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ADENE lança nova marca “CLASSE+” para janelas

A iniciativa Classe +, que conta já com 19 empresas aderentes, visa permitir aos consumidores uma escolha mais informada e vantajosa em termos de eficiência energética

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ADENE lança nova marca “CLASSE+” para janelas

A iniciativa Classe +, que conta já com 19 empresas aderentes, visa permitir aos consumidores uma escolha mais informada e vantajosa em termos de eficiência energética

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A etiquetagem energética de janelas tem uma nova classificação. A ADENE – Agência para a Energia criou a marca Classe +, que visa permitir aos consumidores uma escolha mais informada e vantajosa em termos de eficiência energética, valorizando ao mesmo tempo as empresas fornecedoras que aderirem à etiqueta, pois vêm os seus produtos reconhecidos no mercado. Até ao momento são já 19 as empresas que aderiram a esta iniciativa.
Para a ADENE, a questão da eficiência das janelas é vital para um bom desempenho energético dos edifícios, como é comprovado pelo facto de nos 1,3 milhões de certificados energéticos de casas emitidos em Portugal, se ter verificado que existiam perto de um milhão de janelas que deveriam ser substituídas por outras mais eficientes. Caso essa substituição se verificasse, tal poderia significar mais de 5 milhões de euros de poupança de energia por ano para as famílias, para além de uma enorme melhoria do conforto da habitação e da saúde dos seus ocupantes.
A nova marca, denominada “CLASSE+. A eficiência tem classe”, representa, segundo Paulo Santos, responsável pela área de Etiquetagem Energética na ADENE, “uma nova fórmula mais fácil de os consumidores saberem quais as janelas mais eficientes e com as quais poderão poupar energia e ganhar em conforto”.
Para João Gomes, presidente da ANFAJE – Associação Nacional de Fabricante de Janelas Eficientes, “a etiqueta é também uma forma de assegurar a responsabilização das empresas, pois está sujeita a um processo de verificação de qualidade, servindo como um instrumento de vigilância do mercado”.
Aliás, segundo os resultados de um recente estudo de opinião realizado junto dos consumidores, a substituição de janelas é a condição de melhoria mais concretizada pelos proprietários ou arrendatários que solicitam o Certificado Energético das suas casas.
Foram 19 as empresas que aderiram, nomeadamente:  Alunik, BenePVC, Caixiave, Caixilour, Cidade PVC, Deleme Janelas, Eurocaixilho, Extrusal, My Window, Kommerling, Preference, Rehau, Reynaers, Salamander, SAPA, Serralharia Estrela, TAFE, Tagus PVC e VEKA.

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Arrow Global Portugal adquire Hotel Califórnia em Albufeira

A Cushman & Wakefield assessorou a venda do activo, em representação do anterior proprietário, a Details Hotels & Resorts, que irá continuar a fazer a gestão da unidade hoteleira

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A Arrow Global Portugal adquiriu o Hotel Califórnia, no centro de Albufeira, tendo a Cushman & Wakefield assessorado a venda do activo, em representação do anterior proprietário, a Details Hotels & Resorts, que irá continuar a fazer a gestão da unidade hoteleira.

A unidade hoteleira de quatro estrelas, com uma área total de 3.900m2, foi renovada em 2019. Das suas comodidades destacam-se o roof top pool e bar com vista sobre o centro histórico da cidade, o spa & fitness center, o sushi restaurante e, também, a proximidade à Praia do Pescador – a 100 metros de distância.

“Esta foi, sem dúvida, uma operação que nos proporcionou grande satisfação durante toda a gestão do processo, sobretudo pela oportunidade de ajudar na construção da narrativa, base de confiança e respeito mútuo pelos objectivos de cada parte, catapultando a Details Hotels & Resorts e a Norfin para uma relação sinérgica que terá um papel cada vez mais presente no panorama turístico português”, afirma Gonçalo Garcia, associate e head of Hospitality da Cushman & Wakefield Portugal.

