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    SCP Pool lança novo bloco de cofragem em poliestireno Solidbric

    A cofragem em polistereno é um material resistente ao frio e à água, sendo que associado à robustez do cimento armado é ideal para as paredes das piscinas

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    Resistência, robustez e estabilidade são as principais características do Solidbric, os novos blocos de cofragem de poliestireno desenvolvidos para as paredes das piscinas, que se encontra a ser comercializado pela SCP Pool Portugal.

    Com mais 25% de comprimento, ou seja, 1250 mm, o Solidbric optimiza a aplicação e são, também, altamente manobráveis. Além de leves, os blocos são combinados com cimento o que lhes confere maior robustez.

    O sistema de assentamento dos blocos de poliestireno em fileiras duplas, de entalhes e encaixes garante uma cofragem estável e hermética. Este material resiste ao frio e à água. A robustez do cimento armado é ideal para as paredes das piscinas.

    Balneoterapia, cobertura automática, natação contra corrente, linear, friso cerâmico, tudo pode ser personalizado na piscina. Além disso, dado a sua facilidade de utilização e leveza, em comparação com os tradicionais blocos de cimento, torna-se adequado para a autoconstrução.

    A empresa aponta ainda outras características do Solidbric, tais como apresentar uma calha liner, dedicada para montagem fácil; juntas sobre 90% do comprimento do bloco o evita vazamentos; facilidade de instalação das peças de vedação (corte com serra e colagem com espuma de PU); utilização do mesmo bloco para as escadas ou até utilizar o módulo mais pequeno, que pode ser recortado a cada 25 cm,  para evitar quedas na obra ou para os pilares de apoio no terraço.

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    Alerta de crise na Construção na Alemanha

    Segundo peritos da ZIA (German Property Federation, em inglês), a Alemanha já não é competitiva no sector da construção. A crise no sector da construção está instalada e pode piorar, avança o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung

    “Em vez dos 400.000 edifícios concluídos por ano previstos pelo Governo alemão, o mercado está a caminhar para apenas 150.000, alertaram os especialistas. Em 2023, apenas cerca de 270.000 projectos foram concluídos”, adianta o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung.
    O país tem um défice de 600 apartamentos, que deverá aumentar para 720 000 no próximo ano e para 830 000 unidades até 2027. “Com os níveis actuais das taxas de juro, dos preços dos terrenos para construção, dos custos de construção e das rendas, a construção de novos apartamentos não compensa”, afirmam os especialistas ouvidos pelo jornal. O Instituto Ifo também espera que o número de novas casas construídas anualmente caia em mais de um terço entre 2023 e 2026.

    “A crise é mais profunda do que a conclusão e as licenças de construção mostram”, resume o relatório da Primavera da ZIA. O sector público “é parcialmente responsável porque cobra taxas demasiado elevadas, aprova muito lentamente e exige demasiada burocracia”, sublinham os especialistas.

    A situação foi desvalorizada pela ministra da Construção Klara Geywitz, sublinhando o investimento “recorde” de cerca de 18 MM€ que o governo prevê canalizar para a habitação social até 2027. Para a previsão do governo alemão contribui ainda a diminuição das taxas de juro e dos preços dos materiais de construção e o aumento dos rendimentos reais da população. Argumentos aos quais Andreas Mattner, responsável máximo da ZIA, contrapõe com a fraca prestação da economia alemã, no geral. “Já não somos competitivos na Alemanha no que à construção diz respeito”, cita o jornal alemão. A indústria que represente 19% da produção económica total é “mais crítica do que nunca na história do pós-guerra”, sublinha Mattner.

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    Escritórios: O regresso das grandes operações a Lisboa

    Mais de 70% do take-up mensal na capital está concentrado em três transacções com mais de 1.000 m2, apura a JLL no Office Flashpoint de Janeiro. Apesar do take-up apresentar um volume pouco robusto face aos registos mensais nos anos mais fortes do mercado, é indicador de uma retoma importante da actividade

    A consultora imobiliária JLL acaba de divulgar os resultados do seu boletim mensal dedicado ao desempenho do mercado de escritórios, concluindo que Janeiro foi um mês de recuperação da ocupação em Lisboa, com reactivação das operações de grandes áreas. No primeiro mês do ano, foram ocupados 6.800 m2 de escritórios na capital, dos quais 72% estão concentrados em três negócios que envolvem a tomada de áreas superiores a 1.000 m2. No total, estas operações somam 4.800 m2, a maior das quais ascende a cerca de 2.400 m2, outra a 1.400 m2 e uma outra a 1.000 m2. De realçar ainda que o volume total mensal apresenta um crescimento da ordem dos 73% face ao mês homólogo.

