenho e com um foco cada vez maior na sustentabilidade. Na AEG Matt Black Collection conseguimos criar uma estética completamente nova e pensada com base em três pressupostos chave: responsividade, precisão e pureza”.

Além disso, a garrafeira da gama Matt Black, assegura a protecção da qualidade do vinho, uma temperatura estável, humidade automática superior a 50%, zona de armazenamento escura com ambiente isento de vibrações e fluxo de ar de qualidade – “factores importantíssimos para que o investimento que é feito em vinho, seja preservado e possa ser apreciado nos momentos mais especiais”, avança Carlos Raposo.

Na garrafeira de envelhecimento premium da AEG destacam-se detalhes como o espaçamento ideal para acomodar as garrafas de vinho sem danificar os rótulos, compartimentos independentes que permitem uma regulação de temperatura personalizada para tintos entre os 12 e 14ºC e brancos, rosés e espumantes entre 6-12ºC.  A garrafeira ressalva a preservação da matéria corante dos vinhos – o que evita qualquer desvio sensorial – devido à iluminação premium.

Recorde-se que a gama Matt Black da AEG foi reconhecida, em 2021, por um dos mais prestigiados galardões internacionais de design, tendo recebido o prémio RedDot para design de produto.  Sob o escrutínio de um júri internacional, a gama Matt Black impressionou nas áreas de “inovação, funcionalidade, qualidade formal e ergonomia”.

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Topeca lança Tuforte Juntas Hydro

A Topeca acaba de lançar um novo produto especialmente desenhado para a aplicação de banda em juntas de placas de gesso cartonado hidrofugado

O novo Tuforte Juntas Hydro, é uma argamassa de juntas com uma formulação especialmente desenvolvida para o tratamento de juntas em sistemas de placas de gesso cartonado hidrofugadas.

A nova argamassa é ideal para aplicar em locais interiores onde existe maior presença de água, seja em estado líquido ou vapor (exs.: locais húmidos, cozinhas, casas de banho e balneários).

Permite ainda a regularização de placas de gesso cartonado, dependendo do tipo de revestimento que se pretenda aplicar.

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Análise: “2023 deverá manter actividade em níveis dos últimos cinco anos”

De acordo com o estudo anual Market 360º, da JLL, apesar dos desafios económicos que se vivem, 2023 será “um ano dinâmico para o imobiliário português”. Falta de oferta continua a ser uma das principais preocupações do sector

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A consultora imobiliária JLL prevê “um ano dinâmico” para o imobiliário nacional, em linha com os ritmos médios de absorção, ocupação, investimento e valores dos últimos cinco anos, especialmente nos escritórios e na habitação. No balanço apresentado esta quinta-feira, dia 19 de Janeiro, no seu estudo anual Market 360º, a empresa deu conta, ainda, do total de mais de 100 milhões de euros de facturados em 2022, o que representou um crescimento de 7% face a 2021.

“A solidez já mostrada pelos indicadores do mercado em contexto de incerteza, a consolidação de Portugal como destino imobiliário internacional e o desequilíbrio entre a procura forte e a oferta reduzida sustentam as expectativas da consultora num ano de incerteza e desafios macroeconómicos”, indica o estudo.

A JLL antecipa um natural abrandamento na dinâmica da procura quer para ocupação quer para investimento face ao ano passado, pela dupla circunstância de enfrentar um agravamento das condições económicas e comparar-se com níveis recorde de atividade. Contudo, não antecipa quebras disruptivas em termos de montantes transacionados e absorção, prevendo ainda que os preços e as rendas possam manter uma trajetória positiva, mas mais suave. A baixa capacidade de reposição da oferta, que se mantém escassa em todos os segmentos, é uma das explicações para este comportamento.

Recorde-se que o ano 2022 estabeleceu novos recordes na transacção de habitação, com vendas estimadas de 31 mil milhões de euros, e no investimento em imobiliário comercial*, cujo volume ultrapassou a barreira inédita dos 3.400 milhões de euros.

O volume de absorção, também,, tocou novos máximos, atingindo-se a ocupação de 272 mil m2 de escritórios em Lisboa, acima do anterior máximo histórico registado em 2008. Os preços da habitação intensificaram a trajectória de crescimento ao longo do ano e as rendas quer da habitação quer dos imóveis não residenciais, incluindo escritórios, logística e retalho, exibiram igualmente uma tendência positiva.

