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    Londres recebe Summit sobre mercado imobiliário ibérico

    “Esta iniciativa vem dar resposta às solicitações crescentes dos investidores que olham para a Ibéria como um destino ‘must go’ no âmbito dos seus planos estratégico”, explica o director do Iberian Property, António Gil Machado

    Ana Rita Sevilha
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    Londres recebe Summit sobre mercado imobiliário ibérico

    “Esta iniciativa vem dar resposta às solicitações crescentes dos investidores que olham para a Ibéria como um destino ‘must go’ no âmbito dos seus planos estratégico”, explica o director do Iberian Property, António Gil Machado

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    londresNo próximo dia 20 de Junho, Londres será o palco do primeiro grande evento internacional sobre o mercado imobiliário ibérico – o Iberian Property Summit.

    Segundo  o Iberian Property, “numa altura em que Barcelona, Lisboa e Madrid estão entre as cidades mais promissoras para o investimento imobiliário na Europa, o evento apresenta-se em Londres com o duplo objectivo de fornecer informação qualificada sobre este mercado à comunidade internacional de investidores e facilitar o encontro entre os principais decisores da indústria”.

    Em nota de imprensa enviada ao CONSTRUIR, a mesma fonte realça que, em 2016, ” o mercado ibérico de imobiliário comercial (incluindo escritórios, retalho, industrial e hotelaria) transaccionou cerca de €10 mil milhões, um volume que os analistas preveem que possa aumentar em 2017 tendo em conta a crescente atractividade das cidades ibéricas”.

    A Iberian Property refere ainda que, “em 2016, o retorno proporcionado pelo investimento imobiliário nos dois países esteve entre 12% e 13% (de acordo com o MSCI); mas factores como  o potencial de valorização dos imóveis com base nos mercados ocupacionais robustos; as melhorias no enquadramento legal; o desenvolvimento turístico do território no contexto global; a recuperação económica; e as oportunidades de investimento com escala que podem advir dos processos de desinvestimento das casas financeiras são também factores de competitividade para este mercado”.

    O Iberian Property Summit realiza-se no Hyatt Regency London – The Churchill e será presidido por Rupert Nabarro, uma das mais reconhecidas personalidades no seio da comunidade de investimento, fundador do IPD e que hoje em dia integra a MSCI Real Estate.  Além do enquadramento macroeconómico para Espanha e Portugal, garantido pelo economista Daniel Lacalle; o programa de um dia debruça-se sobre os temas estruturantes na captação de investimento para a região, entre os quais a competitividade entre as principais cidades da região, a origem e perfil dos investidores mais activos, assim como os segmentos e oportunidades mais aliciantes neste sector.

    Organizado pela iniciativa Iberian Property, o evento tem o apoio das principais associações e organismos aglutinadores do investimento imobiliário a nível global, europeu e nacional, incluindo do RICS-Royal Institution of Chartered Surveyors, da EPRA –European Public Real Estate Association, e da ULI – Urban Land Institute. A ASPRIMA – Asociacíon de Promotores Inmobiliarios de Madrid, a ACI – Asociacíon Española de Empresas de Consultoría Inmobiliário, a APFIPP – Associação Portuguesa dos Fundos de Investimento, Pensões e de Património e a APPII – Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários, são as entidades ibéricas que se associam ao evento, patrocinado pela CBRE e pela Uría Menéndez.

    “Esta iniciativa vem dar resposta às solicitações crescentes dos investidores que olham para a Ibéria como um destino ‘must go’ no âmbito dos seus planos estratégico, mas que procuram saber mais sobre Espanha e Portugal, conhecer de perto as diferentes realidades locais e tomar contacto com um conjunto alargado de visões dos especialistas que já têm uma presença pan-ibérica”, explica o director do Iberian Property, António Gil Machado.