    “Pese embora o take-up de Janeiro apresentar um volume pouco robusto face aos registos mensais nos anos mais fortes do mercado, é indicador de uma retoma importante da actividade. Obviamente tem de ser visto à luz de um mês de arranque de ano, naturalmente menos forte, mas abre perspectivas positivas para 2024 não só pelo crescimento de 70% face ao ano passado, mas também pelo regresso das operações a envolver grandes áreas”, começa por comentar Sofia Tavares, Head of Office Leasing da JLL.

    A mesma responsável acrescenta ainda que “a melhoria das expectativas relativas à inflação e às taxas de juro faz-nos acreditar que a procura que adiou as suas decisões devido à incerteza macroeconómica, voltará ao mercado mais activamente. Além disso, começam a surgir também mais espaços adequados aos novos requisitos das empresas em termos de adaptação aos modelos de trabalho, sustentabilidade e modernidade. Isso vai também reactivar procura que não estava a encontrar resposta para as suas necessidades”.

    No mês de Janeiro, foram concretizadas 12 operações em Lisboa, sendo o total da área tomada para ocupação imediata. O Prime CBD foi a zona mais dinâmica, com uma quota de 45% do take-up, enquanto as empresas de TMT’s & Utilities foram as mais dinâmicas, gerando 44% da ocupação.

    No Porto, Janeiro foi um mês brando, com 1.300 m2 de ocupação no total de quatro transacções. Este volume está 59% abaixo de Janeiro de 2023 e foi maioritariamente (70%) colocado na zona do CBD Boavista. Também no Porto foram as empresas de TMT’s & Utilities que se mostraram mais dinâmicas, com 70% do take-up mensal. Nota destaque para o facto de a totalidade das operações ter sido para ocupação imediata.

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    Câmara de Oliveira do Hospital investe 2,5M€ em Centro de Saúde com recurso ao PRR

    O futuro Centro de Saúde de Oliveira do Hospital, cujo projeto foi apresentado em reunião de Câmara pelo gabinete de arquitetura responsável pela sua conceção, o arquitecto Carlos Santos, contemplará a ampliação (a norte) daquele equipamento, através da construção de um novo edifício com três pisos

    A Câmara Municipal de Oliveira do Hospital aprovou, em reunião de Câmara, a abertura de um concurso público para a empreitada de ampliação e requalificação do edifício do Centro de Saúde, um investimento na área da saúde de cerca de 2,5 milhões de euros, que será financiado na totalidade pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    O presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, José Francisco Rolo, destaca, em comunicado, o importante papel da Câmara Municipal nas negociações com o Ministério da Saúde, porque – conforme explica – o financiamento deste equipamento, que inicialmente era de sensivelmente 1,2 milhões de euros, foi aumentado em mais de 1 milhão de euros.

    “Estamos a dar um passo muito importante para a concretização de um investimento altamente estratégico na área da saúde, pois o projeto de modernização e ampliação do Centro de Saúde criará novas condições de atendimento aos utentes e melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde”, sublinha o autarca.

    O futuro Centro de Saúde de Oliveira do Hospital, cujo projeto foi apresentado em reunião de Câmara pelo gabinete de arquitetura responsável pela sua conceção, o arquitecto Carlos Santos, contemplará a ampliação (a norte) daquele equipamento, através da construção de um novo edifício com três pisos.

    Com esta empreitada, que tem um prazo de execução de 548 dias, vão ser criadas novas condições de conforto e segurança para os utentes e profissionais de saúde, assim como o aumento da eficiência energética do edifício e a melhoria dos aspetos relacionados com a acessibilidade.

