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Estão entregues os galardões dos Prémios CONSTRUIR 2019! Conheça os vencedores

O Jornal CONSTRUIR promoveu, uma vez mais, a grande festa da fileira da Construção com a entrega dos Prémios CONSTRUIR 2019 às empresas e obras que mais se destacaram no último ano nas áreas da Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário. Pelo palco do Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações (Lisboa) passaram os distinguidos com… Continue reading Estão entregues os galardões dos Prémios CONSTRUIR 2019! Conheça os vencedores

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Estão entregues os galardões dos Prémios CONSTRUIR 2019! Conheça os vencedores

O Jornal CONSTRUIR promoveu, uma vez mais, a grande festa da fileira da Construção com a entrega dos Prémios CONSTRUIR 2019 às empresas e obras que mais se destacaram no último ano nas áreas da Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário. Pelo palco do Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações (Lisboa) passaram os distinguidos com… Continue reading Estão entregues os galardões dos Prémios CONSTRUIR 2019! Conheça os vencedores

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O Jornal CONSTRUIR promoveu, uma vez mais, a grande festa da fileira da Construção com a entrega dos Prémios CONSTRUIR 2019 às empresas e obras que mais se destacaram no último ano nas áreas da Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário.

Pelo palco do Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações (Lisboa) passaram os distinguidos com os troféus que, pelo 12º ano consecutivo, reconhecem o mérito, a ousadia, a audácia e a mais-valia técnica de quem trabalha para confirmar a excelência dos trabalhos construídos.

Lista completa de vencedores

ARQUITECTURA

MELHOR PROJECTO PÚBLICO:
Escola EB 2+3 das Taipas, em Guimarães (Pitágoras Arquitectos)

MELHOR PROJECTO PRIVADO:
Villa Nature (Saraiva + Associados)

MELHOR PROJECTO DE REABILITAÇÃO:
Sottomayor Residências (Coporgest)

MELHOR ATELIER:
Saraiva + Associados

ENGENHARIA:

MELHOR PROJECTO PÚBLICO:
Ponte Pedonal do Museu dos Coches (afaconsult)

MELHOR PROJECTO PRIVADO:
Super Bock Arena / Pavilhão Rosa Mota (Lucios)

PRÉMIO FISCALIZAÇÃO E COORDENAÇÃO:
Tecnoplano

PRÉMIO INTERNACIONALIZAÇÃO:
Quadrante

MELHOR GABINETE
Afaplan

CONSTRUÇÃO:

MELHOR CONSTRUTORA:
Casais

PRÉMIO INTERNACIONALIZAÇÃO:
Mota-Engil

PRÉMIO SUSTENTABILIDADE:
Villa Nature (Casais)

IMOBILIÁRIO:

MELHOR EDIFÍCIO DE ESCRITÓRIOS:
FPM 41 (Rockbuilding / ECS Capital / Deka)

MELHOR ESPAÇO COMERCIO E SERVIÇOS:
Novo Enoturismo Quinta da Aveleda (Quinta da Aveleda)

MELHOR EDIFÍCIO RESIDENCIAL:
Aliados 107 (Avenue)

MELHOR EMPREENDIMENTO TURÍSTICO:
Pestana Churchill Bay (Grupo Pestana)

MELHOR CONSULTORA:
JLL

PRÉMIO EXCELÊNCIA:

ARQUITECTURA:
José Mateus (Trienal de Arquitectura de Lisboa)

ENGENHARIA:
Nuno Costa (Grupo Quadrante)

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BEI apoia investimentos na recuperação da Ucrânia

O Banco Europeu de Investimento vai destinar 668 milhões de euros a favor da Ucrânia e será aplicado em projectos de infra-estruturas, abrangendo investimentos no domínio dos transportes, da energia, do desenvolvimento urbano e das tecnologias digitais. Espanha e Bélgica vão também receber verbas comunitárias

Ricardo Batista

O Banco Europeu de Investimento vai dedicar 668 milhões de euros a um conjunto de investimentos fundamentais na Ucrânia, verbas que se juntam a outros investimentos previstos no contexto europeu e que serão aplicadas na área das renováveis, saúde, água, bem como ao desenvolvimento rural e urbano. No total, o montante anunciado ascende a 791 milhões de euros.

