Edição digital
Assine já
    PUB
    Empresas

    Quercus lança site Ecocasa

    Projecto online é lançado esta terça-feira, dia 22 e apresenta simuladores em diferentes áreas e permite responder a dúvidas e apresentar soluções

    CONSTRUIR
    Empresas

    Quercus lança site Ecocasa

    Projecto online é lançado esta terça-feira, dia 22 e apresenta simuladores em diferentes áreas e permite responder a dúvidas e apresentar soluções

    CONSTRUIR
    Sobre o autor
    CONSTRUIR
    Artigos relacionados
    Venda de casas recupera com aumento de 4,9%
    Construção
    Vilamoura Lusotur adere às ‘casas inteligentes’ da NOS
    Empresas
    OLI conquista prémio de Design em Nova Iorque
    Empresas
    Escritórios: Primeiro semestre soma cerca de 156 mil m2 de take up
    Imobiliário
    Remax Collection e Global Key comercializam Sal D’Ouro
    Imobiliário
    Construção tradicional é actualmente “um modelo esgotado”
    Construção
    REHAU lança novos ventiloconvetores para condutas
    Empresas
    Cimpor inaugura nova fábrica nos Camarões
    Empresas
    Governo já transferiu mais de 29M€ para a construção do Hospital Central da Madeira
    Construção
    LG lança frigoríficos que “combinam com todos os tons”
    Empresas

    No mês em que se comemora mundialmente a arquitectura, a Quercus apresenta o Ecocasa – um projecto inovador no nosso país que ajudará os portugueses a adoptar hábitos de consumo sustentáveis nas suas casas. O site www.ecocasa.pt estará disponível, de forma totalmente gratuita, a partir desta terça-feira, dia 22 de Outubro.

    “É dentro de casa que passamos a maioria do tempo. O consumo de energia dos edifícios, incluindo todo o seu ciclo de vida, representa 36 % do consumo de energia em todo o mundo – na União Europeia o valor é superior à média mundial (40 %) – e cerca de 40 % das emissões directas e indirectas de dióxido de carbono. É o momento de fazermos a diferença e diminuirmos a pegada ecológica no planeta”, alerta Aline Guerreiro, da direcção da Quercus e coordenadora do ECOCASA.

    O sector energético, com principal destaque para as opções relacionadas com a climatização, apresenta o mais elevado potencial de poupança, com base em melhorias simples, mas fundamentais: a utilização de caixilharias eficientes, a colocação de estores nos locais necessários, entre outras medidas, promovem de forma decisiva um correto isolamento das casas.

    A adopção de medidas de eficiência hídrica é também essencial. A redução de caudal nas torneiras pode gerar poupanças na ordem dos 30 a 45 % no consumo de água, originando também poupança de energia.

    De acordo com a Directiva (UE) 2018/844, que altera a Directiva 2010/31/UE relativa ao desempenho energético dos edifícios, estes têm até 2021 para assegurar o uso de quantidades quase nulas de energia para climatização, assim como para o aquecimento de água. Neste contexto, o projecto pretende, além da componente de sensibilização e aconselhamento, apresentar soluções concretas e modificar comportamentos e hábitos na gestão, renovação ou aquisição de uma casa.

    O Ecocasa apresentará em breve quatro simuladores de poupança: eficiência hídrica, eficiência energética, certificação energética de edifícios e gestão de resíduos. Além disso vai também estar preparado, a partir de 22 de Outubro, para responder a questões sobre eficiência energética, eficiência hídrica, construção sustentável e gestão de resíduos, através do correio electrónico ecocasa@quercus.pt ou em formulários no site.

