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Roca apresenta versão Round para colecção ‘The Gap’

A nova versão de linhas arredondadas apresenta 4 modelos de sanita: tanque baixo, tanque baixo compacta BTW, tanque alto e suspensa

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Roca apresenta versão Round para colecção ‘The Gap’

A nova versão de linhas arredondadas apresenta 4 modelos de sanita: tanque baixo, tanque baixo compacta BTW, tanque alto e suspensa

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Depois de ter investido em modernidade e elegância para as linhas direitas da versão Square da coleção The Gap, a Roca volta a apostar nesta colecção e acrescenta-lhe mais funcionalidade com o lançamento de uma nova versão de linhas arredondadas, a Round.

“Esta grande novidade contribuirá para tornar a colecção mais versátil e adequada a ambientes onde a elegância e a funcionalidade se fundem. Mas não só: Round materializa duas soluções que representam a máxima higiene e facilidade de limpeza”, considera a Roca em comunicado.

Disponíveis em quatro modelos — sanita de tanque baixo, sanita de tanque baixo compacta BTW, sanita suspensa e sanita de tanque alto —, as sanitas Round têm também o design  optimizado Rimless, para quem procura obter uma limpeza mais eficaz, rápida e fácil. E contam igualmente com um sistema de descarga eficiente, com duas capacidades diferentes — 4,5 litros e 3 litros —, para serem a resposta certa para quem a poupança de água é uma prioridade.

O Rimless é um mecanismo concebido para assegurar a distribuição uniforme da água, para que esta chegue a todas as áreas da sanita, nomeadamente às zonas onde a acumulação de bactérias e sujidade é maior.

Além do Rimless, há ainda outro complemento disponível que une funcionalidade e design: as fixações ocultas. Muito funcionais, as fixações ocultas são mais uma solução a pensar na facilidade de limpeza e na manutenção da máxima higiene, e que contribui para um design mais clean.

A versão Round tem também disponível dois modelos de bidé. Seja BTW ou suspenso, é assim possível criar um espaço de banho mais completo, mantendo o mesmo estilo e design. Para qualquer um dos modelos de sanita ou bidé, existe o assento e tampo de queda amortecida.

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Hotel Turismo da Guarda vai integrar rede de Pousadas de Portugal

Mais de uma década depois do seu encerramento e várias soluções falhadas para reabilitar e reabrir a infraestrutura hoteleira, o Hotel Turismo da Guarda será integrado na rede de Pousadas de Portugal, para reabilitação e subsequente exploração

O Hotel Turismo da Guarda, edifício emblemático da cidade da Guarda, construído de raiz como unidade hoteleira de referência na região e inaugurado em 1947, será integrado na rede de Pousadas de Portugal e entregue à Enatur, Empresa Nacional de Turismo, para reabilitação e subsequente exploração, anunciou o Ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, na Assembleia da República, na Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação.
O hotel encerrou a sua actividade comercial em Outubro de 2010 e, em Abril de 2011, foi adquirido pelo Turismo de Portugal à Câmara Municipal da Guarda.

O imóvel foi destinado a venda e afectado ao programa «Revive», desde 2011 e até à data presente, não gerando interessados. Hoje, com a sua integração na rede de Pousadas de Portugal, e entregue para reabilitação e subsequente exploração à Enatur, Empresa Nacional de Turismo, o Hotel Turismo da Guarda vê, assim, mais de 12 anos depois do seu encerramento, a solução final para a sua reabertura ao público.

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PlanAPP mandatado para a realização de estudos sobre o mercado da habitação

O IHRU atribuiu ao PlanAPP – Centro de Competências de Planeamento, Políticas e Prospectiva da Administração Pública a realização de estudos sobre o mercado de habitação em Portugal, entre eles a avaliação do Novo Regime de Arrendamento Urbano

O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) atribuiu ao PlanAPP – Centro de Competências de Planeamento, Políticas e Prospectiva da Administração Pública a realização do estudo relativo ao mercado da habitação, que tem como objectivo analisar as práticas internacionais em matéria de regulação e os respectivos resultados, bem como a situação actual do mercado de arrendamento em Portugal e respectivo regime legal.

