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No CONSTRUIR desta quinzena: o investimento de 260M€ em Loulé, a estratégia imobiliária do Montepio Geral e o suplemento de Arquitectura

Fique por dentro do projecto promovido pelos finlandeses do Pontos Group para Loulé, um investimento de 260 milhões de euros que implicará a construção, entre outras valências, da primeira unidade hoteleira da Viceroy na Europa. O administrador do Montepio Gestão de Activos Imobiliários, Fernando Santo, explica também a estratégia da instituição para gerir a herança da crise. Mas há muito mais para ler na edição do CONSTRUIR

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No CONSTRUIR desta quinzena: o investimento de 260M€ em Loulé, a estratégia imobiliária do Montepio Geral e o suplemento de Arquitectura

Fique por dentro do projecto promovido pelos finlandeses do Pontos Group para Loulé, um investimento de 260 milhões de euros que implicará a construção, entre outras valências, da primeira unidade hoteleira da Viceroy na Europa. O administrador do Montepio Gestão de Activos Imobiliários, Fernando Santo, explica também a estratégia da instituição para gerir a herança da crise. Mas há muito mais para ler na edição do CONSTRUIR

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Finlandeses investem 260M€ em resort em Loulé
O processo, que se arrasta há já 30 anos, tem agora contornos mais definidos: Loulé vai passar a contar com um empreendimento turístico de luxo, uma iniciativa dos finlandeses do Pontos Group que, além da primeira unidade cinco estrelas da Europa com a chancela Viceroy, integra unidades residenciais turísticas de luxo. O CONSTRUIR apresenta-lhe em detalhe a proposta dos investidores que se mostram desagradados com a pesada carga burocrática existente neste tipo de processos

“Já concluímos mais de 100M€ de edifícios que recebemos inacabados”
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Descofrante de betão da FUCHS recebe EU Ecolabel

O descofrante tem mais de 50% de matérias-primas renováveis, um nível de biodegradabilidade de mais de 60% e consegue acabamentos isentos de poros e “ninhos de britas”

Graças à sua sustentabilidade, o descofrante de betão PLANTO Schalungsöl N foi distinguido com o EU Ecolabel. Com este produto, a FUCHS prova que a performance e a sustentabilidade são perfeitamente compatíveis: Este descofrante tem mais de 50% de matérias-primas renováveis, um nível de biodegradabilidade de mais de 60% e consegue acabamentos de qualidade superior, isentos de poros e “ninhos de britas”. Na sua aplicação, o filme do descofrante garante uma protecção anticorrosiva temporária, o que melhora o acabamento superficial do betão.

Com o PLANTO Schalungsöl, a FUCHS disponibiliza ao sector da construção um descofrante ideal para cofragens de aço que é um verdadeiro amigo do ambiente. A formulação à base de óleo vegetal faz com que seja rapidamente biodegradável. De sublinhar que ultrapassa de longe os requisitos da OECD relativos à rápida biodegradabilidade. É biodegradável a mais de 60% em vez da exigida percentagem de 50% e tem mais de 50% de matérias-primas renováveis em vez dos 25% exigidos.

Já em 2010 a FUCHS assinou um compromisso com a sustentabilidade e em 2016 foi distinguida como a empresa média mais sustentável da Alemanha. A Fundação Prémio Alemão de Sustentabilidade e o Governo Alemão escolheram a FUCHS, entre 800 participantes, por conseguir combinar, de forma exemplar, sucesso económico com responsabilidade social e protecção ambiental.

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Nómada Chiado na shortlisted FRAME e Restaurant & Bar Design Awards

Com assinatura do Spacegram Studio, o projecto de interior do restaurante Nómada Chiado é finalista em dois prestigiados concursos internacionais

Com a assinatura do Spacegram Studio, de Ana Ferrão, Bruno Pereira e Gilberto Pedrosa, o projecto de interior do restaurante Nómada Chiado, em Lisboa, é finalista em dois concursos internacionais. O projecto integra a shortlisted da edição de 2021 dos FRAME Awards, na categoria Hospitality/Restaurant of the Year. A nomeação coloca o Nómada Chiado entre os cinco melhores projectos de interior em todo o mundo, na sua categoria. Distribuídos nas categorias de retail, hospitality, work, living, institutions e shows, os vencedores serão anunciados a 14 de Outubro.