    Um outro aspeto importante está relacionado com o facto de estas obras de remodelação e ampliação do Centro de Saúde cumprirem com as normas de dimensionamento e organização definidos pelo Ministério da Saúde. E nesse sentido, conforme frisa o Presidente da Câmara, passará a ser possível, no âmbito das novas políticas de saúde programadas para a ULS Coimbra, acolher em Oliveira do Hospital, médicos estagiários e em fase de internato para a especialidade.

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    Roca apoia Prémios FORMA de Arquitectura

    Este prémio nacional, com periodicidade anual, destina-se a distinguir obras de nova construção realizadas em todo o território de Portugal que se distingam pela sua qualidade e singularidade e que sejam da autoria de Arquitetos(as) inscritos na Ordem dos Arquitetos ou organismos equivalentes no país de origem

    A Roca anunciou, esta quinta-feira, o apoio à segunda edição dos Prémios Nacionais de Arquitetura FORMA 2023, iniciativa promovida pela plataforma de arquitetura IF – Ideas Foward e que têm como objetivo incentivar e promover os(as) arquitetos(as) e a qualidade na arquitetura através da inovação na construção e a valorização da paisagem. A cerimónia de entrega dos prémios decorrerá, este ano, no dia 18 de Maio, na Fundação de Serralves, no Porto.

    Este prémio nacional, com periodicidade anual, destina-se a distinguir obras de nova construção realizadas em todo o território de Portugal que se distingam pela sua qualidade e singularidade e que sejam da autoria de Arquitetos(as) inscritos na Ordem dos Arquitetos ou organismos equivalentes no país de origem.

    Os Prémios FORMA serão atribuídos em 6 categorias diferentes, sendo destinados a jovens arquitetos(as) até aos 40 anos. As categorias consideradas são: Habitação Unifamiliar, Habitação Coletiva, Equipamento Coletivo, Espaço Público, Reabilitação Arquitetónica e Jovens Emergentes, onde podem participar Arquitetos(as) inscritos(as) na Ordem dos Arquitetos ou organismos equivalentes no país de origem.

    Para a Roca, o segmento da arquitetura é uma prioridade que merece de forma regular discussão e promoção, através de diversas plataformas. Para reforçar a importância crescente desta área para a marca, a Roca acolhe no seu espaço Roca Lisboa Gallery, um ciclo de três conversas – ‘O Outro Lado da FORMA’ – promovidas pelas IF no âmbito dos prémios FORMA, que tem início no dia 29 de fevereiro, pelas 18h30, e que terá como tema a ‘Habitação Unifamiliar e Coletiva’. A moderação ficará a cargo do arquiteto Hugo Merino Ferraz, contando com a colaboração das arquitetas convidadas: Ana Cravinho, Inês Cordovil e Sofia Pinto Bastos do atelier SIA Arquitectura.

    Nas sessões seguintes serão abordados outros temas relevantes, igualmente categorias do concurso Prémios FORMA, tais como Equipamento Coletivo, Espaço Público, Reabilitação Arquitetónica e Juventude Emergente. Incentivar e promover os arquitetos e a qualidade na arquitetura através da inovação na construção e a valorização da paisagem será um dos objetivos destas conversas, assim como promover o networking entre profissionais, incentivar a sua partilha de conhecimentos e a integração do público interessado naqueles que são temas atualmente relevantes no ramo da arquitetura.

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    MAP Engenharia adere ao Business Council for Sustainable Development

    A missão da BCSD Portugal é ajudar as empresas associadas na sua jornada para a sustentabilidade, promovendo o impacto positivo para os seus stakeholders, para a sociedade e para o ambiente

    A MAP Engenharia já faz parte do Business Council for Sustainable Development (BCSD) Portugal, organização sem fins lucrativos que agrega e representa mais de 170 empresas de referência em Portugal, que se comprometem activamente com a transição para a sustentabilidade.

    A empresa, liderada por José Rui Meneses Castro, adere assim à Carta de Princípios como forma de compromisso de “implementação de medidas que permitam a manutenção da sua actividade criando alternativas que sejam vantajosas para todos os agentes, e acima de tudo para o planeta”, como se lê em comunicado.

    Ana Estrócio, directora da Qualidade, Segurança e Ambiente da MAP Engenharia, afirma que “este é um caminho que não conseguimos alcançar sozinhos, é fundamental que os governos desenvolvam políticas e legislações inovadoras, e que forneçam incentivos económicos para promoverem a adopção de práticas mais sustentáveis na indústria da construção, que é agora mais do que nunca, uma prioridade do nosso país. Acreditamos que a orientação da BCSD nos permitirá traçar de uma forma mais objectiva e eficiente este caminho que assumimos percorrer.”