    Sobre o autorAna Rita Sevilha

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    Diminuíram as transacções de alojamentos no 1.º Trimestre de 2024

    Na sua mais recente “Análise de Conjuntura do Sector da Construção”, a AICCOPN, salienta os números mais recentes do sector. Apesar de observada uma diminuição das Transacções de Alojamentos no 1.º Trimestre de 2024, o Índice de Preços da Habitação continuou a subir, face ao período homólogo. A área licenciada pelas autarquias registou uma ligeira contracção e as obras públicas dispararam

    No 1º trimestre de 2024, de acordo com a informação divulgada pelo INE, foi transaccionado um total de 33.077 alojamentos, num montante global de 6.731 milhões de euros, valores que traduzem um decréscimo de 4,1% em número e de 1,8% em valor, face ao trimestre homólogo do ano passado. Face ao último trimestre de 2023, verificaram-se, de forma semelhante, decréscimos nas transacções de alojamentos, de 3,1% em número e de 6,2% em valor. Neste período e, apesar da diminuição nas transacções de alojamentos, o Índice de Preços da Habitação registou um crescimento de 7%, em termos homólogos, e de 0,6%, face ao 4º trimestre de 2023.

    Relativamente à área licenciada pelas autarquias, nos primeiros quatro meses deste ano, observa-se uma significativa redução, em termos homólogos, de 11,6%, nos edifícios habitacionais e de 24,5% nos edifícios não residenciais. No que concerne ao número de fogos licenciados em construções novas, verifica-se, até Abril, um decréscimo de 15,3%, para 9.704 alojamentos.

    Quanto ao montante do novo crédito à habitação concedido pelas instituições financeiras, excluindo renegociações, até ao mês de Abril, totalizou 4.971 milhões de euros, valor que corresponde a um aumento de 33,6%, em termos homólogos. Ao nível do stock de crédito de empresas do sector da construção, detido pelas instituições financeiras, no mês de Abril, registou-se uma contracção de 2%, face ao mesmo mês de 2023, para 6.283 milhões de euros.

    No mercado das obras públicas, nos primeiros cinco meses de 2024, observou-se um crescimento nos principais indicadores. O volume total de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos observou um expressivo aumento de 95,7%, em termos homólogos acumulados, e o total dos contratos de empreitadas de obras públicas, celebrados neste período, e objecto de reporte no Portal Base até ao passado dia 15 de Junho, registou um acréscimo de 20,3%, em termos de variação homóloga temporalmente comparável.

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    4ª edição “ReBuild Ukraine” agendada para Novembro

    A 4ª edição do “ReBuild Ukraine”, dedicada aos sectores da Construção e Energia, decorrerá em Varsóvia, a 13 e 14 de Novembro de 2024, no Centro de Exposições “EXPO XXI”

    Organizado pela empresa ucraniana “Premier Expo”, o evento conta com o apoio de vários organismos ucranianos, como o ministério da Energia da Ucrânia, ministério da Economia e o ministério para o Desenvolvimento das Comunidades, Territórios e Infraestruturas da Ucrânia.

    O evento “ReBuild Ukraine”, uma plataforma de comunicação entre entidades e empresas interessadas na reconstrução da Ucrânia, é composto por Exposições de equipamentos e produtos e Conferências várias, a realizar numa área de 8.500 m2 repartido por 3 Pavilhões (Pavilhão da Construção, Pavilhão da Energia e Pavilhão Internacional, destinado a acolher os stands dos países estrangeiros).

    O “Pavilhão da Construção”, acolherá empresas de construção / engenharia, arquitectos, projectistas, empreiteiros e expositores especializados em equipamentos para a construção, materiais de construção e de acabamento, sistemas de janelas e fachadas, isolamento de edifícios, construção modular, sistemas de segurança, máquinas para a produção de materiais de construção, geração, sistemas e transferência de calor, refrigeração, ar condicionado e sistemas de ventilação, tecnologias de abastecimento de água e tratamento de águas, gestão de águas residuais, máquinas especiais para construção civil e industrial, tecnologias de instalação, máquinas e equipamentos para a construção de estradas, ferrovias e aeroportos, camiões e veículos para a construção.

