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    Arquitectura

    Novo edifício da GS1 Portugal combina arquitectura arrojada com a criatividade de Vhils

    A Tétris, empresa do grupo JLL para a área de arquitectura e construção, deu vida ao projecto do arquitecto Pedro Appleton, do atelier Promontório

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    A nova sede e Centro de Inovação e Competitividade da GS1 Portugal, associação responsável pela introdução do sistema de código de barras no nosso país, já está finalizado. Localizado no Campus do Lumiar, o renovado edifício distingue-se pela “arquitectura arrojada, com uma fachada onde, de forma dinâmica e a envolver todo o imóvel, se sobrepõem facetas em betão pré-fabricado que revelam uma composição artística assinada por Vhils”, explica a Tétris, empresa do grupo JLL para a área de arquitectura e construção, que deu vida ao projecto do arquitecto Pedro Appleton, do atelier Promontório.

    O edifício com uma área total de aproximadamente 1.800 m2 sofreu uma intervenção profunda ao nível dos espaços interiores e exteriores, com o objectivo de fazer convergir uma nova arquitectura com elementos artísticos, ao mesmo tempo que integra padrões tecnológicos e de eficiência ocupacional de última geração.

    Esta convergência foi, de acordo com João Marques, Director da Tétris, “um dos principais desafios na execução dos trabalhos de construção deste projecto. O objectivo central era, com critérios muito rigorosos em termos de custos e de prazos de execução de obra, darmos vida a um projecto completamente diferenciador e audaz, onde a tecnologia é uma parte muito importante. Além disso, uma obra com esta dimensão e complexidade exigiu muita dedicação e uma enorme capacidade de execução por parte da nossa equipa ao longo de 9 meses ”, revela.

    Para o Director-Executivo da GS1 Portugal, João de Castro Guimarães, “a nossa nova casa, o Centro de Inovação e Competitividade, é um local onde vai ser possível assistir ‘ao vivo’ aos standards globais – e a concretização de um dos objectivos estratégicos do mandato da actual Direcção. Sendo o resultado de um projecto inovador e disruptivo, que tem a particularidade de ser revestido por uma obra icónica do Vhils, acreditamos que é já um edifício que celebra a eficiência, a excelência e a colaboração nos negócios, mas também a arte e a relação com as comunidades envolventes. O Centro de Inovação e Competitividade é também icónico do futuro que aspiramos: sermos um trusted advisor que promove a competitividade das redes de valor com soluções, standards e conhecimento eficientes e sustentáveis e de valor para o consumidor.”

    A Tétris explica que, os trabalhos de construção e renovação do edifício K3 do Campus do Lumiar, em Lisboa, tiveram a duração de 9 meses, resultando num imóvel que conjuga, em três pisos, os espaços de trabalho com as áreas destinadas ao desenvolvimento da empresa em termos de inovação e de competitividade, e ainda zonas que convidam a experienciar ao vivo os Standards GS1. Envolvida por placas de betão armado que exibem uma intervenção artística assinada pelo famoso artista Alexandre Farto, aka Vhils, a nova sede da GS1 Portugal abre-se aos seus visitantes e utentes com um piso térreo onde se encontra uma área expositiva e interactiva – o Centro de Inovação e Competitividade -, complementada por um auditório, além da zona de recepção. Já o piso 1 acolhe toda área de escritórios e zonas de trabalho da empresa, que passa a sedear-se neste edifício, onde está ainda disponível uma área multifuncional a ocupar todo o piso 2.

    A GS1 Portugal opera no nosso país há cerca de 30 anos, sendo especializada na criação e implementação de standards globais e serviços de gestão de dados comerciais, de que é exemplo o código de barras.

     

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    MCA conclui quarto parque solar em Angola

    Com uma potência instalada de 25,3 MWp, foram montados cerca de 44 mil painéis solares no parque solar do Luena, em Angola. Este é o quarto projecto, de um total de sete, que a MCA está a construir em Angola

    Foi inaugurado o Parque Fotovoltaico do Luena, na província de Moxico, em Angola. Esta infraestrutura, com uma potência instalada de 25,3 MWp, foi construída pela MCA e irá abastecer 59 483 pessoas. Este é o quarto parque solar entregue, de um total de sete, que a empresa portuguesa está a construir em Angola.

