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Ponte Vasco da Gama inaugurada há 20 anos

A sua construção teve início em 1996, com a colocação da primeira viga. Uma obra gigantesca que obrigou a um trabalho em simultâneo em sete frentes

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A sua construção teve início em 1996, com a colocação da primeira viga. Uma obra gigantesca que obrigou a um trabalho em simultâneo em sete frentes

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DR: Lusoponte

A construção da Ponte Vasco da Gama sobre o Rio Tejo, pela Lusoponte, mereceu a escrita nos anais da história da engenharia civil, tendo sido considerada como um dos maiores e mais bem sucedido projectos do século XX. Faz hoje 20 anos que esta foi inaugurada.
Já em 2000, a Instituição Ibero-Americana de Arquitectura e Engenharia Civil, atribui o primeiro prémio a esta obra.
A sua construção teve início em 1996, com a colocação da primeira viga. Uma obra gigantesca que obrigou a um trabalho em simultâneo em sete frentes, tanto na margem norte como na margem sul, onde foram criados estaleiros provisórios, desmantelados após a conclusão das obras.  Veja aqui alguns detalhes de como decorreu a construção:

1 – Nós de Sacavém e Variante à EN10
Dois novos nós na margem Norte do Tejo, que ligam a Ponte à auto-estrada A1, à CRIL e à Variante EN10 dando acesso a Lisboa e ao Parque das Nações.

2 – Viaduto Norte
Viaduto com 488 m de comprimento que atravessa a linha ferroviária do Norte e várias estradas locais. Tem um tabuleiro de largura variável que recebe vias secundárias de acesso e saída à ponte.

3 – Viaduto da Expo (Parque das Nações)
Viaduto com um comprimento de 672 metros cujo tabuleiro foi construído a partir de aduelas pré-fabricadas e colocadas de modo equidistante de cada lado dos pilares.

4 – Ponte Principal
A Ponte Principal é uma estrutura de betão espectacular, já que o tabuleiro se encontra atirantado por cabos às torres principais. O seu vão central é de 420 m e os vãos laterais têm 203 metros. As torres centrais medem 150 metros de altura e o tabuleiro está 47 metros acima do nível da água na zona do canal de navegação denominado Cala do Norte.
O tabuleiro é uma estrutura mista composta por lajes de betão assentes em carlingas de aço encastradas em duas vigas de betão laterais de onde partem os tirantes para as torres.
As torres Norte e Sul, em forma de H, apoiam-se em fundações também concebidas para suportarem o impacto de um navio de 30.000 toneladas que se desloca a uma velocidade de 12 nós.
Cada fundação destas torres assenta em 44 estacas moldadas com 2,2 m de diâmetro e atingem profundidades superiores a 65 metros.

5 – Viaduto Central
A construção dos 6.351 metros do Viaduto Central foi feita aplicando sobre 81 pilares duplos vigas pré-fabricadas com 78 metros de comprimento e 2.200 toneladas de peso.
A fundação de cada par de pilares está assente em 8 estacas cravadas, de 1,7 metros de diâmetro que atingem em alguns casos os 95 metros de profundidade no leito do rio.
O tabuleiro está a cerca de 14 metros acima do nível da água na maior parte do comprimento deste viaduto, mas eleva-se até aos 30 metros sobre os dois canais navegáveis, a Cala das Barcas e a Cala de Samora, cujos vãos permitem a passagem de navios de médio porte.
Os pilares localizados junto a estas duas calas também foram dimensionados para suportar o impacto de navios.  Neste viaduto existem cinco alargamentos do tabuleiro para permitir aos veículos a paragem de emergência.
Um gigantesco estaleiro de pré-fabricação, localizado no Seixal, 22 kms a jusante da Ponte, foi utilizado para a construção das enormes peças de betão pré-fabricadas destinadas ao viaduto. Nesse estaleiro, as vigas do tabuleiro começaram por ser subdivididos em oito troços menores, que depois foram interligados para perfazer os 78 metros de comprimento recorrendo-se então à utilização de cabos de pré-esforço.
Seguidamente, as vigas-tabuleiro foram transportadas para o local definitivo recorrendo ao Rambiz, uma grua flutuante de grande capacidade. O estaleiro trabalhou a um ritmo intensivo produzindo uma destas vigas a cada dois dias.