Francisco Moser, Diretor de Hospitality da Arrow Portugal, explica que “o Algarve é uma escolha óbvia para investir em Hospitality, devido à sua história ligada ao turismo, mas o objectivo do Grupo é o de procurar e aproveitar oportunidades que surjam um pouco por todo o País”.

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2ª edição da [email protected] arranca a partir da próxima segunda-feira

Dedicada à “Inovação Emergente na Energia e nos Materiais”, a segunda edição [email protected] decorre entre 19 e 23 de Setembro, em vários pontos do país. A acção é promovida pela Agência Nacional de Inovação

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No dia 21 de Setembro Sines irá receber a conferência sobre Energia e Materiais, o encontro tem lugar, no Business Center da Zona Industrial e Logística de Sines. Esta sessão vai explorar as principais tendências e desafios das áreas e contará com a demonstração de mais de uma dezena de projectos inovadores.

A abertura ficará a cargo de Filipe Costa, da AICEP Global Parques, dará a conhecer o Caso de Sines: “Energia Sul” e de João Borga, do conselho de administração da ANI. “Como transitar para um futuro sustentável?”, “Mobilidade enquanto modelo de negócio” e “A importância da transição energética” serão outros dos temas em debate ao longo do dia. A abertura da sessão da tarde ficará a cargo do secretário de Estado da Economia, João Neves, e o encerramento será realizado pela Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato.

À semelhança da primeira [email protected], várias instituições abrirão as suas portas para apresentar a sua missão, objectivos, projectos e os resultados das suas actividades tecnológicas. Assim, no dia 19 estarão em destaque o Itecons (19 de Setembro) e o NET4CO2, a 20 de Setembro a [email protected] estará no Gabinete de Transferência de Tecnologia da Universidade de Évora, no dia 22 as atenções irão para a Inovafil e a 23 será a vez da Ecosteel.

As [email protected] são promovidas no âmbito do Sistema de Apoio a Ações Colectivas – Transferência de Conhecimento Científico e Tecnológico, TECH4INNOV, cofinanciado pela União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, enquadrado no Programa Operacional Competitividade e Internacionalização (COMPETE 2020) do Portugal 2020.

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Casafari cria unidade de investimento em single-family renting

A nova área de negócio SFR deverá atrair investimento para o sul da Europa, incluindo Portugal, na ordem dos 50M€ em 2023 e entre 100 a 200 milhões nos anos seguintes

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(Na imagem: Javier Vidal, Tiffany Yiu e Carlo Magnoni)

A Casafari, acaba de anunciar a criação de uma nova unidade de negócio de SFR – Single Family Renting. Com este investimento, a Casafari compromete-se em oferecer soluções de investimento em arrendamento residencial em locais estratégicos em toda a Europa, incluindo Portugal. A empresa planeia atrair investimento na ordem dos 50 milhões de euros em 2023 e entre 100 a 200 milhões nos anos seguintes.

De acordo com a Casafari Market Data, o valor de mercado de Lisboa e Porto em Single – Family Rental (SFR) é de 20,1 mil milhões de euros anuais combinados. Devido à inflação alta, ao custo de energia crescente, ao aumento das taxas de juros para habitação e à diminuição do número de novas construções motivada pelo aumento dos custos de construção, a oferta de arrendamento de imóveis a longo prazo está a diminuir. Todos estes fatores contribuem para um forte interesse no investimento em Single-Family Rental.

O mercado SFR já é uma classe de activos em rápido crescimento nos EUA, onde pelo menos 45 mil milhões de USD em capital foram aplicados por investidores institucionais, gestores, REITs e bancos de investimento em 2021.

No sul da Europa, onde a aquisição de casa própria é muito mais alta do que os pares europeus (com cerca de 70% de stock), há uma falta de habitação para arrendamento profissionalizado a longo prazo (abaixo de 10%).

