Edição digital
Assine já
Engenharia

Universidade de Aveiro recebe Jornadas Casa Passiva em Março

Esta iniciativa, promovida em parceria com a Associação Casa Passiva, é composta por um conjunto de palestras a cargo de diversos especialistas convidados que apresentarão vários exemplos concretos dos conceitos e boas práticas construtivas

CONSTRUIR
Engenharia

Universidade de Aveiro recebe Jornadas Casa Passiva em Março

Esta iniciativa, promovida em parceria com a Associação Casa Passiva, é composta por um conjunto de palestras a cargo de diversos especialistas convidados que apresentarão vários exemplos concretos dos conceitos e boas práticas construtivas

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
“MaisConsultores #Capital” aumenta o seu negócio com aquisição de nova agência
Imobiliário
Vilamoura Parque inicia fase de comercialização
Imobiliário
Lisboa cria Comissão de Concertação Municipal do Urbanismo
Imobiliário
ALP defende “choque fiscal” no imobiliário e fim do congelamento de rendas
Imobiliário
Eficiência Energética: do Projeto à Obra
“Smarth Growth: o Papel da Economia Circular” em conferência
Construção
Ferring Pharmaceuticals expande service center no Lagoas Park
Imobiliário
Aldi investe 60M€ e inaugura o seu maior centro de distribuição no País
Empresas
Mercado de escritórios em Lisboa com tendência de crescimento para níveis pré-pandemia
Imobiliário
Geberit marca presença na Casa Decor 2022 com o espaço ‘Sheroes (She+heroes)’
Empresas

A Universidade de Aveiro vai receber as Jornadas Casa Passiva no dia 8 de Março.

Esta iniciativa, promovida em parceria com a Associação Casa Passiva, é composta por um conjunto de palestras a cargo de diversos especialistas convidados que apresentarão vários exemplos concretos dos conceitos e boas práticas construtivas “e dos consequentes ganhos de eficiência energética dos edifícios”.

“O conceito PassivHaus, após 22 anos da construção do primeiro conjunto de casas passivas e de mais de 40 mil edifícios construídos, continua a evoluir e a transformar a forma como concebemos, planeamos e construímos casas”, afirmaram Fernanda Rodrigues e Romeu da Silva Vicente.

Segundo os sócios fundadores da Associação Casa Passiva, “a comunicação aberta entre os diversos profissionais e decisores na indústria da construção facilita a identificação de consensos e permite o desenvolvimento de estratégias para aumentar, continuadamente, a qualidade da construção”.

Com a realização deste evento, a associação pretende “acrescentar valor, identificando e integrando as perspectivas dos estudantes, dos profissionais, das instituições, das empresas e de todos os actores relevantes para este mercado”.

As jornadas contarão ainda com a apresentação de trabalhos académicos no âmbito do concurso “Call for Posters”, que visa promover, sensibilizar e levar à reflexão sobre “as vantagens ambientais, económicas e sociais da adopção de boas práticas no domínio da eficiência energética e ambiental no sector da construção”.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Artigos relacionados
“MaisConsultores #Capital” aumenta o seu negócio com aquisição de nova agência
Imobiliário
Vilamoura Parque inicia fase de comercialização
Imobiliário
Lisboa cria Comissão de Concertação Municipal do Urbanismo
Imobiliário
ALP defende “choque fiscal” no imobiliário e fim do congelamento de rendas
Imobiliário
Eficiência Energética: do Projeto à Obra
“Smarth Growth: o Papel da Economia Circular” em conferência
Construção
Ferring Pharmaceuticals expande service center no Lagoas Park
Imobiliário
Aldi investe 60M€ e inaugura o seu maior centro de distribuição no País
Empresas
Mercado de escritórios em Lisboa com tendência de crescimento para níveis pré-pandemia
Imobiliário
Geberit marca presença na Casa Decor 2022 com o espaço ‘Sheroes (She+heroes)’
Empresas
Imobiliário

“MaisConsultores #Capital” aumenta o seu negócio com aquisição de nova agência

Face a 2020, o Grupo MaisConsultores Capital, cresceu cerca de 100% em 2021 e prevê para 2022 mais de 100 M€ em volume de negócios

A MaisConsultores #Capital, franchisado da rede de consultores imobiliários MaisConsultores, acaba de expandir o seu negócio com a aquisição da agência do Parque das Nações, que envolve um crescimento do volume de negócio na ordem dos 100%.  

