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Centro histórico do Porto valorizou 17,1% em 2015

Foi o quarto ano consecutivo no qual este mercado valoriza acima de 10%

Pedro Cristino
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Centro histórico do Porto valorizou 17,1% em 2015

Foi o quarto ano consecutivo no qual este mercado valoriza acima de 10%

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13-ribeira_fotomontagem_03.jpgO mercado imobiliário do centro histórico do Porto teve, em 2015, “o melhor desempenho dos últimos anos”, tendo esta área da cidade valorizado 17,1% em 2015.

De acordo com o Observatório da Reabilitação da Baixa do Porto, inserido na ARU – Área de Reabilitação Urbana, o centro histórico tem sido alvo de “um crescente interesse por parte dos investidores, sendo, reconhecidamente, um destino turístico com cada vez mais notoriedade internacional” e esse registo beneficia do investimento em reabilitação que tem sido executado e tem-se constituído, ao mesmo tempo, como “catalisador de um aumento desse mesmo investimento”.

Esta é a conclusão alcançada após a análise ao número de novos projectos de reabilitação licenciados pela Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) Porto Vivo. Em comunicado de imprensa, a SRU destaca que, após um “longo período de aposta no espaço público e lançamento de projectos âncora, o investimento privado começou finalmente a responder”. “Se inicialmente o fez de forma contida, em resultado das restrições económicas e de crédito que marcaram o período da crise de 2008, nos últimos anos, ganhou uma expressão que abre a porta à concretização do potencial que esse mercado tinha latente”, continua.

Neste âmbito, a emissão de licenças ou comunicações prévias relativas a projectos de reabilitação passou, de 14 alvarás, em 2012, para 74, em 2015. “Após duplicar anualmente entre 2012 e 2014, o número de novos projectos lançados cresceu 23% em 2015, sendo do ano passado 42% do total de 176 alvarás de obra emitidos no período em análise.

O aumento do ritmo de reabilitação urbana nesta área tem tido reflexo também nas “demais variáveis” acompanhadas pela Confidencial Imobiliário (Ci), em parceria com a Porto Vivo, como é o caso da dinâmica de compra e venda de imóveis, um número monitorizado a partir da comunicação de transacções que os proprietários têm de realizar junto da autarquia/Porto Vivo, SRU, que, nos termos legais, “podem exercer o direito de preferência nas respectivas ARU”.

2015 foi também o ano em que o registo de transacções foi mais elevado no território, alcançando as 169 unidades e um total de 35,9 milhões de euros, o que representa, face a 2014, uma subida de 55% em número e de 87% em valor.

A Ci e a Porto Vivo destacam, em comunicado, que o crescimento não foi uniforme ao longo do ano, decorrendo, em especial, do desempenho do segundo semestre, duranteo o qual ocorreram 64% das transacções, o que representa uma subida de 77% relativamente ao semestre anterior.

Esta dinâmica tem tido impacto na valorização deste território, mostrando o Índice de Preços do Centro Histórico do Porto, produzido pela Ci, que esta área valorizou 17,1% o ano transacto, que foi o quarto ano consecutivo no qual este mercado valoriza acima de 10%.

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Saiba onde a cadeia Room007 planeia executar os seus próximos investimentos, numa edição onde lhe contamos em que consiste o contrato da bysteel com o CERN e o que projectou a FOCUS GROUP em Loures. Mas há muito mais para ler nesta edição do CONSTRUIR

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Isolamento e Impermeabilização
Mesmo perante um cenário de dificuldades devido ao custo da energia e dos materiais, o mercado da construção mantém-se dinâmico e com um grande potencial pelas suas necessidades de melhoria. Iniciativas sucedem-se

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Mais de 10M€ foi quanto custaram duas penthouses do Promenade

As duas penthouses integram empreendimento desenvolvido pela promotora imobiliária AM|48 e foram vendidas a investidores estrangeiros. O empreendimento está concluído mas aguarda ainda a emissão da licença de utilização para entregar as casas

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O valor comercial dos dois imóveis supera os 10 milhões de euros, tendo as penthouses sido vendidas a investidores estrangeiros, que representam cerca de 80% dos compradores do Promenade, recentemente concluído na Avenida 24 de Julho.