    “É com enorme orgulho que entregamos o quarto parque solar em Angola. As nossas equipas reconhecem o impacto que estes projectos têm na melhoria da qualidade de vida da população e estão a realizar um excelente trabalho. Identificamo-nos muito com este projecto, sentimos orgulho em fazer parte, em contribuirmos, com o nosso know-how”, afirma Manuel Couto Alves, chairman da MCA.

    Com a entrada em funcionamento deste parque fotovoltaico, que representa um investimento de 36,9 milhões de euros e compreende um total de 43.680 painéis solares, o sistema beneficia de uma capacidade de produção de energia renovável considerável. Este investimento conjugado com a nova linha de interligação da central térmica da Wartsilla com a SE do Luena, vai permitir, por um lado, um maior aproveitamento da produção renovável e uma maior estabilidade do sistema, reduzindo a possibilidade de blackouts, e, por outro, a redução do consumo de combustível por parte da central térmica.

    Construído pela portuguesa MCA, em consórcio com a norte americana Sun Africa, para o Governo de Angola, este projecto faz parte de um conjunto de sete parques solares fotovoltaicos, que deverão estar operacionais até ao final do ano, totalizando uma capacidade de 370 megawatts (MWp). Esta energia é suficiente para fornecer mais de dois milhões de pessoas, e tratando-se de uma energia “limpa”, evita a emissão de mais de 900.000 toneladas de CO2 por ano.

    À semelhança de que aconteceu nos projectos anteriores, a construtora desenvolveu projectos de responsabilidade social com impacto económico e social nas comunidades em que se inserem. Assim, foram construídos mercados, pavilhões de formação, doadas cadeiras de rodas e dada formação nas escolas com a finalidade de consciencializar os mais jovens para cuidarem do planeta. Além disso, estão também a ser formados carpinteiros que reutilizam a madeira que transporta os painéis solares e constroem mobiliário, que já está a equipar escolas e unidades de saúde.

    O projecto de electrificação de zonas rurais, inserido no plano “Energia Angola 2025”, tem como objectivo diversificar a matriz energética do país, a fim de garantir que cerca de 77% da população rural tenha acesso a electricidade, bem como contribuir para a redução anual de emissões poluentes em cerca de um milhão de toneladas de dióxido de carbono.

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    Altis inaugura investimento de 27M€ no coração do Porto

    No entender do presidente do Grupo Altis, “o Porto Hotel vai contribuir de forma marcante para reforçar o leque de hotéis de grande qualidade que a cidade do Porto oferece”. Para Raul Martins, a nova unidade “terá um impacto muito positivo na empregabilidade de pessoas muito qualificadas”

    O Grupo Altis acaba de inaugurar a sua mais recente unidade na cidade do Porto, um investimento estimado em 27 milhões de euros que, segundo os responsáveis da cadeia hoteleira, representa o compromisso do Grupo Altis Hotels com a excelência e a inovação no setor hoteleiro.

    Com 95 quartos e 7 suites “meticulosamente decoradas”, o Altis Porto Hotel oferece um oásis de conforto, com um ambiente intemporal e contemporâneo, “é complementado por uma gama de comodidades de excelência, incluindo um sundeck panorâmico com cocktail bar no rooftop, uma piscina que se estende até ao horizonte com uma vista deslumbrante sobre o Rio Douro e um restaurante liderado pelo talentoso Chef André Cruz, o Exuberante”.

    No entender do presidente do Grupo Altis, “o Porto Hotel vai contribuir de forma marcante para reforçar o leque de hotéis de grande qualidade que a cidade do Porto oferece”. Para Raul Martins, a nova unidade “terá um impacto muito positivo na empregabilidade de pessoas muito qualificadas”.

    Em comunicado, o grupo hoteleiro salienta que “o Altis Porto Hotel é uma promessa de experiências memoráveis e impacto positivo na comunidade local. Com iniciativas de responsabilidade social e ambiental integradas na sua filosofia, o hotel procura não apenas proporcionar uma estadia excecional aos seus hóspedes, como também contribuir para o desenvolvimento sustentável da região e o bem-estar da comunidade”. “Além disso”, acrescentam, o Altis Porto Hotel implementou práticas eco-friendly em todas as áreas do hotel, desde a gestão de resíduos até a eficiência energética, demonstrando um firme compromisso com a preservação do meio ambiente.