A decisão do conselho de administração daquele organismo, explicada pelo presidente Werner Hoyer, surge como uma resposta do BEI, por via dos fundos de resposta solidária, à “guerra ilegal e implacável que a Rússia está a desenvolver na Ucrânia, com atrocidades levadas a cabo contra civis inocentes”. “Não podemos deixar-nos paralisar pelo horror, mas temos de continuar a trabalhar incansavelmente para dar mais apoio à Ucrânia e aos seus países vizinhos, acolhendo milhões de refugiados. Já desembolsámos 668 milhões de euros à Ucrânia e mais verbas estão a caminho”, assegura Hoyer.

O presidente do BEI confirma que as verbas disponibilizadas por aquele que é o accionista maioritário do Fundo Europeu de Investimento serão destinados a acelerar o investimento em energias renováveis, saúde e água e melhorar os serviços e oportunidades nas cidades e regiões rurais de toda a Europa. “Isto ajudará a Europa a enfrentar os desafios sociais, económicos e de segurança colocados pela guerra na Ucrânia”, revela Werner Hoyer.

O apoio está dedicado ao financiamento de infra-estruturas essenciais na Ucrânia mediante a reafectação de dotações autorizadas para projectos de infraestruturas, de modo a suprir necessidades imediatas de investimento e reconstrução. Este financiamento abrangerá investimentos no domínio dos transportes, da energia, do desenvolvimento urbano e das tecnologias digitais. Estas verbas podem ser disponibilizadas muito rapidamente, assim que as autoridades ucranianas estejam em condições de aprovar as alterações aos contratos em vigor. O BEI vai igualmente promover ajuda à reconstrução de tudo o que for destruído pelo exército russo através do financiamento de novas infra-estruturas sociais e económicas essenciais, que serão necessárias logo que a Ucrânia recupere a sua liberdade e independência após a guerra. Para este efeito, o BEI tirará partido da experiência adquirida com o Programa de Recuperação Rápida da Ucrânia que, após a ofensiva russa de 2014, apoiou 238 projectos de reconstrução de infra-estruturas municipais e sociais, como escolas e infantários, hospitais e habitações sociais.


Projectos a Ocidente

O Conselho do BEI aprovou igualmente 310 milhões de euros de novos financiamentos para expandir a produção de energias renováveis nos Bálticos e melhorar a distribuição de água e a segurança da água para 2,5 milhões de pessoas na Bélgica. O apoio ao investimento em água em larga escala na Valónia irá modernizar o abastecimento de água potável, aumentar a resiliência a um clima em mudança, reduzir o consumo de energia e aumentar a utilização de energias renováveis para o fornecimento e tratamento de água. Werner Hoyer anunciou ainda 316 milhões de euros para o desenvolvimento urbano e rural. O BEI concordou em financiar investimentos para melhorar os serviços e instalações municipais na Polónia e o apoio ao investimento agrícola em Espanha.

O apoio do BEI a novos investimentos na Zielona Góra, no oeste da Polónia, melhorará os transportes urbanos, melhorará as escolas e as instalações desportivas e reduzirá o consumo de energia. Na Andaluzia, no sul de Espanha, o BEI apoiará o investimento na modernização da agricultura, melhorará a biodiversidade e adoptará uma melhor gestão da água em 12.000 explorações agrícolas, ligará as regiões rurais à banda larga de alta velocidade e aumentará o acesso ao financiamento por parte das empresas locais. Também em Espanha, o BEI vai destinar 150 milhões de euros para apoiar a modernização de dois hospitais universitários em Pontevedra e Ferrol, na Galiza. Isto permitirá um melhor tratamento, aumentará a capacidade e reduzirá o risco de infecção nos hospitais que actualmente prestam cuidados a 1.000 doentes.