O trabalho mais imediato pedido ao PlanAPP passa por uma avaliação do Novo Regime de Arrendamento Urbano, no sentido de tentar apurar o número exacto de agregados abrangidos pelas medidas transitórias de protecção dos arrendatários em situação de carência económica ou com idade igual ou superior a 65 anos ou com deficiência com grau de incapacidade igual ou superior a 60% e cujos contratos sejam anteriores ao Regime de Arrendamento Urbano, salvaguardando uma solução definitiva que garanta a protecção do arrendamento e o equilíbrio da relação contratual.

O segundo estudo, no âmbito do qual serão ouvidas as entidades representativas do sector, é mais abrangente e resulta da decisão do Governo, definida num despacho de Setembro de 2022, de avaliar as práticas internacionais em países que enfrentam este contexto comum de difícil acesso das famílias a uma habitação digna e a preços compatíveis com os seus rendimentos, que se tem agravado pela conjuntura internacional particularmente complexa, com origem multifactorial, mas, em particular, em dinâmicas especulativas e financeiras partilhadas.

Para a realização destes estudos, e ao abrigo do protocolo de colaboração assinado entre as duas instituições, o IHRU prestará cooperação técnica ao PlanApp, sendo ainda promovida a participação de investigadores e outros especialistas.

Além da elaboração destes dois documentos, o protocolo assinado entre IHRU e PlanAPP prevê também a realização de seminários, colóquios, conferências e outros eventos de carácter técnico, bem como a concretização de outros projetos de interesse comum, relevantes para a política de habitação.

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Grupo Altis Hotels celebra 50 anos com investimento de 26,5 M€

A renovação da primeira unidade do Grupo, em Lisboa, e a abertura da primeira unidade no Porto marcam as comemorações de meio século de existência. Com conclusão prevista para o final de 2023, a abertura do Altis Porto está agendada para Janeiro de 2024, num investimento de cerca de 24 M€

Tendo completado 50 anos de existência no final de 2022, o Grupo Altis Hotels tem vindo a preparar esta data com um conjunto de iniciativas e investimentos, entre eles a sua expansão para a cidade do Porto. Em simultâneo está a decorrer a renovação do primeiro hotel do Grupo e que marcou o início da sua actividade, o Altis Grand Hotel. Ao todo, o Grupo prevê investir cerca de 26,5 milhões de euros em ambos os projectos.

Altis Porto em 2024

Com uma vista privilegiada sobre o rio Douro e a escassos minutos do centro da cidade, o primeiro hotel Altis no Porto, com 95 quartos, vai situar-se na Rua Jorge de Viterbo Ferreira, perto do Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota.

Ao CONSTRUIR, a administração do Grupo Altis confirmou que a unidade hoteleira está já numa fase avançada da sua construção. A “fase de estrutura está já concluída e os trabalhos de construção civil e das instalações estão executados a 50%”, indicam.

Com assinatura do atelier NN Arquitectura, o hotel foi desenhado para os mercados português, americano e inglês do segmento ‘high-end corporate’ e ‘leisure’. As suas amenities incluem um spa com piscina interior, ginásio, piscina panorâmica aquecida no rooftop do hotel, três salas de reunião totalmente equipadas, um restaurante, dois bares e estacionamento privativo. A decoração de interiores é da responsabilidade da equipa da LADO.

Com conclusão prevista para o final de 2023, a abertura está agendada para Janeiro de 2024. Para esta nova unidade hoteleira, o investimento é de cerca 24 milhões de euros.

Modernização do Grand Hotel

Com projecto de interiores da Artica, o Altis Grand Hotel está a ser alvo de uma profunda renovação ao nível dos quartos, espaços de banho, assim como do lobby e galeria. Os trabalhos implicam um investimento aproximado de 2,5 milhões de euros.

