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Vilamoura World apresenta projectos no MIPIM

Esta presença tem como objectivos principais lançar dois novos projectos imobiliários (Uptown e Central) e apresentar novidades acerca de Vilamoura Lakes e da Marina de Vilamoura

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Esta presença tem como objectivos principais lançar dois novos projectos imobiliários (Uptown e Central) e apresentar novidades acerca de Vilamoura Lakes e da Marina de Vilamoura

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O grupo Vilamoura World, master developer responsável pelo desenvolvimento de Vilamoura, vai estar no MIPIM, que decorre de 13 a 16 de Março em Cannes, França. Esta presença tem como objetivos principais lançar dois novos projectos imobiliários (Uptown e Central) e apresentar novidades acerca de Vilamoura Lakes e da Marina de Vilamoura.

Em Abril inicia-se a comercialização da 1ª fase do Uptown, 136 unidades residenciais de tipologia T2, T3 e T4, que estarão prontas a habitar a partir do início de 2020. As casas, projectadas por Jacques Ferrier, seguem um conceito arquitectónico inovador que levou à escolha do atelier deste arquitecto francês de renome, que maximiza a privacidade e valoriza os atributos e a beleza do local onde estão implantadas.

Em Abril começa também a comercialização do Central Vilamoura situado no coração de Vilamoura, que disponibiliza 80 casas modernas. Com uma localização privilegiada, perto da marina, da praia, de campos de golfe e courts de ténis, assim como de vários serviços, o projecto Central será uma nova referência em Vilamoura.

Este empreendimento residencial é assinado pelo atelier dos arquitectos Petraccone & Vodar, que apostaram numa abordagem arquitectónica inovadora para que as habitações disponham de luz natural abundante e de um equilíbrio perfeito entre os espaços privados e comuns.

Está também a ser alvo de redefinição o Vilamoura Lakes. Anteriormente designado Cidade Lacustre e reconhecido como PIN (Projeto de Potencial Interesse Nacional), este projecto visa tornar-se mais sustentável e ambientalmente integrado.

Também ao nível da Marina está previsto, a curto prazo, a criação de mais oferta de restauração e uma área específica para as actividades marítimo-turísticas.

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Metro de Lisboa investe na acessibilidade das estações

Com um investimento de 1,08M€ a intervenção na estação Entre Campos insere-se num plano mais vasto de modernização da rede do Metropolitano de Lisboa. Em Maio a intervenção estende-se à Cidade Universitária. A empreitada foi adjudicada ao consórcio do Grupo Domingos da Silva Teixeira, SA/Efacec em 2021 e vai custar 2,56 M€

A estação Entre Campos do Metropolitano de Lisboa passou a dispor de três elevadores que permitem fazer a ligação entre a superfície e o átrio da estação, e entre o átrio e o cais de embarque, dotando a estação de acessibilidade plena e permitindo o acesso a clientes com mobilidade reduzida.

Os novos elevadores átrio/cais localizam-se no átrio Sul da estação (átrio de interface com a CP). O ascensor átrio/superfície fica localizado junto aos terrenos da antiga Feira Popular.

Com um investimento de 1,08 milhões de euros a intervenção na estação Entre Campos insere-se num plano mais vasto de adaptação e modernização da rede do Metropolitano de Lisboa e englobou, igualmente, a eliminação de todas as barreiras arquitectónicas através da adaptação de zonas de escadas a rampas, e a adaptação de instalações sanitárias a pessoas com mobilidade reduzida.

Inserida numa empreitada de execução de intervenções para a garantia de acessibilidades a pessoas de mobilidade reduzida que inclui, também, a estação Cidade Universitária, foi adjudicada ao consórcio do Grupo Domingos da Silva Teixeira, SA/Efacec em Junho de 2021, por um investimento global de 2,56 milhões de euros. Para o mês de Maio prevê-se a conclusão da empreitada na estação Cidade Universitária.

Este contrato insere-se num vasto plano de adaptação e modernização que o ML tem vindo a concretizar, no âmbito do Plano Nacional para a Promoção da Acessibilidade, tendo em vista alcançar o princípio de “Acessibilidade e Mobilidade para Todos” estabelecido no Decreto-lei nº 163/2006, de 8 de Agosto.

O Metropolitano de Lisboa tem como uma das suas prioridades estender a toda a rede a eliminação das barreiras arquitectónicas. A plena acessibilidade para pessoas de mobilidade reduzida implica o desenvolvimento de um programa que impõe a adaptação de estações antigas que não foram originariamente projectadas para o efeito.

