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União Internacional de Proprietários Imobiliários reúne-se em Lisboa

No âmbito do“International Property Day 2018”, a UIPI trás a Portugal representantes de mais de 29 associações europeias. No caso de Portugal, a ALP irá abordar a questão do congelamento da rendas

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A Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) é anfitriã do “International Property Day 2018”, uma iniciativa da União Internacional de Proprietários Imobiliários (UIPI), uma estrutura pan-europeia que reúne 29 associações oriundas de 28 países, que têm em comum a defesa dos direitos dos proprietários urbanos, que irá reunir-se em Lisboa, dia 26 de Outubro, na Pousada de Lisboa, no Terreiro do Paço.

No âmbito deste evento europeu, irá realizar-se a Conferência “O Congelamento de Rendas viola o Direito Humano à Propriedade”, que irá contar com o contributo, como key note speakers, de Miguel Marques dos Santos (sócio da Vieira de Almeida & Associados, especialista em Direito Imobiliário) e David Magalhães (professor de Direito da Universidade de Coimbra), assim como de Menezes Leitão, presidente da ALP e Stratos Paradias, presidente da UIPI.

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Portal da Construção Sustentável: Novo apoio à eficiência energética é “passo de gigante, mas para trás” 

Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis foi reforçado em 15 M€ e uma nova categoria para melhor a eficiência energética e ambiental dos edifícios. Segundo o PCS esta “vai levar a que se recorram a materiais convencionais para isolamento provenientes do petróleo e que a sustentabilidade dos edifícios tem que começar nas matérias-primas utilizadas”

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Portugal, recorrendo ao PRR e através do Fundo Ambiental, acaba de reforçar o Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, em 15 milhões de euros, incluindo uma nova categoria que visa a melhoria da eficiência energética e ambiental dos edifícios, recorrendo a materiais convencionais para isolamento.

Uma decisão que não foi bem recebida pelo Portal da Construção Sustentável (PCS), já que recorrer a materiais “convencionais para isolamento” quer dizer que “continuaremos a isolar os nossos edifícios com materiais baratos e altamente poluentes”. Aline Guerreiro, CEO do PCS, considera que “este é um passo de gigante, mas para trás, na imperativa corrida a um desenvolvimento mais sustentável”.

Sendo o ambiente construído um dos mais poluentes, desde a extracção de matérias-primas até ao fim de vida útil de um edifício, o que significa mais de 40% das emissões, mais de 50% de resíduos, o consumo de cerca de 60% de recursos naturais e mais de 40% de energia, no mundo, “a forma de tornar os edifícios mais sustentáveis é começar pelo início, ou seja, pelas matérias-primas, que têm de deixar de ser provenientes do petróleo”, afirma a responsável pelo PCS.

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“Todo o material proveniente deste combustível fóssil já poluiu o bastante. Não esquecer que o CO2 liberado durante a queima de petróleo é o principal responsável pelo aquecimento global. O dióxido de enxofre, um dos poluentes também libertados na mesma combustão, é a causa principal da chuva ácida”.

A construção deve, por isso, optar por pré-fabricados, na medida em que esta opção pode representar uma poupança de 80% de energia, já que a eficiência energética não se refere apenas ao funcionamento de um edifício, mas também ao uso e aplicação de recursos materiais. “Os materiais convencionais e as técnicas tradicionais de construção são grandes consumidores de energia e geram resíduos sólidos que, na maioria das vezes, não são reciclados, como por exemplo, os materiais plásticos ou derivados de combustíveis fósseis. Construções modulares podem reduzir a produção de resíduos até 90%, (Waste & Resources Action Program) já que são realizadas em ambiente controlado”.