    Este projecto conta com o apoio de empresas do sector dos materiais de construção, com uma forte aposta na responsabilidade ambiental: Amorim Isolamentos, Gyptec Iberica, Onduline, Technal e Climalit Plus e com o apoio institucional do Portal da Construção Sustentável.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Artigos relacionados
    Venda de casas recupera com aumento de 4,9%
    Construção
    Vilamoura Lusotur adere às ‘casas inteligentes’ da NOS
    Empresas
    OLI conquista prémio de Design em Nova Iorque
    Empresas
    Escritórios: Primeiro semestre soma cerca de 156 mil m2 de take up
    Imobiliário
    Remax Collection e Global Key comercializam Sal D’Ouro
    Imobiliário
    Construção tradicional é actualmente “um modelo esgotado”
    Construção
    REHAU lança novos ventiloconvetores para condutas
    Empresas
    Cimpor inaugura nova fábrica nos Camarões
    Empresas
    Governo já transferiu mais de 29M€ para a construção do Hospital Central da Madeira
    Construção
    LG lança frigoríficos que “combinam com todos os tons”
    Empresas
    PUB
    Construção

    Venda de casas recupera com aumento de 4,9%

    Os 33.350 fogos vendidos em Portugal Continental no segundo trimestre representam um aumento de 4,9% face ao trimestre anterior, quando se contabilizaram 31.800 fogos transaccionados. Cerca de 88,0% das vendas dizem respeito a fogos usados e os restantes 12,0% a fogos novos

    No segundo trimestre deste ano terão sido vendidos 33.350 fogos em Portugal Continental, estima a Confidencial Imobiliário. Este volume de transacções representa um aumento de 4,9% face ao trimestre anterior, quando se contabilizaram 31.800 fogos transaccionados. Cerca de 88,0% das vendas dizem respeito a fogos usados e os restantes 12,0% a fogos novos.

    Sem prejuízo da sua magnitude, a variação positiva agora registada contrasta com o comportamento do primeiro trimestre do ano, quando as transacções reduziram 3,1% em termos trimestrais, e coloca as vendas de habitação em terreno positivo pela primeira vez em mais de dois anos.

    Recorde-se que, após o pico de 44.200 transacções registadas no último trimestre de 2021, o mercado perdeu ritmo até ao início de 2023, iniciando a partir daí uma trajectória em que as vendas tenderam a estabilizar. O 1º trimestre deste ano voltou a pressionar a atividade, com uma quebra de 3,1%, comportamento que o 2º trimestre inverteu.

    Apesar da recuperação sinalizada neste período, em virtude deste percurso mais recente, o nível de actividade do mercado residencial equipara, agora, ao do início do ano passado, quando foram vendidos 33.200 fogos.

    As projecções da Confidencial Imobiliário são elaboradas a partir das transacções de habitação reportadas ao SIR-Sistema de Informação Residencial, as quais se baseiam nos Contratos-Promessa de Compra e Venda (CPCV) realizados com intervenção de empresas de mediação imobiliária.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Vilamoura Lusotur adere às ‘casas inteligentes’ da NOS

    Cada casa estará equipada com funcionalidades avançadas de segurança, protecção, bem como automação para iluminação, estores e climatização. Adicionalmente, a utilidade potencial da solução para residentes estrangeiros é assegurada, estando disponível em 19 línguas diferentes

    Depois dos primeiros projectos comunicados no Porto e em Lisboa, Terracota e Nobilus são os dois mais recentes projectos em Vilamoura que vão contar com tecnologia da NOS.

    Promovidos pela Vilamoura Lusotor, os dois empreendimentos, Terracota e Nobilus disponibilizam 87 e 47 apartamentos, com tipologias T1 a T4, respectivamente, vão disponibilizar aos proprietários a solução NOS Smart Home, com diferentes funcionalidades de segurança inteligente e acesso remoto à habitação.

    Com contextos de utilização que vão desde a utilização para férias, para investimento, e residência permanente, foram projectadas para redefinir o conceito de viver bem, unindo sustentabilidade, conforto e tecnologia de vanguarda. Cada casa estará equipada com funcionalidades avançadas de segurança, protecção, bem como automação para iluminação, estores e climatização.

