Edição digital
Assine já
Imobiliário

Plataforma Housers já atingiu os 1,5 M€ de investimento

Em oito meses, a Housers já conta com mais de 4300 utilizadores portugueses registados e já concluiu com sucesso cinco projectos imobiliários em Portugal, nos quais o valor médio por investidor varia entre os 350 euros e os 650 euros

CONSTRUIR
Imobiliário

Plataforma Housers já atingiu os 1,5 M€ de investimento

Em oito meses, a Housers já conta com mais de 4300 utilizadores portugueses registados e já concluiu com sucesso cinco projectos imobiliários em Portugal, nos quais o valor médio por investidor varia entre os 350 euros e os 650 euros

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
Lançado o concurso público para a reabilitação da EN362
Construção
Mafra com nova plataforma digital para procedimentos urbanísticos
Imobiliário
Norfin vende dois activos logísticos na grande Lisboa
Imobiliário
Novo fundo europeu para incentivar inovação em PME
Empresas
Melom recebe duas distinções
Empresas
imagem de selos
Grupo Colt recebe pontuação EcoVadis pelo seu desempenho ambiental e ESG
Empresas
Cascais vai investir 200M€ em habitação
Construção
2021 foi o ano mais forte de sempre no mercado imobiliário português
Imobiliário
Light + Building adiada para Outubro
Empresas
Light & Building
‘Azul Boutique Hotel” arranca em Vila Nova de Gaia
Imobiliário

A Housers, a plataforma de crowdfunding espanhola que chegou a Portugal em Outubro de 2017 e que actua no sector imobiliário, acaba de atingir 1,5 milhões de euros provenientes de investidores de nacionalidade portuguesa.

Através da plataforma online “é possível poupar e investir com um mínimo de 50 euros em activos reais e tangíveis” que permitem garantir “uma poupança para o futuro e rentabilizar o capital investido com segurança e transparência”, indica a Housers, em comunicado enviado ao Construir.

Em oito meses, a Housers já conta com mais de 4300 utilizadores portugueses registados e já concluiu com sucesso cinco projectos imobiliários em Portugal, nos quais o valor médio por investidor varia entre os 350 euros e os 650 euros.

De acordo com João Távora, CEO da Housers em Portugal, “o facto de termos conseguido atingir um número tão elevado de investimento em tão pouco tempo superou as expectativas. Este rápido crescimento em Portugal comprova sobretudo a confiança que os portugueses têm depositado na Housers. A maioria dos investidores começa por investir montantes muito reduzidos, mas, à medida que vão ganhando confiança, vão aumentando o valor dos investimentos.”

“Só no projeto do Porto, 157 investidores portugueses contribuíram com 103.877 euros para o financiamento da construção de uma urbanização com 54 apartamentos. Os números mostram como os portugueses estão cada vez mais atentos ao modelo de crowdfunding como uma alternativa de investimento mais rentável e com menor risco e, por isso, continuaremos a lançar novos projectos em Portugal”, acrescenta João Távora.

Por sua vez, o último projecto em Portugal, que consistiu na compra, renovação, arrendamento e venda de um apartamento em Paço de Arcos, fechou apenas em cinco dias. “Foi o projecto em Portugal que terminou mais rapidamente e teve a participação de investidores de várias nacionalidades, o que comprova igualmente o interesse de investimento estrangeiro no país”, reitera.

A Housers tem como objectivo democratizar o investimento em activos reais e, a nível global, já conta com mais de 85 mil utilizadores inscritos de todo o mundo, tendo já acumulado mais de 55 milhões de euros investidos através de financiamento coletivo.

