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Amorim Cork Ventures rumo à internacionalização

Ao CONSTRUIR, Paulo Bessa, director geral da Amorim Cork Ventures explicou que a escolha de Barcelona se deveu a questões de proximidade e de ambiente propício a empreendedores e startups

Ana Rita Sevilha
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Ao CONSTRUIR, Paulo Bessa, director geral da Amorim Cork Ventures explicou que a escolha de Barcelona se deveu a questões de proximidade e de ambiente propício a empreendedores e startups

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cork

A Amorim Cork Ventures, que recorde-se é um programa criado com o objective de apoiar empreendedores com ideias e aplicações inovadoras para o sector da cortiça, vai internacionalizar-se, em parceria com a Beta-I, lançando um acelerador de âmbito internacional e apostando em Barcelona nesta sua primeira iniciativa no estrangeiro.

Ao CONSTRUIR, Paulo Bessa, director geral da Amorim Cork Ventures explicou que a escolha de Barcelona se deveu a três razões: “proximidade da matéria-prima (zona de produção de cortiça) e respectivo conhecimento do material”; “ambiente propício a empreendedores e startups”; e ser um “local próximo de outros países-alvo deste programa (além de Espanha, França e Itália)”.

À semelhança das iniciativas desenvolvidas em Portugal, o primeiro projecto internacional, chamado “Cork Challenge Barcelona’”, compreende um programa de aceleração de 8 semanas que recebe inscrições até ao próximo dia 31 de Agosto. Posteriormente inicia-se uma fase de selecção até 28 de Setembro e os 2 meses de aceleração decorrem entre Outubro e Dezembro de 2016.

Segundo Nuno Barroca, Vice-Presidente da Corticeira Amorim, “esta expansão internacional da Amorim Cork Ventures reflecte a evolução e consolidação da empresa, cujo track-record apresenta indicadores muito positivos, de que se destacam por exemplo as mais de 200 candidaturas que recebemos até ao momento.” E acrescenta: “a Corticeira Amorim é uma empresa internacional pelo que esta evolução é a expectável e perfeitamente alinhada com o restante perfil dos nossos negócios.”

Segundo indicações da Amorim Cork Ventures, o “Cork Challenge Barcelona” vai seleccionar um máximo de 14 startups e as equipas escolhidas para fazer parte do acelerador vão ter 8 semanas de coaching individual e sessões de prática de pitch. Vão também ser submetidas a vários workshops & sessões de mentoria, relevantes para o desenvolvimento do modelo de negócios e ajustamento dos produtos ao mercado, no quadro de tópicos escolhidos para cada semana.

De acordo com a mesma fonte, o programa inclui ainda o acesso a consultores da Amorim Cork Ventures como parceiros-chave e mentores do programa, juntamente com a rede Beta-i. Isto significa uma rede de mais de 200 mentores, e mais de 500 startups, e ainda acesso a eventos de topo.

“O principal critério será a qualidade das startups, que serão pressionadas a adaptar-se aos padrões e necessidades da indústria, ao mesmo tempo que pressionam também a estrutura da Amorim Cork Ventures e dar resposta em tempo útil, testando a sua capacidade de resposta e flexibilidade”, adianta Pedro Rocha Vieira, CEO e co-fundador da Beta-i.

Em comunicado de imprensa enviado ao CONSTRUIR, a  Amorim Cork Ventures salienta o facto de ser a “primeira incubadora e capital de risco dedicada exclusivamente a negócios com cortiça”, sublinhando que “este é mais um importante marco para a sustentabilidade da indústria da cortiça a longo prazo, uma vez que, ao estabelecer pontes entre o universo das startups e a maior empresa de produtos de cortiça do mundo, contribuirá para o sucesso económico e potencial de inovação da mesma, indo mais longe do que algum programa até agora tentou, e recorrendo a reconhecidos e testados processos e metodologias de aceleração de startups”.

Recorde-se que a Amorim Cork Ventures foi constituída com o propósito de fomentar a criação e projecção de novos produtos e negócios com cortiça, orientados fundamentalmente para os mercados externos. Apesar de recente, esta incubadora da Corticeira Amorim conta já com cerca de 20 projectos apoiados (quatro dos quais resultaram em startups), que se encontram em diferentes fases de evolução de negócio e que exploram diferentes áreas de actividade.