A entrada nesta nova área levou a plataforma imobiliária a reforça a sua equipa de gestão com investidores e operadores imobiliários experientes, com um amplo conhecimento do sector de arrendamento residencial no mercado local, designadamente: Tiffany Yiu, Head de Real Estate, que veio da Round Hill Capital, onde era co-directora de sectores comerciais e passou anos a construir os portfólios de imóveis para arrendamento na Europa Ocidental. Antes do sector imobiliário, a Tiffany vem de uma experiência bancária e de finanças estruturadas (Credit Suisse, JP Morgan); Javier Vidal, novo Head de Finanças, vem da Stoneweg onde se concentrou em investimentos imobiliários europeus, com vasta experiência em investimentos de Private Equity e Venture Capital, bem como em finanças estruturadas e fusões e aquisições corporativas e direito imobiliário (Seaya Ventures, Realza Capital, Moody’s Investors Service e Uría Menéndez); Carlo Magnoni, que ocupa o cargo de Head of Capital Markets, ex-director de Aquisições para Itália e Portugal na Stoneweg, que actua como membro do conselho/diretor das empresas de investimento residencial Carlyle na Espanha, bem como consultor de várias empresas imobiliárias. Carlo tem 20 anos de experiência em investimentos imobiliários e iniciou sua carreira institucional na Blackstone.

“Estamos muito satisfeitos em receber a Tiffany, o Javier e o Carlo, que se juntaram a nós nos últimos meses, mostrando o nosso compromisso de combinar o profundo conhecimento imobiliário institucional com as nossas vantagens tecnológicas e de dados, com o objectivo de trazer verdadeira inovação e impacto positivo no setor SFR”, sublinhou Nils Henning, CEO e cofundador da Casafari.

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Fortera com investimentos de 500 milhões de euros mas conjuntura pode levar a novos ajustes

Prosseguindo a sua estratégia de implementar o conceito Alice by Fortera em Portugal, o Grupo israelita continua a desenvolver projectos que vão ao encontro deste modo de vida. Edifícios que além da componente residencial, incluem também um conjunto de serviços e ‘amenities’, num investimento global de mais de 500 milhões

Cidália Lopes

Com um investimento inicial de cerca de 115 milhões de euros, a previsão de é que ao longo de cinco anos, o investimento global supere os 500 milhões de euros, em 1000 novas habitações. A empresa justifica o lançamento do conceito Alive by Fortera por ter identificado que, com a pandemia, o paradigma habitacional mudou, e que a forma como se habitam as casas nunca mais será a mesma.

“Quisemos fazer evoluir os nossos edifícios nesse sentido e criar condições para as pessoas usufruírem do espaço com a capacidade de multifunções, mais precisamente por haver cada vez mais falta de ligações significativas entre vizinhos e percebemos a importância de criar relações, construir confiança, viver num ambiente seguro onde as pessoas se possam relacionar e ajudar mutuamente. Quisemos desenvolver uma ferramenta que ajude as pessoas a terem melhor qualidade de vida e melhores experiências”, conclui Elad Dror

A Fortera vai criar infraestruturas nos seus edifícios e introduzir o conceito ‘Alive by Fortera’, que consiste numa série de novos serviços e “amenities” que facilitam a vida das pessoas, e vão de encontro a esta nova forma de estar: desde espaços de partilha de conhecimento, a actividades lúdicas, passando também por momentos de interacção, espaços conjuntos para coworking, entre outros.

Este novo conceito habitacional que pretende criar sinergias, aproximar pessoas, e proporcionar uma habitabilidade plena no século XXI, lança mão da tecnologia e do desenvolvimento, e coloca-a ao serviço das pessoas. Outro objectivo subjacente ao conceito é o desenvolvimento de contextos de proximidade e combate à solidão, ou seja, reduzir a solidão, aumentar a solidariedade, a interajuda e a segurança entre vizinhos.