Isolar convenientemente os edifícios é outro aspecto fundamental e, também aqui, o tipo de isolamento escolhido deve ser tido em conta. “Os isolamentos devem ser naturais e não provenientes de petróleo, por todas as razões já descritas. No nosso País já temos produção e bons aplicadores de outro tipo de isolamento que não os combustíveis fósseis, como por exemplo, as lãs e a cortiça. Isolar um edifício diz também respeito às caixilharias: optar sempre por materiais duráveis e, mais uma vez, não provenientes de petróleo. Estes, aplicados a caixilharias tendem a deteriorarem-se, a alterarem a sua forma com o tempo sendo, mais uma vez, altamente poluidores”.

“Construir para desconstruir é o novo mote para uma construção mais sustentável. Se ao invés de aplicarmos colas e outros aglutinantes que dificultam a reciclagem e reutilização de materiais e optarmos por sistemas mecânicos de encaixe, estaremos a possibilitar novas vidas aos materiais quando o edifício atingir o seu fim de vida. É por isso que os projectos devem conter também as “instruções” de desconstrução”.

No mesmo sentido, “o edifício deve, no final da sua vida útil, ser desconstruído selectivamente”. Utilizando aqui, também, a regra do 3R’s – reduzir, reutilizar, reciclar – “todos os materiais devem ser separados por tipologias, os aptos a serem reutilizados e os aptos a serem reciclados. Só uma ínfima parte, senão nenhuma, deve ser considerada para aterro”.

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Knauf Insulation: Relatório anual define “15% de emissões de carbono” como objectivo até 2025

Documento, denominado Insulation Matters, pretende “lançar as bases que ajudarão o grupo e os nossos clientes a continuar a crescer e a melhorar o nosso impacto ambiental para construir um mundo melhor”

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Desde 2010, a Knauf Insulation já conseguiu reduzir o impacto ambiental dos seus produtos, o que se traduziu em menos 21% de emissões de carbono. Até 2025, a empresa pretende que estas emissões não ultrapassem os 15%. Estes são apenas alguns dos objectivos alcançados e propostos publicados no 12º relatório anual do Grupo Knauf, denominado Insulation Matters e agora apresentado. Com mais de 40 anos de experiência na indústria de isolamentos, o relatório resume as conquistas da empresa num momento de incertezas, por causa da pandemia, mas também de optimismo. Os desafios colocados pela empresa no início do ano, como o bem-estar dos colaboradores, a procura de soluções inovadoras capazes de melhorar a eficiência energética e reduzir a pegada de carbono, foram mais do que cumpridos.

No seguimento da nova estratégia de sustentabilidade “Por um mundo melhor” (For a Better World), a empresa trabalha para criar edifícios sustentáveis e eficientes, reduzindo os acidentes de trabalho nas suas instalações (objectivo de 55% menos até 2023), optimizando o uso de recursos materiais e reduzindo os resíduos enviados para aterro (5% a menos até 2025).

“O relatório 2021 é uma montra das realizações da empresa e uma celebração do espírito inovador que a define”, disse Dominique Bossan, CEO da Knauf Insulation para a Europa, Médio Oriente e Ásia. “Estamos a lançar as bases que ajudarão o grupo e os nossos clientes a continuar a crescer e, assim, melhorar o nosso impacto ambiental para construir um mundo melhor”, acrescentou.

Entre os marcos mais importantes da empresa, em que participaram directa ou indirectamente os mais de 5.500 colaboradores distribuídos nos 40 países onde está presente, destaca-se a inauguração da maior unidade de produção da Knauf Insulation, no Texas, nos Estados Unidos da América, uma instalação de última geração com uma área de 56 mil m2. A empresa integrou, também um grande projecto de renovação em grande escala de 184 unidades de habitação social na Bélgica, onde foram alcançadas melhorias energéticas de mais de 26% graças à tecnologia da Knauf Energy Solutions (KES). Um serviço que chegará em breve à Península Ibérica para garantir o sucesso da vaga de renovação energética que já começou.

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150 M€ para beneficiação de 1600 Km da rede hidrográfica e de linhas de água

O programa, que já teve várias fases, tem uma dotação total de 150 milhões de euros, para intervenções em 1.600 quilómetros, seguindo diversas tipologias de intervenções

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O programa, que já teve várias fases, tem uma dotação total de 150 milhões de euros, para intervenções em 1.600 quilómetros, seguindo diversas tipologias de intervenções.