    A missão da BCSD Portugal é ajudar as empresas associadas na sua jornada para a sustentabilidade, promovendo o impacto positivo para os seus stakeholders, para a sociedade e para o ambiente.

    De acordo ainda com Adriana Coutinho, directora de Marketing da MAP Engenharia “no sector da construção, estamos sempre sujeitos aos critérios e decisões dos nossos clientes, mas sabemos ser influenciadores e consultores activos em soluções sustentáveis alternativas. Tendo eu a responsabilidade de comunicar ao mercado as práticas sustentáveis da MAP, fico satisfeita que a nossa adesão à Carta de Princípios da BCSD, nos permita a partir de agora a sermos mais informados e autênticos na transição para o ESG. Sabemos que não é um desafio fácil, mas estamos a dar o nosso melhor.”

    O BCSD Portugal integra a Rede Global do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), a maior organização internacional empresarial a trabalhar a área do desenvolvimento sustentável. Esta adesão garante a dedicação incessante da MAP Engenharia à melhoria contínua e à entrega consistente de soluções e ferramentas inovadoras que permitam responder aos desafios do negócio da construção na transição para a sustentabilidade.

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    Forbes Global Properties realiza parceria exclusiva com Quinta do Lago  

    Desta forma, as propriedades desta zona do Algarve vão começar a ser comercializadas na plataforma de imobiliário de luxo. Uma parceria que realça a “confiança da Quinta do Lago na experiência da Forbes, reforçando a posição no sector imobiliário de luxo na Europa”, segundo Sean Moriarty, CEO do resort

    A Forbes Global Properties em Portugal acabou de concluir o negócio de parceria com a Quinta do Lago Real Estate. Esta parceria reúne o “reconhecimento global” e o “prestígio” da Forbes Global Properties com o conhecimento local da Quinta do Lago Real Estate. Desta forma, as propriedades de luxo desta zona do Algarve vão começar a ser comercializadas na plataforma de imobiliário de luxo.

    De referir que no início deste ano, a Forbes Global Properties expandiu a sua presença internacional a Portugal, através da Modern, uma agência imobiliária focada em serviços de aconselhamento a indivíduos e promotores imobiliários no segmento residencial de luxo. Concentrando-se especificamente no 1% mais alto do mercado, a Forbes Global Properties representa as propriedades mais cobiçadas em Portugal, nomeadamente em zonas como Cascais, Comporta e Quinta do Lago.

    De acordo com Sean Moriarty, CEO da Quinta do Lago, “esta parceria com a Forbes é a prova do nosso compromisso inabalável com o luxo, com a exclusividade e com a oferta de propriedades sem paralelo. A reputação da marca e o grau de exigência dos clientes high end da rede Forbes alinham-se na perfeição com a nossa visão de lifestyle”.

    O responsável acrescenta, ainda, que “esta parceria realça a confiança na nossa experiência, reforçando a nossa posição no sector imobiliário de luxo na Europa. Juntos, estamos preparados para redefinir o estilo de vida no Algarve e elevar a Quinta do Lago a novos patamares de reconhecimento global.”

    Para Pedro Teixeira Santos, representante da Forbes Global Properties em Portugal, “a Quinta do Lago é dos melhores resort da Europa, onde clientes locais e internacionais são atraídos pela qualidade das propriedades e pelo estilo de vida exclusivo proporcionado pelo resort”.

    Com um mercado imobiliário em contínuo desenvolvimento, a Quinta do Lago apresenta uma variedade de propriedades de luxo, que incluem não só revendas, mas também novos empreendimentos, com comodidades de topo de gama e interiores de alta qualidade, mantendo-se destacada no topo das prioridades de interesse imobiliário no Triângulo Dourado do Algarve.

