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Escritórios superam os 110.000 m2 em Setembro

Desta forma, entre Janeiro e Setembro de 2017, o mercado teve um desempenho 16% acima de 2016, com 113.471 m2 face aos 97.515 m2

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Nos primeiros nove meses do ano, foram registadas 199 operações, correspondendo a mais 51 transacções do que em igual período do ano anterior. O maior número de operações verificou-se no Corredor Oeste (Zona 6), com 34% das transacções ocorridas. No extremo oposto, encontramos o Parque das Nações (Zona 5) e a Zona Secundária (Zona 4), com onze operações cada.
Apesar das estimativas com base em dados históricos apresentarem valores na ordem dos 160.000 m2, para Paulo Silva, Managing Director da Aguirre Newman Portugal, “o ano de 2017 terminará com um alcance de área contratada na vizinhança dos 150.000 m2, estando este valor em linha com o previsto no início do ano”. A falta de escritórios de qualidade nas zonas mais procuradas apresenta-se uma vez mais como o principal factor que tem vindo a limitar a área de absorção de escritórios.

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Lisboa com valorização de 4,9% nos preços das casas

De acordo com o Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário Lisboa teve uma valorização de 4,9%. A norte a AM do Porto mantém crescimento mas a um ritmo menos acentuado.

Os preços das casas aumentaram 4,9% em Lisboa no 2º trimestre de 2021 face ao trimestre anterior. Os dados refletem os mais recentes resultados do Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário. Esta subida sucede à variação trimestral de -0,3% observada no 1º trimestre e coloca a capital de novo a alinhar com a dinâmica de valorização da restante Área Metropolitana de Lisboa.

Para o cômputo da região, apurou-se uma variação trimestral média dos preços no patamar de 5,6% no 2º trimestre, igualmente em forte intensificação face aos 1,5% observados no 1º trimestre. A aceleração na variação trimestral foi uma realidade transversal à região, intensificando-se a subida de preços em todos os mercados da AM Lisboa sem excepção. O índice acompanha a evolução dos preços efectivos de venda, apurados a partir das transacções reportadas ao SIR-Sistema de Informação Residencial.

À semelhança de Lisboa, na região norte o Porto também intensificou a subida de preços, mas mantém-se como o mercado que menos valoriza na respectiva Área Metropolitana, apurando-se uma subida trimestral de 1,8% no 2º trimestre. No trimestre anterior, este indicador tinha ficado em 0,6%.

Na Área Metropolitana do Porto, o 2º trimestre trouxe igualmente uma aceleração da valorização trimestral a todos os mercados, embora, em geral, com intensificações menos acentuadas do que na AM Lisboa. Assim, de uma valorização média de 1,8% apurada para a região no 1º trimestre de 2021, evoluiu-se para uma de 4,2% no 2º trimestre.

O preço médio de venda da habitação no 2º trimestre ascendeu a 3.833€/m2 em Lisboa e a 2.506€/m2 no Porto, conforme os dados do SIR-Sistema de Informação Residencial.

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CBRE lança flash report dedicado ao Porto

“Porto at a Glance” é o mais recente flash report criado pela consultora para atrair investidores e ocupantes. Uma aposta no potencial de atracção de investimento

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Nos últimos anos a cidade do Porto tem atraído a atenção dos visitantes e investidores. Para dar a conhecer as potencialidades da cidade a CBRE acaba de lançar o ‘Porto at a Glance’, um flash report anual direcionado a investidores e ocupantes, com informação sobre a cidade do Porto e o seu potencial enquanto mercado de investimento imobiliário.

O documento foi elaborado pela equipa da CBRE no Porto e pela equipa de Research, e oferece uma visão 360º sobre a cidade, desde dados demográficos chave, a matéria relacionada com os segmentos de escritórios, retalho e residencial, bem como informação acerca do sector do turismo.

“O Porto tem, desde há muitos anos, um peso importante na estratégia de crescimento da CBRE. É um mercado atrativo, que nem com a pandemia abrandou o interesse por parte dos investidores, mantendo uma dinâmica associada aos vários segmentos muito positiva. Este relatório que agora lançamos exclusivamente dedicado a esta cidade pretende ser um breve e curto guia orientador e fornecer, de uma forma breve e resumida toda a informação relevante sobre a cidade”, explica Francisco Horta e Costa, Diretor Geral da CBRE Portugal.

