Edição digital
Assine já
Imobiliário

SottoMayor Residências: “Estamos a devolver à cidade um património de eleição”

Sérgio Ferreira, presidente da promotora revelou ao CONSTRUIR o desafio que foi levar a cabo um dos maiores projectos de reabilitação urbana da capital, cujo investimento foi de 60 milhões de euros

CONSTRUIR
Imobiliário

SottoMayor Residências: “Estamos a devolver à cidade um património de eleição”

Sérgio Ferreira, presidente da promotora revelou ao CONSTRUIR o desafio que foi levar a cabo um dos maiores projectos de reabilitação urbana da capital, cujo investimento foi de 60 milhões de euros

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
Espaços de trabalho são cada vez mais um modelo “escritórios-satélite”
Imobiliário
Mafalda Samwell Diniz é a nova Head of Marketing & Communication da MALEO
Empresas
Grupo Preceram na Tektónica 2021
Construção
São João da Madeira: Câmara promove concurso de ideias para EB2,3
Construção
EUREKATHON 2021 procura soluções para cidades sustentáveis
Engenharia
Construção de Ponte em Viana já está a concurso
Construção
Portugal marca presença na BIG 5 Show 2021 Dubai
Empresas
Nova geração de mini-escavadoras CAT lançadas no mercado
Empresas
Effisus lança selante para furos em coberturas metálicas
Empresas
‘Em Foco Irlanda’ da aicep dedicada a materiais de construção
Empresas

Sérgio Ferreira, presidente da Coporgest, explica ao CONSTRUIR a estratégia da companhia para aumentar o seu portefólio e revela quais serão os próximos passos depois de “concluído” o processo do projecto da Avenida Duque de Loulé

Este foi um empreendimento que já estava na calha há algum tempo.  Vendo hoje o resultado alcançado, alguma vez ponderaram não avançar com o projecto dada a situação económica em que se vivia quando foi adquirido?

Nunca ponderámos essa hipótese, porque na altura tínhamos capacidade técnica e financeira para desenvolver um projecto vencedor. A aquisição dos quatro edifícios que compõem o empreendimento, então em estado de ruína, foi concretizada em Janeiro de 2013. Na altura pareceu-nos uma oportunidade muito ajustada à experiência e capacidade empreendedora da Coporgest. O início das obras, começando pela demolição de parte do interior e contenção das fachadas, ocorreu em Abril de 2014, numa altura em que o mercado imobiliário estava muito longe do entusiasmo que existe hoje em dia. As obras de reabilitação terminaram em Julho de 2018, com um investimento global na ordem dos 60 milhões de euros. Ao longo deste trajecto nunca ponderámos suspender o empreendimento. Aliás, à medida que o projecto avançava, o nosso entusiasmo crescia, porque tínhamos a plena convicção que ele se viria a tornar num dos melhores projectos residenciais e de rendimento do centro de Lisboa. A nossa equipa discutiu internamente o projecto em reuniões longas, os nossos arquitectos fizeram 6 ou 7 versões do projecto até atingirmos este resultado.

Independentemente das oscilações do mercado, acreditámos sempre que o SottoMayor Residências seria um investimento seguro, com elevados padrões de qualidade, que não defraudaria as expectativas dos potenciais compradores.

Trata-se do maior projecto de reabilitação em Lisboa. Como está a ser recebido?

A receptividade tem sido a melhor possível, tanto em termos comerciais como de reconhecimento pela recuperação de um património arquitectónico único, onde foi possível preservar a nobreza original dos edifícios com recurso à mais moderna engenharia. Dos 97 apartamentos que compõem o projecto só restam sete por vender. As três lojas incluídas no empreendimento ficaram no activo da Coporgest para rendimento, estando já arrendadas. Do ponto de vista do reconhecimento, o projecto foi distinguido com um prémio internacional, o de “Best Residential Renovation/Redevelopment Portugal”, atribuído pela European Property Awards Development em associação com o The Telegraph.

 Qual o conceito do SottoMayor Residências?

É um empreendimento de charme que conjuga o clássico com o moderno, a tradição arquitectónica com o conforto que é proporcionado pelos equipamentos actuais. Dos quatro edifícios que integram o SottoMayor Residências, três são originais dos anos 20, com uma linguagem inspirada na arquitectura francesa, tendo sido mandados construir pelo banqueiro Cândido Sotto Mayor. O projecto permitiu preservar as características emblemáticas dos edifícios, ao mesmo tempo que, para garantir os mais modernos acabamentos, foi dada a maior atenção a cada detalhe.

