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Investimento em cidades mais inteligentes pode ter retorno até 60 MM€

O investimento em Smart Cities irá aumentar 14% em 2020, de acordo com o estudo realizado pela Deloitte em 100 cidades a nível mundial

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Estudo sobre o impacto de mudanças tecnológicas, económicas e demográficas em indústrias, cidades e empresas alerta que as cidades no mundo inteiro podem alcançar 60 mil milhões de dólares de retorno de investimento das Smart Cities.

Os dados foram apresentados por Miguel Eiras Antunes,  que assumiu em Outubro as funções de líder global de Smart Cities e Local Government da Deloitte, em conjunto com Lou Celi, CEO do centro de investigação norte-americano ESI ThoughtLab no último Smart City Expo World Congress (SCEWC) em Barcelona, evento internacional para as cidades e soluções inteligentes urbanas.

Reunindo um benchmarking de 100 cidades, bem como dados e insights de líderes urbanos de Smart Cities de quatro grandes pilares de transformação (tecnologia, dados, cibersegurança e cidadãos conectados), concluiu-se que existem avultados benefícios económicos, comerciais e sociais se as cidades se tornarem melhor conectadas e inteligentes, com impacto em áreas tão diferentes como a mobilidade, a saúde, segurança pública, governo, empresas e, consequentemente, na vida de residentes e visitantes das cidades.

Os dados assinalam que o retorno financeiro é apenas um dos factores da equação. A ele somam-se os benefícios sociais e ambientais, tais como a redução da criminalidade e do congestionamento, assim como um progresso na saúde pública e no nível de vida.

Em suma, 43% das cidades pesquisadas (e 52% dos city líderes) estariam dispostas a investir num projecto apenas com benefícios sociais e 38% espera obter benefícios intangíveis que não podem ser medidos através do ROI.

“Certo é que as cidades esperam, em média, aumentar os seus investimentos em Smart City em 14% no próximo ano. Para rentabilizar este investimento, a colaboração entre ecossistemas inovadores é uma estrada de um só sentido rumo à ambição global da Deloitte, alinhada com três objectivos: tornar as pessoas mais felizes, aumentar a competitividade económica e utilizar os recursos naturais de forma inteligente. Ser uma smart city é muito mais do que um ‘have to do’ em termos de tendência: o impacto é gigante na vida das pessoas", assinala Miguel Eiras Antunes.

O estudo classificou cidades de acordo com três estados - implementadores, promotores e líderes. O estudo assinala ainda que – de acordo com as cidades - os investimentos em Internet of Things (IoT) irão duplicar nos próximos anos para o meio ambiente e crescerão 50% para edifícios e espaços públicos, energia e electricidade e gestão de água e resíduos.

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Mercado de escritórios de Lisboa com aumento de 37% do volume de absorção

Análise da Savills avança que, nos primeiros noves meses do ano, o segmento da capital já superou os 80.600 m2, e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2

O mês de Setembro de 2021, apesar de ainda não ter atingido os níveis pré-pandémicos, até Setembro, Lisboa apresentou um desenvolvimento positivo, quando comparado com o período homologo, contabilizando um volume de absorção de 6,341 m2.

“A ocupação do mercado de escritórios em 2021 já superou os 80.600 m2 e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2. Ainda que o total acumulado relativamente ao período homologo do ano anterior tenha apresentado um decréscimo de 21%, espera-se que o último trimestre tenha muita actividade e que os tomadores de decisões devem agir em conformidade com as operações que se encontravam em stand-by”, avança a Savills.

Segundo a consultora internacional, “a zona 5 (Parque das Nações), com 23.233 m2 de volume de absorção, continua a zona de mercado com maior atractividade, seguida pela zona 7 (Outras zonas) com 15.634 m2 e a zona 2 (CBD) com 12.775 m2.” No entanto, o maior destaque da Savills vai para a Zona Histórica e Beira Rio, “que apresentou uma variação de 534% face a 2020, devido à transacção da Evolution Gaming que ocupou o edifício Atelier na totalidade, com cerca de 1.522 m2”.

