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JLL apoiou advogados Vieira de Almeida na mudança da sua nova sede

Localizada na rua Dom Luís I, as novas instalações da prestigiada firma de advogados estendem-se por uma área de cerca de 12.000 m2

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A mudança da VdA – Vieira de Almeida – Sociedade de Advogados para a sua nova sede na zona de Santos, em Lisboa, foi acompanhada pela consultora JLL. A mudança teve lugar no final de Novembro, após a conclusão dos trabalhos de renovação do imóvel detido pela Fidelidade Property. Localizada na rua Dom Luís I, as novas instalações da prestigiada firma de advogados estendem-se por uma área de cerca de 12.000 m2.
Realizada no âmbito da prestação de serviços corporativos à VdA, a participação da JLL neste processo, que culmina agora com a mudança da sede da sociedade de advogados para a zona ribeirinha, teve início em 2014, tendo sido a equipa da consultora responsável pela negociação das condições de ocupação em representação da VdA. O edifício que acolhe agora a sede da sociedade de advogados foi apresentado à VdA pela Openbook, empresa que foi também responsável pelo projecto de renovação do espaço e respectiva obra.
Mariana Rosa, directora do departamento de Corporate Solutions da JLL, considera que esta “é uma operação de referência não só pela dimensão do negócio e pela notoriedade do tomador do espaço, mas sobretudo porque vem confirmar aquela que é uma das tendências anunciadas no mercado de escritórios de Lisboa: a procura crescente da zona ribeirinha para a instalação de sedes de empresas.”

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Hotéis e Logística impulsionam investimento imobiliário para os €640 milhões no 1º semestre

Em conjunto, os dois segmentos geraram 66% do montante investido nos primeiros seis meses do ano. O 2º trimestre foi o motor deste resultado

A JLL acaba de divulgar os resultados do seu mais recente research trimestral, o Market Pulse, revelando que as transacções de hotéis e de industrial & logística impulsionaram o investimento imobiliário comercial no 1º semestre. Em conjunto, os dois segmentos garantiram 66% do montante transaccionado no semestre, o qual ascendeu a 640 milhões de euros. O 2º trimestre deu o principal contributo a este resultado, registando €436 milhões de investimento. Os dois sectores geraram 84% do investimento no trimestre em questão.

Pedro Lancastre, CEO da JLL Portugal, explica que “depois de um 1º trimestre pouco animado, o 2º trimestre acelerou fortemente e duplicou o investimento. Neste trimestre foi ainda mais visível a influência da compra de hotéis e de activos de industrial & logística, pois foram responsáveis por quase €370 milhões dos €436 milhões transaccionados”. Para o responsável, “a forte recuperação dos indicadores hoteleiros e a intensificação da absorção e das rendas de industrial & logística” são alguns factores a explicar o foco dos investidores nestes dois segmentos.

Quanto ao resto do ano, “a perspectiva para os próximos trimestres mantém-se positiva com o foco nos segmentos que têm tido maior procura em termos de volume. Acreditamos que 2022 vai superar o montante transaccionado o ano passado. Existem actualmente muitos portfólios já em processo de venda e outros em fase de negociação. Claro que as condições macroeconómicas e geopolíticas são desafiantes, mas os negócios imobiliários continuam a ser bastante competitivos e Portugal destaca-se no panorama internacional. O nosso país tem uma boa posição geográfica, segurança e boa qualidade de vida, bons fundamentais de mercado, incluindo as yields. Inicialmente tínhamos previsto uma nova compressão das yields, mas neste cenário de aumento da inflação e taxas de juro, deverão manter-se estáveis e Portugal continua a ter um diferencial muito apelativo face a outros mercados. Temos, em geral, retornos mais atractivos, num mercado percebido de baixo risco”.

O novo relatório da JLL evidencia ainda o desempenho dos mercados ocupacionais, liderados pelos escritórios, onde a ocupação em Lisboa em seis meses já supera a actividade de todo o ano passado, atingindo 168.000 m2. No Porto, soma mais de 30.000 m2, em forte crescimento com os semestres idênticos de 2019, 2020 e 2021. Grande destaque para o 2º trimestre, que gerou mais de 60% do take-up anual em Lisboa e 80% no Porto.

Num contexto de recuperação do turismo, os hotéis estão a destacar-se uma vez que os indicadores de desempenho se aproximam já do período pré-Covid. No caso de Lisboa, a Diária Média actual já supera a de 2019 e no Porto a diferença é residual.