A missão da Amorim Cork Ventures passa por estimular empreendedores a conceber ideias de produtos ou aplicações inovadoras para a cortiça e contempla também o apoio a pequenas empresas já existentes, com novos produtos e conceitos em cortiça, mas que necessitem de um parceiro para ganhar dimensão e para aceder aos mercados externos.

A Beta-i é um dos aceleradores mais c e prestigiados da Europa e tem nos últimos anos vindo a apostar numa lógica que cruza startups e grandes empresas, através de programas denominados Aceleradores Verticais, por se focarem apenas numa indústria.

 

 

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FEST realiza congresso em Lisboa e debate impacto da conjuntura actual

A ter lugar no Hotel Tivoli Avenida, em Lisboa, de 22 a 24 de Setembro, Johan Stevens, director geral da Sanitop e presidente da FEST, destaca “a oportunidade de encontro e partilha de conhecimento, ideias e experiências”

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A FEST – Federação Europeia de Comércio de Equipamentos Sanitários e Climatização, que representa associações de 15 países e que em Portugal é representada pela Associação de Comerciantes de Materiais de Construção (APCMC), vai realizar o congresso em Lisboa, no Hotel Tivoli Avenida, de 22 a 24 de Setembro.

Um encontro que surge num ano que está a ser positivo para o sector, mas que, no entanto, é penalizada pela maior dificuldade em garantir stock disponível, bem como o aumento dos custos nas suas empresas, que têm obviamente impacto para todos os distribuidores dos materiais de construção.

O congresso, com realização bianual, é organizado este ano em Portugal, país que preside à federação europeia.  Johan Stevens, director geral da Sanitop e presidente da FEST, destaca que uma das grandes vantagens do evento “é a oportunidade de encontro e partilha de conhecimento, ideias e experiências entre as pessoas de diferentes empresas do sector”.

O congresso terá momentos de interacção não só a nível profissional, como também social, tendo confirmada a presença de participantes provenientes de mais de 15 países europeus, que permitirá enriquecer o debate com diferentes perspectivas.

Johan Stevens destaca os tempos de incerteza em que vivemos devido à “grande volatilidade em consequência da pandemia, da guerra na Ucrânia, da digitalização e das alterações climáticas.  Estes factores e as suas consequências estão a ter um impacto muito grande na experiência do cliente”.

A abertura do evento cabe a Carlos Rosa, presidente da direcção da APCMC, à qual se segue a intervenção de Fernando Alexandre, doutorado em Economia pela Universidade de Londres, professor associado com Agregação da Universidade do Minho, vice-presidente do Conselho Económico e Social, consultor da Fundação Francisco Manuel dos Santos e anterior secretário de Estado Adjunto do ministro da Administração Interna no XIX Governo com o tema: “Que perspectivas para a economia portuguesa e para o sector da construção?”. Já Carlos Manuel Oliveira, professor convidado de Brand Management, do ISEG/UL e CEO da Marketingmania Consulting irá debruçar-se sobre “Os novos desafios para as empresas na era pós-digital”.

Destaque ainda para Jonas Brennwald que desde 2019 é CO-CEO e membro do Conselho de Administração da GROHE. O tema da sua intervenção é: “O Futuro da distribuição no sector dos sanitários”.

Quatro oradores internacionais vão, ainda, marcar presença nesta edição do FEST. Nancy Rademaker, especialista em transformação digital, inteligência artificial e foco no cliente, David Moody, consultor britânico em empresas do sector, Pascal Coppens, especialista em inovação, nomeadamente no mercado da China, assim como Miguel Munoz, professor de Empreendedorismo e Inovação, com várias empresas lançadas e uma vasta experiência em diferentes mercados, tais como Portugal, Espanha, EUA e México, estão já confirmados

O encontro da APCMC termina com a visita ao novo Showroom da Grohe – Lisbon Experience Center, no Prata Riverside Village, em Lisboa.

A FEST representa mais de 800 empresas europeias, com um total de mais de 112 mil colaboradores e um volume total de negócio de mais de 40 mil milhões de euros.