A implementação actualmente em curso prevê que até 2025 o Metro de Lisboa tenha 52 estações com acessibilidade plena. Com as intervenções nas estações Entre Campos e Cidade Universitária concluídas no corrente ano, o ML passará a ter 43 estações dotadas de acessibilidade plena, o que corresponde a 76,8% da totalidade das estações da rede.

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu esforço no sentido de continuar a promover a mobilidade sustentável numa óptica de plena acessibilidade, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.

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Eurofred marca presença no CIAR 2022

Com o mote “Actuar hoje pelo amanhã”, o evento é uma organização da EFRIARC, em conjunto com o LNEC e a Casa da América Latina e acontece de 4 a 6 de Maio

A Eurofred vai marcar presença, pela primeira vez, no XVI CIAR 2022 (Congresso Iberoamericano de Ar Condicionado e Refrigeração), que irá ter lugar de 4 a 6 de Maio de 2022, no Centro de Congressos do LNEC. O evento visa promover o conhecimento, debate técnico e científico nos domínios do aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração envolvendo investigadores, académicos e profissionais e reúne profissionais de engenharia, fabricantes, decisores políticos, autoridades governamentais, investigadores e académicos de vários locais do mundo.

A presença da Eurofred no evento reforça o papel da companhia nas áreas de sustentabilidade correlacionado com as soluções e tecnologias que disponibiliza. Com uma presença na área expositiva do congresso, a Eurofred junta-se ao debate sobre a qualidade do ambiente indoor e refrigeração onde o ar condicionado está no centro do desenvolvimento sustentável.

Segundo, Santiago Perera, Iberia & Latam business director da Eurofred “a nossa presença no CIAR 2022 vem comprovar a nossa aposta e compromisso no desenvolvimento de soluções de alto desempenho e sustentáveis que respondam a compromissos ambientais e a políticas de CSR que enquanto entidade nos obrigamos a cumprir”.

Em média, passamos 90% do nosso tempo em espaços interiores e estes, segundo a OMS, estão 5 a 10 vezes mais contaminados que o exterior. Neste âmbito, a Eurofred apresentou o Split de parede AGIO da Daitsu que dispõe de um sistema específico de purificação do ar que inclui 3 filtros – antipó, foto catalítico e multifunção – capazes de reter pó, odores, bactérias e vírus. O equipamento conta ainda com a função de purificação Cold Plasma, que decompõe os elementos patogénicos (vírus ou bactérias) através de descargas elédtricas nas moléculas do ambiente. O resultado é um ar interior mais limpo e saudável.

O novo Split AGIO da Daitsu utiliza o novo gás refrigerante R32, muito mais eficiente e sustentável. Entre as suas principais características: o seu potencial de aquecimento global (GWP) representa um terço em relação aos actuais modelos com gás R410A; a temperaturas exteriores baixas, consome menos energia e emite menos emissões; é um gás 100% puro, muito mais barato e fácil de reciclar; os equipamentos utilizam menos 30% de carga de gás e, por ser ecológico, tem uma carga fiscal mais baixa e a sua manutenção em caso de fuga é 3 vezes menor.

Na oferta de purificação, a Eurofred apresenta, ainda, a gama Purifier, de reduzidas dimensões que elimina germes, partículas e odores de forma fácil e cómoda. Com uma cobertura de espaços até 20 m2 (CADR 118) e até 55 m2 (CADR 420), dispõe de filtragem de elevada eficiência, e inclui pré-filtro e filtro de carbono ativo. Ambos contam com filtro HEPA que consegue captar e reter partículas iguais ou superiores a 0,3 micras de diâmetro com 99,97% de efectividade.

Ainda no que diz respeito à sustentabilidade e politicas de CSR, a empresa tem como objectivo apagar a pegada de carbono, “como um exemplo essencial e tangível do respeito pelo ambiente”. Neste sentido, “todos os anos são calculados e compensados 100% das emissões de CO2 ao plantar árvores em áreas danificadas pelo fogo como parte do compromisso da marca com o planeta”.

A marca tem como política reduzir as suas emissões e nesse sentido está já a trabalhar na substituição de veículos antigos por uma frota de carros híbridos e elétricos. Também tem vindo a implementar a utilização de luzes LED nos escritórios bem como, a utilização de materiais reciclados.

