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    Vulcano associa-se à Quercus no lançamento do livro “Minuto Verde”

    O livro reúne cerca de 200 textos, inspirados no formato televisivo que a Quercus apresenta desde 2006, nas manhãs da RTP1

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    A Vulcano associou-se à Quercus para o lançamento do livro “Minuto Verde – Os Conselhos ambientais da Quercus no Bom Dia Portugal da RTP1”.

     O livro, editado pela Casa das Letras do Grupo LeYa, pretende celebrar um dos projectos da associação ambientalista mais reconhecidos pelo público. Com ilustrações originais de Isidro Jiménez, o livro reúne cerca de 200 textos, inspirados no formato televisivo que a Quercus apresenta desde 2006, nas manhãs da RTP1. O leitor é convidado a percorrer 11 capítulos temáticos dedicados às principais áreas ambientais habitualmente focadas no Minuto Verde.

    Nadi Batalha, Coordenadora de Marketing da Vulcano sublinha: “A Vulcano como marca ambientalmente responsável, associa-se uma vez mais à Quercus, por se tratar de uma iniciativa que vai ao encontro dos seus objectivos. Procuramos diariamente desenvolver soluções eficientes em termos energéticos mas consideramos que a nossa missão, enquanto marca amiga do ambiente, passa também pelo apoio a acções de sensibilização e de transferência de conhecimento pedagógico junto das várias gerações, e este livro cumpre este propósito”.

     Abordando temas com influência directa na vida dos cidadãos, apresenta recomendações sobre como reduzir a pegada ecológica nas diversas esferas do quotidiano, incentivando a escolhas mais responsáveis que salvaguardem os recursos naturais e o futuro sustentável do planeta.

    Sara Campos, Coordenadora do Minuto Verde afirma que, “o lançamento deste livro surgiu da vontade de celebrar um dos projectos mais importantes da Quercus. Pretendemos perpetuar uma rúbrica que diariamente chega a casa dos portugueses, através deste livro, disponibilizando assim mais uma ferramenta de educação ambiental à nossa sociedade. É uma síntese dos principais concelhos divulgados ao longo dos últimos anos no programa televisivo, que chegarão agora a várias gerações de uma forma simples mas educacional.”

    O livro estará disponível em mais de 1000 livrarias de todo o país e pretende ser uma ferramenta de educação ambiental, com conteúdos actuais, credenciados e acessíveis a todos os públicos.

     

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    Climalit Ecológico em base vidro Oraé da Saint-Gobain e sistema MasterPatio da Reynaers Aluminium

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    Saint-Gobain e Reynaers lançam solução “baixo carbono”

    A solução resulta de uma combinação de vidros isolantes Climalit Ecológico em base vidro Oraé da Saint-Gobain com os sistemas MasterLine 8, MasterPatio e ConceptWall 50 da Reynaers Aluminium e que permite colocar no mercado uma oferta integrada de janela, porta de correr e fachada com “baixo carbono”

    A Saint-Gobain Portugal aliou-se à Reynaers para apresentarem ao mercado uma oferta integrada de janela, porta de correr e fachada com “baixo carbono”. A solução junta dois players da construção e da indústria do alumínio e resulta de uma combinação de vidros isolantes Climalit Ecológico em base vidro Oraé da Saint-Gobain com os sistemas MasterLine 8, MasterPatio e ConceptWall 50 da Reynaers Aluminium.

    A solução Climalit Ecológico caracteriza-se como um vidro baixo carbono que na sua composição apresenta 70% de vidro reciclado. Caracterizado como vidro de menor impacto ambiental, é o primeiro vidro no mundo com uma pegada de carbono estimada de apenas 7 kg CO2 eq./m2 (para uma espessura de 4 mm), o que representa uma redução de mais de 40%, em relação à média europeia de produção de vidro base. Já os sistemas propostos pela Reynaers Aluminium são compostos por 66% a 85% de alumínio baixo carbono certificado e alumínio reciclado, dependendo da solução.
    “Estamos muito satisfeitos com esta sinergia que nos permite, uma vez mais, contribuir para a sustentabilidade do secor. As soluções Baixo Carbono demonstram o quão importante é a indústria trabalhar em conjunto para disponibilizar aos projectos opções que tenham menor impacto ambiental”, sublinha Rui Oliveira, director de Operações da Saint-Gobain.
    Também Ricardo Vieira, director geral da Reynaers Aluminium, considera que esta colaboração “possibilita que ofereçamos ao mercado uma solução completa com impacto mais reduzido no ambiente, contribuindo, assim, para edifícios e projectos mais sustentáveis”.