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Montebelo Aguieira Lake Resort & Spa recebe “prémio 5 estrelas”

O Montebelo Aguieira Lake Resort & Spa, unidade de 5 estrelas da Montebelo Hotels & Resorts, localizada em Mortágua, acaba de ser distinguida com o “Prémio 5 Estrelas Regiões”. A unidade está em processo de expansão

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Para a obtenção de tal distinção, foram determinantes as pontuações obtidas através dos inquéritos de satisfação junto dos consumidores e pelos estudos de mercado à marca. As avaliações foram realizadas relativas à localização e envolvência geográfica, nomeadamente a tranquilidade, a natureza e a proximidade com locais de interesse; a qualidade e conforto das instalações, em especial o aspecto geral, decoração, conforto dos quartos, limpeza e higiene; as propostas gastronómicas, sobretudo a qualidade e variedade da alimentação; os serviços disponíveis e as infraestruturas de lazer, Spa, piscina interior e exterior e ginásio e a qualidade no atendimento, em especial a simpatia, disponibilidade e profissionalismo do staff.

A Visabeira Turismo está ainda a investir na renovação e expansão da unidade que irá complementar e diversificar a oferta relativamente aos 155 apartamentos e villas existentes, como explica Jorge Costa, vice-presidente da Visabeira Turismo, Imobiliária e Serviços.

“Ao termos obtido este prémio é um claro sinal de que estamos no bom caminho para proporcionar aos nossos clientes a melhor estadia possível, superando, mesmo, as suas melhores expectativas, que é, sem dúvida, uma das nossas apostas. O prémio 5 estrelas regiões, relativo ao distrito de Viseu, vem aumentar, ainda mais, a nossa responsabilidade de continuarmos a apostar, diária e permanentemente, na qualidade superior dos nossos serviços”, refere o responsável. “Relativamente ao Montebelo Aguieira, uma unidade que é muito procurada pelas famílias como alternativa ao litoral e à praia, estamos a realizar investimentos na renovação do existente e na construção, já muito adiantada, de um hotel, que irá complementar e diversificar a oferta relativamente aos 155 apartamentos de várias tipologias e villas existentes no resort”, adianta Jorge Costa.

Com 13 empreendimentos em Portugal e Moçambique, os Montebelo Hotels & Resorts contam com uma história de quase 25 anos na hotelaria portuguesa. Parte integrante do Grupo Visabeira, as unidades hoteleiras juntam-se a um portefólio de marcas que inclui a Vista Alegre, a Bordallo Pinheiro, o Palácio do Gelo Shopping e a agência de viagens Mundicor.

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A carteira da RE Capital, o marketplace da Casais, Traçado Regulador e o estudo da Michael Page na edição 456 do CONSTRUIR

O fundo RE Capital vai apostar em Lisboa e Algarve nos seus próximos projectos e contamos-lhe de que forma isso vai acontecer. Nesta edição, damos-lhe conta da inovação desenvolvida pela Casais e olhamos para os perfis técnicos mais procurados na Construção e Engenharia. Mas há muito mais para ler na edição 456 do CONSTRUIR

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RE Capital anuncia novos projectos para Lisboa e Algarve
Tendo como foco o segmento residencial premium, o fundo RE Capital continua com um forte investimento para os próximos anos. Três dos projectos localizam-se em Lisboa e um outro está previsto no Algarve, em Vale do Lobo, onde até ao final do ano, deverá dar início à sua construção. Para Marvila, o promotor tem previsto um complexo que envolve a reabilitação de antigos armazéns e de um palácio, num mix de segmentos. Também para este projecto a empresa espera ter o licenciamento aprovado ainda no último trimestre de 2022

Casais apresenta marketplace
O portfólio de serviços e soluções sustentáveis está agora disponível na plataforma digital do grupo: a FioBlu. Para já são cerca de uma centena as referências disponíveis, mas a intenção é agregar entidades parceiras