    O “Pavilhão da Energia” acolherá empresas de construção de energia, empresas estatais e privadas de energia da Ucrânia, expositores especializados em produção de energia e equipamento de transmissão / transformação, aquecimento central, produção de energia nuclear, gestão de resíduos nucleares, produção de energia verde, construção de linhas de energia, equipamentos de economia de energia e eficiência energética e tecnologias, exploração de petróleo e gás, refinarias de petróleo, oleodutos e gasodutos, mineração de carvão, fontes de alimentação energética independentes, ecologia e equipamentos de protecção ambiental e tecnologias.

    A agenda da edição de Novembro, do “ReBuild Ukraine”, inclui a organização de duas conferências intergovernamentais, uma sobre Energia e outra dedicada à promoção das oportunidades de investimento para a transformação económica da Ucrânia, um fórum sobre construção e uma conferência de doadores onde participarão Instituições financeiras internacionais, doadores, investidores, Instituições Governamentais. As empresas interessadas em participar no evento, deverão fazer um pedido de reserva de espaço até 1 de Setembro.

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    Angolana Power2Build quer entrar na Europa via Portugal

    A primeira casa em impressão 3D foi construída em Angola, em 2022, recorrendo a materiais locais e cimento convencional. O objectivo da angolana Power2Build é avançar com a expansão internacional em 2025, com a Europa em mente, Portugal é o primeiro ponto de paragem 

    A Power2Build, empresa angolana responsável pela criação da primeira casa construída com uma impressora 3D da COBOD em África, utilizando exclusivamente materiais locais e cimento convencional, pretende expandir o negócio para Portugal, em 2025, para implementar o centro de operações que vai apoiar a sua expansão para a Europa.

    A start-up fundada em 2020 está actualmente a trabalhar em Angola e conta com 37 colaboradores a tempo inteiro. Um número que deverá duplicar ainda este ano para dar resposta à estratégia da empresa de expansão nacional e internacional. “A Power2Build nasceu com o objectivo de ajudar a reduzir significativamente o défice habitacional em África, através de uma tecnologia de construção que seja mais acessível e com menor impacto ambiental. Este ano, o foco é a consolidação do crescimento em território angolano, mas prevemos avançar com a expansão internacional, em 2025, começando pelos países da região Sadc e Europa. Portugal será a porta de entrada para Power2Build”, sublinha Ricardo Almeida, CEO da Power2Build.

    A Power2Build prevê 2 milhões de euros de volume de negócios, este ano, mas para 2025, através da expansão para novos mercados, a estimativa é atingir um volume de negócios perto dos 16 milhões de euros. Este ano, o foco da Power2Build será a consolidação do crescimento em território angolano, mas prevê ainda, como parte da estratégia de crescimento, entrar nos mercados da Namíbia e República Democrática do Congo, onde já está em fase final de negociação.Na semana passada, a empresa anunciou um investimento de 1,3 milhões de euros na maior impressora 3D do mundo para o sector imobiliário em África.

    Tecnologia 3D Concrete Printing

    Em 2022, a Power2Build construiu a primeira casa em impressão 3D do país, em apenas 48 horas, com recurso a uma impressora 3D de grande dimensão. Neste momento, a Power2Build está a concluir o primeiro condomínio familiar 3D em África, casas de renda média, que ultrapassa os 1.000 m2, nesta primeira fase, e irá atingir os 2.000 m2 na segunda fase.

    A empresa angolana Power2Build conta com os parceiros tecnológicos COBOD e CEMEX, responsáveis pelo desenvolvimento de uma solução que permite ao betão convencional ser impresso de forma mais eficiente, com maior qualidade e a um custo mais reduzido, a Dfab. À margem desta parceria, a Power2Build recorre apenas a parceiros locais para as restantes fases de construção da habitação.

    “Na Power2Build trabalhamos com a diversidade de materiais disponíveis no nosso país e com empresas e recursos locais, exatamente para podermos contribuir para a empregabilidade e desenvolvimento empresarial. É importante que estes sejam projetos da comunidade, para a comunidade”, conclui Ricardo Almeida.