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    Homing inaugura um novo hub nas Amoreiras

    O novo escritório localizado nas Amoreiras conta com uma área superior a 500 m2, com cinco salas de reunião totalmente equipadas, zonas de trabalho informal e em open space, uma entrada ampla com videowall e uma copa equipada

    A Homing assinala o sétimo aniversário de actividade com a abertura do novo escritório no centro de Lisboa, que apresenta um conceito “inovador e tecnológico” no sector imobiliário. Neste espaço, localizado nas Amoreiras, além do hub, que concentra os serviços operacionais de apoio, como marketing, gestão processual e contabilidade, funciona o centro das operações de mediação imobiliária, onde decorrem as reuniões das equipas comerciais, as sessões de formação, as escrituras, entre outras actividades do sector.

    O novo escritório dispõe de uma área superior a 500 metros quadrados, com cinco salas de reunião totalmente equipadas, zonas de trabalho informal e em open space, uma entrada ampla com videowall, além de uma copa equipada.

    João Boulou Vieira, CEO do Homing Group, referiu, na inauguração do novo escritório, que este é o resultado da “consolidação do grupo” com o foco na oferta de serviços de excelência e parcerias de valor, quer na aposta do setor imobiliário, quer no da gestão do alojamento local. E acrescentou “este espaço é um projecto ambicioso, pensado e projectado durante meses. Queremos oferecer as melhores condições ergonómicas e tecnológicas aos nossos colaboradores para que possam desempenhar o seu trabalho de forma eficaz, além de assim ser possível receber confortavelmente em nossa casa os clientes e parceiros”. 

    A Homing Real Estate, criada em 2020, resulta da aposta do grupo no segmento imobiliário e, tem tido a sede na loja do Largo do Rato, que será recentrada para a operação de AL.

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    ‘The Coral’ entra em fase de conclusão totalmente comercializado

    O projecto, iniciado em 2018, representa um investimento superior a 15 M€ e atraiu na sua maioria compradores oriundos da Dinamarca, Brasil e México

    O projecto residencial, The Coral, localizado na zona da Gandarinha, em Cascais, está em fase de conclusão, estando os seus 15 apartamentos já totalmente comercializados. O imóvel despertou o interesse internacional, sendo os estrangeiros, maioritariamente, dinamarques, brasileiros e mexicanos, os principais compradores.

    O projecto, iniciado em 2018, representa um investimento superior a 15 milhões de euros da Bondstone e trouxe uma oferta “diferenciadora” para o mercado.

    Com uma arquitectura “distintiva”, materializada numa “matriz geomética de volumes, ângulos e sombras”, em que a integração com a envolvente foi primordial, destaca-se a fachada em betão pigmentado, que assume o tom terracota “num gesto de relaçao urbana e paisagística com o lugar”, indica o arquitecto Miguel Passos de Almeida, do atelier AAVV, responsável pelo projecto. A construção esteve a cargo da Tecniarte.

    O ‘The Coral’ conta com 15 apartamentos, entre o T1 a T4, que dispõe de áreas amplas, varandas com vista privilegiada para a baía de Cascais e o Oceano Atlântico, bem como interiores confortáveis, com janelas amplas e espaços comuns que exploram a luz natural e a paisagem circundante. As cinco casas dos pisos térreos contam, ainda, com jardins e piscinas privativas

    Atractivo pela sua localização e projecto de arquitectura e de interiores, o ‘The Coral’ é uma “posta ganha e um dos projectos de referência que trouxemos para o mercado”, afirma Frederico Pedro Nunes, chief operating officer da Bonstone.

    Presente em Portugal desde 2016, a Bondstone estruturou uma carteira de activos imobiliários que representam um investimento de 315 milhões de euros e um valor de activos sobre gestão de 380 milhões de euros.