Dito de outro modo: os compradores têm a possibilidade de morar num edifício histórico e repleto de charme, mas com todo o conforto e comodidade que os tempos modernos exigem. Gozam ainda da vantagem adicional da localização de excelência, junto da Avenida da Liberdade e com a proximidade do Parque Eduardo VII, transportes, escolas…

Para a Coporgest, enquanto promotor imobiliário, fica a certeza de que estamos a devolver à cidade um património de eleição, tanto pela sua imponência arquitectónica como pela importância histórica, onde vale a pena investir.

 Em termos da sua reabilitação como [decorreu] o processo? Quais os principais desafios?

Pela dimensão da obra, os desafios foram muitos e sucessivos. Basta atentar em alguns números: estamos a falar de 26.400 metros quadrados de construção, dos quais 16.300 acima do solo, 44 mil metros cúbicos de escavação, 9 mil metros quadrados de lajes demolidas, 2 mil toneladas de ferro e 15 mil metros cúbicos de betão.

A intervenção inicial teve uma grande dificuldade pela falta de conhecimento do estado estrutural do empreendimento na altura da aquisição. Havia zonas dos edifícios onde era impossível aceder, sobretudo por razões de segurança. Havias zonas literalmente a desmoronar-se. Tivemos de proceder à demolição do interior de dois dos três edifícios, porque estavam completamente degradados e comprometidos estruturalmente. Por outro lado, assegurámos a manutenção das fachadas, núcleos de escadas, elevadores originais, halls de entrada e inúmeros elementos com interesse patrimonial. Num outro edifício, que não estava tão degradado, a reabilitação foi integral, com preservação da estrutura de madeira pré-existente e de todos os elementos patrimoniais relevantes.

Ao nível dos acabamentos, a intervenção foi igualmente muito exigente de modo a obter um nível de conforto muito elevado para os futuros residentes.

Numa altura em que Lisboa está com uma forte dinâmica ao nível da reabilitação o que diferencia este projecto dos demais?

O SottoMayor Residências foi alvo de uma reconstrução total, com intervenções muito exigentes a todos os níveis. A marca de água deste projecto assenta no facto de ter sido possível valorizar a nobreza da arquitectura de exteriores e de interiores de outros tempos conjugando-a com a modernidade dos acabamentos. Por outro lado, viver no SottoMayor Residências é desfrutar da melhor localização no coração de Lisboa. Ter uma piscina e um jardim nesta localização é um privilégio.

Além disso, a Coporgest distingue-se por ter uma equipa interna de arquitectos e engenheiros civis que acumulou muita experiência ao longo destes anos de trabalho, o que nos permite dominar completamente a qualidade construtiva dos imóveis e dos acabamentos. Neste domínio, não dormimos em serviço. Dou-lhe dois exemplos: a insonorização destes apartamentos é invulgarmente eficaz e surpreende todas as pessoas que entram nos apartamentos. Ou o facto de todas as casas de banho serem revestidas a pedra mármore “casada”, do chão até ao tecto. Não é comum atingir este patamar de exigência e não haverá muitos promotores com a capacidade de atingir este grau de qualidade.

SottoMayor Residências

Todos os edifícios foram pensados para habitação?

Sim, o SottoMayor Residências é um empreendimento residencial, com uma pequena componente comercial através de três lojas ao nível da rua. Dos quatro edifícios que integram o projecto, três deles são compostos por fracções destinadas a venda, a cargo do nosso parceiro Fine & Country. Estes três edifícios integram um total de 87 apartamentos que vão do T0 ao T5. O quarto edifício, composto por 10 apartamentos, está afecto exclusivamente a alojamento turístico.

Sei que também vão aplicar neste empreendimento o vosso conceito de serviced apartaments através da Lisbon Best Apartments. Será para todos os apartamentos ou dependerá da vontade do cliente?

No SottoMayor Residências a actividade de alojamento turístico está confinada a um dos edifícios, o Marquês Best Apartments. Nos nossos empreendimentos nunca misturamos residentes com turistas, ou seja, não coexistem unidades de habitação permanente com fracções exploradas pela LBA. Esta actividade de “serviced apartments” é desenvolvida através de uma unidade de negócio específica da Coporgest, a marca Lisbon Best Apartments (LBA).

O edifício afecto a alojamento turístico neste empreendimento é já o sexto da carteira actual da LBA, num total de 54 apartamentos de tipologias T1 a T3. Esta unidade de negócio da Coporgest deu os primeiros passos com a abertura de duas unidades: o Chiado Trindade Apartments (com 5 apartamentos) e o São Bento Best Apartments (com 8 apartamentos). Em 2016, abrimos mais três unidades, todas localizadas na zona do Chiado: o Chiado Mercy Apartments (16 apartamentos), o Chiado Square Apartments (8 apartamentos) e o Chiado Camões Apartments (7 apartmentos).