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Metro de Lisboa reforça mobilidade sustentável e redução de consumos

Neste sentido, prevê, em 2024, colocar em serviço uma central fotovoltaica no Parque de Material e Oficinas das Calvanas, com capacidade para produzir 2 MW de energia por ano, o que irá permitir reduzir a dependência dos fornecedores de energia em 5%

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No âmbito do serviço público de transporte que Metropolitano de Lisboa presta aos seus clientes, a empresa tem vindo a implementar uma série de medidas e projectos que visam a redução progressiva dos consumos de água, energia e emissões de CO2, bem como uma gestão racional desses mesmos recursos.

Neste sentido, o Metro de Lisboa prevê, em 2024, colocar em serviço uma central fotovoltaica no Parque de Material e Oficinas das Calvanas, com capacidade para produzir 2 MW de energia por ano, uma medida que permitirá reduzir a dependência dos fornecedores de energia em 5%.

Além disso, encontra-se em curso um plano de alteração e substituição da iluminação existente nas estações por tecnologia LED, cujo baixo consumo, durabilidade e período de vida útil permite reduzir o consumo

No final de 2021, comparativamente com o ano de referência 2010, o Metropolitano de Lisboa tinha já reduzido em 22% o consumo de eletricidade; menos 39% no consumo de gás; uma redução de 49% no consumo de água; menos 69% em emissão de CO2 e, também, menos 69% no consumo de papel. Internamente, foi ainda erradicado o uso de plástico de uso único nos refeitórios e bares, além de terem alcançado a Certificação do Sistema de Gestão Ambiental pela norma 14001:2015.

Adicionalmente, o Metro tem vindo a desenvolver um conjunto de práticas sustentáveis através da implementação do Plano Integrado de Sustentabilidade Ambiental – PISA 2030, onde consolida a sua contribuição para a descarbonização da economia e para a melhoria da mobilidade em toda a Área Metropolitana de Lisboa, com efeitos na redução do congestionamento e na sinistralidade, e no aumento da qualidade de vida, onde se insere o Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa.

Segundo, a empresa “a linha circular reorganizará a mobilidade metropolitana com um efectivo aumento do número de utilizadores do transporte público e uma diminuição de utilização de transporte individual”, com ganhos ambientais significativos. Com um impacto estimado da procura, no primeiro ano, de 9 milhões de novos passageiros na linha Circular e de 5,3% em toda a rede, este novo anel no centro da cidade vai retirar da superfície 2,6 milhões de veículos de transporte individual por ano e reduzir 4,2 toneladas de CO2.

O prolongamento da linha Vermelha entre São Sebastião a Alcântara contribuirá com um acréscimo de 11 milhões de passageiros à rede do Metropolitano de Lisboa e uma redução de 3,7 mil viaturas individuais a circular diariamente na cidade. Esta nova extensão permitirá, ainda, uma redução de 6,2 mil toneladas de CO2 no primeiro ano de operação.

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Teixeira Duarte e Architect Your Home juntas no empreendimento ‘Sobral de Palmela’

As 34 villas de integra o projecto, formam um novo bairro e que ocupam uma área de 13 hectares junto à vila de Palmela. A arquitectura é da AYH e a comercialização está a cargo da Teixeira Duarte

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Desenvolvido em parceria entre a Teixeira Duarte e o atelier Architect Your Home (AYH), o empreendimento ‘Sobral de Palmela’ consiste num conjunto de 34 villas, que formam um novo bairro e que ocupam uma área de 13 hectares junto à vila de Palmela.

A aquisição do lote inclui o projecto de Licenciamento de arquitectura, que se encontra em apreciação na Câmara de Palmela e em fase de venda. Os lotes são comercializados pela Teixeira Duarte, onde se inclui um projecto de arquitetura que garante a harmonização do bairro como um todo. A construção das moradias é uma contratação feita de forma autónoma pelo cliente.

“Perfeitamente inseridas na Natureza, mas sem descurar a modernidade e o conforto, as Villas do Sobral privilegiam os espaços exteriores, a vida em família e as zonas sociais, com materiais que inspiram a natureza”, explica Mariana Morgado Pedroso, arquitecta responsável pelo projecto e directora-geral do AYH Portugal.

As moradias, de tipologias T4, geminadas ou isoladas, têm todas piscina e jardim privativo. Em torno do empreendimento existe, ainda, uma zona verde de sobral que permite uma vida ligada à natureza, sendo que os acessos têm ligação às principais vias rodoviárias da zona.