O grupo já seleccionou os dois primeiros empreendimentos que vão integrar este novo conceito, sendo o primeiro o Espinho Downtown – cujo edifício de habitações se chama Alive Espinho, com 84 fracções e que comporta um investimento inicial de 15 milhões de euros. Haverá ainda lugar a escritórios e, numa segunda fase, irá ter uma torre que será também destinada a escritórios. Com uma área superior a 22 mil m2, sendo será a “ponte” do RECAFE para a parte sul da cidade, nomeadamente as belas praias de Silvalde e o Oporto Golf Club, jóia secular da cidade.

O segundo empreendimento que incorporará o conceito será em Vila Nova de Gaia, no Alive Riverside, que comporta um investimento de 110 milhões de euros para a construção de cerca de 300 apartamentos. A sua construção está prevista arrancar no final deste ano, com o início da primeira fase que incluirá 122 apartamentos.

Torre Skyline avança só para o ano
Inicialmente orçamentado em 110 milhões de euros, o investimento do projecto Skyline foi revisto em alta para 150 milhões de euros. Os expressivos aumentos no sector da construção e, por conseguinte, a necessidade de proceder a alterações no projecto ditaram o ajuste do investimento. Com cinco fases e sendo até ao momento o maior projecto da Fortera em Portugal, o início da construção está previsto para 2023. Elad Dror, CEO do Grupo, espera que o empreendimento fique concluído em três anos.

O projecto imobiliário, que se transformará no prédio mais alto do País e que conta com a assinatura do arquitecto Souto Moura, terá 28 andares, 160 quartos de hotel e 111 “serviced apartments”, um roof top, uma piscina infinita, um centro de bem-estar, um bar, dois restaurantes e vista panorâmica infinita. Nestas residências, que terão apartamentos entre os 40 e 100 metros quadrados de tipologias de T0 a T2, o preço do metro quadrado rondará os sete mil euros.
O projecto começará com o parque de estacionamento público e a praça do centro de congressos que é o catalisador deste empreendimento de uso misto e que mudará, para sempre, Gaia como cidade. Além disso, terá impacto em toda a região Norte. Irá criar diretamente, pelo menos, 500 postos de trabalho.

Convento do Carmo em 2024
O Convento do Carmo Boutique Hotel vai nascer na cidade de Braga. O início do projecto, que irá requalificar e transformar o antigo Convento dos Carmelitas, edifício datado de 1655, junto ao Largo do Carmo e junto à igreja como mesmo nome, arranca em Outubro deste ano e estará pronto em 2024, e dará lugar a uma unidade hoteleira de quatro estrelas.
À semelhança de outros projectos do Grupo também este sofreu atrasos e ajustes devido à actual conjuntura, já que a data prevista do início das obras era 2021 e o investimento inicial era de 10 milhões de euros, tendo sido reavaliado para cerca de 11 milhões. Valores que já englobam a aquisição do imóvel, o projecto e a empreitada.

O Convento do Carmo Boutique Hotel, classificado como de “interesse público”, terá 71 quartos, com 141 camas, piscina, espaços para reuniões, ginásio, salão, restaurante e cafetaria. Três dos quartos serão em formato apartamento/estúdio, equipados para estadias curtas e médias. O edifício terá quatro pisos e uma cave, sendo o estacionamento dos clientes feito no parque do Campo da Vinha, por acordo com a Bragaparques.

Bonfim e Bonfim To Be no centro do Porto
Num quarteirão do Bonfim, no centro do Porto, a Fortera fará nascer dois empreendimentos. Um hotel de 5 estrelas, Bonfim To Be, que terá 258 quartos e um aparthotel com 21 unidades. Além disso, arrancará este ano, na mesma localização, o empreendimento residencial Bonfim, constituído por 210 serviced apartments.

