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Obra do futuro interface de transportes de Setúbal adjudicada à ABB

A intervenção, num valor superior a quatro milhões de euros, consiste na construção do novo terminal rodoviário junto à estação ferroviária

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A intervenção, num valor superior a quatro milhões de euros, consiste na construção do novo terminal rodoviário junto à estação ferroviária

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A Câmara Municipal de Setúbal aprovou esta quarta-feira, em reunião pública, a adjudicação da empreitada do Terminal Interface de Setúbal, a localizar na Praça do Brasil, à empresa Alexandre Barbosa Borges (ABB), por um valor na ordem dos quatro milhões e 213 mil.

A empreitada foi adjudicada, após concurso público aprovado a 3 de Abril, e terá um prazo de execução de 400 dias.

A intervenção consiste na construção do novo terminal rodoviário junto à estação ferroviária, um parque de estacionamento subterrâneo e respectivas áreas e infraestruturas de apoio.

O objetivo é congregar a intermodalidade na actual estação ferroviária da Praça do Brasil, de forma a concentrar os modos rodoviário e ferroviário que, actualmente, se encontram em locais distintos da cidade.

O projeto, designado de PAMUS 01 – Interface de Setúbal, que se enquadra na estratégia de mobilidade para a cidade, integra uma candidatura ao Portugal 2020 de obtenção de financiamento no âmbito dos PEDU – Planos Estratégicos de Desenvolvimento Urbano.

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O que é preciso para ser Decorador de Interiores

A área da decoração é muito desafiante e requer criatividade.

Para ser decorador de interiores precisa de ter sentido estético, orientação para o cliente, atenção ao detalhe e saber trabalhar com programas de desenho e projeto de espaços. Como conseguir tudo isto? A formação é a base, depois é preciso continuar a ser curioso, manter-se a par das tendências e continuar a adquirir conhecimentos para ser um profissional de sucesso.

Mas comecemos pelo princípio de tudo: a formação. Neste artigo vai saber onde estudar decoração de interiores e como trabalhar como decorador.

Onde estudar Decoração de Interiores

A oferta de cursos de decoração de interiores pode ser vasta, mas há certas variáveis que deverá ter em conta antes de decidir. A escolha do local certo para se especializar pode não ser fácil, mas é importante ter em conta se terá acesso a certificado de conclusão do curso, quais as modalidades disponíveis ou ainda qual o apoio que terá por parte da equipa docente.

Na Master D todas estas questões estão asseguradas até porque, estes centros formativos, têm mais de 25 anos de experiência na área da formação online e semipresencial e a quantidade de cursos é grande. Na área da decoração, estão disponíveis três cursos de formação: curso de Decoração de Interiores, curso de Visual Merchandising e Vitrinismo e o curso Avançado de Decoração de Interiores, Visual Merchadising e Vitrinismo.

No curso de Decoração de Interiores da Master D os formandos aprendem a projetar espaços e a pensá-los mediante o seu uso, nunca esquecendo a estética e as características do cliente. O decorador pode decorar espaços de raiz, ou refazê-lo, combinando as funções do espaço, dos gostos do cliente, orçamento e tendências, tornando-o prático e visualmente agradável.

Se procura uma formação também focada na área do vitrinismo pode optar pelo curso Avançado de Decoração de Interiores, Visual Merchadising e Vitrinismo. Se prefere uma formação mais focada nos espaços comerciais, a Master D tem ainda o curso de Visual Merchandising e Vitrinismo.

Nestas formações, vai ainda aprender a trabalhar em AutoCAD, ferramenta essencial, para quem desempenha funções na área da decoração, bem como aprender a comunicar ideias, distinguir materiais, elaborar projetos ou gerir orçamentos.

Trabalhar em decoração

Se optar por ser um autodidata, chegar ao lugar que ambiciona pode ser bem mais difícil já que muitas empresas preferem contratar pessoas com formação. Com um curso de decoração, as hipóteses de emprego são variadas e podem passar por ateliês de arquitetura, empresas de construção civil, ateliês de engenharia e design ou até pela criação de um negócio próprio.