    Adicionalmente, a utilidade potencial da solução para residentes estrangeiros é assegurada, uma vez que permite uma imediata adaptação do painel e da app a outras línguas, estando disponível em 19 línguas diferentes. Por outro lado, o próprio processo de onboarding na casa inteligente foi pensado para se adaptar a todos os proprietários, independentemente da sua nacionalidade, pelo que tanto as instruções de activação, manual e Kit de Boas Vindas estão disponíveis em português e inglês.

    “Estamos muito satisfeitos por podermos ter projectos já assinados NOS Smart Home de Norte a Sul do País. É mais uma prova da mais-valia que esta solução pode aportar, tanto para promotores como para os habitantes finais, em termos de sustentabilidade e eficiência. É, também, uma demonstração da versatilidade da NOS Smart Home que se ajusta aos mais diferentes perfis de projectos, mais sustentáveis ou premium, bem como a diferentes proprietários, independentemente da sua nacionalidade”, afirma Daniel Beato, administrador da NOS.

    Por seu lado, Henrique Rodrigues da Silva, COO do Grupo Norfin, considetou tratar-se de “uma opção de casa inteligente flexível do ponto de vista de requisitos de instalação, em paralelo com um parceiro sólido e com elevada presença a nível nacional no suporte ao cliente, foi um factor importante de escolha, respeitando assim o nível de exigência e qualidade que a Lusotur SIC coloca em todos os projectos em Vilamoura”.

    Estes novos projectos iniciaram a sua construção no segundo trimestre de 2024 e espera-se que estejam concluídos entre final de 2025 e Maio de 2026.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    OLI conquista prémio de Design em Nova Iorque

    “Easy Move”, cuja funcionalidade permitir ao utilizador ajustar a altura da sanita e do lavatório através de um comando, distinguido nos NYCxDesign Awards, na categoria de Saúde e Bem-Estar

    tagsOLI

    Depois de Las Vegas, a solução “Easy Move” da OLI foi distinguida em Nova Iorque ao vencer os NYCxDesign Awards, na categoria de Saúde e Bem-Estar.

    Esta gama de estruturas autoportantes destaca-se pela funcionalidade de permitir ao utilizador ajustar a altura da sanita e do lavatório, através de um comando. “Com a Easy Move, a casa de banho torna-se um lugar mais inclusivo para crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida”, indica a OLI.

    Esta distinção demonstra a “capacidade da OLI em desenvolver produtos que aliam design, funcionalidade e eficiência hídrica na casa de banho, um lugar que deve ser acessível, seguro e confortável para todos”, destaca a empresa.

    Além disso, este prémio vem “reforçar” a presença da marca no mercado norte-americano, uma das geografias que a OLI tem apostado na sua expansão internacional.

    No ano em que celebra o seu 70º aniversário, a empresa está a investir cerca de sete milhões de euros em projectos relacionados com a eficiência, a digitalização e a inovação para aumentar a sua competitividade à escala global.

    Em 2023, a OLI registou um volume de negócios de 73 milhões de euros e exportou 76% da produção para mais de 80 países dos cinco continentes. Hoje as suas soluções estão presentes em casas de banho de todo o mundo, de hotéis a hospitais, passando por estádios de futebol e museus.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    ALLO

    Imobiliário

    Escritórios: Primeiro semestre soma cerca de 156 mil m2 de take up

    De acordo com o Office Flashpoint da JLL, verificou-se um crescimento homólogo de 238% da actividade no mercado de Lisboa e de 13% no do Porto, confirmando a “forte recuperação” dos indicadores de desempenho deste sector face ao ano 2023

    CONSTRUIR

    Nos primeiros seis meses deste ano, foram ocupados 128.300 metros quadrados (m2) de escritórios em Lisboa e 28.400 m2 no Porto, revela o Office Flashpoint da JLL. O relatório da consultora apura, ainda, um crescimento homólogo de 238% da actividade no mercado de Lisboa e de 13% no do Porto, confirmando a “forte recuperação” dos indicadores de desempenho deste sector face ao ano 2023. 