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    Construção do empreendimento SAMA acelera

    Promovido pela TAN Investments, o SAMA deverá estar concluído dentro de um ano. Inserido numa área com mais de 86 000 metros quadrados (m²), o empreendimento é composto por 16 villas e o projecto de arquitectura tem a assinatura do atelier CHP Arquitectos

    No Verão de 2025 o empreendimento turístico SAMA deverá ficar concluído, mas nos próximos meses de Agosto e Setembro já será possível ver a estrutura pronta em todas as 16 moradias e no edifício de recepção que compõem este  boutique resort localizado na região da Comporta.

    Com obra a cargo da empresa FCC Construcción, todas as moradias encontram-se actualmente com a estrutura subterrânea executada e mais de 80% das unidades têm a estrutura acima do solo em fase de execução. “A um ano do fim da construção, estamos focados em garantir um ritmo acelerado e contínuo na obra, com os trabalhos a decorrerem em diferentes fases na totalidade das moradias”, assegura a TAN Investments, promotora do empreendimento.

    Inserido numa área com mais de 86 000 metros quadrados (m²), o SAMA está a ser comercializado pela Athena Advisers. É composto por 16 villas de dois a cinco quartos com uma área bruta de construção acima do solo entre os 200 e os 500 m². Cada moradia inclui terraços panorâmicos sobre a paisagem envolvente e generosas áreas exteriores com piscina, privilegiando a privacidade e tranquilidade dos seus residentes. Os preços das propriedades oscilam entre 1,8 milhões de euros e 5,5 milhões de euros.

    Os futuros proprietários, que adquirem as moradias totalmente mobiladas e equipadas, têm ainda a possibilidade de operar a sua villa no mercado turístico com a equipa profissional de gestão hoteleira do SAMA, usufruindo ainda de todos os serviços do empreendimento.

    O resort inclui ainda uma recepção com o mesmo design das moradias, criada para oferecer serviços de concierge, uma área de refeições, bar e espaços exteriores para o convívio entre vizinhos e hóspedes.

    “Num destino que continua a ser dos mais procurados para a compra de propriedades em Portugal e onde o turismo continua a crescer, é com muito entusiasmo que vemos um dos projectos turísticos mais excepcionais da Comporta a avançar desta forma”, destaca David Moura-George, director geral da Athena Advisers Portugal. “Muitos clientes procuram propriedades prontas ou em construção e testemunhar este dinamismo dá uma segurança adicional aos investidores, sobretudo num produto com as características do SAMA, onde o retorno será potenciado por uma equipa de gestão hoteleira para operar as propriedades. Estamos, por isso, confiantes que o Verão vai trazer muito dinamismo às vendas na Comporta”.

    Arquitectura integrada na natureza

    Da autoria de Álvaro Manso, o projecto de arquitectura paisagista foi pensado para garantir a integração total das villas no ambiente natural, promovendo o bem-estar e a privacidade dos futuros residentes e hóspedes, que beneficiam de amplos espaços ao ar livre em conexão com a natureza. O projecto adopta ainda práticas sustentáveis, nomeadamente o uso eficiente de água.

    A arquitectura do resort, assinada pelo atelier CHP Arquitectos, é inspirada no estilo árabe, onde sobressaem fachadas em tons de terra e areia e interiores amplos de configuração simples. As grandes portas e janelas em vidro potenciam a entrada de luz natural e prolongam os espaços interiores para o exterior.

    Ainda que a privacidade da localização seja um privilégio do SAMA – situado entre a Comporta e Melides – a acessibilidade aos serviços e lazer da região é outro dos seus pontos fortes. A praia mais próxima, a do Carvalhal, fica apenas a 10 minutos de carro, o campo de golfe de Tróia está a meia hora e o centro da Comporta e de Grândola encontra-se a 17 minutos de condução.