    Além do ‘The Coral’, a promotora tem em fase final de comercialização o Greenstone, na Foz do Douro, que se encontra com 80% da oferta vendida. A par disso, a empresa está a preparar- se para revelar dois novos projectos, nos próximos meses, em Vilamoura e no Belas Clube de Campo.

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    Liberdade Club

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    Optylon Krea investe em novo conceito de branded residences em Lisboa

    Através da marca Ando Living, a promotora vai incorporar o conceito de residências e hospitalidade em quatro novos projectos em Lisboa. A comercialização das unidades está a cargo da Athena Advisers

    E se a compra de uma casa garantir o acesso exclusivo a Clubes que proporcionam salas privadas para eventos, espaços de trabalho, lojas, restaurantes, cafés, ginásio, piscina e concierge? É esta a proposta de Ando Living, um novo conceito de branded residences que nasceu em Portugal através da promotora imobiliária e gestora de investimentos Optylon Krea, em parceria com a gestora de apartamentos LovelyStay, e pretende expandir para outros países da Europa. A Athena Advisers associou-se recentemente a esta parceria para comercializar os novos projectos que irão integrar a rede da marca Ando Living. O Alfama Club e o Liberdade Club, os primeiros a ser operados pela marca Ando Living, já se encontram em desenvolvimento e em comercialização. Em fase de promoção e de venda encontram-se os edifícios Augusta Townhouse e Santos Townhouse. No seu conjunto totalizam um investimento de 100 milhões de euros. 

    Estes projectos juntam-se às três residências com serviços que a Ando Living já opera em Lisboa (Santa Justa, São Nicolau e Douradores), e que nasceram sob a marca Prima Collection em 2017 mas que serão agora operados pela Ando Living.

    Este conceito é dirigido não só a quem procura uma residência fixa de elevado padrão, mas também a uma nova geração de viajantes que busca estadias de curta e longa duração, nomeadamente os nómadas progressistas, e nele cabem três categorias diferentes de projectos imobiliários: ClubsHouses e Flats.

    Os Clubs são o ponto central da Ando Living, que conectam residentes e hóspedes à comunidade local e ao estilo de vida de cada uma das cidades, uma vez que são espaços com acesso ao público. Além de apartamentos turísticos, estes edifícios disponibilizam um conjunto de comodidades, entre as quais restaurantes com chefs locais, bar e take awayconcept stores, ginásios com piscina e Spa, espaços de co-work, salas que podem ser reservadas para eventos privados e ainda serviços de concierge, que mostram aos clientes tudo o que de melhor a cidade tem para oferecer.

    Todos estes serviços e instalações podem ser acedidos pelos residentes e hóspedes das Houses, edifícios residenciais concebidos e geridos pela Ando Living, localizados no centro da cidade e, normalmente, a uma curta distância a pé dos Clubs.

    Acesso garantido a todos os Clubs têm também os residentes e hóspedes dos Flats, edifícios inteiros ou apartamentos individuais espalhados pelo centro da cidade e que sendo desenvolvidos por terceiros têm curadoria e gestão da Ando Living ou da Lovely Stay.

    As residências são vendidas totalmente mobiladas e decoradas pela AvroKO, empresa de arquitectura e design de interiores internacional, e serão geridas pela Ando Living, que garante segurança e recepção 24 horas por dia durante sete dias por semana e um conjunto de serviços on-demand.

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    Keller Williams Portugal factura 39M€ nos primeiros 9 meses do ano

    Os resultados do terceiro trimestre do ano foram apresentados pela empresa de mediação imobiliária e referem um crescimento de 25% no número de angariações. No mesmo período a Keller Williams registou mais de 7.800 transacções, sendo que 80% envolveram a compra e venda de imóveis

    A Keller Williams Portugal, empresa de formação, coaching e tecnologia que opera na mediação imobiliária, anuncia hoje os seus resultados até Setembro de 2023. Com um crescimento e um desempenho sólido, a empresa enfatiza a importância da formação e capacitação dos seus associados para enfrentar os desafios do mercado.

    Até ao terceiro trimestre de 2023, a Keller Williams Portugal registou uma facturação acumulada de 39 de milhões de euros, “um valor que representa não só a presença sólida no mercado, mas também o compromisso da empresa com a qualidade e excelência nos serviços prestados”, sustenta a empresa em comunicado.