“Aos dias de hoje, a Eurofred contribuiu para a reflorestação de um total de 79 hectares com 61.600 árvores plantadas, absorvendo 4.800 toneladas de CO2. Em Portugal, e graças às acções de reflorestação realizada até à data na zona de Abrantes, há já compensação das suas emissões até 2036”, reforça.

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Edifício Berna 54 vendido por 15 M€

Edifício foi adquirido por um investidor institucional português ao fundo CCP 5 da Tristan Capital Partners. Operação foi assessorada pela Worx e JLL

Um investidor institucional português adquiriu ao fundo CCP 5 da Tristan Capital Partners o edifício situado no número 54 da Avenida de Berna, em Lisboa. Com uma área bruta de 3.825 m2 e 124 lugares de estacionamento, o edifício está actualmente ocupado a 100% pela Cofidis e Prosegur. Localizado em frente à Fundação Calouste Gulbenkian, este activo encontra-se entre o Campo Pequeno e a Praça de Espanha, beneficiando de boas acessibilidades viárias e de transportes.

Para o sucesso da transacção, a Tristan Capital Partners, que havia adquirido o edifício em 2019, com a assessoria da JLL, contou com o apoio da Norfin, o seu parceiro operacional em Portugal. “Inicialmente, o objectivo para este edifício era realizar uma obra de reabilitação dos espaços comuns e de outras áreas e lançar no mercado de arrendamento. No entanto, surgiu uma excelente oportunidade de alienação que acabou por concretizar-se com sucesso”, explica Daniel Lopes, manager da Norfin.

Neste transacção, a Tristan Capital Partners, foi assessorada pela Uría Menendez e novamente pela JLL nas vertentes jurídica e comercial, respectivamente. Por parte do comprador, a operação contou com a assessoria da Worx Real Estate Consultants, naquele que é considerado “um dos negócios de maior relevo no sector dos escritórios em Lisboa, no primeiro trimestre do ano”.

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Vicaima lança nova linha de design de interiores para profissionais

O Spalted maple, Terrazo amber e Antique Patina, as três principais colecções Vicaima Infinity oferecem uma multiplicidade de inspirações, com recurso a madeira, metal ou pedra

Com o objectivo de “colocar ao dispor dos profissionais um espetro ilimitado de opções nos diferentes momentos do processo criativo”, a Vicaima acaba de lançar uma nova marca, a Vicaima Infinity.

Através de uma produção tecnologicamente avançada, a Vicaima Infinity assegura a criação de designs e acabamentos personalizados, em diferentes superfícies e texturas, com diferentes opções de acabamento que vão desde o mate, ao satin e ao alto brilho.

Paralelamente, para os profissionais que procuram uma visão sobre as últimas tendências, as três principais colecções Vicaima Infinity oferecem uma multiplicidade de inspirações. Com recurso a madeira, metal ou pedra, a marca proporciona uma experiência imersiva que inclui, entre outras opções, o Spalted maple, Terrazo amber e Antique Patina.

A diferenciação do Vicaima Infinity afirma-se “na promoção de uma perfeita harmonia entre múltiplos produtos, como portas, roupeiros, painéis ou peças para mobiliário. Estas soluções somam a esta estética e sofisticação, a qualidade e elevada performance da marca nas soluções corta fogo, corta fogo e acústico, segurança, e térmicas, caraterística do universo de produtos Vicaima”.

Fiel aos seus valores de sustentabilidade, todas estas soluções Vicaima Infinity estão disponíveis com certificação FSC, entidade que promove a gestão responsável das florestas.

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CIN pinta a história de monumentos icónicos em Lisboa

A Estação de Santa Apolónia e o Teatro Nacional de São Carlos voltaram às suas cores originais graças à fusão entre o passado e à inovação tecnológica da CIN

O tom avermelhado, que agraciava a Estação Ferroviária de Santa Apolónia em 1967 voltou a tomar cor na fachada deste icónico edifício. Esta mudança contou com o apoio da CIN e surge no seguimento de um projecto criado no interior da estação, onde foi construído um novo empreendimento hoteleiro. A intervenção devolveu às fachadas a cor vermelha após terem sido encontrados vestígios deste tom original numa imagem que remonta a 1967.

Liliana Leis Soares, directora-adjunta de Marketing da CIN, esclarece que “o encontro do tom certo foi um grande desafio para a nossa equipa de colorimetria e prescrição, tendo em consideração toda a história que o projecto representa. A cor original que, tal como refere o arquitecto José Aguiar, em tudo se assemelha um vermelho óxido de ferro, remonta a uma época específica da Revolução Industrial, pelo que teríamos de conciliar os melhores produtos de reabilitação e afinar um tom que pudesse contar a magia e a importância de um edifício como a Estação de Santa Apolónia”.