A plataforma iniciou o processo de internacionalização há um ano com a entrada em Itália e mais tarde Portugal, abrindo aos investidores a possibilidade de investir num novo mercado imobiliário. Em Itália, a Housers conta com mais de nove mil utilizadores e já concluiu com sucesso 10 projectos em três cidades italianas. Num ano angariou mais de 5,5 milhões de euros e ganhou vários prémios, incluindo o prémio da Forbes de “Melhor startup de proptech em Itália”.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Artigos relacionados
Construção

Lançado o concurso público para a reabilitação da EN362

A obra, orçada em 2M€, decorrerá num troço com cerca de nove quilómetros, na freguesia de Alcanede, concelho de Santarém, e visa a melhoria das condições de mobilidade e segurança rodoviária

Foi publicado em Diário da República o concurso público para a empreitada de reabilitação do troço da EN362, que serve directamente a freguesia de Alcanede, no concelho de Santarém, com cerca de nove quilómetros.
A obra envolverá um investimento estimado em dois milhões de euros e pretende reforçar as condições de mobilidade e segurança da via, complementando a intervenção de reabilitação realizada anteriormente entre Alcanede (km 31,025) e Santarém (km 51,733), e que foi concluída em Março do ano passado.

No âmbito da obra está prevista a beneficiação integral do pavimento, a melhoria dos acessos da e para a rede viária local, o reforço e substituição da sinalização e dos equipamentos de segurança da via, e a reformulação dos sistemas de drenagem.

A EN362, entre os Km 22,433 e 51,733, constitui-se como um dos eixos rodoviários que assegura a ligação entre Santarém e Porto de Mós, atravessando a freguesia de Alcanede. O troço objecto da empreitada em concurso tem o início no limite de Concelho entre Porto Mós e Santarém (km 22,433) e termina em Alcanede (km 31,025).

Publicidade


Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Mafra com nova plataforma digital para procedimentos urbanísticos

A Câmara de Mafra disponibiliza uma nova plataforma digital que permite a desmaterialização dos procedimentos urbanísticos, que substitui a tramitação em papel

“O Município de Mafra alterou o Regulamento Municipal de Edificação e Urbanização (RMEU), o qual inaugura uma nova forma de trabalhar, orientada para a desmaterialização administrativa. Abolindo a tramitação dos processos urbanísticos em papel e instituindo o recurso aos meios electrónicos, são definidos os procedimentos adequados à correcta recepção dos pedidos em formato digital”, refere a página oficial da autarquia.

A alteração visa, se acordo com o município “promover a modernização administrativa e reforçar o processo de transformação digital, prestando um serviço público mais simples, mais directo e mais eficiente e evitando ainda deslocações”.

De realçar que o RMEU é o regulamento que estabelece as normas de concretização e de execução do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, desenvolve os princípios legais aplicáveis na área do Município de Mafra e tem como objectivo contribuir para a defesa e preservação dos valores ambientais, bem como para o ordenamento do território de forma sustentada.

Poderá aceder à nova plataforma aqui

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Norfin vende dois activos logísticos na grande Lisboa

Localizadas em zonas consolidadas de logística, as unidades foram adquiridas pela Bedrock Capital e pelo sueco Europi Property Group, que inaugura com este negócio a sua entrada em Portugal

A Norfin, SGOIC alienou dois activos logísticos anteriormente integrados no Ibéria FEIF. Um dos imóveis está localizado no Cartaxo e integralmente arrendado por uma empresa do Grupo Sonae. O outro activo, localizado na Quinta do Adarse em Alverca do Ribatejo, também se encontra totalmente ocupado, tendo como inquilino uma empresa nacional líder no seu sector de actividade.

Os activos foram adquiridos em conjunto pela Bedrock Capital, que celebra o seu primeiro investimento em logística, e pelo Europi Property Group (EPG), um investidor internacional que estabelece o seu primeiro investimento em Portugal através desta parceria.

“Estamos muito satisfeitos com a aquisição destes dois activos, que marca a nossa primeira operação em parceria com o Europi Property Group. Estamos optimistas em relação ao mercado logístico português, o qual tem vindo a registar uma procura crescente por parte dos operadores, sendo que os armazéns se encontram localizados em dois importantes hubs logísticos de Lisboa”, explica João Tenreiro Gonçalves, Executive Partner da Bedrock Capital.
“O segmento de Industrial e Logística segue em franca expansão em toda a Europa, muito impulsionado pelo crescimento das vendas online e novas tendências de consumo. Em Portugal, no ano de 2020, o segmento alcançou um recorde de take-up, e estima-se que os números em 2021 venham a superar os do ano anterior”, assegura a consultora imobiliária internacional Savills que assessorou a Norfin neste negócio.