Entre outros dados, a análise refere a vocação industrial do norte e a sua atractividade para o investimento estrangeiro, indica as localizações privilegiadas da cidade e o crescimento do preço do m2, não esquecendo o forte crescimento que o turismo tem registado.

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Hipoges: mercado de arrendamento com tendência positiva

A empresa está a investir no desenvolvimento da sua actividade no mercado português, com o reforço de meios humanos e tecnológicos

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Em vários países, os mercados de locação têm crescido nos últimos anos, muito suportado pelo investimento de grandes empresas que procuram oportunidades de negócios que lhes permitem obter bons retornos com menores riscos.

As grandes carteiras de activos construídas necessitam de uma gestão profissional para maximizar a rentabilidade, o denominado Build to Rent. Em países como Espanha este tem se tornado um importante vector de investimento, com 6.000 casadas desenvolvidas em pouco mais de dois anos.

Em Portugal o mercado segue mais lento mas grandes operações começam a ser desenvolvidas.

“Dados de diferentes consultoras destacam que cerca de 15% do total de imóveis do mercado português passarão a fazer parte do mercado de arrendamento, o que reflete o interesse por este tipo de activo”, sublinha a Hipoges. A empresa actua no sector de Asset Management, gerindo actualmente uma carteira de arrendamento residencial com mais de 4.400 activos.

Um número que surge em virtude da aposta e investimento da empresa na criação de um departamento próprio “composto por mais de 20 profissionais que se dedicarão exclusivamente à gestão deste tipo de activos em Portugal e em Espanha”.

Simultaneamente, a Hipoges desenvolveu uma plataforma de gestão” que é uma novidade no mercado e que, aliada à capacidade de gerir todo o tipo de activos, tem sido fundamental na adjudicação por parte do cliente”.

“Esta aposta é mais um passo na consolidação da Hipoges como uma referência em gestão de activos em Portugal e evidencia a posição de liderança no mercado”, sublinhou Luís Silveira, Diretor de Real Estate Portugal.

A empresa está a trabalhar para colocar os primeiros activos à disposição de possíveis consumidores ou investidores nas próximas semanas, oferecendo o serviço de arrendamento por meio do seu portal imobiliário online: portalnow.com.

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Mercados de Escritórios em queda em Lisboa e Porto

Apesar da descida de 34% em Lisboa e 66% no Porto, a Savills aponta para uma recuperação ainda em 2021, com a atenuação dos efeitos da pandemia e o regresso aos escritórios

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A análise recente da consultora imobiliária internacional Savills evidencia que o mercado de escritórios de Lisboa contabilizou nos primeiros seis meses deste ano um volume de absorção total aproximado de 55.500 m2. Isto revela um decréscimo de 34% comparativamente ao mesmo período de 2020 e uma quebra de 50% comparando com o volume alcançado no 1.º semestre de 2019, no período pré-pandemia.

“Não são resultados que nos tragam surpresa, nem geradores de pessimismo. As previsões que temos avançado no decorrer deste ano têm sido coerentes com os resultados que estão a ser observados, assentes num contexto de recuperação da pandemia que ainda coloca muitas empresas em regime de teletrabalho e consequentemente conduz a um prolongamento das decisões de mudança ou expansão de novas instalações”, referiu Alexandra Portugal Gomes, Head of Research da Savills Portugal.

No entanto, a responsável nota que “é curioso verificar que o volume de absorção segue ao sabor do ritmo da pandemia e que, nos últimos dois meses, os valores já conseguiram ultrapassar, ainda que de forma ligeira, os valores registados no ano 2020”.

No balanço do 1.º semestre de 2021, a Zona 5 (Parque das Nações) observou o maior volume de absorção, com aproximadamente 21.000 m2 (um aumento de 53% face ao 1.º semestre 2020). Este foi o resultado do fecho de 10 operações, com o sector das TMT´s & Utilities a exercer um peso de 64% no volume total de absorção, confirmando claramente a atratividade que esta zona de mercado detém para a implementação de empresas ligadas ao sector da informática e tecnologia.