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Associação Empresarial de Paços de Ferreira junta-se à Cleanwatts para instalar CER

AEPF e Cleanwatts instalam primeira Comunidade de Energia Renovável em Paços de Ferreira
Instalação dos painéis fotovoltaicos já arrancou e, numa primeira fase, estes serão para autoconsumo

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A Associação Empresarial de Paços de Ferreira (AEPF) juntou-se à Cleanwatts, numa parceria que permitirá a instalação da primeira Comunidade de Energia Renovável (CER) em Paços de Ferreira, “potenciando a competitividade das empresas, a valorização económica e a atractividade do território”.

Será a partir da AEPF que Paços de Ferreira verá nascer a sua primeira CER, sendo que no futuro outras comunidades possam surgir, com o intuito de se conseguir um sistema energético mais sustentável no nosso concelho, com soluções de produção e gestão de energia, a partir de fontes renováveis (nomeadamente energia solar).

As obras de instalação dos painéis fotovoltaicos nas instalações da AEPF já iniciaram. Numa primeira fase estes serão para autoconsumo e, mais tarde, será possível partilhar a energia produzida com a comunidade, medida que  aguarda aprovação pela Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).

As CER’s têm como principal objectivo a produção de energia local, limpa e descarbonizada, através da instalação de centrais de produção de energia fotovoltaica e integrando diversos membros, como entidades locais, empresas, juntas de freguesia, IPSS, municípios, coletividades e cidadãos, incluindo famílias economicamente vulneráveis, que usufruem de energia mais barata.

Entre as vantagens da adesão à Comunidade estão a diminuição dos custos energéticos em cerca de 30%, a redução da pegada ecológica das comunidades, uma maior eficiência das fontes energéticas e uma melhoria da qualidade de vida.

Para o presidente da AEPF, Samuel Santiago, “as preocupações ambientais têm feito parte da agenda pública e mediática, sendo que o cumprimento dos objetivos singrados no Acordo de Paris, que visa alcançar a descarbonização das economias mundiais, é também uma responsabilidade das nossas empresas”. Desta forma, “a aposta em mecanismos e ferramentas que permitam ao setor industrial contribuir para alcançar estas metas serão parte da estratégia da AEPF, que além das responsabilidades socioeconómicas, assume também responsabilidades ambientais”. Promover a descarbonização da economia, reduzir a pegada ecológica e a fatura energética e promover a partilha de recursos entre os membros da comunidade são os principais objetivos da criação destas comunidades de energia.

“Esta parceria faz todo o sentido, uma vez que a AEPF representa agentes económicos das mais diversas áreas, do mobiliário ao têxtil, passando pelo comércio e pela metalomecânica e a Cleanwatts dispõe dos meios necessários ao processo de implementação de CERs, desde a criação ao dimensionamento, passando pelo capital financeiro, os recursos humanos, a implementação da infraestrutura e a operacionalização e gestão de energia”, explica o presidente da Cleanwatts, Basílio Simões, acrescentando que “tendo em conta as pontes que é possível fazer entre as duas entidades, acreditamos que esta será uma parceria de sucesso para todos”.

Para Samuel Santiago, presidente da AEPF, “a implementação de CERs na nossa região permitirá concretizar as metas relativas ao uso de fontes de energia renováveis e de redução de emissões de gases com efeito de estufa”.

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OTIIMA marca presença na Batimat

Sob o mote Un_Wrapped, o sistema de caixilharia totalmente integrada nos materiais de construção e dotado com motorizações sincronizadas, o stand da OTIIMA presta homenagem “a todos os génios inovadores no design, arquitetura e artes”

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Sob o mote Un_Wrapped, a OTIIMA marca presença na Batimat, que se realiza, em Paris, de 3 a 6 de Outubro, com um stand que presta homenagem “a todos os génios inovadores no design, arquitectura e artes”.

“Visível e autêntica em toda a sua estrutura, semelhante a um mecanismo de um relógio icónico e sofisticado, cada visitante terá a oportunidade de observar não só as linhas estéticas e a impecável funcionalidade dos seus sistemas, mas para os mais atentos, terão também a oportunidade de olhar para as horas, para a dedicação e a paixão de cada profissional, cada ideia e esboço dos designers e engenheiros da marca”, ressalva a empresa.