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    Italiana Molteni&C chega a Lisboa com a Cushman & Wakefield

    A nova flagship store da marca italiana Molteni&C em Portugal encontra-se no número 254 da Avenida da Liberdade, uma loja com 358 metros quadrados (m2), tendo a C&W representado o proprietário Revilla

    A Cushman & Wakefield (C&W) foi responsável pela colocação de uma flagship store da marca italiana Molteni&C em Portugal, no número 254 da Avenida da Liberdade. A loja, com uma dimensão de 358 metros quadrados (m2), foi inaugurada no passado dia 15 de Maio. Neste processo, a C&W representou o proprietário Revilla.

    A Molteni&C é uma marca de mobiliário de categoria “topo de gama”, fundada em 1934, em Itália. Produz móveis e acessórios para casas projetadas pelos principais designers da indústria. Ao longo dos anos, a Molteni&C construiu uma “sólida” reputação como uma das principais marcas de mobiliário topo de gama do mundo. A marca é amplamente reconhecida pelo design sofisticado e qualidade excecional dos seus produtos, bem como pela atenção ao cliente.

    “A escolha para a abertura da Molteni&C vem confirmar a diversidade de actividades de luxo a Avenida da Liberdade pode acomodar, sendo, sem dúvida, o local de compras mais sofisticado e exclusivo da cidade de Lisboa e os clientes poderão agora explorar todas as colecções desta marca de topo”, comenta Maria José Almeida, associate do departamento de Retalho, Cushman & Wakefield.

    A Molteni&C em Portugal oferece uma “elegante” gama de produtos para uma decoração de interiores, destacam-se os armários, sofás, poltronas, mesas, camas, escritórios entre outros diversos artigos de decoração.

    “Para mim, a Molteni&C, marca com que trabalho e tenho uma relação há mais de 20 anos, é uma pedra preciosa rara que merece estar entre as grandes marcas que habitam a Avenida da Liberdade. Temos acompanhado a evolução de Lisboa como centro cosmopolita e, perante este cenário, considerámos que fazia também sentido brindar a cidade com um novo ponto de design de qualidade e requinte”, refere Ana Kurash, fundadora e CEO da Servànt, representante da Molteni&C em Portugal.

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    DIGITALBuilt o balcão único de apoio à transição digital do sector

    O pólo de inovação digital para o sector AEC, DIGITAL Built, arrancou oficialmente em Maio e pretende ser uma “one stop shop” de apoio às empresas do sector no seu percurso de transição digital. Formar, financiar e validar são alguns dos serviços que irá prestar

    Os pólos de inovação digital são consórcios que visam ser uma one-stop-shop, um balcão único, para as pequenas e médias empresas, facilitando-lhes uma porta de entrada no ecossistema de inovação, da digitalização, da automação e, por esta via, da sustentabilidade. A rede portuguesa de pólos de inovação digital é composta por 17 consórcios, dos quais três pertencem à rede europeia (European Digital Innovation Hub, EDIH), com a qual a iniciativa portuguesa está em linha. A medida é financiada pelo Programa de Recuperação e Resiliência, componente C16 – Empresas 4.0, que reúne os investimentos que visão reforçar a digitalização das empresas. Esta medida conta com uma dotação de 60 milhões de euros do PRR e tem como metas a criação de 16 pólos de inovação digital e prestar serviços a 4000 empresas até 2025.

    Sendo o esforço de digitalização transversal aos vários sectores da economia os diferentes pólos divergem nos sectores a apoiar. Para as empresas do sector AEC, Arquitectura, Engenharia e Construção, o “balcão único” dá pelo nome de DIGITALBuilt. Este consórcio integra o cluster AEC, via Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção (PTPC) que é a entidade líder de consórcio, e os clusters da Ferrovia (via Portuguese Railway Cluster Platform Association, ou Plataforma Ferroviária Portuguesa) e dos Recursos Minerais (Associação Cluster Portugal Mineral Resources). Aos três clusters juntam-se ainda as entidades prestadoras de “serviços”: o Itecons, a Associação Centro de Competências Ferroviário (CCF), StoneCITI, BUILT CoLAB, INESC TEC, FI Group e a FNWAY Consulting & Innovation. O pólo de inovação digital do sector AEC é um dos três pólos que integram, simultaneamente, a rede europeia EDIH.