    “Em 2022, antecipámos a possibilidade de um arrefecimento do mercado imobiliário, que se materializou numa queda de aproximadamente 16% em volume, pelos últimos dados do INE. No entanto, na Keller Williams Portugal, estamos orgulhosos e optimistas em relação ao desempenho dos nossos consultores, que conseguiram manter os níveis de facturação do período homólogo”, afirma Marco Tairum, CEO da Keller Williams Portugal. “Estes resultados são o efeito do compromisso contínuo da KW em preparar e capacitar os seus associados para enfrentar os desafios deste mercado”.

    O negócio da KW em Portugal observou, até Setembro, um crescimento de 25% no número de angariações. Ao olhar para o número de transacções, a empresa registou mais de 7.800, sendo que 80% envolveram a compra e venda de imóveis.

    Também na intermediação de crédito, a Keller Williams Portugal fortaleceu a sua equipa, registando um aumento de 32% de profissionais dessa área.

    No que diz respeito ao número de associados, a empresa registou um aumento no crescimento de consultores TOP Producers. O programa Growth Share, uma das maiores vantagens dos associados da KW, distribuiu até ao final do terceiro trimestre de 2023, um total de 770 mil euros.

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    Projecto do Corredor do Lobito avança com acordo da Mota-Engil África e Afreximbank

    O acordo visa a disponibilizar, a médio e longo prazo, o global de 175 M€, o que permitirá à Mota-Engil Africa prosseguir com o desenvolvimento do Corredor do Lobito, através da aquisição de equipamento fundamental para optimizar a operação

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    O Grupo Mota-Engil, através da sua participada Mota-Engil Africa, celebrou um Acordo estratégico (therm sheet) com o African Export-Import Bank (Afreximbank), de forma a apoiar o investimento no projecto do Corredor do Lobito, em Angola.

    O Corredor do Lobito, um projecto logístico que ligará três países (Angola, República Democrática do Congo e Zâmbia), representa uma rota comercial que ligará o Sul da República Democrática do Congo (RDC) e o Noroeste da Zâmbia aos mercados globais através do porto do Lobito em Angola.

    A assinatura do acordo com o Afreximbank representa, assim, mais um “passo significativo” no compromisso do Grupo Mota-Engil para continuar a expandir as suas operações em África e contribuir para o desenvolvimento de infraestruturas cruciais na região.

    O acordo visa a disponibilizar, a médio e longo prazo, o global de 175 milhões de euros, o que permitirá à Mota-Engil Africa prosseguir com o desenvolvimento do Corredor do Lobito, através da aquisição de equipamento “fundamental para optimizar a operação.”

    O Grupo Mota-Engil mostra-se “entusiasmado” com o reforço desta “colaboração estratégica” e empenhado em continuar a explorar oportunidades conjuntas que permitam contribuir para o desenvolvimento sustentável do continente africano, através da promoção de investimentos de longo prazo e com o foco nas comunidades.

    A cerimónia de assinatura decorreu durante o IATF (Intra-African Trade Fair), que está a decorrer na cidade do Cabo, tendo marcado presença em representação do Grupo Mota-Engil, Manuel Mota, vice-CEO, bem como José Carlos Nogueira, CFO, que celebrou o acordo com Humphrey Nwugo, o representante do Afreximbank e COO responsável pela África Subsariana do banco.

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    Vendas de habitação na ARU de Lisboa caíram no 1º semestre

    Nos primeiros seis meses do ano as compras de habitação por estrangeiros na Área de Reabilitação Urbana de Lisboa caíram 19% em número de imóveis e 18% em montante. Também em queda este a aquisição por nacionais, menos 22% em número de imóveis e 13% no montante despendido, face ao período homólogo

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    Nos primeiros seis meses de 2023, os compradores internacionais adquiriram 770 imóveis residenciais na Área de Reabilitação Urbana de Lisboa (ARU), perfazendo €442,9 milhões de euros. No total, as compras foram concretizadas por investidores oriundos de 58 países estrangeiros. Esta actividade traduz uma quebra semestral de 19% em número de imóveis e de 18% em montante.