Directores e encarregados com forte procura
Estudo da consultora Michael Page permite constatar que o sector em sido profundamente afectado pela falta de mão de obra técnica, em funções mais operacionais, depara-se com a escassez de talento

Traçado Regulador prepara entrada em Espanha
O atelier fundado pelo arquitecto João de Sousa Rodolfo, especializou-se no segmento residencial prepara a expansão para o mercado espanhol, um sinal de reconhecimento do trabalho desenvolvido

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Conferência: a subida abrupta de preços das matérias-primas e o impacto no sector da construção

A AICCOPN e o IMPIC vão analisar o impacto da subida abrupta das matérias-primas no sector. Um problema que se agravou desde Fevereiro e que afecta o sector de forma transversal e que pode colocar em risco o apertado calendário do PRR

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Em face do “fenómeno” da Subida Abrupta de Preços das Matérias-Primas, apontado como um dos principais constrangimentos à actividade das empresas do Sector, a AICCOPN irá realizar, em parceria com o IMPIC – Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção, a conferência “Subida abrupta de preços das matérias-primas: impacto no sector da construção”.

“Trata-se de um problema transversal ao Sector, que afecta todos os players, públicos e privados, cuja resolução é essencial para a continuidade das obras e para a concretização dos planos de investimentos previstos para Portugal”, sublinha a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas.

A iniciativa decorre no Auditório da AICCOPN, Porto, no próximo dia 11 de Abril. Para além da avaliação do impacto do aumento dos custos com a aquisição das matérias-primas estará em destaque o regime da Revisão Ordinária de Preços (Decreto-Lei nº 6/2004 de 6 de Janeiro), bem como a necessária compatibilização entre este e a “Revisão Extraordinária”.

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A resiliência e os desafios para o sector da construção e imobiliário em 2022

Segundo a consultora Hays, que anualmente lança o Guia do Mercado Laboral, “a pandemia veio acelerar, de forma transversal, a digitalização do mercado de trabalho, onde a construção e imobiliário não foram excepção” mas ambos os sectores têm vários desafios em 2022

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“O mercado da Construção e Imobiliário demonstrou ser um dos mais resilientes durante o ano de 2021. Os promotores imobiliários não pararam de procurar investimentos e muitos dos seus projectos encontram-se agora em fase de obra, o que permitiu ao sector da construção ter um ano repleto de empreitadas. Por outro lado, foi um ano marcado pela escassez de mão-de-obra no sector aliado a uma crise de matérias primas e pela dificuldade de agilizar serviços municipais face aos licenciamentos”, constata a Hays.

Segundo a consultora, que anualmente lança o Guia Laboral do Mercado Laboral, “a pandemia veio acelerar, de forma transversal, a digitalização do mercado de trabalho, onde a construção e imobiliário não foram excepção. As empresas estão a apostar muito na digitalização o que leva a uma significativa melhoria dos processos e permite avanços ao nível do cumprimento de deadlines, custos e facilidade no acesso aos projectos”. A tendência instalou-se mas ainda tem um longo caminho a percorrer.

“Sendo dois sectores conservadores, há ainda um caminho longo para a profissionalização e digitalização do sector. No entanto, importa destacar os diversos projectos previstos no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), bem como uma estratégia a longo prazo para a Renovação de Edifícios (ELPRE), embora ainda existem poucas medidas de apoio ao privado nesta matéria”, justifica João Fonseca, Section Manager na Hays.

“Além disso, o aumento dos impostos neste sector tem sido problemático. Os preços da construção dispararam, muito relacionados com o aumento do preço das matérias-primas. Os investidores privados não olharão para o imobiliário de classe média, porque face ao IVA existente, torna-se inviável o desenvolvimento deste tipo de projectos. O atraso nos licenciamentos e o fim dos vistos GOLD, são (e serão) os maiores problemas do sector que, inevitavelmente, levará os investidores a optar por outros países”, destaca o mesmo responsável.