Em Portugal, e segundo dados do diretório de empresas do Jornal de Notícias, há 36.767 empresas na área da promoção imobiliária, 29.640 ligadas à construção e 2.600 de engenharia civil. Se falarmos de ateliês de arquitetura, são mais de 350 registados no diretório de empresas do Jornal de Negócios.

Estes números demonstram haver muitos locais onde pode trabalhar e áreas a explorar mediante o seu gosto e preferências.

Agora que já sabe o que precisa para ser decorador de interiores, saiba mais sobre os cursos da Master D e invista na sua formação.

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Congresso IPRA-CINDER reflete sobre os desafios da tecnologia para o direito registal

Mais de 500 congressistas de 40 países juntaram-se no Porto para discutir crescimento económico, tecnologia e segurança no âmbito do Registo Predial, do Registo de Bens Móveis, do Registo Comercial e do Registo Civil

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O Centro de Congressos da Alfândega, no Porto, recebeu o XXII Congresso Internacional de Direito Registal IPRA-CINDER. Ao longo de três dias, de 16 a 18 de Maio, foram debatidos os temas mais relevantes do registo imobiliário mundial, numa agenda de trabalhos composta por duas sessões plenárias, duas mesas redondas e 14 sessões paralelas.

Dois grandes temas estiveram em análise, “O Registo Predial e a Globalização” e “Desenvolvimento sustentável e o papel do registo imobiliário nos desafios do século XXI”, com a partilha de conhecimento jurídico e a divulgação das melhores práticas nacionais e internacionais em matéria de registo, sendo possível concluir como a importância da globalização tem determinado uma nova perspectiva sobre o que é pretendido para a sociedade em geral e para os registos em particular, assim como os desafios futuros que se apresentam perante a instituição de registo e que requerem soluções inovadoras.

“O Registo Predial e a Globalização”

No primeiro grande tema em análise: “O Registo Predial e a Globalização”, debateu-se o facto dos sistemas de registo das diferentes partes do mundo, distintos uns dos outros, necessitarem da metodologia do direito comparado para encurtar essas diferenças. Outro ponto em destaque foram as instituições internacionais, como a Comissão Europeia, que fornecem canais seguros de comunicação e interconexão, tendo sido assinado no decorrer do evento um protocolo genérico de cooperação entre a ELRA e a IBEROREG.

Outra das conclusões incidiu no papel da tecnologia como ferramenta importante ao desenvolvimento dos sistemas de registo. Nesse sentido, foram apresentados no evento alguns modelos tecnológicos muito actuais, implementados ou em fase de implementação em diferentes países, que permitem, por um lado, ajudar na elaboração dos registos pelo

conservador, libertando-o para o estudo e para as decisões que diariamente tem de tomar na análise dos factos a registar em cumprimento da lei e tornando-os conhecidos e acessíveis a terceiros; e por outro lado contribuir para tornar mais fácil o acesso à informação por parte dos interessados, tudo com o respeito devido pela protecção de dados pessoais. O desafio da digitalização dos sistemas de registo em diferentes países, com abordagem também, em alguns casos, da necessidade de implementação urgente devido ao contexto pandémico, foi outra das conclusões.

Em resumo, foi possível constatar a necessidade de interconexão entre os Registos Civis e os Registos Imobiliários, bem como a necessária segurança jurídica e tecnológica, tanto no conteúdo da informação registal como na sua publicidade.

“Desenvolvimento sustentável e o papel do registo imobiliário nos desafios do século XXI”

A discussão em torno do segundo grande tema em debate no Congresso IPRA-Cinder, “Desenvolvimento sustentável e o papel do registo imobiliário nos desafios do século XXI”, trouxe a lume os desafios que se apresentam perante a instituição de registo, tais como o Registo Imobiliário como instrumento de concretização e garantia do direito à habitação e também como instrumento essencial de transparência para o mercado imobiliário, que evite a existência de encargos ocultos e auxilie na prevenção e combate à fraude fiscal e ao branqueamento de capitais. A qualidade dos dados representa ainda um dos maiores desafios enfrentados pelos sistemas de registo, dada a velocidade a que a informação em ambiente electrónico se propaga e transforma por força das novas tecnologias e das potencialidades do Big Data.