    Os dados são revelados pela Confidencial Imobiliário no âmbito da análise às dinâmicas de investimento imobiliário na ARU de Lisboa, apurados com base nos elementos de direitos de preferência reportados pela Câmara Municipal de Lisboa. A ARU de Lisboa abrange todas as freguesias da cidade à exceção de Santa Clara, Lumiar e Parque das Nações.

    A quebra na compra de habitação na ARU de Lisboa observou-se igualmente entre os portugueses. No 1º semestre, os compradores nacionais adquiriram 1.630 imóveis residenciais neste território, no total de 673,1 milhões de euros, traduzindo quebras semestrais de 22% e 13%, respectivamente.

    No total, na ARU de Lisboa foram transaccionados 3.150 imóveis residenciais no valor de 1.578 milhões de euros. Os particulares adquiriram 76% dos imóveis e geraram 71% do montante investido. Entre estes, os estrangeiros geraram 24% compras em número de imóveis e 28% em capital. Os portugueses, asseguraram 52% do número de imóveis e 43% do montante. As restantes quotas (de 24% em imóveis e 29% em montante) são respeitantes a aquisições realizadas por empresas, para as quais não está segmentada a nacionalidade.

    Entre as 58 nacionalidades estrangeiras activas na compra de casa no 1º semestre, foram os franceses e os norte-americanos que mais se distinguiram, gerando cada um 10% do número de imóveis adquiridos por internacionais. Seguem-se os britânicos, com uma quota de 6%, chineses, com 5%, brasileiros e italianos (quotas de 3% cada).

    Em termos geográficos, tem crescido o interesse dos estrangeiros por freguesias fora do Centro Histórico. As freguesias onde o número de transacções internacionais mais cresceu foram territórios mais afastados do casco histórico e central, casos de Benfica e São Domingos de Benfica, Campolide, bem como Alcântara, Areeiro e Alvalade. Sem prejuízo de continuarem a agregar entre 1% a 2% das compras internacionais, a maioria destas freguesias registaram crescimentos semestrais superiores a 50%. De qualquer forma no 1º semestre, Estrela e Arroios (quotas de 13%, cerca de 100 unidades) foram as freguesias onde os estrangeiros mais compraram, superando Santa Maria Maior, Misericórdia e Santo António, com cerca de 80 operações cada (quotas de 10%).

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    In the System Control Room IT Specialist and Project Engineer Have Discussion while Holding Laptop, they’re surrounded by Multiple Monitors with Graphics. They Work in a Data Center on Data Mining, AI and Neural Networking.

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    SE lança primeiro guia sobre os desafios da Inteligência Artificial nos Data Centers

    Intitulado “The IA Disruption: Challenges and Guidance for Data Center Design”, o documento actua como um “modelo abrangente para organizações”, com uma visão prospectiva de tecnologias emergentes para suportar clusters de IA de alta densidade no futuro

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    Prevê-se que as cargas de trabalho de IA aumentem a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR, na sua sigla em inglês) de 26-36% até 2028, levando a uma maior procura de energia nos Data Centers novos e existentes. Dar resposta a esta procura de energia estimada envolve várias considerações importantes.

    Neste sentido, a Schneider Electric lançou o primeiro guia da indústria para abordar os novos desafios de design de infraestrutura física de Data Centers. O documento pretende apoiar a mudança em cargas de trabalho orientadas por Inteligência Artificial (IA), definindo o padrão de excelência para o design de Data Centers otimizado para IA.

    Intitulado “The IA Disruption: Challenges and Guidance for Data Center Design”, o documento actua como um “modelo abrangente para organizações” que procuram tirar partido de todo o potencial da IA nos seus Data Centers, incluindo uma visão prospectiva de tecnologias emergentes para suportar clusters de IA de alta densidade no futuro.

    O novo guia da Schneider Electric explora as intersecções críticas da IA e da infraestrutura dos Data Centers, nomeadamente, os quatro principais atributos e tendências de IA que sustentam os desafios de infraestrutura física – energia, refrigeração, racks e gestão de software, recomendações para avaliar e suportar as densidades extremas de energia da rack de servidores de formação de IA, orientações para conseguir uma transição bem-sucedida da refrigeração a ar para a refrigeração líquida, especificações de rack propostas para acomodar melhor os servidores de IA que exigem alta potência, tubos e colectores de refrigeração e um grande número de cabos de rede, orientações sobre a utilização de software de Gestão de Infraestrutura de Data Center (DCIM), sistema de gestão de energia elétrica (EPMS) e sistema de gestão de edifícios (BMS) para criar gémeos digitais do Data Center, das operações e da gestão de activos e perspectivas futuras sobre tecnologias emergentes e abordagens de design para ajudar a abordar a evolução da IA.