A primeira fase teve início durante 2022, tendo sido renovados 19 quartos. Segue-se a renovação do lobby e da zona de galeria, num total de 1 200 metros quadrados, obra que deverá ficar concluída já em Fevereiro.

A renovação dos restantes 152 quartos e das três Suites Embaixador que compõem aquela unidade hoteleira deverão ficar concluídos entre Abril e Julho, assim como a renovação de todos os espaços de banho nos pisos 0, 1 e 2.

A remodelação da primeira unidade do Grupo vai também incidir num conjunto de obras com vista a uma maior eficiência energética, nomeadamente a instalação de painéis solares fotovoltaicos, assim como a instalação de novos sistemas de produção de energia térmica e eléctrica para redução da emissão de CO2.

O início e o futuro

Fundado nos anos 70 por Fernando Martins, com o actualmente conhecido Altis Grand Hotel, a adopção e implementação de valores familiares tem sido a filosofia empresarial do Grupo.

A preservação do património e tradição desta marca de referência no sector, “mantendo-se fiéis à genuinidade característica da vida quotidiana portuguesa”, pretende ser o futuro do Grupo.

Tendo Lisboa como “tela e inspiração”, actualmente, as unidades hoteleiras do Grupo Altis Hotels abrangem diversos públicos, desde os mais clássicos aos contemporâneos, da sofisticação à casualidade, em grande escala ou tamanho boutique. A partir de 2023, a presença no Norte do País marca uma nova fase da presença do Grupo em Portugal.

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Cidália Lopes

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dstgroup distinguido internacionalmente como uma das melhores empresas para trabalhar

O grupo de Braga conquistou o certificado de “Top Employer 2023”, atribuído pelo TOP Employers Institute, entidade internacional que avalia e auditoria as melhores práticas de RH nas organizações de todo o mundo. A distinção coloca as práticas de recursos humanos do grupo estão entre as melhores do mundo

Em Portugal, o leque de empresas certificadas no ano de 2023 é muito restrito, são apenas 37 as que comprovaram estar alinhadas com os mais exigentes padrões de avaliação. A nível mundial, sobem ao pódio 2.053 empresas o que reflecte o rigor do Programa de Certificação.

“O reconhecimento por parte do Top Employers Institute é importantíssimo pois demonstra que no dstgroup decidimos pelos trabalhadores e pelo valor do trabalho. Estamos focados no seu bem-estar e na construção dos seus sonhos. Desde o primeiro momento em que são acolhidos no grupo é feito um convite para entrarem no elevador social. Apoiamos os nossos trabalhadores no desenvolvimento de competências, estimulamos o pensamento criativo através da literatura, do teatro, das artes, da poesia e da filosofia. Promovemos investimento em hard e soft skills, apoiamos o desenvolvimento de carreira, desenvolvemos iniciativas tendo em vista o equilíbrio da vida pessoal e profissional dos trabalhadores com um enfoque nas trabalhadoras mães”, destaca José Machado, diretor de Recursos Humano do grupo.

O Top Employers Institute avaliou o dstgroup em categorias como Estratégia de Pessoas, Desempenho ou Diversidade e Inclusão, tendo ficado acima da média mundial em critérios como Aquisição de talento, Estratégia de Negócio, Ambiente de Trabalho e Employer Branding.

“Orgulhamo-nos de ter connosco melhores trabalhadores, mas também melhores pessoas. No dstgroup trabalhamos e investimos em parcerias com as melhores instituições de ensino, com o propósito de recrutar os melhores talentos. Investimos na especialização do mercado do trabalho através da criação de cursos próprios, como os Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP). Oferecemos pós-graduações, mestrados e doutoramentos. Temos um plano de formação com mais de 43 mil horas anuais, que contempla áreas técnicas, mas acima de tudo áreas transversais ao desenvolvimento humano”, realça o mesmo responsável.

Recorde-se a este propósito que o dstgroup lançou recentemente a segunda edição do curso de Filosofia com a Universidade Católica de Braga, para mais de 500 trabalhadores, a par de cursos especializados em Primeiros Socorros em Saúde Mental e Neurociência.