Já as zonas 1 (Prime CBD) e 6 (Corredor Oeste) viram os seus volumes de absorção decrescer 67% comparando com o período homólogo de 2020. A Zona 1 (Prime CBD), zona de maior prestígio do mercado de escritórios de Lisboa, somou um total de 10 operações, sendo que 29% das operações registadas foram direccionadas para áreas entre os 300 m2 e os 800 m2. As maiores operações do semestre pertenceram ao BPI, que ocupou cerca de 2.700 m2 no Edifício Monumental, e à Finsight Labs, uma nova empresa instalada em Lisboa, que elegeu o Edifício Café Lisboa para ocupar 1.826 m2.

Na Zona 6 (Corredor Oeste), as 7 operações fechadas ao longo do 1.º semestre de 2021 somaram um total de 4.680 m2 de espaços de escritórios ocupado. É importante notar que 60% do volume total absorvido nesta zona disse respeito à ocupação de 2.800 m2 no Taguspark pelo Novo Banco, dando força ao momento muito dinâmico de procura que está a ser registado por parte do sector financeiro.

No total do 1.º semestre de 2021, foram contabilizadas 54 operações, uma descida de 5% do número de operações verificadas no mesmo período de 2020, com a zona CBD a liderar a tabela com 18 negócios fechados. Relativamente à análise de ocupação por intervalos de área, as áreas entre os 1.501 m2 e 3.000 m2 somaram o maior volume de absorção, num total aproximado de 17.500 m2, observando uma variação positiva de 53% face ao 1.º semestre de 2020.

Os sectores de serviços financeiros e TMT´s & Utilities permanecem os mais activos na procura de novos espaços escritórios, tendo exercido um peso de 64% no volume total de negócios fechados no decorrer do 1.º semestre de 2021. O aumento da procura por parte destes dois sectores tem sido bastante notório, com uma aposta clara na expansão dos seus espaços de escritórios ou relocalização da sua atividade.

No total do 2.º trimestre de 2021 foram fechadas 27 operações, o que representa uma subida de 12,5% comparativamente ao mesmo período de 2021, com a Zona 1 (Prime CBD) e Zona 2 (CBD) a exercerem um peso conjunto de 59% no número total de negócios fechados no 2.º trimestre de 2021.

“O sector das TMT´s & Utilities e o sector financeiro têm sido as grandes forças motrizes do mercado de escritórios de Lisboa. Seja por motivos de mudança de escritórios ou expansão de atividade, estes dois sectores mantêm uma procura que tende a ser cada vez mais expressiva e dinâmica, colocando a tónica nos fatores qualidade, modernidade e inovação. São áreas de atividade que, pela sua natureza operacional e grau de internacionalização, colocam ao mercado novos desafios de ocupação, necessários para a contínua e bem-sucedida modernização do parque de escritórios de Lisboa”, referiu Ana Redondo, Associate Director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal.

Porto com descida de 66% no 1º semestre,
mas subida gradual antecipa recuperação

No mercado de escritórios do Porto, o volume de absorção total relativo aos primeiros 6 meses de 2021 situou-se nos 9.558 m2, o que representa uma descida de 66% comparativamente ao período homólogo de 2020 e uma quebra de 53% face ao mesmo período no ano 2019.

No total, foram registadas 24 operações, o mesmo número de transações fechadas no 1.º semestre de 2020, com uma área média de 398m2.
À exceção da Zona CBD Baixa, que observou um aumento de absorção na ordem dos 135% no decorrer do 1.º semestre de 2021, todas as restantes zonas de mercado verificaram descidas de ocupação entre os 66% e os 94%, comparativamente ao período homólogo de 2020.

No total do 1.º semestre de 2021, não foram registadas operações acima dos 1.500 m2, tendo sido observado que os espaços com áreas entre os 800 m2 e os 1.500 m2 representaram 50% do volume total de absorção, seguidos dos espaços de escritórios entre os 300 m2 e os 800 m2, com um peso de 24%.

“No mercado de escritórios do Porto, é mais visível uma retração da procura e o adiamento de decisões de mudança ou expansão de instalações. Ainda assim, a observação dos valores de absorção desde o início do ano 2021 até ao final de junho de 2021, permite-nos verificar uma evolução muito consistente mês a mês, ainda que em níveis abaixo dos verificados no mesmo período do ano 2020, mas que progridem e reagem positivamente à recuperação do mercado”, sublinhou Alexandra Portugal Gomes, Head of Research da Savills Portugal.