    Sofia Tavares, head of Office Leasing da JLL, nota que “a recuperação da procura de escritórios reflecte a melhoria das condições económicas e do alívio das políticas monetárias, associados ao aumento de oferta disponível”.

    “Naturalmente, Lisboa, que foi um mercado mais pressionado em 2023, regista um maior índice de crescimento. De tal forma que, em seis meses já superou o volume ocupado em todo o ano anterior. No Porto, a actividade segue também em recuperação, o que anima muito as expectativas para o total do ano. De assinalar ainda a reactivação das operações de grande dimensão, com cerca de um quarto das transacções quer em Lisboa quer no Porto a envolverem áreas superiores a 1.000 m2”, acrescenta. 

    Em Lisboa, o primeiro semestre de 2024 registou 82 operações de ocupação de escritórios, das quais 22 dizem respeito a áreas superiores a mil m2. Neste período, a área média transaccionada por operação foi de 1.564 m2, evidenciando-se o Parque das Nações como a zona mais dinâmica (39% da ocupação semestral) e as empresas de Serviços Financeiros como os principais motores da procura, ao gerarem 38% do take-up.

     No Porto, contabilizam-se 42 operações de tomada de escritórios até Junho, entre as quais 10 com áreas acima dos mil m2. A área média por operação é de 676 m2 neste mercado, o qual foi dominado pelas empresas de TMT’s & Utilities (45% do take-up) e exibiu maior actividade nas zonas de Matosinhos (36% do take-up) e CBD Boavista (35%). 

    Sem prejuízo da boa performance do mercado de escritórios em termos acumulados, o mês de junho exibiu níveis de atividade moderados, com apenas 4 operações e 1.200 m2 ocupados no Porto e 10 operações no total de 9.300 mem Lisboa.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Remax Collection e Global Key comercializam Sal D’Ouro

    Promovido pela Taga Urbanic, o empreendimento, que inclui os edifícios Reserve e Horizon, tem previsão de conclusão para o segundo trimestre e terceiro trimestre de 2026, respectivamente

    CONSTRUIR

    O empreendimento Sal D’Ouro, localizado em Vila Nova de Gaia, está a ser comercializado pela Remax Collection, em parceria com a Global Key. Promovido pela Taga Urbanic, o empreendimento, que inclui os edifícios Reserve e Horizon, tem previsão de conclusão para o segundo trimestre e terceiro trimestre de 2026, respectivamente.

    Ambos os edifícios contam com cinco pisos, compostos por 25 apartamentos e 46 apartamentos cada, de tipologias T1 a T3, com áreas que variam entre os 52 m² e os 240 m², e varandas com vista mar.

    Com conceito sala de estar e cozinha em open concept, todos os apartamentos contam com sistema de casa inteligente, com possibilidade de controlo remoto de iluminação, estores, electrodomésticos e temperatura.

    Com amenities exclusivas, o Sal D’Ouro dispõe de lobby comum com área de estar e porteiro, incluindo sistema de vídeo vigilância, acesso a espaço de fitness, e ainda, dois pisos de estacionamento com carregamento de veículos eléctricos.

    A arquitectura deste empreendimento destaca-se pela fachada envidraçada, garantido a máxima exposição solar e privacidade, e pela vista para o mar e para a foz do Rio Douro.

    Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Collection, destaca o facto de este projecto residencial ter sido pensado para proporcionar um estilo de vida “equilibrado entre a natureza e a cidade”.