O XXII Congresso Internacional de Direito Registal – IPRA CINDER contou com mais de 500 participantes provenientes de mais de 40 países. Para além da parte científica de elevada qualidade, foi um momento de reencontro entre Registradores de todo o mundo.

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Porto lança novo concurso no âmbito do “Rua Direita”

Aberto concurso para a requalificação da Rua do Professor Abílio Cardoso, no Porto, ao abrigo do programa Rua Direita. A empreitada tem um valor superior a meio milhão de euros

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Foi lançado, esta semana, o concurso público para a “requalificação da Rua do Professor Abílio Cardoso e Outras”, na zona de Massarelos. A empreitada integra o “Rua Direita”, programa municipal de reabilitação profunda da rede fina de perto de uma centena de arruamentos da cidade e é da responsabilidade da GO Porto, empresa municipal de Gestão e Obras do Porto.

O concurso tem como preço base o valor de 665.500,00 euros e as propostas podem ser submetidas até às 23,59 horas de 23 de Junho, na plataforma acinGov, onde se encontram disponíveis todas as peças do concurso.

A empreitada prevê a requalificação das ruas do Professor Abílio Cardoso, do Professor Carlos Alberto Ferreira de Almeida e do Professor Henrique David, através da pavimentação dos arruamentos e passeios e melhoria da acessibilidade pedonal, por meio da adopção de troços de via partilhada. Está, ainda, prevista a criação de áreas ajardinadas, com rede de rega, e a criação de uma bolsa de estacionamento.

Além destes trabalhos, serão executadas infraestruturas de saneamento, de telecomunicações e de iluminação pública, de gás, e serão instalados equipamentos enterrados de recolha selectiva de resíduos.

De recordar que o “Programa Rua Direita” já requalificou o troço nascente da Rua de Vila Nova e, tem em curso, seis empreitadas de requalificação, nas ruas de Rua de Vila Nova (poente) e Travessa da Costibela, Rua da Via-Sacra e Outras, Rua Silva Porto (parcial), Rua da Arada, Rua do Encontro e Outras e Rua da Granja de Lordelo.

Anunciado em Junho de 2018, o “Rua Direita” representa um investimento global de 21 milhões de euros do Município e abrange a reabilitação de arruamentos do sistema viário municipal, dispersos por várias freguesias e correspondentes a antigos caminhos rurais, áreas urbanas em transformação ou ruas degradadas em tecido consolidado.

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Prémios de franchising distinguem imobiliário e construção

Prémios de Franchising 2022 da Associação Portuguesa de Franchising distinguiram melhores marcas na indústria nas suas diversas categorias. Os vencedores concorrem agora a Prémios Europeus de Franchising

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A Associação Portuguesa de Franchising (APF) premiou as melhores marcas da indústria em Portugal com os Prémios Franchising 2022. Em cerimónia realizada no Centro Cultural de Cascais, a APF distinguiu a performance das empresas em vários segmentos.

A Remax foi a grande vencedora, com a conquista da categoria Super Master de Franquiador do Ano e ainda uma Menção Honrosa em Resiliência. A mesma menção distinguiu a MaxFinance, UNU, Urban Orbas e Melom. Esta última obteve também o primeiro lugar em Marca Internacional e o segundo lugar em Franquiador do Ano (categoria Master), enquanto o terceiro lugar da mesma categoria foi alcançado pela MaxFinance.

A Fitness Factory destaca-se com dois primeiros prémios: Franquiador do Ano (categoria Jovem) e Resiliência. A House Shine venceu a categoria Pleno de Franquiador do Ano e ficou em segundo lugar na Resiliência enquanto a Best Travel foi primeira classificada na categoria Master de Franquiador do Ano e terceira em Resiliência.

O segundo lugar no prémio de Franquiador do Ano, categoria Jovem, foi entregue à UNU e o terceiro à Luzzo. Esta última foi ao mesmo tempo a vencedora do Prémio Franquiado do Ano, enquanto o Prémio Franquiado Emergente foi conquistado pela Harab’s.