Assim, “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 93 operações, com a zona CBD apresentar o maior dinamismo, contabilizando 28 negócios realizados, apenas menos 1 transacção fechada comparativamente ao ano 2019 e o dobro das operações quando comparada com o ano 2020. Na totalidade do mercado, com um aumento de praticamente 29% do número de negócios fechados face a 2020, o mercado de escritórios de Lisboa continua a apresentar-se resiliente e atractivo”, sublinha a Savills.

Na sua análise a consultora aponta o sector de actividade das TMT’s e de Utilties, como aquele que apresenta uma maior percentagem no volume de absorção do mercado de escritórios de Lisboa, cerca de 27% do total.
“A pandemia trouxe muitos desafios para as empresas de todos os sectores de actividade. No entanto, o sector das áreas mais tecnológicas foi presenteado com oportunidades que resultaram na expansão de muitas empresas. É também importante realçar o aumento de 92% do volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa, sendo que 58% dessas novas empresas são do sector das TMT’s”, justifica a Savills.

O volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa também se encontra com níveis superiores a 2019 e 2020. Em 2019, entre Janeiro e Setembro foram contabilizadas 21 empresas que entraram no mercado de Lisboa, sendo que em 2021, houve menos 5 transacções. No entanto, a área média de 2021 atingiu os 836 m2 enquanto que, em 2019, a área média foi de 541 m2.

“Os sinais de resiliência são cada vez mais evidentes para a cidade de Lisboa. O mercado ocupacional, gradualmente, vai voltando à normalidade e espera-se que todas as operações que se encontram em aberto sejam em breve concluídas. Lisboa sempre foi uma cidade atractiva para o estabelecimento de empresas que queiram expandir-se internacionalmente, pelas diversas valências que lhes são proporcionadas”, explica Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “Neste sentido, e confirmando esta tendência, o apetite de empresas em ingressar no mercado de Lisboa é notório e cada vez mais evidente com o levantamento das restrições inerentes à Covid-19. O levantamento das restrições também estão a originar restruturações internas das empresas, o que levam muitas vezes à mudança de edifício”, conclui.

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O Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia quer apoiar as 20 scaleups e startups mais inovadoras da Europa

O EIT está a lançar uma iniciativa para apoiar empreendimentos inovadores e equipas que contribuam para a transformação do Novo Bauhaus Europeu

O Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT) e cinco das suas Comunidades de Conhecimento & Inovação (as KICs) estão a lançar uma iniciativa conjunta para apoiar empreendimentos inovadores e equipas que contribuam para a transformação do Novo Bauhaus Europeu.

Denominada EIT Community Booster, a Iniciativa é coordenada pela EIT Digital, incluindo a EIT Climate-KIC, EIT Food, EIT Manufacturing, e EIT Urban Mobility. Juntas, procuram "as mais inovadoras startups e scaleups, que conduzem a mudança sustentável para as cidades, indústrias, clima, comida, bem-estar e qualidade de vida em geral para apoiar o crescimento dos seus negócios e contribuir para que se tornem gamechangers internacionais", refere a EIT em comunicado.

A iniciativa pretende seleccionar vinte empresas para integrarem esta comunidade. Cada uma destas entidades seleccionadas irá receber um apoio destinado ao crescimento do seu negócio no valor de 50 mil euros. O apoio será prestado sob a forma de subsídios e serviços concebidos para ajudar as empresas a acelerar o crescimento dos seus negócios.