As fontes de financiamento variam desde 2015. A primeira geração deste programa, no valor de 80 milhões de euros, foi financiada pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR) e dizia respeito a obras mais pesadas, necessárias para prevenir cheias e inundações, tendo beneficiado 1,5 milhões de pessoas. Das intervenções previstas para 350 quilómetros de linhas de água, já houve execução de 207 quilómetros.

A segunda geração respeita a intervenções na rede hidrográfica depois dos incêndios de 2017 e 2018, determinadas por protocolo entre a Agência Portuguesa do Ambiente e 57 municípios. Nesta fase, o programa atingiu o valor de 11,4 milhões de euros e beneficiou 1.000 quilómetros de rede hidrográfica com soluções de base natural.

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A terceira geração resultou do compromisso do Governo no âmbito do Programa de Estabilização Económica e Social (PEES), tendo em vista o apoio à qualidade dos recursos hídricos: foram mobilizados cinco milhões de euros para beneficiar 100 quilómetros da rede hidrográfica. Com financiamento do Mecanismo Financeiro Plurianual (EEGrants), no valor de 2,6 milhões de euros, foi também regularizado o rio Ceira, essencial para o domínio das cheias no Mondego.

Até ao final de 2023 serão aplicados mais 50 milhões de euros, provenientes da Assistência à Recuperação para a Coesão e os Territórios da Europa (REACT), em intervenções na reabilitação e valorização de rios portugueses.

Os números foram relembrados pelo ministro do Ambiente e da Acção Climática, João Pedro Matos Fernandes, na visita às obras de reabilitação da Ribeira de Sassoeiros, em Cascais, que integram o plano de beneficiação da rede hidrográfica e de linhas de água

Esta intervenção tem financiamento de meio milhão de euros do Fundo Ambiental, na primeira fase da obra, a terminar em Janeiro, e de 800 mil euros para a segunda fase, vindos do REACT.
As intervenções realizadas e em curso visam a protecção e valorização dos recursos hídricos com recurso a medidas como garantir o escoamento nas linhas de água, minimizar a erosão e o arrastamento dos solos, minimizar o efeito das cheias e inundações e assegurar o uso balnear.

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MAN OptiView ganha Prémio Europeu de Sustentabilidade dos Transportes 2022

O prémio, entregue pela revista alemã “Transport”, destina-se a encorajar as empresas do sector a agir de forma sustentável, reconhecendo produtos e estratégias viradas para o futuro nesta área

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O sistema de substituição de espelhos digitais MAN OptiView, da empresa MAN & Truck Bus, ganhou o Prémio Europeu de Sustentabilidade dos Transportes 2022, pela revista comercial alemã “Transport”. O prémio destina-se a encorajar as empresas do sector dos veículos comerciais a agir de forma sustentável, reconhecendo produtos e estratégias viradas para o futuro nesta área.  A MAN oferece o OptiView para as quatro gamas de camiões TGL, TGM, TGS e TGX desde o início. Os clientes podem encomendar o sistema de substituição de espelhos digitais desde o início de Outubro de 2021.

“Este prémio mostra que criámos uma referência absoluta no campo dos sistemas de substituição de espelhos com o nosso sistema de substituição de espelhos MAN OptiView, tornando ainda melhor o nosso já excelente local de trabalho na nova geração de camiões MAN”, disse Christoph Huber, presidente do Conselho Executivo da MAN Truck & Bus Deutschland GmbH na cerimónia de entrega do prémio.