Pedro Lancastre, ceo da JLL, declara que “encaramos 2023 com bons olhos, pois o imobiliário nacional já deu provas da sua capacidade de resistir a choques externos e adaptar-se rapidamente em contextos de incerteza”. É, no entanto, um “optimismo cauteloso”, na medida em que o agravamento das condições económicas em Portugal e na Europa pode contaminar o mercado imobiliário. “Será um ano de redução do poder de compra das famílias e da capacidade de investimento das empresas, e de maiores restrições no acesso ao financiamento, tudo isto a acontecer numa Europa onde ainda não se sabe muito bem o que esperar em termos de geopolítica”, alerta Pedro Lancastre.

Pedro Lancastre considera, ainda, que “será normal que se repensem estratégias e reposicionem projectos”. Isto porque, “ainda que os promotores e investidores não antecipem quedas significativas na procura, vai haver maior dificuldade no acesso ao financiamento para novos projectos, num contexto em que os custos de construção estabilizam e em que os licenciamentos estão muito demorados”. 

Por isso, “em termos de valor, há condições para estabilizar os preços e as rendas em setores mais aquecidos e dar continuidade à tendência de crescimento em mercados secundários mais afetados pela falta de oferta e para onde a procura se está a direccionar em busca de produtos mais adequados aos seus rendimentos, estejamos a falar de habitação, escritórios ou armazéns”.

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Villages da Natixis em Portugal têm “novas cidades” para visitar

Os escritórios que recriam destinos do mundo contam agora com mais seis cidades: Cidade do México, Xangai, Tóquio, Londres, Bangalore e Brooklyn

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A Natixis em Portugal, que se localiza no Porto Business Plaza, inaugurou esta quinta-feira o novo piso das Villages, o projecto inovador de escritórios que recria 12 cidades, tirando partido da mais recente tecnologia para criar uma experiência imersiva, que inclui sons e cheiros, e que afirma este espaço enquanto exemplo pioneiro dos escritórios do futuro.

No novo piso, os colaboradores poderão experienciar uma verdadeira experiência de viagem: a entrada faz-se através de um espaço que simula um aeroporto, com balcões de atendimento aos colaboradores e painéis de informação, que os conduzem para as villages da Cidade do México, Xangai, Tóquio, Londres, Bangalore e Brooklyn.

No futuro, para a utilização das villages, os colaboradores poderão consultar quais estão disponíveis num painel de informação à entrada do aeroporto, semelhante ao que encontram na zona das partidas e chegadas de um aeroporto.

“Abrimos as portas de um dos pisos das Villages em Setembro do ano passado e, até agora, a adesão tem sido muito positiva. Com a inauguração deste novo piso vemos finalizada a concretização de um sonho que acreditamos ser a celebração da nossa diversidade cultural enquanto empresa e equipa. É um formato que nos permite potenciar verdadeiros momentos de colaboração e de socialização entre as equipas e transformar a experiência do modelo de trabalho híbrido. Nas Villages, a criatividade e inovação não têm limites.”, afirmaEtienne Huret, director-geral da Natixis em Portugal.

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Design nacional em destaque no maior mercado mundial da fileira casa portuguesa

Mais de 40 empresas rumam à Maison&Objet após vendas para o mercado francês superarem os 500 milhões de euros em 2022

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A Fileira Casa Portuguesa inicia 2023 com uma nova presença de relevo numa das maiores feiras mundiais de mobiliário e design de interiores. No total, 44 empresas oriundas de Portugal demonstram as suas propostas de valor e designs únicos junto dos principais agentes dos diferentes sectores na Maison & Objet, que se realiza de 19 a 23 de Janeiro em Paris.

Tendo em conta as actuais transformações sociais, económicas e políticas, o certame da capital francesa apresenta o tema inspiracional “Take Care!”, que espelha nos produtos em mostra a crescente necessidade do conforto, do respeito pelo património e da consciência ambiental que os utilizadores procuram. A presente edição volta a conectar os prescritores e compradores franceses a um forte contingente nacional, que pretende expressar a modernidade e rejuvenescimento do elevado padrão de qualidade da sua oferta.