A aquisição desta agência “vem ampliar a rede da empresa e incorporar uma equipa de consultores seniores e experientes, permitindo novas sinergias para a partilha de conhecimento e realização de formações temáticas e personalizadas”, explica a marca.

Face a 2020, o Grupo MaisConsultores Capital, cresceu cerca de 100% em 2021 e prevê para 2022 mais de 100 milhões de euros em volume de negócios.

Para Filipe Vale e João Costa, administradores da MaisConsultores #Capital, esta aquisição simboliza “o crescimento positivo que a nossa rede de agências e consultores está a ter desde 2018″. Além disso, “a aquisição da agência do Parque das Nações teve um benefício duplo, pois esta agência pertencia ao Master da marca MaisConsultores, e com esta decisão estratégica, vai permitir que o mesmo se foque mais no desenvolvimento do software MaisMLS e também no crescimento da marca e do Franchising”, acrescentam. 

A rede MaisConsultores #Capital surgiu em 2018 e conta já com três agências e 200 consultores imobiliários, sendo que a rede detém, na sua tonalidade 27 agências e 1100 consultores de Norte a Sul, incluindo todos os franchisados. 

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Vilamoura Parque inicia fase de comercialização

Projecto de 40 moradias, promovido pela Vilamoura World, deverá estar concluído em 2024

O empreendimento Vilamoura Parque, o mais recente projecto promovido pela Vilamoura World, acaba de iniciar a fase de comercialização e conta já com 20% de vendas confirmadas. O projecto deverá estar concluído e pronto a entregar aos clientes no primeiro semestre de 2024.

Localizado no centro de Vilamoura, este novo projecto imobiliário pretende “responder à procura por imobiliário de luxo, direccionada para um cliente exigente, que escolhe Vilamoura para residir, passar férias e investir”.

“Esta é, sem dúvida, a última oportunidade para se adquirir uma casa nova no coração de Vilamoura”, afirma Miguel Palmeiro, administrador da Vilamoura World com o pelouro comercial.

As 40 unidades – 30 V2 e 10 V3, beneficiam de uma localização privilegiada, estando a dois passos da marina, de campos de golf, de courts de ténis e de uma vasta oferta de serviços. Cada moradia deste empreendimento privado exclusivo tem quartos em suite, jardim e piscina privativos e garagem em box com acesso direto ao interior das habitações.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Lisboa cria Comissão de Concertação Municipal do Urbanismo

Visando simplificar e tornar mais célere o processo de licenciamento urbanístico, a Câmara de Lisboa criou a Comissão de Concertação Municipal do Urbanismo. A primeira reunião está agendada para o início de Maio

CONSTRUIR

O município de Lisboa criou a Comissão de Concertação Municipal do Urbanismo para dar resposta ao volume de processos de licenciamento que carecem de pareceres internos dos vários Serviços Municipais. A primeira reunião de concertação realizar-se-á na primeira semana de Maio.

Esta Comissão vem assegurar a articulação interna necessária para uma maior celeridade na obtenção de uma decisão final, com ganhos para os requerentes em termos de melhoria dos prazos de resposta da autarquia, assim como de maior qualidade e objectividade da apreciação.

“O principal objectivo é simplificar e desburocratizar os procedimentos internos e assegurar uma resposta concertada e mais célere aos requerentes. Para isso, esta Comissão vai sentar à mesma mesa os vários Serviços que têm de se pronunciar sobre os processos urbanísticos e garantir a comunicação de uma forma célere e eficaz inter-serviços, com impacto na redução dos prazos de apreciação”, assegura Joana Almeida, vereadora do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa.