O sector financeiro, e à semelhança do que também se tem observado no mercado de escritórios de Lisboa, foi o mais activo no mercado de escritórios do Porto ao longo do 1.º semestre de 2021, com o fecho de 5 operações num total superior a 2.000 m2. No que diz respeito ao motivo da procura no mercado do Porto, a mudança de instalações e abertura de novas empresas foram responsáveis por 88% do volume de absorção registado ao durante o 1.º semestre de 2021.

De acordo com Ana Redondo, “independentemente dos resultados alcançados, é importante ressalvar que os escritórios irão continuar a exercer um papel fulcral no reforço dos valores e cultura da empresa. Com 54% dos novos espaços de escritórios projetados para 2021 já pré-arrendados e um processo de vacinação que segue a bom ritmo, os próximos meses prometem abrir caminho a um ano 2022 mais próximo dos valores pré-pandemia”.
“O retorno dos colaboradores e a recuperação dos efeitos da pandemia, a par de uma procura que se prevê continuar ativa, sustentam também a estabilidade dos valores de renda praticados”, concluiu.

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RioSul Shopping aposta na sustentabilidade com novo espaço

Amplo e versátil o novo espaço apresenta uma decoração focada, sobretudo, em materiais naturais apostando no meio ambiente e na sustentabilidade

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O RioSul Shopping, localizado no Seixal, gerido e comercializado pela consultora imobiliária CBRE, renovou a sua esplanada para melhorar a experiência no exterior do centro, reaproveitando muitos dos materiais do espaço, sendo agora mais sustentável.

Localizada no piso 1, este espaço oferece agora mais lugares para a restauração do Centro. A nova esplanada, ampla e versátil, com iluminação exterior, apresenta uma decoração focada sobretudo em materiais naturais, como a madeira, tornando-se num local orientado para o ambiente e a sustentabilidade.

“A esplanada reforça mais um dos objectivos, no âmbito da sustentabilidade e política ambiental, definidos para o ano de 2021 e, com todas as restrições ainda impostas para o interior do centro, esta será, sem dúvida, uma mais valia para todos os nossos restaurantes e clientes. Foi também possível reaproveitar alguns dos materiais que já se encontravam no espaço, pondo em prática medidas que promovem a economia circular”, explicou Paulo Ruivo e Silva, Diretor do RioSul Shopping.

O objectivo da esplanada é dar apoio à área da restauração e reforçar ainda a oferta de lugares ao ar livre no RioSul Shopping. A esplanada pode ser utilizada durante o período de normal de funcionamento do Centro Comercial.

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UBBO distinguido com ‘Excelente’ na certificação BREEAM

Para Bernardo Rebelo de Freitas, director de Sustentabilidade da CBRE Portugal, este reconhecimento a nível internacional é o espelho do esforço e das diversas optimizações realizadas

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O UBBO Shopping Resort, gerido e comercializado pela CBRE, foi distinguido com ‘Excelente’ por um dos principais sistemas de certificação de sustentabilidade de edifícios reconhecido internacionalmente – BREEAM, para as categorias Edifício e Gestão na vertente “Em-Uso”. Este sistema, desenvolvido pelo Building Research Establishment (BRE), permite medir o grau de sustentabilidade dos edifícios, tendo como principal objectivo reduzir os custos de funcionamento e melhoramento do comportamento ambiental dos mesmos.

A certificação BREEAM avalia os edifícios em três categorias distintas – “Nova Construção”, monitorizando o desempenho sustentável dos edifícios nas fases de projecto e construção; “Em Uso”, que mede o mesmo parâmetro, incluindo as características do edifício e os procedimentos de gestão do mesmo; e a categoria “Remodelação”.

Esta certificação permite a proprietários e inquilinos avaliar as práticas de gestão do edifício, desenvolver planos de acção que permitam a melhoria da mesma, desenvolvendo uma avaliação comparativa com outros edifícios. Através deste sistema, os imóveis irão beneficiar de uma redução de custos operacionais, redução do impacto ambiental, melhoria dos níveis de reconhecimento internacional, reforço da responsabilidade corporativa e, consequentemente, o aumento do desenvolvimento de boas práticas, afirmando-se como
empresa mais sustentável.