Em industrial & logística, especial nota para o bom desempenho na ocupação (160.000 m2 no semestre) e para uma trajectória de crescimento das rendas, um movimento que se antecipa também para o retalho prime até ao final do ano. O comércio de rua tem registado bons níveis de procura, com novas aberturas em Lisboa e Porto, estimulado pela recuperação do consumo e do turismo.

Na habitação, a nota continua a ser de forte nível de actividade das vendas e níveis robustos de preços, evidenciando-se a crescente dinâmica dos compradores nacionais, ao mesmo tempo que os internacionais continuam a gerar uma procura sólida, liderada pelos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha.

“Um dos principais desafios do mercado imobiliário português continua a ser as limitações do lado da oferta, transversais a todos os segmentos. Acontece que há um forte aumento nos custos de construção e é natural que os novos produtos planeados sofram ajustamentos, afectando ainda mais o fluxo de oferta disponível. Isso deverá ter um impacto no desempenho do mercado a nível de absorção e vendas, sendo importante enfatizar que este facto não é o resultado de escassez de procura. Continua a haver um forte apetite pelo mercado imobiliário, seja enquanto utilizador, comprador, ocupante ou investidor, quer nacionais quer estrangeiros”, sublinha ainda Pedro Lancastre.

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Revive lança concurso sobre Paço Real de Caxias

É hoje lançado o novo concurso público para a concessão do Paço Real de Caxias, em Oeiras, imóvel construído em meados do século XVII. Estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros

O imóvel será, no âmbito deste novo procedimento, concessionado por 50 anos, por uma renda anual mínima de 174.912 euros, estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros. A área de construção total é de 5.817 m2. Os investidores interessados terão agora um prazo de 48 dias para apresentação de propostas no novo concurso, em condições idênticas às do concurso anterior.

O Paço Real de Caxias é um dos 33 imóveis inscritos na primeira fase do Revive, que neste momento integra já 52 imóveis, sendo este um programa conjunto das áreas governativas da economia, da cultura, das finanças e da defesa, desenvolvido em estreita articulação com as autarquias locais e que tem por principal objectivo recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atractividade dos destinos regionais.

Recorda-se que este imóvel já fora anteriormente concessionado, em Março de 2020, à IMOBIMACUS, Sociedade Administradora de Imóveis SA, do Grupo Hotéis Turim. A celebração do contrato coincidiu com o início da pandemia COVID-19, que originou inesperadas transformações e que tiveram um impacto decisivo no sector do turismo e, em concreto, na actividade, planeamento e capacidade de execução da concessionária. Já este ano, e reconhecendo a inviabilidade da execução dos termos do contrato pela concessionaria, as partes acordaram na sua revogação, sendo agora lançado novo concurso que pretende dar uma nova vida a este imóvel histórico, com uma localização excepcional, em frente à linha de costa, no concelho de Oeiras, no qual se destacam as esculturas nos jardins, os tectos pintados e os azulejos azuis e brancos na fachada do edifício principal.

“O Paço Real de Caxias é um activo estratégico, que merece ser valorizado e divulgado. O Programa Revive ajudará a que este património seja requalificado, passando a acolher um projecto turístico de qualidade tal como se impõe”, sublinha a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

Actualmente, no âmbito do Revive estão abertos os concursos para a concessão da Casa Grande, em Pinhel, e da 7.ª Bateria do Outão, no Parque Natural da Arrábida, concelho de Setúbal, estando ainda a decorrer os concursos lançados para concessão dos Fortes de S. João e de S. Pedro, em Cascais.

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Casa no Minuto pretende chegar a todo o território nacional em 2023

Nova marca imobiliária Casa no Minuto quer revolucionar e inovar o mercado imobiliário português e prevê facturar 3 M€ no primeiro ano de actividade

Casa no Minuto pretende posicionar-se no mercado como uma marca “moderna, pragmática, ágil e especialmente sensível a uma das grandes questões que se colocam na altura de comprar, vender ou arrendar casa: o tempo que tudo demora!”, sublinha em comunicado.