Compete à Comissão de Concertação Municipal do Urbanismo a ponderação e compatibilização da análise técnica das propostas de pareceres internos, “garantindo a coerência, clareza e objectividade necessárias” às propostas de decisão.

Consoante o tipo de processo, e as suas especificidades, são convocados para reunião de concertação representantes de diferentes unidades orgânicas do município, desde a área do ambiente à gestão patrimonial, ao ambiente e/ou desporto, entre outros.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

ALP defende “choque fiscal” no imobiliário e fim do congelamento de rendas

Para a ALP, estas duas medidas “constituiriam um inequívoco sinal político de que existe vontade de iniciar um novo capítulo nas políticas de habitação pública no país”

CONSTRUIR

A ALP – Associação Lisbonense de Proprietários, que congrega mais de dez mil proprietários urbanos de todo o país, defende que deve ser aprovada pelo Parlamento, no âmbito da discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2023, uma isenção total de impostos – em sede de IRS e de IMI – a todos os rendimentos provenientes de contratos de arrendamento congelados, celebrados em período anterior a 1990.

A ALP defende, cumulativamente, um “choque fiscal” para o imobiliário, propondo também a extinção do AIMI – Adicional ao IMI, criado em 2017, e conhecido como “Imposto Mortágua”.

Para a ALP, estas duas medidas “constituiriam um inequívoco sinal político de que existe vontade de iniciar um novo capítulo nas políticas de habitação pública no país, com o Estado a trabalhar com os privados, que detêm 98% das casas do país, na resposta à emergência habitacional que foi criada e sucessivamente agravada pela adopção de medidas erradas, que destruíram a confiança de investidores e proprietários, deixaram os jovens e a classe média sem resposta às suas necessidades habitacionais, e contribuíram para a degradação do edificado e das cidades”.

No que diz respeito à isenção integral de IRS e IMI nas rendas congeladas antigas, esta medida reporia, no entender da ALP, alguma justiça, num momento em que os proprietários continuarão a ser forçados, por mais um ano, a assumir uma função social que não lhes compete, com nova prorrogação – a terceira – do prazo transitório que colocaria um ponto final ao congelamento de rendas habitacionais em Portugal, que vigora há mais de 110 anos no país, enquanto o Observatório da Habitação e da Reabilitação Urbana, integrado no IHRU, produz, até Maio do próximo ano, um retrato do congelamento de rendas no país, a partir dos dados dos Censos de 2021.

Esta isenção é uma pretensão justa e garante a mais elementar equidade fiscal. De facto, o Estado já concede idênticas isenções fiscais aos proprietários que colocam os seus imóveis nos Programas de Arrendamento Acessível municipais ou do Governo, com valores muito próximos dos valores de mercado (20% abaixo da mediana calculada pelo INE) e por um prazo mínimo de 5 anos.

Ainda assim, alerta a ALP, devido à falta de confiança no Estado e graças à instabilidade legislativa e fiscal dos últimos seis anos, são muito poucos os contratos firmados ao abrigo do arrendamento acessível, francamente abaixo das metas de 20% de todos os contratos serem ao abrigo do PAA, estipulada em 2019. De acordo com o INE, em 2021, existiram pouco mais de 800 contratos de arrendamento acessível no país, face aos mais de 87 mil novos contratos que foram registados. Ou seja, o arrendamento acessível representa menos de 1% do mercado de novos arrendamentos.

Nos primeiros três meses de 2022, a situação aparenta manter-se: actualmente só estão registados cerca de 160 alojamentos no Portal da Habitação, face a mais de 3.200 candidaturas de inquilinos à procura de uma solução de habitação. Ou seja, há 20 vezes mais potenciais inquilinos do que imóveis disponíveis, um número que indica a existência de uma crise de confiança que está a votar o PAA ao fracasso.