“Receber esta distinção internacional, num leque muito restrito de empresas nacionais certificadas é para nós a prova de que o investimento no nosso capital humano é efectivamente distinto. Temos noção de que foram determinantes para esta distinção, as nossas políticas de inclusão e integração seja de refugiados, ex-reclusos e minorias étnicas; a nossa aposta na formação e na gestão de carreira; as condições de trabalho num complexo que está em constante evolução e processo de diferenciação; o salário emocional que oferecemos aos nossos trabalhadores, com mais de 70 benefícios, desde seguro de vida e de saúde, um centro de saúde com consultas de medicina geral, psicologia e dentista; um campus desportivo com inúmeros equipamentos e aulas ao ar livre, uma biblioteca e até uma discoteca; mas, acima de tudo, o que nos diferencia é a nossa cultura organizacional focada na literacia das artes, na importância da leitura e no valor da estética para “só estarmos bem onde não estamos” e para termos uma proposta de valor única no mercado”, conclui o responsável.

Também o crescimento do grupo foi crucial nesta avaliação. O dstgroup fechou 2022 com 2277 trabalhadores e as perspectivas para o ano de 2023 são de contínuo crescimento, face aos inúmeros projectos em carteira.

“Tempos excepcionais trazem à tona o melhor das pessoas e das organizações. E testemunhamos isso no nosso Programa de Certificação Top Employers deste ano: desempenho excepcional dos Top Employers certificados de 2023. Esses empregadores mostraram que se preocupam com o desenvolvimento e o bem-estar dos seus trabalhadores. Ao fazê-lo, enriquecem colectivamente o mundo do trabalho”, sublinha o CEO do Top Employers Institute, David Plink.

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‘Primeira Pedra’ encerra com evento de apresentação de livro comemorativo

Patente no Museu Nacional dos Coches desde 23 de Junho de 2022, a exposição agrega as 77 obras originais produzidas durante o programa em mármore, calcário, granito e também em xisto e ardósia, com representação das mais variadas regiões de Portugal

A exposição Primeira Pedra chega ao fim. Depois de visitada por mais de 100 mil visitantes, a exposição Primeira Pedra 2016/2022 em Lisboa fecha ao público no próximo dia 22 de Janeiro.

A finissage da exposição terá lugar esta terça-feira, dia 17 de Janeiro, com a apresentação do livro comemorativo Primeira Pedra 2016/2022, uma edição sobre os seis anos do programa, e um dos principais registos de todo o trabalho produzido em Portugal, reunindo economia e cultura num desafio internacional, e que deixará seguramente um entusiasmante legado para a posteridade.

O evento conta com presença e participação de Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República Portuguesa, Pedro Adão e Silva, ministro da Cultura e, ainda, muitos dos autores que integram a Primeira Pedra, entre os quais os arquitectos Eduardo Souto Moura e João Luís Carrilho da Graça, os artistas Vhils e Fernanda Fragateiro e os designers Pedro Falcão e R2, bem como vários dos empresários do sector e outros convidados do sector diplomático, económico e cultural nacional.

Durante seis anos do programa Primeira Pedra, a indústria nacional da pedra natural uniu-se para uma das maiores iniciativas de sempre no trabalho de promoção do sector da pedra natural português. Um programa que convocou o tecido económico e o sector cultural – a arquitectura, o design e as artes plásticas –  reunindo 36 autores de 14 países e 28 empresas nacionais em torno da pedra portuguesa.

Patente no Museu nacional dos Coches desde 23 de Junho de 2022, a exposição agrega as 77 obras originais produzidas durante o programa em mármore, calcário, granito e também em xisto e ardósia, com representação das mais variadas regiões de Portugal, apresentadas em diversos pontos do mundo, como Nova Iorque e São Paulo, Milão e Londres.

Existirá ainda um momento protocolar que assinala o depósito de duas das obras Primeira Pedra ao Museu Nacional dos Coches, a peça “Hell’s Kitchen Bench” da autoria de Álvaro Siza, 2019, e “Petra” da autoria de Alexandre Farto aka Vhils, 2022.