“Ao longo de quatro anos, a Norfin trabalhou no sentido de melhorar a qualidade dos serviços prestados aos arrendatários, na renovação e melhoria da qualidade dos edifícios. Desta forma, potenciámos o valor de mercado dos activos e, tendo vendido na altura certa, maximizámos o retorno dos nossos investidores”, explica Daniel Lopes, Manager da Norfin.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Novo fundo europeu para incentivar inovação em PME

Este apoio destina-se à execução de um pré-diagnóstico de propriedade intelectual (PI) e/ou na formalização de pedidos de registo de marcas e de desenhos por parte de uma PME estabelecida num dos 27 Estados-Membros da UE

A Comissão Europeia anunciou a criação de um Fundo de Apoio às Pequenas e Médias Empresas, que pretende servir de incentivo às PME para rentabilizar os seus activos de propriedade intelectual, desenvolvendo estratégias no âmbito da protecção dos respectivos direitos a nível nacional, regional, ou da União Europeia.

Este apoio destina-se à execução de um pré-diagnóstico de propriedade intelectual (PI) e/ou na formalização de pedidos de registo de marcas e de desenhos por parte de uma PME estabelecida num dos 27 Estados-Membros da UE.
O apoio está dividido em duas modalidades e em ambas se prevê um reembolso parcial dos custos associados até um valor máximo de 1500€ para taxas relativas ao pré-diagnóstico de PI, marcas e desenhos ou modelos (Vale 1), e/ou de 750€ para taxas relativas a patentes (Vale 2).

No que concerne ao vale 1, existirá um reembolso na ordem dos 90% nos serviços de pré-diagnóstico de PI, um reembolso de 75% do valor das taxas de base relativas a marcas e desenhos ou modelos ao nível da EU, um reembolso de 75% do valor das taxas de base relativas a marcas e desenhos ou modelos a nível nacional e regional e um reembolso de 50% do valor das taxas de pré-concessão relativas a marcas e desenhos ou modelos internacionais, através da Organização Mundial da Propriedade Intelectual.

Quanto ao vale 2, existirá um reembolso de 50% de taxas relativas a patentes a nível nacional.
Após a candidatura irá receber os respectivos vales a aplicar na solicitação dos serviços pretendidos, tendo estas bonificações uma validade de quatro meses a contar da data da atribuição da subvenção.

“Este fundo deve ser bem aproveitado pelas PME portuguesas, uma vez que a aposta na inovação e a protecção dos seus direitos de propriedade intelectual é fulcral num mercado tão competitivo como o europeu. Quando, em véspera de eleições, se fala muito em crescimento económico, a aposta na inovação é uma das formas para lá chegar”, refere Vítor Palmela Fidalgo, Director Jurídico na Inventa, consultora especializada em propriedade intelectual.

A iniciativa tem o apoio do Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia e estende-se até ao dia 16 de Dezembro de 2022.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
imagem de selos
Empresas

Melom recebe duas distinções

A Melom foi eleita recentemente com os prémios , “Escolha do Consumidor 2022” e “Prémio Cinco Estrelas 2022”

A Melom foi eleita recentemente com os prémios , “Escolha do Consumidor 2022” e “Prémio Cinco Estrelas 2022”.
Há três anos que a MELOM é reconhecida como “Escolha do Consumidor”, na categoria “Obras e Remodelação de Imóveis”, recebendo esta certificação que atesta o serviço da rede avaliado directamente pelos consumidores.A empresa de remodelação de imóveis obteve um índice de satisfação global de 79,34% e uma intenção de compra de 76,30%.