Perspectivas para 2022

2021 foi um ano positivo e de crescimento para o sector. Para 2022 as perspectivas apontam para um ano desafiante neste mercado. João Fonseca refere que “é possível destacar três grandes acontecimentos que poderão influenciar o seu rumo”: o primeiro deles, como não podia deixar de ser, é o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), “onde o Estado prevê o início de novos projectos na área da construção que poderão vir a contribuir para estimular o sector”. O segundo ponto relevante destacado pela Hays é o IVA Construção nos 23%, o que “poderá ser problemático para este mercado. Esta situação tem disparado os preços da construção e os investidores privados não olharão para o imobiliário de classe média, tendo em conta o valor dos impostos, tornando-se inviável o desenvolvimento deste tipo de projectos”. O terceiro factor a influenciar sobremaneira a actividade da construção e do imobiliário é o fim dos Vistos GOLD, que “poderá tornar-se um entrave ao desenvolvimento de grandes projectos em Portugal, levando os investidores a olhar para outras geografias para investir.

A falta de mão de obra qualificada, que já se vem sentido noutros anos, continuarão a ser um dos grandes desafios do sector. “Os perfis de Director de Obra e Encarregado Geral serão muito procurados, pelo contínuo crescimento e investimento no mercado da construção e desenvolvimento das obras públicas e privadas. Os empreiteiros procuram profissionais experientes e capazes de assumir a responsabilidade da dimensão das obras em curso. E, por sua vez, o sector imobiliário tem vindo a apostar em perfis de Gestão de Projecto e ligados às vendas e marketing, com o objectivo de promover o seu produto e conseguir o seu desenvolvimento nos diferentes canais de comunicação”, conclui João Fonseca, Section Manager na Hays.

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Díli abre concurso para Porto Naval de Hera

Este é o primeiro passo para a reconstrução do Porto de Hera, em Díli. Um projecto que irá custar cerca de 90 milhões de USD

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O Governo de Timor-Leste abriu um concurso público internacional para a “Preparação de Desenho Detalhado de Engenharia do Porto Naval de Hera, município de Díli”, o qual será financiado através do Fundo das Infraestruturas, até ao limite máximo de 902 mil USD.

Este é o primeiro passo para a reconstrução do Porto de Hera. O ano passado o Governo de Díli afirmou a intenção de investir 90 milhões de USD na construção da infraestrutura e instalações portuárias de Hera, tendo definido três zonas de intervenção. O projecto será, em parte, financiado pelo Governo australiano.

Para informações complementares, os interessados podem requerê-las através do seguinte email: [email protected]

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NOVA lança concurso para criação de Residência Universitária na Caparica

O objectivo passa pela construção de uma residência universitária com capacidade até 550 camas, O concurso foi lançado esta quinta-feira, 7 de Abril e todos os interessados têm 90 dias a partir desta data para apresentar as suas propostas

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A Universidade NOVA de Lisboa acaba de lançar um concurso para a constituição de direito de superfície de um lote situado no Campus da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), na Caparica. O objectivo passa pela construção de uma residência universitária que, com capacidade até 550 camas, será o maior alojamento para estudantes, professores e investigadores na região de Almada.

A iniciativa, que surge no contexto do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Campus da NOVA na Caparica, pretende melhorar as condições oferecidas à sua comunidade, atrair mais talento nacional e internacional, além de colmatar a falta de oferta deste tipo de alojamento em Almada. O novo espaço de alojamento aumentará substancialmente a oferta na região, com a disponibilização de até 550 camas.

A criação desta residência inclui-se num processo de transformação do Campus da Caparica num Parque Urbano, aberto à cidade e com uma oferta diversa de serviços disponíveis, quer para a comunidade académica, como para a comunidade envolvente.

Desta forma, a NOVA dá seguimento a uma primeira fase de desenvolvimento do Innovation District, projecto apresentado em Março de 2021, e que visa a criação de uma nova cidade global em Almada.

O concurso foi lançado esta quinta-feira, 7 de Abril, na plataforma electrónica de compras públicas acinGov, destinada a todas as entidades sujeitas ao Código dos Contratos Públicos, tendo todos os interessados 90 dias a partir desta data para apresentar as suas propostas.