Dados do Barómetro da ALP revelam que mais de 51% dos proprietários de imóveis representados pela ALP suportam contratos anteriores a 1990, com rendas de valores muito baixos. Dentro do universo dos 5400 contratos de arrendamento que são geridos pela ALP, mais de um terço (35%) são anteriores a 1990 – ou seja, têm as rendas congeladas. A renda média dos contratos de arrendamento geridos pela ALP é 429,98€, valor que compara com uma renda média dos contratos anteriores a 1990 de 211,99€. Analisando a mediana de todos os contratos que são geridos pela ALP, esta fixa-se em 362,35€, ao passo que a mediana dos contratos congelados é de apenas 163,51€.

Numa análise mais fina aos dados do universo de arrendamentos geridos pela ALP, o retrato é auto-explicativo da situação de disfuncionalidade – rendas muito baixas, eternizadas e sem possibilidade de qualquer actualização, convivem com rendas muito altas. De facto, 26,5% dos contratos anteriores a 1990 têm rendas inferiores a 100 euros mensais. A maior parcela das rendas antigas (35,5%) tem um valor mensal de renda entre os 100 e os 200€.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Eficiência Energética: do Projeto à Obra

Soluções construtivas que promovem a eficiência energética e o conforto nos edifícios.

Brand SHARE

Estamos todos conscientes do fraco desempenho energético do nosso parque edificado, bem como da dificuldade em mantermos temperaturas de conforto no seu interior. Repetem-se manchetes e reportagens sobre o assunto e o diagnóstico aponta, invariavelmente, para a falta de isolamento dos edifícios.

O Grupo Preceram, como fabricante de materiais de construção essenciais, os chamados “básicos” – tijolo, placas de gesso, agregados leves e isolamento – tem trabalhado na identificação e caracterização técnica de soluções construtivas que promovam a eficiência energética e o conforto nos edifícios.

Este trabalho, implica uma estreita colaboração e implementação em todas as etapas da obra, sendo essencial a fase de projeto. É aqui que se podem delinear as melhores opções, aquelas que terão o maior efeito no bem-estar dos utilizadores, com menor consumo de recursos, pegada de carbono, impacte ambiental – as mais eficientes.

Nos últimos anos, a indústria também se adaptou, quer ao nível dos produtos disponibilizados ao mercado como dos processos. A questão da eficiência energética também se coloca ao nível produtivo e é determinante para a sua competitividade. Insere-se num tema mais lato, o da sustentabilidade.

Tem sido uma preocupação das várias empresas do Grupo, inovar permanentemente, com produtos tão distintos como o tijolo térmico e acústico Preceram, o suporte ideal para a construção de paredes eficientes com isolamento pelo exterior (ETICS e fachadas ventiladas) ou pelo interior em sistemas de placas de gesso.

Neste âmbito, salientamos o contributo da Gyptec no desenvolvimento de novas soluções para a construção, mas também para a reabilitação, como a placa GYPCORK com isolamento incorporado em cortiça, ou a gama de sistemas com isolamento em lã mineral Volcalis.

Esta última empresa, distingue-se pela inovação introduzida na conceção e fabrico em Portugal de um isolamento térmico e acústico eficiente, seguro e acessível que contribui positivamente para o desempenho energético dos edifícios.

Ainda a este nível, temos que referir o extraordinário desenvolvimento das soluções de base natural, como sejam as coberturas verdes, cujo contributo tem vindo a ser reconhecido também na eficiência energética dos edifícios. Neste âmbito, em representação da nossa empresa de argila expandida, Argex, temos vindo a trabalhar em estreita colaboração com a associação nacional do setor, a ANCV Greenroofs, no sentido de compilar e divulgar um conjunto de informação técnica relevante para os fabricantes, instaladores e projetistas.