Azul Boutique Hotel em construção
Em construção desde Fevereiro deste, o Azul Boutique Hotel, em Vila Nova de Gaia, representa um investimento para o seu desenvolvimento de 11,5 milhões de euros e deverá estar concluído em 2023.

O novo hotel do Grupo Fortera, com 4 estrelas e a 50 metros da Ponte D. Luís I, na Rua General Torres, será constituído por 64 quartos com vista sobre o rio Douro, contando ainda com restaurante, esplanada e solário com piscina no piso 4, perfazendo uma área total de 4200 m2.

Sobre o autorCidália Lopes

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Maxfinance Gold supera mil operações de crédito em apenas oito meses

Segundo a mediadora, em termos acumulados de 2022, as operações ultrapassam já as 1.050 que se traduzem em mais de 123 M€ de volume de crédito contratado

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A Maxfinance Gold superou as mil operações de crédito desde o início do ano. Segundo as conclusões agora apresentadas pela mediadora e que já incluem os resultados de Agosto, estes números “abrem caminho a expectativas bastante elevadas para o último quadrimestre já em curso”.

Neste sentido, em Agosto, a Maxfinance Gold somou assim mais de 13,5 milhões de euros de volume de crédito contratado. “Num só mês e fruto das mais de 120 operações de crédito realizadas, o posicionamento da intermediária de crédito é cada vez mais consistente”, reforça a empresa.

Em termos acumulados de 2022, as operações ultrapassam já as 1.050 que se traduzem em mais de 123 milhões de euros de volume de crédito contratado. Face ao período homólogo, as primeiras cresceram praticamente 5%, enquanto o segundo cresceu mais de 7%. Ou seja, não só aumenta o número de operações de crédito mas também o volume contratado nas mesmas.

A subidas das taxas de juro – e da prestação da casa – continuam a dar que falar e num processo delicado como este, contar com um parceiro fidedigno faz toda a diferença na saúde financeira das famílias.

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Braga recebe a primeira edição do “No Boring Talks”

O evento, que tem como objectivo promover conversas sobre Blockchain e temas relacionados com estado actual da Economia e a tecnologia, vai contar com o apoio da Zome, Associação Empresarial do Minho, Universidade Católica Portuguesa, Utrust e Antas da Cunha ECIJA

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A primeira edição do “No Boring Talks” terá lugar no Altice Fórum Braga no dia 20 de Setembro. O evento será composto por um conjunto de seis talks, que procurarão percorrer diversas temáticas, desde as aplicações práticas de Blockchains no contexto empresarial até às possibilidades alavancadas pelas cripto e o papel dos bancos nas transacções das mesmas.

“Procurámos trazer profissionais com uma vasta experiência nestas áreas, de forma a promover um momento enriquecedor para todo e qualquer empresário que ambicione fazer crescer o seu negócio. Nos dias que correm é imperativo mobilizar iniciativas como estas, que motivem e promovam a literacia digital e financeira o envolvimento com as novas tecnologias“, destaca Patrícia Santos, CEO da Zome.

Estas conversas destinam-se a todos os empresários que procuram potenciar o seu negócio e conhecer mais sobre estas novas tecnologias, simplificando e desmistificando conceitos, visando, cada vez mais, normalizar a economia da criptomoeda. A sessão de abertura ficará a cargo de Patrícia Santos, CEO da Zome, e de Ricardo Costa, Presidente da Associação Empresarial do Minho. O evento conta ainda com um painel de oradores composto por Paulo Cardoso do Amaral, Professor na Universidade Católica Portuguesa, Filipe Castro, Co-Founder, Board Member e CCO da Utrust, Nuno Silva Vieira, Sócio da Antas Cunha ECIJA, Carlos Santos, CTO da Zome e, por fim, Flávia Paluello, membro do departamento de Marketing e Business Development do Bison Bank e Digital Assets.