    O empreendimento turístico goza ainda de todas as vantagens reconhecidas a este popular destino da costa alentejana a pouco mais de uma hora a sul de Lisboa: praias de extensos areais, dunas, arrozais, paisagens de pinheiros mansos e gastronomia de sabor alentejano servida nos inúmeros restaurantes da região.

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    Ordem dos Engenheiros e Brisa reforçam colaboração para promover a engenharia

    Com esta assinatura “saem reforçadas a promoção conjunta das áreas científicas e tecnológicas, com foco na engenharia e no posicionamento dos engenheiros no debate das matérias relevantes para o desenvolvimento do País” reafirmam

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    A Ordem dos Engenheiros (OE) e o Grupo Brisa assinaram esta sexta-feira, dia 5 de Julho, na Sede nacional da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa um protocolo de colaboração com vista a reforçar a sua parceria no biénio 2024/2025.

    O documento consubstancia a “vontade comum de aprofundamento” de trabalho conjunto em matérias como a atracção e vinculação de talentos, a diversidade e maior representatividade de género, potenciando a ascensão profissional de mulheres engenheiras naquela empresa, bem como uma maior envolvência da Brisa em eventos formativos e debates organizados pela Ordem que confluam com as suas áreas de actividade.
    Para Fernando de Almeida Santos, bastonário da Ordem dos Engenheiros e para António Pires de Lima, presidente da Comissão Executiva do Grupo Brisa, com esta assinatura “saem reforçadas a promoção conjunta das áreas científicas e tecnológicas, com foco na engenharia e no posicionamento dos engenheiros no debate das matérias relevantes para o desenvolvimento do País” reafirmam.
    O Grupo Brisa é parceiro Institucional da Ordem dos Engenheiros desde 2006, tendo a sua missão em sintonia com a da Ordem dos Engenheiros, no que diz respeito às áreas com forte intervenção da engenharia, como seja no desenvolvimento e gestão de infraestruturas de transporte e soluções de mobilidade sustentáveis e inovadoras, focando na mobilidade como impulsionadora do crescimento, desenvolvimento e criação de valor.
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    Century 21 comercializa ‘Varandas do Moinho’

    Promovido pela Panóplia Urbana, os 72 apartamentos que compõem o Varandas do Moinho distinguem-se pelas suas áreas amplas, com os T1 a começar nos 80 metros quadrados (m2) e 35 m2 de terraço aos T3, com mais de 190 m2 e um terraço de 100 m2

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    O empreendimento Varandas do Moinho entrou na carteira de empreendimentos especiais da Century 21 Portugal. Em Vialonga, na zona Norte de Lisboa, encontra-se numa zona de construção consolidada, em comunhão com a reserva natural que o envolve e com vista rio.

    Promovido pela Panóplia Urbana, os 72 apartamentos que compõem o Varandas do Moinho distinguem-se pelas suas áreas amplas, com os T1 a começar nos 80 metros quadrados (m2) e 35 m2 de terraço aos T3, com mais de 190 m2 e um terraço de 100 m2.

    Localizado a minutos da cidade de Lisboa, o empreendimento foi pensado ao pormenor para promover a interação familiar, a conexão com o meio ambiente e o bem-estar no geral.

    “O Varandas do Moinho é uma evolução do bem-sucedido projecto Encosta do Moinho. Com uma visão centrada nos valores familiares e na harmonia com a natureza, este novo empreendimento oferece mais do que apenas um lugar para chamar de lar – é um convite para uma vida de conforto, sofisticação e sustentabilidade”, destaca Víctor Leão, responsável da Panóplia Urbana.

    . Com 72 apartamentos residenciais meticulosamente projetados, Varandas do Moinho é uma comunidade vibrante que integra espaços amplos, áreas verdes exuberantes e comodidades modernas, proporcionando um estilo de vida verdadeiramente excecional aos seus residentes”. E afirma: “Apraz-nos, igualmente, registar que continuamos a ter na Century 21 um parceiro de referência que tem vindo a promover os nossos projetos e nos quais mantemos a nossa confiança.”