No interior dos apartamentos de luxo, com uma área de 670 m2 e de 970 m2, respectivamente, as janelas amplas permitem usufruir da luminosidade da cidade de Lisboa e da vista panorâmica para a frente ribeirinha, onde a qualidade de vida surge naturalmente da proximidade com o Tejo.

Nas penthouses todos os detalhes e características reflectem requinte e exclusividade. Reúnem acabamentos e equipamentos de elevada qualidade que permitem uma experiência de conforto e modernidade, entre eles, o acesso directo e exclusivo à cobertura do edifício onde se encontra o terraço particular com piscina, os mármores e cozinhas Gaggenau, os pisos aquecidos, o sistema de domótica que torna estas casas inteligentes. Todos os quartos são suites e alguns incluem closet. A penthouse maior é composta por seis suites, mais uma pensada para servir o staff, sala de estar e jantar com cerca de 90m2 e o um terraço na cobertura com piscina exclusiva com cerca de 355m2.

Privilegiando o conceito de privacidade, estes apartamentos contam com a existência de boxes de estacionamento até seis carros, que, através de um elevador privado, permitem acesso directo desde a box até ao interior de cada uma das unidades. Para além dos lugares de parqueamento, este espaço dispõe de uma copa totalmente equipada, casa de banho e carregador de veículos eléctricos tornando-se o espaço ideal para algum conceito diferente: uma sala de estar, um salão de jogos ou outra qualquer utilização que se adapte à dinâmica familiar.

No total dos cinco pisos habitacionais o Promenade dispõe de 36 apartamentos e quatro penthouses, de tipologia T1 a T6. O empreendimento possui ainda um exclusivo SPA com ginásio e piscina interior, idealizado num estilo de arquitectura contemporânea.

Com o empreendimento concluído, apenas se aguarda a emissão da licença de utilização, requerida há mais de um ano, para que as casas possam ser entregues aos seus compradores.

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Oposição na Câmara de Lisboa chumba venda de três terrenos em hasta pública

A alienação dos cinco lotes municipais, todos na freguesia do Lumiar, foi proposta pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Filipe Anacoreta Correia (CDS-PP), que tem o pelouro da Gestão Patrimonial, que sugeriu o lançamento de uma hasta pública para a venda destes terrenos para construção de habitação

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A Câmara de Lisboa aprovou a venda de dois lotes municipais para a construção de habitação e chumbou a alienação de outros três terrenos para a mesma finalidade, com um valor base total de 19,84 milhões de euros.

A alienação dos cinco lotes municipais, todos na freguesia do Lumiar, foi proposta pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Filipe Anacoreta Correia (CDS-PP), que tem o pelouro da Gestão Patrimonial, que sugeriu o lançamento de uma hasta pública para a venda destes terrenos para construção de habitação, indicando que, no conjunto, os imóveis têm um valor base total de licitação de 20,915 milhões de euros.

A proposta já tinha sido discutida na semana passada, mas a votação foi adiada, após reparos da oposição sobre os contornos da venda de terrenos municipais, tendo sido realizada esta quinta-feira em reunião privada.

A venda de dois lotes municipais na Quinta dos Alcoutins, o lote 26 com uma área de 1.063 metros quadrados (m2) pelo valor base de 515 mil euros e o lote 27 com 1.150 m2 por 560 mil euros, foi aprovada com a abstenção do PS, os votos a favor da liderança PSD/CDS-PP (que governa sem maioria absoluta) e os votos contra dos restantes vereadores da oposição, nomeadamente PCP, BE, Livre e independente do Cidadãos por Lisboa (eleito pela coligação PS/Livre).