Perante a significativa presença nacional na feira, Joaquim Carneiro, Presidente da APIMA, Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins, que lidera a participação lusa, afirma que “face ao prolongamento de um cenário conturbado, no qual o conflito na Ucrânia e o incremento do custo das matérias-primas se reafirmam como os principais desafios, é de louvar a resiliência demonstrada pelas dezenas de empresas portuguesas que marcam presença nesta nova edição da Maison & Objet, continuando a procurar novas oportunidades e clientes numa conjuntura sem paralelo”.

“A significância deste certame é comprovada, de forma clara, pelos dados que o mercado francês apresenta para o nosso país: um volume de exportações que ultrapassou os 500 milhões de euros em 2022 e uma quota de mercado que continua a representar cerca de um terço do total das vendas nacionais ao exterior. Manter a trajectória crescente das exportações, para este e para os demais mercados, de forma sustentada e suportada, cada vez mais, em valor acrescentado, é o grande desafio da década para Portugal”, reforça o Presidente da APIMA.

A Fileira Casa Portuguesa prepara-se, assim, para o primeiro ano no pós-pandemia de total normalidade nos certames internacionais, procurando continuar a crescer nos mercados tradicionais e estimular as vendas em algumas geografias de elevado potencial. Promoção que não será realizada exclusivamente “fora de portas”, com a 3ª edição do Portugal Home Week, na Alfândega do Porto, agendada para os dias 15 e 16 de Junho.

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Merlin Properties lança comercialização da segunda fase do Parque Logístico Lisboa Norte

Este segundo armazém logístico é constituído por cerca de 33 mil m2 de construção, com 11m de pé direito livre, um número considerável de cais de descarga hidráulicos e dispõe ainda de um logradouro funcional. A comercialização é da Cushman & Wakefield e a Savills

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Na sequência do sucesso da primeira fase de comercialização do Lisboa Park, que atingiu 100% da sua ocupação e em que foram arrendados 45.000m2 a inquilinos como a DB Schencker, Rangel e Olicargo, a Merlin Properties vai avançar com a comercialização da nova área logística, para a qual escolheu a Cushman & Wakefield e a Savills.

Este segundo armazém logístico é constituído por cerca de 33 mil metros quadrados (m2) de construção, com 11 metros de pé direito livre, um número considerável de cais de descarga hidráulicos, dispondo ainda de um logradouro funcional, com amplas zonas de manobra de veículos de grande porte.

João Cristina, responsável da Merlin Properties em Portugal, explica que “tendo em conta a excelente aceitação do nosso primeiro armazém pelo mercado e a contínua falta de produto logístico, a Merlin reforça a sua aposta no desenvolvimento do Parque Logístico com o objectivo de trazer, o mais rapidamente possível para o mercado, produto de elevada qualidade e que seja uma referência no País”.

Localizado no maior parque logístico nacional, encontra-se numa zona consolidada de transportes e de logística de mercadorias. Dado o fácil acesso às principais vias e eixos rodoviários do País, a apenas 500 metros da auto estrada A1, com ligação à A10 e à A9, o parque situa-se junto à estação ferroviária da Castanheira do Ribatejo, em Vila Franca de Xira, com ligação direta à capital, que se encontra a apenas 30km.

A Merlin Properties, a maior empresa imobiliária espanhola cotada em bolsa e cuja principal actividade é a aquisição e gestão de activos imobiliários comerciais, espera com esta operação em Portugal continuar a reforçar a sua presença no segmento de logística na Península Ibérica, estando presente nos principais pontos-chave da distribuição de mercadorias como Madrid, Barcelona, Valência, Sevilha, Saragoça e Vitória-Bilbau.

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Grupo Casais assina pacto para apostar no emprego jovem

A construtora assinou hoje o “Pacto Mais e Melhores Empregos para os Jovens”, que conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República e tem como objectivo operar uma mudança real no actual contexto de vulnerabilidade associado ao emprego dos jovens

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A iniciativa decorre do “Livro Branco Mais e Melhores Empregos para os Jovens” e é promovida pela Fundação José Neves e pelo Governo, através da Secretaria de Estado do Trabalho. Com esta parceria, o Grupo Casais compromete-se, até 2026 e através de um conjunto de metas fixadas, a reforçar a aposta em diversos indicadores, nomeadamente a contratar e a reter jovens trabalhadores, a garantir emprego de qualidade para os jovens, a formar, desenvolver e a dar voz aos jovens.