”É com grande satisfação que distinguimos as marcas vencedoras dos Prémios Franchising 2022 pelo seu profissionalismo e empreendedorismo num contexto de incerteza e de adaptação a uma nova realidade”, afirma a Secretária-Geral e CEO da APF, Cristina Matos. “Os prémios valorizam o que de melhor fazem as marcas, franquiadores e franquiados e estimulam o crescimento do franchising como pilar do empreendedorismo, criação de emprego e desenvolvimento económico”, acrescenta.

Concorreram aos Prémios Franchising 2022 – que distinguem as marcas que actuam no mercado de franquias em Portugal pelas melhores práticas de gestão em franchising – dez empresas de diversos sectores de actividade.

A classificação foi alcançada depois da ponderação pontual entre um inquérito junto das redes de franquia a franquiados e colaboradores e uma avaliação de um júri independente. As categorias variam em função do número de franquiados, de unidades franquiadas e número de anos como franquiador enquanto a performance é avaliada nas suas dimensões global, económica, operacional, de relacionamento e de sensibilidade.

Facturação, unidades, diferenciação, presença internacional, apoio aos franquiados, formação e integração, diferenciação da marca, cultura organizacional e relacionamento entre franquiadores e franquiados forma alguns dos critérios avaliados nos Prémios Franchising 2022 da APF.

Este ano os prémios contaram com a categoria especial Resiliência, na qual as marcas foram avaliadas pelo impacto da Covid-19 na sua atividade e a forma como lidaram com o problema e o apoio aos franquiados e aquilo que as diferenciou durante a pandemia.

Concorreram aos Prémios de Franchsing 2022 da Associação Portuguesa de Franchising a maioria dos vencedores dos primeiros Selos de Excelência da APF, atribuídos durante a 25.ª edição da Expofranchise, em Março, e os primeiros classificados vão disputar os prémios da Federação Europeia de Franchise, numa cerimónia a ter lugar em Setembro, em Bruxelas.

O sector de franchising contabilizou, em 2020, 159 inaugurações, um valor que mesmo sendo um decréscimo comparativamente ao ano anterior revela-se surpreendente e a demonstrar uma tendência positiva. Já em 2019, o franchising representava 30 mil empresas e quase 200 mil postos de trabalho, distribuídos por 557 marcas, que geraram um volume de negócios de 11 mil milhões de euros. Neste período representou 5,8% do PIB.

“O franchising oferece aos franquiados um modelo de negócios que engloba know-how, procedimentos, propriedade intelectual, disponibiliza suporte no momento de implementação e permite um forte reconhecimento da marca. O processo associado ao sector ajuda a reduzir o risco associado a iniciar uma nova operação de negócios”, salienta Cristina Matos.

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Fórum acentua peso do financiamento especializado no PIB e exportações

As empresas portuguesas devem promover a sua adaptação aos desafios da sustentabilidade e da digitalização, e o financiamento especializado afirma-se como um dos veículos para a transição

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“Este é o momento de trabalhar em soluções inovadoras no financiamento especializado”, notou Rita Marques, Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, durante o Fórum ALF, que se realizou no passado dia 19. Numa proximidade de posições, o presidente da Associação Portuguesa de Leasing Factoring e Renting, Luís Augusto, aponta o sector como “impulsionador inequívoco do crescimento económico”. Num regresso da iniciativa ao modelo presencial, após dois anos de pandemia, a ALF juntou os associados em torno do tema “Financiamento especializado – O motor da transição na economia portuguesa”.

Rita Marques, Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, a quem coube a abertura do Fórum ALF, salientou a nova agenda de transformação para a década como parte fundamental do desenvolvimento económico neste período. Com a sustentabilidade e a digitalização enquanto condições para o sucesso empresarial no pós-pandemia, Rita Marques destacou que “estamos a virar uma página, tendo em conta as circunstâncias pandémicas em que vivemos até há uns meses”, pelo que, na óptica do Governo, “este é o momento de trabalhar novas soluções, soluções inovadoras a nível do financiamento especializado”.