"Lançada pela Comissão Europeia, o Novo Bauhaus Europeu transforma o Green Deal Europeu numa experiência tangível e positiva na qual todos os europeus podem participar e progredir juntos." Tendo isto em mente, "a EIT Community Booster está preparada para identificar e apoiar as startups e scaleups que integrem as três dimensões centrais do Novo Bauhaus Europeu: sustentabilidade, dos objectivos climáticos à circularidade, poluição zero e biodiversidade, estética, qualidade de experiência e estilo, para além da funcionalidade, e inclusão, da valorização da diversidade, à garantia de acessibilidade económica. A abordagem da iniciativa é multinível, do global para o local, de forma participativa e transdisciplinar.

"A EIT Community contribui para todos os aspectos do Novo Bauhaus Europeu e tem o ecossistema preparado para encontrar ideias atractivas e startups de toda a Europa. Mal podemos esperar para descobrir e escalar as soluções criativas e inovadoras que ajudarão a reimaginar uma vida sustentável e a tornar os espaços mais bonitos e acessíveis", justifica Gioia Ghezzi, Chair do EIT Governing Board

A nova iniciativa combina os programas de crescimento empresarial oferecidos pela comunidade EIT Digital, EIT Climate-KIC, EIT Food, EIT Manufacturing e EIT Urban Mobility.

Do primeiro apoio de coaching empresarial, ao acesso a financiamento e apoio à internacionalização, cada um dos seguintes cinco programas oferece um pack de serviços que visa ajudar empreendimentos de diferentes níveis de maturidade a impulsionar o seu crescimento empresarial, a angariar financiamento e a crescer à escala internacional.
"Dependendo do campo de interesse e especialização, os empreendedores são convidados a candidatarem-se a um ou mais programas do EIT Community Booster e à sua área dedicada ao Novo Bauhaus Europeu", designadamente: o EIT Digital Accelerator, para scaleups que beneficiam do poder da transformação digital para criar soluções e produtos inovadores para todas as indústrias, cidades e comunidades; The Clean Cities ClimAccelerator, para startups a desenvolver projectos inovadores para a indústria das energias renováveis, mobilidade, espaços verdes e readaptação; EIT Food Accelerator Network, para startups do ramo agroalimentar; EIT Manufacturing Accelerator, para startups que permitem uma produção ecológica e socialmente sustentável; e o EIT Urban Mobility Accelerator destinado a startups que desenvolvem alternativas sustentáveis com foco na realidade paisagística.

O prazo para candidaturas termina a 17 de Dezembro. Para mais informação sobre cada programa, respectivos critérios de selecção e prémios, visite a página web da iniciativa.

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Cobiax CLS da Ferca em destaque

Constituído 100% por material reciclado o Cobiax CLS da Ferca marcou “uma verdadeira inovação” na forma de abordar o aligeiramento de laje. O produto foi Menção Honrosa na Tektónica

O produto Cobiax CLS esteve a concurso para o Prémio Inovação Tektónica 2021 e foi um dos 4 eleitos
O Cobiax CLS foi um dos premiados do concurso para o Prémio Inovação Tektónica 2021. Esta iniciativa surgiu na primeira edição da Feira e permite distinguir o potencial inovador das empresas que contribuem para o desenvolvimento do tecido empresarial nacional. Os produtos considerados mais inovadores foram distinguidos com a atribuição do 1º Prémio e 3 Menções Honrosas. Uma delas atribuída a este produto que é constituído a 100% por material reciclado.

“É com grande satisfação que recebemos este prémio na Feira Tektónica 2021, num produto que marcou uma verdadeira inovação na forma de abordar o aligeiramento de laje”, explicou Hugo Ornelas, CEO da FERCA.

A realização da Tektónica serviu de pretexto também para o lançamento do novo website da marca, que com esta nova ferramenta pretende estar mais próximo dos seus clientes.” Conjugámos a presença nesta feira, com o lançamento de um novo website. Através desta plataforma, pretendemos prolongar a experiência dos nossos clientes e consolidar a presença no online, quer através do website quer através das redes sociais. O novo website está totalmente integrado com as nossas redes sociais, permitindo informar os nossos seguidores sobre as novidades, acções e eventos sobre a empresa e o sector.”, reforçou o responsável.