Entre os consumidores envolvidos na avaliação da categoria, a MELOM foi eleita a “Marca nr. 1 na Escolha do Consumidor”, com uma classificação superior à concorrência em critérios como “Orçamento discriminado e esclarecedor”, “Garantia da obra”, “Cumprimento do orçamento”, “Bons acabamentos”, “Explicação detalhada de todo o serviço“ e “Aconselhamento no planeamento da obra”. Os consumidores destacam também pela positiva a confiança na marca, assim como lhe reconhecem experiência acumulada no sector.

Pelo quinto ano consecutivo, a marca foi igualmente distinguida com o “Prémio Cinco Estrelas 2021”, resultado da auscultação dos consumidores relativamente a cinco marcas avaliadas nesta categoria. A empresa líder em remodelação de imóveis obteve um índice de satisfação global de 81,7% (8,17 em 10 pontos possíveis), mais seis pontos percentuais face ao ano passado.

O Prémio Cinco Estrelas é um sistema de avaliação que mede o grau de satisfação que os produtos, os serviços e as marcas conferem aos seus utilizadores, tendo como critérios de avaliação variáveis como a “Satisfação pela Experimentação”, “Relação Preço-Qualidade”, “Intenção de Compra ou de Recomendação”, “Confiança na Marca e Inovação”, que influenciam a decisão de compra dos consumidores. Entre os indicadores avaliados, destacam-se a “Intenção de Compra ou Recomendação”, que registou uma classificação de 8,84 em 10 pontos possíveis, e a “Satisfação pela Experimentação”, com uma classificação de 8,82 na mesma escala.

Os prémios “Escolha do Consumidor 2022” e “Prémio Cinco Estrelas 2022” vêm juntar-se a outra distinção já atribuída anteriormente à MELOM, o MRI – Marktest Reputation Index 2021 na categoria “Obras em Casa”.

“Recebermos estes prémios é o reconhecimento inequívoco do bom trabalho que, diariamente, a rede de profissionais MELOM desenvolve de norte a sul do país. É nosso foco garantir aos clientes a qualidade e segurança de uma rede de serviços especializados e à medida das suas necessidades.”, afirma João Carvalho, co-fundador da MELOM. O responsável acrescenta ainda que “sermos distinguidos ano após ano não só contribui para reforçar os nossos índices de notoriedade, como vem demonstrar que os consumidores portugueses podem sempre confiar num serviço de excelência.”

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Grupo Colt recebe pontuação EcoVadis pelo seu desempenho ambiental e ESG

O Grupo Colt obteve do maior fornecedor mundial de classificações em sustentabilidade empresarial, a EcoVadis, a pontuação Gold pelo seu desempenho ambiental, social e governação (ESG)

O Grupo Colt, que inclui a Colt Technology Services e a Colt Data Centre Services (DCS), obteve do maior fornecedor mundial de classificações em sustentabilidade empresarial, a EcoVadis, a pontuação Gold pelo seu desempenho ambiental, social e governação (ESG). O Grupo também foi distinguido com a classificação B por parte do Carbon Disclosure Project (CDP) pelo seu desempenho ambiental.

Mais de 75.000 empresas, oriundas de mais de 160 países e de 200 sectores de actividade estão associadas ao EcoVadis, cujo mais recente ranking do sector coloca o Grupo Colt no percentil 97, com uma pontuação de 71/100. A pontuação EcoVadis considera o desempenho do Grupo Colt em quatro grandes áreas: ambiente, trabalho e direitos humanos, ética e contratos públicos sustentáveis. As políticas e as acções criadas e implementadas, bem como os resultados alcançados pelo Grupo nestas áreas, foram responsáveis por estas elevadas pontuações.

O CDP é uma organização internacional sem fins lucrativos que ajuda empresas, cidades, países e regiões a divulgarem o seu impacto ambiental. Em 2020, mais de 9.600 empresas, que representam mais de 50% da capitalização bolsista a nível mundial, divulgaram os seus dados ambientais através do CDP.