Com os votos contra de todos os vereadores da oposição à liderança PSD/CDS-PP foi chumbada a alienação dos outros três terrenos, com um valor base total de 19,84 milhões de euros, designadamente dois lotes na Rua Professor Manuel Viegas, na urbanização do Paço do Lumiar, o lote B com 1.920 m2 por 6,2 milhões de euros e o lote C com 3.906 m2 por 12,2 milhões, e um na malha 6 da Alta de Lisboa com 906,37 m2 por 1,44 milhões.

Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da CML acusou a oposição de “bloquear a atividade da câmara”, lembrando que o orçamento municipal para este ano, que foi viabilizado com a abstenção do PS, prevê “realizar receitas em venda de património de 100 milhões euros”.

Filipe Anacoreta Correia criticou a vereação socialista por considerar que o voto contra a venda dos três lotes “manifesta contradição com aquilo que propôs no passado”, referindo que “o PS realizou em receitas de venda de património 850 milhões de euros, nos últimos 10 anos, uma média de 85 milhões euros por ano”.

Segundo o vice-presidente, o anterior executivo socialista tentou vender dois destes lotes municipais, que ainda hoje têm uma placa a dizer “vende-se”.

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BERD recebe prémio especial European Steel Bridge Awards

O projecto que compreendeu a construção de 145 pontes modulares para o ministério dos Transportes do Perú, valeu à empresa portuguesa de engenharia de pontes a distinção internacional na EECS European Steel Bridge Awards 2022

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O projecto português que ajudou a recuperar a destruição do “El Ninõ” no Peru, aliando inovação à engenharia de pontes, venceu o prémio especial internacional de uma das mais importantes instituições na área das estruturas e engenharia de pontes, a EECS European Steel Bridge Awards 2022. A atribuição do prémio já tinha sido anunciada em Julho, tendo a empresa portuguesa sido a escolhida entre os 23 projectos europeus a concurso. A cerimónia foi realizada, esta semana, em Istambul, no âmbito da 10ª edição do International Symposium for Steel Bridges for a Green Planet.

“Este prémio especial da EECS representa para a BERD o reconhecimento da actividade que temos desenvolvido, bem como do investimento em I&D. A inovação está no ADN da Berd. A aposta em I&D está na génese da empresa, dado que o negócio original da empresa está assente na exploração no mercado de uma patente sua. Ao longo destes 16 anos conseguimos afirmar-nos como uma marca premium a nível mundial, conquistamos a liderança a nível da Europa no segmento de cimbres autolançáveis e asseguramos a nossa posição, neste segmento, no TOP 2 mundial”, sustenta Pedro Pacheco, Ceo da BERD.

As pontes modulares da Berd no Peru foram destacadas por representarem uma grande evolução ao nível da engenharia, com uma poupança de 20% no consumo de aço face aos projectos convencionais, com uma redução da pegada de carbono, tendo sido emitida menos 3.240 toneladas de CO2 comparativamente à média dos projectos tradicionais, a par de uma grande evolução estética. O projecto potenciou ao Ministério dos Transportes e Comunicações Peruano uma redução de custos na ordem dos três milhões de euros.

A inovação é muito significativa nas pontes modulares da BERD, aportando valor ao conceito base criado por Donald Bailey na Segunda Guerra Mundial. Durante várias décadas este conceito foi mantido e utilizado com pequenas alterações por todos os construtores internacionais na área das pontes modulares.

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Predibisa comercialização novo empreendimento Natura

Com assinatura do gabinete VisioArq, o Natura estará numa área verde de aproximada 30 mil m2, cujo projecto paisagistico coube à PROAP

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O edifício Natura, o primeiro a ser construído no terreno da antiga fábrica Efanor, em Matosinhos, já se encontra em comercialização, que ficará a cargo da consultora portuense da Telhabel.

De arquitectura “sóbria e contemporânea”, com a assinatura do gabinete VisioArq, o Natura estará numa área verde de aproximada 30 mil m2, cujo projecto paisagistico coube à PROAP. Perto de restaurantes, cafés, parques infantis, escolas, colégios, universidades e duas estações de metro, o empreendimento preserva a privacidade dos moradores.