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Sanindusa lança DROP Magazine

A Sanindusa lançou o primeiro número da revista DROP, a nova magazine da marca que “propõe-se estreitar a relação com o consumidor final”

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A Sanindusa lançou o primeiro número da revista DROP, a nova magazine da marca que “propõe-se estreitar a relação com o consumidor final através de uma abordagem acessível e uma interpretação contemporânea das diferentes temáticas apresentadas”, refere o grupo em comunicado.

Nesta primeira edição, a empresa “expõe o impacto das adversidades do passado na gestão do presente e no planeamento futuro”, relembrando os incêndios de 2017 que atingiram a zona de Cantanhede, destruindo por completo a Sanindusa 2, a unidade fabril do grupo situada na Tocha, reduzindo em 50% a produção cerâmica da marca. A nova unidade que lhe seguiu foi inaugurada já este ano, equipada com tecnologia de ponta. Nesta sua primeira edição a DROP dá-lhe a conhecer todo este percurso, evidencia os produtos premiados e dá a conhecer as últimas novidades e as soluções mais tecnológicas da Sanindusa. Ao longo das suas 72 páginas é possível encontrar inspirações para a casa de banho e cozinha.

A sua responsabilidade ambiental, uma prática da empresa, revê-se na publicação. O papel escolhido foi o Oikos, composto por 50% de material reciclado e 50% de fibra pura amiga do ambiente, com certificação FSC que garante o cumprimento das melhores práticas de gestão florestal.

A revista com uma tiragem de 5000 exemplares, terá periodicidade semestral e será publicada em português e inglês.
Drop, a gota da água que dá vida aos produtos da empresa, chega aos distribuidores da Sanindusa em Outubro em versão papel, mas com possibilidade de consulta online no site da empresa www.sanindusa.pt

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CIUL: Encontros de Urbanismo regressam em Outubro

Ainda em formato online, a primeira sessão tem lugar no dia 21 de Outubro, pelas 18 horas, com o tema “O património cultural e a construção da identidade”

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O Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), organiza em 2021/2022 mais uma edição do Ciclo de Conferências Encontro de Urbanismo, que, para já, se irão manter no formato online.

Promovido anualmente, desde 2013, o ciclo centra-se na reflexão sobre Lisboa, na óptica do Urbanismo, abordando todos os anos um tema diferente.

Ao longo de seis sessões, uma por cada mês e ao final do dia (18h), um painel de técnicos e especialistas é convidado a apresentar experiências e perspectivas sobre as temáticas lançadas, abrindo-se espaço ao debate e à troca de ideias.

A edição deste ano convida-nos a descobrir o Património de Lisboa, através das questões: Como se define e por que é considerado património? Quem o conhece? Quem dele cuida? Quem o divulga? Que mecanismos existem para melhor salvaguardar o legado que Lisboa herdou das gerações passadas? Como intervir no edificado e que usos se podem compatibilizar com o património existente? Que património se constrói hoje para o futuro?

A primeira sessão, com o tema "O património cultural e a construção da identidade", tem lugar já no próximo dia 21 de Outubro, pelas 18 horas.

Neste encontro participam Paulo Pais (Câmara Municipal de Lisboa/Departamento de Planeamento Urbano), como moderador, e Ana Tostões (DoCoMoMo Internacional), João Carlos Santos (Direcção-Geral do Património Cultural) e Maria Calado (Centro Nacional de Cultura) como oradores.

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Cushman & Wakefield e Worx comercializam Liberdade 227

Edifício localizado na Avenida da Liberdade, no centro de Lisboa, encontra-se praticamente devoluto contando apenas com um inquilino com contrato de termo fixo

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As consultoras Cushman & Wakefield e Worx Real Estate Consultants anunciaram que foram instruídas em co-exclusivo para a venda do edifício localizado na Avenida da Liberdade 227, no centro de Lisboa.