Todos estes edifícios foram desenhados e mandados construir pela Coporgest e são 100% dedicados a alojamento local. Como digo, nunca misturamos a habitação permanente com o alojamento turístico, que é a actividade reservada à LBA.

Que tipo de cliente procura mais este serviço?

São clientes que procuram uma alternativa à oferta hoteleira tradicional, com um serviço associado de elevada qualidade. O nosso posicionamento no mercado é premium e qualquer das seis unidades que exploramos está entre os operadores que praticam os preços mais elevados na mesma zona. Pela monitorização que fazemos apercebemo-nos que seremos o segundo ou terceiro operador mais caro em Lisboa. Mas a localização da nossa oferta, a qualidade e o nível de serviço são factores diferenciadores face à concorrência. Aliás, os clientes deixam marca visível dessa qualidade, designadamente através dos milhares de comentários e classificações que já temos na Booking. Estou muito orgulhoso deste resultado e do desempenho da minha equipa.

Este é um conceito que tem vindo a crescer. Na sua opinião a que deve esse crescimento?

É um crescimento que caminha a par com o incremento geral do turismo no país, designadamente em Lisboa, uma cidade cada vez mais apreciada por quem nos visita pela sua luz muito própria, pelo ambiente acolhedor e pelo clima ameno, onde é possível desfrutar de mais de 250 dias de sol. Acresce que os turistas procuram cada vez mais experiências únicas e irrepetíveis, privilegiando a flexibilidade e o conforto proporcionados pelo alojamento local. No caso da LBA recebemos hóspedes das mais variadas geografias. O principal país emissor é o Brasil (12,5% dos hóspedes), seguindo-se os Estados Unidos (9,8%), a Espanha (9,7%) e o Reino Unido (8,2%).

Que outros projectos se encontram a desenvolver?

Temos sete projectos em pipeline, em fases diferentes de evolução. Enquanto promotores imobiliários, o mercado residencial continuará a ser o nosso core business. Neste segmento destaco, a título exemplificativo, a reabilitação do edifício Duques de Bragança, um dos imóveis mais soberbos de Lisboa, em termos de qualidade construtiva, nobreza de materiais, desenho pormenorizado, localização e vistas extraordinárias. O projecto estará concluído em Janeiro de 2019 e o edifício tem a particularidade histórica de já vir referenciado nos “Maias”, de Eça de Queiroz, numa época em que funcionava como unidade hoteleira, o então Hotel Bragança. Além deste, temos mais cinco projectos residenciais na calha.

À margem do mercado de habitação, estamos igualmente a desenvolver uma unidade hoteleira no coração de Lisboa, o Lisbon Chiado Hotel, de cinco estrelas, que deverá estar concluído em 2020. Será gerido por uma equipa própria da Coporgest, abrindo caminho a uma nova unidade de negócio da empresa.

No que diz respeito à Coporgest e ao trabalho que têm a desenvolver qual a vossa estratégia para o futuro? Irão manter-se na reabilitação?

Como promotores imobiliários cabe-nos estar atentos às melhores oportunidades de negócio. Queremos continuar a crescer de forma consistente, mantendo a solidez da empresa, com a actividade centrada na zona de Lisboa, em projetos de qualidade e diferenciadores. Mantemo-nos como uma empresa com capital 100% português numa área em que os principais concorrentes são hoje fundos de investimento estrangeiro.

Em termos de actividade, estamos preparados tanto para reabilitar como para construir de raiz. Aliás, no caso do SottoMayor Residências, um dos prédios teve de ser construído de raiz, pois já havia sido demolido pelo anterior proprietário. Por opção, assumimos o controlo in house de cada projecto, desde a concepção à conclusão. Isto é, temos o domínio total sobre a execução do projecto, não dependendo de terceiros para acompanhar e controlar a qualidade das nossas obras.

Provavelmente, uma boa parte dos nossos próximos projectos residenciais, a desenvolver a partir de 2019, serão destinados à classe média nacional, em zonas mais periféricas de Lisboa, permitindo praticar um preço mais baixo por metro quadrado. Isto sem prejuízo de continuarmos a olhar para oportunidades no centro histórico, embora aqui tenha havido uma grande inflação dos preços.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Artigos relacionados
Imobiliário

Espaços de trabalho são cada vez mais um modelo “escritórios-satélite”

Segundo a Savills, “apesar do teletrabalho ser uma tendência que parece ter vindo para ficar, o escritório físico continuará a ter a sua importância enquanto espaço que reforça os valores e cultura da empresa”

A continuidade dos espaços tradicionais de escritórios tem sido uma questão amplamente debatida desde que os modelos de trabalho remoto e híbrido, fruto da conjuntura pandémica, assumiram a dianteira das preferências dos colaboradores. Contudo, o espaço físico do escritório, quer seja a sede ou outros espaços-satélite, não deverá perder a relevância, afirma a consultora imobiliária internacional Savills.