6 – Viaduto Sul
O viaduto sul, com 3.825 metros de comprimento, é constituído por um tabuleiro duplo com vãos de 45 metros, construído com recurso a dois pares de vigas de lançamento.
Os 85 grupos de 4 pilares deste Viaduto estão assentes em estacas moldadas localizadas parte no rio e parte em terra.
Na sua parte terrestre, este viaduto passa pelas Salinas do Samouco, uma zona ambientalmente sensível para as aves. O viaduto foi construído a partir de um aterro temporário, que foi removido após a conclusão das obras.

7 – Acesso Sul
Os 3,9 kms do acesso sul ligam a Ponte Vasco da Gama ao nó rodoviário Sul por terrenos agrícolas, na sua maioria. As ligações locais mais próximas são com Setúbal (A12) e com Alcochete e Montijo (Anel regional de Coina). A meio deste percurso encontra-se a Praça da Portagem.

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Trienal de Arquitectura Lisboa: “Como desenhar o diálogo?”

Wilfried Kuehn, co-fundador do atelier berlinense Kuehn Malvezzi, e Clara Simay, co-fundadora da cooperativa parisiense Grand Huit, são os convidados do último ciclo de conferências Campo Comum, que decorre dia 25 de Maio, no CCB

Wilfried Kuehn, co-fundador do atelier berlinense Kuehn Malvezzi, e Clara Simay, co-fundadora da cooperativa parisiense Grand Huit, são os convidados do último ciclo de conferências no âmbito do Campo Comum, promovido pela Trienal de Lisboa e com curadoria: Diana Menino e Felipe De Ferrari, trazem ao debate projectos específicos onde têm actuado como designers, facilitadores e mediadores: da primeira casa do mundo para o culto de três religiões, à quinta urbana de policultura para a integração económica e alojamento de pessoas vulneráveis.

A última sessão do programa Campo Comum, que irá decorrer no dia 25 de Maio, na sala Luís de Freitas Branco, no CCB, foca-se na co-existência, na arquitectura como um quadro para encontros frutíferos entre diferentes utilizadores e comunidades. Se as últimas décadas têm sido definidas por uma forte sensação de fragmentação, consequência directa tanto do capitalismo como do neoliberalismo que nos rodeiam, parece que agora há a vontade de enfrentar os desafios da nossa época em conjunto.

Esta série de conferências assume a arquitectura como uma atitude estratégica face ao espaço e aos recursos. Ao adoptar uma postura crítica e optimista, pode abordar a realidade de formas radicais, revelando contradições e potencial, e desenvolvendo projectos que viabilizem ideias emancipatórias, construindo assim um campo comum. Essa abordagem pode ser concebida como um processo cumulativo de constante apropriação, imitação, repetição, tradução e recontextualização com pensamento aberto – incluindo pragmatismo e humor – baseado na revisão cuidadosa da realidade material e das condições sociais. Explorar esses fios leva-nos a uma forma colectiva de construção.

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Saint-Gobain Portugal participa em projecto de impressão 3D

A criação de argamassas para impressão 3D com menor impacto ambiental é o objectivo de um novo projecto criado pela Universidade Lusíada com o apoio da Saint-Gobain Weber

A criação de argamassas para impressão 3D com menor impacto ambiental fazem parte de um novo projecto criado pela Universidade Lusíada com o apoio da Saint-Gobain Weber, especialista na produção e comercialização de argamassas industriais. A tecnologia 3D permite utilizar menos recursos do que outros processos de construção convencionais, com a maioria das argamassas adaptadas a este sistema de impressão.

Tendo como base este pressuposto, o projecto pioneiro testou, ao longo de um ano, o impacto e a viabilidade de diferentes propostas de argamassas para o sector da construção.

“A primeira argamassa testada, Weber 3D 145-2, caracteriza-se pela facilidade na utilização, estando adequada a sistemas de mistura e bombagem não dedicados a argamassas 3D. Por seu turno, a Weber 3D 160-1, permitiu uma melhor performance ao nível da impressão, a construção de peças mais detalhadas e em curtos espaços de tempo. Esta opção necessita de um sistema de mistura e bombagem dedicado ou adaptado para argamassas 3D e pauta-se por uma menor retracção e melhor resistência mecânica. Esta foi a opção que acabou por ser utilizada por ser a mais adequada para executar uma peça tão complexa”, avançou a empresa.