Nos anos 90, a Estação Ferroviária de Santa Apolónia mudava a sua cor para um azul claro, numa pretensão de harmonia entre a vista rio e o tom do céu. O retorno do vermelho a Santa Apolónia, pelo atelier de arquitectura Saraiva e Associados (S+A) para a construção do novo hotel The Editory Riverside, foi aprovado pela Infraestruturas de Portugal, que detém o edifício. O licenciamento passou pela Câmara Municipal de Lisboa (Santa Apolónia não é monumento nacional, mas imóvel de interesse público).

Também em Lisboa, o Teatro Nacional de São Carlos regressou à sua cor original, um azul envolvente que, à semelhança do anterior se deve à intervenção da CIN no processo de reabilitação. As suas fachadas, que eram amarelas desde 1940, retomaram a sua cor azul original após o encontro de vestígios desse mesmo tom nas paredes do edifício. Contudo, este facto não foi suficiente para que a Direcção-Geral do Património da Cultura (DGPC) desse o parecer positivo quanto à alteração da cor. Os arquitectos João Aguiar e João Pernão, da equipa da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa elaboraram, com o apoio da CIN, um relatório que definia a cor original do Teatro Nacional de São Carlos – que, posteriormente foi pintado com Cinoxano Mineral da CIN, cor E563.

Liliana Leis Soares explica que “mais do que um projecto de reabilitação urbana, o processo inerente ao Teatro Nacional de São Carlos pressupôs uma investigação histórica e exaustiva que evidenciou o saber-fazer centenário da marca CIN no que à cor diz respeito. Colocámos o nosso conhecimento ao serviço da Direcção-Geral do Património da Cultura, encontrando uma cor que corresponde, em detalhe, ao que havia sido projectado na sua inauguração em 1973. A responsável acrescenta que “é um enorme orgulho poder associar a marca CIN a estes projectos de enorme impacto cultural, que concede às cores este poder singular de contar as histórias de cada edifício e de cada lugar, numa perfeita simbiose entre o passado e o futuro”.

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Rendas das casas sobem 9,2% em lisboa e 6,0% no porto no último ano

Trata-se de uma forte recuperação das rendas, considerando que há um ano atrás, no 1º trimestre de 2021, as rendas em Lisboa estavam a descer 18,0% em termos homólogos, enquanto no Porto essa descida era de 8,0%

No último ano, terminado no 1º trimestre de 2022, as rendas das casas aumentaram 9,2% em Lisboa e 6,0% no Porto, conforme a taxa de variação homóloga apurada pela Confidencial Imobiliário para o Índice de Rendas Residenciais. Em qualquer das cidades trata-se de uma forte recuperação das rendas, considerando que há um ano atrás, no 1º trimestre de 2021, as rendas em Lisboa estavam a descer 18,0% em termos homólogos, enquanto no Porto essa descida era de 8,0%.

Em Lisboa, a variação homóloga de 9,2% observada no 1º trimestre de 2022 é mesmo a mais expressiva desde o final de 2018, resultando da forte recuperação trimestral das rendas observada desde meados do ano passado. As rendas na capital entraram em terreno negativo ainda antes da pandemia, no final de 2019, exibindo a primeira descida trimestral em anos. Só desde meados do ano passado voltaram ao crescimento, aumentando agora há três trimestres consecutivos a um ritmo trimestral próximo de 3,0%. No 1º trimestre deste ano, a variação trimestral foi de 3,3%.

No Porto, a variação homóloga de 6,0% coloca este indicador em terreno positivo pela primeira vez no último ano e meio, refletindo igualmente o forte desempenho de curto-prazo das rendas nos últimos dois trimestres. Assim, depois de vários trimestres de descida, apuraram-se variações trimestrais de 3,5% no 4º trimestre de 2021 e de 4,8% no 1º trimestre de 2022, esta última sendo mesmo a maior subida trimestral desde meados de 2018.

No agregado nacional (Portugal Continental), as rendas contratadas na habitação exibiram um aumento de 7,2% no 1º trimestre face ao mesmo período do ano passado e de 1,3% face ao trimestre anterior.