Sublinhando a importância de as empresas olharem para os escritórios como mais do que meros locais de produtividade, a Savills aponta que estes espaços de trabalho devem cada vez mais adquirir os contornos de locais de promoção da criatividade, da troca de ideias, de contactos informais e de socialização entre colaboradores. Desta forma, os escritórios retêm a sua importância para as empresas e adquirem um novo significado para os colaboradores, assegurando a sua satisfação, minimizando perdas de rendimento e maximizando a retenção de talento.

Bárbara Clemente, Senior Architect, WELL AP & WP Strategist, Savills Portugal, refere que “o modelo de trabalho híbrido não é apenas resultado da pandemia. Há muito que se discute e se desenvolvem espaços de trabalho que espelham a cultura organizativa, quer pela flexibilidade que a tecnologia tem vindo a trazer, quer pela vontade de estimular a criatividade de cada um, possibilitando um maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”.

O modelo organizativo deverá ser adaptado a cada empresa, resultando de um trabalho de workplace strategy sustentado num processo de mudança ambicioso para a organização.

Os chamados escritórios-satélite também deverão adquirir uma relevância crescente no mercado de trabalho. A diminuição do tempo de deslocação diária para o local de trabalho e quebra de rotinas é hoje uma ambição do dia-a-dia de cada pessoa. O chamado work life balance estará dependente da capacidade de flexibilização e escolha pela melhor forma de trabalhar para cada projecto, em equilíbrio com a rotina pessoal. Criar espaços de escritórios, como extensão da sede, em localizações periféricas próximas do local de residência (fixa ou temporária) dos seus colaboradores vai permitir promover a cultura organizativa para além das fronteiras rígidas do espaço-sede.

De modo a aumentar as sinergias entre cada tipo de espaço, desde a sede aos espaços-satélite, os critérios e os objectivos deverão ser claros e ambiciosos.

O compromisso das empresas com o meio ambiente é cada vez maior e, como tal, urge um maior investimento nos seus imóveis, seguindo os critérios definidos pelas mais conceituadas certificações de edifícios, como a BREEAM ou a LEED, mitigando os desperdícios energéticos e rentabilizando ao máximo os recursos naturais.

Ao tornar os seus espaços de escritórios mais sustentáveis, as empresas procuram aumentar o nível de bem-estar dos seus colaboradores, por exemplo, com recurso à luz natural e à integração de elementos evocativos da Natureza no design dos espaços, garantindo diferentes ambientes, como espaços de colaboração, de criatividade, de socialização ou de concentração.

Ana Redondo, offices associate director, Savills Portugal, refere que “Projectar um escritório vai muito além de colocar mesas e cadeiras num espaço. É necessário criar ambientes que inspirem e que criem valor nas pessoas. Isso é investir no futuro da empresa”.

Acrescenta ainda que, “apesar do teletrabalho ser uma tendência que parece ter vindo para ficar, o escritório físico continuará a ter a sua importância enquanto espaço que reforça os valores e cultura da empresa. Será sempre um espaço facilitador de inovação, colaboração e produtividade, saúde e bem-estar”.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Mafalda Samwell Diniz é a nova Head of Marketing & Communication da MALEO

A responsável terá como missão desenvolver e implementar a nova estratégia da marca, depois de concluído o processo de rebranding e posicionamento, assentes no claim “Works For You”

A MALEO, marca de soluções de escritórios flexíveis e adaptáveis às necessidades específicas de cada negócio, anuncia a nomeação de Mafalda Samwell Diniz para o cargo de Head of Marketing & Communication. A responsável terá como missão desenvolver e implementar a nova estratégia da marca, depois de concluído o processo de rebranding e posicionamento, assentes no claim “Works For You”. O objectivo será transmitir uma imagem diferenciadora de full-serviced office, através de uma oferta completa de serviços integrados e com total flexibilidade, ajustados às realidades específicas de cada negócio.

A carreira profissional de Mafalda Samwell Diniz iniciou-se há mais 25 anos, no departamento criativo da BBDO. Ainda nos anos 90 assumiu o cargo de directora de Arte na Ogilvy. Já este século, foi directora de Arte da Lowe Lintas, entre 2001 e 2004, passou pela Terra Design e foi directora Criativa da AddMore durante um ano para, em 2009 abraçar o desafio de partner Criativa da CherryBloom. Ao longo deste período foi agraciada com inúmeros prémios de criatividade. Destaque para o prémio Gold nos Young Creative Portugal, em 2003.