O edifício, que totaliza 1.951m2 de área bruta de construção acima do solo em 10 pisos e que conta ainda com um piso em cave com 519m2, encontra-se praticamente devoluto contando apenas com um inquilino com contrato de termo fixo.

Situado na avenida mais emblemática da cidade, a dois passos do metro da Avenida, este edifício reúne um conjunto de características que o tornam atractivo tanto para a manutenção do actual uso de escritórios como para a possível conversão para habitação mantendo, em qualquer dos casos, o piso térreo para comércio.

“Estamos muito satisfeitos por poder trazer este edifício para o mercado, pelas suas características únicas – 10 pisos com óptimas vistas da Avenida e do Castelo e com uma dimensão média – e por constituir uma das últimas oportunidades de reabilitação numa das mais procuradas e valorizadas zonas da cidade", afirma Para Ana Gomes, partner e directora do departamento de Development & Living da Cushman & Wakefield em Portugal.

Também, segundo Pedro Valente do departamento de Capital Markets da WORX, o Liberdade 227 é "uma oportunidade única" de adquirir um edifício na Avenida mais emblemática do país". "Ainda mais interessante por se tratar de uma folha em branco para desenhar um projecto de raiz, uma vez que está praticamente devoluto o que permitirá avançar e desenvolver rapidamente um projecto completamente novo”, acrescenta.

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Vanguard Properties já vendeu cerca de 60% dos apartamentos do Infinity

Portugueses lideram as vendas, com 70%, num grupo onde também entram ingleses, brasileiros e angolanos. As tipologias mais vendidas são T2 e T3

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A Vanguard Properties já vendeu cerca de 60% dos 195 apartamentos do projecto residencial Infinity. As tipologias mais vendidas são T2 e T3 a clientes na sua grande maioria ingleses, brasileiros, angolanos, provenientes do médio oriente e Ásia. Portugueses à frente, em 70% das vendas.

O Infinity, cujo investimento ronda os 90 milhões de euros e que estará pronto no Verão de 2022, terá um total de 26 pisos e 195 apartamentos com tipologias de T0 a T6 Duplex, 329 lugares de estacionamento e um conjunto de amenities verdadeiramente únicas no país. Para além de uma piscina exterior no 24º piso, uma piscina interior para adultos e outra para crianças, o empreendimento terá duas salas de festas, um ginásio equipado com Technogym, kids club, um spa, serviço de concierge e um pátio interior com extensas áreas ajardinadas complementadas por um campo de padel. Para corresponder à actual realidade de regime de trabalho flexível o Infintiy terá ainda não só salas de reuniões, mas também espaços de coworking.

Situado em plena Lisboa, na zona de Sete Rios, o Infinity tem uma ligação directa pedonal e por ciclovia ao Parque Florestal de Monsanto, que permitirá aos seus residentes usufruir dos mais de 900 hectares de espaços verdes e das suas infraestruturas que oferecem a prática de mais de 15 diferentes desportos ao ar livre.

Dividido em três áreas ligadas por um núcleo central, o Infinity tem um forte cariz ambiental – com certificado BREEAM - sendo que cada uma das áreas terá uma designação e organização tipológica própria: River, Nature e City – e está a atrair na sua maioria compradores portugueses, mas também compradores de outras nacionalidades como ingleses, brasileiros, angolanos e provenientes do médio oriente e da Ásia.

“O Infinity tem-se revelado um grande sucesso. A dimensão, localização e as linhas arquitectónicas são os principais factores para o sucesso deste empreendimento. Para além, claro está, do ambiente e estilo de vida que o projecto proporciona. O Infinity prima por uma singularidade que, estando situado em plena Lisboa e sendo o edifício mais alto da cidade com uma vista impressionante sobre o Aqueduto, o Monsanto e o Tejo, oferece uma qualidade e um conjunto de serviços únicos e de excelência aos seus residentes proporcionado um estilo de vida mais próximo da natureza”, segundo José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties.