O Nómada Chiado integra também a shortlisted do prestigiado Restaurant & Bar Design Awards 2021. Entre projectos de design oriundos de cerca de meia centena de países o Nómada Chiado concorre na categoria Multiple.

Na categoria Hotels o CURA, restaurante do icónico hotel Ritz em Lisboa, cuja renovação tem a assinatura do arquitecto Miguel Câncio Martins, é o outro espaço português entre “os restaurantes e bares mais criativos e influentes do mundo”.

Os resultados serão conhecidos também a 14 de Outubro, finalizando uma semana de debates e encontros que começa a 12 de Outubro.

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EDPR assinou mais de meia centena de projectos com o Walmart

Os projectos, que vão desde projectos em telhados a projectos de montagem no solo, geram um total de 38,3 MW de energia e estão distribuídos por sete estados dos EUA

A EDP Renováveis através da sua subsidiária EDP Renewables North America LLC assinou com o retalhista norte americano 51 projectos de energia solar. Os projectos, que vão desde projectos em telhados a projectos de montagem no solo, geram um total de 38,3 MW de energia e estão distribuídos por 7 estados dos EUA. Destes, 39 foram assinados entre 2020 e 2021.

O total de 51 projectos de energia instalados até à data pela EDPR NA DG para o Walmart estão distribuídos em 7 estados que vão desde o Arizona, Califórnia e Illinois até Nova Jersey, Louisiana, Maryland e Carolina do Sul.
No seu conjunto, os projectos geram um total de 38,3 MW de energia, o que equivale a compensar 27,1 toneladas métricas de dióxido de carbono ou 9,2 toneladas de resíduos reciclados em vez de depositados em aterros, de acordo com a Calculadora de Equivalências de Gases com Efeito de Estufa da EPA dos EUA.

Utilizando o mais recente em termos de inovação ambiental, a EDPR trabalhou com o Walmart para apoiar o seu compromisso com o polinizador solar ecológico, construindo uma matriz solar de montagem no solo no seu centro de distribuição de Laurens, SC, com misturas de polinizadores que restauram a biodiversidade regional. Este esforço, que faz parte do que é o maior esforço sanitário polinizador de um retalhista de supermercado dos EUA até à data, visa reduzir várias ameaças aos polinizadores através da promoção de práticas de gestão integrada de pragas (MIP) e da melhoria e expansão de habitats polinizadores. O projecto também diminui o impacto das águas pluviais e aumenta o apelo visual da instalação.

Em 2019, a carteira da DG de Nova Jersey da EDPR NA, que era composta por cinco instalações solares para o Walmart, ganhou o prémio Projecto de Grande Escala do Ano da Solar Builder Magazine. O Walmart Bayonne Supercenter foi o vencedor em destaque do prémio.

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iCapital Network instala-se em Lisboa

A iCapital Network, plataforma de tecnologia financeira líder em acesso e eficiência em investimentos alternativos, chega a lisboa e vai ocupar três andares do Edifício Café Lisboa, situado no número 131 da Avenida da Liberdade

A iCapital Network, plataforma de tecnologia financeira líder em acesso e eficiência em investimentos alternativos, chega a lisboa e vai ocupar três andares do Edifício Café Lisboa, situado no número 131 da Avenida da Liberdade, numa operação imobiliária intermediada pela Cushman & Wakefield e pela CBRE.

O edifício de escritórios conta com 4.600 metros quadrados, distribuídos por seis pisos, onde a iCapital vai ocupar 1.825 metros quadrados.. A CBRE representou a iCapital nesta transacção enquanto que a Cushman & Wakefield actuou do lado da Revilla, sociedade imobiliária espanhola proprietária do edifício.

Em Outubro do ano passado, a iCapital anunciou Lisboa como localização principal para desenvolvimento tecnológico e de operações após a aquisição de uma equipa de tecnologia à Runtime Group, empresa de desenvolvimento de produtos sediada em Lisboa. Esta equipa de 79 pessoas é composta por engenheiros, programadores e designers na área da inovação tecnológica, e conta ainda com funções nas áreas financeira, de recursos humanos e facilities. O novo espaço de escritórios apoiará o crescimento da iCapital e a contínua expansão a nível global.