Em cruzamentos ou mudar de faixa de rodagem estão entre as situações em que, apesar da boa tecnologia de espelhos, o condutor podia anteriormente encontrar-se em situações potencialmente críticas se outros utilizadores da estrada fossem difíceis de ver, especialmente na zona do ângulo morto. O sistema de substituição de espelhos digitais OptiView, que pode ser encomendado como opção, utiliza câmaras para mostrar a situação do trânsito à volta do camião em dois grandes ecrãs de alta resolução nos pilares A e também no ecrã multimédia (rádio). Para além da vista padrão, os condutores também têm à sua disposição um zoom e uma vista de grande angular, proporcionando-lhes uma visão óptima do tráfego circundante. O OptiView reduz, assim, significativamente o risco de ignorar os outros utilizadores da estrada. O campo de visão do sistema também torna visíveis os ângulos mortos do lado do condutor e do passageiro, contribuindo assim para a segurança dos ciclistas e peões, em particular no tráfego urbano.

Para além das várias visualizações do ecrã, o MAN OptiView oferece mais funções adicionais de apoio. Por exemplo, as linhas auxiliares de largura e comprimento podem ser sobrepostas nas vistas dos ecrãs laterais, para que as distâncias e dimensões possam ser estimadas ainda melhor quando se ultrapassa ou se faz manobras. Além disso, o MAN OptiView também integra nos dois visores laterais os visores de advertência do dispositivo de saída de via, o dispositivo auxiliar de mudança de faixa de rodagem e o dispositivo auxiliar de prevenção de colisões de mudança de faixa de rodagem. Todas as informações importantes sobre a situação do tráfego circundante são assim sempre directamente agrupadas numa vista.

Outra função adicional útil e com efeitos de segurança do MAN OptiView, durante as pausas, é o modo de monitorização. Isto permite ao condutor visualizar a envolvente do veículo do seu lugar de estacionamento através da vista em grande ângulo nos mostradores laterais e da imagem da câmara frontal no mostrador do sistema de meios de comunicação, especialmente à noite quando as cortinas estão fechadas, e detectar movimentos suspeitos à volta do camião numa fase precoce. O modo de monitorização pode ser activado directamente através do módulo de controlo na cama inferior – a partir de uma posição de dormir, por assim dizer – em qualquer altura. Se o veículo estiver equipado com uma câmara de visão traseira para além do OptiView, a sua imagem é mostrada em ecrã dividido.

As manobras críticas de condução podem ocorrer não só no transporte de longa distância, em auto-estradas e vias rápidas, ao mudar de faixa ou nas entradas e saídas. Uma visão geral óptima da situação do tráfego é essencial, especialmente para as manobras e viragens tipicamente frequentes no transporte de construção e distribuição.

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OA propõe reflexão sobre projectos apresentados no âmbito da New European Bauhaus

Iniciativa NEB.OA – conferência e mesa-redonda online, irá decorrer dia 7 de Dezembro, entre as 14h30 e as 18 horas, e pode ser acompanhada no canal de Youtube da Ordem

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A Ordem dos Arquitectos propõe uma reflexão sobre a New European Bauhaus (NEB), no seguimento do Colóquio que organizou no último dia 8 de Junho na Fundação Calouste Gulbenkian, From Our House to the New House, no âmbito das Conferências Europeias de Políticas de Arquitetura (CEPA). Neste sentido, irá decorrer dia 7 de Dezembro, a NEB.OA (New European Bauhaus – Ordem dos Arquitectos) – conferência e mesa-redonda online, entre as 14h30 e as 18 horas.

O programa consiste, para lá de um enquadramento inicial, em duas sessões de exposição de ideias e projectos inspirados no espírito da NEB, concluindo com uma mesa-redonda com os participantes da open call lançada pela OA e com a participação pública de quem assista à conferência.

A primeira sessão consiste na exposição de trabalhos distinguidos pelos prémios New European Bauhaus e New European Bauhaus Rising Stars. Na segunda sessão, os arquitectos que responderam à open call darão a conhecer os seus projectos que articulam, de maneira inovadora, a sustentabilidade, a estética e a inclusividade.

A conferência pode ser acompanhada pelo canal de Youtube da Ordem dos Arquitectos.