Un_Wrapped apresenta-se aos visitantes com o sistema Fusion 1.0, cuja tecnologia inovadora permite integrar totalmente o sistema de caixilharia nos materiais de construção e dotá-lo de motorizações sincronizadas, apresentando “a perfeita da ligação sem limites entre interior e exterior”.

“A conjugação dos componentes incorporados, perfis, poliamidas reforçadas e vidro proporcionam um excelente desempenho térmico e estrutural. É um sistema inovador e único no mercado, completamente integrado nos quatro lados do caixilho, permitindo a fusão perfeita e uma ligação sublime entre os espaços interiores e exteriores”, acrescenta.

O trabalho artesanal envolvido, além de criar um desenho intemporal e um desempenho excecional, permite diferentes velocidades, usando apenas uma fonte de movimento, e garante a harmonia e sincronização durante o momento de abertura e fecho, como os ponteiros de um relógio.

Além disso, a OTIIMA Fusion incorpora um sistema de drenagem capaz de responder às necessidades, mesmo em situações extremas adversas. Este sistema alcançou excelentes resultados em testes de estanquidade, com uma classe e1650, (7 classes acima da classe 9a) de acordo com en 12208 + iso en 1027.

A missão da OTIIMA “é ser referência global em sistemas de caixilharia minimalistas, interligando arquitectos, construtores e engenheiros”. Actualmente, a empresa integra clientes em mais de 70 países e realizou projectos em mais de 40.

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Escritórios: Primeiros oitos meses do ano com ocupação recorde em Lisboa

Ainda a quatro meses do final do ano, o take-up acumulado de 207.300 m2 já faz de 2022 o melhor ano dos últimos dez, para o mercado de Lisboa. No Porto o desequilíbrio face à oferta tem levado a um crescimento mais contido

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O mercado de escritórios de Lisboa atravessa o melhor momento de sempre, registando até Agosto uma ocupação acumulada de 207.300 m2, revela a JLL no seu mais recente relatório mensal deste sector. Ainda a quatro meses do final do ano, este take-up já torna 2022 como o melhor ano dos últimos dez, para o mercado de Lisboa.

“Ao longo do ano, foram negociados uma média de 25.000 m2 de escritórios por mês em Lisboa. A manter o ritmo que vimos até agora, a ocupação até final do ano tem condições para ultrapassar os 230.000 m2”, sublinha Sofia Tavares, Head of Office Leasing da JLL. “Para mais”, acrescenta a responsável, “não temos qualquer expectativa de que o mercado perca dinâmica. A procura está elevadíssima e é muito direccionada para áreas de grande dimensão. O único desafio à absorção de mais espaço tem sido a falta de capacidade da oferta em responder. Daí que uma boa parte dos negócios sejam num modelo de ocupação futura, com várias operações de pré-arrendamento e de ocupação-própria”.

De acordo com o Office Flashpoint de Agosto, o ano soma já 141 operações em Lisboa, com uma área média de 1.470 m2, sendo o Parque das Nações o destino mais procurado (32% do take-up acumulado) e as empresas de Serviços Financeiros as que mais absorveram espaço (4442% do take-up). Agosto contribuiu com 20.500 m2 para o take-up anual, igualmente liderado pelo Parque das Nações (53% da ocupação mensal), mas com protagonismo das empresas de TMT’s & Utilities (83% do take-up mensal).

No Porto, Agosto foi um mês de pouca actividade, com cerca de 1.000 m2 ocupados, dos quais 63% na zona CBD-Boavista e 88% ocupados pelas empresas de TMT’s & Utilities. Em termos acumulados, o mercado do Porto soma 33.400 m2, volume que supera em 30% o absorvido em igual período do ano passado. Até Agosto concretizaram-se 42 operações, com uma área média em torno dos 800 m2. No acumulado do ano, a zona do CBD-Baixa é líder (40% do take-up anual) e a procura teve especialmente ativa entre as empresas de TMT’s & Utilities (50% da área).

Sofia Tavares sublinha que “não há falta de procura no Porto, onde sentimos muita pressão de empresas em busca de novos escritórios. Neste mercado é ainda mais evidente o desequilíbrio face à oferta, o que tem levado a um crescimento mais contido. Mas existem diversos projectos novos a vir para o mercado e o próximo ano vai ser particularmente importante para o take-up do Porto”.