Sobra as conclusões do projecto a empresa destaca que ambas as argamassas “são de elevada resistência sendo esta a característica que permite uma diminuição da quantidade de material usado, diminuindo o impacto ambiental da peça. Esta redução do uso de material, além de ter impacto directo na redução de CO2, apresenta vantagens indirectas, como por exemplo, no transporte, uma vez que as peças são mais leves”.

Para ambas as argamassas, o Centro de competências Saint-Gobain em impressão 3D desenvolveu e patenteou um sistema de monitorização e controlo de qualidade que permite assegurar a qualidade de toda a argamassa utilizada na impressão de um objecto, a Weber Mortar Platform. De acordo com Ana Rita Bastos, directora de marketing da Saint-Gobain Portugal – ISOVER Placo e Weber, “a aplicação de tecnologias de impressão 3D na arquitectura é hoje uma das principais tendências na indústria da construção pelo que a Saint-Gobain Portugal tem apostado nesta tecnologia alocando um novo gestor de solução a esta área.”

O projecto para a indústria da construção contou ainda com o contributo da Universidade Nova de Lisboa, Campus da Costa da Caparica, com uma vasta experiência com argamassas de cal, e com a Universidade Técnica de Eindhoven, que está a liderar vários projectos de investigação com impressão 3D. De notar ainda os contributos do designer computacional Le Brimet, especialista em design generativo e performativo e da equipa da Unlimited3D que apoiou no processo de impressão.

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Velux apresenta gama de janelas zenitais na Casa Decor de Madrid

Gama inclui janelas zenitais com vidro curvo e plano que garantem até 52% mais de luz natural

A Velux, especialista em janelas de telhados, apresenta dois novos modelos dentro da nova geração de janelas zenitais. O design minimalista tem 88% de área envidraçada graças ao vidro até às extremidades, que facilita a entrada de até mais 52% de luz natural. Estas inovações permitem mais visibilidade do exterior e garantem até 30% de melhorias no que toca à eficiência energética.

Apresentados formalmente na Casa Decor, em Madrid, os novos modelos de janela zenital de vidro curvo (0°-15°) e vidro plano (2°-15°) contam com uma estrutura elegante e um caixilho invisível que oferecem a máxima luz natural e um design bonito no interior da casa mesmo com uma cortina instalada.

Disponíveis em mais dimensões do que anteriormente, têm a opção de vidro duplo e triplo, isolamento EPS ThermoTechnology, unidades superiores de vidro temperado e uma elevada resistência a tentativas de roubo e condições atmosféricas adversas.

O modelo de vidro curvo inclui ainda a tecnologia CurveTech que permite que a água da chuva escorra facilmente para superfície mesmo em telhados com inclinação de 0°.

Segundo a empresa, a iluminação zenital é uma técnica utilizada na arquitectura que permite a entrada de luz natural num determinado espaço através de aberturas de diferentes dimensões no topo de uma divisão. A iluminação zenital pode ser utilizada por razões estéticas ou em situações em que exista escassez de janelas. Este tipo de iluminação tanto é recomendado para espaços de grandes dimensões como em divisões mais pequenas, como casas de banho, cozinhas ou corredores, quando há necessidade de criar pontos de luz natural. Entre as principais vantagens, destacam-se a uniformização da incidência de luz natural por toda a divisão, a sensação de amplitude em áreas reduzidas, uma solução para garantir a ventilação natural e a redução do consumo de energia eléctrica – dado que diminui a necessidade de utilização de luz artificial.

Uma janela já não é só uma janela, mas sim um elemento promotor de design, inovação e sustentabilidade dentro de portas. Com este princípio em mente, a marca tem apostado na componente tecnológica para contribuir para casas inteligentes, sendo que actualmente com a Velux App Control é possível controlar as janelas utilizando o smartphone ou controlo por voz, ou automatizar completamente o clima interior com o Velux Active with Netatmo (solução baseada em sensores que automatiza de forma inteligente a abertura, fecho e escurecimento das janelas de sótão Velux).

“Perguntam-nos se se trata de uma janela ou uma cúpula. A resposta é simples, é uma janela com cúpula. Na cozinha, sala ou quarto não se vê uma janela, vê-se o céu. Para conseguir este design, eliminámos elementos no exterior, ocultámos ao máximo a instalação dos acessórios e aumentámos a superfície envidraçada com o objectivo de permitir uma maior entrada de luz natural, ventilação e melhor vista. Além disso, ambos os modelos podem ser fixos ou com uma variante eléctrica, descartando a opção manual – sendo totalmente compatíveis com a nossa solução para casas inteligentes Velux Active”, comenta Almudena López de Rego, arquitecta e directora do escritório técnico da Velux.