Não obstante a forte recuperação dos últimos meses, as rendas em Lisboa e no Porto mantêm-se em níveis inferiores aos praticados no pré-Covid (1ºtrimestre de 2020). Concretamente, no 1º trimestre deste ano, em Lisboa as rendas permaneciam 10,5% abaixo do 1º trimestre de 2020, enquanto no Porto esse diferencial era de -2,5 %. No conjunto do país, pelo contrário, as rendas no 1º trimestre do ano já recuperaram para os níveis pré-Covid, dos quais estão atualmente 0,8% acima. No 1º trimestre de 2022, a renda média contratada foi de 14,3€/m2 em Lisboa e de 11,7€/m2 no Porto, fixando-se em 11,0€/m2 no país, de acordo com os dados do SIR-Arrendamento.

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Lançado concurso público para reabilitar a EN114

O investimento de 6M€ pretende incrementar as condições de acessibilidade, circulação e de segurança do tráfego com origem e destino na zona industrial de Rio Maior, bem como do tráfego de passagem vindo da A15

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Foi publicado em Diário da República o concurso público para a empreitada da EN114 – Ligação da A15 a Rio Maior, uma intervenção no âmbito do “Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”, na vertente das Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE) – Acessibilidades Rodoviárias. Com um investimento estimado de seis milhões de euros e um prazo de execução de 420 dias, o objectivo da empreitada é o de incrementar as condições de acessibilidade, circulação e de segurança do tráfego com origem e destino na zona industrial de Rio Maior, bem como do tráfego de passagem vindo da A15, que utiliza o eixo da EN114 como acesso a Rio Maior.

Esta intervenção, que se inicia junto à intersecção da Estrada Nacional com a Rua do Matadouro e se desenvolve até à rotunda de acesso à A15, ao km 50,838, vai incluir a construção de intersecções giratórias ao longo do traçado, de modo a reduzir as velocidades praticadas. A faixa de rodagem será ladeada por passeios, ciclovias e percurso mistos.

Serão igualmente reforçados e/ou substituídos os equipamentos de sinalização, balizagem e segurança, e realizados trabalhos ao nível do pavimento e dos órgãos de drenagem existentes.

Na empreitada serão ainda melhoradas as características de algumas intersecções de estradas e ruas secundárias na EN114, que terão intervenções a nível de traçado, pavimentação, drenagem, sinalização, limpeza e, ou substituição de colectores de passagem sob serventia.

Esta empreitada destaca-se de um conjunto de nove obras já lançadas no âmbito do PRR, que correspondem a um investimento de cerca de 75 milhões de euros. Até à data a Infraestruturas de Portugal já assinou os três contratos de financiamento com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal, num total de 394,8 milhões de euros.

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ASAVAL organiza spring meeting internacional do Tegova em portugal

A conferência “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation”, terá lugar em Lisboa a 6 de Maio e irá debater as últimas alterações na legislação europeia sobre eficiência energética e sobre requisitos de capital dos bancos

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O Spring Meeting do Tegova, um dos grandes encontros europeus na área da Avaliação Imobiliária será promovido e coorganizado pela ASAVAL em Portugal, de 5 a 7 de Maio, em Lisboa. A conferência, iniciativa principal do evento, vai decorrer no dia 6, no Hotel Epic Sana, sob a temática: “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation” (Lei da UE sobre o financiamento do crescimento sustentável – Big Bang para a avaliação bancária).

Esta iniciativa já tinha decorrido em Portugal em 2013 e 2018, também em coorganização com a ASAVAL, visa a partilha das boas práticas, inovações, casos de sucesso, bem como o debate de temas críticos para o sector, nomeadamente o futuro da Avaliação.

“Este é um evento de grande importância para o universo da avaliação imobiliária Europeia, sendo que a conferência deste ano irá debater as últimas alterações na legislação europeia, quer ao nível da eficiência energética, quer ao nível dos requisitos de capital dos bancos (CRR), regulamento que introduzirá inovações ao nível das avaliações automáticas (AVM) que podem alterar substancialmente o paradigma da avaliação na Europa e, por inerência, em Portugal. Durante 3 dias teremos em Portugal representantes de 40 Países, incluindo os Estados Unidos da América, a debater os temas prementes para a avaliação imobiliária. O evento culminará no dia 7 com a Assembleia Geral de Primavera do TEGOVA”, avança Paulo Barros Trindade. O Tegova é o principal Grupo Europeu de Associações de Avaliadores e o Presidente da ASAVAL é membro do seu Board.