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Construção de Barragem no Pisão classificada como “interesse nacional”

O Governo classificou como ‘interesse público nacional’ a construção do Empreendimento de Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos (EAHFM) do Crato, no distrito de Portalegre, um investimento estimado em 170 milhões de euros

Ricardo Batista

O Conselho de Ministros aprovou (finalmente) o decreto-lei que constitui o Empreendimento de Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos (EAHFM) do Crato, no distrito de Portalegre, como empreendimento de interesse público nacional.

De acordo com o documento, esta aprovação permite proceder à delimitação da respectiva área de intervenção, adoptando medidas especiais necessárias à sua concretização no prazo de vigência do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) através de uma “maior flexibilidade e celeridade” ao nível dos procedimentos administrativos aplicáveis às diferentes componentes do empreendimento.

De acordo com o presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), Hugo Hilário, este decreto-lei visa “facilitar” e “dar um regime especial” ao projecto de construção do empreendimento, também conhecido por Barragem do Pisão, para que o mesmo seja executado. “Este diploma vem facilitar, dar um regime especial a este projecto, para que esses procedimentos administrativos obrigatórios sejam mais ágeis”, explicou.

De acordo com o presidente da CIMAA, entidade responsável pela execução do projecto, um processo desta “dimensão” e desta “complexidade” conta com uma série de procedimentos “administrativos, formais e jurídicos”, que são “complexos” ao longo da sua execução. A título de exemplo, Hugo Hilário referiu matérias como o Plano Director Municipal (PDM), as obras, as expropriações ou o realojamento da população da aldeia de Pisão.

Investimento inscrito no PRR
O empreendimento vai envolver um investimento total de 171 milhões de euros, dos quais 120 milhões estão inscritos no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Segundo o cronograma submetido à Comissão Europeia, as obras estarão terminadas em 2025. O futuro empreendimento, cujo principal objectivo é garantir a disponibilidade de água para consumo urbano, vai surgir numa área de 10 mil hectares e beneficiar cerca de 110 mil pessoas nos 15 municípios do distrito de Portalegre. Além disso, a CIMAA já explicou que a barragem visa reconfigurar a actividade agrícola e criar oportunidades para novas actividades económicas, nomeadamente ao nível da agricultura, do turismo e no sector da energia”, já que engloba também uma central fotovoltaica flutuante. A Barragem do Pisão é uma aspiração e reivindicação histórica das populações do Alto Alentejo, com mais de meio século. O empreendimento, que prevê a submersão da pequena aldeia do Pisão, com 60 habitantes, já foi anunciado por três primeiros-ministros – Mário Soares, António Guterres e Durão Barroso-, mas continua por construir.

Ambientalistas contestam
As associações ambientalistas GEOTA e Quercus contestaram o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) da Barragem do Pisão, no Crato (Portalegre), alegando que o projecto “não cumpre os objectivos ambientais” do Mecanismo de Recuperação e Resiliência (MRR). Em comunicado, o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA), que participou na consulta pública do EIA do projecto, alerta para o “não cumprimento do princípio de não prejudicar significativamente o ambiente’”, que consta do Mecanismo de Recuperação e Resiliência (MRR). O GEOTA propõe que se “reavalie o cumprimento dos objectivos ambientais dispostos no MMR, considerando as conclusões do EIA apresentado”. “Há fortes indícios de que uma nova avaliação do princípio de não prejudicar significativamente o ambiente, considerando os impactes identificados pelo EIA, apontaria para o não cumprimento do próprio princípio, pelo Governo português, contrariando assim o princípio fundamental para aceder ao financiamento do MMR”, frisa Lígia Figueiredo, uma das especialistas do GEOTA. Também em comunicado, o Núcleo Regional de Portalegre da associação ambientalista Quercus, que apresentou igualmente “uma participação de discordância” na fase de consulta pública do EIA, lembra que este admite “significativos impactes negativos” a gerar pelo projecto. Por isso, para a Quercus, “não é clara a justificação do principal objectivo da construção da barragem de abastecimento público” porque a albufeira de Póvoa e Meadas “é suficiente” para esse fim” e o projecto “não cumpre os objectivos ambientais estabelecidos no princípio de não causar dano significativo (DNSH) do MRR”, entre outros argumentos.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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Preço da energia com impacto na metalurgia na Europa: Portugal entre os países em risco elevado