O Programa Primeira Pedra, cofinanciado pelo FEDER no âmbito do Compete2020/Portugal2020, foi promovido pela ASSIMAGRA, associação que representa a indústria portuguesa dos recursos minerais, e concebido pela experimentadesign.

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CIN devolve identidade ao Mercado do Bolhão

Depois da Estação de Santa Apolónia, do Teatro Nacional de São Carlos e da Ponte Luís I, a CIN contribuiu para a preservação da identidade do Mercado do Bolhão, no Porto

(Foto: Guilherme Oliveira)

A obra de reabilitação e modernização do Mercado do Bolhão, a cargo do arquitecto Nuno Valentim, demorou quatro anos até à sua conclusão, oferece agora 81 bancas, 10 restaurantes e 38 lojas. O novo espaço de lazer foi restaurado com soluções CIN.

Liliana Leis Soares, directora-adjunta de marketing da CIN explica que “este projecto foi particularmente relevante para a CIN por ser um dos mais emblemáticos da cidade do Porto. Por outro lado, e a nível técnico, foi uma obra desafiante pelas suas especificidades, nomeadamente no que se refere à protecção das estruturas metálicas: as soluções da CIN visam tanto a protecção anticorrosiva como a protecção passiva contra o fogo.”

As estruturas metálicas do Mercado do Bolhão foram protegidas com produtos de elevada performance, como: o C-POX PRIMER ZP160 FD, um primário epóxi pigmentado com fosfato de zinco; o C-POX PRIMER ZN800, um primário epóxi rico em zinco que proporciona excelente protecção catódica; o intermédio C-POX S150 FD, um revestimento epóxi multifuncional de secagem rápida; e dependendo do grau de brilho desejado, brilhante ou acetinado, foram utilizados dois esmaltes de poliuretano C-THANE S258 e C-THANE S610 SAT, respectivamente.

Para a protecção passiva contra o fogo, quando necessária, foi utilizado o revestimento intumescente de última geração, o C-THERM S100, um produto acrílico formulado para expandir quando exposto a elevadas temperaturas, produzindo uma espuma com muito baixa condutividade térmica, que resulta em excelentes propriedades isolantes, até 120 minutos.

Após o término da obra, o edifício centenário permite a acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida, a passagem por 12 elevadores, uma nova ponte de passagem sobre as bancas dos comerciantes e o acesso a uma cave logística. Este projecto possibilitou ainda a existência de uma passagem intermédia que atravessa e liga as ruas Alexandre Braga e Sá da Bandeira e uma nova entrada directa ao mercado a partir da estação do metro do Bolhão.

Liliana Leis Soares acrescenta que “é um enorme orgulho poder associar a marca CIN a estes projectos de enorme impacto cultural, sobretudo numa vertente com elevada exigência técnica”. Para além da intervenção na preservação da identidade do Mercado do Bolhão, no Porto, a marca de tinta e vernizes nacional e centenária participou no restauro e na manutenção de outras grandes obras do património português, como a Estação de Santa Apolónia, o Teatro Nacional de São Carlos e a Ponte Luís I.

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Home Tailors Real Estate fecha 2022 com um volume de vendas de 92M€

Actividade do ano transacto representou um crescimento de 18% face a 2021. David Carapinha, ceo & founder da Home Tailors Real Estate, acredita que “2023 será mais um ano de crescimento e de reforço da nossa posição no mercado”

A empresa de mediação imobiliária Home Tailors Real Estate fechou 2022 com um volume de vendas de 92 milhões de euros, o que representou um crescimento de 18% face a 2021.

Foram no total 382 imóveis transaccionados, entre quintas, herdades e moradias, que representaram 23% das unidades vendidas pela Home Tailors, mas corresponderam a mais de 50% no volume de vendas. Cerca de 44% dos imóveis transaccionados tiveram promoção exclusiva da Home Tailors.