A pontuação do CDP vai de D – a mais baixa, até A – a mais alta. A classificação B atribuída à Colt, situa o Grupo na franja das classificações mais elevadas, corroborando a eficácia das medidas estruturadas que tem vindo a implementar no que concerne às questões climáticas. Durante 2021, o Grupo Colt trabalhou em estreita colaboração com a Carbon Intelligence para desenvolver a sua estratégia ambiental e de alterações climáticas.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

Cascais vai investir 200M€ em habitação

A Câmara de Cascais apresentou a sua Estratégia Local de Habitação (ELH) desenvolvida por uma equipa do município com académicos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

CONSTRUIR

A Câmara de Cascais apresentou a sua Estratégia Local de Habitação (ELH) desenvolvida por uma equipa do município com académicos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

A estratégia tem um desígnio: garantir acesso de todos a habitação condigna e desenvolver políticas de habitação transformadoras. Antes faz um retracto duro da realidade de Cascais no que diz respeito à população elegível para o Primeiro Direito.

Os dados apresentados referem que há 4085 famílias para realojar em Cascais. Destas, 2.384 famílias estão em situação de carência habitacional e 1.701 famílias) na situação que se convencionou de carência economia, ou seja, ou têm casa arrendada mas estão na iminência de despejo por dificuldades económicas.

Publicidade


“A escassez de habitação é um problema transversal a diversas classes e estratos. O que implica que as soluções tenham de ser distintas ao abrigo de um grande programa de habitação pública que não se restringe às necessidades identificadas no programa 1ºDireito. Reabilitaremos o parque habitacional público que é hoje 2.8% do total de casas no concelho. Com a execução do nosso projecto, esse número chegará aos 3.3%”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Cascais Carlos Carreiras.

O responsável avançou que “a nossa ambição é que a habitação pública caminhe tendencialmente, ao longo dos próximo anos, até aos 30% do total do parque habitacional do concelho”.

Para lá chegar Cascais irá trabalhar em múltiplas frentes. Ao nível da construção nova “temos previstos 800 novos fogos, que já sinalizamos para candidatura a linhas de financiamento nacionais e europeias no valor aproximado de 165 milhões de euros, em todas as freguesias: Encosta da Carreira, Sassoeiros, Bairro Calouste Gulbenkian, Adroana, Fontaínhas, Rana e Bairro Marechal Carmona.”

O arrendamento acessível é outra das apostas e, por isso, o orçamento municipal de 2022 foi dotado “com verbas para programas de renda acessível não apenas para população vulnerável, mas também para professores e profissionais de saúde deslocados e estudantes. Outras formas de suporte, como apoio directo aos beneficiários, aquisição ou reabilitação também são equacionados”.

Ao nível da habitação partilhada e colaborativa. Carlos Carreiras afirmou que a intenção é a de “reinventar os bairros sociais de primeira geração com serviços partilhados”. Uma quarta linha diz respeito à regeneração e sustentabilidade. “Trabalhando os bairros para o conforto térmico e sustentabilidade ambiental e energética, um requisito essencial para o século XXI e que representa ganhos económicos para as famílias”.

O presidente anunciou ainda a criação de um Conselho Municipal de Habitação para acompanhar a execução do programa. “Criaremos os instrumentos, em conformidade com a Lei de Bases, a saber a “Carta Municipal de Habitação” e o “Relatório Municipal de Habitação”, e seremos muito criteriosos no modelo de governance deste programa de habitação pública. A política de habitação não rima com eleições – mas rima com gerações”, sustentou.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

2021 foi o ano mais forte de sempre no mercado imobiliário português

É o que referem os dados gerados pela Plataforma Alfredo, especializada em inteligência artificial para o mercado imobiliário. A plataforma lançou o “índice de Preços Alfredo”, que todos os meses apresentará uma análise do mercado residencial para os municípios capitais de distrito em Portugal

CONSTRUIR

A Alfredo, empresa especializada em inteligência artificial para o mercado imobiliário, lançou o “Índice de Preços Alfredo”. Segundo o relatório da Alfredo, até Setembro de 2021 foram vendidos 153.076 imóveis, o que representa um aumento de 25,4% relativamente a Setembro do ano anterior, período até ao qual foram vendidos 122.066 imóveis. Estes valores traduziram-se numa capitalização de mercado de 24,9 mil milhões de euros até Setembro deste ano, comparativamente aos 18,7 mil milhões de euros registados no período homologo, fazendo de 2021 o ano mais forte de sempre no mercado imobiliário português.