Análise do Crédito y Caución alerta que o sector abrande e o risco é elevado, ou muito elevado, para um conjunto de países onde se inclui Espanha, Japão, México, Portugal, Singapura, Taiwan, Tailândia e Turquia

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Após um forte crescimento em 2021, a Crédito y Caución prevê que o mercado mundial de metais atravesse um período de abrandamento em 2022 e 2023. De acordo com o recente relatório divulgado pela seguradora de crédito, o impacto da invasão russa da Ucrânia está a afectar negativamente o desempenho do sector na Europa, onde a maior parte dos países apresenta um risco moderado.

Nos mercados avançados, as empresas metalúrgicas e siderúrgicas beneficiaram da forte procura acumulada e da acentuada subida dos preços dos metais em 2021 e princípios de 2022. Isto traduziu-se em margens acrescidas e numa maior resistência financeira. Além disso, a redução parcial das tarifas alfandegárias para as importações de alumínio e aço por parte dos Estados Unidos apoiou a produção e as exportações da União Europeia. Um terceiro motor para o recente crescimento do sector foram os estímulos fiscais que apoiaram a procura de metais e de aço em mercados chave como os Estados Unidos e a China.

Contudo, o sector enfrenta alguns riscos no curto prazo. O principal é a invasão russa da Ucrânia. Uma guerra mais prolongada afectará negativamente o rendimento do sector na Europa até 2023, na medida em que os elevados preços da energia continuarão a pesar sobre a produção metalúrgica e siderúrgica, enquanto o pior desempenho económico de muitos países tem impacto sobre a procura dos principais sectores compradores. Um segundo factor desestabilizador passa pelos problemas na cadeia de fornecimento. A procura de metais e de aço poderia aumentar se os constrangimentos na cadeia de fornecimento afectassem as indústrias compradoras chave, como o sector automóvel ou a construção. Além disso, o endurecimento progressivo da política monetária poderá debilitar ainda mais os gastos dos consumidores e os investimentos em sectores como a construção, a engenharia ou o sector automóvel.

Assim, o sector metalúrgico e a siderurgia apresentam um risco elevado e muito elevado em Espanha, no Brasil, China, Coreia do Sul, Japão, México, Portugal, Singapura, Taiwan, Tailândia e Turquia. Apenas Itália e Suécia apresentam um risco baixo ou muito baixo. O risco situa-se em níveis moderados na Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Eslováquia, EUA, França, Hungria, Índia, Indonésia, Irlanda, Nova Zelândia, Países Baixos, Polónia, Reino Unido, República Checa e Suíça.

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Ideias e soluções para casas de banhos pequenas

Para a Roca “espaços pequenos são uma oportunidade para a criatividade e para o design”. Smart toilets, soluções dois-em-um ou móveis compactos são algumas das soluções

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Actualmente, as inovações em tecnologia e design proporcionam uma gama de soluções simples para aproveitar ao máximo uma casa de banho moderna e compacta, enquanto mantém um estilo envolvente e elevada funcionalidade, onde se destacam as smart toilets, móveis para casas de banho compactas, soluções dois-em-um, armários-espelho criam espaço e armazenamento.

As smart toilets conhecidas são soluções conhecidas por deterem a mais avançada tecnologia e pelas suas funcionalidades que podem ser personalizadas, mas estes equipamentos são igualmente opções práticas que permitem poupar um espaço significativo na sua casa de banho. As mais recentes inovações em sanitas com a funcionalidade de um bidé, unindo as caraterísticas de higiene mais essenciais de cada um num único modelo e eliminando a necessidade de ter dois objectos.