    Também Pedro Maldonado, head of Developments da Century 21, destaca ainda que, “como âncora desta construção, encontramos um antigo moinho de vento, que está a ser renovado, e onde será criado um espaço comercial de serviço a todas as famílias desta encosta, alicerçado no parque infantil e no complexo de campos de padel, que aqui fará as delícias dos amantes de desporto. A união da natureza com o desporto e o bem-estar está bem presente neste projecto, já que a enorme zona verde envolvente é usufruída, com frequência, pelos residentes para a prática de agradáveis caminhadas, explorando os trilhos existentes, ou em passeios de BTT”.

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    IP inicia acção de capacitação para Ministério das Obras Públicas de Moçambique

    Ciclo de formação incide na temática de Concessões e PPP’s (Parcerias Público-Privadas) Rodoviárias para o Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos de Moçambique

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    A Infraestruturas de Portugal (IP) iniciou este mês um ciclo de formação em Concessões e PPP’s (Parcerias Público-Privadas) Rodoviárias para o Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos de Moçambique (MOPHRH MZ).

    As sessões, que refletem o “compromisso de cooperação” da IP com o Governo de Moçambique para o desenvolvimento das infraestruturas rodoviárias, contou com a participação de 14 dirigentes do Ministério, Administração Nacional de Estradas e Fundo de Estradas.

    No primeiro dia, na sessão de boas-vindas, Miguel Cruz, presidente do Conselho de Administração da IP, destacou a “importância da troca de experiências” entre entidades do sector das infraestruturas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), ressaltando que estas iniciativas são “essenciais” para o aumento da sustentabilidade dos investimentos em rodovias.

    As sessões temáticas iniciaram-se com as apresentações efectuadas pela Direcção de Concessões, nomeadamente, sobre o enquadramento geral do modelo de negócio em Portugal, seguindo-se a abordagem à vertente jurídica.

    O segundo dia foi composto pela visita à Subconcessionária do Baixo Alentejo, gerida pela SPER – Sociedade Portuguesa para a Construção e Exploração Rodoviária.

    Ao longo dos próximos dias, surgirão oportunidades para desenvolver projectos que contribuirão para o crescimento sustentável de Moçambique.

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    Atribuição dos Prémios António Almeida Henriques em 2023

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    Prémios Portugal Smart Cities com candidaturas até 13 de Setembro

    O Prémio António Almeida Henriques foi instituído em 2023 pela Fundação AIP e tem a concurso sete categorias: Neutralidade Carbónica, Mobilidade, Espaço Público, Turismo Inteligente, Saúde e Bem-Estar, Transformação Digital e Reabilitação urbana sustentável e inteligente

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    Pelo segundo ano consecutivo, o Portugal Smart Cities Summit vai atribuir o Prémio António Almeida Henriques, instituído em 2023 pela Fundação AIP. As candidaturas poderão ser feitas  na página oficial do evento até dia 13 de Setembro. A cerimónia de entrega dos prémios irá decorrer a 8 de Outubro, na FIL do Parque das Nações, em Lisboa.

    A apreciação das candidaturas e projectos apresentados será feita por um júri, presidido por Miguel de Castro Neto, director da NOVA Information Management School (NOVA IMS), da Universidade Nova de Lisboa, e que compreende igualmente outras entidades e personalidades de reconhecido mérito na temática das Smart Cities.

    Após uma forte adesão do mercado à edição anterior dos Prémios, na qual se registaram mais de 50 candidaturas, é com “grande expectativa” que Elisabete Martins, gestora do PSCS 2024, olha para mais esta iniciativa.

    “Os Prémios Portugal Smart Cities – António Almeida Henriques, visam distinguir projectos inovadores, sustentáveis, eficientes e soluções de inteligência urbana. Desta forma estamos a contribuir para a concretização de práticas efectivas que tornam as nossas cidades cada vez mais inteligentes e sustentáveis”, afirma.