“Com 4 blocos comunicantes entre si, através dos pisos inferiores, a excelência dos espaços de tipologia T1 a T4, com varanda ou jardim privativo, está assegurada pela qualidade de construção e materiais utilizados para preservar o carácter próprio da arquitectura do edifício, que sustém a beleza de toda a envolvente natural e a ligação privilegiada, entre o interior e o exterior, através de extensos painéis de vidro, generosas varandas com vistas desafogadas e jardins privativos, que convidam a desfrutar do melhor que a vida tem para oferecer”, reforça Ana Jordão, responsável pela gestão do projecto na Predibisa.

Em suma, o design intemporal conciliado com os atributos estéticos dos acabamentos, reforça a vivência cosmopolita possível de alcançar no Edifício Natura, a poucos minutos do NorteShopping, da estação do metro e da linha de praia de Matosinhos.

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Especialistas debatem actuais desafios da gestão de edifícios

O impacto da transição digital no sector, a importância da tecnologia, os desafios e o papel de um gestor de edifícios serão abordados na conferência, promovida pela F3M, a 27 de Setembro, nas instalações da empresa, em Braga

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tagsF3M

Com o objectivo de encontrar soluções e debater como as soluções tecnológicas podem apoiar a função do Gestor de Edifícios, a F3M promove, na próxima terça-feira, 27 de Setembro, em Braga, um encontro que pretende juntar especialistas nesta área.

Os profissionais irão abordar tópicos como o impacto da transição digital no sector, a importância da tecnologia, os desafios e o papel de um gestor de edifícios. Com esta iniciativa de participação livre, que tem início marcado para as 14h30, nas instalações da empresa, a tecnológica pretende impulsionar e acelerar a transformação digital daquela que é uma das áreas primordiais para qualquer empresa ou organização.

“O desafio da transformação digital na manutenção de equipamentos e instalações” será, assim, o tema da sessão, de acesso livre, que irá contar com a presença de Pedro Cardoso, consultor e gestor de edifícios, com uma vasta experiência em gestão e consultoria a empresas e entidades, e de António Rocha, responsável pela direcção e coordenação estratégica da área de software de gestão de empresas da F3M.

Além da partilha de conhecimento e experiências relacionadas com a função de gestão e manutenção de equipamentos e instalações, será ainda destacada a importância da tecnologia e o impacto de softwares especializados nos processos de manutenção.

Fundada em 1987, a F3M está ligada à concepção, investigação, desenvolvimento, produção e implementação de software para mercados verticais (tais como Economia Social, Óticas, Têxtil e Saúde), complementando a sua oferta com o fornecimento de alguns dos principais ERP’s (Primavera e Sage), serviços de consultoria, formação certificada, soluções de infraestrutura TI, cibersegurança e telecomunicações.

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Sanindusa apresenta novidades na Idéobain 2022 em Paris

Num stand especialmente projectado para a ocasião e subordinado ao tema “Marcher vers le futur”, a marca apresentará novos produtos, novas cores, novos acabamentos e novos materiais

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Depois de Milão é agora a vez de Paris receber novidades com a marca Sanindusa. De 3 a 6 de Outubro a empresa marcará presença na Idéobain 2022 que acontecerá na capital francesa, no Parque de Exposições Porte de Versailles.

Esta feira, de cariz internacional, é especializada em materiais e equipamentos de casa de banho e reúne as últimas tendências de estilo e design do sector. É igualmente a oportunidade perfeita para firmar negócios e parcerias com profissionais das áreas de arquitectura, construção, instalação e distribuição.

Durante quatro dias a Sanindusa apresentará as suas inovações em primeira mão num stand especialmente projectado para a ocasião e subordinado ao tema “Marcher vers le futur”. Neste espaço próprio, com 54 m2, promoverá novos produtos, novas cores, novos acabamentos e novos materiais.