    “Acreditamos que esta é uma excelente oportunidade de investimento para quem procura um estilo de vida contemporâneo, longe do ruído da cidade, mas com fácil acesso à cidade do Porto e próximo de todos os serviços essenciais”, reforça.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    KREAR Estarreja

    Construção

    Construção tradicional é actualmente “um modelo esgotado”

    A primeira fábrica com o sistema Krear deverá estar a funcionar ainda em Outubro deste ano e conta com um investimento estimado de 15 milhões de euros, cujo sistema permite a sua adaptação a qualquer tipo de projecto. Com um grande foco na sustentabilidade, decorrem estudos e ensaios para que possam ser integrados materiais reciclados no próprio betão

    Cidália Lopes

    O Grupo Casais e a Secil juntaram forças para “transformar” a construção em Portugal. A joint venture KREAR aposta na construção off-site através da padronização de peças em betão, desenvolvidas em 2D e 3D. A fábrica onde tudo vai acontecer, em Estarreja, está já numa fase avançada de construção e deverá começar a produzir “lá para Outubro”.

    O investimento previsto nesta unidade é de 15 milhões de euros, que “vão ser certamente todos os gastos”, afirma Daniel Granjo, director geral da KREAR. Até porque este responsável acredita que existe uma “forte possibilidade” de expansão do processo de fabrico, à medida que a fábrica for entrando na sua velocidade cruzeiro.

    “Queremos impulsionar a mudança”

    Perante um mercado da construção deficitário em termos de mão de obra e preços dos materiais com custos elevados, a opção passa por olhar para formas de construir “mais alternativas” e que até aqui eram apenas usadas em pequena escala e em segmentos muitos específicos. Os exemplos de países europeus, como a Alemanha ou o Reino Unido, onde a construção off-site já é usada em larga escala, deram confiança para que as empresas avançassem nesta aposta.

    Daniel Granjo destaca que estamos perante “uma mudança de paradigma”, não só porque considera que a construção tradicional é “actualmente um modelo esgotado”, até porque o sector se encontra limitado pela falta de mão de obra, mas também porque “percebemos que temos que mudar o processo, temos essa responsabilidade”.

    Um dos principais problemas da construção tradicional é a falta de mão de obra e a formação. Daniel Granjo considera que esta “não é uma profissão atractiva para um jovem actualmente”.  Esta é, também, uma lacuna que consideram que a construção off-site vem preencher, já que sendo todo o processo é muito mais “inovador, digital e mais limpo”, o que se torna muito mais apelativo para os jovens.

    Haverá, também, uma forte componente de formação, tanto de início, como continua que, de certa forma, torna a profissão mais motivadora. A pensar nisso, a própria fábrica tem um auditório preparado para este tipo de situações. Também por isso, acreditam esta unidade de produção será, de facto, “impulsionadora dessa mudança” e que irá “fazer escola para outras fábricas que se seguirão”.

    Com o foco na sustentabilidade

    Não obstante, o crescimento de diferentes materiais para a construção, que procuram responder a uma necessidade de preservação dos recursos naturais e menos poluentes, o Grupo Casais partiu para o projecto com a intenção de recorrer ao ‘tradicional’ betão. Não obstante, Daniel Granjo, destaca o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido para incorporar materiais reciclados na composição do betão, de forma a contribuírem para dar uma solução a estes resíduos. Ainda numa fase de testes, “para que não interfiram na qualidade e resistência do betão”, a ideia passar por contribuir para dar um destino aos muitos resíduos que se encontram em aterros.

    Por um lado, a componente técnica e tecnológica e, por outro, o material a ser utilizado. Além de mais “resistente”, indica Daniel Granjo, “as alternativas hoje existentes permitem reduzir muito as emissões de CO2”, normalmente atribuídas à indústria do cimento.

    “Esta é a matéria que nos permite construir com mais qualidade e mais durabilidade, isso não é discutível. Ao mesmo tempo, este é um material que nos permite recriar o tipo de fachada que o arquitecto quiser, seja fachada ventilada ou de pedra ornamental, com a vantagem de ir já para a obra com as caixilharias e os vidros”, reforça.

    Além disso, “com esta forma de construção não há desperdício” e, com isso, “diminuir prazos”, “custos”, mas, também, o “impacto ambiental” da actividade da construção, indica.