Os revestimentos e pavimentos desnecessários podem criar sensações claustrofóbicas desagradáveis e impedir a entrada de luz natural. Sendo que, na casa de banho, a maioria destas divisórias existe devido à zona de duche. Neste caso, a opção pode passar pela substituição de paredes opacas por painéis de duche de vidro transparente pode criar uma sensação de abertura e frescura. Da mesma forma, as bases duche extraplanas, quando instaladas ao nível do chão, permitem uma maior acessibilidade.

As soluções dois-em-um (ou unidades para reutilização de águas residuais) representam o mais recente design contemporâneo para casas de banho e, simultâneo, dão um grande passo em frente em matéria de sustentabilidade.

Estas soluções aproveitam a água utilizada no lavatório, filtram-na e purificam-na, e reutilizam-na no tanque para as descargas na sanita, o que resulta numa redução significativa da quantidade de água utilizada pela sanita.

E como o lavatório e a sanita estão integrados, utiliza-se o mínimo espaço possível para estas duas funcionalidades.

Mudar de espelhos planos para armários-espelho pode criar instantaneamente uma área de armazenamento em qualquer casa de banho sem ocupar nenhum espaço adicional.

Estes móveis clássicos voltaram em grande estilo nos últimos anos, aconselhados por designers modernos como soluções práticas para casas de banho compactas, que existem em muitas casas urbanas.

Os armários-espelho são normalmente instalados na parede e contam com prateleiras interiores, oferecendo armazenamento para produtos de higiene pessoal, maquilhagem e outras necessidades, libertando um valioso espaço na zona inferior.

As variantes modernas podem incorporar outras ferramentas úteis, tais como, iluminação LED integrada ou tomadas elétricas para máquinas de barbear, tornando-os numa solução versátil para qualquer casa de banho. Se procura ideias para wc modernos, mudar os espelhos da sua casa de banho pode ser uma solução.

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Grupo Everybody Wins planta 200 árvores autóctones numa acção de reflorestação

Colaboradores, que pertencem as marcas Remax, Melom e Querido Mudei a Casa Obras, MaxFinance Portugal e LeaseCapital, levaram a cabo uma acção em defesa da natureza, na zona de Benavente

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Solidários com o flagelo dos incêndios florestais vividos nos últimos meses, 120 colaboradores do Grupo Everybody Wins, o maior grupo de franchising do país, a que pertencem as marcas Remax, Melom e Querido Mudei a Casa Obras, MaxFinance Portugal e LeaseCapital, levaram a cabo uma acção em defesa da natureza e que se traduziu na plantação de 200 pinheiros-bravos, na zona de Benavente.

A plantação destas árvores autóctones, que contribuem para uma maior
sustentabilidade, terá a sua manutenção assegurada pela equipa Everybody
Wins que, entre outros, garantirá o seu sistema de regas.

Esta iniciativa de cariz ambiental, direccionada aos colaboradores do Grupo
Everybody Wins, teve como propósito sensibilizar as equipas dos serviços
centrais para a importância do contributo individual e colectivo na
preservação dos recursos e do ecossistema, numa acção que, mais do que
plantação, assume o compromisso de manutenção das árvores. A adesão foi
grande e permitiu que praticamente cada colaborador tivesse a oportunidade
de plantar duas árvores.

De acordo com Beatriz Rubio, CEO do Grupo Everybody Wins, “o objectivo
principal deste tipo de iniciativas assenta no envolvimento das nossas
equipas em actividades cada vez mais sustentáveis e amigas do ambiente”.

Salientar ainda que a responsabilidade social faz parte da cultura da Grupo
Everybody Wins, sendo prática comum o envolvimento dos colaboradores e
franchisados em diferentes tipos de acções e campanhas, como são exemplo as
de cariz solidário que, segundo Beatriz Rubio “nos permite manter focados no
que é mais relevante”.

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