Os compradores dividiram-se de forma muito próxima entre nacionais e internacionais. Os compradores portugueses representaram 54% das vendas. Quanto aos compradores internacionais, destacam-se os brasileiros, norte americanos e franceses que procuraram imóveis nas principais avenidas de Lisboa e Cascais e, normalmente, com compras de maior valor.

“Os resultados obtidos em 2022 são muito positivos, fruto do grande esforço e empenho da nossa fantástica equipa a quem desde já agradeço. A Home Tailors nasceu há apenas cinco anos e temos tido um percurso sempre em crescendo. Estamos confiantes que 2023 será mais um ano de crescimento e de reforço da nossa posição no mercado”, considera David Carapinha, ceo & founder da Home Tailors Real Estate.

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Risco de incumprimento do pagamento da renda é maior

Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios alerta que poderá haver um agravamento da gestão corrente e financeira dos condomínios nos próximos meses

No seguimento do estudo da Associação Lisbonense de Proprietários, a Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios (APEGAC) alerta que poderá haver um agravamento da gestão corrente e financeira dos condomínios nos próximos meses. O estudo refere que “três em cada dez proprietários têm rendas em atraso” e que “84% dos participantes estão seguros de que os níveis de incumprimento do pagamento de renda pelos inquilinos vão aumentar durante o próximo ano”.

Apesar do regime jurídico da propriedade horizontal imputar a responsabilidade do pagamento das despesas do condomínio aos proprietários das fracções, independentemente das obrigações que constem do contrato de arrendamento, que apenas vincula as partes, muitos inquilinos pagam essas despesas directamente à administração do condomínio. Os inquilinos que deixem de pagar as rendas, deixarão também de pagar as despesas do condomínio, podendo resultar, a curto ou médio prazo, no agravamento da gestão corrente e financeira dos condomínios.
No seguimento dos resultados do inquérito, 40% dos entrevistados afirma que vai manter inalterada a forma como pratica o arrendamento, ao passo que “um terço dos respondentes refere que este ano irá apenas celebrar novos contratos de arrendamento com a duração mínima e não renováveis”.

Neste sentido, a direcção da APEGAC relembra que as administrações devem estar atentas a esta possibilidade e dar imediato conhecimento aos proprietários das frações arrendadas, de forma a que estes procedam ao pagamento e possam agir, se for o caso, contra os seus arrendatários.

De acordo com o presidente da APEGAC, Vítor Amaral, “este é um sector de actividade que é imediatamente atingido em qualquer crise, razão pela qual a associação está preocupada, face à realidade que já vivemos e que poderá agravar-se, o que levou a recomendar aos seus associados que tomem medidas que possibilitem ultrapassar a crise sem prejudicar a qualidade do serviço, como o aumento dos seus honorários; recurso às novas tecnologias; substituição do papel pela digitalização de documentos; medidas para redução do consumo de energia; renegociação dos contratos de prestação de serviços, entre outros”.

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Revigrés distinguida com o prémio Good Design Award 2022

O prémio internacional Good Design Award 2022, foi atribuído à Colecção OMNI, da Revigrés, na categoria de Revestimentos e Pavimentos. A colecção em grés porcelânico técnico destacou-se entre cerca de 4400 candidaturas de 50 nacionalidades, avaliadas de acordo com critérios como a inovação, design, funcionalidade e posicionamento sustentável

Disponível em seis cores, cinco formatos e quatro acabamentos, a colecção OMNI reflecte a aposta da Revigrés numa solução técnica muito completa, cuja versatilidade permite ir ao encontro das exigências dos grandes projectos de arquitectura.

A colecção em grés porcelânico técnico destacou-se entre cerca de 4400 candidaturas de 50 nacionalidades, avaliadas de acordo com critérios como a inovação, design, funcionalidade e posicionamento sustentável.

“É com imenso orgulho que vemos reconhecida, uma vez mais, a nossa aposta no design e na inovação com vista ao desenvolvimento de produtos diferenciadores que antecipam as tendências do mercado e respondem às necessidades de uma construção mais sustentável”, refere Victor Ribeiro, CEO da Revigrés.