Licenciada em Design de Comunicação pelo IADE (com formação concluída em 1996), Mafalda Diniz é também membro do Conselho Consultivo da Fundação António Quadros.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

Grupo Preceram na Tektónica 2021

As empresas do Grupo Preceram, Argex, Gyptec, Preceram e Volcalis, participam na Tektónica 2021, que decorre de 6 a 9 de outubro, na FIL – Feira Internacional de Lisboa.

O Grupo Preceram terá em exposição os seus diversos materiais e soluções para a construção, direcionadas para o conforto e sustentabilidade dos edifícios.

Destaque para as soluções de construção a seco que possibilitam uma construção limpa, rápida, económica e que permitem a flexibilização dos espaços, melhorar o desempenho térmico e acústico dos edifícios e contribuir para um maior conforto dos seus habitantes. Soluções essas que são inclusivamente elegíveis para a 2ª fase do programa de apoio do Fundo Ambiental, que reembolsa os investimentos na área da reabilitação. (Saiba mais sobre este apoio aqui)

O Grupo Preceram aproveitará o evento para divulgar e promover as suas novas ferramentas digitais, nomeadamente, a página de internet SolucoesParaConstrucao.com, onde todos os produtos e soluções do Grupo Preceram estão acessíveis à distância de um clique.


Mais do que um site, é uma porta de entrada para o universo das empresas do Grupo Preceram. A partir daqui pode encontrar todas as novidades, informação e documentação, das empresas Argex, Preceram e Preceram Norte, Gyptec e Volcalis.

A Gyptec Ibérica lançou também recentemente a sua nova a página de internet. Totalmente renovada, com novas funcionalidades e mais conteúdos. Destaque para o Apoio Técnico, a nova subpágina onde se reúnem soluções construtivas, recomendações de prescrição e ferramentas digitais de apoio ao projeto. Para além do acesso direto ao Manual Técnico e ao Gestor de Soluções, disponibiliza ainda um mirror site da página da Gyptec na maior biblioteca mundial de objetos BIM, a BIMObject. Nesta área de trabalho é possível encontrar soluções para construção e reabilitação de paredes e tetos, agora com isolamento em lã mineral Volcalis.

Mais do que um website uma ferramenta de trabalho! Esta é a frase que caracteriza a presença das empresas do Grupo Preceram na internet.

No dia 7 de outubro, o Grupo Preceram participa no Ciclo de Conferências “Competitividade, Sustentabilidade e Resiliência na Construção”, onde se irá debater o tema: “Produtos eficientes, contributo para a funcionalidade e sustentabilidade”.

Um tema bastante premente e diretamente ligado à atividade das empresas do Grupo Preceram, que produzem produtos e soluções, que contribuem positivamente para a melhoria das condições do nosso parque edificado, assegurando eficiência energética, aumento da produtividade e conforto em casa.

Visite-nos, estamos no stand 2C11 do pavilhão 2, da FIL, de 6 a 9 de outubro.

Sobre o autorBrand SHARE

Brand SHARE

Mais artigos
Construção

São João da Madeira: Câmara promove concurso de ideias para EB2,3

Os concorrentes têm 90 dias para apresentar as suas propostas, sendo que estas devem ter ainda em consideração a apresentação de “uma solução técnica, construtiva e financeiramente exequível, face ao valor de obra e ao ciclo da sua vida útil”

Ricardo Batista

A Câmara de São João da Madeira lançou um concurso de ideias com vista à elaboração do projeto de reabilitação e requalificação da escola básica dos segundo e terceiro ciclos (EB2,3), antigo ciclo preparatório da cidade.

Este passo segue-se à celebração, em 2020, de um protocolo entre a autarquia e o Ministério da Educação, abrindo caminho, precisamente, à reabilitação e reprogramação funcional desse estabelecimento de ensino sanjoanense.

Nesse documento, está previsto, para além da resolução da questão do amianto na EB2,3 de S. João da Madeira, o desenvolvimento de um estudo prévio de reabilitação do edifício e a sua reprogramação funcional.


O concurso de ideias agora lançado pela Câmara vai ao encontro do que estabelece esse protocolo, pois visa a seleção de um trabalho de conceção, para a reabilitação e requalificação do referido estabelecimento de ensino. Segundo o programa do concurso, pretende-se privilegiar a “originalidade e criatividade” da solução proposta, a sua “qualidade urbanística e arquitetónica” que, “através de um conceito original e inovador, seja capaz de potenciar a afirmação da Escola na cidade”, bem como “a integração e articulação com a envolvente próxima”.

Pretende-se também conciliar “a criação de espaços articuláveis e autonomizáveis, aptos para várias funções e programas, com outras áreas aptas para “uma única função, com características arquitetónicas e tecnológicas específicas, vocacionados para exposições”.