Nesta fase inicial a imobiliária digital vai actuar apenas na área metropolitana de Lisboa, mas pretende, em 2023, chegar a todo o território nacional. Durante o primeiro ano a marca associada ao portal “Notícias ao Minuto”, irá investir 500 mil euros no reforço e expansão da sua actividade, tendo como meta facturar três milhões de euros no mesmo período. As duas marcas são detidas pela mesma estrutura accionista que pretende potenciar os cerca de 1.3 milhões de visitantes únicos diários do portal de notícias. Até ao fim do ano, a imobiliária digital pretende aumentar a sua equipa, estimando a contratação de cerca de 15 novos colaboradores.

Last call para o Drop imobiliário

Para deixar bem vincado o seu posicionamento enquanto imobiliária moderna e tecnológica a Casa ao Minuto lançou a campanha Drop, que termina amanhã, dia 5, a qual dá a oportunidade de aquisição de um imóvel (tipologia T2) na freguesia do Parque das Nações, em Lisboa, com um desconto de 100.000€ sobre o seu valor de mercado.

“A transformação digital é cada vez mais uma prioridade no sector imobiliário, por isso, estamos muito orgulhosos por ver este projecto nascer e por marcarmos a nossa entrada no mercado com uma campanha inovadora, nunca antes realizada em Portugal. Foi a pensar em todos os consumidores, que tanto procuram estar informados sobre as movimentações do mercado imobiliário, como comprar, vender ou alugar casa, que surgiu a Casa No Minuto. Este é um desafio pelo qual muito ansiámos, estando confiantes de que podemos trazer um novo olhar sobre o mercado imobiliário”, afirma Miguel Santos, Diretor Geral da Casa no Minuto.

Ainda é cedo para resultados, até porque a campanha está ainda a decorrer, mas a imobiliária digital refere o impacto “extremamente positivo”, da mesma “com contactos directos e indirectos de clientes e parceiros de negócio, no que a esta acção diz respeito”.

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Habita assessorou negócios de mais de 10 M€ em Torres Vedras

Entre os negócios está a aquisição da Escola Internacional de Torres Vedras (EITV), para um grupo de investidores institucionais de nacionalidade alemã e libanesa, tendo ainda mediado, faseadamente, a operação de aquisição de vários activos localizado no loteamento da Portela da Vila

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A Habita, empresa especializada em mediação imobiliária, integrada no Grupo Himo, firmou, recentemente, um conjunto de negócios na região de Torres Vedras, que representaram um valor total de mais de 10milhões de euros.

Entre os negócios está a aquisição da Escola Internacional de Torres Vedras (EITV), para um grupo de investidores institucionais de nacionalidade alemã e libanesa, tendo ainda mediado, faseadamente, a operação de aquisição de vários activos localizado no loteamento da Portela da Vila.

Segunda a Habita, a região do Oeste “é uma das geografias actuais mais emergentes, dadas as múltiplas oportunidades imobiliárias que têm surgido” e que “reúne todas as condições para que investidores nacionais e internacionais estejam atentos e ambicionem investir”. 

Segundo José Pedro Pinto, CEO do Grupo Himo e Partner Habita, “este negócio vem reforçar a nossa presença estratégica na zona do Oeste, uma das prioridades geográficas para a habita e para o Grupo Himo, de forma transversal. Pretendemos compreender e incorporar na gestão dos negócios as dinâmicas sociais, económicas, demográficas e tecnológicas desta região, oferecendo uma resposta assertiva a clientes que procurem alargar o seu investimento nesta zona. É este o propósito do Grupo. Sempre atento a novas dinâmicas e oportunidades de negócio e em total relação de proximidade com os clientes”.

O negócio da EITV foi uma oportunidade detectada pela Habita e trata-se de um activo composto por um edifício, com cerca de 11 mil m2, que integra vários equipamentos desportivos, totalmente circundados por uma vasta área de espaços verdes. O primeiro objectivo, na EITV, mantendo a mesma direcção, é a educação, com investimentos para qualificar tecnologicamente e apostar no desporto de forma a fazer crescer a escola. Este negócio, desde a identificação de investidores, até à gestão transversal de toda a operação, foi possível graças à criação de uma parceria entre a Habita e a Leapassets.

A Portela da Vila é um empreendimento localizado a 5 minutos de Torres Vedras e a 30 minutos de Lisboa, cuja aquisição, parcialmente em parceria com Alvarez Marinho, visa a consolidação urbana de toda a urbanização praticamente contigua à EITV.