Segundo o “Índice de Preços Alfredo”, o preço médio dos imóveis subiu 5,7% nos últimos 12 meses, tendo Aveiro sido o município com o maior crescimento, com um aumento de 20% nos preços, e que o município com o crescimento mais baixo foi Castelo Branco, com um decréscimo de -6,6% nos preços. O município onde os imóveis demoram menos tempo a ser vendidos é Viana do Castelo, com uma média de 96 dias para serem vendidos, sendo que o município onde os imóveis demoram mais tempo a ser vendidos é Castelo Branco.

Lisboa, com um preço médio de 3.486 Euros por m2, seguido do Porto, com um preço médio de 2.164 Euros por m2 e Faro, com um preço médio de 1.953 Euros por m2, são os municípios capital de distrito com o preço médio por m2 mais elevado.

No lado oposto, Guarda, com um preço médio de 431 Euros por m2, Portalegre, com um preço médio de 483 Euros por m2 e Santarém, com um preço médio de 567 Euros por m2, são os municípios capital de distrito com os valores mais baixos por m2. O “Índice de Preços Alfredo” revela também que em Dezembro, o preço médio foi de 2.580 Euros por m² para apartamentos este mês e o preço médio para moradias foi de 1.037 Euros por m².

Segundo o “Índice de Preços Alfredo”, Lisboa foi o município com a taxa de esforço mais elevada, com um valor de 2,3, e registou um aumento de 2,8% no preço da habitação. O município com a taxa de esforço mais baixa foi Guarda, com um valor de 0,8, registando um decréscimo no preço da habitação de -4,9%. [A taxa de esforço é a relação entre a avaliação bancária mediana (por m²) e o rendimento médio mensal dos habitantes em cada município].

Mercado Residencial de Compra e Venda – Apartamentos

O Relatório da Alfredo indica que no mês de Dezembro de 2021, Lisboa foi a capital de distrito com o maior número de apartamentos no mercado, 11.321, enquanto que Évora, com 61, foi a capital com o número mais baixo. Relativamente aos preços médios, Lisboa foi o município com o valor mais elevado, 390 mil Euros, em contraste com o preço médio de 68 mil Euros para Portalegre, a capital de distrito com o preço médio mais baixo.

Durante o último ano predominou um aumento do preço médio para apartamentos em Portugal. Aveiro foi o município que registou o maior aumento, tendo-se observado uma variação de 19% e Ponta Delgada foi o município com o crescimento mais baixo, tendo sido a variação nesta zona de -4% no último ano.

Mercado Residencial de Compra e Venda – Moradias
No mês de dezembro de 2021, Porto foi a capital de distrito com o maior número de moradias no mercado, 1.659, enquanto que Portalegre, com 178, foi a capital com o número mais baixo. Relativamente aos preços médios, Lisboa foi o município com o valor mais elevado, 641 mil Euros, em contraste com o preço médio de 44,7 mil Euros para Castelo Branco, a capital de distrito com o preço médio mais baixo.
Durante o último ano predominou um aumento do preço médio para moradias em Portugal. Aveiro foi o município que registou o maior aumento, tendo-se observado uma variação de 22% e Castelo Branco foi o município com o crescimento mais baixo, tendo sido a variação nesta zona de -8% no último ano.

A Alfredo
A Alfredo é uma plataforma digital que pretende trazer a inteligência para o mercado imobiliário. O projecto foi lançado no início de 2019, devido à falta de dados imobiliários online estruturados, num cada vez mais próspero mercado residencial. Posicionando-se como uma plataforma digital para profissionais do sector imobiliário, procura estabelecer-se enquanto parceiro de confiança no espaço da informação de mercado.