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Porto avança com plano de investimentos no projecto Porto Solar até 2034

Edifício dos Correios, Teatro Rivoli, Teatro Campo Alegre e EB Montebelo são os imóveis que vão receber as UPAC. Proposta já foi submetida à Assembleia Municipal

O Executivo da Câmara Municipal do Porto deliberou submeter à apreciação da Assembleia Municipal o plano de investimentos no projecto Porto Solar, que até 2034 prevê a instalação de sistemas de produção de energia fotovoltaica em mais quatro edifícios municipais.

Num futuro próximo, os imóveis – Edifício dos Correios, Teatro Rivoli, Teatro Campo Alegre e EB Montebelo – vão tornar-se mais “verdes”, com a instalação de unidades de produção em autoconsumo (UPAC), ou seja, sistemas de produção de energia fotovoltaica para consumo próprio nas respectivas instalações.

Este passo consta do plano de investimentos até 2034 no projecto Porto Solar, aprovado por unanimidade na reunião privada de Executivo desta segunda-feira, e que prevê um valor total superior a 361 mil euros para o período em análise. O documento foi submetido à Assembleia Municipal para a correspondente apreciação.

A proposta apresentada destaca que “a instalação de UPAC nesses edifícios permitirá, além da consunção dos referidos objectivos de neutralidade carbónica, diminuir a factura energética dos mesmos, recorrendo estes à produção para autoconsumo, em vez de aos distribuidores.”

“A criação de economias de escala potencia a obtenção de preços mais baixos”, acrescentava Filipe Araújo, notando que os procedimentos foram beber à experiência da empresa municipal Domus Social, que tem vindo a adotar uma política de eficiência energética no parque de habitação pública.

O procedimento para a aquisição das UPAC em questão enquadra-se num lote alargado que resulta da criação de um agrupamento de adjudicantes, após contactos promovidos com diversas entidades (designadamente, com os Municípios que integram a Área Metropolitana do Porto).

A fórmula adotada será a locação operacional, “numa perspetiva de eficácia, eficiência e economia da despesa pública”, indica Filipe Araújo, vice-presidente da Câmara do Porto. Esta opção permite “evitar a necessidade de investimento inicial; melhorar o controlo dos gastos; poupanças significativas ao nível dos encargos de manutenção (pessoal, reparações, substituição, entre outros); e garantir a continuidade da atividade em caso de avaria, através da disponibilização de equipas permanentes para assegurar a manutenção corretiva.”

A cidade do Porto tem-se posicionado na vanguarda da descarbonização, tendo sido recentemente incluída pela Comissão Europeia no grupo de 100 cidades europeias que vão liderar a neutralidade carbónica no Continente até 2030.

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Soluções Vicaima Wardrobe disponíveis em bibliotecas Archicad e Revit

A aposta reflecte o constante rigor da Vicaima em facultar a experiência mais adequada e avançada, com base numa metodologia revolucionária para os fluxos de trabalho da construção e arquitetura em todo o mundo

A Vicaima, especialista no design e produção de soluções para portas, aros, roupeiros, painéis e peças de mobiliário, lança uma nova oferta de objectos BIM (Building Information Modeling) em Archicad e Revit para a sua gama de roupeiros.
As soluções Vicaima Wardrobe em BIM estão disponíveis em diferentes opções de configuração, englobando para já todos os roupeiros com portas de abrir da sua Linha Advanced.

Segundo a empresa, incorporam igualmente, e de forma integral, os modelos de portas das linhas Essential, Exclusive e Classic. Desta forma, a Vicaima estimula métodos colaborativos e intuitivos, potenciando através da partilha dos ficheiros BIM entre os profissionais do sector a sua visualização 3D bem como a leitura e gestão integral de toda sua a informação técnica, incluindo dimensões, modelos e revestimentos, entre outras características.

À disposição dos prescritores encontram-se todas as modulações, acessórios e revestimentos, quer para interiores, quer para portas, compatíveis com os softwares Archicad e Revit. Ao viabilizar a simulação e especificação de qualquer solução escolhida nos projectos digitais, a presente aposta reflecte o constante rigor da Vicaima em facultar a experiência mais adequada e avançada, com base numa metodologia revolucionária para os fluxos de trabalho da construção e arquitectura em todo o mundo.