Nos termos do Anúncio de procedimento n.º 11576/2021 do Diário da República, os concorrentes têm 90 dias para apresentar as suas propostas, sendo que estas devem ter ainda em consideração a apresentação de “uma solução técnica, construtiva e financeiramente exequível, face ao valor de obra e ao ciclo da sua vida útil”.

Júri inclui representantes da DGEstE e do Agrupamento de Escolas
O júri do concurso é constituído por arquitetos da Câmara Municipal de S. João da Madeira e representantes da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) e do Agrupamento de Escolas João da Silva Correia, no qual se insere o antigo ciclo/EB2,3 da cidade.

O prémio a atribuir a quem apresentar a proposta que vier a selecionada pelo júri é de 15.000 euros. Estão ainda previstos 45 mil euros a dividir por todos os concorrentes admitidos, num máximo de 4500 euros por participante. O júri do concurso poderá ainda atribuir menções honrosas, sem prémio pecuniário.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

Director Editorial
Mais artigos
Engenharia

EUREKATHON 2021 procura soluções para cidades sustentáveis

LTPLabs, Porto Business School e NOS promovem a terceira edição da Eurekathon, uma iniciativa que pretende encontrar soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável da sociedade

CONSTRUIR

A LTPLabs, a Porto Business School e a NOS estão a promover a terceira edição da Eurekathon, uma maratona de geração de ideias, que desafia estudantes e profissionais das áreas de engenharia e ciências, business analytics e data science a encontrar soluções inovadoras que respondam a problemas reais, alinhados com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O objectivo é que os projectos arquitectados pelos participantes contribuam directamente para o desenvolvimento da sociedade, e lhes permitam reforçar competências críticas nos novos paradigmas da digitalização e inteligência artificial.

O tema da edição deste ano da Eurekathon é “Challenging Data for Sustainable Cities” e esta conta com a parceria da Câmara Municipal de Matosinhos e do CEiiA. Os participantes deverão fazer uma minuciosa análise dos dados disponíveis para, depois, apresentarem soluções de optimização dos espaços urbanos, de modo a promover cidades mais inteligentes e mais sustentáveis.

Segundo a ONU, hoje, cerca de 55% da população mundial vive em áreas urbanas e a expectativa é de que aumente para 75% até 2050. As cidades são o palco de transformação, onde a mobilidade, a eficiência na gestão de recursos, a acessibilidade e a representatividade constituem desafios acrescidos, mas são também motores de desenvolvimento.


A procura por soluções inovadoras que possam dar resposta às problemáticas urbanas do futuro e melhorar a vida das pessoas é premente, para a qual a terceira edição da iniciativa Eurekathon pretende contribuir.

A competição vai decorrer virtualmente entre os dias 12 e 14 Novembro, através de uma plataforma especialmente desenvolvida para o evento. No dia 20 de Novembro, os finalistas terão oportunidade de apresentar os seus projectos, que serão sujeitos à avaliação de um júri.

Com base no impacto potencial, na inovação e na profundidade analítica, este painel vai premiar três equipas e os resultados dos seus projectos serão partilhados e discutidos com a Câmara Municipal de Matosinhos.

Ao longo da competição, todas as equipas vão contar com o acompanhamento de mentores destacados e terão acesso a uma diversidade de dados de comportamento humano, de fontes privadas e públicas, para criar análises, modelos e ferramentas, com vista à resolução do desafio.

Os concorrentes poderão, ainda, participar em actividades complementares, que incluem momentos de interacção entre participantes e especialistas em Data Science e Smart cities, bem como momentos de entretenimento online, que promovem networking.

De recordar que as edições anteriores da Eurekathon contaram com a participação de mais de 300 talentos, entre estudantes das áreas de engenharia, ciências, business analytics e data science e profissionais de grandes empresas das áreas tecnológicas.

As inscrições estão abertas até dia 3 de Novembro, através do site da EUREKATHON.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

Construção de Ponte em Viana já está a concurso

A Câmara de Viana do Castelo aprovou, esta sexta-feira, em reunião do executivo, a abertura de concurso público para o projecto de execução de uma nova ponte sobre o rio Lima. O investimento global supera os 20 milhões de euros

Ricardo Batista

A Câmara de Viana do Castelo está já a promover o concurso público com vista ao projecto de execução de uma nova travessia do Rio Lima entre a EN 202 / área de localização empresarial
de Nogueira e a EN 203 / Zona Industrial de Deocriste. A empreitada será financiada pelo PRR –Plano de Recuperação e Resiliência no capítulo Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE) –
Acessibilidades Rodoviárias.