Para Bernardo Rebelo de Freitas, director de Sustentabilidade da CBRE Portugal, este reconhecimento a nível internacional é o espelho do esforço e das diversas optimizações realizadas, que têm vindo a ser aplicadas e em harmonia com a tendência que se tem vindo a
afirmar no segmento do imobiliário comercial, nomeadamente, a preocupação revelada pelos investidores, no que toca à sustentabilidade dos seus portefólios, ao procurarem práticas de investimento e de gestão mais responsáveis. Mesmo em tempo de pandemia, o UBBO, único
Shopping Resort do país, trabalhou no sentido de poder afirmar a sustentabilidade como um dos seus pilares estratégicos, sendo esta certificação um patamar alcançado de grande importância para todos.

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Zome Pr1me reforça presença em Lisboa

Os hubs das Amoreiras e Alvalade são, apesar da actual conjuntura económica, uma confirmação das expectativas de crescimento definidas para 2021, segundo os responsáveis da imobiliária

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A Zome Pr1me, empresa do Grupo Pr1me especializada no ramo de mediação imobiliária, acaba de anunciar a abertura de dois novos hubs, um em Alvalade e outro nas Amoreiras. O Grupo mudou ainda de instalações o hub do Campo Pequeno, que está agora num espaço maior nas Avenidas Novas. Estas novas operações significam não só um investimento superior a 1 milhão de euros, mas também um reforço na equipa que ultrapassa agora um total de 250 colaboradores.

Os hubs das Amoreiras e Alvalade são, apesar da actual conjuntura económica, uma confirmação das expectativas de crescimento definidas para 2021. Vêm fortalecer a rede já existente – Abóboda, Avenidas Novas, Cascais e Restelo – assim como o número de colaboradores do Grupo Pr1me. Esta evolução é sinónimo da elevada qualidade e produtividade dos seus Consultores e de toda uma equipa e estrutura que apoia e consolida a sua estratégia de crescimento e negócio.

“Estamos satisfeitos em verificar que as nossas perspectivas de crescimento continuam a consolidar-se apesar do momento conturbado. O nosso sucesso assenta na qualidade profissional dos nossos consultores” refere Nelson Morgado, do Grupo Pr1me

Com um total de seis hubs, o Grupo Pr1me procura assim continuar o crescimento sustentável. “Contamos com um universo de mais de 250 colaboradores, e é nas pessoas que reside a nossa maior vantagem competitiva. Somos a empresa do sector mais produtiva e isso deve-se a um criterioso processo de recrutamento e selecção. Só fazem parte da família Zome Pr1me aqueles que estão cientes e vivem esse espírito. Logo no primeiro momento, e de forma a não gorar expectativas, transmitimos a nossa estratégia e posicionamento, ou seja, o foco na produtividade. Só assim podemos continuar a crescer, manter clientes satisfeitos e equipas estáveis e ansiosas por inovar”, acrescenta.

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CBRE: investimento imobiliário no 1º semestre comparável a 2014

Os 530 milhões de euros investidos representam uma redução da actividade apenas comparável com 2014 e os anos anteriores à crise económica e financeira

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Acompanhando a tendência do mercado a CBRE terminou a primeira metade do ano com uma quebra de 70%, face ao período homólogo no investimento imobiliário de rendimento. Assim, nos primeiros seis meses do ano, foram investidos 530 milhões de euros em imobiliário de rendimento, o que representa uma redução da actividade apenas comparável com 2014 e os anos anteriores à crise económica e financeira, adiantou a consultora em comunicado. Não obstante, no segundo trimestre registou-se um volume de investimento de 330 milhões de euros, que se traduz num crescimento de 65% face ao trimestre anterior.

Do total investido durante a primeira metade do ano, 40% foi canalizado para activos de escritórios (210 milhões de euros), 31% para imóveis residenciais de arrendamento (165 milhões de euros) e 14% para retalho (75 milhões de euros).