    Testar antes de investir, validar, capacitar e financiar
    Em primeiro lugar importa desde logo salientar que o DIGITALBuilt, bem como qualquer um dos outros pólos de inovação digital, não têm como missão realizar actividades de inovação e desenvolvimento per si, antes ajudar o ecossistema nacional. “O objectivo é criar um hub que ajude as empresas no caminho da inovação, da sustentabilidade e eficiência, com incentivos financeiros muito significativos. Os verdadeiros actores são as entidades a quem compete prestar os serviços, cabendo aos clusters disseminar este hub entre o seu universo de empresas”, sublinhou Rita Moura, presidente da comissão executiva da PTPC, na recente apresentação pública do DIGITALBuilt.

    A ideia é “possibilitar a testagem e experimentação, facilitar a criação de ecossistemas e sinergias, facilitar e apoiar o financiamento, a formação e capacitação dos seus recursos e disponibilizar as infraestruturas para que as empresas possam criar competências digitais”, sintetizou.

    Os sete parceiros irão dividir entre si os serviços a prestar os quais estão agrupados em torno de cinco grandes áreas: “Capacitação e treino; diagnóstico de maturidade digital; serviços de incubação; apoio à procura de investimento; e ‘test before invest’”.

    “A capacitação e treino é uma das principais valências, para o sector AEC estamos a falar, por exemplo, da capacitação em BIM, programação aplicada à construção, Autocad, que continua a ser um desafio para muitas empresas, de gestão de projectos. O diagnóstico de maturidade digital, a ‘awereness’ que cada empresa terá das suas capacidades digitais é fundamental para saber para onde devem ir “, explicou João Moutinho, director do BUILT CoLAB. “A incubação será prestada sobretudo pelo parceiro INESC TEC, estamos a falar de mentoria para start-ups, laboratórios de co-criação. Financiamento, há um grande potencial na procura destes serviços e estudos financeiros e de mercado, de identificação de negócios, grande potencial na procura de serviços. E, por fim, o ‘test before invest’, porque é crucial testar antes de investir, e estamos a falar de montantes elevados e de investimentos que podem mudar o curso de uma empresa”, sublinhou o responsável do BUILT CoLAB, que é também um dos parceiros do consórcio DIGITALBuilt.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Empreendimento Aurios da Emerge com soluções de interior da Vicaima

    Promovido pela Emerge, o projecto combina um design “excepcional” com funcionalidades de “última geração”, onde se incluem soluções em portas de interior Portaro EI30 AC40dB e Portaro Inverse. Tanto as portas como os painéis têm acabamento lacado NCS 1005 Y50R

    O novo empreendimento Aurios, situado na histórica Quinta da China, beneficia de vistas “deslumbrantes” para o rio Douro e é parte integrante dos esforços para revitalizar esta zona, que preveem também a construção de uma nova ponte, entre outros projectos.

    Concebido pelo gabinete VMA Arquitetura, o Aurios é um projecto que combina um design “excepcional” com funcionalidades de última geração, onde se incluem soluções em portas de interior da Vicaima.

    O Portaro EI30 AC40dB é a escolha para as portas de entrada dos apartamentos, destacando-se pela sua capacidade de combinar resistência ao fogo e isolamento acústico, proporcionando um ambiente “seguro e tranquilo” para os residentes. Esta solução, certificada por entidades internacionais acreditadas, atende rigorosamente aos requisitos de segurança e conforto exigidos.

    Com elevado destaque em todas as divisões, é integrado o Portaro Inverse, uma solução que inclui porta, aro e acessórios numa peça única, sendo que através do conceito Inverse é ainda possível incorporar a porta faceada pela guarnição ou painéis, criando uma superfície rectilínea e contínua que se alinha de forma harmoniosa com a estética contemporânea do empreendimento.