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    Chris Bargate nomeado novo CEO da Brico Depôt Ibéria

    O Grupo Kingfisher anuncia a nomeação de Chris Bargate, até agora director de Desenvolvimento e Estratégia da B&Q, como novo CEO da Brico Depôt em Portugal e Espanha. Bargate substituirá Mike Foulds na direcção da filial ibérica a partir de 1 de Março. A Brico Depôt celebra este ano o seu 10º aniversário em Portugal

    Com a sua experiência em todo o grupo Kingfisher e a sua paixão por novos conceitos de loja, expansão e estratégia de clientes Pro, fazem dele uma mais-valia para a Brico Depôt e para conduzir a próxima fase de crescimento do negócio ibérico.

    Chris Bargate tem desempenhado várias funções no grupo desde 2010. Tendo mais recentemente liderado o plano estratégico para ajudar a moldar o futuro e o crescimento contínuo da B&Q (Block & Quayle) no Reino Unido. Durante o seu percurso, foi ainda responsável por várias mudanças estratégicas importantes na empresa, incluindo a simplificação do modelo operativo das lojas, o lançamento do programa de fidelização TradePoint, o lançamento dos primeiros formatos de lojas mais pequenas ou o desenvolvimento do negócio de instalação.

    “É uma honra e um privilégio assumir esta nova responsabilidade de CEO da Brico Depôt Ibéria. Tenho admirado a forma brilhante como apenas 3 lojas têm servido todos os nossos clientes em Portugal, da nossa transformação digital para entregas em todo o país, as novas salas de exposição de cozinhas e o empenho da equipa em fazer sempre o que é melhor para os nossos clientes e aguardo com expectativa a abertura da nossa nova loja em Lisboa. Estou ansioso por saber mais sobre os nossos clientes e colegas e por conhecer os nossos parceiros muito em breve,” afirma Chris Bargate.

    Eduardo López, que durante este período assumiu a responsabilidade de CEO interino da Brico Depôt Ibéria, continuará a desempenhar as suas funções na direcção geral como director financeiro a nível ibérico.

    A Brico Depôt celebra o seu 10º aniversário em Portugal em 2024.

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    Reabilitação do bairro Quinta do Freixo vai custar 4,7M€

    A Câmara Municipal de Setúbal aprovou a abertura de um concurso público, por lotes, no valor global de 4 milhões e 700 mil euros de euros para a reabilitação de 88 fogos na Quinta do Freixo

    A empreitada, enquadrada na Estratégia Local de Habitação de Setúbal, tem financiamento assegurado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, ao qual a Câmara Municipal de Setúbal submeteu, em Julho de 2023, uma candidatura para a reabilitação do parque habitacional municipal do bairro.

    O procedimento de contratação pública, justificado pela “impossibilidade de satisfação da necessidade por via de recursos próprios da autarquia”, indica o documento, diz respeito à empreitada de “Reabilitação do Bairro Quinta do Freixo”, a qual tem um preço base global de 4 milhões, 698 mil euros, sem IVA incluído.

    A empreitada contempla intervenções nos espaços comuns de dois edifícios, a requalificação de coberturas e fachadas, incluindo novos caixilhos e estores, com o objectivo de melhorar as condições térmicas e energéticas, bem como a acessibilidade de pessoas com mobilidade condicionada.

    No interior de 88 fracções habitacionais os trabalhos a realizar incluem uma profunda renovação das cozinhas e instalações sanitárias e a renovação integral das redes de abastecimento de água, de drenagem de esgotos, de abastecimento de gás, electricidade e telecomunicações.

    A adjudicação da empreitada é feita em dois lotes, de 45 e 43 fogos, incluindo partes comuns.

    A proposta define ainda um prazo de 500 dias para execução das obras em cada um dos lotes, sendo que o lote 1 apresenta um preço máximo de adjudicação de 2 milhões, 355 mil e 817,70 euros, enquanto para o lote 2 o valor limite para a obra é de 2 milhões, 342 mil e 182,70 euros.

    O prazo para a apresentação de propostas é de 30 dias, com o critério de adjudicação a ser definido pela “proposta economicamente mais vantajosa na modalidade melhor relação qualidade-preço”.

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    Casa do Jazz reabre em 2025

    A Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprovou por unanimidade a atribuição ao Hot Clube de Portugal, por um prazo inicial de 50 anos, o direito de superfície de um prédio municipal na Praça da Alegria, propondo-se, em contrapartida, o Hot Clube reabilitar e recuperar o imóvel

    A primeira das duas fases previstas para a reabilitação do imóvel, sito nos n.ºs 47 a 49 da Praça da Alegria, iniciar-se-á ainda em 2024, comprometendo-se o Hot Clube a retomar a sua actividade no local já em 2025.