    Off-site e modular de mãos dadas

    À semelhança de uma fábrica automóvel, a nova unidade industrial da Krear irá ter um sistema robotizado em carrossel para a produção de peças pré-definidas em betão que depois de assembladas e combinadas vão constituir estruturas e fachadas do edifício, seja ele novo ou fruto de uma reabilitação. Para uma maior eficiência do processo, a unidade vai ter incorporado uma central de betão dedicada.

    A nova unidade terá uma capacidade de produção de 700 metros quadrados (m2) por dia. “Ou seja, tendo como referência um apartamento com 70 m2, a nossa fábrica pode produzir, por ano, cerca de 1500 apartamentos, 15 hotéis, com 24 quartos com tipologia B&B ou cinco residências de estudantes de seis pisos, com 90 quartos”, explica Daniel Granjo.

    Ainda sem querer revelar dados mais concretos, sabemos que assim que ficar concluída, a nova unidade Krear tem já vários projectos para entrar em produção. O primeiro será um projecto de turismo de gama alta, que será “desafiante” e com uma arquitectura “bastante diferenciadora”. Estão, ainda, em estudo, projectos de habitação a custos controlados e de residências de estudantes.

    “A curiosidade tem sido muita e temos tido muitos contactos de projectistas e empreiteiros para saberem como podem, inclusive, alterar o projecto inicial de uma construção tradicional para esta em fábrica”.

    Daniel Granjo refere, ainda, que, “embora a Casais vá, obviamente, integrar esta forma de construção em muito dos seus projectos, não somos aqui empreiteiros nem construtores. Não é uma solução exclusiva para a Casais. Vamos, sim, oferecer soluções para as empresas do sector”.

    A flexibilidade é, também, outras das importantes ferramentas da Krear. Não só pode produzir uma solução fabricada em betão, como uma solução híbrida. Existe, portanto, a possibilidade de complementar estas soluções com outras que a Casais já produz ao nível da construção modular, seja através do sistema Cree, como da Blufab.

    A pensar nesta “complementaridade”, a fábrica de Estarreja está já preparada com duas naves, em que uma delas terá a capacidade para produzir cerca de 100 m2 por dia em soluções híbridas Cree. Além disso, cerca de metade dessa segunda nave vai estar preparada trabalhar em soluções customizadas e este é um detalhe muito importante e que se diferencia de todas as fábricas que existem na Europa. “Sabemos que esta unidade só teria sucesso se conseguíssemos aqui um compromisso entre a capacidade de produção, competitividade e customização. É neste espaço que vamos fazer as fachadas, a tal ‘casca’ do edifício que, no fundo, é o que dá identidade ao edifício”, explica.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

    Jornalista
    Mais artigos

    Industrial Style Loft Bedroom wiht Living Room. 3d render

    Empresas

    REHAU lança novos ventiloconvetores para condutas

    A especialista em soluções completas para sistemas de climatização por superfícies radiantes, sistemas de água sanitária, sistemas de drenagem e edifícios eco-eficientes, apresenta os novos ventiloconvetores para condutas: RAUCLIMATE Silent Breeze Duct e Multiduct

    Ricardo Batista
    tagsRehau

    A REHAU, especialista em soluções completas para sistemas de climatização por superfícies radiantes, sistemas de água sanitária, sistemas de drenagem e edifícios eco-eficientes, anunciou o lançamento dos seus ventiloconvetores para condutas: RAUCLIMATE Silent Breeze Duct e Multiduct. Estes novos produtos juntam-se à aclamada gama RAUCLIMATE Silent Breeze, oferecendo, segundo a empresa, uma solução de climatização “avançada, eficiente e discreta, perfeita para qualquer casa ou edifício residencial”.