Concelho ‘exportador’
Segundo adianta a autarquia, Viana do Castelo é o 16º concelho mais exportador do país, contribuindo com 1,5% do volume nacional local. As empresas situadas nas áreas de localização empresarial abrangidas pela nova travessia evidenciam grande capacidade expansionista com os novos investimentos previstos. Neste sentido, o Município de Viana do Castelo propõe a nova travessia do Rio Lima, uma ligação rodoviária rápida e segura que fomenta o desenvolvimento socioeconómico da região e acrescenta o seu contributo no panorama nacional. A nova infraestrutura vai iniciar na EN 202, junto ao campo de futebol da Torre, com a reformulação da intercessão giratória de acesso à área de localização empresarial de Nogueira e à A27, no sentido Viana-Ponte de Lima.

Betão pré-esforçado
A travessia desenvolve-se na maior parte do percurso em tabuleiro de betão pré-esforçado, numa estrutura que permite minimizar os impactos na galeria ripícola e habitats incluídos na
Rede Natura 2000. A nova travessia termina na interceção giratória da EN 203, Zona Industrial de Deocriste, junto à DS Smith (antiga Portucel), permitindo desviar o tráfego de viaturas
pesadas da estrada nacional que tem sofrido com o aumento pela crescente actividade industrial deste complexo. Recorde-se que o Plano de Recuperação e Resiliência apresenta-se
como um documento estratégico onde estão plasmadas reformas estruturais fundamentais para assegurar a saída da crise pandémica e garantir um futuro resiliente para Portugal. No
capítulo Infraestruturas estão inscritos dois grandes investimentos necessários à dinamização económica do concelho vianense, nomeadamente a construção da nova travessia sobre o Rio
Lima entre a Estrada Nacional 203 – Deocriste e EN202 – Nogueira, e o acesso rodoviário da zona industrial do Vale do Neiva ao nó da autoestrada 28 (A28), que liga Viana do Castelo ao
Porto, empreitadas que ascendem a um valor global de 22 milhões de euros


Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

Director Editorial
Mais artigos
Empresas

Portugal marca presença na BIG 5 Show 2021 Dubai

Não sendo um mercado tradicional para Portugal, o Médio Oriente impõe-se pelo volume e dimensão dos projectos de construção e são cada vez em maior número os empresários nacionais que nele apostam

Dubai voltou a acolher mais uma edição do “BIG 5 SHOW”, aquele que é o mais importante certame da região e um dos mais importantes do mundo para a fileira da Construção e Materiais de Construção, Pedras e Rochas Ornamentais, Tecnologias e Ambiente. Portugal está presente com sete empresas, numa organização promovida pela AEP – Associação Empresarial de Portugal, através do Projecto Business on the Way. O evento que decorreu entre os dias 12 e 15 de Setembro, em simultâneo com o Middle East Concrete 2021 e o Middle East Stone 2021,
voltou ao formato presencial, depois da edição de 2020 ter decorrido em formato virtual.

Na edição de 2019, antes da pandemia trocar as voltas ao mundo, o certame contou com a presença de 2.507 expositores, provenientes de 61 países. Cerca de 11 empresas portuguesas
estiveram presentes no ano em que o certame foi visitado por mais de 67 mil visitantes profissionais oriundos de cerca de 132 nacionalidades.

“Em 2020 realizamos a BIG 5 SHOW VIRTUAL com 5 empresas nacionais. Os participantes dispunham de uma plataforma digital para apresentação dos seus produtos e empresas tendo
também realizado inúmeras reuniões por vídeo conferencia com potenciais importadores”, conta a associação empresarial que há 14 anos consecutivos tem em mãos a organização da
participação portuguesa no certame.

Números “não surpreendem”
Apesar da adopção de medidas de restrição impostas ainda pela pandemia, a edição deste ano contou com a participação de 1200 expositores, provenientes de 50 países. Foram organizados
20 pavilhões nacionais, 70 conferências temáticas e três grandes cimeiras, que, no seu conjunto, contaram com a participação de mais de 150 oradores. Números expressivos, mas
que não surpreendem. Até porque, não obstante o impacto económico derivado da pandemia, o “pipeline” de projectos na região é hoje superior a 2.5 triliões de dólares”, adianta a AEP.
Entre estes incluem-se “hospitais, aeroportos, centros comerciais, hotéis, residências e parques de diversão. Nestes megaprojectos destacam-se a Expo 2020 no Dubai, o Qatar Vision 2030, os Asian Games 2030, o Campeonato do Mundo de Futebol no Qatar em 2022, a Saudi Vision 2030 e a Área Financeira Rei Abdullah”, adianta fonte da associação citando um levantamento
realizado pela consultora Deloitte.