“Estamos entusiasmados com o nosso novo espaço localizado no coração de Lisboa, um vibrante centro de tecnologia global com um vasto conjunto de talentos”, refere Tom Fortin, Chief Information Officer e Managing Partner da iCapital Network. “Estas instalações representam uma oportunidade para novos talentos se juntarem a uma das empresas mais empolgantes e de crescimento acelerado na área das Fintech, à medida que continuamos a expandir a nossa equipa de ponta para desenvolver soluções líderes de mercado que melhor sirvam os nossos clientes”, acrescenta.

“A colocação da iCapital neste edifício de escritórios do Café Lisboa é um testemunho não só do seu estatuto icónico como edifício histórico, mas também do espaço contemporâneo e da sua invejável localização na Avenida da Liberdade”, sublinha André Almada, Director de Offices Advisory & Transaction Services da CBRE Portugal.
“O arrendamento destes escritórios vem reforçar a localização acessível e de qualidade do Edifício Café Lisboa. Estamos muito satisfeitos em receber a equipa da iCapital neste espaço”, conclui Vera Roquette Geraldes, Associate for Offices Department da Cushman & Wakefield.

O Edifício Café Lisboa é um edifício do século XIX onde funcionou o célebre Café Cristal, um projecto de 1940/42, do arquitecto Cassiano Branco. Uma intervenção por parte dos arquitectos Nuno Teotónio Pereira e Mário Costa e Crespo, na década de 90, conferiu-lhe o Prémio Eugénio dos Santos de 1995.

A transacção foi concluída no primeiro trimestre de 2021.

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Exportações de Metal Portugal com um dos melhores resultados de “sempre”

As exportações nacionais de metal seguem em alta, após o crescimento acumulado de 32% das vendas ao exterior no primeiro semestre deste ano, face ao período homólogo

“Depois de meses em que os constrangimentos crescentes afectaram a acção e o possível crescimento do sector do metalúrgico e do metalomecânico, com possíveis danos irremediáveis para a economia nacional, as empresas do Metal Portugal continuam numa recuperação surpreendentemente acentuada, tendo registado, até à data, um ano de 2021 cheio de recordes e dos melhores resultados de sempre”, refere a Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP) em comunicado.

Referindo-se aos valores de exportações referentes a Julho, a associação sublinha que o registo “entra directamente para o top 10, sendo a oitava melhor marca de sempre”. Um resultado que surge após o crescimento acumulado de 32% das exportações do Metal Portugal no primeiro semestre deste ano, face ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com a AIMMAP, esta evolução resulta da “recuperação dos mercados tradicionais, que representam 76% das exportações, como Espanha, França, Itália e Reino Unido e Alemanha, sendo que Alemanha e Itália ainda se encontram aquém dos valores apresentados em 2019”. “Por outro lado, a importância que os mercados extraeuropeus assumiram é muito relevante, quando vemos que mercados como Marrocos e Japão tiveram um aumento de cerca de 45%”, acrescenta a associação.


“Estes resultados, mês após mês, acabam por ser surpreendentes”, tendo em conta o cenário pandémico, a “grave crise no que diz respeito à escassez de matérias-primas”, o “aumento exponencial do custo das matérias-primas e do transporte” e o mais recente “aumento galopante nos preços da energia” que as empresas têm enfrentado, sublinha Rafael Campos Pereira, vice-presidente da AIMMAP

“Conseguimos, com todos estes constrangimentos, mostrar a resiliência das empresas portuguesas, que conseguiram fazer com que o sector crescesse 0,1% face ao período homólogo em período pré-pandemia, ou seja, em 2019, que foi o melhor ano de sempre nas exportações do Metal Portugal. Todos estes factores fazem-nos crer que, a manter a tendência de crescimento, o ano de 2021 vai ser um ano de recorde para o sector”, adianta o responsável.