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Porto de Leixões lança concurso de 8,1 M€

A Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) lançou um concurso público de 8,1 milhões de euros para a construção de um novo “Centro Inspectivo”

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O anúncio de procedimento foi publicado em Diário da República (DR), a empreitada de execução do Centro Inspectivo do porto de Leixões tem um valor base de 8.136.000 euros, e tem um prazo de execução de 540 dias.

De acordo com a agência Lusa, o novo centro inspectivo vai permitir a “libertação da área onde hoje se realizam as actividades inspectivas”, nomeadamente da Direcção-Geral da Alimentação e Veterinária (DGAV), da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAP-N), e da Autoridade Tributária (AT).

“Esta obra duplica a capacidade de inspecção”, referiu fonte oficial, uma vez que “os serviços estavam dispersos” e a sua “localização não era a ideal”

A mudança vai assim possibilitar “reduzir o constrangimento verificado na área de concessão do TCGL [Terminal de Carga Geral e de Granéis de Leixões]” e “aumentar a produtividade da operação” deste concessionário.

Na operação geral do porto, será diminuído “o tempo de estadia em cais dos navios agroalimentares”, os “custos operacionais para os operadores rodoviários e marítimos” e ainda “a emissão de gases com efeito de estufa”.
A infraestrutura será construída a leste do terminal portuário, já próximo a Guifões, mas na margem norte do rio Leça, junto à via de ligação interna ao Porto de Leixões (VILPL).

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Custos de construção em Lisboa superam os de Barcelona e Madrid

Londres, Genebra e Oslo são as cidades onde os custos de construção são os mais elevados do mundo, segundo o Índice Internacional de Custos de Construção Arcadis 2022. Lisboa e Porto ocupam a 72ª e 77ª posição, acima de Barcelona e Madrid

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De acordo com o último relatório de Índice Internacional de Custos de Construção (International Construction Costs (ICC)) publicado pela Arcadis, entre as cem cidades analisadas, as cidades portuguesas de Lisboa e Porto surgem nos lugares 72 e 77, respectivamente. As cidades espanholas também surgem no mesmo nível: Barcelona (73), Madrid (75), Málaga (76) e Valencia (78).

O «top ten» das cidades mais caras quanto à construção fica completo com as cidades de Nova Iorque, Copenhaga, São Francisco, Zurique, Munique, Hong Kong e Macau.

A combinação de alguns factores, entre os quais, o aumento dos custos de energia, a escassez de materiais e a disponibilidade de mão-de-obra, em conjunto com uma alta procura específica do sector (residencial e industrial), faz com que os mercados da América do Norte e muitas cidades europeias, incluindo as cidades espanholas e portuguesas, registem aumentos de custos de dois dígitos.

Como resultado disso, as cidades americanas sobem de forma significativa na classificação. Esta tendência ascendente é favorecida pela valorização do dólar americano, com uma média de 5% em comparação com a maioria das moedas. As cidades do Reino Unido e da Alemanha também sobem no ranking.

Na Ásia a situação varia muito, no entanto, no geral, os custos mantêm-se consideravelmente estáveis. A excepção é Singapura, onde as dificuldades para aceder à mão-de-obra resultaram em níveis elevados de inflação.
Por outro lado, na Austrália e no Médio Oriente, os níveis de procura não satisfizeram todas as expectativas, o que criou um mercado menos competitivo e mitigou o aumento dos preços. Isto fez com que cidades como Melbourne e Sidney baixassem dez posições no ranking de 2022.

O relatório também aponta para diferentes ritmos de recuperação no sector da construção a nível mundial, a par das diferentes estratégias dos governos contra a COVID-19. De realçar que a análise foi elaborada antes do conflito na Ucrânia, o que, de acordo com a Arcadis, “irá, sem dúvida, agravar a escassez de materiais e hidrocarbonetos, o que terá repercussões significativas nos mercados mundiais de produtos básicos e energia, assim como uma maior incerteza global”.