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Böwe Systec passa a BOWE Group e aposta na intralogística em Portugal

“A automação das operações de armazenamento e movimentação dos produtos é uma necessidade para as empresas, até como resposta ao crescimento exponencial do e-commerce”, Miguel Lachat, responsável em Portugal pela Intralogistics Business Line

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A Böwe Systec, um dos fornecedoresmundiais de soluções de automação e de IoT para intralogística e printing and finishing, com sede em Augsburg, na Alemanha, alterou recentemente a sua designação para Bowe Group. Esta mudança faz parte de uma estratégia de fortalecimento do grupo que conta com 76 anos de actividade e que está presente em Portugal há mais de 40 anos, com sede em Sintra, Lisboa.

Sob a umbrela do Bowe Group foram criadas três áreas de negócio especializadas, com uma identidade de marca individual, que fornecem tecnologias integradas de automação específicas, bem como soluções de software IoT inteligentes adaptadas às necessidades individuais dos respectivos mercados-alvo. Surge assim a Bowe Intralogistics que fornece equipamentos para optimizar centros de classificação e armazéns; a Bowe Systec que representa o segmento tradicional de correio e processamento de documentos, com ênfase na tecnologia de envelopagem inteligente, classificadores de cartas e correspondência mista, e o envio de cartões de plástico e passaportes electrónico.; e a Bowe IQ com enfoque em soluções de software IoT inteligentes.

O grupo tem vindo a evoluir de fabricante de máquinas a fornecedor de serviços completos de soluções de automação ponta a ponta para diferentes sectores, tendo por base a intralogística, o processamento de correspondência e o software.  A nova estrutura composta por três divisões independentes permite responder de forma mais eficaz às necessidades individuais dos seus clientes, através de soluções adaptadas às suas áreas de negócio. Esta mudança surge após a empresa ter passado vários anos a trabalhar para ampliar substancialmente o seu conhecimento e actuação nos mais diversos segmentos de negócios, acompanhado de rápido crescimento, principalmente na intralogística. Os clientes continuam a beneficiar da rede global de vendas e serviços do BOWE Group.

Em Portugal apesar da forte presença do Bowe Group nas várias áreas em que actua, a maior aposta para os próximos anos recai no sector da intralogística, sector em que, nos últimos anos, houve uma grande evolução, dos processos. “A automação das operações de armazenamento e movimentação dos produtos é uma necessidade para as empresas, até como resposta ao crescimento exponencial do e-commerce que obrigou à modernização das operações como forma de evitar erros”, explica , como explica Miguel Lachat, responsável em Portugal pela Intralogistics Business Line.

Segurança, organização e rapidez são hoje os principais pilares para uma empresa que se queira manter competitiva no mercado. Neste sentido, “a evolução deste sector continuará a passar, inevitavelmente, pela automatização fazendo desta, por excelência, a tendência em toda a cadeia de processo”. É por isso que, “enquanto fornecedores de soluções de automação, é aqui que queremos estar e aportar valor às operações das empresas”, acrescenta.

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JLL instala novos armazéns da Enerre em Vale da Rosa

Com o objectivo de ampliar a capacidade de armazenagem, a empresa arrendou uma área de 3.000 m² nesta zona empresarial situada em Setúbal

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A equipa de Leasing Markets Advisory da JLL representou Cimobin no arrendamento à Enerre das suas novas instalações de armazenagem. Em causa está uma área de 3.000 m² no Parque Industrial da Península de Setúbal, no Vale da Rosa.

Com sede em Lisboa, a Enerre foi fundada em 1975 e é uma das mais reconhecidas empresas portuguesas na área têxtil, fardamentos e brindes publicitários. Para fazer frente ao crescimento da actividade, a empresa identificou a necessidade de ampliar a sua capacidade de armazenagem, procurando o apoio da JLL no processo de identificação, selecção e negociação do novo espaço que tinha, como principal requisito, a proximidade e os bons acessos à cidade de Lisboa.