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APREN e APESF fundem-se para promover as energias renováveis

A Associação Portuguesa de Energias Renováveis e a Associação Portuguesa de Empresas do Sector Solar Fotovoltaico fundem-se para desenvolver transversalmente o sector solar fotovoltaico em Portugal

A Associação Portuguesa de Energias Renováveis e a Associação Portuguesa de Empresas do Sector Solar Fotovoltaico fundem-se para desenvolver transversalmente o sector solar fotovoltaico em Portugal (de grande e pequena escala).

Em comunicado as duas associações explicam o processo que “culminou com a sua fusão debaixo da chancela ‘APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis’” e que surge da “necessidade de unificar esforços e competências e seguir a dinâmica e nova visão de modelo energético” e de simultaneamente “abraçar o nosso paradigma de um sistema energético cada vez mais integrado que exige um planeamento e funcionamento coordenados do sistema como um todo, envolvendo todos os diferentes vectores energéticos, infraestruturas e consumidores finais”.

A APREN surgiu em 1988 com a missão de defesa dos produtores independentes de energias renováveis. Evoluiu, com o passar dos anos, face à necessidade de responder ao crescente desenvolvimento do sector em paralelo com o agravamento das alterações climáticas e respectivo desenvolvimento de políticas de sustentabilidade. Assim, apesar de inicialmente a APREN representar pequenas centrais hídricas, que surgiram com a introdução da actividade de produção independente de energia eléctrica estabelecida no Decreto-Lei n.º 189/88, de 27 de Maio, rapidamente cresceu, incorporando um vasto portfolio de centrais electroprodutores de larga escala e passando, não só a representar a empresas de detentoras de centrais, mas todas as empresas que contribuem para a promoção do sector.


Já a APESF foi fundada em 2008 com a missão de promover exclusivamente o desenvolvimento e a dinamização do mercado da energia fotovoltaica em Portugal, que iniciava o seu crescimento com a introdução da microprodução de electricidade estabelecida pelo Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de Novembro, dedicada principalmente ao consumo próprio, que vinha estabelecer um novo paradigma de funcionamento do sistema eléctrico com geração local através de unidades ligadas a pontos de consumo. Foi também expandindo com a evolução regulamentar e crescendo com o mercado da produção descentralizada.

“Com a crescente necessidade de mitigar os efeitos climáticos e adaptar em conformidade o sistema energético, que evoluiu, entretanto, para um modelo conectado, flexível e mais circular, cresceu a necessidade de uma visão mais holística e integrada, em que todos os vectores são interdependentes”, justificam.

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Carlos Dias Coelho reeleito presidente da Faculdade de Arquitectura de Lisboa

Arquitecto e professor universitário, Carlos Dias Coelho foi reeleito esta segunda-feira, dia 13 de Setembro. Após a audição pública do programa eleitoral, o Conselho de Escola elegeu o professor para um novo mandato, que decorrerá no biénio 2021-2023

Carlos Dias Coelho, arquitecto e professor universitário, foi reeleito, esta segunda-feira, dia 13 de Setembro, para o cargo de presidente da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa. Após a audição pública do programa eleitoral, o Conselho de Escola elegeu novamente o professor para um novo mandato, que decorrerá no biénio 2021-2023.

Carlos Dias Coelho, licenciou-se em Arquitectura em 1984, pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, onde também se doutorou em Planeamento Urbanístico em 2002, com a tese intitulada “A Complexidade dos Traçados”.

É, desde 1988, docente de Projecto da área de urbanismo da Faculdade de Arquitectura (que em 2013 integrou a actual Universidade de Lisboa), onde coordena uma equipa de investigação sobre a temática da Forma Urbana. É desde 2008 professor visitante da École Supérieure d’ Architecture Paris-La Villette e Fellow da Tokyo University.

Com diversos trabalhos distinguidos, entre quais se destaca o Premio José de Figueiredo 2008, conferido pela Academia Nacional de Belas Artes, o Prémio Internacional Inácio de Lecea 2007/2008, conferido pelo Public Art and Urban Design Observatory da Universitat de Barcelona e a Distinção por Mérito, conferida pelo reitor da Universidade Técnica de Lisboa em 2009. Coordenou variados projectos editoriais, destacando-se o da “Praça em Portugal – Inventário Morfológico”, obra em quatro volumes publicada pela Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, os primeiros dois volumes da colecção “Cadernos de Morfologia Urbana e “Estudos sobre a cidade portuguesa”, publicados pela Argumentum.