    Com esta decisão, a CML e o Hot Clube de Portugal asseguram a continuidade, na emblemática Praça da Alegria, de um dos mais antigos clubes de jazz da Europa e daquela que é uma associação de referência a nível nacional e internacional na sua área de actuação, indo ao encontro da vontade de criação da Casa do Jazz.

    “A visão deste executivo municipal é a de uma cidade com a Cultura no centro. Uma cidade em que a Cultura é para todos, é descentralizada e está viva e renovada. O Hot Clube presta um serviço de excelência à cidade e contribui de forma ímpar para a sua dinamização cultural, projectando Lisboa como uma referência pulsante da Cultura e, neste caso particular, da música jazz”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

    “A Câmara Municipal de Lisboa esteve, desde a primeira hora, empenhada no apoio ao Hot Clube e em disponibilizar um espaço que lhe permitisse manter a sua actividade e a sua programação. Felizmente, foi possível encontrar uma solução na Praça da Alegria, tal como esta instituição pretendia, solução essa que permitirá, em articulação com o Parque Mayer, a concretização de um grande polo cultural nesta zona de Lisboa”, acrescenta Carlos Moedas.

    Já o vereador com o pelouro da Cultura, Diogo Moura, sublinha que “o Hot Clube de Portugal faz parte do património cultural da cidade e do país. Com mais de 75 anos de história, evoluiu da promoção e da divulgação da música jazz para o ensino, tornando-se uma referência não só nacional, mas internacional. Lisboa não abdica da excelência e, consequentemente, não desiste do Hot Clube de Portugal.”

    O Hot Clube de Portugal, Instituição de Utilidade Pública desde 1995, foi considerado um dos melhores 100 clubes de jazz do mundo pela conceituada revista americana de jazz DownBeat e agraciado com a atribuição do Prémio Almada Negreiros (2001) e a Medalha de Mérito Cultural (2004).

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    Hipoges lança método “inovador” de comercialização de activos imobiliários

    O “Faz a tua oferta” parte da área de Real Estate e visa colocar na mão do comprador a oportunidade de propor à Hipoges um valor que considere justo por um determinado imóvel

    A servicer especialista em Asset Management, Hipoges, acaba de anunciar um método que convida os seus clientes e investidores a fazer uma proposta personalizada para alguns dos activos imobiliários que o Grupo está a comercializar em Portugal.

    O “Faz a tua oferta” parte da área de Real Estate e visa colocar na mão do comprador a oportunidade de propor à Hipoges um valor que considere justo por um determinado imóvel.

    “O mercado imobiliário está cada vez mais exigente e é preciso encontrar formas diferentes e inovadoras de chegar ao comprador. Foi todo este contexto que nos levou a desenvolver o “Faz a tua oferta”, em que permitimos que seja o comprador a propor-nos um preço, em vez de sermos nós a defini-lo”, explica Rui Rocha, associate director, Sales & Closing da Hipoges em Portugal. “Já tínhamos testado este mesmo método em Espanha e o resultado não podia ser mais positivo, pelo que decidimos alargá-lo ao mercado português”.

    Para lançar esta campanha, o Grupo disponibilizou mais de 100 imóveis distribuídos por todo o País que podem ser comercializados com base neste método. Entre os activos disponíveis, encontram-se apartamentos, moradias, garagens, lojas, terrenos e edifícios.

    No site da campanha, a Hipoges explica que, se o comprador quiser adquirir um destes imóveis, deve seleccionar um dos activos disponíveis e, através do formulário aí disponibilizado, enviar uma proposta com o preço que quer pagar pelo mesmo. A proposta será depois avaliada pelo departamento competente. Entretanto, o comprador poderá marcar uma visita para ver o imóvel e, se a resposta do grupo for afirmativa, depois terá só de formalizar a proposta com uma oferta final.

    Com este método “inovador”, a Hipoges espera atrair um maior número de interessados e alcançar novas franjas de compradores que, de outra forma, não teriam possibilidade de adquirir estes activos.

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