“A localização estratégica, altamente competitiva dos Emiratos Árabes Unidos (EAU), em especial o Dubai, na região do Golfo, com fácil acesso aos mercados do Médio Oriente, Ásia e
África”, faz deste o maior centro de negócios da região e um dos mercados mais atractivos do globo. Actualmente, cerca de 50% das suas importações são reexportadas para países como a
Arábia Saudita, o Irão, o Qatar, o Bahrein e o Kuwait, países com um interessante pipeline de investimentos e projectos em curso.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

Mais artigos
Empresas

Nova geração de mini-escavadoras CAT lançadas no mercado

A STET lança em Portugal três novos modelos que permitem tornar o trabalho “mais fácil, mais rápido e mais eficiente”, graças a todas as inovações tecnológicas que a marca incorporou

CONSTRUIR

302.7, 303CR e 303.5CR representam os três novos modelos da nova geração de mini-escavadoras CAT que a STET, representante oficial e exclusiva da Caterpillar em Portugal, acaba de lançar no mercado. Os novos modelos “permitem tornar o trabalho mais fácil, mais rápido e mais eficiente, graças a todas as inovações tecnológicas que incorporam, com a garantia de qualidade Caterpillar”, assegura a STET.

Desde logo, este lançamento traz consigo uma actualização dos indicadores de desempenho e manutenção dos equipamentos, garantindo uma melhoria, de até 20%, de melhoria do desempenho e de até 15% de redução do custo total de propriedade, para além de introduzir funcionalidades originais na indústria.

Os modelos de mini-escavadoras de nova geração CAT estão dotados com novos instrumentos tecnológicos, que os tornam mais ágeis e adaptáveis a qualquer situação. Entre eles a STET destaca “o controlo de joystick, o seu visor LCD para gestão de dados e configuração de máquinas, a sua cabine dobrável para melhor acesso aos componentes da máquina e o controlo de velocidade de cruzeiro”.

De destacar ainda a redução, em cerca de 30% dos custos de manutenção e a diminuição dos níveis de ruído e poluição, graças à sua cabine selada e pressurizada.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Effisus lança selante para furos em coberturas metálicas

A Effisus explica o Bolt Protect consiste “numa cápsula de borracha que garante um ajuste perfeito sobre o parafuso e o excelente alongamento da membrana permite um acoplamento total com a área ao redor”, além de que “utiliza acessórios simples, o que permite uma instalação fácil e rápida”

CONSTRUIR

A Effisus, especialista em soluções de impermeabilização, está a promover a sua mais recente novidade. Trata-se do Bolt Protect, uma nova solução para selar e reparar permanentemente as infiltrações provenientes dos furos dos parafusos em coberturas metálicas.

Segundo a empresa, “a elevada elasticidade da membrana permite absorver movimentos estruturais dos painéis metálicos sem dificuldade. A cápsula integrada protege completamente o parafuso, garantindo 100% de estanqueidade ao mesmo, assim como a toda a área que o rodeia”.

Na descrição do Bolt Protect, a Effisus explica que se trata de “uma cápsula de borracha que garante um ajuste perfeito sobre o parafuso e o excelente alongamento da membrana permite um acoplamento total com a área ao redor”, além de que “utiliza acessórios simples, o que permite uma instalação fácil e rápida”.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

‘Em Foco Irlanda’ da aicep dedicada a materiais de construção

A Academia AICEP está a promover um conjunto de webinars dedicados a vários mercados e sectores. Os materiais de construção e o acesso ao mercado irlandês tomam o palco a 29 de Setembro

CONSTRUIR

A Academia AICEP está a promover um conjunto de webinars dedicados a vários mercados e sectores em que o seu delegado no país e diversos especialistas abordarão a situação actual e as novas condições de mercado. A sessão agendada para 29 de Setembro será dedicada ao sector dos Materiais de Construção e tem como destino o mercado irlandês.

Esta acção contará com a participação de Luís Reis, Director do Centro de Negócios da AICEP na Irlanda, e de Graham Mason, importador e distribuidor local e proprietário da empresa de construção de jardins e exteriores Mason Landscapes.

O objectivo deste webinar é apresentar os desafios e oportunidades do sector dos Materiais de Construção na Irlanda, dando a conhecer às empresas portuguesas interessadas no mercado o actual contexto económico local, as relações comerciais bilaterais, constrangimentos e conselhos úteis na abordagem ao mercado, e oportunidades no âmbito dos projectos de construção públicos e privados. Trata-se de um mercado aberto, mas muito concorrencial, que pela sua dimensão, sofisticação, cultura de negócios e ligações a Portugal, apresenta grande potencial para a internacionalização das empresas portuguesas.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector da construção, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias da Construção em Portugal. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.