Neste encontro decorrido no Centro Cultural de Belém, Luís Augusto, presidente da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting, salientou a recuperação ao longo do ano passado – em alguns indicadores, para níveis de 2019, pré-pandemia –, explicando que “o financiamento especializado continua a posicionar-se como impulsionador inequívoco do crescimento económico. A evolução histórica do sector, mesmo em tempo de crise, assim o demonstra, e a recuperação iniciada em 2021 demonstra a resiliência frente aos fortes constrangimentos económicos dos últimos dois anos”, reforçou Luís Augusto.

São disso exemplo o renting, com um aumento da produção em 10,5% no número de viaturas ao longo do primeiro trimestre deste ano – recuperação homóloga a dois dígitos, ainda abaixo de 2019, mas que permite à ALF afirmar que “estamos a crer que o renting recuperará até final do ano para valores de 2019”.

Também o leasing, que no ano passado cresceu 5%, para cerca de 2,5 mil milhões de euros em financiamentos, soma um importante reforço no primeiro trimestre deste ano. De Janeiro a Março, a locação financeira cresceu 17,5% face ao período homólogo de 2021, fruto do forte contributo do imobiliário. “Contamos com mais 60 milhões de euros em operações novas, motivadas também pela melhoria do sector da construção em Portugal”, esclareceu o presidente da ALF. “São valores que nos deixam bastante optimistas para 2022, e que confirmam o papel crucial dos nossos associados para o crescimento da economia e para a sustentabilidade ambiental e inovação da economia portuguesa”, destacou Luís Augusto. Na senda da defesa ambiental, o financiamento especializado tem permitido o investimento em painéis solares e edifícios mais ecológicos, por exemplo.

A relevância dos bons instrumentos financeiros, bem como o papel da ALF na divulgação destes perante o tecido empresarial, foram destacados pela Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços. “Não se terá bons investimentos se não tivermos à disposição dos nossos empresários bons instrumentos financeiros, que muitas vezes podem não ser do conhecimento de todos os empresários, principalmente porque temos um tecido económico e empresarial, muito sustentado nas micro pequenas e médias empresas”.

À ALF cabe saber capacitar o tecido empresarial, destaca Rita Marques, num repto aos dirigentes e associados da ALF, seguido de uma assunção de responsabilidades próprias: “Numa reunião que tive com a direcção da ALF foram identificados vários constrangimentos que precisam de ser regulados”. Entre esses temas, afirma a secretária de Estado, contam-se “a elegibilidade de algumas despesas no quadro dos fundos comunitários” e outros de natureza fiscal. “Sabemos que a nível de operações de leasing e renting, temas como o IMT e o IMI, precisam de ser melhor acarinhados e melhor analisados da parte do Estado”, assumiu Rita Marques, acentuando a necessidade de simplificação administrativa, “uma das propostas que tive oportunidade de discutir com o presidente da ALF”, explicou durante a sua intervenção neste Fórum.

O presidente da associação, por seu turno, referindo-se também às reuniões conjuntas entre a ALF e o Governo, apontou, perante os associados, alguns dos argumentos utilizados em prol do financiamento especializado. Entre eles, a segurança do leasing no aproveitamento dos financiamentos, considerando que “sendo a Locadora proprietária jurídica do bem pode ele servir de garante de que não há desvios do investimento realizado”.


Exportações aceleram com ajuda do financiamento especializado

A nível europeu, Portugal é já o terceiro país onde o factoring mais pesa no Produto Interno Bruto, valendo, no acumulado ano passado, 16,4% do total da riqueza produzida em 2021. “É o valor mais alto da história do factoring em Portugal”, realçou Luís Augusto. Já relativamente à participação nas exportações, o factoring vale cerca de 5% do total, representando cerca de 4 mil milhões de euros.
Por seu lado, referindo-se ao segmento das exportações, Isabel Marques, directora da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), deu conta de uma transição na categoria dos bens exportados, de produtos indiferenciados, para outros “com incorporação de alguma inovação, design, tecnologia e maior valor
acrescentado. Temos que evoluir e transitar para perfil de produção que aporte mais valor, quer às empresas quer à economia”, instou a directora da AICEP perante uma assistência de dezenas de associados da ALF, designadamente das rentings e do sector financeiro.