A capacidade técnica instalada no nosso país é reconhecida e premiada a nível internacional.  Claro está que a evolução nas exigências legais e funcionais dos edifícios, nacionais e europeias, com a incorporação de novos materiais e soluções, exigem formação contínua e a colaboração também dos fabricantes.

Como já referido, no projeto é fundamental estarem espelhadas as melhores opções que deverão ser corretamente executadas e instaladas em fase de obra. Reconhecendo a importância desse diálogo, temos vindo a promover seminários, formações e eventos, dirigidos aos técnicos, mas também aos instaladores, divulgando as várias ferramentas de apoio que disponibilizamos. São exemplo o Manual Técnico Gyptec, a plataforma online Gestor de Soluções e os vários sites das empresas do Grupo Preceram.

Neste momento, estamos a desenvolver, em parceria com o ITeCons, uma biblioteca que assista os técnicos projetistas na caracterização de soluções para a envolvente opaca, refletindo as recentes alterações legislativas que integram essa exigência logo no projeto de Arquitetura.

Sabemos que podemos ter edifícios com melhor desempenho energético, trabalhando todos em conjunto, do Projeto à Obra.

Subscreva a nossa newsletter em:

https://solucoesparaconstrucao.com/newsletter/

Fonte: Grupo Preceram

Sobre o autorBrand SHARE

Brand SHARE

Mais artigos
Construção

“Smarth Growth: o Papel da Economia Circular” em conferência

A Smart Waste Portugal, em parceria com a Fundação Serralves, promovem a 5 de Maio de 2022, uma conferência sobre a valorização da economia circular enquanto modelo económico

CONSTRUIR

A Fundação de Serralves e a Associação Smart Waste Portugal (ASWP) associam-se numa causa comum: a valorização da economia circular, enquanto modelo económico mais sustentável na construção e transição societal. Neste sentido, promovem a 5 de Maio de 2022, no Auditório do Museu de Serralves, no Porto, a conferência “Smart Growth: o Papel da Economia Circular”.

Este encontro pretende dar resposta a questões como: Qual é o estado actual da economia circular em Portugal? Quais as principais barreiras à transição circular? Quais são os negócios circulares em Portugal? Quais as tendências e ferramentas a aplicar? Como financiar a economia circular? Onde se deve actuar?. Estas e muitas outras questões serão abordadas pelos principais líderes empresariais e políticos, figuras relevantes, que neste encontro irão também reflectir sobre os principais desafios e as oportunidades da economia circular rumo a um crescimento económico.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Ferring Pharmaceuticals expande service center no Lagoas Park

A Ferring Pharmaceuticals procedeu à ampliação definitiva para um novo espaço, com cerca de 2000 metros quadrados no edifício 3 do Lagoas Park

CONSTRUIR

A Ferring Pharmaceuticals expandiu a sua operação no Lagoas Park. Inicialmente situada no edifício 6, num espaço com cerca de 700 metros quadrados, que permitiu acomodar os primeiros colaboradores da empresa, a Ferring Pharmaceuticals procedeu à ampliação definitiva para um novo espaço, com cerca de 2000 metros quadrados no edifício 3 do Lagoas Park, numa operação que contou com o apoio da CBRE.

“O Lagoas Park respondeu na totalidade às necessidades da Ferring. Numa primeira fase através de um escritório que se encontrava totalmente infraestruturado, o que permitiu o início imediato das actividades do Service Center, tendo, agora, a flexibilidade necessária para acomodar a estratégia de expansão que estava definida”, afirma João Diogo Pereira, Associate Diretor do departamento de a&t offices da CBRE Portugal.

“A Ferring encontrou o local perfeito para a implantação e expansão do nosso Service Center. Esta localização vai permitir criar infraestruturas para fixar as nossas equipas, principalmente, mas não só, nas áreas de Finance e IT”, refere Cristiano Ferreira, director geral do Ferring Service Center.