    As portas e painéis do Aurios apresentam um acabamento lacado NCS 1005 Y50R, pensado para espaços que combinam “sofisticação e amplitude visual”, realçando a “qualidade e o design superior” do projecto.

    Com conclusão prevista para 2025, o Aurios afirma-se como um projecto distintivo no portfolio de projectos residenciais da Vicaima.

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    Garcia Garcia lança programa de estágios de Verão

    Estão abertas as candidaturas ao “Garcia Summer Internship”, uma iniciativa direccionada a estudantes de licenciatura e mestrado e que decorre durante os meses de Verão. As candidaturas abrangem diversas áreas como Engenharia, entre as quais Civil, Mecânica, Electrotécnica ou Gestão Industrial, Informática, Arquitectura, Economia e Gestão

    As candidaturas para o programa de estágios de Verão, “Garcia Summer Internship” da Garcia Garcia, estão de volta. Até 30 de Junho, a construtora nacional está à procura de estudantes de licenciatura e mestrado, oferecendo-lhes estágios remunerados que podem ir de um a três meses e que serão acompanhados por uma bolsa mensal, assim como subsídio de alimentação.

    A iniciativa “Garcia Summer Internship” tem como foco as novas gerações enquanto impulsionadoras do futuro nas diversas áreas de negócio do grupo. Esta é uma oportunidade para os estudantes experienciarem o contexto real de trabalho, permitindo-lhes adquirir conhecimentos com profissionais experientes da construtora nacional.
    Os jovens serão integrados nas equipas da Garcia Garcia e poderão estagiar entre um a três meses. Os estudantes serão integrados numa das áreas do grupo, estreitando, assim, a sua relação com o mercado de trabalho.

    Durante o decorrer do estágio, os participantes serão designados a um orientador que os acompanhará ao longo de todo o período, proporcionando-lhes uma visão abrangente das responsabilidades diárias associadas à sua área de estudo. Esta imersão no mundo real permite não só o desenvolvimento de competências práticas, mas também uma melhor compreensão das suas ambições profissionais após a conclusão dos estudos.

    As candidaturas abrangem diversas áreas como Engenharia, entre as quais Civil, Mecânica, Electrotécnica ou Gestão Industrial, Informática, Arquitectura, Economia e Gestão.

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    Empreendimento Vila do Tijolo

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    NOS Smart Home estreia-se em Lisboa e Porto

    Vila do Tijolo, em Lisboa, e Asprela Living Lofts, na zona de Paranhos, no Porto, são os primeiros dois empreendimentos a implementar as casas inteligentes NOS Smart Home

    A NOS acaba de assinar os dois primeiros contratos para a implementação das NOS Smart Home, em Lisboa, na “Vila do Tijolo”, e no Porto, Asprela Living Lofts. Entre os dois empreendimentos compreendem um total de 65 casas inteligentes e conectadas pela tecnologia NOS, as primeiras das quais deverão ser lançadas para comercialização até ao Verão.

    Cada casa será equipada com soluções inteligentes que simplificam as tarefas diárias e promovem uma utilização eficiente do consumo energético, garantindo uma vida mais sustentável e consciente.

    “Estes primeiros contratos demonstram o interesse dos promotores em inovar e apostar em soluções sustentáveis também dentro de casa, com a NOS trazendo anos de experiência e suporte para elevar a experiência de habitação, agora mais inteligente, completa e satisfatória”, sustenta Daniel Beato, administrador da NOS.

    Em Lisboa, a Vila do Tijolo, localizada na Estrela, o novo projecto residencial que tem a Overseas na gestão de projecto e cujo lançamento está previsto para breve, será um dos primeiros projectos equipados com o sistema NOS Smart Home. O edifício de finais do século XIX, que serviu de habitação aos operários da Cerâmica Junça (Fábrica Progresso Artístico) é reconhecido como Monumento de Interesse Municipal. O edifício será agora restaurado, preservando a sua história e características únicas.