Em Portugal desde 2016, a Vanguard Properties tem projectos em Lisboa, Oeiras, Comporta e Algarve, estando a desenvolver o “Terras da Comporta”. Com um total de 22 projectos, o investimento em solo nacional soma cerca de 1.215 mil milhões de euros que correspondem a uma área bruta em construção de 1.027.781 m2.

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Grupo Somfy reforça compromisso com a sustentabilidade

A Somfy Iberia anunciou o seu compromisso de reduzir em 50% as suas emissões de CO2 até 2030, no âmbito da Semana do Desenvolvimento Sustentável

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A Somfy Iberia anunciou o seu compromisso de reduzir em 50% as suas emissões de CO2 até 2030, no âmbito da Semana do Desenvolvimento Sustentável, o que levará a empresa a mudar a sua sede em Espanha para um edifício mais amigo do ambiente, em Barcelona. O novo escritório possui a certificação Breeam de construção sustentável, que garante um maior impacto nos benefícios económicos, ambientais e sociais para todos os que estão ligados à vida do edifício, sejam inquilinos, utilizadores, promotores, proprietários ou administradores.

A ratificação do compromisso da Somfy com a sustentabilidade foi impulsionada pela avaliação global de carbono realizada pelo Somfy Group. Esta avaliação definiu que as emissões da empresa em 2019 correspondiam a 1.300 Kt de CO2, o equivalente ao impacto de uma cidade francesa de 120.000 habitantes. Com estes resultados, reforçam o compromisso de reduzir as emissões de CO2, tanto das suas operações como dos seus próprios produtos, seguindo os princípios estabelecidos pela iniciativa Science-Based Targets. Este compromisso ajudará a empresa a atingir as metas estabelecidas no Acordo de Paris, que visam limitar o aquecimento global a 1,5°C.

“A avaliação de carbono que realizámos mostra que devemos continuar a reforçar o nosso compromisso com a sustentabilidade para ter um impacto real no meio ambiente”, explica Andrea Ragione, CEO da Somfy Iberia. “Reduzir o impacto das nossas operações e da pegada dos nossos produtos é essencial, mas queremos ir mais longe. Por isso optámos por uma mudança de sede em Espanha, reforçando o envolvimento de toda a equipa da Somfy Iberia, com a celebração da Semana do Desenvolvimento Sustentável. "

Compromisso com o meio ambiente

93% das emissões do Somfy Group vêm de produtos e 78% estão directamente relacionadas com a sua utilização. Portanto, a iniciativa de redução das emissões em 50% terá um impacto directo nos produtos Somfy, pois exigirá a implantação e implementação de soluções ecologicamente projectadas e optimizadas para consumo. Até 2021, mais de 50% dos produtos comercializados pela empresa terão o selo ACT FOR GREEN, que estará presente em todas as vendas a partir de 2030. Além disso, este compromisso com a redução das emissões também afectará as soluções Somfy, reduzindo o seu consumo de energia em 40% até 2030.

As soluções oferecidas pela Somfy permitem optimizar o desempenho energético dos edifícios graças ao controlo inteligente de estores e protecção solar. O Grupo pretende continuar a inovar nesta área e desenvolveu uma abordagem com a consultora Carbone4 para calcular as emissões evitadas. Por exemplo, em 2020, as soluções Somfy ajudaram a evitar o equivalente a 120 Kt de emissões de CO2 em França. Para compreender melhor a sua pegada de carbono, a empresa irá realizar esta análise nos vários países onde opera, adaptando-a às especificidades nacionais (mix energético, utilizações, etc.).