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Albergaria investe mais de 1 M€ em infraestruturas desportivas

A requalificação teve como objectivo aumentar a eficiência energética, o conforto e a funcionalidade do edifício, e a requalificação do Campo Polidesportivo das Laranjeiras, que serve de complemento descentralizado à oferta da prática desportiva

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No último ano, o Município de Albergaria-a-Velha aplicou mais de 1 milhão de euros em infraestruturas desportivas. Entre os investimentos assume destaque a criação de uma Pista de Tartan, para acolher competições oficiais em diferentes modalidades, e de um Campo de Padel, no complexo desportivo do Estádio Municipal da Branca, reconhecido como campo oficial FIFA desde 2019.

A requalificação da piscina Municipal de Albergaria-a-Velha, com o objectivo de aumentar a eficiência energética, o conforto e a funcionalidade do edifício, e a requalificação do Campo Polidesportivo das Laranjeiras, que serve de complemento descentralizado à oferta da prática desportiva, integraram também este plano de investimento da autarquia.

O município de Albergaria-a-Velha, presidido por António Loureiro, tem assumido um forte compromisso com o bem-estar e a qualidade de vida da comunidade, tendo o executivo definido a tríade social – Desporto, Educação e Cultura – como eixo estratégico para a afirmação territorial e o desenvolvimento do Município.

Este investimento tem sido reconhecido com a atribuição do galardão município Amigo do Desporto, que distingue e premeia as boas práticas no âmbito da promoção da actividade física e do desporto nos municípios portugueses.

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Setúbal: Antiga estação rodoviária dá lugar a supermercado Continente

A obra, a ser executada pela empresa Névoa, contempla a área onde esteve instalada a gare, assim como os restantes quatro andares superiores. Em cima da mesa está a hipótese da demolição do imóvel ou a recuperação do mesmo

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O antigo edifício na Avenida 5 de Outubro, em Setúbal, onde durante mais de cinco décadas funcionou a estação rodoviária vai receber um futuro supermercado Continente. De acordo com o jornal regional o Setubalense, que avança a notícia, o local está a ser alvo de estudos e escavações há cerca de uma semana, com o objectivo de abrir o espaço do Grupo Sonae.

A obra, a ser executada pela empresa Névoa, contempla não só a área onde esteve instalada a gare, popularmente conhecida como ‘os Belos’, cuja designação se deve ao nome de um dos seus primeiros proprietários, como também os restantes quatro andares, alguns ainda utilizados como habitação. Concluída a fase de estudos, sabe O Setubalense que estão em cima da mesa duas hipóteses: a demolição do imóvel ou a recuperação do mesmo.

A antiga estrutura fechou portas em Fevereiro de 2021 por se encontrar “em avançado estado de degradação e subdimensionada para a prestação do serviço público de transporte rodoviário de passageiros”, tendo sido substituída, entretanto, pelo novo Interface de Transportes de Setúbal, já inaugurado, na Avenida dos Ciprestes, junto à Estação Ferroviária, na Praça do Brasil.

Foi em 1949 que a empresa A Transportadora Setubalense deu entrada na autarquia um pedido para a construção de “uma estação terminal e intermediária, privativa das suas carreiras”, que viria a ser inaugurada 10 anos depois, em 1959.

Além da gare foram, ainda, construídos mais quatro pisos. Na época, o primeiro andar acolhia instalações para o público, além do gabinete do chefe de estação, espaço para o pessoal, e, ainda, uma agência de viagens e turismo. Na divisão de cima estava disponível “um gabinete para a gerência”, a par de uma “sala de estar, salão de festas, escritórios e o depósito de bagagens”, enquanto o “terceiro e quarto pavimentos” estavam “reservados a residências”, escreve o O Setubalense.

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Corticeira Amorim: vendas crescem em todas as Unidades de Negócio

Apesar de alguns sinais de abrandamento no segundo trimestre, Corticeira Amorim regista crescimento em todas as Unidades de Negócio, não obstante o impacto das pressões inflacionistas, particularmente na energia, matérias-primas e transporte

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As vendas da Corticeira Amorim atingiram 546 milhões de euros no primeiro semestre de 2022, um crescimento de 25,9% face ao período homólogo do ano anterior. A consolidação, desde 1 de Janeiro, da actividade das empresas do Grupo SACI (SACI) contribuiu significativamente para as vendas consolidadas da Corticeira Amorim – excluindo este efeito, o crescimento das vendas teria sido de 12,7%.