Com esta distinção, a Colecção OMNI passa a integrar o Yearbook for Good Design Awards 2022 e estará em exposição no Good Design Show, patente no The European Centre for Architecture Art Design and Urban Studies, em Atenas, Grécia, a partir de 31 de Março de 2023.

Este é o segundo prémio Good Design conquistado pela Revigrés, depois da nomeação da colecção Cromática, juntando-se aos prémios internacionais IF Design Award, Red Dot Design Award, German Design Award e A’Design Award.

Criado em 1950, o Good Design Award é promovido pelo The Chicago Athenaeum Museum of Architecture and Design, em colaboração com o The European Centre for Architecture, Art, Design and Urban Studies.

Segundo a organização, este é um prémio que visa distinguir o design contemporâneo e a aposta das empresas na inovação e na criação de projectos e produtos relevantes para os utilizadores, clientes e sociedade.

Em 2022, o júri, constituído por prestigiados profissionais de design, especialistas de empresas líderes e representantes de órgãos de comunicação na área do design, premiou cerca de 1100 produtos e projectos gráficos de diversas áreas de negócio, de todo o Mundo.

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Casa da Arquitectura antecipa documentário sobre a vida e obra do fotógrafo Luís Ferreira Alves

A anteestreia do documentário “Luís Ferreira Alves: Um Olhar Construído” é exibida, em parceria com a RTP2, na CA no próximo sábado, 21 de Janeiro, a partir das 16h30

A Casa da Arquitectura, em parceria com a RTP2, acolhe no próximo sábado, 21 de Janeiro, a partir das 16h30, a antestreia do documentário “Luis Ferreira Alves: Um Olhar Construído”, “um trabalho sobre a vida e obra do fotógrafo portuense que oferece um olhar incisivo sobre uma personagem poliédrica da cultura arquitectónica portuguesa, fotógrafo, cineasta e amante da vida”.  

Após a exibição do documentário, terá lugar uma conversa em torno da obra e da pessoa de Luis Ferreira Alves com Teresa Paixão, directora da RTP2, Ricardo Gonçalves, realizador do documentário, Victor Neves, autor do documentário e Pedro Leão Neto, investigador em comunicação de arquitectura e fotografia. A moderação ficará a cargo da arquitecta Joana Azevedo.

A projecção do documentário na Casa da Arquitectura antecipa a sua exibição em antena na RTP2 na grelha do próximo dia 26 de Janeiro.

Luís Ferreira Alves, falecido em 2022, com uma obra que atravessa a fronteira entre o analógico e o digital, doou todo o seu espólio à Casa da Arquitectura (CA) em Novembro de 2021, tendo-lhe sido atribuída pelo Ministério da Cultura a Medalha de Mérito Cultural numa cerimónia que decorreu nesse mesmo ano na CA.

Nascido em Valadares, em 1938, Luís Ferreira Alves era um apaixonado pelo cinema, tendo sido seccionista activo do Cineclube do Porto nos anos 50 e cofundador da Secção de Formato Reduzido e Cinema Experimental. Em 1962, foi preso pela PIDE e julgado no Tribunal Plenário do Porto, tendo sido compulsivamente afastado do Banco Ferreira Alves & Pinto Leite onde até então trabalhava junto do pai.

No início dos anos 80 retomou, como amador, intensa actividade fotográfica, tendo sido convidado pelo amigo arquitecto Pedro Ramalho a apresentar num seminário da Escola Superior de Belas Artes do Porto um diaporama sobre a sua obra arquitectónica, tornan-se esse o seu ponto de partida para a actividade como fotógrafo profissional.

Especializou-se na fotografia de arquitectura, património e território tendo sido publicado regularmente em revistas de todo o mundo. Colaborou intimamente com arquitectos da chamada Escola do Porto nomeadamente Eduardo Souto Moura cuja obra tem sistematicamente acompanhado.

Realizador de vídeos de arquitectura e culturais, tem dezenas de livros editados e realizou inúmeras exposições, algumas delas em coautoria, dentro e fora do País.

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