Gerido pela CBRE Portugal, o Lagoas Park é propriedade da Henderson Park, desde 2020. É um dos maiores parques empresariais de Portugal, com 114 mil metros quadrados de escritórios, 2500 metros quadrados de área comercial e 85 mil metros quadrados de espaços verdes.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Aldi investe 60M€ e inaugura o seu maior centro de distribuição no País

Esta infraestrutura veio permitir a centralização de toda a operação logística num só local, visto que esta estava anteriormente repartida em duas plataformas: Montijo e Quinta do Anjo

CONSTRUIR

A Aldi Portugal inaugurou, oficialmente, o seu maior Centro de Distribuição no País e um dos maiores do Grupo Aldi Nord. Situado na Moita, o novo Centro possui uma área total de 57 mil metros quadrados (m2) e vai permitir abastecer de forma mais rápida e eficiente as mais de 100 lojas do retalhista alimentar, em Portugal. Com um investimento de 60 milhões de euros. este é o maior investimento de sempre, no concelho da Moita.

O novo Centro de Distribuição da Moita, cuja construção se iniciou em Fevereiro de 2021 e foi concluída este ano, conta com 89 cais de carga e descarga, 60 lugares de estacionamento para camiões e uma capacidade de armazenamento de 14 mil m2 de câmaras refrigeradas. A nova estrutura foi desenhada para suportar o abastecimento a mais de 150 lojas em território nacional, e surge da natural necessidade em apoiar o ambicioso plano de expansão da ALDI em Portugal, que prevê atingir as 200 lojas em 2025. Esta infraestrutura veio permitir a centralização de toda a operação logística num só local, visto que esta estava anteriormente repartida em duas plataformas: Montijo e Quinta do Anjo.

De forma a reforçar o seu compromisso de elevada frescura e melhor qualidade ao melhor preço para com os seus clientes, todas as áreas de armazenamento de artigos de tipologia “just in time” (artigos perecíveis onde não é feito stock) foram reforçadas. Este entreposto está, assim, preparado para receber e armazenar todos os produtos que o retalhista alimentar comercializa actualmente nas suas lojas, visto que está equipado com uma área de armazenamento seco, de frio positivo e negativo.

Para além do investimento em infraestrutura física, é igualmente de destacar o forte investimento em tecnologia. A nova operação logística é suportada pelo mais recente WMS (Warehouse Management System) utilizado em todo o grupo ALDI Nord e todo o sistema de preparação de encomendas é suportado por um robusto sistema de tecnologia de voz (Pick by Voice). Todas estas melhorias operacionais vão resultar num ganho de eficiência nos processos diários da operação, o que se traduz numa maior rentabilização de custos e na optimização de produtividade das equipas.

Em termos de escolha de localização, o CEO da ALDI Portugal, Wolfgang Graff adianta que “a Moita situa-se numa posição estratégica no país, em termos logísticos, não só em termos de localização geográfica e de acessos, devido à proximidade às autoestradas que facilmente podemos utilizar para chegar às nossas lojas, mas também está bem servida em termos de transportes públicos e infraestruturas relevantes para as pessoas que aqui trabalham todos os dias”.

Também do ponto de vista da sustentabilidade, o novo Centro de Distribuição da Moita está alinhado com o compromisso do retalhista alimentar. Não só conta com painéis fotovoltaicos com capacidade de produzir energia até 1MW e uma gestão inteligente da iluminação, garantida através de sensores de movimento, como as várias câmaras de frio contam com sistemas de arrefecimento, que minimizam os efeitos nocivos para a camada de ozono ao utilizarem NH3 e CO2, fluidos com menor impacto ambiental.

“Sempre vimos Portugal como uma oportunidade para crescer na Europa e estamos muito entusiasmados por poder celebrar mais uma grande conquista, a nível nacional. Este Centro de Distribuição simboliza o nosso crescimento e o que pretendemos atingir em Portugal nos próximos anos. Com este novo edifício, conseguimos melhorar ainda as condições de trabalho dos colaboradores que aqui trabalham, oferecendo espaços de trabalho mais amplos e luminosos, zonas sociais mais confortáveis e estacionamento privativo para todos. Este foi um projeto que envolveu o apoio e a colaboração de vários parceiros, essenciais para o seu sucesso, e que nos vai permitir continuar a fazer a diferença em Portugal”, conclui Wolfgang Graff.