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Jungheinrich inicia 2022 em linha com as expectativas

As entradas de encomendas, receitas e proveitos antes de encargos financeiros e impostos (EBIT) aumentaram face ao ano anterior

A Jungheinrich anunciou que o desenvolvimento de negócios no primeiro trimestre do exercício de 2022 está em linha com as suas expectativas. Apesar dos desafios nas cadeias de abastecimento e dos estrangulamentos na oferta de materiais, as entradas de encomendas, receitas e proveitos antes de encargos financeiros e impostos (EBIT) aumentaram face ao ano anterior.

A guerra na Ucrânia, iniciada no final de Fevereiro, conduziu a elevados níveis de incerteza nas economias europeia e global, e, consequentemente, na actividade da Jungheinrich. Face a estas circunstâncias, a previsão do grupo alemão especialista em intralogística para 2022 permanece inalterada.

As encomendas recebidas aumentaram ligeiramente no primeiro trimestre para 1,33 mil milhões de euros e a receita subiu 10,7% para 1,06 mil milhões de euros. Este crescimento das receitas foi impulsionado, em particular, pela venda de equipamentos novos, aluguer de máquinas e serviço pós-venda. O EBIT atingiu os 77,9 milhões de euros e foi impactado por custos materiais e logísticos significativamente mais elevados. A rentabilidade das vendas do EBIT ascendeu a 7,3%. Até 31 de Março de 2022, o crédito líquido ascendeu a 95 milhões de euros, principalmente devido à acumulação de stocks.

Lars Brzoska, presidente do Conselho de Administração da Jungheinrich AG, afirma que “o início do novo exercício correu como esperado”. E explica: “Para além dos desafios em curso na cadeia de abastecimento e dos aumentos maciços dos custos logísticos e das matérias primas, a guerra Rússia-Ucrânia teve também um impacto negativo no primeiro trimestre. Apesar destas circunstâncias desafiantes, as encomendas recebidas, as receitas e o EBIT foram todos mais elevados do que no ano anterior. Até agora, a procura do mercado continua a ser positiva”.

Como parte da estratégia 2025+, a empresa encontra-se a implementar uma série de projectos e medidas, tais como a construção de uma nova fábrica em Chomutov, República Checa, a abertura da 41ª empresa de vendas da Jungheinrich na Nova Zelândia, e a introdução de várias inovações nos domínios da automação, digitalização e mobilidade eletrónica que serão apresentadas na feira de intralogística LogiMAT no final de Maio.

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Câmara Municipal e Startup Lisboa desafiam jovens a encontrarem soluções para a habitação em Lisboa

O HACKATHOME pretende reunir nos dias 28 e 29 de Maio, no Hub Criativo do Beato, a maratona de ideias tecnológicas, inovadoras e sustentáveis que deem resposta ao desafio de dar nova vida às 48 mil casas vazias da cidade

Numa iniciativa em que convidam jovens universitários a dar resposta ao desafio das mais de 48 mil casas vazias na cidade, a Câmara Municipal de Lisboa e a Startup Lisboa, incubadora de empresas na área da tecnologia, uniram-se para lançar o HACKATHOME.

Nos dias 28 e 29 de Maio decorrerá no Hub Criativo do Beato, a maratona de ideias tecnológicas, inovadoras e sustentáveis que deem resposta ao desafio de dar nova vida às 48 mil casas vazias da cidade, que, actualmente, não estão a servir a sua função habitacional. Neste contexto, é urgente apelar ao conhecimento e dinamismo do ecossistema empreendedor para definir políticas públicas apoiadas na cocriação com os cidadãos.

“A colocação à disposição dos munícipes destas casas é uma missão urgente que precisa de respostas rápidas e à altura da era tecnológica que vivemos. Envolver os jovens neste desafio tem como objectivo fazer com que esta geração participe na tomada de decisão, ao mesmo tempo que beneficiamos da sua capacidade de inovar tecnologicamente”, explicou Filipa Roseta.

A apresentação pública realizou-se com a presença de Filipa Roseta, vereadora da Habitação da Câmara Municipal de Lisboa, Gil Azevedo, o novo director executivo da Startup Lisboa, Frederico Santos, em representação da Microsoft, entidade parceira, entre outros, durante a qual foi traçado o diagnóstico da crise de habitação em Lisboa e explicado o processo de desenho da Carta Municipal de Habitação, a primeira a ser implementada no município e que está a ser desenvolvida em regime de plena cocriação com os cidadãos e prevê-se concluída no final deste ano.