“Continua a registar-se uma forte procura por áreas de armazenagem no mercado português e, em especial na Grande Lisboa; e num contexto de menor disponibilidade do lado da oferta, o processo de tomada de espaços está mais competitivo do que nunca. Temos uma equipa muito dinâmica nesta área e que tem trabalhado activamente nas melhores soluções para quem está activamente neste mercado, seja na procura de espaço seja na disponibilização de oferta”, comenta Mariana Rosa, head of Leasing Markets Advisory da JLL.

A JLL tem estado fortemente activa na área de Industrial & Logistics, uma linha de negócio que constituiu uma aposta recente da consultora e onde a actividade ocupacional tem crescido de forma expressiva ao longo do último ano. O boom do comércio-electrónico devido à pandemia foi um dos grandes impulsionadores da procura deste tipo de imobiliário, a qual apresenta agora novas necessidades, incluindo de espaços de logística urbana, bem como de armazenagem e ainda de data centres, uma nova tipologia com crescente interesse junto dos operadores e investidores. Em paralelo, a JLL identifica uma elevada carência de oferta disponível, estimando um crescimento assinalável de projectos desenvolvidos especulativamente, ao mesmo tempo que se mantém o pipeline de projectos desenvolvidos pelos próprios ocupantes.

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3,8 M€ para converter Central Shopping no Porto

O projecto de reabilitação é do arquitecto Alexandre Burmester e dará lugar ao Porto Business Plaza, num projecto de 17 000 m2 que reconverte o antigo centro comercial num edifício dedicado a espaços de escritórios

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A dte, empresa de instalações especiais do dstgroup, está a concluir os trabalhos no Porto Business Plaza, correspondente à reabilitação e reconversão do antigo Central Shopping, no centro do Porto, através da execução do projecto de AVAC e instalações especiais. A empreitada no Porto Business Plaza inclui ainda uma intervenção paisagística na praceta adjacente ao Campo 24 de Agosto, onde surgirão amplos espaços verdes e uma zona de restauração e de lazer. A execução totaliza um valor superior a 3,8 milhões de euros.

A reabilitação do Central Shopping é assinada pelo arquitecto Alexandre Burmester e executada pela CARI, construtores, num projecto de 17 000 m2 que reconverte o antigo centro comercial num edifício dedicado a espaços de escritórios. Neste projecto imobiliário, que trará uma nova dinâmica à Zona Oriental da cidade já em franca renovação e crescimento, a dte – instalações especiais – é a responsável pelos trabalhos de AVAC, instalações eléctricas, GTC, telecomunicações e segurança. A empresa do dstgroup assume também a execução do projecto paisagístico exterior, da autoria do arquitecto Luís Alçada Baptista, tornando aquele espaço num novo epicentro de lazer na Invicta.

A realização da empreitada decorre de outras operações que a dte – instalações especiais – realizou na primeira fase da reconversão do Porto Business Plaza, com intervenção em serviços comuns no empreendimento, seguindo-se trabalhos de especialidades nas fracções alugadas, nomeadamente para a Bouygues Telecom Services, Feedzai e Natixis.

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Grupo Onires investe 20M€ na reabilitação do edifício Carvalhal

Edifício no centro histórico de Braga terá um total de 60 apartamentos e 10 fracções para comércio e serviços. Atelier Carvalho Araújo e Big Arquitetura assinam o projecto

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O Grupo Onires, através da sua participada OniRodrigues, acaba de confirmar um importante investimento imobiliário no centro histórico da cidade de Braga. A implantação do edifício Carvalhal engloba terrenos com frente para o Campo da Vinha, para a rua do Carvalhal e para o caminho pedonal que liga o Campo da Vinha ao largo de S. Francisco, num traçado próximo daquele que percorre o túnel que por aí passa no subsolo.

O projecto urbanístico “permitirá consolidar a actual malha urbana na zona do Campo da Vinha, reforçando a oferta habitacional no coração da cidade, bem como a oferta ao nível do comércio e serviços, potenciando a revitalização e o rejuvenescimento do centro histórico”, refere a promotora.