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OS PRÉMIOS COMUNICAÇÃO M&P

O M&P vai premiar, pelo nono ano, a excelência na Comunicação

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Como já é tradição os Prémios Comunicação M&P vão distinguir os melhores trabalhos de consultoras de comunicação e relações públicas, projectos de comunicação, acções de sustentabilidade levadas a cabo pelas organizações, eventos e acções feitas em conjunto com os media. Também aberto aos Mercados Externos, a concurso temos 11 grandes categorias: Sectores de Actividade, Digital/Social/Influenciadores, Branded Content, Eventos e Patrocínios, Comunicação Interna, Reputação e Public Affairs, Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa, Comunicação Institucional, Comunicação Integrada e Assessoria de Imprensa.

A escolha dos vencedores, que serão revelados em Dezembro, está a cargo de António Mendes (RFM), António Costa (Eco), António Cunha Vaz (CV&A), Bruno Batista (grupo GCI), Elgar Rosa (Pure), Inês Mendes da Silva (Notable) Isabel Rodrigues (Cofina Media), Jorge Magalhães (Grupo Stellantis Portugal), José Franco (Corpcom), Maria Domingas Carvalhosa (Wisdom Consulting e APECOM), Maria João Soares (JLM & Associados), Pedro Cruz (TSF), Rui Piteira (Tabaqueira), Teresa Figueira (Central de Informação), Tiago Ferreira (Grupo Nabeiro-Delta Cafés) e Tiago Simões (Sonae MC e APAN).

Recorde aqui aqui os vencedores de 2020 e consulte aqui toda a informação sobre a 9ª edição dos Prémios Comunicação M&P.

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Porto: Gabinetes nacionais passam à fase final para construção da nova ponte

Os três finalistas têm até 18 de Novembro para apresentar os projectos. A adjudicação deverá ser atribuída no início de Dezembro para que a obra esteja concluída até final de 2025

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Três propostas destacaram-se entre as 28 que chegaram para a execução da futura ponte sobre o Rio Douro. Em comum, têm o facto de serem lideradas por gabinetes de engenharia e arquitectura portugueses. Sendo esta apenas a primeira fase para a decisão final, os três finalistas, anunciados esta manhã, dia 18 de Outubro, na sede da Metro do Porto, têm até 18 de Novembro para apresentar os projectos. A adjudicação deverá ser atribuída no início de Dezembro para que a obra esteja concluída até final de 2025.

Uma solução de pórtico com efeito de arco, totalmente em betão, mas ainda assim leve e com o mínimo de apoios nas encostas é a proposta que sai em vantagem da primeira fase, apresentada por um consórcio liderado pela Edgar Cardoso, Engenharia e Laboratório de Estruturas.

Com uma forte orientação no sentido da sustentabilidade, a proposta prevê, ainda, a instalação de painéis fotovoltaicos nos carris, que permitirão a iluminação da ponte. Com um prazo de execução de 970 dias, teria um custo orçado em 50,5 milhões de euros, e ainda contempla escadas e um elevador a servir a Rua do Bicalho e a Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto.

Na segunda posição, uma solução em arco apresentada pelo consórcio encabeçado pela Coba Consultores e que prevê estar finalizada em 1001 dias. Com um orçamento de 62,8 milhões de euros, o projecto apresenta um arco de 16 metros de altura no seu ponto mais alto, sustentado por pilares metálicos, sendo os pilares nas encostas em betão.

No terceiro lugar da corrida segue uma ponte com solução em pórtico e pilares inclinados assimétricos apresentada pela Betar Consultores. Orçada em 69,2 milhões de euros, tem um prazo de execução de 1004 dias.

O presidente da Metro do Porto lembrou que todas as propostas chegaram de forma anónima “para tornar todo o processo livre de qualquer avaliação menos objectiva”. Tiago Braga referiu ainda que o concurso de execução a ser lançado “no segundo trimestre de 2022, primeiro trimestre de 2023” será integral e incluirá já o da linha de metro que vai unir a Casa da Música a Santo Ovídeo.

Nesta segunda fase do concurso, explicou Tiago Braga, serão consultados os três classificados e escolhida a proposta final com base nos parâmetros qualidade de concepção (com um peso de 50%), preço (20%) e prazo de execução (30%).

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