“Com base nos dados disponíveis dos Censos 2021, percebemos que das 320 mil casas identificadas em Lisboa, há um universo de 242 mil de residência habitual, a que acrescem 30 mil de residência secundária. Com esta informação, chegámos à incógnita das 48 mil casas classificadas como vagas. É este potencial que queremos explorar com o Hackathon”, destacou Margarida Maurício, arquitecta do gabinete da vereadora Filipa Roseta.

Sobre o contributo da tecnologia para as políticas de habitação, Marco Rodrigues sublinhou “a ausência generalizada de dados eficientes sobre o tema e a necessidade de promover uma cultura de inteligência urbana, destacando o papel dos jovens universitários na procura de soluções e na sua sensibilização para a temática da habitação”.

Serão selecionadas até 15 equipas com diferentes perfis de tecnologia, gestão, engenharia ou arquitetura, com a missão de pensar soluções digitais sustentáveis que possam ser implementadas na cidade para ajustar a oferta e a procura de habitação.

A última etapa do programa é a apresentação da solução desenvolvida ao júri, composto por elementos da autarquia, da Startup Lisboa, parceiros e convidados. O primeiro prémio tem um valor monetário de 7 mil euros, o segundo de 2 mil euros e o terceiro lugar de mil euros.

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Vortal lança nova plataforma de compras dedicada ao sector da construção

VBuild é o novo mercado eletrónico totalmente dedicado à construção, lançado pela Vortal. O novo market place promete “trazer simplicidade, confiança, rapidez e inteligência às compras e vendas neste sector”

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Lançado pela plataforma de eSourcing e eProcurement, este novo portal vai permitir responder às dificuldades de empresas de todas as dimensões em receber propostas adequadas para os seus projectos ou obras, facilitando o processo de encontrar novos parceiros de negócios.

Numa altura em que o sector da construção enfrenta desafios relacionados com a sustentabilidade, a digitalização, a escassez de mão de obra e a pressão inflacionista, as empresas têm sentido a necessidade de rever e adaptar as suas estratégias para se enquadrarem num sector em constante mudança. O novo VBuild assenta em quatro pilares essenciais que permitem fazer face às dificuldades da realidade actual: uma rede alargada de fornecedores, qualificação dos mesmos, inteligência de mercado para conhecimento profundo da paisagem competitiva e a identificação de projectos em fase inicial, particularmente útil para os vendedores.

“Através da plataforma VBuild, 90% dos contratos são adjudicados a novos fornecedores, permitindo cobrir possíveis carências do mercado através do acesso a propostas mais competitivas e aos vendedores mais indicados para um determinado projeto. Por outro lado, os vendedores aumentam as suas oportunidades de potenciar os seus negócios”, assegura a plataforma.

Por ser totalmente dedicado ao sector, o VBuild permite a construção de uma rede alargada de fornecedores qualificados em diversas categorias. Por ser um processo de compra totalmente digitalizado, resulta ainda em poupanças significativas para as empresas – em média poupam 22% por ano –, redução do risco e gestão de todo o processo de forma eficiente, transparente, inovadora e sustentável.

“O VBuild permite às empresas melhorar o seu desempenho, diminuir os riscos e inovar nos seus processos e organizações. Compradores e fornecedores têm agora à sua disposição uma plataforma inteligente com oportunidades de negócio e de acesso simples e fácil”, afirmou Para Miguel Sobral, CEO da Vortal.

A Vortal integra o grupo Byggfakta, que tem a sua sede na Suécia e uma presença global, com cerca de 47 mil clientes listados, fornecendo informação a mais de um milhão de projectos no mundo. A plataforma Vortal tem uma presença em Portugal, Espanha e América Latina.

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Cluster ferroviário com foco nos investimentos a realizar

Marcado por um contexto de expectativa quanto ao futuro do sector ferroviário em Portugal e na Europa, “PORTUGAL RAILWAY SUMMIT” focou-se nos planos de investimento, nos desafios da sustentabilidade e em discutir as prioridades

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Em Matosinhos terminou hoje, 17 de Maio, o “PORTUGAL RAILWAY SUMMIT”, organizado pela PFP – Plataforma Ferroviária Portuguesa, Cluster da Ferrovia.