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Porcelanosa abre quarta loja em Portugal

O novo espaço localizado em Loulé teve um investimento de cerca de 350 mil euros e espera facturar em 2023 mais de 2 M€

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Loulé recebe a quarta loja da Porcelanosa em Portugal. Esta nova área de exposição da marca espanhola tem 242 metros quadrados (m2), num investimento de 350 mil euros que criou, para já, cinco postos de trabalho, com previsão de aumento de equipa no futuro. Direccionada quer para o público final quer para os profissionais, a Porcelanosa espera facturar, com este espaço, em 2023 quase 2,5 milhões de euros.

Promover o consumo responsável dos recursos naturais e a economia circular, fomentar o diálogo com o cliente através de aconselhamento personalizado e acompanhamento exaustivo de cada projecto, são os três eixos que a Porcelanosa está a implementar nas lojas que tem por todo o mundo.

Em Loulé, o espaço está dividido em dois pisos, distribuídos por quatro espaços: zona de ambientes lifestyle que recria uma casa com acabamentos Porcelanosa; uma área técnica com uma ceramoteca focada para profissionais; uma secção dedicada a projectos de cozinhas na qual se presta aconselhamento a arquitectos, designers de interiores e particulares na concepção destas divisões e de uma zona de águas.

“A abertura da loja era um objectivo que tínhamos desde a instalação do escritório em Loulé, em 2019. Sentimos a necessidade de ter um local próprio para poder receber os nossos clientes e dar o atendimento personalizado que nos caracteriza como marca. Esta loja é um passo importante na expansão da marca no Algarve e estamos a estudar novos locais, nomeadamente na zona de Lagos”, adianta Hugo Teixeira, responsável pela marca em Lisboa e no Algarve.

A nova loja da Porcelanosa no Algarve insere-se num plano de acção empresarial implementada pela multinacional espanhola no início de 2022, com o modelo de showroom mais orientado para os negócios locais, em espaços centrais e acessíveis, nas grandes cidades, promovendo uma relação mais direta com os profissionais do sector. Estas mudanças permitem que as lojas reúnam as principais colecções das sete empresas do Grupo e as inúmeras possibilidades de produtos para a construção residencial, hoteleira, pública e comercial, visando facilitar, ainda mais, o trabalho dos estúdios de arquitetura, design de interiores e do consumidor final.

“Temos uma expectativa elevada para este espaço. O cliente particular do Algarve caracteriza-se por um cliente estrangeiro que conhece e reconhece o valor da marca, o que é uma mais valia também para os profissionais que querem associar-se a uma marca que é referência no mercado, como sendo de qualidade e que presta um serviço diferenciado em todas as fases do processo de construção, seja uma moradia, empreendimento ou hotel”, continua Hugo Teixeira.

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CIN lança gama renovada Durocin

A CIN reformulou a sua gama de vernizes Durocin que são, agora, mais amigos do ambiente e inovadores, conferindo-lhes características de flexibilidade, dureza e grande resistência à abrasão

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Durocin é a gama de vernizes de alta qualidade e concebida com resinas de última geração para a protecção e decoração de soalhos em madeira.

A madeira, sendo um material natural, exige cuidado e maior ou menor manutenção, dependendo essencialmente do desgaste a que está exposto, nomeadamente no que se refere ao tráfego. Criada a pensar em profissionais, prescritores e particulares, a gama DUROCIN foi concebida para, em articulação entre todos os produtos, revelar o melhor da madeira. “É por isso crucial ter em conta as características dos vernizes a aplicar, tanto ao nível da resistência química e da resistência à abrasão, como ao nível do brilho”, refere a CIN.

Os produtos Durocin estão disponíveis numa base aquosa, distinguindo-se pelo seu baixo odor e por dispensarem o uso de diluentes, tornando a aplicação mais fácil, sem alterar o aspecto natural da madeira. Estas características são especialmente vantajosas no caso de envernizamento de espaços de habitação, uma vez que permitem uma reocupação mais rápida.

Também existem produtos DUROCIN de base solvente, os quais se destacam pela sua resistência à abrasão, ao desgaste de tráfego, aos detergentes e agentes químicos domésticos. Estes produtos protegem a superfície da madeira e realçam a sua aparência.