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    Grupo Ageas Portugal adquire residência de estudantes Granjo no Porto

    Aquisição, à Xior Student Housing, insere-se na sua estratégia de “diversificação do investimento imobiliário português”. A operação foi mediada pela consultora CBRE, mandatada, em exclusivo, pelo proprietário

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    A Residência de Estudantes ‘Odalys Campus Porto Granjo Centro’, no Porto, acaba de ser vendida pela Xior Student Housing ao Grupo Ageas Portugal. A operação foi mediada pela consultora CBRE, mandatada pelo proprietário para lançar, gerir e concluir o processo de alienação do imóvel, num mandato exclusivo.

    A Residência de Estudantes do Granjo localiza-se na zona do Bonfim, perto do centro do Porto e  encontra-se 100% arrendada à Odalys, gerindo mais de 128 mil camas entre empreendimentos turísticos, residências de estudantes e residências sénior.

    A reabilitação do edifício, cujo projecto tem a assinatura do atelier Fragmentos, foi concluída em 2022 e é composto por 212 quartos individuais, zonas de estudo, ginásio, cafetaria e lavandarias. No exterior existe, ainda, um jardim com zonas de estar para os estudantes.

    De acordo com Sylvie Vanhoenackere, responsável do departamento de Real Estate do Grupo, “a Ageas Portugal continua focada na sua estratégia de diversificação do investimento imobiliário português. Com uma localização única, uma arquitectura de qualidade e um inquilino forte com grande experiência na gestão de Residências de Estudantes, a ‘Granjo’, gerida pela Odalys, foi uma grande oportunidade para aplicar capital de forma segura”.

    Na assessoria legal desta transacção estiveram a sociedade de advogados Cuatrecasas, em representação do proprietário, e a MLGTS- Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, em representação do comprador. Na assessoria financeira e fiscal esteve a KPMG Advisory – Consultores de Gestão a assessorar o comprador. Os compradores tiveram ainda como assessores técnicos, a DDN- Gestão de Projectos.

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    “A beleza é a razão de ser da arquitectura e o primeiro serviço a prestar pelo arquitecto”

    As palavras são do arquitecto Álvaro Siza, a propósito da nova ala de Serralves, inaugurada recentemente e a qual recebeu o nome do arquitecto, revelando a relação forte entre instituição e arquitecto. Serralves seria Serralves sem Álvaro Siza?

    Créditos: Filipe Braga

    No início de 2024, a nova ala do Museu de Serralves, a Ala Álvaro Siza abrirá ao público com duas grandes exposições: uma dedicada à colecção de Serralves e outra dedicada à obra de Álvaro Siza. Até lá será possível ao público admirar e vivenciar o edifício tal como ele se apresenta, despido de artefactos.

    A nova ala do museu de Serralves adopta o nome de arquitecto português que a projectou, denunciando a relação próxima entre o arquitecto e a instituição. Uma relação de mais de 30 anos já materializada no Museu de Arte Contemporânea de Serralves (1999), na Casa do Cinema Manuel de Oliveira (2019), na Casa dos Jardineiros (em 2021) e na recuperação da Casa de Serralves (em 2021). Ao conjunto de obras junta-se agora a Ala Álvaro Siza, o que faz de Serralves o lugar que reúne o maior número de edifícios da autoria de um dos nomes maiores da arquitectura mundial.

    “Em 2015, Álvaro Siza doou a Serralves uma parte importante do seu arquivo que, desde aí, Serralves tem vindo a tratar e divulgar em múltiplas exposições, publicações e conferências, levando a obra de Siza ao conhecimento de um vasto e diversificado público, dentro e fora de Portugal. Esta cumplicidade, preenchida sobretudo de uma enorme ligação afectiva a este espaço e a este projecto cultural em permanente construção, leva a que a Fundação de Serralves, profundamente agradecida por este percurso conjunto, tenha decidido dar a este novo edifício o nome de Ala Álvaro Siza”, lê-se num dos vários suportes que contam a história da nova Ala, divulgados por Serralves e que ajudam a perceber esta ligação.