    Tal como os ventiloconvetores murais High Wall e Low Wall, os novos modelos para condutas Silent Breeze da RAUCLIMATE combinam um elevado desempenho com um funcionamento silencioso e um design sofisticado

    Característica diferenciada

    Os novos modelos para condutas apresentam uma instalação encastrada no tecto, mantendo as unidades fora da vista e maximizando o espaço utilizável nas divisões. Esta característica diferencia-os dos modelos montados à vista na parede, conhecidos como High Wall e Low Wall, oferecendo uma estética limpa e moderna sem comprometer a eficiência e o conforto.
    Os novos ventiloconvetores podem ser utilizados de forma autónoma ou em combinação com os sistemas radiantes REHAU, oferecendo uma solução versátil tanto para aquecimento como para arrefecimento. Além disso, na versão Multiduct, através do NEA SMART 2.0 é possível definir uma temperatura diferente em cada divisão, optimizando assim o consumo de energia e proporcionando uma gestão completa e eficiente do clima da casa.

    Funcionalidade

    Tal como os ventiloconvetores murais High Wall e Low Wall, os novos modelos para condutas Silent Breeze da RAUCLIMATE combinam um elevado desempenho com um funcionamento silencioso e um design sofisticado. Estão equipados com ventiladores tangenciais com pás assimétricas e um permutador de calor hidrónico de grande área, o que garante um fluxo de ar eficiente e um condicionamento de ar silencioso. Outra grande vantagem dos novos ventiloconvetores é o seu sistema automático Comfort Cooling PLUS, concebido para garantir um ambiente confortável em qualquer altura. A humidade influencia significativamente a percepção da temperatura. Quando a humidade aumenta, a função Comfort Cooling PLUS ajusta automaticamente o clima interior no modo de arrefecimento, alterando a temperatura do sistema sem necessidade de intervenção manual. Em suma, com os novos lançamentos RAUCLIMATE Silent Breeze Duct e Multiduct, a REHAU reafirma a sua aposta na inovação e excelência das soluções de climatização, oferecendo produtos que combinam eficiência, tecnologia avançada e um design que se adapta às necessidades das casas modernas.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
    Mais artigos
    Empresas

    Cimpor inaugura nova fábrica nos Camarões

    A nova fábrica destaca-se pela introdução de tecnologias de produção ecológica de nova geração de ‘argila calcinada’, colocando os Camarões numa posição de destaque

    CONSTRUIR

    A Cimpor inaugurou, oficialmente, esta sexta-feira, dia 19 de Julho, a sua nova fábrica nos Camarões. Um investimento que expande “significativamente” a presença empresa em África e que desempenha um “importante papel” no desenvolvimento das infraestruturas dos Camarões. Refira-se que a unidade já se encontrava a laborar desde 29 de Outubro de 2023.

    Em consonância com a estratégia de descarbonização da Cimpor, a nova fábrica destaca-se pela introdução de tecnologias de produção ecológica de nova geração de ‘argila calcinada’, colocando os Camarões numa posição de destaque não só em África, mas em todo o Mundo.

    Foi em 2020 que a Cimpor Global iniciou os seus investimentos em África, tendo começado em Abidjan, na Costa do Marfim, onde instalou a primeira fábrica integrada de cimento de argila calcinada do Mundo, baseada em processos de produção inovadores e sustentáveis adequados às características e recursos de África.

    Esta decisão permitiu reduzir as emissões de CO2 por tonelada de cimento até 40% através do recurso a cimentos de argila calcinada produzidos com a sua tecnologia ‘deOHclay’.

    Na sequência deste investimento inicial, a Cimpor começou a trabalhar na futura fábrica de cimento nos Camarões, em Kribi, equipada com a primeira e única linha de produção de argila calcinada com calcinador flash do Mundo actualmente em funcionamento.

    A empresa, através do seu braço nos Camarões – Cimpor Cameroun – tem actualmente uma capacidade de produção anual de 1,2 milhões de toneladas de cimento e 400 mil toneladas de argila calcinada.