Num encontro onde foram debatidas, para lá da transição exportadora, também a transição do tecido empresarial (tema analisado por Jorge Portugal diretor-geral da COTEC Portugal), a transição energética (explicada por Nelson Lage, Presidente da Agência para a Energia – ADENE), a transição digital (João Mota Lopes, Public Sector Lead da Oracle) e a transição da mobilidade (Rui Rei, presidente da Parques Tejo E.M.), coube ao director da Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI), José Augusto do Vale, encerrar a sessão.

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Águas do Norte inicia empreitada de 1,5M€ em Chaves

A ligação do sistema do Alto Rabagão ao sistema de Arcossó tem como objetivo o incremento da resiliência global do sistema, permitindo, no limite, o abastecimento integral do sistema de Arcossó a partir de uma origem de elevado volume de armazenamento, a Albufeira do Alto Rabagão

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A Águas do Norte vai iniciar brevemente a empreitada de execução da ligação do subsistema de abastecimento de água do Alto Rabagão ao subsistema de abastecimento de água do Arcossó, no Município de Chaves. O investimento, no valor de cerca 1,5 milhões de euros e um prazo de execução de 300 dias, vai permitir o aumento da cobertura de abastecimento de água com origem no sistema do Alto Rabagão, e compreende a construção de uma conduta adutora gravítica numa extensão aproximada de 6,3 km, incluindo os respetivos equipamentos de regulação, segurança, controlo e automação.

A ligação do sistema do Alto Rabagão ao sistema de Arcossó tem como objetivo o incremento da resiliência global do sistema, permitindo, no limite, o abastecimento integral do sistema de Arcossó a partir de uma origem de elevado volume de armazenamento, a Albufeira do Alto Rabagão. A atual origem, a Albufeira de Arcossó, tem-se demonstrado algumas dificuldades no que diz respeito à quantidade e qualidade de água disponível, não oferecendo as garantias que a Águas do Norte considera necessárias para poder disponibilizar um eficiente e resiliente fornecimento de água ao sistema público de distribuição. Deste modo, e enquadrando o presente projeto no âmbito das medidas de adaptação às alterações climáticas, a construção desta infraestrutura permitirá a diversificação das origens de água mediante a interligação de sistemas de abastecimento.

Com a conclusão deste investimento, a Águas do Norte pretende melhorar em qualidade e quantidade o abastecimento de água a uma parte significativa da população residente, e a possibilidade de a mesma usufruir de um melhor serviço público de abastecimento de água o que permitirá uma melhoria significativa da sua qualidade de vida.

A Águas do Norte iniciou a atividade a 30 de junho de 2015 e, enquanto entidade concessionária do sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Norte de Portugal, em “alta”, é responsável pela captação, tratamento e abastecimento de água para consumo público e pela recolha, tratamento e rejeição de efluentes domésticos, urbanos e industriais e de efluentes provenientes de fossas séticas.

Assume ainda a exploração e gestão do sistema de águas da região do Noroeste, reunindo numa única entidade gestora, os serviços de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais em “alta” (prestados aos Municípios) e em “baixa” (prestados aos utilizadores finais, os munícipes), de forma regular, contínua e eficiente.

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“Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos” em debate no CIUL

Integrado na rubrica de “Aulas Abertas”, a 7ª edição, resultante de uma estreita colaboração entre o CIUL e o ISCTE-IUL, terá lugar no próximo dia 26 de Maio, entre as 9 horas e as 19 horas

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Integrado na rubrica de “Aulas Abertas” promovidas pelo CIUL – Centro de Informação Urbana de Lisboa e resultante de uma estreita colaboração entre o Centro e o ISCTE-IUL, terá lugar no próximo dia 26 de Maio a 7ª edição do Colóquio Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos, onde serão apresentadas e discutidas as linhas temáticas de investigação em desenvolvimento no Doutoramento em Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos (ATMC) do ISCTE-IUL.