Com assinatura do atelier Carvalho Araújo e Big Arquitetura e especialidades a cargo da BO Associados, o edifício Carvalhal representa um investimento de 20 milhões de euros, e  permitirá, na fase de construção, criar cerca de 400 empregos directos, terá um total de 60 apartamentos habitacionais com lugares de estacionamento e 10 fracções destinadas a comércio e serviços. As obras já tiveram início.

De acordo com João Rodrigues Serino, administrador do Grupo Onires, “esta é, em valor de investimento financeiro e em potencial gerador de emprego, a maior obra de sempre ao nível da reabilitação urbana da cidade de Braga. O edifício Carvalhal, cujo projecto contempla a regeneração e a requalificação do espaço público envolvente, é uma aposta da OniRodrigues e acreditamos que se tornará numa referência da arquitectura Bracarense, será um verdadeiro ícone da cidade. Esta obra constitui uma mais-valia que proporcionará a Braga, uma cidade cada vez mais cosmopolita, a fixar locais e não locais e que está perfeitamente alinhada com o conceito de viver no centro histórico. Depois desta terrível pandemia que paralisou a economia e levou muitos ao desemprego, este é o projecto certo para assinalar o arranque de uma nova fase, com confiança no futuro”, conclui.

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Cowork: IDEA Spaces avança com quarto espaço junto ao El Corte Ingles

Até 2022 a rede de espaços de cowork pretende “duplicar” os espaços físicos, incluindo fora de Lisboa. Outro dos objectivos passa por gerar mais de 1 M€ de transacções entre os seus membros em 2022 e “globalizar” a sua comunidade de empreendedores

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A rede de espaços de cowork IDEA Spaces superou a previsão de resultados para 2021, com ocupação média superior a 95% desde Setembro e recuperou a facturação pré-pandemia, avançou a empresa. Com três espaços físicos localizados em Lisboa, um dos quais, “o mais recente e o maior”, o IDEA Spaces Saldanha, abriu em 2020, durante a pandemia, a empresa pretende  “duplicar”, até 2022, os espaços físicos, incluindo uma nova localização fora de Lisboa”. Ao CONSTRUIR, a empresa confirmou que a quarta localização IDEA Spaces ”será junto ao El Corte Ingles, num espaço com cerca de 5 mil m2, com rooftop”.

A rede de espaços de cowork tem sido a escolha de digital nómadas e PMEs, mas também de grandes empresas nacionais e internacionais, como a Bolt, Emma Sleep, Betclic, Lockwood, mostrando-se um aliado para a captação de investimento estrangeiro em território nacional. Para fortalecer esse papel, outro dos seus objectivos passa por gerar mais de 1 milhão de euros de transacções entre os seus membros em 2022 e “globalizar” a sua comunidade de empreendedores, indo muito além dos seus espaços físicos através de uma estratégia de expansão assente na sua Mobile App.

“Os últimos dois anos têm sido extremamente desafiantes, mas os que estão por vir não serão menos. Em 2022 o IDEA Spaces tem planos para duplicar o número de localizações, lançar-se numa nova cidade e desenvolver novas layers de negócio que nos permitam aumentar a facturação em 40%; tudo isto sem perdermos o foco na satisfação e retenção da nossa comunidade”, refere João Carlos Simões, CEO do IDEA Spaces. “Mais do que espaços de cowork, continuaremos a ser sobretudo uma comunidade; também entre os nossos objectivos está a conquista anual de um índice de satisfação acima dos 4.6 (em 5) e alcançar uma retenção média de três anos em 2024”, acrescenta.

Íris Matos, Rui Jorge e Vanessa Nunes são os nomes que agora integram a direcção e os cargos C-Suite da rede de espaços de cowork IDEA Spaces, juntando-se aos já membros da direcção e sócios: Diogo Fabiana, João Carlos Simões e Sónia Freches.

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