Segundo o grupo, apesar de alguns sinais de abrandamento no segundo trimestre, todas as Unidades de Negócio (UN) registaram um crescimento das vendas. “Esta evolução reflecte a melhoria do mix de produto, a subida de preços e o crescimento de volumes. A evolução cambial teve também um impacto positivo nas vendas – excluindo este efeito, as vendas teriam subido 24,2% (+11,0% excluindo as alterações do perímetro de consolidação)”.

O EBITDA consolidado subiu para 98 M€ nos primeiros seis meses do ano, o que compara com 77 M€ no período homólogo. Excluindo o contributo da SACI, o crescimento do EBITDA foi de 13,2%, em linha com a evolução das vendas no período. “Ainda que as pressões inflacionistas, particularmente na energia, matérias-primas e transportes, tenham continuado a penalizar os resultados, os maiores níveis de actividade e a melhoria do mix de produto foram decisivos na protecção da rentabilidade. O rácio EBITDA/Vendas subiu para 18,0% (1S2021: 17,8%)”, refere o comunicado de imprensa.

Após resultados atribuíveis aos interesses que não controlam, o resultado líquido atingiu 48 M€ no final do primeiro semestre, uma subida de 20,6% face ao mesmo período de 2021. Excluindo as alterações no perímetro de consolidação, o resultado líquido cresceu 14,1%. No final de Junho, a dívida remunerada líquida ascendia a 71 M€ (12M21: 48 M€). O primeiro pagamento relativo à aquisição da participação de 50% na SACI (25 M€), a aquisição dos restantes 50% da Cold River’s Homestead (15 M€), o acréscimo das necessidades de fundo de maneio (41 M€), o aumento do investimento em activo fixo (34 M€) e o pagamento de dividendos(27 M€) contribuíram para o crescimento da dívida remunerada líquida face ao final do ano de 2021.

Desempenho por Unidade de Negócio
As vendas da UN Rolhas totalizaram 402 M€, um crescimento de 29,0% face ao primeiro semestre de 2021 (+10,7% excluindo alterações perímetro de consolidação).

A UN Revestimentos registou vendas de 77 M€ (+21,7% face ao período homólogo). Verificou-se um crescimento bastante equilibrado entre as vendas de produtos de trade e de produtos fabricados, destacando-se entre estes, a evolução das vendas dos produtos da linha Amorim WISE e dos produtos lançados recentemente. O EBITDA ascendeu a 2 M€ e o rácio EBITDA/Vendas cifrou-se em 2,8%, penalizado pelo agravamento dos custos, nomeadamente de energia e de matérias-primas não cortiça.

As vendas da UN Aglomerados Compósitos ascenderam a 62 M€ (+7,1% face ao período homólogo), apresentando um crescimento na grande maioria dos mercados onde opera. Sendo os EUA o mercado com o maior peso nesta UN, as vendas beneficiaram da valorização do dólar – excluindo esse efeito, as vendas subiram 4,3%. Os segmentos, Aerospace, Multi-purposes Seals & Gaskets e Mobility continuam a apresentar melhor desempenho, suportando uma melhoria significativa do mix de produto. As joint-ventures Amorim Sports, Corkeen e, a mais recente, Korko, mantiveram um grande dinamismo, permanecendo um importante motor de crescimento. O EBITDA da UN Aglomerados Compósitos subiu para 10 M€ e o rácio EBITDA/Vendas para 15,8% (1S2021: 9,0%).

A UN Isolamentos reverteu a contracção das vendas verificada nos primeiros três meses do ano, terminando o semestre com um crescimento de 10,6%. Os maiores custos operacionais (nomeadamente decorrentes do aumento do preço de energia) e o aumento do preço de consumo de cortiça penalizaram os resultados operacionais. O EBITDA totalizou 1 M€ e o rácio EBITDA/Vendas cifrou-se em 13,6% (1S2021: 19,2%).

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Gree apresenta Soyal, a nova série de Monosplits domésticos

Conectividade, silêncio, conforto, poupança e fácil manutenção, graças à protecção Blue Fin, um revestimento contra a corrosão que aumenta a vida útil do equipamento, são alguns dos atributos da nova gama Soyal

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A nova série de Monosplits Soyal da Gree já se encontra disponivel. A nova gama doméstica combina “elevadas prestações, eficiência energética e um design de vanguarda”.