Um sector “robusto” apesar das circunstâncias

O director global de Custos e Gestão Comercial na Arcadis, Andy Beard, referiu que o sector da construção demonstrou ser “extremamente robusto apesar das difíceis circunstâncias do último ano” e reflectiu sobre como a contenção sustentada na entrega de imóveis e infraestruturas, uma melhor utilização dos dados e um maior investimento em soluções tecnológicas, tais como os métodos modernos de construção, podem melhorar a eficiência e ajudar a atingir o compromisso de zero emissões líquidas de gases com efeito de estufa.

Neste sentido, considera que a capacidade de adequação será “fundamental no clima de incerteza e inflação que se avizinha”. “Embora as condições do mercado pareçam desfavoráveis, acreditamos que estes desafios oferecem, mais do que nunca, uma grande oportunidade para a nossa indústria impulsionar a inovação e consolidar a mentalidade de fazer mais com menos, reduzindo o nosso próprio impacto na utilização de recursos e no ambiente”, sublinhou o responsável.

O relatório, que analisa e obteve conclusões através de uma amostragem de vinte tipologias de edifícios, com base no estudo dos custos de construção e nas condições do mercado, apresenta um plano de cinco pontos como guia para ajudar os promotores e as suas equipas a enfrentar os desafios que se avizinham, com a demonstração de como se pode racionalizar, padronizar, automatizar e utilizar os processos digitais para ser mais eficientes e cumprir os objectivos essenciais em termos de sustentabilidade.

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Estudo: Procura por profissionais no sector da construção e engenharia acelera em Portugal

Apesar do dinamismo no recrutamento que se faz sentir, factores como a guerra na Ucrânia, o elevado aumento dos preços dos materiais e a crescente falta de mão de obra qualificada, poderão ter impacto significativo no sector

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O recrutamento das empresas no sector da construção e engenharia está em alta, mas enfrenta cada vez mais o problema da escassez de pessoas. De acordo com o mais recente estudo da Michael Page, a falta de talento no sector da construção, que se tem vindo a verificar nos últimos anos, tem tendência a aumentar e a generalizar-se a todas as áreas de engenharia directamente ligadas ao sector da construção, nomeadamente, engenharia civil, engenharia mecânica e engenharia eletroctécnica.

Esta é uma das conclusões da análise “Como Atrair Talento no Setor de Engineering & Manufacturing“ elaborado pela Michael Page, referente a 2022, onde são abordadas as competências mais valorizadas, as soft skills relevantes e as estratégias mais adequadas para atrair talento num mercado com poucos profissionais especializados disponíveis.

Segundo a análise, o sector que tem sido profundamente afectado pela falta de mão de obra essencialmente técnica em funções mais operacionais, depara-se actualmente com a escassez de talento que se torna cada vez mais transversal às várias áreas.

A procura por profissionais qualificados para a área da construção tem-se sentido, sobretudo, nas zonas urbanas de Lisboa e Porto. As profissões mais procuradas, no segmento onde a Michael Page actua, são os directores de obra, encarregados gerais, preparadores e engenheiros orçamentistas para a construção. A intenção de contratação faz-se sentir também no sector imobiliário, sendo o perfil mais procurado o de project manager.

Apesar do dinamismo no recrutamento que se faz sentir, factores como a guerra na Ucrânia, o elevado aumento dos preços dos materiais e a crescente falta de mão de obra qualificada, poderão ter impacto significativo no sector.

De forma idêntica, a área de engenharia civil, em grande escala absorvida pelo sector de Property&Construction, tem-se mostrado resiliente, registando e mantendo níveis de actividade de recrutamento muito activos.

A procura de engenheiros com diferentes backgrounds académicos, como mecânica, química, gestão industrial, eletrotécnica, tem-se verificado sobretudo na indústria. Os perfis de Eletrotecnia e áreas afectas à Energia são cada vez mais valorizados e procurados, dada a sua relevância, nomeadamente na conversão e transição energética, e no papel das energias renováveis em termos de investimento e recuperação económica para Portugal.

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