“Vimos uma oportunidade de recorrer às mais recentes técnicas de inteligência artificial de última geração, trazendo novas formas de criar informação gerada por dados no mundo imobiliário. O processo resultou numa plataforma inteligente de negócios, alimentada por Inteligência Artificial para os stakeholders imobiliários, dinamizando os seus processos de recolha de dados e inteligência, e colocando-os à frente da concorrência. Os nossos clientes incluem correctores de imóveis, agentes, analistas, avaliadores e as outras instituições deste mercado, e temos parcerias com entidades tão reputadas como a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, a MaisConsultores, a Remax Siimgroup ou a plataforma Doutor Finanças”, defende Gonçalo Abreu, co-fundador da Alfredo.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Light & Building
Empresas

Light + Building adiada para Outubro

A ‘Light + Building Autumn Edition’ terá lugar entre 2 a 6 de Outubro e manterá o seu conceito hibrido

CONSTRUIR

Em Dezembro passado, a alta incidência da Covid-19 na Alemanha, seguida pelo aparecimento internacional da variante Omicron e as restrições de viagem associadas, levaram a incertezas no sector de iluminação, construção e tecnologia de segurança. Sendo que a situação pandémica se continua a desenvolver de forma muito dinâmica, a Messe Frankfurt decidiu adiar a feira Light + Building para o Outono deste ano, mais precisamente de 2 a 6 de Outubro.

“Levámos muito a sério as preocupações dos nossos parceiros e, claro, também ponderámos as oportunidades e riscos empresariais. Conforme já anunciado em Dezembro, todas as opções para uma nova data estavam em análise. Felizmente, conseguimos encontrar uma data de Outono atractiva e isso é possível através do reagendamento interno da Light + Building. Isso significa que a perspectiva de um forte lançamento internacional do sector em Frankfurt em 2022 permanece”, explica Wolfgang Marzin, presidente e CEO da Messe Frankfurt.

Para o Light + Building Autumn Edition, o conceito híbrido permanece o mesmo. Além do ponto de encontro internacional da indústria em Frankfurt, a participação é possível através da plataforma Light + Building Digital Extension. No Centro de Exposições, de 2 a 6 de Outubro de 2022, os expositores apresentarão um espectro de produtos exclusivo para planeamento integrado de edifícios. Todos os negócios relacionados com electricidade estarão presentes, desde o design de iluminação e luminárias, segurança conectada e domótica até sistemas de instalação eléctrica, sistemas inteligentes de gestão de energia e fornecedores de infraestrutura de carregadores electrónicos.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

‘Azul Boutique Hotel” arranca em Vila Nova de Gaia

Com um investimento de 11,5 M€, o Grupo Fortera arranca com as obras já em Fevereiro. A sua conclusão está prevista para 2023

CONSTRUIR

O Grupo Fortera vai arrancar em Fevereiro com a construção do Azul Boutique Hotel, em Vila Nova de Gaia. Com um investimento de 11,5 milhões de euros para o seu desenvolvimento, o ficará concluído em 2023.

O novo hotel de 4 estrelas, a 50 metros da Ponte D. Luis I, na Rua General Torres, será constituído por 64 quartos com vista sobre o rio Douro, contando ainda com restaurante, esplanada e solário com piscina no piso 4, perfazendo uma área total de 4200 m2.

“Tomamos partido desta localização para trazer a paisagem para quase a totalidade dos quartos. Também a zona de restauração e o solário aproveitam essa paisagem com vistas completamente desimpedidas”, explica Hélder Agostinho, arquitecto e gestor imobiliário do projecto.

Também por isso, este poderá ser “o projecto mais promissor que Porto e Gaia já viram”, considera o Grupo.

“Apesar da difícil conjuntura pandémica para o sector do turismo, os próximos meses deverão permitir-nos reunir boas condições para efectuarmos perspectivas mais consolidadas, o que nos leva também a crer que estamos a prever esta inauguração para um momento de franca recuperação do sector, com o Porto e Gaia a voltaram a apresentar-se como importantes pólos de procura turística em Portugal”, conclui Elad Dror, CEO do grupo Fortera.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector da construção, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias da Construção em Portugal. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.