    A preservação das espécies vegetais protegidas obriga o corpo construído a contorcer-se. Poder-se-á dizer que a plantação das árvores desenha a nova ala e contribui à definição dos espaços interiores por paredes, a um tempo ortogonais e cumpridoras dos ângulos a que o exterior se obriga” (Álvaro Siza)

    Uma ode à natureza e à beleza

    O arquitecto projectou o novo edifício para se integrar “completamente” na natureza, ou não tivesse ele sido implantado numa área do parque classificada. As suas linhas rectas acomodam-se ao terreno, fundindo-se com o espaço e abraçando as espécies vegetais protegidas. A descrição feita pelo próprio arquitecto é, todavia, mais prosaica: “A preservação das espécies vegetais protegidas obriga o corpo construído a contorcer-se. Poder-se-á dizer que a plantação das árvores desenha a nova ala e contribui à definição dos espaços interiores por paredes, a um tempo ortogonais e cumpridoras dos ângulos a que o exterior se obriga”, explicou Álvaro Siza na cerimónia de inauguração do novo edifício.

    Uma ponte liga-o ao Museu, acrescentando-lhe área, de exposição do acervo e de reserva. A Ala Álvaro Siza é constituída por três pisos (um piso de arquivos e dois pisos de exposição), e vem acrescentar 44% de área expositiva e 75% da área de reservas.

    Construído em tempo recorde, 18 meses, o novo edifício tem uma volumetria enquadrada no arvoredo envolvente e uma cércea inferior à do Museu, estando a este ligado por uma galeria elevada, não obstruindo a via existente entre os dois edifícios.

    “De algum modo a convergência encontrada reconciliou-me com a minha existência em ser ainda arquitecto e não dispensar a procura da beleza, plenitude e não ameaça à funcionalidade e à viabilidade como às vezes se ouve dizer.  A beleza é a razão de ser da arquitectura e o primeiro serviço a prestar pelo arquitecto”, lembrou o arquitecto.

    Um dos elementos mais identificadores do projecto é a sua janela em forma de triângulo invertido, a partir do qual se observa o jardim. “Localizada na fachada do novo edifício, imediatamente oposta à ponte que liga com o actual Museu, observa-se uma janela especial, de formato triangular, como que chamando a atenção para o facto de estarmos a entrar num edifício diferente, permitindo uma vista panorâmica para o jardim”, descreve Álvaro Siza.

    De algum modo, a convergência encontrada reconciliou-me com a minha existência em ser ainda arquitecto e não dispensar a procura da beleza, plenitude e não ameaça à funcionalidade e à viabilidade, como às vezes se ouve dizer.  A beleza é a razão de ser da arquitectura e o primeiro serviço a prestar pelo arquitecto” (Álvaro Siza)

    Um espaço também ele dedicado à Arquitectura

    Créditos: Filipe Braga

    A nova Ala irá abrigar as colecções que fazem parte do acervo de Serralves, que compreende mais de 4.500 obras de arte e arquivos de arquitectura, como os do arquitecto Álvaro Siza, que estarão expostas em permanência, “mas de forma dinâmica”.

    “No ano em que o museu abriu ao publico Serralves teve 80 mil visitantes. Este ano devera receber mais de um milhão e cem mil pessoas.  O museu merecia mais.  Merecia ultrapassar as limitações do seu espaço físico, que condicionavam o seu crescimento e capacidade de difusão artística. Este foi um projecto de grande complexidade também por se inscrever numa área que é monumento nacional e tudo fizemos para garantir a protecção das espécies vegetais classificadas que o rodeiam.  Decidimos, no entanto, abrir o novo edifício sem colocarmos nenhuma exposição durante um período inicial para que desta forma o público possa admirar este magnifico projecto de arquitectura na sua plenitude”, Ana Pinho presidente da Fundação Serralves.

    Assim, “neste novo edifício serão apresentadas exposições dedicadas à Colecção de Serralves que estará assim exposta em permanência, mas de forma dinâmica, e à Arquitectura, um dos eixos estratégicos da missão de Serralves”.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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