    No seguimento da sua estratégia em África, a Cimpor prossegue a construção da sua terceira fábrica no Gana, equipada com tecnologias de produção de cimento mais ecológicas sustentáveis.

    Entretanto, e até 2030, a holding tem previsto um conjunto de investimento com vista a “aumentar a sustentabilidade” da sua actividade e que inclui o desenvolvimento de cimentos de baixo teor carbónico, a diminuição da pegada de CO2 das centrais, a produção de electricidade através de painéis fotovoltaicos e a criação de um sistema inovador de produção que utiliza o hidrogénio como motor principal.

    Em Março deste ano, TCC Group Holdings (TCC), um dos maiores produtores de cimento do mundo, adquiriu a totalidade das acções da Cimpor e assumiu o seu lugar como o terceiro maior produtor de cimento a nível global.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Governo já transferiu mais de 29M€ para a construção do Hospital Central da Madeira

    No documento, o Tribunal de Contas deixa duas recomendações à Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas que, conjuntamente com a Secretaria Regional das Finanças, identifique, de forma desagregada, os montantes afetos, despendidos e programados em cada uma das vertentes do projeto do Hospital Central e Universitário da Madeira

    CONSTRUIR

    O Governo da República já transferiu mais de 29 milhões de euros para a construção do Hospital Central e Universitário da Madeira. No relatório publicado esta sexta-feira pelo Tribunal de Contas é ainda possível ler que até Agosto de 2023, não foram identificadas irregularidades financeiras nas obras.

    No documento, o Tribunal de Contas deixa duas recomendações à Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas que, conjuntamente com a Secretaria Regional das Finanças, identifique, de forma desagregada, os montantes afetos, despendidos e programados em cada uma das vertentes do projeto do Hospital Central e Universitário da Madeira.

    A segunda recomendação é a de que promova o cumprimento dos prazos de pagamento definidos contratual e legalmente, evitando pagamentos em atraso. Conclusões e recomendações presentes no relatório da auditoria À primeira fase de construção do Hospital Central e universitário da Madeira, publicado hoje pelo Tribunal de contas.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    LG lança frigoríficos que “combinam com todos os tons”

    Os novos frigoríficos podem activar a tecnologia MoodUP e assim escolher entre 170 mil combinações de cores nos painéis LED das portas dos frigoríficos

    CONSTRUIR

    Com ecrãs LED, tecnologia InstaView e um controlo conveniente via app, os novos frigoríficos LG InstaView com MoodUP prometem “revolucionar” o design de qualquer cozinha portuguesa. A gama de frigoríficos, que mudam de cor, antecipa, uma experiência culinária “inteligente e personalizável” para quem deseja expressar o seu humor e gosto pessoal na cozinha.

    Seja o Americano 4 Portas (modelo GMV960NNME) ou o Combinado (modelo GBG719MDNN), estes frigoríficos interactivos da LG permite, através da app ThinQTM, activar a tecnologia MoodUP e assim escolher entre 170 mil combinações de cores nos painéis LED das portas dos frigoríficos para criar um look diferente na cozinha.

    Paralelamente, os novos modelos também incorporam o distintivo painel InstaView da LG, que tem a capacidade de aumentar a conveniência e eficiência energética, já que permite que os utilizadores vejam o interior do frigorífico sem terem de abrir a porta.

    Além disso, estes electrodomésticos estão equipados com uma coluna bluetooth com duas saídas que permite que os utilizadores possam reproduzir músicas e podcasts a partir das suas apps de streaming.

    Além disso, também, o Party Mode permite que a iluminação LED dos frigoríficos pulse em sintonia com a batida da música. Por sua vez, o recurso Color Alarm optimiza a interacção, comunicando com os utilizadores ao fazer com que os painéis LED das portas pisquem ou brilhem mais intensamente em situações específicas.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB

    Navegue

    Sobre nós

    Grupo Workmedia

    Mantenha-se informado

    ©2024 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.