Entre os principais negócios concretizados com a intervenção da CBRE no período em análise destaque para a transação do portefólio Navigator, que integra sete edifícios de escritórios, a assessoria na venda do edifício que aloja a sede da WPP Portugal em Lisboa, a venda do edifício D. Manuel II, no Porto, e ainda a venda do Hotel Exe Saldanha, localizado no centro de Lisboa.

Francisco Horta e Costa Diretor-Geral da CBRE Portugal, destacou em comunicado o facto da consultora ter concluído o primeiro semestre de 2021 na liderança do mercado de investimento, ao participar em 50% das transações realizadas, às quais corresponde 71% do volume total de investimento. O que reflete a resiliência da consultora num período marcado pelo abrandamento no volume de investimento imobiliário.

“Mantemo-nos focados no crescimento da nossa empresa e no seu portefólio de serviços, e neste sentido, no primeiro semestre de 2021, contratámos um novo responsável para a área de Agribusiness e reforçámos a nossa equipa de Capital Markets com um diretor no Porto, confirmando a importância estratégica desta região para a CBRE e a nossa aposta no seu potencial”, referiu Francisco Horta e Costa.

Expectativa e crescimento na 2º metade de 2021

A CBRE projecta uma segunda metade do ano bastante mais dinâmica, em função dos negócios em curso, cujos mais relevantes em termos de valor envolvem as classes de activos associadas a camas – tais como hotéis, habitação e até mesmo algumas unidades de saúde, existindo ainda diversos edifícios de escritórios em negociação.

A consultora prevê um volume de investimento adicional que poderá atingir os 2.200 milhões de euros, o qual inclui “uma transação que per si representa cerca de mil milhões de euros. No entanto, devido à sua dimensão e complexidade, esta poderá derrapar para 2022, impactando fortemente os resultados de 2021″, refere a consultora.
Desta forma, a previsão da CBRE aponta para um intervalo de volume total de investimento em 2021 entre 1.700 e 2.700 milhões de euros, estando a consultora envolvida em 90% do volume de investimento estimado para o segundo semestre.

“Mesmo com toda a incerteza relativamente ao futuro do trabalho e ao regresso ao escritório físico, vemos muito interesse por parte dos investidores em activos de escritórios, em particular nas localizações prime e de referência na cidade. Há muita procura por produto residencial e apesar de Portugal não ter ainda projetos de Build to Rent, estamos envolvidos em algumas transações, tanto de grandes portefólios como de edifícios avulsos. Adicionalmente têm-se concretizado diversos negócios envolvendo vistos ‘gold’ em lojas de comércio de rua, uma tendência que advém da decisão legislativa de término deste programa para o mercado residencial nas zonas litorais, nomeadamente nas cidades de Lisboa e Porto”, adiantou Nuno Nunes, Senior Director para a área de Capital Markets da CBRE Portugal.

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JLL comercializa Liberdade 136 em exclusividade

O imóvel foi totalmente reabilitado e na sua concepção interior, com assinatura da Tétris (empresa de construção e arquitectura da JLL), privilegia a flexibilidade funcional

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A JLL foi mandatada pela Prowinko, proprietária do imóvel, para a comercialização exclusiva do Liberdade 136, situado em plena Avenida da Liberdade, o mais nobre eixo de escritórios de Lisboa.

No total, estão disponíveis para ocupação 1.367 m 2 de escritórios distribuídos por cinco pisos, destacando-se a fachada requalificada de século XIX do edifício e as enormes janelas que conferem muita luz natural ao espaço e uma vista privilegiada sobre esta emblemática avenida. O imóvel foi totalmente reabilitado e na sua concepção interior, com assinatura da Tétris (empresa de construção e arquitectura da JLL), privilegia a flexibilidade funcional, com recurso a áreas de open space que permitem juntar fracções sem proceder a quaisquer alterações. Dispõe ainda de estacionamento com capacidade para 16 viaturas.

O edifício, situado junto ao teatro Tivoli, integra ainda um espaço comercial no piso térreo, que acolhe a flagship store do grupo André Ópticas, já uma referência incontornável do comércio de luxo naquela zona da cidade. A Avenida da Liberdade reúne uma vasta oferta de hotéis, restaurantes, comércio e serviços, com um forte foco no segmento de luxo, sendo também um eixo estruturante da cidade a nível de acessos e rede de transportes.

Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory da JLL, destaca “a disponibilidade imediata de uma área de escritórios moderna no mais conceituado eixo de escritórios de Lisboa, ainda para mais tendo em conta que se trata de uma área cuja dimensão média é atualmente a mais procurada pelas empresas. São muitas vantagens, a que acresce o facto de poder garantir-se uma ocupação única. É uma oportunidade rara, que temos a certeza de que vai ser bastante disputada”.

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Investimento imobiliário comercial com quebra de 69% no 1º semestre

Segundo a Cushman & Wakefield, o confinamento no primeiro trimestre e a natureza dos activos em venda tiveram um impacto no imobiliário comercial

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Os dados relativos ao primeiro semestre de 2021 foram apresentados dia19 de julho pela consultora Cushman & Wakefield dão conta de uma forte quebra (69%) do investimento imobiliário comercial, influenciada quer pelo confinamento a que o país esteve sujeito nos primeiros três meses do ano quer pela natureza dos activos em venda.

Assim, entre Janeiro e Junho deste ano foram transacionados 556 milhões de euros em activos imobiliários de rendimento em território nacional, um valor que contrasta com os 1.812 milhões de euros transacionados no primeiro semestre de 2020. A consultora ressalva, contudo, que os números do ano passado, os melhores d sempre em Portugal, foram influenciados por duas grandes transações.

Para o segundo semestre 2021 as perspectivas da consultora são mais animadoras, ainda envoltas em alguma incerteza. Um sentimento influenciado pela expectativa de resolução gradual da situação pandémica e da retoma da economia. As estimativas para o volume de investimento no fecho de 2021 apontam para cerca de 2.150 milhões de euros em transações. Volume que diminui a quebra face a 2020 para 23%.mas que, ainda assim, confirmar-se será o 4º maior resultado de sempre da consultora no mercado nacional.

”O interesse dos investidores estrangeiros no mercado português continua bem vivo. Os principais players do mercado não só reconhecem a boa resposta que o país teve face à pandemia, mas estão também pressionados pelos elevados níveis de liquidez que registam”, sublinhou Paulo Sarmento, Partner e Diretor de Capital Markets da Cushman & Wakefield.

“Os negócios de grande dimensão também marcarão a sua presença na segunda metade do ano. De entre as várias operações actualmente em negociação, destaque para um portfólio de hotelaria cuja aquisição se espera até ao final de 2021. Os activos hoteleiros, que ao longo da crise pandémica registaram um impacto negativo não só na operação diária mas também em termos de actratividade para investimento, poderão ser a grande surpresa em 2021. Cumprindo-se todas as operações actualmente em curso, o mercado de hospitality será a classe com maior alocação de capital em 2021, na ordem dos 35%.” Importa ainda assim reforçar o risco desta previsão, tendo em conta a sua enorme dependência de uma única operação envolta num grau elevado de complexidade.

As perspetivas para 2022 apontam para uma retoma da actividade de investimento para os níveis pré-pandémicos. “Hoje, somos capazes de identificar cerca de 800 milhões de euros de negócios com elevada probabilidade de fecho em 2022. Tendo em conta esta nova realidade do mercado, em que os negócios off market se tornaram cada vez mais frequentes, é muito provável que em 2022 voltemos aos volumes de investimento próximos dos 3.000 milhões de euros; destaca Paulo Sarmento”.

Escritórios representaram 43% do volume transacionado em 2021

À semelhança de 2020, o impacto dos negócios de grande dimensão no 1º semestre foi muito significativo. Os dois maiores negócios da primeira metade do ano representaram 45% do volume total transacionado(ou 250 milhões de euros): um portfólio de activos residenciais e o portfólio Navigator (maioritariamente de escritórios). Mas os setores alternativos afirmam-se cada vez mais junto dos investidores institucionais, sendo responsáveis por 32% do total investido. A fraca atratividade dos activos de retalho ficou evidenciada pela segunda mais baixa alocação de capital da última década: apenas 15%.

“O interesse dos investidores internacionais está cada vez mais focado nas áreas de logística e de residencial de rendimento. Infelizmente não temos em Portugal muitos ativos nestas categorias, o que explica o baixo volume de investimento até à data. Por exemplo em Espanha, onde estas categorias estão amplamente representadas, o volume de

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