A inauguração deste novo Centro contou com a presença de Carlos Albino, presidente da Câmara Municipal da Moita, Sara Silva, vice-presidente da Câmara Municipal da Moita e António Duro, presidente da Assembleia Municipal da Moita, entre outros convidados e parceiros institucionais.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Mercado de escritórios em Lisboa com tendência de crescimento para níveis pré-pandemia

Enquanto o volume de absorção superior a 64 mil m2 colocam o mercado de escritórios em Lisboa próximo dos níveis registados pré-pandemia, no Porto o mesmo segmento registou um volume de absorção de 5.900 m2, duplicando o resultado obtido no mesmo período de 2021

CONSTRUIR

“No primeiro trimestre de 2022, o mercado de escritórios de Lisboa registou um volume de absorção de 64.289 m2, num total de 45 operações fechadas, das quais 70% representaram uma mudança de instalações de empresas. O crescimento na ocupação foi fortemente alavancado pela operação de pré-arrendamento de 28.000 m2 pela Fidelidade no Edifício Álvaro Pais, na zona de Entrecampos. O resultado sem essa operação seria, no entanto, 24% acima do mesmo período de 2021, o que confirma a tendência de crescimento pós-pandemia”, avança a Savills.

De acordo com a consultora, os resultados deste trimestre confirmam a tendência de crescimento e recuperação em relação a 2021. “O regresso dos colaboradores aos escritórios é uma realidade confirmada. As empresas prosseguem a adaptação dos seus espaços e da sua localização às novas necessidades, situação que tem dinamizado a procura de mercado”, aponta Alexandra Portugal Gomes, head of research da Savills Portugal.

Durante este trimestre foram realizadas 45 operações, revelando um crescimento de 66% em comparação ao mesmo período de 2021. A zona Prime CBD (Zona 1) registou 29% das operações, seguida pela zona do Parque das Nações (zona 5) e a do Corredor Oeste (zona 6), ambas com 18%. A nova sede da Fidelidade fez sobressair o intervalo de área ocupada acima dos 5.000 m2, (53% do total). Excluindo esta operação, o intervalo mais representativo seria o relativo a espaços entre os 1.501 m2 – 3.000 m2, com um peso de 13% dos 64.289 m2.

No que respeita ao volume de absorção por sector de actividade, destaca-se o sector dos Serviços Financeiros, com 30.458 m2 associados, em que 28.000 m2 foram ocupados pela Fidelidade e o sector dos Serviços a empresas, com 11.304 m2, dos quais 5.807 m2 foram preenchidos por um centro de escritórios na nova zona empresarial (Zona 3).
A mudança de instalações foi responsável por 64% dos negócios, seguida pela expansão de área (20%) e o estabelecimento de novas empresas na cidade de Lisboa (16%).

“Sendo estes resultados significativos quando comparados com o ano passado, se excluirmos o negócio da Fidelidade, este trimestre fica 13% abaixo do registado no período pré-pandemia (2019)”, constata a Savills. Frederico Leitão de Sousa, head of corporate solutions da Savills Portugal, afirma que “observando o 1º trimestre de 2022, confirmamos a trajectória de recuperação do mercado de escritórios, estando não só acima dos números dos últimos dois anos, mas, acima de tudo, perto dos valores pré-pandemia. Um outro dado assinalável é o aumento gradual de novas empresas a fixar-se em Portugal, particularmente em Lisboa. Esta situação poderá aumentar futuramente em virtude do conflito na Ucrânia, uma vez que algumas empresas poderão optar por se estabelecerem no nosso país ao invés de outras localizações concorrentes como da Polónia ou Roménia”.