    O projecto, que contempla 30 apartamentos e cinco moradias, oferecerá um ambiente singular, com jardins interiores amplos e cuidadosamente planeados, além de espaços de lazer, ginásio, piscina comum e muito mais. Entre as funcionalidades NOS a implementar contam-se os módulos de segurança, protecção, fechadura inteligente, controlo de iluminação e, adicionalmente nas moradias, controle de estores, climatização e tomadas inteligentes.
    Nuno Coelho, um dos promotores do projecto, justifica a escolha pela tecnologia NOS Smart Home “motivada pelo desejo de combinar tradição e inovação num mesmo espaço, oferecendo aos proprietários a confiança e o suporte contínuo da marca”.

    No Porto, o projecto Asprela Living Lofts, na freguesia de Paranhos, oferecerá 30 apartamentos T0, idealmente localizados próximo ao polo universitário. Este empreendimento, desenvolvido pelo fundo Sapore Sic Imobiliária Fechada., é destinado a estudantes universitários, pós-doutorados e jovens profissionais que procuram uma vida prática e confortável. Com lançamento previsto para o Verão, o projecto contará com segurança e funcionalidades de automação, como válvulas de água inteligentes para evitar eventuais danos por fugas, e estores automáticos que contribuem para a eficiência energética.

    Miguel Moreira, investment manager da Point Capital Partners (gestora do fundo), refere que “a solução NOS Smart Home foi escolhida pela afinidade do nosso público-alvo com a tecnologia e a NOS, além de reconhecida por possuir o DNA da inovação garantiu a competitividade que precisávamos para incluir esta alavanca no projecto”.

    A nova área de negócios do grupo, a NOS Smart Home, foi lançada oficialmente em Novembro de 2023 e é direccionada para promotores imobiliários. A NOS trabalha em parceria desde a conceção do projeto, passando pela instalação, apoia na comercialização e garante suporte para que cada casa seja uma vivência imersiva e futurista para os seus moradores.

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    Ayming Portugal com novo country manager

    António Valente é o novo Country Manager da Ayming em Portugal, tendo como missão dar continuidade à estratégia de crescimento da empresa no mercado local

    O novo líder da Ayming para o mercado português transita do Fi Group, no qual esteve 12 anos, numa carreira que teve início nos CTT. No Fi Group, foi consultor comercial, tendo passado a coordenador comercial em 2013, altura em que foi responsável pelo desenvolvimento e implementação da estratégia do grupo no sul do Brasil. Era director Comercial desde 2015.

    “A Ayming tem feito um percurso de destaque no nosso mercado, consolidando-se como uma das empresas do grupo com melhores recursos humanos e desempenho. Cabe-me dar continuidade a este percurso e, espero, acelerá-lo”, assinala.

    António Valente é formado em engenharia química pelo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e tem uma pós-graduação em direito fiscal pela faculdade de Direito de Lisboa, instituição pela qual fez ainda um curso de especialização em fundos de investimento. Tem um executive master em Gestão com especialização em desenvolvimento de lideranças pela Católica Lisbon School of business and economics e está a terminar o executive MBA pela AESE/IESE.

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    Imovirtual actualiza plataforma e faz rebranding da marca

    As alterações reflectem “uma evolução no próprio portal”, mas também uma “redefinição dos padrões de interacção e satisfação do cliente” no sector imobiliário português

    Ciente das transformações no mercado imobiliário e das crescentes exigências por serviços mais flexíveis e transparentes, o Imovirtual anuncia um conjunto de inovações projectadas para aumentar a “flexibilidade, transparência e eficácia” na procura e oferta de imóveis no País. Uma mudança que reflecte não só “uma evolução no próprio portal”, mas também uma “redefinição dos padrões de interacção e satisfação do cliente” no sector imobiliário português.

    A nova plataforma introduziu opções de personalização no qual os clientes profissionais agora podem ajustar os seus pacotes de serviços conforme necessário, com a capacidade de mudar entre diferentes ‘bundles’ sem penalizações ou contratos de fidelização. Esta flexibilidade reflecte o compromisso do portal em se adaptar dinamicamente às necessidades do mercado e dos seus utilizadores.

    Reforçando o seu compromisso com o serviço ao cliente, o Imovirtual continua a oferecer gestores de conta dedicados, formações e webinars gratuitos, garantindo que cada cliente receba suporte personalizado e informações valiosas para maximizar o seu sucesso no mercado imobiliário.