“Esta é uma parceria que eleva a qualidade do nosso serviço. Contar com jovens na nossa equipa, é contar com a vanguarda das técnicas e do conhecimento aplicada ao nosso trabalho, conseguindo assim oferecer aos nossos clientes o melhor resultado final. É com muita honra que o Grupo Casais se associa a uma causa tão nobre quanto a valorização e emancipação jovem, acreditando que estamos a dar um contributo importante para a concretização deste projecto”, sublinha António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais

Em 2022, o Grupo Casais contratou, em Portugal, 125 jovens até aos 29 anos, empregos que continuam activos. O total de admissões em 2022, ainda activas, chegou às 552. Se recuarmos a 2016, o total de admissões ainda activas é de 1395.

Carlos Oliveira, Presidente Executivo da Fundação José Neves, realça que este “é um acordo muito importante para o país, que une as empresas e entidades públicas para responder a uma realidade com que o país se debate há demasiados anos: a vulnerabilidade do emprego dos jovens, mesmo dos mais qualificados, que tendem a estar mais expostos ao desemprego e a ter salários baixos. É preciso fazer algo para mudar o estado das coisas e o Pacto assinado vai permitir medir o impacto e os resultados do mesmo. Esperamos ainda que muitas mais empresas se juntem. Estamos a fazer acontecer e o papel das empresas é fundamental para uma alteração estrutural desta situação”, refere.

Para além do Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, da Fundação José Neves e da Secretaria de Estado do Trabalho, são ainda Entidades Associadas ao Pacto a Associação Business Roundtable Portugal, o Conselho Nacional da Juventude (CNJ), o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), e o Observatório do Emprego Jovem, que é responsável pela monitorização do Pacto.

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Zome fecha 2022 com volume de negócios de 1000M€

A mediadora imobiliária 100% portuguesa fechou o ano de 2022 com um volume de negócios superior a mil milhões de euros, o que representa um aumento de 35,5% face ao ano anterior. O ano passado ficou marcado também pela duplicação da sua rede

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A Zome obteve um volume de negócios de 1.034 milhões de euros, no ano passado, mais 35,5% do que em 2021. Durante este período, a empresa mediou 5.770 transacções, em linha com o ano anterior, o que representou uma facturação de 27,5 milhões de euros, mais 11,1% do que em 2021.

“2022 foi o ano da consolidação do crescimento da Zome. Chegamos ao mercado em 2019 e temos vindo a registar, ano após ano, um crescimento assinalável e que é ainda mais satisfatório considerando o contexto particularmente desafiante que marcou o ano passado”, sublinha Patrícia Santos. “Entramos em 2023 com a certeza de que este será mais um ano de expansão para a Zome, onde continuaremos a estar focados em desenvolver os nossos colaboradores e em oferecer as melhores soluções a quem nos procura”, acrescenta a CEO da Zome.

A empresa tem actualmente 44 hubs ibéricos, o que significa que a rede duplicou, no ano passado. 2022 foi ainda o ano que marca a estreia da Zome fora de Portugal Continental, com a entrada na Madeira e Açores. Em linha com este crescimento da rede, também o número de colaboradores teve um aumento expressivo de 62,4%. A empresa conta actualmente com 1.744 colaboradores.

“Esta evolução está alinhada com a nossa ambição de crescer em Portugal, mas também em Espanha, multiplicando o ADN Zome pela Península Ibérica. Acreditamos que, muito em breve, vamos assinalar o marco dos 50 hubs imobiliários”, destaca Patrícia Santos.

De 2022 destaca-se ainda o valor médio dos imóveis transaccionados de 218 mil euros, o que significa um aumento de 11,9% face ao ano anterior.

Em Janeiro deste ano, a Zome foi, pelo segundo ano consecutivo, galardoada com o Prémio Cinco Estrelas, na categoria de “Melhor Rede de Franchising”.

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