Mercado de Escritórios do Porto inicia recuperação

Olhando para mercado de escritórios do Porto, no 1º trimestre de 2022, a Savills assinala o volume de absorção total de aproximadamente 5.900 m2, resultante de 12 negócios, duplicando o resultado obtido no mesmo período de 2021.

A maioria das operações decorreu nos meses de Janeiro e Março, sendo as zonas CBD Boavista e Out of Town as mais ativas, com 42% cada, ainda que a última tenha registado o maior valor de take-up, com 2.461m2 de espaços ocupados.
“Este trimestre confirma o sentido de recuperação do mercado do Porto. Ainda que o crescimento não seja contínuo quando analisado mensalmente, uma vez que Fevereiro foi bastante moderado. Este resultado demonstra que o mercado está a recuperar o seu dinamismo e atractividade gradualmente”, afirma Alexandra Portugal Gomes. Ainda assim, “são boas notícias que reflectem o aumento da procura por parte de empresas nacionais e internacionais, sendo que estas últimas vêm directamente à região do Porto à procura de talento. A zona prime da Boavista será sempre uma opção óbvia para quem se quer instalar nesta região, no entanto, a zona Out of Town representará com maior frequência a oferta de novas opções”, acrescenta Francisco Megre, offices consultant da divisão do Porto da Savills Portugal.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Geberit marca presença na Casa Decor 2022 com o espaço ‘Sheroes (She+heroes)’

O projecto ‘Sheroes (She+heroes), da autoria da decoradora de interiores Virginia Sánchez, é uma homenagem às mulheres que romperam estereótipos

CONSTRUIR

Para a presente edição da Casa Decor 2022, que irá decorrer em Madrid, Espanha, a Geberit apostou no estilo pessoal e transgressor da decoradora de interiores Virginia Sánchez. O projecto ‘Sheroes (She+heroes) é uma homenagem às mulheres que romperam estereótipos. Está situado no espaço 32 da exposição, no 4º piso do edifício da rua Goya 89, em Madrid, e pode visitar-se até 22 de Maio, todos os dias das 11h às 21h.

O espaço ‘Sheroes’, que Virginia Sánchez desenhou para a Geberit, especialista em louça sanitária e tecnologia para a casa de banho, teve como fonte de inspiração o empoderamento da mulher. O resultado desta colaboração é uma casa de banho atractiva e inovadora, que se serve da inovação e da elegância das soluções Geberit para valorizar a valentia das mulheres pioneiras que romperam com o estabelecido e prestar-lhes homenagem.

O espaço também rompe estereótipos com a espectacular escultura curva que alberga a base de duche Olona. Igualmente inovadoras são as cabines com paredes curvas que incluem o cuidado design Rimfree da sanita Geberit iCon e as avançadas funções ‘smart’ da sanita com sistema integrado de lavagem AquaClean Sela. A elegância e a teatralidade do ambiente culminam com as impressionantes cortinas em azul intenso sobre as quais se destaca o acabamento em branco alto brilho dos móveis e o lavatório Geberit ONE, com o seu surpreendente ralo horizontal coberto com tampa magnética e filtro anti-cabelos.

“A ideia conceptual inicial foi de criar uma casa de banho que enaltecesse todos os seus elementos funcionais, mas de uma forma escultural, elegante e teatral. Por isso, cada elemento da casa de banho, tanto o duche como as sanitas e os lavatórios, estão incluídos em estruturas ou formas muito criativas que realçam a sua importância funcional. Criámos um espaço principal inovador através do «ton sur ton», num azul vibrante, baseado na mistura de texturas e materiais e um potente e impactante toque de cor na peça escultural que alberga o duche e preside o espaço. A mistura de materiais, com pavimentos cerâmicos, metacrilato, veludos, papéis acolchoados e molduras também realça o carácter transgressor do espaço”, comenta Virginia Sánchez.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.