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Número de fogos reais de AL contrastam com os números legais

Apartamentos activos para alojamento local são apenas 15% dos registos existentes em Lisboa e 27% no Porto. Em Julho no conjunto das duas cidades eram apenas 5 mil os fogos em actividade

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Em Julho de 2021, o número de fogos com actividade efectiva no Alojamento Local (AL) perfazia pouco mais de 5.000 unidades no conjunto de Lisboa e Porto, estando reduzido a 2.800 fogos na capital e a 2.300 fogos na Invicta, apurou a Confidencial Imobiliário.

Os actuais 2.800 fogos activos em Lisboa representam apenas 15% do universo de 19.000 unidades que possuem registo, o que quer dizer que em Julho se encontravam registados para AL mais de 16.200 alojamentos sem qualquer actividade. No Porto, os fogos activos pesam 27% no total dos 8.600 registos, o que significa que outras 6.300 unidades que têm registo de AL não praticam actividade neste mercado.

“Esta redução na oferta efectivamente activa veio evidenciar ainda mais o gap entre o mercado visto do ponto de vista real e o mercado administrativo/legal”, avançou Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário
A Confidencial Imobiliário apurou ainda que a actual dimensão do mercado contrasta fortemente com o padrão pré-Covid, quando Lisboa registava cerca de 8.800 fogos activos no AL e o Porto cerca de 4.100 fogos. Tal traduz a saída de cerca de 6.000 fogos do circuito de actividade em Lisboa e de 1.800 fogos no Porto.

“De qualquer forma, ainda que este gap esteja agora muito mais acentuado, esta realidade não é um exclusivo da pandemia. Já anteriormente os alojamentos com actividade regular não chegavam a perfazer metade do universo de AL registado quer em Lisboa (44%) quer no Porto (47%). Os números de Dezembro de 2019 mostram que em Lisboa o mercado de AL rondava os 8.800 fogos, um volume muito inferior aos mais de 19.000 fogos então registados no Turismo de Portugal. No Porto, estavam registados cerca de 9.000 fogos, quando de facto em actividade estavam somente 4.100”, explicou o mesmo responsável.

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Condomínio fechado The Brick nasce em Marvila

Com promoção de Bxxi Project e traço do atelier ACTS Arquitectos, a comercialização é da JLL

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Marvila, um dos principais eixos de expansão urbana dentro da cidade de Lisboa, vai ter um novo condomínio residencial. The Brick, promovido pelo Bxxi Project e com traço do atelier ACTS Arquitectos, cuja herança industrial daquele bairro lisboeta serviu de inspiração. A consultora JLL assume a comercialização do empreendimento em exclusivo. O montante de investimento não foi revelado.

“O design inteligente e contemporâneo é um dos traços distintivos do novo condomínio fechado que homenageia a memória do bairro de Marvila, integrando elementos como as grandes janelas de inspiração industrial, linhas depuradas e tijolos maciços”, refere a consultora.

Os 10 apartamentos que compõem o The Brick, disponíveis nas tipologias T1 a T3 e T3 Duplex, foram desenhados de acordo com os mais elevados padrões de bem-estar e conforto, simultaneamente apostando em espaços sofisticados e modernos. As generosas áreas abertas para o exterior, com amplos terraços e jardins privados que funcionam quase como uma extensão das zonas de estar, são outro trunfo do The Brick, que contará ainda com um jardim comum.

Para Patrícia Barão, head of Residential da JLL, “o The Brick é uma adição icónica a um dos bairros mais promissores da cidade de Lisboa. Marvila está em pleno desenvolvimento e tem um enorme potencial de valorização, estando a afirmar-se como um destino incontornável para viver, trabalhar e investir. Este novo projecto residencial dá um contributo muito importante para esta afirmação”.