O programa de Doutoramento em ATMC elege o território contemporâneo como tema central de debate, privilegiando por essa via o estabelecimento de ramificações de pesquisa numa ampla rede.

A linha científica que orienta este ciclo de estudos é acolhida pelas unidades de investigação DINAMIA’CET-IUL e ISTAR-IUL, resultando do cruzamento entre a arquitectura, a arquitectura paisagista, a arte pública e o desenvolvimento urbano. A construção deste corpo multidisciplinar clarifica a perceção relativa aos fenómenos metropolitanos e respectiva cultura contemporânea.

O colóquio resulta de uma componente lectiva obrigatória do segundo ano curricular do programa doutoral que se destina a enquadrar e acompanhar a investigação em curso. Integra, ainda, intervenções de curta duração proferidas por alunos do curso e por docentes e investigadores do ISCTE-IUL, com o objectivo de partilhar e debater os resultados da investigação que o programa doutoral em ATMC tem originado com uma audiência abrangente, que inclua cidadãos e especialistas não-académicos.

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Efapel cresce em vendas e reforça posição no mercados onde actua

Facturação global ultrapassou os 50 M€ e cresce 20% no mercado Ibérico e 25% nos restantes países onde actua

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tagsEFAPEL

A Efapel registou em 2021 um crescimento homólogo de 25% nas suas exportações, índice superior à performance global, que foi de mais 20%. A crescente procura dos produtos Efapel foi acompanhada de um forte investimento em novas tecnologias e melhoria de produtos, como também na ampliação da sua capacidade produtiva e de armazenamento, com a ampliação do actual edifício 2 da fábrica de Serpins para o dobro da área, que passou a ser de 18 mil m2.

Além disso, também as exportações da sua produção registaram um aumento de 30%. De referir, que a empresa exporta para mais de 50 destinos de todo o mundo, desde a Europa e África até ao Médio Oriente e América Latina.

O exercício de 2021 foi também marcado com o lançamento de produtos novos como a nova série de aparelhagem de embeber Latina e o sistema de Domótica Domus 40.

Actualmente, a Efapel conta com um quadro de 450 colaboradores, em cuja formação investe continuadamente. No âmbito da sua política de captação de novos quadros e de ligação ao meio envolvente, assinou protocolos de parceria com o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC), a Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC) e a Associação Para a Extensão Universitária (APEU-FEUC), com vista a desenvolver uma cultura de cooperação, aberta à partilha de conhecimento e aprendizagem num contexto empresarial.

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Sonae Capital vende activos do Troia Resort

Operação foi assessorada pelo departamento de Hotel Advisory da JLL. Valor transaccionado não foi revelado, mas consultora avança que comprador é um “player português”. Activos englobam Aqualuz Tróia Mar&Rio e The Editory By The Sea Tróia-Comporta, num total de 377 apartamentos

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A Sonae Capital, através das suas participadas, vendeu um conjunto de activos hoteleiros em Tróia, tendo a operação sido mediada pela equipa de Hotel Advisory da consultora JLL. Este negócio é uma das maiores operações de investimento imobiliário em hotéis realizada no mercado português desde o início do ano. Embora valor transaccionado não tenha sido divulgado, a JLL informou tratar-se de um “player português”.

Nesta operação, a The Editory Hotels, unidade de negócio de Hospitality da Sonae Capital manterá a gestão destes activos.

Os activos incluem o Aqualuz Tróia Mar&Rio e o The Editory By The Sea Tróia-Comporta, num total de 377 apartamentos, além de espaços para reuniões e eventos – incluindo um centro de eventos com capacidade máxima para 600 pessoas – três restaurantes, spa, sala fitness, piscina interior e exterior e jardim, entre vários outros equipamentos e serviços.

Segundo Karina Simões, head of Hotel Advisory da JLL, esta operação vem confirmar que, actualmente, há um grande apetite em investir no sector hoteleiro em Portugal, e não apenas em activos de cidade ou destinos turísticos mais consolidados, como Lisboa, Porto ou o Algarve”.