    As candidaturas podem ser apresentadas por comunidades intermunicipais, municípios e as juntas de freguesia, orientados para a implementação com sucesso de projectos sustentáveis, eficientes e pela criação de soluções de inteligência urbana.

    Estão a concurso sete categorias, nomeadamente Neutralidade Carbónica, Mobilidade, Espaço Público, Turismo Inteligente, Saúde e Bem-Estar, Transformação Digital e Reabilitação urbana sustentável e inteligente.

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    II Encontro Nacional do Sector da Pedra Natural reúne principais players

    A segunda edição StonebyPORTUGAL SUMMIT acontece a 12 de Julho. Promovido pela ASSIMAGRA, o encontro irá debater os principais desafios da indústria da Pedra Natural

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    No próximo dia 12 de Julho de 2024, o Convento de São Francisco, em Santarém, será palco do II Encontro Nacional do Sector da Pedra Natural, StonebyPORTUGAL SUMMIT, promovido pela Associação Portuguesa da Indústria dos Recursos Minerais, ASSIMAGRA.

    Este evento, apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e integrado na Agenda Verde Sustainable da StonebyPORTUGAL, pretende reunir os principais stakeholders do sector para debater os principais desafios da indústria da Pedra Natural em Portugal.

    O evento contará com a presença do ministro da Economia, Pedro Reis, com a secretária de Estado de Energia, Maria João Pereira, entre outras entidades, empresas e instituições académicas. Este fórum permitirá definir estratégias para enfrentar as novas dinâmicas que se colocam hoje às empresas que actuam nos mercados externos, e debater oportunidades, consolidando Portugal como o sétimo maior exportador mundial de Pedra Natural.

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    Teixeira Duarte promove Vintage 18

    Em fase de construção e com conclusão prevista para 2026, o empreendimento apresenta um total de 80 apartamentos. O desenho da fachada, marcante, foi concebido para tirar partido da vista e da exposição solar

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    A Teixeira Duarte está a promover e a construir um novo projecto residencial inserido no Douro Design District. O Vintage 18, em Vila Nova de Gaia, apresenta uma localização “exclusiva”, numa zona em grande transformação e desenvolvimento, aliada a vistas “deslumbrantes” sobre o Rio Douro e “excelentes” acessibilidades.

    Em fase de construção e com conclusão prevista para o ano de 2026, o empreendimento apresenta um total de 80 apartamentos, que vão dos T1 até aos T4 duplex, e cujos diferentes layouts visam dar resposta à procura de vários segmentos de compradores.

    O Vintage 18 destaca-se pelo seu projecto de arquitectura, que apresenta um desenho de fachada marcante, concebido para tirar partido da vista e da exposição solar, conferindo ao edifício uma “personalidade e beleza incontornável”.

    Com desenho e conceito de fachada da Broadway Malyan, a planta de arquitetura, o layout dos apartamentos e das áreas comuns são da Architailors.

    As unidades residenciais tiram partido da orientação solar nascente poente, com as áreas sociais, como a cozinha e sala, localizadas na fachada virada para o nascer do sol, beneficiando das amplas varandas e caixilharia a toda a altura. As zonas dos quartos, localizadas no lado poente, apresentam-se para uma frente mais contida, calma, permitindo usufruir de uma maior privacidade.

    O Vintage 18 contempla, assim, quatro conceitos distintos. O Sky Villas, com uma área privativa entre os 165 metros quadrados (m2) e os 300 m2, no último piso do edifício, com apartamentos duplex de amplas áreas e vista sobre o rio Douro e as zonas históricas de Gaia e Porto. Os apartamentos Homes, entre 137 m2 e os 298 m2 de área, que além das amplas áreas interiores e exteriores, se destacam pelo “inovador” conceito de “varanda gourmet”. Já os Terrace, com uma área 129 a 354 m2, possuem, como o próprio nome indica, amplos terraços privativos e permitem “experienciar” o estilo de vida de uma moradia no centro da cidade. Os Flats, a proposta com a menor área mas que se distinguem pelo aproveitamento dos espaços, com um layout sofisticado.

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