Bases de chuveiro e lavatório em solid surface, divisórias para duche, mobiliário de casa de banho e louça sanitária em cerâmica estarão entre os destaques da participação deste ano. De salientar ainda a presença no stand da sanita suspensa texturada da colecção Sanlife recentemente distinguida com 3 prestigiados prémios internacionais de design.

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Estoril Vintage Hotel abre portas renovado

O projecto de design de interiores ficou a cargo de Graça Viterbo, que assegurou a manutenção da identidade arquitectónica e cultural do edifício. A gestão da unidade hoteleira cabe à Amazing Evolution

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Inserido numa casa de família secular, o Estoril Vintage Hotel abriu portas recentemente, depois de um período de soft opening.  Depois de passar pelas mãos de outros proprietários, o Estoril Vintage reabre agora como boutique hotel de charme, numa atmosfera requintada. O projecto de design de interiores ficou a cargo de Graça Viterbo, que assegurou a manutenção da identidade arquitectónica e cultural do edifício. A gestão da unidade hoteleira cabe à Amazing Evolution.

O palacete foi encomendado em 1917 por Alfredo da Silva, um empresário visionário, ligado ao desenvolvimento industrial de Portugal, e que dá nome à própria rua do hotel. Galardoado com o prémio de arquitectura Valmor em 1921, o projecto foi entregue ao premiado arquitecto e pintor Tertuliano Marques, que desenhou o edifício em estilo barroco.

O hotel disponibiliza 18 quartos, com áreas generosas e uma decoração de época estilizada e actualizada, diferente em cada um dos alojamentos, bem como inúmeros serviços: um spot exclusivo na praia das Moitas para todos os hóspedes, com serviço de bar, que funciona como uma extensão do hotel; motorista privado sob requisição; tours culturais por Lisboa, harmonizados com o tradicional fado; passeios pelas mágicas e encantadoras paisagens de Sintra; provas de vinhos nacionais; provas de azeites de produção própria do hotel; roteiros históricos e artísticos, entre outros.

O Estoril Vintage Hotel apresenta, ainda, um restaurante, aberto também ao público em geral, onde é possível desfrutar de experiências gastronómicas com paladares nacionais. O bar, com frescos originais, assinados pelo célebre pintor João Reis, parece desenhado para elevar a outro patamar o chá das cinco, um ritual diário oferecido a todos os hóspedes.

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Indústria da Pedra Natural portuguesa apresenta-se na Marmo+Mac 22

Aquele que é “o maior certame internacional direccionado para a indústria da pedra” realiza-se em Verona, Itália, de 27 a 30 de Setembro

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A Marmo+Mac 2022 está de volta a Verona, em Itália, entre os próximos dias 27 e 30 de Setembro, feira onde empresas e profissionais da indústria da pedra se reúnem, para aquele que é o maior certame internacional direccionado para o sector e que este ano contará com a presença do secretário de Estado da Economia, João Neves.

Nesta que é a 56ª edição do evento, Portugal destaca-se como sendo a quarta maior participação, com um total de 65 empresas, 46 das quais participam através dos Projectos Conjuntos de Internacionalização das Associações Sectoriais Nacionais – Assimagra e a AEP/ANIET – cofinanciados pelo Compete 2020/Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER.

Com esta presença as empresas pretendem reforçar o seu posicionamento mundial, alicerçado sobretudo na qualidade dos seus produtos e na arte do saber-fazer português, consubstanciado pelas linhas estratégicas que têm orientado o sector: inovação e sustentabilidade.

A participação nacional, organizada pela Associação Empresarial de Portugal (AEP, em parceria com a ANIET – Associação Nacional da Indústria Extractiva e Transformadora, no âmbito do Projecto BOW, é constituída por 17 empresas expositoras.

Para Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, “a participação portuguesa no maior evento internacional dedicado à pedra natural, tecnologias de processamento, tecnologias para aplicações de pedra em arquitetura e design e formação é uma oportunidade muito importante para alavancar novos negócios para as empresas do setor em Portugal”. “Este é um certame de referência para as empresas nacionais e uma plataforma de apresentação dos seus mais recentes desenvolvimentos na área”, complementa.