A conferência, “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation”, estará estruturada em torno de quatro temas: Eficiência Energética de Edifícios – Situação actual em Portugal e Impacto da Lei Green Deal da UE no Futuro; Impacto das Mudanças na Regulação de Requisitos de Capital (CRR) na Prática da Avaliação; Mudanças de CRR e Modelos de Avaliação Automatizada (AVMs) – O Fim Dos Avaliadores Residenciais? Avaliação Transfronteiriça – Problemas e Soluções.

A iniciativa contará com a presença de oradores, nacionais e estrangeiros, incluindo representantes da ASAVAL, Tegova, Associação Portuguesa de Bancos (APB) e European Valluers’ Alliance (EVA).

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Três cidades portuguesas na Missão Cidades

Lisboa, Porto e Guimarães fazem parte da lista das 100 cidades que foram seleccionadas, entre mais de 370 candidatas, para integrarem as “100 Climate-neutral and Smart Cities by 2030”

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A Missão Cidades é uma iniciativa da Comissão Europeia, que faz parte das cinco Missões Europeias lançadas no âmbito do programa europeu de investigação e inovação Horizonte Europa, e tem como objectivo tornar 100 cidades europeias inteligentes e climaticamente neutras até 2030.

A Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, felicita a participação de Lisboa, Porto e Guimarães, tornando estas cidades portuguesas em centros de experimentação e inovação para colocar todas as cidades europeias em posição de se tornarem neutras até 2050. “A ciência e a tecnologia são fortes aliados para, com inovação, lidarmos com as alterações climáticas”, afirma Elvira Fortunato.

As cidades escolhidas terão acesso a diferentes oportunidades, como aconselhamento e apoio da Plataforma da Missão Cidades, que é operacionalizada através do projecto Europeu NetZeroCities no desenvolvimento do denominado Climate City Contract; acesso a oportunidades adicionais de financiamento e oportunidades de financiamento para a investigação e inovação; oportunidade de contactar, aprender e trocar experiências entre cidades; apoio ao envolvimento dos cidadãos na tomada de decisão; e visibilidade política e atractividade para o investimento e para trabalhadores qualificados.

Para além de cidades dos 27 Estados-Membros da União Europeia, foram também seleccionadas 12 cidades de países associados e em processo de negociação para integrar o Horizonte Europa, o programa de investigação e inovação da União Europeia (2021-2027).

No âmbito da rede PERIN (Portugal in Europe Research and Innovation Network), a Agência Nacional de Inovação dá apoio à participação da comunidade nacional nas oportunidades de Investigação e Inovação orientadas para as Missões Europeias, nomeadamente no âmbito do Pilar II do Horizonte Europa (Desafios Globais e Competitividade Industrial Europeia).

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Gyptec lança nova placa Gold

A Gyptec Ibérica acaba de lançar uma nova placa de gesso multifunções resistente a tudo, a Gyptec Gold.

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Agora já é possível usar uma única placa para toda a obra de reabilitação e/ou construção nova, com substanciais vantagens ao nível do desempenho mecânico, térmico e acústico das soluções.

Esta nova placa, reforçada com fibras para melhorar o comportamento ao fogo, tem maior densidade e resistência ao impacto e flexão, e é tratada com um agente hidrófugo para diminuir a absorção de água. A placa Gold é apropriada para todos os sistemas interiores com características de maior capacidade de carga, resistência ao fogo e bom comportamento à humidade.

Qualidade e versatilidade

A mais versátil das placas, a placa Gold, é um produto de excelência da gama de soluções Gyptec, que combina múltiplas vantagens dos vários tipos de placas, permitindo resolver todas as necessidades de um projeto usando apenas uma placa. Não só proporciona melhor desempenho nas zonas de humidade moderada e maior resistência ao fogo, como também, resiste a golpes e impactos em áreas de grande afluência, como por exemplo ginásios, centros comerciais ou hotéis.

Para além das vantagens técnicas dos sistemas, no lançamento deste novo produto existem objetivos de racionalidade logística e gestão de recursos, já que a placa Gold, permite uma diminuição de desperdícios em obra.

Com a Gold, uma placa vencedora que cobre todas as necessidades, a Gyptec Ibérica alarga a sua gama de produtos e o seu leque de soluções, para todo o tipo de obra seca em interiores, tais como: paredes divisórias, revestimento de alvenarias e tetos. É também recomendada para cozinhas, lavandarias e casas de banho, pode ser revestida com azulejos ou similar.

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