“No entanto, apesar da solidez da procura e ainda que se diga que existem muitos hotéis para venda em Portugal, a verdade é que nem toda a oferta disponível no mercado consegue dar resposta aos critérios de investimento, pois muitas vezes são unidades de pequena dimensão, sem marca associada e com localizações secundárias. Por isso, quando surge no mercado activos como estes, o interesse dos investidores é imediato, dando início a um processo de venda muito disputado, como foi o caso”, acrescenta responsável.

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Sonae Capital abre quarta unidade hoteleira na cidade do Porto

Com um investimento de cerca de 20 M€, o The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel apresenta projecto de arquitectura e design de interiores assinado pela Ding Dong

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Entre a Avenida dos Aliados e a Rua do Almada acaba de abrir The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel, a quarta unidade da Sonae Capital na cidade do Porto, integrada no Grupo The Editory Collection. Com um investimento de cerca de 20 milhões de euros, o hotel apresenta um projecto de arquitectura e design de interiores assinado pela Ding Dong.

The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel resulta de uma parceria entre o promotor FVC Group e a SC Hospitality, unidade de negócio de hotelaria da Sonae Capital, inserindo-se numa zona da cidade bastante consolidada, estando mesmo classificado como parte de um conjunto de interesse público.

The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel é um boutique hotel cinco estrelas que se posiciona no segmento de luxo, para momentos de lazer e city breaks que beneficiam da centralidade e da proximidade a pontos de interesse na cidade como os bairros das artes ou a movida portuense.

Com um total de 68 quartos, a nova unidade divide-se em oito categorias – cozy, standard, city view, superior city view, Aliados view, superior Aliados view e Suite Aliados -, obedecendo ainda à segmentação Aliados ou Almada, dependendo da frente do edifício de que beneficiam.

Com a entrada principal do hotel na Avenida dos Aliados, um primeiro pólo destinado aos hóspedes apresenta um passado revisitado, reinterpretado, que se expressa através do uso de materiais nobres, naturais, aliado a um desenho de pormenorização atento ao existente. O objectivo foi sempre o de dotar o edifício das qualidades reconhecidas ao contexto em que se insere, puxando pela urbanidade sumptuosa do que o rodeia.

Um segundo pólo, mais à escala da cidade, com entrada pela Rua do Almada directamente para um bar com um conceito marcante, funcionando quase como montra do restaurante para a mesma rua. Com o restaurante a fazer a ligação entre o hotel e uma das ruas mais icónicas do Porto – a Rua do Almada -, alcança-se uma localização premium entre as duas melhores partes da cidade: a Avenida mais requintada, onde estão vários hotéis de luxo, e a night life, assim como todos os espaços procurados pelos habitantes locais.

O hotel procura recriar, de forma contemporânea, uma tradição da vivência boémia e de consumo local do Porto de outras épocas. Nessa linha, o conceito começa precisamente na afirmação do local: a convivência com os costumes, pelo mergulho no coração do Porto marcado pelo comércio, pela gastronomia típica, pelo sotaque, pelos hábitos que marcam as diferentes horas da cidade.

Uma homenagem ao passado elegante, revisitado, com um desenho cuidado e sempre feito na dualidade entre um espaço público e um ambiente residencial, desenha-se entre tons de verde seco e rosa-claro nos corredores, assumindo tons mais fortes nos quartos e suites e destacando peças de decoração e pormenores nos acabamentos que remetem o visitante para outras décadas da História.

Com esta abertura, o Grupo The Editory Collection Hotels conta já com oito unidades: o Porto Palácio Hotel by The Editory, Aqualuz Hotels by The Editory (Troia, Lagos), The Editory by the Sea (Troia – Comporta), The Editory Artist (Baixa, Porto), The Editory House (Ribeira, Porto), The Editory Riverside (Santa Apolónia, Lisboa), The Editory Boulevard (Aliados, Porto), e dos apartamentos turísticos sob gestão em Tróia – Troia Residence by The Editory.

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