Marcado por um contexto de expectativa quanto ao futuro do sector ferroviário em Portugal e na Europa, o evento focou-se nos planos de investimento e nos desafios da sustentabilidade, proporcionando a discussão de prioridades e novas perspectivas de inovação ferroviária.

Este encontro assume particular importância para a discussão de prioridades, novas perspectivas de inovação ferroviária, para o desenvolvimento do sector e toda a sua cadeia de valor, focando os planos de investimento que se avizinham e os desafios ecológicos a enfrentar.

Foi proposto ao Governo […] que fosse antecipada a ligação ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, e que os comboios de alta velocidade pudessem chegar mais cedo não só a Campanhã, mas depois a uma nova estação no aeroporto”, afirmou Carlos Fernandes. O Vice-Presidente da Infraestruturas de Portugal, IP, foi um dos oradores no Painel sobre Investimentos Nacionais, onde a empresa tem tido papel fundamental nos últimos anos, decorrente do Programa Ferrovia 2020, e que terá também futuramente, na concretização do investimento a realizar através do Programa Nacional de Investimento – PNI2030.

A proposta de antecipação, que o responsável anunciou, relaciona-se com a possível disponibilidade de verbas proveniente do adiamento de investimentos na ligação à estação do Oriente, em Lisboa. “Estavam previstas duas fases, a IP propôs ao Governo a constituição de uma terceira fase”, que corresponde ao troço Carregado – Lisboa, para que este “seja atrasado, provavelmente, para depois de 2040”, disse.

Segundo Carlos Fernandes, os dois ou três minutos de viagem perdidos com a não execução dessa obra até Lisboa permitiram alocar verbas para a ligação ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, na Maia, que serve o Porto, o Norte do país e a Galiza.

O projecto de alta velocidade ferroviária está previsto ser finalizado até 2030, com a primeira fase, correspondente ao troço Porto – Soure (Coimbra), com obras entre 2026 e 2028. O aeroporto estava inicialmente previsto na segunda fase, envolvendo a ligação a Vigo, mas é agora pretensão da IP antecipá-la. A estação em Gaia será a primeira estação da Área Metropolitana do Porto.

Ao longo dos dois dias de encontro tiveram lugar seis painéis, tendo o primeiro dia sido dedicado ao tema “Investimentos Nacionais e Internacionais” e às “Inovações e Desafios Tecnológicos”. No dia 17 de Maio a “Intermodalidade” e o “Fórum de Clusters” dominaram os trabalhos.

O PORTUGAL RAILWAY SUMMIT, é o fórum de discussão anual das tendências do sector Ferroviário. Pontos de encontro privilegiados para a criação de oportunidades de negócio e parcerias estratégicas focadas nos tópicos definidos pelo European Rail Research Advisory Council e pela Agenda Estratégica de Investigação e Inovação Ferroviária, “RAIL 2030 – Research and Innovation priorities”: Digitalização, Automação, Nova Mobilidade Soluções, Mobilidade Mais Verde e Sustentável. Ferrovia, a espinha dorsal da Mobilidade 2030.

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Aleluia Cerâmicas lança bibliotecas BIM das suas colecções

A companhia de Esgueira, em Aveiro, coloca no seu website bibliotecas BIM das suas principais colecções, ficheiros digitais com características técnicas associadas a cada referência, texturas, links para documentação relevante, amostras gratuitas que passam assim a estar disponíveis para clientes profissionais e finais

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A Aleluia Cerâmicas acaba de introduzir um conjunto de soluções digitais com vista a “ajudar os seus clientes profissionais na criação dos seus projetos”.

A companhia de Esgueira, em Aveiro, coloca no seu website bibliotecas BIM das suas principais colecções, ficheiros digitais com características técnicas associadas a cada referência, texturas, links para documentação relevante, amostras gratuitas que passam assim a estar disponíveis para clientes profissionais e finais. Segundo os responsáveis da empresa, “no simulador de aplicação de cerâmica para paredes e chão, muitos clientes têm conseguido encontrar a cerâmica perfeita para o seu espaço, conseguindo ter uma melhor perceção dos
detalhes das peças e do aspeto da sua aplicação antes de completar a compra”.

Nos últimos anos, a Aleluia Cerâmicas tem apostado no lançamento de diversas ferramentas digitais com o objetivo de ajudar os seus clientes profissionais na criação dos seus projetos. De momento, a Biblioteca BIM inclui 11 coleções distintas, estando planeado para breve o
alargamento para mais referências.

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