Disponível em três potências – 2.700W em frio e 3.600W em calor, 3.530W em frio e 4.200W em calor e 5.300W em frio e 5.600W em calor – a série Soyal conta com “a última tecnologia orientada para o conforto do utilizador e oferece uma excelente eficiência energética com um design inovador e artístico”. Com apenas 280 mm de altura, permite, ainda, que possa ser ajustado a todo tipo de espaços. A série, oferece ainda um ampla utilização garantindo o seu funcionamento em condições climáticas extremas, de -15 a +52 °C em frio e de -25 a +24 °C em calor.

Com uma turbina de 120 mm, o Soyal alcança um nível sonoro ultra-baixo de 18 dB, facilitando uma temperatura agradável num ambiente silencioso. Conta também com controle via Wifi. Assim, os utilizadores podem configurar a função Smart Swing, ou modo Pausa, o nível sonoro do equipamento ou estabelecer as preferências, entre outras funcionalidades, através da Internet e um dispositivo móvel descarregando a App Gree+. A nova série de Monosplits da Gree é compatível com os principais assistentes de voz do mercado, Google Home e Alexa.

O Soyal também maximiza o conforto dos ocupantes graças a funções como a Difusão de Ar 3D, que optimiza a saída do ar da unidade interior através do swing vertical e horizontal; I Feel, para um controle de temperatura mais preciso através da sonda integrada no comando; Turbo Cooling, que consegue um maior caudal de ar para atingir mais rápido a temperatura seleccionada, ou Pré-aquecimento, que evita que o ar saia frio antes de ter alcançado a temperatura desejada aquecendo previamente o permutador de calor. O Soyal conta ainda com o modo Automático, modo Silencioso personalizável e um ventilador multivelocidade que permite ajustar diferentes níveis de velocidade conforme as necessidades do utilizador.

De classe energética A+++ em calor e A++ em frio, com um SEER de 9,4 e SCOP de 6,3, a série de Monosplits domésticos Soyal oferece uma eficiência excelente graças ao gás refrigerante ecológico R32; à tecnologia Inverter DC e ao seu design robusto, que assegura um rendimento eficiente em longos períodos de funcionamento. As unidades do Soyal ajustam a frequência e a potência do ventilador de forma automática e entram em modo Poupança de Energia uma vez alcançado o nível de conforto adequado.

A série Soyal da Gree também conta com um sensor infravermelho de presença, o que facilita ainda mais a poupança permitindo desligar automaticamente o equipamento quando não está ninguém no espaço, ao mesmo tempo que otimiza o conforto tornando possível a configuração do direcionamento de ar e modo ligar ou desligar.

A série de Monosplits Soyal é, também, muito mais fácil de manter graças à protecção Blue Fin, um revestimento contra a corrosão que aumenta a vida útil do equipamento em ambientes salinos; o descongelar inteligente, que também, reduz em 75% a perda de potência de calor; a função Auto Clean, que ativa um caudal de ar cruzado depois de desligar o equipamento para eliminar a condensação, mantendo-o limpo e em ótimas condições, ou o modo Fora de Casa, que impede que a temperatura ambiente baixe dos 8°C para proteger o edifício e as canalizações existentes no local com ausências prolongadas.

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JLL inaugura loja na Quinta do Lago e prepara abertura em Vilamoura

A consultora reforça aposta no Algarve, onde quer continuar a crescer e a investir, com a abertura de dois novos espaços

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Um ano depois de ter rumado ao Algarve com a abertura de um escritório na região, a JLL abriu uma loja para a área residencial na Quinta da Lago. A região é um mercado de forte aposta para a consultora e onde esta pretende continuar a investir, estando também a preparar a abertura de um segundo espaço de atendimento ao público em Vilamoura.

A nova loja residencial da JLL abriu portas no Quinta Shopping, na zona comercial da Quinta do Lago, empreendimento onde a consultora tem também instalado o seu escritório. O espaço de Vilamoura está a ser ultimado e vai nascer na Avenida da Marina, com inauguração prevista para breve.

“Abrimos o nosso escritório do Algarve com óptimas perspectivas, mas o último ano superou completamente as nossas expectativas. Este é um mercado onde temos uma equipa multissectorial em permanência, mas sem dúvida alguma a área residencial tem tido um papel crucial no nosso crescimento na região. O mercado de habitação no Algarve está muito dinâmico, com muita procura e cada vez mais estrangeiros a quererem comprar casa não só para férias como para se estabelecerem em Portugal, além de um público nacional também muito activo”, refere Patrícia Barão, head of residential da JLL.