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Remax Collection comercializa Edifício São Carlos

O projecto prevê a reabilitação e preservação de um dos edifícios mais emblemáticos e charmosos do Romantismo Pombalino, cuja aposta é o segmento residencial e comercial de luxo

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O Edifício São Carlos, localizado no Largo de São Carlos, no Chiado, em Lisboa, está a ser comercializado pela Remax Collection. O projecto prevê a reabilitação e preservação de um dos edifícios mais emblemáticos e charmosos do Romantismo Pombalino, cuja aposta é o segmento residencial e comercial de luxo

Composto por quatro habitações de tipologias T3 e T4 Duplex, distribuídas por cinco andares, o imóvel conta, ainda, com uma loja para fins comerciais, no piso térreo. “A superior qualidade e distinção do projecto, a sua localização privilegiada e o carácter histórico do edifício, são valências para um projecto que se apresenta como um investimento seguro e uma oportunidade atractiva para quem pretende viver no centro de Lisboa” refere a mediadora.

Exemplo da romântica arquitectura Belle Époque de Lisboa, o Edifício São Carlos caracteriza-se pela sua fachada exterior, com as suas elegantes alvenarias em torno das janelas, a par com a invulgar altura dos tectos, que conduzem a uma viagem pela época pombalina. O actual projecto adapta o edifício a padrões de sofisticação e elegância, através do uso dos mais nobres materiais, em conjunto com a mais inovadora tecnologia.

Constituído por quatro exclusivos apartamentos T3 a T4 Duplex, pauta-se por interiores muito espaçosos que contemplam áreas entre os 253 e os 481 m2 e preços de venda a partir de 3,2 milhões de euros. Já o piso térreo agrega uma loja ampla, com duas frentes e uma área de 220 m2 e um preço a rondar os 2,75 milhões de euros.

”O Edifício São Carlos traduz-se em duas palavras: singularidade e exclusividade. Trata-se de um projecto de reabilitação no coração da capital, que combina herança histórica com oferta residencial premium”, segundo Beatriz Rubio, CEO da Remax Collection. A responsável considera, ainda, que este negócio “é uma óptima oportunidade para quem pretende investir num produto imobiliário seguro ou para quem deseje viver no Chiado, em plena Baixa Pombalina, num dos edifícios mais emblemáticos da cidade”.

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Fórum da Maia reflecte sobre trabalhos do arquitecto João Álvaro Rocha

A conferência intitulada Premiar o Compromisso Social e o Lugar da Arquitectura, proferida pela arquitecta Sofia Aleixo, tem lugar dia 21 de Setembro e visa divulgar, também, o Prémio Municipal de Arquitectura João Álvaro Rocha

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No âmbito da divulgação do Prémio Municipal de Arquitectura João Álvaro Rocha, terá lugar no dia 21 de Setembro, às 18 horas, no Fórum da Maia, a conferência intitulada Premiar o Compromisso Social e o Lugar da Arquitectura, proferida pela arquitecta Sofia Aleixo.

Durante o evento, a arquitecta fará uma reflexão a partir da alteração de foco que este Prémio implica, ao centrar-se no período de utilização das obras de arquitectura e na sua função basilar de resposta às actividades humanas.

O prémio, cujas candidaturas se encontram a decorrer até 31 de Outubro, visa distinguir Edificações e Espaços Públicos, localizados no município da Maia, cujas obras tenham sido realizadas no período entre os três e oito anos anteriores e “que se destaquem não só pela sua qualidade arquitectónica e urbanística, mas sobretudo pela sua função social, cultural e inserção urbana, sendo dado por isso relevância ao período pós-construção e à capacidade de resposta demonstrada pela obra ao propósito que presidiu à encomenda”.

O prémio, de natureza não pecuniária, consiste na edição de uma publicação, de um vídeo, de uma conferência e de uma visita guiada, podendo ser atribuídas até quatro menções honrosas.

A Câmara Municipal da Maia atribuiu o nome do arquitecto João Álvaro Rocha (1959 – 2014) ao Prémio Municipal de Arquitectura como reconhecimento do seu trabalho em prol da qualidade da arquitectura e do urbanismo, uma parte significativa realizada no concelho da Maia, e com o objectivo da integridade e autenticidade da sua obra servir como referência.

De iniciativa da autarquia, o prémio com periodicidade bienal, é organizado pela APJAR – Associação Pró-Arquitectura João Álvaro Rocha, com o apoio da Ordem dos Arquitectos – Secção Regional Norte.

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