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Roca apresenta as novidades em banheiras e duches

A marca apresenta as últimas novidades para o espaço de banho: banheiras, bases de duche e colunas de hidromassagem. Os novos materiais introduzem designs e cores arrojados e aumentam os cuidados com a segurança e higiene

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Antiderrapante e sem juntas, as banheiras fabricadas no material exclusivo da Roca, Surfex, adaptam-se a estilos muito diferentes: de formato oval e com 1600 mm de comprimento, a linha Alena existe em quatro acabamentos — bege, café, pérola ou ónix — sendo possível escolher o que melhor se adapta a qualquer espaço. Estas cores vibrantes também podem ser encontradas na gama Beyond, uma proposta rectangular com rebordo, disponível em 1600 mm ou 1800 mm. Para quem prefere um design de ângulos rectos, a banheira de 1800 mm em branco puro da colecção Modo é a solução ideal para espaços de banho modernos.

A superfície texturizada de Stonex dá às banheiras um toque natural. Altamente resistente a materiais abrasivos, este material antiderrapante da Roca permite que se molde uma variedade de ângulos. Com uma base estreita, a Kauai, dotada de um design oval de 1600 mm dará personalidade ao espaço de banho. Ligeiramente maior, com um comprimento de 1650 mm, o modelo Ariane que oferece um toque sofisticado aos espaços de banho. Já as linhas clássicas da Maui criam um encosto ligeiramente alongado, disponível em dois formatos: redondo (1500 mm) ou quadrado (1550 mm).

Banheiras de pousar que se adaptam a qualquer espaço

Perfeitamente integradas na renovação de um espaço de banho, protegidas por painéis ou mosaicos, as banheiras de pousar estão disponíveis em diferentes tamanhos para que se possam adaptar a qualquer casa. A Roca tem uma grande variedade de elementos opcionais, como as pegas para facilitar a entrada na banheira, encostos confortáveis ou o sistema de hidromassagem reparador que torna a banheira num refúgio de descanso. A textura única do acrílico permite a criação de designs refinados como o da Vythos, disponível em dez dimensões que variam de um comprimento de 1400 mm até 1800 mm. Quanto à Easy, permite escolher o formato angular, que tem 1350 mm de comprimento, ou a versão retangular com seis tamanhos diferentes, de 1400 a 1700 mm. Para espaços de banho de maiores dimensões, o modelo Becool, integra quatro opções de configuração entre 1700 e 1900 mm.

Colunas de hidromassagem

Com jactos de hidromassagem e chuveiro de mão, as colunas da Roca com tecnologia avançada, completam a oferta para o espaço de banho da marca. O modelo Evolution, tem duas funções diferentes: relaxante e revigorante. A massagem contínua de Essential que, por sua vez, proporciona um estímulo muscular benéfico. Além disso, a coluna Eternal, fabricada em Surfex, destaca-se no espaço de banho pela textura mate de cor branca que tem e as suas muitas propriedades relaxantes.

Para quem procura sensações agradáveis no seu espaço de banho, as colunas termostáticas são a opção perfeita. Inovação ao serviço do meio ambiente, que mantém a temperatura e o fluxo da água constantes, mesmo que se abram outras torneiras. Com a opção prática e de altura ajustável, a Deck-T permite escolher entre um chuveiro redondo ou quadrado e usufruir ainda de uma prateleira. Além disso, graças ao revestimento em Everlux, a coluna redonda Even-T está disponível em preto titânio, ouro rosa ou preto titânio escovado, para todos os estilos de espaços de banho. Por sua vez a coluna de banho-duche Victoria, tem tamanhos diferentes podendo ser adaptada à banheira ou instalada apenas com chuveiro, com a opção de cano extensível, de forma a ajustá-la a diferentes alturas.

Sendo a segurança no espaço de banho um factor fundamental para uma experiência satisfatória, a base de duche Pyros, fabricada em Stonex, oferece uma superfície altamente antiderrapante, num design com inúmeras opções de corte à medida. O facto de ter a descarga integrada permite usufruir de cada centímetro da base texturizada, com este material exclusivo da Roca, com propriedades antibacterianas. A Pyros está disponível em sete acabamentos: branco, bege, pérola, ardósia, café, ónix e preto.

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