    A nova identidade visual do Imovirtual combina, assim, tecnologia com o toque humano que sempre caracterizou a marca. Desta forma, o logotipo redesenhado apresenta um ‘O’ transformado num símbolo geométrico, concebido para ser moderno, atemporal e captar a atenção, ajudando a marca a destacar-se num mercado competitivo. A paleta de seis novas cores visa evocar emoções e transmitir informações enquanto que a tipografia escolhida, é clara e impactante, ideal para ambientes digitais, enquanto os novos ícones orientam os utilizadores de forma mais intuitiva.

    “A nova identidade não é apenas uma transformação visual, é também uma reafirmação dos valores do Imovirtual. Ao renovar a nossa identidade visual e o nosso portal, não estamos apenas a atualizar a nossa imagem, estamos também a reafirmar o nosso compromisso com a inovação e a melhoria contínua, aproximando ainda mais os utilizadores da realidade do mercado imobiliário,” afirma Sylvia Bozzo, marketing manager do Imovirtual.

    Desta forma, para os próximos anos, está prevista a expansão do seu leque de funcionalidades, permitindo aos seus utilizadores tomar decisões mais informadas, assim como continuar a fortalecer as parcerias estratégicas com entidades locais e internacionais, procurando expandir a sua oferta de serviços.

    “Este é um mercado de extrema importância para o nosso crescimento e, por isso, continuamos a investir:  temos cerca de 250 pessoas nas equipas de Engenharia e Produto – a trabalhar no novo Imovirtual”, afirma Tiago Ferreira, head of Sales & Operations do Imovirtual.

    “Pretendemos trazer soluções que não só respondem às necessidades actuais, mas que também antecipam os desafios futuros dos profissionais e clientes individuais, por isso, este é apenas o começo de uma série de melhorias. Queremos ajudar a construir um futuro onde todos tenham acesso a um mercado imobiliário mais justo e transparente”, reforçou, ainda, o responsável.

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    Lisboa realiza o 2.º Encontro do Laboratório de Dados Urbanos

    Este segundo encontro contempla a apresentação de 23 projectos que incluem trabalhos realizados pela comunidade científica em resposta aos desafios LxDataLab, O objectivo é traçar um “retracto real” da capital em áreas como a mobilidade, o ambiente, a economia, ou a governança

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    A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai realizar o 2.º Encontro do Laboratório de Dados Urbanos de Lisboa (LxDataLab), amanhã 28 de Maio. Esta iniciativa é desenvolvida pelo Centro de Gestão e Inteligência Urbana de Lisboa (CGIUL), departamento do município que impulsiona iniciativas Smart Cities, em parceria com 19 universidades e instituições de ensino superior e investigação científica, no âmbito de protocolos de colaboração estabelecidos entre o município e as diferentes instituições parceiras.

    O evento tem como objectivo apresentar os projectos desenvolvidos por alunos para resolução de desafios apresentados pelo município, tais como: indicadores de tráfego, movimentação de pessoas em zonas de diversão, detecção de coberturas verdes em edifícios da cidade, entre outros. A academia beneficia do acesso a dados reais sobre a cidade e a CML tem a oportunidade de testar soluções analíticas capazes de promover a inovação, eficácia e proatividade nos serviços prestados ao cidadão.

    Este segundo encontro contempla a apresentação de 23 projectos que incluem trabalhos realizados por alunos em resposta aos desafios LxDataLab, outros trabalhos realizados nas universidades parceiras com relevância para o município e trabalhos de analítica dinamizados pelas equipas internas da autarquia. Algumas das áreas em destaque são a mobilidade, o ambiente, a economia, a governança, entre outras.

    Mais de 230 investigadores e alunos universitários participaram nos 34 desafios lançados pelo município, até ao momento.

    Para a vereadora Joana Almeida, responsável pelo pelouro da Cidade Inteligente do município, “a colaboração com a academia é muito importante para alcançarmos o retracto fidedigno da capital, resultante da analítica de dados, e encontrarmos soluções para uma gestão eficaz e inteligente que corresponda às necessidades dos cidadãos”.

     

     

     

     

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