“Queremos continuar a crescer no Algarve. Esta nova loja e a que vamos abrir em breve em Vilamoura são um passo muito importante na nossa expansão, pois permitem-nos ter mais pontos de contacto personalizado com o cliente final e, ao mesmo tempo, ter mais espaço para a nossa equipa, que tem crescido muito para dar resposta a esta procura. E esperamos uma evolução ainda mais acentuada, pois cada vez mais promotores estão a confiar-nos os seus produtos para comercialização exclusiva no Algarve”, justifica a mesma responsável.

Com actividade em várias linhas de serviço no Algarve, a JLL tem estado especialmente dinâmica no segmento residencial, área para a qual integra já uma equipa de 6 consultores e para onde tem vindo a reforçar a sua carteira de empreendimentos em comercialização. Uma das mais recentes entradas no portfólio de angariações exclusivas da consultora foi o Del Mar Waterfront Living, um condomínio privado com 118 apartamentos que nascerá em Olhão, na primeira linha de mar, de frente para a Ria Formosa e para as suas ilhas, dispondo de um amplo jardim e várias piscinas, entre muitas outras valências.

“O Del Mar Waterfront Living é um óptimo exemplo da qualidade dos produtos e da diversidade de destinos que estão a emergir no Algarve. As zonas mais consolidadas como Vilamoura, Albufeira e Portimão continuam a ter muita procura, mas o Sotavento e o Barlavento estão cada vez mais fortes, com localizações em crescimento e com grande potencial de valorização. O Algarve está na pole position das localizações não só para aqueles que procuram um local para investir, mas também e cada vez mais para aqueles que pretendem criar raízes e estabelecer-se seja para viver e trabalhar, seja para estudar. É importante termos um leque de opções diversificado para esta procura e continuar a apostar em novos produtos de qualidade”, termina Patrícia Barão.

Além do Algarve, a rede de lojas JLL com atendimento ao público conta com espaços também em Lisboa, Cascais, Oeiras, Porto e Comporta.

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Athena Advisers comercializa Alecrim 51

Promovido pela Vivium Properties, o projecto residencial Alecrim 51 recupera um antigo edifício do século XVIII com o objectivo de colocar no mercado 15 novos apartamentos

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Promovido pela Vivium Properties, o projecto residencial Alecrim 51 encontra-se, actualmente, em fase de comercialização, a cargo da Athena Advisers.  A sua conclusão está prevista para o último trimestre de 2023.

Em resultado da reabilitação de um antigo edifício do século XVIII, situado na Rua do Alecrim, que liga o Chiado e o Bairro Alto ao Cais do Sodré, a promotora visa colocar no mercado 15 novos apartamentos num dos bairros mais cosmopolitas e mais procurados para a compra de casa na capital portuguesa.

A comercialização teve início em meados de Julho, e desde então a consultora considera que “a procura registada tem superado todas as expectativas”, tendo despertado bastante interesse por parte de “norte-americanos, britânicos e holandeses”, entre outras nacionalidades.

Com projecto de arquitectura assinado pelo atelier Fragmentos, cada apartamento tem um carácter muito próprio e a remodelação combina elementos restaurados com um design contemporâneo e funcional. Os T1 têm uma divisão extra que tanto pode ser usada como quarto de hóspedes, escritório ou sala de jogos; algumas unidades T2 têm acesso a um pátio exclusivo; e o sótão dos T3 duplex é inteiramente ocupado por uma espaçosa suite com acesso a um jardim de inverno. A luz natural, potenciada pelos tectos altos e amplas janelas, predomina nos interiores e os andares superiores usufruem de vistas de rio em ambas as fachadas (Rua do Alecrim e Rua das Flores).

O loft do piso térreo – que tomou o nome de Archos – é um espaço aberto e multifuncional de 245 m², que tanto pode ser usado como residência ou local de trabalho. A sua renovação combina os tectos abobadados, colunas e arcos originais com influências de estilo industrial que se manifestam na escada flutuante, na cantaria exposta e na grelha metálica preta no mezzanino.

Outro espaço de destaque é o imponente átrio de entrada – que será mobilado e decorado – o qual irá manter o chão ladrilhado em desenho geométrico, o arco que precede a escadaria e os azulejos que acompanham os degraus.

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