O ano passado, o projecto BOW – Business on the Way promoveu a participação de mais de 100 empresas em 17 acções, entre feiras internacionais, missões empresariais (virtuais, físicas e inversas), em 22 mercados distintos.

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Natixis no Porto inaugura conceito inovador de espaço de trabalho

Novo escritório vai permitir aos colaboradores ‘viajarem’ pelos quatro Continentes e 12 cidades. As Villages foram criadas com o apoio da Tétris, a empresa de arquitectura e construção da JLL em Portugal

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A Natixis em Portugal desenvolveu um conceito inovador de espaço de escritório que vai transformar a experiência do modelo de trabalho híbrido, potenciando a partilha, a criatividade, a inovação, a agilidade e a colaboração. As Villages ocupam dois pisos da sede da empresa no Porto e “recriam 12 cidades, tirando partido da mais recente tecnologia para criar uma experiência imersiva, que inclui sons e cheiros  e que afirma este espaço enquanto exemplo pioneiro dos escritórios do futuro”.

“Percebemos que a maior parte dos colaboradores da Natixis em Portugal se deslocava ao escritório para momentos de colaboração com as suas equipas e para momentos de socialização. Acreditamos que, numa nova era de trabalho, o modelo híbrido é o que tem uma maior capacidade de criação de valor para as pessoas e para as organizações. Foi nesse pressuposto que este projecto se desenvolveu”, afirma Etienne Huret, diretor-geral da Natixis em Portugal.

A partir de agora, os colaboradores da Natixis em Portugal vão poder ‘viajar’ pelas cidades de Manaus, Santiago, Dakar, Paris, Porto, Mascate, Cidade do México, Shanghai, Tóquio, Londres, Bangalore e Brooklyn. O conceito ocupa dois pisos e um total de mais de 3.800 m2, com uma lotação de perto de 200 pessoas. As Villages foram criadas pela Natixis em Portugal com o apoio da Tétris, a empresa de arquitectura e construção da JLL em Portugal. O projecto teve a duração de dois anos, da idealização à concretização da obra.

“Numa altura em que se colocava em questão o fim dos escritórios, devido à generalização do teletrabalho durante a pandemia, a Natixis, antecipou-se e percebeu que o futuro passava por transformar o espaço de trabalho colectivo ao invés de acabar com ele. Antes da pandemia, os escritórios eram, sobretudo, espaços de conveniência. Actualmente, caminha-se para que sejam espaços de experiência. As Villages são a prova de que conceitos inovadores, imersivos e focados no bem-estar dos colaboradores são fundamentais para o sucesso das empresas”, afirma Carlos Cardoso, managing director da Tétris.

Todas as salas das Villages estão equipadas com tecnologia que ajuda a otimizar o trabalho colaborativo e contribui para um trabalho mais ágil e eficiente. Cada Village é dividida em três zonas principais: Workstations (espaços de trabalho individuais); Meeting Rooms (espaços abertos e fechados para atividades de colaboração que necessitam de privacidade visual e acústica); e Cowork (locais para tarefas de colaboração e reuniões informais, cabines insonorizadas, zonas de silêncio, livraria, zona de refeições ou uma área lounge). Todos estes pontos estão equipados com as melhores ferramentas tecnológicas, para que os colaboradores possam trabalhar com as suas equipas e com outros colegas da Natixis no mundo.

O Centro, com sede no Porto, conta atualmente com 1.800 colaboradores de perto de 30 nacionalidades, que formam as equipas de Tecnologias da Informação, Atividades de Suporte à Banca e Compliance e trabalham de forma integrada, inclusiva e transversal, suportando todas as linhas de negócio e plataformas do grupo. O projeto no Porto é um dos maiores investimentos em recursos humanos já feitos pela Natixis em todo o mundo.

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